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	<title>Stefane Coutinho, Autor em Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Stefane Coutinho, Autor em Tecnoveste</title>
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		<title>Protestos em Hong Kong: A tecnologia na luta pela democracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Stefane Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2019 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito & Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o início de junho, um estimado de 1 milhão de pessoas vem tomado as ruas de Hong Kong em resposta à uma lei transitando no congresso, que permitiria a extradição judicial de suspeitos para o território chinês, uma ação vista como parte da crescente onda de influência na autonomia da região pelo governo chinês [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o início de junho, um estimado de 1 milhão de pessoas vem tomado as ruas de Hong Kong em resposta à uma <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6_RdnVtfZPY">lei</a> transitando no congresso, que permitiria a extradição judicial de suspeitos para o território chinês, uma ação vista como parte da crescente onda de influência na autonomia da região pelo governo chinês de Xi Jinping.</p>
<p>A região, que foi devolvida pela Inglaterra sob um acordo que garantia sua integridade para exercer a democracia, liberdade de expressão e sistemas políticos semi-independentes do resto da China por 50 anos, é um retrato anacrônico das diferenças do sistema democrático e o regime do Partido Comunista chinês. A população altamente engajada, que vive num dos principais centros tecnológicos e econômicos do mundo, demonstra a diferença e usa os recursos disponíveis para lutar contra o território continental que não parece esperar os 50 anos para incorporar de vez Hong Kong.</p>
<p>Tomando as ruas há meses e, em determinado ponto dos protestos, a própria <a href="https://www.vox.com/world/2019/7/1/20677066/hong-kong-protests-legislative-council">câmara legislativa</a>, os manifestantes tem a tecnologia, tão avançada em sua realidade, como aliada e inimiga. Se por um lado há uma organização intensa em vários <a href="https://www.scmp.com/tech/article/3014248/how-technology-fuels-hong-kongs-protesters" class="broken_link">grupos de aplicativos de mensagem</a> como WhatsApp, Telegram e Signal repassando informes acerca das necessidades da manifestação, assim como dicas de segurança e posicionamento e reações da força policial, há também uma reação intensa do Estado, <a href="https://www.nytimes.com/2019/07/26/technology/hong-kong-protests-facial-recognition-surveillance.html#referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com&amp;amp_tf=Source%C2%A0%3A%20%251%24s" class="broken_link">que infiltra policiais à paisana</a> nos atos com o objetivo de criar desordem e realizar operações sem identificação, abordando suspeitos com base em dados pessoais, além de prenderem manifestantes mediante violação de seus direitos básicos. Uma recomendação passada por vários grupos tem sido de desativar o FaceId ou TouchId (recursos que permitem desbloquear o celular usando identificação de rosto ou a digital) de seus dispositivos, pois policiais, quando apreendem suspeitos, estão tomando seus celulares e usando estes recursos para obter informações, ilegalmente.</p>
<p>Uma das formas mais preocupantes de perseguir manifestantes tem sido o reconhecimento facial por meio de câmeras de segurança. Para combater isso, muitos começaram a usar <a href="https://observers.france24.com/en/20190806-hong-kong-protesters-use-lasers-confuse-police-damage-cameras"><strong>lasers</strong></a>, que mesmo em frequência baixa, tem a capacidade de desabilitar, temporariamente, os sensores de câmeras, interferir com a visão dos policiais, impedir com que tirem fotos que identifiquem as pessoas e ainda servem para apontar onde a polícia está concentrada. Viver sob um governo que já tem a capacidade de invadir todas as informações pessoais por meio de hacks, que não se preocupa em seguir a conduta básica de identificação de seus agentes e que tem um sistema sofisticado o suficiente para poder identificar e deter pessoas sem que elas ao menos tenham cometido crimes, somente participado de atividades online, é perturbador. Isso faz com que as formas de resistência evoluam, e da mesma forma que a tecnologia pode ser usada da forma autoritária que a China emprega, e que aparentemente Hong Kong também começa a por em prática, ela também pode ser utilizada como ferramenta de reunião, compartilhamento e reação da população para lutar contra as opressões que sofre e exercer seu direito num estado &#8211; até então &#8211; democrático.