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	<title>Leticia Gomes de Pontes, Autor em Tecnoveste</title>
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		<title>Cientista, carismático e estudioso &#8211; O Pesquisador Meykson A. Silva, acredita que  – “A ciência é a base da harmonia social&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 13:54:02 +0000</pubDate>
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<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/quem_faz_ciencia_no_brasil-2/">Cientista, carismático e estudioso &#8211; O Pesquisador Meykson A. Silva, acredita que  – “A ciência é a base da harmonia social&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-23806 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?resize=300%2C225&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho do Pesquisador Meykson A. Silva.</p>
<p>Ele fez graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco no Centro Acadêmico de Vitória. Atualmente é doutorando em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco onde analisa o perfil proteico da peçonha de escorpiões do nordeste do Brasil, e os efeitos biológicos e farmacológicos das toxinas destes. Tem como áreas de interesse: Comportamento Animal, Toxinologia, Proteômica, Genotoxicidade e Mutagênese.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: Se apresente e me fale sobre seu trabalho atual?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> <strong>“</strong>Me chamo Meykson Alexandre da Silva, sou licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE/CAV, fiz mestrado em Ciência Animal Tropical com ênfase em Morfofisiologia e Reprodução nos Trópicos pela Universidade Federal Rural de Pernambuco &#8211; UFRPE e atualmente sou doutorando em Ciências Biológicas com ênfase em Produção, Purificação, Caracterização e Aplicação de Biomoléculas Bioativas e Nanotecnologia pela Universidade Federal de Pernambuco. Desde o início da graduação me apaixonei pela iniciação científica e queria a todo custo fazer parte de um laboratório de pesquisa, foi aí que consegui oportunidade em dois laboratórios com linhas de pesquisas completamente diferentes, onde  iniciei minha trajetória no meio científico e contribuindo para a ciência brasileira com informações bem legais sobre a biologia dos escorpiões, envenenamento, composição da peçonha, assim como informações valiosas sobre genotoxicidade e mutagênese de produtos naturais, venenos e químicos sintéticos na saúde humana e meio ambiente. Atualmente estou empenhado a sair de minha zona de conforto e buscar por &#8220;mares mais profundos&#8221; e estou caindo de cabeça na proteômica e transcriptômica em escorpiões, um desafio extremamente importante o qual acrescentará muito em minha vida científica.”</p>
<h3>Segunda pergunta: O que te fez escolher ser cientista e, especificamente, a sua área de estudo?</h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> “Eu sempre fui muito curioso desde criança e procurava entender as coisas e como elas funcionavam, tentava consertar meus brinquedos, arrumar a televisão, resgatar as plantas &#8220;em processo de quase morte&#8221;, observar a natureza e me questionar do porquê o céu era azul e o arco-íris colorido, porque meus olhos eram negros e o das minhas irmãs mais claros, e tantas outras perguntas intrigantes, um curioso nato. Foi aí que me encontrei na obrigação de entender a natureza de uma forma mais minuciosa e o meio acadêmico me proporcionou tudo isso. Minhas áreas de estudos foram ocasionais e surgiram em um momento oportuno e foi extremamente gratificante, gostei tanto do que me foi apresentado que juntei as duas áreas (escorpiões + geno/mutagenicidade) em meu projeto de mestrado, onde vi que a peçonha do escorpião da espécie <em>Tityus stigmurus</em> é capaz de causar danos no DNA das células germinativas de camundongos envenenados.”</p>
<h3>Terceira pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> “Tive pouco contato com informações sobre os escorpiões em boa parte da minha vida, infelizmente a desinformação ainda é extremamente forte para estes organismos. Porém, quando comecei estudar estes animais, vi claramente que eles possuem enormes importâncias biotecnológicas e ecológicas. Tive a oportunidade de sofrer uma desmistificação gritante sobre eles, haja visto que o conhecimento prévio sobre estes animais é em sua maioria erróneo em boa parte dos leigos. Foi aí que tive a honra de conhecer e entender que estes animais são essenciais para a natureza e que podem nos trazer benefícios incríveis, apesar de serem passíveis de ocasionar malefícios ao se defenderem.”</p>
