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	<title>Thais Cordeiro, Autor em Tecnoveste</title>
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	<title>Thais Cordeiro, Autor em Tecnoveste</title>
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		<title>Conforto térmico nos diferentes invernos brasileiros</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 20:06:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Junho é o mês em que se inicia o inverno no hemisfério sul, mas o Brasil é um país de dimensões continentais, com variações enormes de temperatura numa mesma época, em diferentes regiões. O único ponto em comum, de norte a sul, é que ninguém gosta de passar frio, nem calor. É preciso levar em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Junho é o mês em que se inicia o inverno no hemisfério sul, mas o Brasil é um país de dimensões continentais, com variações enormes de temperatura numa mesma época, em diferentes regiões. O único ponto em comum, de norte a sul, é que ninguém gosta de passar frio, nem calor. É preciso levar em conta o conforto térmico na hora de escolher o que vestir, <a href="https://www.tecnoveste.com.br/estilo-e-pandemia-as-mudancas-que-vieram-para-ficar/">ainda que seja para ficar em casa</a>.</p>
<p>Para isso, o primeiro passo é olhar para si mesmo, perceber qual seu nível de sensibilidade térmica, para ambos os lados. Se considera uma pessoa calorenta ou friorenta? Em quais regiões do corpo sente mais calor ou frio? A partir dessas respostas, saberá onde cobrir ou arejar.</p>
<p>Preste atenção nas tramas dos tecidos de suas peças, quanto mais próximas e fechadas, mais tendem a aquecer, o que é válido também para as modelagens mais justas. Se a intenção é refrescar, vá na direção contrária, quanto maior espaçamento tanto nos tecidos, quanto entre a roupa e o corpo, melhor.</p>
<p>Sabe aquela etiqueta lateral interna? Nela estão as fibras que compõem a roupa. Em geral, linho, seda, viscose, modal e liocel são mais frescas, enquanto a lã mantém o calor do corpo, mas ainda garante a passagem de ar, diferente das sintéticas, como poliéster e acrílico, que são derivadas do petróleo e, portanto, menos respiráveis. O algodão é um grande curinga térmico, ótimo para ser utilizado em camadas próximas ao corpo.</p>
<p>E por falar em camadas, finalize suas escolhas pensando nas atividades que realizará ao longo do dia. Está calor lá fora, mas passa a maior parte do tempo sob ar-condicionado? Tenha às mãos uma camada extra, leve. E se passar um dia frio e nublado em ambiente externo, vale se agasalhar.</p>
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		<title>Estilo e pandemia: as mudanças que vieram para ficar</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 20:29:21 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se o estilo de vida muda, o modo de se vestir tende a acompanhar. Imagina então quando essa mudança sai do cunho pessoal e atinge literalmente toda a comunidade mundial, como uma pandemia. Pouco mais de um ano se passou desde a primeira quarentena e de lá para cá dificilmente algum <a href="https://www.tecnoveste.com.br/guia-pratico-para-fazer-boas-compras-de-roupas-online/">armário saiu ileso</a>. A pergunta que fica é: que facetas do nosso estilo irão permanecer após essa fase? Aqui vão duas apostas, de acordo com a observação das pessoas ao meu redor e do mercado de moda.</p>
<p>A grande tendência comportamental, que já se fazia presente, mas foi potencializada com a vida dentro de casa é a busca pelo conforto, que deve continuar como prioridade nas escolhas diárias de que roupa usar. Se no começo eram o moletom e o cós de elástico, agora vemos uma profusão de tricôs, em conjunto ou peças separadas, igualmente confortáveis, mas um degrau acima em termos de formalidade. Afinal, muitos que trabalhavam fora, em códigos de vestimenta mais formais, passaram a trabalhar de casa, o que leva a segunda aposta: a ênfase na parte de cima.</p>
<p>Nas reuniões online e redes sociais o que é visto é o que acompanha o rosto. E isso tende a continuar, o trabalho híbrido é apontado como grande modelo de futuro do trabalho, segundo <a href="https://economia.estadao.com.br/noticias/sua-carreira,futuro-do-trabalho-requer-flexibilidade-saude-mental-e-estimulo-a-jovens,70003652704">pesquisa recente desenvolvida pela <em>Microsoft</em></a>. Golas em polos e camisas, atenção para alças, ombros e mangas, brincos, colares, lenços, acessórios de cabeça, armação de óculos de grau, são alguns dos elementos que ganham destaque.</p>
