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	<title>Jaqueline Silva, Autor em Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Jaqueline Silva, Autor em Tecnoveste</title>
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		<title>Avaliação do Ensino Superior no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaqueline Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 14:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação do ensino superior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A avaliação do Ensino Superior no Brasil é feita considerando o desempenho das faculdades e das universidades públicas e particulares. Recentemente circulou na TV aberta uma reportagem sobre o desempenho das universidades pública durante o ano de 2018, mostrando o Conceito Preliminar dos Cursos (CPC),  em que a maioria das mesmas detém (cerca de 68,6 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A avaliação do Ensino Superior no Brasil é feita considerando o desempenho das faculdades e das universidades públicas e particulares. Recentemente circulou na TV aberta uma reportagem sobre o desempenho das universidades pública durante o ano de 2018, mostrando o Conceito Preliminar dos Cursos (CPC),  em que a maioria das mesmas detém (cerca de 68,6 %) tem as maiores notas de avaliação (entre 4 e 5), uma parcela detém nota 3 (cerca de 31,4%) e nenhuma obteve nota menor do que 3. Ou seja, a maioria das instituições públicas obtiveram nota máxima, de acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC).</p>
<p>Dentre as instituições estaduais, cerca de 29,5% obtiveram nota entre 4 e 5 e a maioria delas (cerca de 68,6%) obteve nota 3. Além disso, cerca de 1,9% obteve nota entre 1 e 2. No panorama das instituições privadas, o quadro não melhora. Apenas 18,1% obteve nota entre 4 e 5; 67% obteve nota 3 e 14,9% obteve nota entre 1 e 2.</p>
<p>Mas como é feita esta avaliação? Os dados do CPC e do IGC integram o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes) e foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esses dois índices classificam os cursos das instituições de Ensino Superior de 1 a 5, onde 5 é a nota máxima.</p>
<p>O CPC avalia os cursos, tanto de universidades públicas quanto privadas, e considera parâmetros tais como o desempenho obtido pelos estudantes no Enade (saiba mais clicando <a href="http://portal.inep.gov.br/enade" class="broken_link">aqui</a>), o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (Idd), o Corpo Docente (percentual de mestres, doutores e regime de trabalho) e a percepção dos estudantes sobre seu processo formativo, que é feita via questionário do estudante no Enade.</p>
<div id="attachment_18027" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/inep-divulga-cpc-e-igc-indicadores-de-qualidade-da-educacao-superior/21206" class="broken_link"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18027" class="wp-image-18027 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/01/composicao-do-cpc.jpg?resize=300%2C176&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="176" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/01/composicao-do-cpc.jpg?resize=300%2C176&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/01/composicao-do-cpc.jpg?w=649&amp;ssl=1 649w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-18027" class="wp-caption-text">Figura retirada do site do Inep em Janeiro de 2019.</p></div>
<p>Segundo o Inep, em 2018, cerca de 8.520 cursos de graduação tiveram o seu CPC divulgado. Com nota 3, encontram-se 4.822 cursos (56,6%) <strong>do total avaliado</strong>; com nota 4, estão 2.702 (31,7%); com nota 5, estão 149 cursos (1,7%); na faixa 2, 813 cursos (9,5%) e 34 (0,4%) ficaram com nota 1. Você pode saber mais sobre o CPC clicando <a href="http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/inep-divulga-cpc-e-igc-indicadores-de-qualidade-da-educacao-superior/21206" class="broken_link">aqui</a>.</p>
<p>O IGC avalia as instituições. Para calcular este índice, considera-se o CPC, o índice de avaliação dos cursos de Pós Graduação <em>strictu sensu</em> atribuído pela Coordenação de Aperfeiçoamento (CAPES) e a distribuição dos estudantes entre cursos de graduação e pós graduação <em>strictu sensu.</em></p>