<h3>Quarta pergunta: Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> “A capacidade de nos trazer respostas e informações sobre eventos naturais importantes ou que passam despercebidos aos nossos olhos é o papel mais lindo e gratificante dos cientistas. Saber e entender que o nosso DNA tem a mesma estrutura que o DNA de uma planta e que basicamente as ordens dos nucleotídeos e sua quantidade é o que nos tornam diferentes, é gratificante. É este o principal papel dos cientistas na sociedade, trazer respostas para perguntas que aparentemente são difíceis de responder, é nos dar uma qualidade de vida melhor ao descobrirem que o extrato de uma planta é capaz de dizimar uma colônia de bactérias danosas, é nos confortar ao relatarem e exporem novas descobertas que nos trazem alívio à situações complicadas. A ciência é a base da harmonia social e quem a faz são os dançarinos que se mechem de diversas formas para manter o equilíbrio e trazerem respostas para os enigmas da vida, do conforto e da boa convivência.”</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho do Pesquisador Meykson: <a href="//buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8138782D3">Lattes</a></p>
<p>Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: entrevistas@tecnoveste.com.br</p>
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		<title>Mulher, cientista e disseminadora do seu conhecimento &#8211; A Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira acredita que divulgação científica é essencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 11:49:12 +0000</pubDate>
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<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/quem_faz_ciencia_no_brasil/">Mulher, cientista e disseminadora do seu conhecimento &#8211; A Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira acredita que divulgação científica é essencial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-23618 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=300%2C225&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira.</p>
<p>Laudicéia Alves de Oliveira é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais, com ênfase em Bioquímica de macromoléculas, pela da Faculdade de Medicina de Botucatu &#8211; FMB &#8211; UNESP. Desenvolve projeto de pesquisa em prospecção de biomoléculas de toxinas de serpentes no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos &#8211; CEVAP &#8211; UNESP. Possui experiência em química de proteínas, análises cromatográficas, análise protêomica e espectrometria de massas. Atualmente atua como pesquisadora principal a frente de um PIPE-FAPESP, na área de desenvolvimento de kits diagnósticos rápidos na área de acidentes por animais peçonhentos.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3>Primeira Pergunta &#8211; Quem é você?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Sou biomédica e aluna do Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais. Possuo interesse em toxinologia e desenvolvo projeto de doutorado em prospecção de efeitos biológicos de peptídeo do veneno de cascavel pela Faculdade de Medicina de Botucatu em parceria com o Instituto Butantan, Fiocruz e Universidad Nacional del Nordeste – Argentina”.</p>
<h3>Segunda Pergunta &#8211; O que te fez escolher ser cientista e, especificamente, a sua área de estudo?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Sempre fui uma criança questionadora. Ao descobrir que a ciência é de onde vem todas as respostas para as perguntas da humanidade me tornei fascinada pela pesquisa e principalmente por pesquisadores que fizeram a diferença na vida das pessoas através de descobertas em doenças negligenciadas, como por exemplo Oswaldo Cruz, Vital Brazil, que me influenciaram a dedicar minha vida acadêmica a prospectar melhorias para as doenças que afetam os menos favorecidos”.</p>
<h3>Terceira Pergunta &#8211; Como você vê a ciência no Brasil?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “O Brasil possui excelentes cientistas, porém infelizmente não há investimentos suficientes para que as pesquisas sejam feitas e mais pessoas se tornem cientistas, isso é o único problema, pois cada dia mais as pessoas têm se interessado por ciência”.</p>
<h3>Quarta Pergunta &#8211; Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Acredito que o papel do cientista vai além de fazer pesquisa. O cientista também tem a missão de formar pessoas, popularizar a ciência e disseminar conhecimento, principalmente em tempos de fake news.</p>
<p><strong>Quinta Pergunta &#8211; Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?  </strong></p>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “É importante estudar muito sobre os temas de interesse para entender o caminho a ser trilhado, visto que Doenças Tropicais abrange uma gama gigantesca de linhas de pesquisa. Estágios são importantes, assim como participar de reuniões científicas e congressos”.</p>
<h3>Sexta Pergunta &#8211; Existem muitas pesquisadoras que já sofreram preconceito na academia por serem mulheres. Isso já aconteceu com você?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia –</strong> “Esse tipo de situação nunca aconteceu comigo diretamente, mas sabemos que apesar de haver um grande número de pesquisadoras o número de mulheres liderando altos cargos na academia ou sendo premiadas ainda são inferiores ao de pesquisadores. Ainda há um longo caminho para galgarmos, mas acredito que o futuro será igualitário, já que somos cientistas excelentes”.</p>