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/08/laser-camera-manifesta%C3%A7%C3%A3o-hong-kong.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-16894 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/08/laser-camera-manifesta%C3%A7%C3%A3o-hong-kong.png?resize=300%2C291&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="291" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/08/laser-camera-manifesta%C3%A7%C3%A3o-hong-kong.png?resize=300%2C291&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/08/laser-camera-manifesta%C3%A7%C3%A3o-hong-kong.png?w=520&amp;ssl=1 520w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se isso parece um enredo distópico fictício, é porque a realidade já evoluiu suficiente para alcançar nossos piores pesadelos.</p>
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		<title>Canva: redesenhando design e revolucionando carreiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Stefane Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2019 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativos, Programas & Aplicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivendo num mundo com tantas possibilidades de produção, compartilhamento e carreira, jovens artistas entrando no mercado podem se sentir abarrotados e perdidos com a quantidade de informação que existe pela internet. Pensando nisso, surgem cada vez mais plataformas querendo acolher e simplificar a tarefa de praticar e aprender. O Canva (aplicativo para Android e iOS) surge [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vivendo num mundo com tantas possibilidades de produção, compartilhamento e carreira, jovens artistas entrando no mercado podem se sentir abarrotados e perdidos com a quantidade de informação que existe pela internet. Pensando nisso, surgem cada vez mais plataformas querendo acolher e simplificar a tarefa de praticar e aprender.</p>
<p>O <a href="https://www.canva.com/pt_br/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link"><strong>Canva</strong></a> (aplicativo para <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.canva.editor&amp;hl=pt_BR">Android</a> e <a href="https://apps.apple.com/br/app/canva-criar-imagen-editar-foto/id897446215">iOS</a>) surge nesse contexto, com um sucesso fenomenal por todo o planeta, provendo suporte para que a criação tenha espaço sem o medo de errar e que no seu próprio ritmo, todos achem seus caminhos. Com um crescimento gigantesco e uma diversificação imensa do que o projeto originalmente se propunha a fazer, aqui está a empresa, que como seu público-alvo, começou numa tentativa e chegou no topo.</p>
<p>Conversamos <b>Liz Mckenzie</b>, chefe de Relações Públicas do Canva para entender a trajetória da empresa e o que esperar do futuro!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Quando o App foi criado e quem são os criadores?</strong></h3>
<p>Nossa CEO e co-fundadora, <strong>Melanie Perkins</strong>, teve a ideia de criar o <a href="https://www.canva.com/pt_br/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link"><strong>Canva</strong></a> quando estudava na universidade. Melanie estava ensinando outros alunos sobre como usar o pacote de software de design existente, mas notou que levava muito tempo para os alunos se sentirem um pouco confiantes, mesmo ao projetarem algo simples. Foi então que ela percebeu que o futuro do design seria mais simples, on-line e colaborativo, e foi aí que a ideia do Canva surgiu.</p>
<p>Juntamente com o seu namorado <strong>Cliff Obrecht,</strong> eles lançaram seu primeiro negócio juntos para testar a ideia quando ela tinha 19 anos. A <strong>Fusion Books</strong> é uma plataforma de software que os alunos usavam para projetar seus anuários escolares. Eles começaram um nicho para provar que sua nova abordagem do design era possível e necessária. Depois de continuar crescendo por alguns anos, eles decidiram que estavam prontos para ampliá-la e alcançar todo o universo do design e lançaram o Canva em 2013.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Quais foram as experiências, que deram certo ou não, anteriores à criação do App?</strong></h3>