<p>Em 2018, um total de 2.052 instituições tiveram seu IGC publicados, levando em conta 23.228 cursos e 4.356 programas <em>stricto sensu</em>. Com nota 3, estão 1.306 instituições (63,6%); com nota 4, encontram-se 438 (21,3%); com nota 5, 42 (2%); com nota 2, são 259 instituições (12,6%) e 7 instituições (0,3%) obtiveram nota 1.</p>
<p>É importante ressaltar que há 3 tipos de avaliação dos cursos de graduação e que as mesmas são feitas periodicamente: para avaliação, para reconhecimento e para renovação de reconhecimento. Você pode saber mais detalhes sobre cada uma dessas avaliações clicando <a href="http://portal.inep.gov.br/avaliacao-dos-cursos-de-graduacao" class="broken_link">aqui.</a></p>
<p>O resultado desta Avaliação do Ensino Superior, publicado no final de 2019, reforça a excelência crescente das instituições de Ensino Superior Brasileiras que vem sendo freada nos últimos anos diante dos contantes e sucessivos cortes de verba direcionados ao Ensino Superior e à Pesquisa, por parte do Governo Federal. Além disso, é constante também a falta de reconhecimento por parte do governo, que desmerece publicamente o trabalho da comunidade acadêmica (docentes, discentes e técnicos administrativos), aumentando o descontentamento diante do sucateamento do Ensino Superior Público.</p>
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		<title>Sobre a Matemática e sua aprendizagem para mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaqueline Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 14:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre houve uma falácia impregnada em nossa sociedade que afirma que o aprendizado das mulheres em disciplinas das áreas de Ciências Exatas e Tecnológicas e, em destaque, está a Matemática, não pode ser comparado com o aprendizado dos homens. Digo falácia, porque poucas pesquisas sólidas foram desenvolvidas, focadas nesta área. No sentido de contrapor esta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre houve uma falácia impregnada em nossa sociedade que afirma que o aprendizado das mulheres em disciplinas das áreas de Ciências Exatas e Tecnológicas e, em destaque, está a Matemática, não pode ser comparado com o aprendizado dos homens. Digo falácia, porque poucas pesquisas sólidas foram desenvolvidas, focadas nesta área.</p>
<p>No sentido de contrapor esta falácia, diversos estudos sobre diferenças de gênero em habilidades Matemáticas tem sido desenvolvidos nesta área nos últimos tempos, conforme pode ser observado <a href="https://www.revistaeducacao.com.br/mulheres-homens-matematica/">neste artigo</a> do Fernando Lousada para a Revista e Educação, em 2018.</p>
<p>Diversos fatores biológicos foram investigados e verificou-se que o grande diferencial não está na questão do gênero, e sim na carga horária destinada ao treinamento do pensar Matemático durante os primeiros anos de vida. Neste sentido, de acordo com a Unesco, as adolescentes não buscam as Ciências Exatas na mesma proporção que os adolescentes e isto está comprovado num comportamento social de não adotar como hábito a inserção das mesmas em tais atividades desde as idades iniciais, apesar de o interesse das crianças pela área ser o mesmo, independente do sexo.</p>
<p>A sociedade adota um comportamento sexista e com estereótipos de gênero quando as crianças ainda estão em idade escolar, desmotivando as estudantes a insistirem com o treinamento do pensar Matemático. As poucas mulheres que, em vida adulta, compõem as estatísticas e escolhem as áreas de Ciências Exatas e Tecnológicas como profissão ainda enfrentam outro diferencial social que é um grande fator desmotivante: o preconceito. Ouvem em seu dia a dia comentários machistas e desmotivadores de colegas de trabalho e isso, muitas vezes reflete na forma como ela influencia e incentiva as mulheres de gerações futuras a até mesmo não optar pela área.</p>
<p>Conforme pode ser visto neste <a href="https://revistaensinosuperior.com.br/mulheres-nas-exatas/">artigo</a> de Diego Braga, da Revista Ensino Superior em 2018, este comportamento reflete ferozmente nas escolhas das mulheres em idade adulta. De fato, pois de acordo com a SBPC, apenas 15% dos estudantes matriculados em cursos de Ciências da Computação e Engenharias são mulheres. Quando se fala em produção científica a nível global, apenas 30% dos artigos produzidos na área são assinados por mulheres. Ao fazer um refinamento específico na área de Matemática, as estatísticas são ainda mais desanimadoras.</p>