<h3>Sétima Pergunta &#8211; Você considera a divulgação científica um ponto chave da pesquisa ?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “A divulgação científica é essencial. Transformar o conhecimento em algo dinâmico e acessível é a forma mais genuína de devolver a população todo o investimento que foi feito em nossa formação, além de ser uma maneira de deixar a ciência menos elitizada”.</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p data-speechify-sentence="">Quer conhecer mais sobre o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira: <a href="http://lattes.cnpq.br/6840943870049958">http://lattes.cnpq.br/6840943870049958</a></p>
<p data-speechify-sentence="">Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/quem_faz_ciencia_no_brasil/">Mulher, cientista e disseminadora do seu conhecimento &#8211; A Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira acredita que divulgação científica é essencial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Como o contato com a natureza fez Juliana Evelyn Ribeiro da Silva se apaixonar pela biologia marinha, meio ambiente e conservação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 11:30:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da estudante Juliana Evelyn Ribeiro da Silva no Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;. Juliana Evelyn Ribeiro da Silva é estudante de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista &#8220;Júlio de Mesquita Filho&#8221;, no Campus de Bauru. É Coordenadora de Sociocultural do Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221; e integrante [&#8230;]</p>
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<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da estudante Juliana Evelyn Ribeiro da Silva no <a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link">Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;.</a></p>
<p>Juliana Evelyn Ribeiro da Silva é estudante de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista &#8220;Júlio de Mesquita Filho&#8221;, no Campus de Bauru. É Coordenadora de Sociocultural do Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221; e integrante da Comissão de Recepção de Calouros em 2020. Se interessa pelas áreas de Zoologia, especificamente, Biologia Marinha relacionada ao tema de meio ambiente e conservação. Seu papel na coordenadoria de sociocultural é trazer mais entretenimento para os estudantes da área e mantê-los informados sobre assuntos que estão ligados à matéria e à formação acadêmica. Pretende se formar como licencianda e atuar tanto no campo, quanto na divulgação de informações, para que nosso futuro esteja ligado conscientemente à natureza.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: </strong><strong>Quem é você ?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Sou uma mulher de 23 anos que ama fazer o que faz, estar em contato com a natureza, amigos e viajar. Venho de uma cidade do interior de São Paulo, chamada São José dos Campos, e lá aprendi muita coisa para realizar tudo o que estou conquistando hoje em dia. Além da área de biológicas, também gosto bastante da área de humanas e por isso quis fazer parte de algo que fosse me levar além das matérias da grade curricular, pois sempre procuro estar por dentro dos assuntos que me motivam a ser quem eu quero no futuro, entre outros.”</p>
<h3><strong>Segunda pergunta: O que te fez escolher ser cientista ? </strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Em conjunto com a área de humanas, eu sempre tive muita conectividade com biológicas, uma vez em uma excursão escolar para o <a href="http://www.cataventocultural.org.br/">Museu Catavento</a>, em São Paulo, eu me vi encantada por tudo que tinha lá exposto. Tomando mais gosto pelo lado da ciência, optei por escolher algo dentro dela e depois de um tempo, pesquisando, eu vi que realmente o que eu queria era estar em contato com a natureza e poder estudar mais a fundo todo o seu funcionamento. A escolha por me especificar em biologia marinha veio da paixão pela praia, mas também pela triste notícia de que esse ecossistema está sendo muito prejudicado com o avanço da humanidade, sendo assim, quero ser alguém que trabalhe para que isso mude.”</p>
<h3><strong>Terceira pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Desde pequena sempre tive muito contato com a natureza, além do incentivo de professores, durante minha formação escolar, que foi muito importante para a minha escolha. Meu apreço pela área de biologia marinha, meio ambiente e conservação, veio de documentários que assistia e amigos que, antes de mim, já estavam na área.</p>
<h3><strong>Quarta pergunta:  Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Entendo bem que escolher uma profissão para o resto da vida não seja fácil e os caminhos que te levam até a certeza são aparentemente complicados, mas acho que desde cedo é se inteirar do assunto e buscar saber mais sobre. Se ela abrange várias áreas do conhecimento, se a universidade que você pretende cursar te oferece uma estrutura pra isso, e depois seguir em busca de um resultado promissor. Além disso, sempre procurar projetos e palestras que vão te aperfeiçoar mais ainda.”</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho da Juliana Evelyn Ribeiro da Silva não deixe de conhecer o<a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link"> Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;</a></p>