<p>Começar um negócio, especialmente com grandes planos malucos, sempre envolve superar resistências. Nossa CEO e co-fundadora, Melanie, recebeu centenas de rejeições de potenciais membros da equipe e investidores, enquanto levantava capital e buscava talento em tecnologia para transformar suas ideias em realidade. Mas ela continuou revisando seus planos e pitch deck até que fosse consistente o suficiente para encontrar os parceiros certos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Vocês são &#8220;bootstrapped&#8221; ou receberam investimento externo? Qual é o critério para tomar esse tipo de decisão?</strong></h3>
<p>Em janeiro do ano passado, o Canva levantou US$ <strong>40 milhões</strong> em uma nova rodada de investimentos, ganhando o título de <strong>Unicórnio (empresa valorada em US$ 1 bilhão)</strong>. Esta rodada é um grande voto de confiança no Canva e na nossa missão de capacitar o mundo para criar designs.<br />
Embora a empresa seja lucrativa, esse investimento nos permite buscar oportunidades globais empolgantes e avançar rapidamente em nossa oferta principal de produtos, para que possamos entregar mais valor à nossa comunidade de design.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Quem compõe a equipe do Canva hoje e o que cada um faz?</strong></h3>
<p>Temos uma equipe com mais de 400 membros comprometidos trabalhando em nossa sede em Sydney e em nossos escritórios em Manila e Pequim, englobando engenharia, crescimento de produtos, design de produtos, operações e muito mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Para que tipo de de atividades o Canva é recomendado?</strong></h3>
<p>O Canva é uma plataforma online que pode ser usada para editar imagens e criar designs de vários tipos (como cartões de visita, currículos, apresentações, convites, banners, imagens para redes sociais etc.), de forma simples e intuitiva, por meio do nosso recurso de arrastar-e-soltar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Existe uma plano empresarial para o App? Qual é a diferença da conta normal?</strong></h3>
<p>Além da conta gratuita, o Canva oferece o <a href="https://www.canva.com/pt_br/precos/" class="broken_link"><strong>Canva for Work</strong></a>, que conta com recursos de colaboração adicionais para facilitar o trabalho em equipe: pastas ilimitadas para organizar projetos, armazenamento ilimitado de imagens, acesso exclusivo a mais fotos, ilustrações e modelos, designs animados, download de designs com fundo transparente, salvar templates para a equipe etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Se o app é gratuito, como a empresa se mantém?</strong></h3>
<p>Temos uma variedade de fontes de receita, como nossas licenças de imagem, o serviço de impressão sob demanda <strong>Canva Print,</strong> bem como nossas licenças do Canva for Work.<br />
Nossa missão é capacitar a todos para criarem belos designs &#8211; assim, também fornecemos acesso gratuito ao Canva for Work para organizações sem fins lucrativos (mais de 20.000 até o momento) em todo o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Se eu não sei nada de Design e Fotografia, por onde posso começar a aprender?</strong></h3>
<p>Nosso blog chamado <a href="https://www.canva.com/pt_br/aprenda/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link"><strong>Aprenda</strong></a> é uma ótima maneira de começar. Oferecemos muitos artigos e tutoriais que ensinam o público não apenas a tirar o melhor proveito de nossa ferramenta, mas também a criar belos designs e editar imagens, compartilhando ideias e inspiração sobre como fazê-lo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Onde fica a maior base de usuário do App, no Brasil ou no exterior?</strong></h3>
<p>Atualmente, nossa maior base de usuários está localizada nos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Que novidades podemos esperar do Canva em 2019?</strong></h3>
<p>O Canva está crescendo a um ritmo enorme. Só em 2018, nós levamos o Canva para mais mercados &#8211; o que é uma tarefa enorme e incrivelmente emocionante para toda a equipe. Para nos tornarmos uma empresa verdadeiramente global, agora oferecemos o Canva em mais de 100 idiomas, incluindo a capacidade de criar designs em línguas escritas da direita para a esquerda, como o árabe, urdu e hebraico, para que nossa comunidade possa escolher usar o Canva no idioma de sua preferência.</p>
<p>Também lançamos o <strong>Canva China</strong>, com uma experiência completamente adaptada com fontes locais, templates locais e uma equipe em Pequim.<br />