<p>Um artigo publicado recentemente na revista <a href="https://www.pnas.org/content/116/31/15435" class="broken_link">PNAS</a> mostra que esta realidade tem uma justificativa simples e dá esperanças de que definitivamente pode ser alterada. Ao analisar cerca de 300 mil estudantes de 15 anos em 64 países diferentes quanto ao desempenho na leitura e na Matemática, os pesquisadores mostraram que o desempenho é muito próximo na Matemática, independente do sexo. E na leitura, o desempenho chega a ser 80% melhor para as estudantes. Então a pesquisa conclui que este pode ser considerado um forte fator para que as mesmas escolham as áreas de Ciências Humanas para se profissionalizar.</p>
<p>Enquanto Matemática formada há 16 anos, docente em um Instituto de Engenharias há quase 10 anos, fico feliz em observar uma modesta evolução do número de mulheres nas salas de aula. E corroboro as conclusões das pesquisas quando informam que o desempenho dos estudantes pode ser o mesmo, independente do sexo. O que muda é a forma como o pensar Matemático está inserido na vida do estudante quando o mesmo ainda está em idade infantil e em como isso continua fazendo parte da vida do mesmo quando chega em idade adolescente e adulta. Ou seja, o maior fator desmotivante ainda é a sociedade.</p>
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		<title>Tudo o que você precisa saber sobre o Baby Yoda, um verdadeiro mestre?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaqueline Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2019 14:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente a Disney presenteou a internet com fotos do personagem The Child (A Criança) da série &#8216;The Mandalorian&#8216; da franquia Star Wars. A série estreou no dia 12 de Novembro na plataforma de streaming Disney +, nos Estados Unidos. A série chegará no Brasil apenas no primeiro semestre de 2020. Como as fotos mostram um personagem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente a Disney presenteou a internet com fotos do personagem <em>The Child </em>(A Criança) da série &#8216;<strong><em>The Mandalorian</em>&#8216; </strong>da franquia <em>Star Wars</em><strong>. </strong>A série estreou no dia 12 de Novembro na plataforma de streaming <em>Disney +</em>, nos Estados Unidos. A série chegará no Brasil apenas no primeiro semestre de 2020.</p>
<p>Como as fotos mostram um personagem absurdamente fofo, ele foi carinhosamente apelidado pelos usuários da internet de <em>Baby Yoda</em> e foi super aprovado pelo diretor da série Dave Filoni. Já Dave Favreau, roteirista e produtor da história, o caracteriza apenas como &#8220;um personagem importante&#8221;. Há várias teorias a respeito do personagem, sugerindo que o mesmo pode ser um Jedi, um Clone, um filho do Mestre <em>Yoda</em> com <em>Yaddle</em> e etc. Nada ainda confirmado, mas sabe-se que o sucesso do personagem foi gigantesco e vários memes divertidos foram criados pelos internautas. Além de memes, produtos como camisetas, canecas, pelúcias, capinhas para celular, etc. Você pode ver alguns dos itens no site da <a href="https://www.shopdisney.com/search?q=The%20child&amp;sz=24&amp;start=0">Disney</a>.</p>
<p>Alguns fãs ficaram frustrados porque as pelúcias, por enquanto, serão vendidas pela <a href="https://comicbook.com/starwars/2019/11/26/hasbro-no-baby-yoda-toys-the-mandalorian-until-2020/">Hasbro</a> e não se sabe se serão vendidas no Brasil. A Hasbro confirmou em entrevista junto à <em>Vanity Fair</em> que vai produzí-los mas que dificilmente isso acontecerá antes de 2020. Então, infelizmente não haverá <em>Baby Yoda</em> de pelúcia a venda para o Natal deste ano. Particularmente acredito que essa é uma super jogada de marketing, de forma a deixar os fãs enlouquecidos de amor por este personagem que já conquistou muitos corações pela internet e que ainda há grandes chances dos produtos começarem a ser vendidos ainda neste Natal.</p>
<p>Por outro lado, há um detalhe que muitos fãs não sabem é que o personagem do Baby <em>Yoda</em> tem 50 anos e não é uma versão mais jovem do Mestre <em>Yoda</em>. O <em>Baby Yoda</em> é apenas outro ser da espécie <em>Yoda</em>. A história acontece logo após os eventos de &#8220;O retorno do Jedi&#8221;, de 1983. <em>The Mandalorian</em> é um guerreiro da raça dos caçadores de recompensa <em>Jango</em> e <em>Bobba Fett</em> e tenta escapar da Nova República.</p>