<p>Se você faz ciência/pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
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		<title>Empreendedor, administrador e advogado &#8211; Douglas Leonardo, adora assuntos da atualidade e cotidiano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 11:30:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/IMG-20201228-WA0041-1-1-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-22863 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/IMG-20201228-WA0041-1-1-1.jpg?resize=300%2C198&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="198" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/IMG-20201228-WA0041-1-1-1.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/IMG-20201228-WA0041-1-1-1.jpg?resize=768%2C508&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/IMG-20201228-WA0041-1-1-1.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/IMG-20201228-WA0041-1-1-1.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/IMG-20201228-WA0041-1-1-1.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/IMG-20201228-WA0041-1-1-1.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Hoje nos vamos conhecer mais sobre o Douglas Leonardo, 24 anos, nasceu e foi criado em Belo Horizonte/MG. Graduado em Direito, especialista em Direito Público. Atualmente graduando em Ciências Contábeis. Trabalha na iniciativa privada, em uma locadora de veículos de grande porte da América do Sul.</p>
<p>Douglas começou a sua jornada na Tecnoveste há aproximadamente 2 anos como produtor de conteúdos online e também atuo nos podcasts semanais.</p>
<p>Os conteúdos produzidos por Douglas possuem como tema central a área de tecnológica mas ele também escreve sobre a área jurídica e gerencial, onde os conteúdos possuem relevância social e causam grande impactos para os leitores.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo :</p>
<h3>Primeira pergunta: Quando foi e como foi o momento pelo qual você identificou a carreira que gostaria de seguir ?</h3>
<p><strong>Resposta de Douglas &#8211;</strong> &#8220;Descobri que tenho forte afinidade com a área de humanas. Desde o ensino fundamental e médio sempre gostei de história e assuntos que envolviam textos, gramáticas, etc. Foi durante minha formação técnica em Administração que descobri que cursaria Direito. A princípio nunca foi minha intenção advogar, pois ao longo da faculdade descobri meu forte interesse em trabalhar no meio corporativo, assim como empreender. Atualmente trabalho na iniciativa privada e o curso tem se mostrado como um facilitador de oportunidades e percepções cotidianas&#8221;.</p>
<h3>Segunda pergunta: As atividades desempenhadas no seu trabalho e as habilidades aprendidas durante a graduação coincidem com os artigos e os poadcasts desenvolvidos por você?</h3>
<p><strong>Resposta de Douglas &#8211;</strong> &#8220;Grande parte dos conteúdos que escrevo e dos debates realizados por mim têm ligação com o que aprendi na faculdade. O ensino superior não se limita apenas aos trabalhos, provas e atividades extracurriculares, mas sim no repertório e no engajamento com algumas pautas e assuntos cotidianos&#8221;.</p>
<h3>Terceira pergunta: Atualmente quais são as atividades desempenhadas por você no Tecnoveste?</h3>
<p><strong>Resposta de Douglas &#8211;</strong> Escrevo sobre empreendedorismo, atualidades, assuntos considerados relevantes na sociedade e participo de debates semanais às sextas feiras, sobre diversos assuntos em evidência.</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho da Equipe da <a href="http://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>, não perca as próximas entrevistas.</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/quem-faz-conteudo-na-tecnoveste/">Empreendedor, administrador e advogado &#8211; Douglas Leonardo, adora assuntos da atualidade e cotidiano</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Médico veterinário, cientista e incentivador da divulgação científica &#8211; Atualmente o Dielson da Silva Vieira colabora com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 11:30:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho do Pesquisador e Dr. Dielson da Silva Vieira. Veja como foi nosso bate-papo: Primeira pergunta: Quem é você? Resposta de Dielson – “Meu nome é Dielson Vieira, sou , Cientista, e apaixonado por uma ciência aplicada e colaborativa. Me interesso pelas áreas de tecnologias ômicas, doenças infecciosas e produção [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil-2/">Médico veterinário, cientista e incentivador da divulgação científica &#8211; Atualmente o Dielson da Silva Vieira colabora com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-23303 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781.jpg?resize=225%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="225" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=769%2C1024&amp;ssl=1 769w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=768%2C1022&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=1154%2C1536&amp;ssl=1 1154w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?w=1160&amp;ssl=1 1160w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho do Pesquisador e Dr. Dielson da Silva Vieira.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3>Primeira pergunta: Quem é você?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “Meu nome é Dielson Vieira, sou , Cientista, e apaixonado por uma ciência aplicada e colaborativa. Me interesso pelas áreas de tecnologias ômicas, doenças infecciosas e produção animal. Atualmente colaboro com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos, na busca de contribuir com uma ciência de qualidade e informações que ajudem a melhorar nossas vidas e a dos animais”.</p>