O <strong>Canva Print</strong> é oferecido agora em 40 países &#8211; o que dá à nossa comunidade de design a capacidade de transformar seus designs incríveis em impressões profissionais, entregues diretamente à sua porta.</p>
<p>Também fizemos nossa primeira aquisição em 2018. Juntamente com a Zeetings, temos grandes planos para oferecer à nossa comunidade uma maneira melhor de criar designs e apresentações mais envolventes.<br />
Também temos mais de 25.000 organizações sem fins lucrativos em todo o mundo em nosso programa <a href="https://www.canva.com/pt_br/canva-para-ongs" class="broken_link"><strong>Canva para ONGs</strong></a>. É incrível ver o impacto que eles estão causando na vida de muitos!</p>
<p>O Canva continuou a crescer rapidamente em 2018; já temos 1 bilhão de designs criados desde nosso lançamento há 5 anos atrás &#8211; mais de 500 mil desses designs foram criados somente no ano passado! O Canva agora é usado por pessoas em 190 países no mundo todo.<br />
O mais emocionante é que não temos sinais de diminuir o ritmo!</p>
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		<title>Carteira Digital de Trânsito (CNH Digital): o documento do futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Stefane Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2019 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativos, Programas & Aplicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde abril de 2018, uma nova funcionalidade já está disponível para facilitar a vida dos motoristas brasileiros! Desenvolvida pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran): o app Carteira Digital de Trânsito. Disponível gratuitamente para Android e iOS, o aplicativo permite gerar remotamente o documento sem precisar comparecer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde abril de 2018, uma nova funcionalidade já está disponível para facilitar a vida dos motoristas brasileiros!</p>
<p>Desenvolvida pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran): o app <strong>Carteira Digital de Trânsito</strong>. Disponível gratuitamente para Android e iOS, o aplicativo permite gerar remotamente o documento sem precisar comparecer ao Detran ou obter um certificado digital, ferramenta que permite identificar e representar uma pessoa na Internet, burocracias que dificultavam o acesso. Agora com validação remota, o índice de adesão aumentou consideravelmente e já passa de 1 milhão de usuários.</p>
<p>Baseada na tecnologia do QR Code para conseguir formar o banco de dados de cadastro, os condutores com carteiras emitidas antes de maio de 2017 precisam pedir a segunda via para poderem usar o aplicativo. Ao obter o documento atualizado, basta seguir os passos de autenticação!</p>
<p>O cadastro no aplicativo é simples, se considerarmos que se trata de um documento oficial. A autenticação é feita através do cadastro da Área do cidadão, no site do governo federal, e necessita apenas de um e-mail e número de telefone para ser realizada. Para incluir o seu documento no banco de dados do app, o usuário precisa escanear o QR Code localizado dentro da CNH, além de fazer o cadastro biométrico através da câmera do próprio celular.</p>
<p>A principal vantagem da novidade, nem mais tão nova, é a praticidade que oferece ao motorista, que tem um documento válido consigo facilmente acessível em seu aparelho, mesmo sem conexão com a internet e que caso perca o documento físico ainda tem como portar identificação oficial.</p>
<p>Apesar da facilidade e da gratuidade da ferramenta, sua existência ainda é desconhecida pela maioria do público. Falta um esforço de promoção e encorajamento para que ela contemple ainda mais usuários por parte dos órgãos que desenvolveram e exercem sua regulamentação. Os estados que lideram seu uso são São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, com respectivamente 230 mil, 136 mil e 79 mil.</p>
<p>No app, o usuário também pode ter acesso à versão digital do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), disponível para Amapá, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rondônia e Sergipe.</p>