<p>A Psicologia explica o motivo de termos nos apaixonado pelo personagem. De acordo com o Psicólogo Daniel J. Krueger em entrevista à <em>Rolling Stone</em>, a justificativa é que o personagem de olhos grandes e roupinha de bebê, que aparenta ser um Jedi mirim tem características que podem ativar o relógio biológico das pessoas. Por ser parecido com o Mestre <em>Yoda</em> (um dos personagens mais amados de <em>Star Wars</em>) e despertar instintos animais, o personagem que apresenta características neonatais tem forte poder de captar empatia.</p>
<p>Particularmente acho que os produtores da série <em>The Madalorian</em> fizeram um bom trabalho neste sentido. E você, o que acha?</p>
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		<title>Sobre fotos, vinhos e amizades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaqueline Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 20:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto usuária e amante das redes sociais, atualmente vivo me surpreendendo em como as informações são divulgadas rapidamente e em como ela nos afetam, e a quem nos cerca, em nosso dia a dia. Volta e meia recebo mensagens interessantes e, cada vez mais, tenho percebido a importância em interagir com meus seguidores, tanto para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto usuária e amante das redes sociais, atualmente vivo me surpreendendo em como as informações são divulgadas rapidamente e em como ela nos afetam, e a quem nos cerca, em nosso dia a dia. Volta e meia recebo mensagens interessantes e, cada vez mais, tenho percebido a importância em interagir com meus seguidores, tanto para mim, quanto para eles. Neste sentido, esta semana tive uma surpresa bastante agradável ao interagir com meus seguidores no meu <a href="https://www.instagram.com/jaquemsilva" class="broken_link">perfil pessoal do instagram</a>.</p>
<p>Um dos meus seguidores viu uma foto do meu barzinho da sala de estar de minha residência. A foto foi postada nos meus <em>stories</em> e ele observou que aprecio vinhos. Essa era, até uma informação até então bem pessoal, visto que apenas os amigos mais próximos sabiam que eu gosto de beber vinhos. Fiquei surpresa sobre como uma foto pode mostrar mais sobre você do que você imagina. E, ao ver esta foto, ele resolveu me perguntar no privado sobre que tipo de sugestões eu lhe daria para apreciar um bom vinho suave. Perguntei a ele qual seria o acompanhamento comestível para apreciar com o vinho e ele me respondeu que seria uma massa.</p>
<p>Sem saber, ele me deu uma ideia sobre algo que eu sempre quis fazer mas, confesso, ficava tímida: gravar vídeos sobre coisas que gosto, mostrando um pouco mais de mim para meus seguidores. Então aproveitei que vinhos fazem parte do conjunto de coisas que gosto e que me inspiram para tomar coragem para fazer a gravação do vídeo. Aproveitei também para gravar um vídeo dando dicas de aplicativos que uso (<em>spoiller alert:</em> o meu preferido é o <a href="https://www.vivino.com/app" class="broken_link">Vivino</a>) para aprender mais sobre vinhos, com dicas e que propõe a organização de uma galeria de fotos dos vinhos que você já apreciou, os que ainda quer apreciar, ao mesmo tempo em que interage com outros apreciadores de vinhos que estão ao redor do mundo.</p>
<p>Fiz um vídeo sugerindo duas opções de massa: uma com molho branco incrementado com queijos e outra com molho vermelho à base de tomates, incrementado com carne. Para cada um dos dois tipos de molho, falei sobre os tipos de uva que seriam mais interessantes saborear. Por exemplo, queijo combina bem com a uva Chardonnay e tomate combina bem com a uva Pinot Noir e se for acompanhado com carne, por que não tentar a uva Cabernet Sauvignon e a Merlot?</p>
<p>Dentro deste contexto, como meus seguidores são em sua maioria estudantes, professores e meus amigos, optei por sugerir algumas propostas de vinhos acessíveis, que apresentassem preços relativamente populares, tais como o brasileiro <a href="http://www.vinicolaaurora.com.br/br/sobre" class="broken_link">Aurora</a> que já ganhou <a href="http://www.vinicolaaurora.com.br/br/blog/post/vinho-aurora-reserva-chardonnay-e-medalha-gran-ouro-no-concurso-bacchus-internacional-na-espanha" class="broken_link">destaque a nível mundial</a> e o chileno <a href="https://conchaytoro.com"><em>Concha y Toro</em></a>. Eu costumo apreciar bastante e, como morei na Inglaterra durante dois anos, aproveitei que os preços de importados por lá eram bastante acessíveis e me aventurei neste universo incrível que é o da degustação de vinhos.</p>