<h3>Segunda pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “Desde que descobri a ciência e suas aplicações, um novo mundo se abriu pra mim. Antes de começar meu curso de graduação nunca havia imaginado a inúmeras facetas do saber. Antes do fim do meu mestrado descobri sobre a proteômica, e sobre o tipo de respostas aos estudos genômicos já existentes eu poderia ter caso seguisse esse rumo. Não contente com a proteômica, decidi seguir estudos com metabolômica, e assim, outras tecnologias foram sendo adicionadas a minha lista de complexidades a serem aprendidas. Com a ajuda de especialistas na área e cursos ofertados por Universidades de renome fui cada vez mais me especializando, e me sentindo mais confiante no delineamento, gerenciamento e execução de estudos na área.</p>
<h3>Terceira pergunta: Como você vê a ciência fora do Brasil?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “A ciência fora do Brasil é de grande qualidade, porém muito desafiadora também. Tive a oportunidade de realizar um Estágio de Doutorado na <a href="https://www.unl.edu/">University of Nebraska-Lincoln</a> (UNL), na <a href="https://biotech.unl.edu/proteomics-and-metabolomics">Core Facilities de Proteômica e Metabolômica do Departamento de Bioquímica</a>. Assim como pude aprender sobre extração e validação de exossomos do leite no laboratório do <a href="https://cehs.unl.edu/nhs/faculty/janos-zempleni/" class="broken_link">Dr. Janos Zempleni</a> do Departamento de Nutrição também da UNL. Estando exposto a esses ambientes percebi um grande mar de possibilidades e oportunidade. Assim como percebi uma maior valorização pela ciência e uma grande integração entre Universidade e empresas. Todos esses fatores junto com uma grande quantidade de investimentos fazem com que os cientistas tenham mais liberdade financeira para realizar suas pesquisas e produzir conhecimento/informação”.</p>
<h3>Quarta pergunta: Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “O Cientista faz parte de uma importante base para a nossa sociedade, a base da construção da informação por meio da apresentação coerente dos fatos. Se pararmos para pensar, a existência de aplicativos como o Instagram, ou aplicativos que ajudam pessoas cardíacas a avaliarem sua pressão arterial, partiram de processos científicos. Assim como, foram necessárias pessoas que estavam dispostas a alcançar um objetivo, seja ele entretenimento, ou informação e saúde. Sendo assim, o Cientista tem um papel na construção de uma sociedade mais apta a entender as questões que lhe rodeiam, como a que estamos vivendo com o COVID-19, porém não somente disso, um papel de informar, de agregar, de educar e ajudar nosso mundo a ser melhor.</p>
<h3>Quinta pergunta: Você considera a divulgação científica um ponto chave da pesquisa?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “Sim. Com as pessoas utilizando cada vez mais aplicativos e redes sociais, notícias falsas e informações erradas são propagadas. Os cientistas que atuam divulgando e informando ajudam a contornar essas situações. A divulgação científica e pessoas empenhadas nesse trabalho merecem e precisam de todo reconhecimento possível. É uma parte importante em ser cientista e deve ser valorizada.</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho do Pesquisador e Dr. Dielson da Silva Vieira: <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/697800/dielson-da-silva-vieira/">Biblioteca FAPESP</a> e <a href="http://lattes.cnpq.br/8485007440599548">Lattes</a></p>
<p>Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: entrevistas@tecnoveste.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil-2/">Médico veterinário, cientista e incentivador da divulgação científica &#8211; Atualmente o Dielson da Silva Vieira colabora com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Publicitário, sonhador e dedicado &#8211; Pedro Rosemberg, sabe onde quer chegar!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 15:00:47 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pedro.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-22868 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pedro.jpg?resize=300%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pedro.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pedro.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pedro.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho, sonhos e trajetória de quem faz conteúdo aqui na Tecnovest.