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		<title>Relatos de relacionamento abusivos na Internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Stefane Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2019 09:20:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando tantas pessoas, famosas ou não, começam a contar inúmeros relatos de experiências similares e identificar padrões que se repetem em cascata e que ajudam outros, que ainda sequer haviam percebido que estavam numa situação perigosa, qual o nome que se usa? Sendo um evento social em grande escala não se pode mais presumir que é apenas uma fabricação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/relatos-de-relacionamentos-abusivos-na-internet/">Relatos de relacionamento abusivos na Internet</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tantas pessoas, famosas ou não, começam a contar inúmeros relatos de experiências similares e identificar padrões que se repetem em cascata e que ajudam outros, que ainda sequer haviam percebido que estavam numa situação perigosa, qual o nome que se usa? Sendo um evento social em grande escala não se pode mais presumir que é apenas uma fabricação sem crédito. Então é algo maior do que apenas uma onda de Internet, e que supera a Internet na maneira como afeta a vida em sociedade. Isso é um sintoma.</p>
<p>Sintoma do quê, especificamente? Seria de um projeto de idealizar o amor romântico, como algo necessário para se ter na vida sem o qual esta não será completa, que acontece desde a infância, tornar isso algo um prêmio para se ter orgulho e exibir como se fosse perfeito? Dos papéis tradicionais que são entregues a mulheres e homens, em relações heteronormativas, que dão margem para que tanta violência seja vista como amor?</p>
<p>Se por tanto tempo somos bombardeados com a ideia de que somente com a “alma-gêmea” seremos verdadeiramente felizes e que não ter um parceiro é sinônimo de sermos desagradáveis ou inferiores, cria-se uma verdadeira cultura de terrorismo. É muito comum a representação de pessoas solteiras/sozinhas como figuras tristes e distantes da imagem com a qual queremos nos identificar. Estabelecida a importância de um relacionamento para determinar seu valor pessoal e o que ele vai agregar à sua vida, estar e manter as aparências de um bom relacionamento se torna muito importante. É nisso que os papéis tradicionais se estabeleceram e progressivamente tem começado a ser subvertidos.</p>
<p>E da mesma forma como começou-se a questionar tantos espaços e funções pré-determinadas para as pessoas na sociedade durante os séculos, agora lança-se a questão de qual o lugar de um relacionamento que subtrai sua individualidade e te torna apenas uma peça, sujeita a todo tipo de agressão pela parte dominante. Se conseguimos repensar o espaço social que as pessoas ocupam, essa pauta, agora, chega na vida íntima e começa a desmontar os mecanismos que até então eram identificados como forma de amor.</p>
<p>Com tantas histórias de pessoas que sobreviveram a relacionamento, vistos como românticos que se transformaram em agressão e controle, coletivamente vamos reescrevendo as narrativas do que acreditamos ser aceitável ou não, mais do que no trato social, mas nas relações mais íntimas com outras pessoas e com nós mesmos, damos margem para que outras formas de afeto consigam nascer e entender a vulnerabilidade, que é inerente ao ser humano.</p>
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		<title>Adaptações cinematográficas em 2019, um desastre de proporções milionárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Stefane Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 10:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[A Bela e a Fera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O alcance midiático e cultural de filmes e séries no século XXI é absolutamente sem precedentes na história. As empresas mais do que nunca estão extremamente dedicadas em produções multi-milionárias, que levam o público mundial ao consumo de uma forma unificada por todo o planeta. E enquanto se acompanha esse show técnico constantemente se superando e arrebatando audiências, algo muito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O alcance midiático e cultural de filmes e séries no século XXI é absolutamente sem precedentes na história. As empresas mais do que nunca estão extremamente dedicadas em produções multi-milionárias, que levam o público mundial ao consumo de uma forma unificada por todo o planeta. E enquanto se acompanha esse show técnico constantemente se superando e arrebatando audiências, algo muito crucial parece ter sido deixado de lado: <strong>a criação e montagem de histórias.</strong></p>