<p>Sei que ajudei muitos dos meus seguidores com algumas dúvidas sobre vinhos porque recebi várias mensagens motivadoras e, uma delas, inclusive, me pediu pra falar mais sobre este assunto e outra pediu que criasse um destaque e salvasse os vídeos sobre dicas de consumo de vinhos. E quero pontuar que foi uma experiência incrível poder interagir com tanta gente. De longe, foi a sequência de stories em que obtive maior taxa de engajamento.</p>
<p>Ahh&#8230;caso você esteja começando a aprender apreciar vinhos e tenha interesse em aprender um pouco mais sobre vinhos, este texto contém alguns links interessantes que valem a pena ser visitados. Boa leitura e até a próxima!</p>
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		<title>Quem é você nas redes sociais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaqueline Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2019 18:19:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem é você nas redes sociais? Fui convidada recentemente para ser uma das colunistas da revista Tecnoveste e fiquei em um misto de alegria e satisfação. O convite veio porque a revista reconhece o conteúdo que publico em meus perfis no Instagram profissional e pessoal, meu site e em meu canal no Youtube. Aceitei o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é você nas redes sociais?</p>
<p>Fui convidada recentemente para ser uma das colunistas da revista Tecnoveste e fiquei em um misto de alegria e satisfação. O convite veio porque a revista reconhece o conteúdo que publico em meus perfis no Instagram <a href="https://www.instagram.com/profajaquesilva" class="broken_link">profissional</a> e <a href="https://www.instagram.com/jaquemsilva" class="broken_link">pessoal</a>, <a href="https://profjmsilva.com/">meu site</a> e em <a href="https://www.youtube.com/channel/UC-BfzkFQBMRGWErXRlKDTkQ?view_as=subscriber">meu canal no Youtube</a>.</p>
<p>Aceitei o desafio eufórica com a promessa de compromisso que fiz para a Tecnoveste, mas acima de tudo a mim mesma de, enquanto cientista, produzir conteúdo de qualidade para as gerações que compõem a nossa sociedade. Mas ok, passada a euforia inicial, o primeiro desafio me veio forte como uma rajada de ar quente característica das manhãs dessa primavera travestida de verão: o que escrever em meu perfil?</p>
<p>Quantas vezes você já se deparou com a dúvida existencial de tentar se descrever nas redes sociais? Já observou que em todos os cantos essa pergunta reverbera? Ela vem no Facebook (tanto em perfis pessoais quanto nas páginas), vem no Youtube, vem no Instagram, no Twitter, em rodas de conversas características de mesas de bar e nas baladas, entrevistas de emprego&#8230;enfim, ela nos nocauteia o tempo todo. E você precisa se vê encurralado em ter que se definir em meia dúzia de caracteres ou, em muitos casos, até menos do que isso. É preciso ser objetivo e ao mesmo tempo interessante, (cá entre nós, uma cobrança deveras feroz) uma vez que as pessoas gostam de gastar o seu tempo lendo coisas com as quais se identificam.</p>
<p>Tirando a discussão sobre as concepções Psicológicas e Filosóficas a cerca da definição de indivíduo de lado, em minha opinião, se definir é uma tarefa extremamente complexa. Acredito que o primeiro passo desta reflexão tem que ser uma forte submersão sobre aquilo que você gosta de fazer, sobre aquilo que te deixa confortável, sobre aquilo que te cerca. Sabe o diga-me com quem andas que te direi quem és? Então&#8230;uma hora ainda disserto sobre isso por aqui. Se você precisar dar uma definição mais profissional então&#8230;nossa! Tudo fica ainda mais complexo e é preciso fazer um estudo sobre nichos extremamente detalhado.</p>
<p>Enfim, em meio a um tumulto interno que eu mesma causei na minha mente turbulenta, cheguei à seguinte conclusão: olá querido leitor da Tecnoveste! Meu nome é Jaqueline Silva. Sou professora universitária, pesquisadora, filha obediente, mãe de uma &#8220;doguinha&#8221; charmosa, viajante e contadora de piadas duvidosas nas horas vagas. E vai ser um prazer enorme interagir por aqui com vocês durante as quinta-feiras.</p>
<p>E você? Como se define nas redes sociais? Me fala um pouquinho sobre você nos comentários e sobre o que você gostaria que eu escrevesse por aqui.</p>
<p>Prometo que vou ler tudo e responder com muito carinho.</p>
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