</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: Quem é você?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “Me chamo Pedro Rosemberg, tenho 21 anos, estou no bacharelado em Letras (Tecnologias da Edição) pelo CEFET-MG, e no tecnólogo em Marketing pela UNIASSELVI. Sou membro do Grupo de Estudos em Compliance de Gênero mantido pelo <a href="https://www.souelas.com.br/">Sou Elas</a> e, Safety no Quimera FA, uma equipe de futebol americano aqui de Belo Horizonte. Sou empreendedor individual e sócio-fundador da Neonmaker, uma agência audiovisual, publicidade e marketing. Obviamente, também crio e produzo conteúdo aqui na Tecnoveste e, em 2020 fui convidado a atuar como COO (Chief Operating Officer), auxiliando nas implementações de projetos internos e externos, tornando-os operacionais”.</p>
<h3><strong>Segunda pergunta: Como chegou onde está?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “Cheguei graças à minha mãe, que sempre me apoiou em minhas decisões. Sempre busquei meus sonhos. Acredito que no mundo atual, não basta apenas trabalhar pelo dinheiro, claro que ter contas pagas é bom, mas quando se trabalha com coisas que você deseja, gosta e se dedica, trabalhamos mais felizes e engajados”.</p>
<h3><strong>Terceira pergunta: Aonde quer chegar?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “Isso é bastante complicado, já que os desejos das pessoas podem mudar com o tempo, à medida que aprendemos e evoluímos. Entretanto, com toda certeza, pretendo finalizar minhas graduações, pós-graduação, um mestrado e um doutorado. Quero chegar onde me deixar mais feliz”.</p>
<h3><strong>Quarta pergunta: Qual sua razão de existir?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “Essa pergunta é excelente! Não me considero um gênio, tampouco um ser extraordinário. Sou, no máximo, um ser normal, com vontades, desejos e ânimos. Por isso que busco tudo isso que me faça feliz. Minha razão de existir é ajudar pessoas a encontrar o que as deixam felizes e ensiná-las o que eu puder ensinar”.</p>
<h3><strong>Quinta pergunta: Como é fazer parte da Tecnoveste?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “É muito desafiador. A Tecnoveste é uma startup em crescimento exponencial. Fazer parte de um grupo na qual me identifico, com pessoas que são especialistas em suas respectivas áreas, é incrível”.</p>
<h3><strong>Sexta pergunta: Qual dica você daria aos interessados em entrar na Tecnoveste e alcançar seus objetivos?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “Dediquem-se a encontrar o que os deixem felizes. Criar conteúdo é projetar um conhecimento rumo a novos horizontes. Nenhum saber deve ser monopolizado, devemos compartilhá-lo. O que influencia uma maior qualidade na taxa de absorção do aprendizado é como se ensina, aliando ao meio da mensagem. Ao entrar na Tecnoveste aprendi coisas incríveis. Queremos que qualquer pessoa consiga aprender e fazer o que gosta, sem parecer um trabalho (pegando a definição da física, como gasto de energia), mas sim, parecendo mais um hobby. Se isso te atrai, entre em contato conosco e descubra as possibilidades”.</p>
<p>Gostou dessa entrevista e quer conhecer mais sobre nossa equipe!</p>
<p>Não deixe de acompanhar o conteúdo da <a href="https://www.tecnoveste.com.br/">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Alimento, pesquisa e muito estudo &#8211; A química perfeita que fez Raquel Peres de Morais Urano uma referência para mulheres na ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 11:30:29 +0000</pubDate>
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<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil/">Alimento, pesquisa e muito estudo &#8211; A química perfeita que fez Raquel Peres de Morais Urano uma referência para mulheres na ciência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p data-speechify-sentence=""><a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-qu…squisa-no-brasil/" class="broken_link"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-22805" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=300%2C169&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p data-speechify-sentence="">Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano.</p>
<p data-speechify-sentence="">Ela é engenheira de alimentos pela Universidade Federal do Ceará (UFC), doutora em ciências e pesquisadora de pós-doutorado pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC-USP), e professora da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo. É colaboradora do canal de divulgação científica &#8220;Ciência Brasileira é de Qualidade&#8221;. É idealizadora e uma das coordenadoras do projeto de extensão &#8220;Elas na Engenharia&#8221; da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP), cujo objetivo é incentivar alunas do ensino médio a seguirem carreira nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).</p>