<p>Entre coordenações com partes de cima mais elaboradas e partes de baixo ultra confortáveis (atire a primeira pedra quem nunca fez uma reunião calçando chinelos – eu sempre, inclusive), outros em que não há vídeos e passa-se metade do dia de pijama (as vezes a outra metade também) e aqueles em que só o fato de estar com algo mais “arrumado” te faz se sentir energizado, vamos vivendo, aguardando dias melhores que certamente virão.</p>
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		<title>Guia prático para fazer boas compras de roupas online</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 21:20:07 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É de se esperar que após um ano de distanciamento social, abertura e fechamento constante de lojas físicas e muito mais tempo em casa o comércio online tenha alavancado. Segundo <a href="https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/08/27/e-commerce-cresce-47-maior-alta-em-20-anos.html">pesquisa da Ebit | Nielsen</a> em parceria com a Elo, o primeiro semestre de 2020 registrou a maior alta do setor em 20 anos, 47%. Muita gente que não tinha o costume, passou a fazer compras de roupas também no online (eu inclusa) e a questão que fica é: como fazer boas compras sem a presença da peça em mãos?</p>
<p>Para entender bem o que se está comprando e avaliar seu <a href="https://www.tecnoveste.com.br/como-saber-se-uma-roupa-vale-o-que-custa/">custo-benefício</a> é preciso analisar com atenção todas as informações disponíveis, em texto e imagem. Sem o recurso do toque e do provador ali, na hora, se faz necessário um cuidado ainda maior. A começar pelas fotos, quanto mais diversificadas, melhor. De frente, costas, lateral, em modelo, em <em>still</em>, dos detalhes, em movimento, quantidade aqui importa tanto quanto qualidade.</p>
<p>Ler a descrição é crucial, pois costuma trazer noções sobre modelagem (a forma da roupa) e caimento esperado. Leia e analise se está de acordo com o que está observando. Dê uma atenção especial em partes como comprimento, cintura, cavas, golas e/ou decotes. Para escolher bem a numeração, o ideal é tirar suas medidas (ombro-a-ombro, busto/tórax, cintura, quadril) com uma fita métrica e comparar com a tabela da loja. Dica: crie uma nota em seu celular para não repetir essa etapa a cada compra. E se por acaso a marca não disponibilizar nenhum tipo de tabela, pense bem se vale a pena comprar, o risco de não servir aumenta consideravelmente.</p>
<p>É válido também conferir a composição (do que a roupa é feita) e observar se o tecido parece ser mais ou menos maleável, mais ou menos encorpado. Essas informações te ajudam caso fique em dúvida entre dois números e para conferir se a peça é quente ou fresca. A instrução de lavagem mostra os cuidados que deverá ter para aumentar a durabilidade, fique de olho para confirmar se são adequados a sua rotina.</p>
<p>Por fim, conhecer a política de troca e nível de facilidade no contato é fundamental. No fim das contas, a gente tira a prova mesmo é no corpo, então é importante saber se poderá trocar. Algumas marcas trabalham até com coleta domiciliar em regiões específicas. Mas a legislação brasileira garante 7 dias para devolução em compras online, então, por conta do momento que vivemos, deixe respirar por 2 ou 3 dias, mas não deixe passar os 7 para provar. Basta um pouco de atenção para a compra de roupa online se tornar muito mais assertiva.</p>
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		<title>Como saber se uma roupa vale o que custa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 21:00:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em algum momento de nossa história, talvez pela escassez de acesso ao longo dos anos, exclusividade como marcador social, aprendemos a associar preço a qualidade, quanto mais alto melhor. Com roupa não foi diferente, assim nasceu o mito de que se vestir bem custa caro. O ponto é que caro e barato são conceitos relativos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em algum momento de nossa história, talvez pela escassez de acesso ao longo dos anos, exclusividade como marcador social, aprendemos a associar preço a qualidade, quanto mais alto melhor. Com roupa não foi diferente, assim nasceu o mito de que se vestir bem custa caro. O ponto é que caro e barato são conceitos relativos não só a algo, mas a alguém: o que é caro para mim pode não ser para você e vice-versa. E essa associação entre preço e qualidade está longe de ser o bastante para entender por que uma roupa custa o que custa – e se vale o que custa.</p>
<p>Qualidade diz respeito a parte material. São os tecidos, as fibras que os compõem, sua estrutura, precisão do corte, complexidade das formas, limpeza dos acabamentos. Esses insumos e etapas podem sim ter valores mais altos na fabricação à medida que a qualidade aumenta, mas não podemos esquecer da questão da escala de produção. Quanto mais se produz mais baixo tende a ficar o preço final do produto, o que <a href="https://www.tecnoveste.com.br/consumoconscientealemdodiscurso/">justifica a existência de itens de boa qualidade em grandes varejistas populares.</a></p>