<p>Começando esse laboratório, em 2017, a Disney lançou a versão live-action de <strong>A Bela e a Fera</strong>, com Emma Watson, um sucesso de bilheteria, e críticas mistas, que apontavam o uso do sentimentalismo pela a animação como arma em favor da nova produção. Em 2019, já tivemos a estreia dos remakes de <strong>Rei Leão</strong> e <strong>Alladin</strong>, ambos contando com nomes conhecidos e queridos pelo público, como Beyoncé no primeiro e Will Smith no segundo, apoiando ainda mais o valor de produção dos filmes. Já foi anunciado pela companhia que ela seguirá o projeto também adaptando <strong>Mullan, A Pequena Sereia</strong>, entre outros.</p>
<p>Outro exemplo desse padrão é o hit televisivo da HBO<strong> Game of Thrones</strong> , que acabou este ano, com um final altamente criticado tanto pela crítica quanto pela audiência. Para uma trama que começou sendo referenciada justamente por sua subversão na história e um roteiro altamente instigante, acabou se valendo de resoluções fáceis e baratas, que causaram tamanha ira dos fãs que chegou a haver uma petição online para que a última temporada toda fosse reescrita.</p>
<p>A direção que a indústria parece estar seguindo privilegia as pirotecnias de ação e efeitos especiais e coloca novas histórias, que capturem a nova geração e seus novos desafios, em segundo plano. A fórmula como um todo parece contar com a nostalgia e o sentimentalismo de outras épocas e capitalizar em cima delas, com o maior espetáculo que puder ser criado, sem que nada realmente novo esteja sendo criado na indústria ocidental. Porém, sendo a indústria estadunidense o epicentro que controla as tendências e os produtos, o jogo provavelmente vai continuar se sustentando. E, sim, são grandes sucessos de bilheteria, mas seria esse um indicativo de desistir de profundidade nas narrativas, em detrimento de luzes brilhantes que encantam, distraem e logo se esquecem?</p>
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		<title>O projeto da desinformação mundial criado pela internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Stefane Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 10:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESPECIAL]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o surgimento dos novos meios de comunicação, as maneiras com as quais as pessoas têm de se informar vem se diversificando a cada dia. Se, inicialmente, o projeto da internet era de democratizar a mídia, ampliar as plataformas pelas quais vozes podem ser ouvidas, hoje o cenário mais se assemelha a um futuro distópico que faz parte de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o surgimento dos novos meios de comunicação, as maneiras com as quais as pessoas têm de se informar vem se diversificando a cada dia. Se, inicialmente, o projeto da internet era de democratizar a mídia, ampliar as plataformas pelas quais vozes podem ser ouvidas, hoje o cenário mais se assemelha a um futuro distópico que faz parte de um projeto global de desinformação.</p>
<p>Quando se fala disso é preciso estabelecer como esse projeto é estruturado e conseguiu se formar ao ponto de decidir eleições dos mais altos cargos executivos de diversas nações. Ele começa se aproveitando da naturalidade com a qual as pessoas se separam em comunidades de pessoas que tendem a concordar umas com as outras. A partir daí, produzir conteúdo e informação se torna uma tarefa extremamente enviesada, que lê os fatos pelo prisma da tendência política.</p>
<p>Como essa informação se torna a peça pela qual pessoas de determinados nichos vão construir sua narrativa dos eventos, histórias contrárias são recebidas com descrédito e desdém e são acusadas de serem produções falsas feitas a partir de um viés ideológico. O fato se torna irrelevante frente à opinião. A polarização só aumenta e faz com o que o extremismo cresça, e com ele discursos impacientes, simplistas e demagogos.</p>
<p>A partir do momento que se criou esse ciclo, só se acredita no que quer, que vai variar apenas da sua posição. O diálogo torna-se impossível, pois não há real<br />
discussão de ideias, só falas pré-construídas despejadas um sobre os outros. Então, a ferramenta que foi, uma vez, considerada o marco da dinamização comunicativa é usada como mais uma ferramenta para perpetuar velhos discursos e grupos nos mesmos centro de poder. Por mais que fatos estejam mais disponíveis, na era da rede social, o que conta é de que lado ideológico o fato parece estar.</p>
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