<p data-speechify-sentence="">Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Primeira pergunta: O que te fez escolher a sua área de estudo?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;A primeira vez que vi um cientista foi numa matéria de telejornal. Eu, muito criança, me inspirei naquele senhor de jaleco e, embora não soubesse muito bem o que ele fazia,  me veio a vontade de também me tornar cientista. A inspiração para a área de exatas veio da admiração por duas professoras de matemática do ensino fundamental. A matemática entrou na minha vida e se tornou minha primeira paixão. No ensino médio me apaixonei por biologia. Estava eu com essas duas paixões, matemática e biologia, e o sonho em me tornar cientista. Juntei as duas paixões no curso de Engenharia de alimentos. Durante a graduação fui descobrindo e aprendendo a trilhar meu caminho na ciência&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Segunda pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;No primeiro ano de graduação mergulhei no mundo da microbiologia. Foi amor à primeira vista! Desde então comecei com estágio voluntário, iniciação científica e monitoria na área de microbiologia de alimentos. Na pós-graduação trabalhei por 12 anos no Laboratório de Química de Produtos Naturais da USP, com microbiologia marinha na pesquisa por produtos naturais que pudessem ser utilizados na produção de fármacos ou na agricultura. Recentemente decidi aprimorar meus estudos nas técnicas cromatográficas e de bioinformática para entender melhor como observar e identificar todas as substâncias produzidas por um organismo vivo. Tudo isso me deu mais certeza da carreira que eu queria seguir, do amor em fazer ciência, transmitir conhecimento e estimular mais pessoas a seguir na carreira científica&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Terceira pergunta: Qual recado você gostaria de dar para outras mulheres que gostariam de ingressar na área?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;As exatas, em especial, as engenharias são ambientes majoritariamente masculino. Precisamos mudar essa realidade fazendo com que mais mulheres migrem para essa área de estudo. Eu gostaria de dizer para vocês mulheres, que são capazes e que vocês podem estar aonde vocês quiserem. Não tenham medo de falar e de mostrar o seu ponto de vista. Faça o que você realmente gosta, faça cursos, procure bolsas de iniciação científica, faça parcerias, participe de congressos e de atividades extracurriculares, procure se envolver em atividades de cultura, ensino e extensão. É importante também fazer atividades que trabalhem sua mente, corpo e equilíbrio emocional. Isso ajuda muito durante a carreira científica. Precisamos ter representatividade para que outras mulheres tenham em quem se inspirar. O que vejo de mais importante é valorizar o trabalho de outras mulheres, ler livros de autoras, protagonistas, líderes e cientistas mulheres&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Quarta pergunta: Como você vê as mulheres cientistas no Brasil?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;Apesar de muito produtivas, as mulheres ainda são invisíveis no Brasil. As mulheres são responsáveis por cerca de 70% do total de publicações entre os anos de 2008-2012. Porém, o governo contempla apenas 24% das mulheres com subsídio do governo brasileiro concedido aos cientistas mais produtivos do país (bolsa de produtividade). A sub-representação das mulheres em posições de liderança ainda é persistente. Apenas 14% das mulheres ocupam a Academia Brasileira de Ciências. Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, as cientistas diminuíram a produtividade acadêmica em relação aos homens, pois somaram-se trabalhos domésticos e cuidados com a família&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Quinta pergunta &#8211; Na sua visão, qual o papel das mulheres cientistas na sociedade?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;Inúmeros projetos capazes de mudar a vida de muitas pessoas para melhor foram realizados por mulheres. Nas áreas de ciências da saúde 60% dos trabalhos de pesquisa são realizados por mulheres. Enquanto que apenas 25% dos trabalhos nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) são feitos por mulheres, um número extremamente baixo se comparado a uma sociedade de maioria feminina (51,8% segundo dados do IBGE de 2019). O principal papel da mulher como cientista na sociedade é o de produzir e fazer ciência. Posteriormente, devemos ser comunicadoras, multiplicadoras e referencial para futuras novas cientistas. Para que uma mulher tenha voz, precisamos dar voz, ou seja, valorizar a pesquisa científica feminina e contribuir para que elas tenham ainda mais espaço&#8221;.</p>
<p data-speechify-sentence="">Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p data-speechify-sentence="">Quer conhecer mais sobre o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano: <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/179415/raquel-peres-de-morais-urano/">Biblioteca FAPESP</a> e <a href="http://lattes.cnpq.br/2880150932692544">Lattes</a></p>
<p data-speechify-sentence="">Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil/">Alimento, pesquisa e muito estudo &#8211; A química perfeita que fez Raquel Peres de Morais Urano uma referência para mulheres na ciência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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