<p>Mas nem só de qualidade se faz um preço, quem já precificou algo na vida sabe bem disso. Para além dos custos operacionais, que são mais óbvios de se pensar e incluem coisas como logística, programação de loja online, aluguel, luz e água se existirem pontos de venda físicos, pagamento de funcionários e fornecedores, há outras intangíveis muito mais complexas de se analisar, como posicionamento de marca, se há algum nome proeminente envolvido no processo e valor de mercado.</p>
<p>Então, para saber se o que deseja comprar vale o que custa, substitua o simples gesto de olhar o preço por avaliar o custo x benefício da peça na sua vida, gostos, rotina e orçamento. Pare um momento e pense em quantas coordenações pode fazer com o que já possui no guarda-roupa, nos tipos de ocasiões diferentes que pode usá-la, faça chuva, frio ou sol. No fim das contas, caro é o que não se usa.</p>
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		<title>Consumo consciente além do discurso</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 21:11:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala sobre consumo consciente, em diversas áreas. Não à toa, num mundo com recursos limitados e produção acelerada a questão torna-se relevante. No mercado de moda há uma série de discursos recorrentes, que parecem se apresentar como grandes verdades: &#8220;poliéster não é um material legal porque vem do petróleo, comprar em loja de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400">Muito se fala sobre consumo consciente, em diversas áreas. Não à toa, num mundo com recursos limitados e produção acelerada a questão torna-se relevante. No mercado de moda há uma série de discursos recorrentes, que parecem se apresentar como grandes verdades: &#8220;poliéster não é um material legal porque vem do petróleo, comprar em loja de menor produção é bacana, em grandes varejistas não, para ser sustentável tem que ser mais caro&#8221;. Mas será que essa estratégia de eleger mocinhos e vilões é realmente consciente?</p>
<p style="font-weight: 400">No <a href="https://issuu.com/fashionrevolution/docs/fr_indicedetranparenciadamodabrasil_2020">Índice de Transparência da Moda no Brasil de 2020</a>, iniciativa do movimento <a href="https://www.fashionrevolution.org/south-america/brazil/"><em>Fashion Revolution</em></a>, que pontuou 40 grandes marcas de acordo com a quantidade de informações disponíveis sobre suas práticas, políticas, impactos sociais e ambientais, foi uma <em>fast-fashion </em>popular, C&amp;A, que atingiu maior pontuação, 74%, enquanto Brooksfield, Colcci e Fórum, que trabalham com preços mais elevados que a primeira, não pontuaram.</p>
<p>Comprar de pequenas marcas que demonstram de forma transparente em sua comunicação um cuidado com a escolha de matérias-primas, fornecedores e colaboradores é positivo, faz a economia local girar, estimula o desenvolvimento de pequenos empreendedores. Mas ao assumir que <strong>só</strong> (atenção para o <strong>só</strong> nessa frase) esse tipo de consumo é consciente, exclui-se uma série de consumidores que podem não ter acesso a elas, ou simplesmente não se identificam com seu design.</p>
<p style="font-weight: 400">A questão ambiental é ainda mais complexa. As fibras naturais dependem de condições específicas para cultivo (vegetais) e criação (animais), envolvem inúmeros processos que impactam no valor de seus produtos finais, além de não darem conta de vestir toda a população mundial. Assim nasceram as sintéticas e artificiais, desenvolvidas quimicamente pelo ser humano. Mas, se fala-se que o poliéster (sintética) não é legal por vir do petróleo, a viscose (artificial, de origem na celulose) também traz problemáticas, sua produção convencional pode promover  desmatamentos. E esse é só um exemplo.</p>
<p><span style="font-weight: 400">Fato é que toda produção gera impacto, ambiental, social, econômico, seja a empresa grande ou pequena, o produto caro ou barato, seja qual for a matéria-prima utilizada. É por isso que comércios como brechós, que ofertam produtos já finalizados, aumentando sua vida útil, estão em ascensão. Consciente mesmo é repensar o consumo em si, começando pelo próprio. Aquela blusa nova fará diferença no seu guarda-roupa? Se concluir que sim, qual o melhor lugar, na sua realidade, para encontrá-la? O ótimo não pode ser inimigo do bom e o pensamento raso de mocinhos e vilões, ao invés de ampliar a visão e questionamentos, pode se transformar numa prisão. </span></p>
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