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	<title>Vander de Andrade, Autor em Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Vander de Andrade, Autor em Tecnoveste</title>
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		<title>Segurança virtual é segurança real &#8211; como proteger sua privacidade na internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vander de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 08:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Cibernética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>                                                                                                              [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><span style="font-family: 'times new roman' , serif"><span style="font-size: medium"><span style="font-family: 'arial' , 'helvetica' , sans-serif"><span style="color: #ff0000">                                                           </span></span></span></span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cdn.pixabay.com/photo/2019/10/02/14/23/internet-4521076__340.jpg?resize=640%2C480&#038;ssl=1" alt="Internet, Segurança, Castelo" width="640" height="480" /></p>
<p><span style="font-family: 'times new roman' , serif"><span style="font-size: medium"><span style="font-family: 'arial' , 'helvetica' , sans-serif"><span style="color: #ff0000">                                                       A consolidação da internet na vida cotidiana</span></span></span></span></p>
</div>
<div style="text-align: left" align="center"><span style="font-size: medium">A Internet já faz parte do cotidiano brasileiro e mundial¸ há mais de duas décadas. Atualmente é difícil imaginar como seria a </span><span style="font-size: medium">vida </span><span style="font-size: medium">sem a existência dessa tecnologia </span><span style="font-size: medium">(exagero?)</span><span style="font-size: medium">. As inúmeras facilidades e oportunidades trazidas proporcionam possibilidades de realizar serviços bancários, fazer compras em lojas de comércio eletrônico, efetivar declarações de Imposto de renda, fazer visitas virtuais em museus de todo o mundo, acessar sites de notícias, formação em EAD, dentre incontáveis outras situações. Assim, a internet é parte e contribui para a reafirmação de um mercado econômico global.</span></div>
<div>
<p><span style="font-family: 'arial' , 'helvetica' , sans-serif"><span style="color: #ff0000"><span style="font-size: medium">Entretanto, usufruir de todos esses benefícios, de forma segura, exige a tomada de alguns cuidados e, para que isso aconteça, é necessário que o usuário tenha um conjunto de informações confiáveis sobre segurança na internet e os riscos a que se expõe ao navegar pela rede mundial de computadores. </span><span style="font-size: medium">No entanto, um grande número de pessoas, inclusive adultos, ignora completamente os perigos. </span><span style="font-size: medium">Alguns dos riscos estão ligados às possibilidades de acesso a conteúdos impróprios ou ofensivos; páginas que incitam o ódio e o racismo; contato com pessoas mal-intencionadas; golpes financeiros; roubo de identidade para cometer crimes como, por exemplo, estelionato; pornografia infantil, dentro muitas terríveis possibilidades.</span> </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: 'arial' , 'helvetica' , sans-serif"><span style="color: #ff0000">                                                                      <span style="font-size: medium">Cuidados urgentes</span></span></span></p>
</div>
<div></div>
<div>
<p><span style="font-family: 'arial' , 'helvetica' , sans-serif"><span style="color: #ff0000"><span style="font-size: medium">Uma das grandes “lendas” da internet e que contribuem para o aumento e a continuidade dos crimes, é a sensação de anonimato causada pelo mundo virtual. Ao estar na frente de um computador, sem a necessidade de se identificar, a pessoa pode se sentir segura para expressar e praticar grandes maldades. </span><span style="font-size: medium">No entanto, ao se conectar, o próprio computador informa a identificação do local onde foi realizada a conexão. </span><span style="font-size: medium">Outra situação bastante perigosa que cresce de importância nos últimos tempos é o tráfico de dados. Ao acessar a internet, cadastrar-se em uma rede social, o usuário passa a fornecer dados que as empresas podem utilizar </span><span style="font-size: medium">de </span><span style="font-size: medium">formas não muito transparentes. A empresa passa a ter seu nome completo, telefone, localização geográfica, preferências. Existe hoje um comércio ilegal de dados que movimenta muito dinheiro e eles podem ser usados em muitas situações.</span></span></span></p>
</div>
<div>
<p><span style="font-family: 'arial' , 'helvetica' , sans-serif"><span style="color: #ff0000"><span style="font-size: medium">Assim, discutir a segurança da navegação na internet nos ambientes virtuais e, principalmente na escola de educação básica, é de fundamental importância na atualidade. Afinal, as crianças e adolescentes que hoje cursam esse nível de ensino são os chamados “nativos digitais” isto é, aqueles que </span><span style="font-size: medium">nasceram e crescem com as tecnologias digitais presentes em suas vivências. Assim, para esses jovens, navegar pelo mundo virtual é algo natural, fazendo parte das atividades triviais.</span></span></span> <span style="font-family: 'arial' , 'helvetica' , sans-serif"><span style="color: #ff0000"><br />
</span></span></p>
</div>
<div>
<p><span style="font-family: 'arial' , 'helvetica' , sans-serif"><span style="color: #ff0000">                                                                         <span style="font-size: medium">O que fazer?</span></span></span></p>
</div>
<div><span style="font-size: medium;color: #ff0000;font-family: arial, helvetica, sans-serif">Como então lidar com essa situação que traz mudanças tão significativas? Podemos pensar que o primeiro passo é “aceitar” a sua existência e o seu poder de mudança. Não será produtivo demonizar e lutar contra essa realidade tecnológica. Aceitar a situação deve começar pela tentativa de entendimento do funcionamento de sua dinâmica social. Não se pode acreditar que o que ocorre a partir da internet é apenas virtual, que não exista no “mundo real”. Além disso, é necessário constatar os benefícios trazidos pela tecnologia, como a possibilidade de muitas e diferentes formas de aprendizado. O acesso quase ilimitado ao conhecimento. É a Educação 3.0.</span></div>
<div>
<p><span style="font-family: 'arial' , 'helvetica' , sans-serif"><span style="color: #ff0000"><span style="font-size: medium">Desta forma, é fundamental conhecer mais sobre a tecnologia e como ela afeta nossa vida cotidiana para podermos fazer um melhor uso dela. </span><span style="font-size: medium">Discutir e explicitar essas situações para e com as crianças e adolescentes é também primordial, pois eles estão nas faixas etárias de construção e de consolidação da responsabilidade, tão necessária para se viver em sociedade. Essa responsabilidade também deve existir para que eles não se acostumem a se esconder no anonimato da rede. É necessário que eles tenham a consciência de que o ambiente não </span><span style="font-size: medium">é</span><span style="font-size: medium">’”virtual”, ele existe de fato e qualquer ação nele traz consequências como as que ocorrem no mundo “real”! </span><span style="font-size: medium">Exemplo claro: ao realizar uma compra qualquer em um ambiente virtual, ele será enviado para o seu endereço e você realizará o pagamento dele. Quer algo mais real que isso?</span></span></span></p>
</div>
<div>
<p><span style="font-family: 'arial' , 'helvetica' , sans-serif"><span style="color: #ff0000"><span style="font-size: medium">Desta forma, é necessário que na internet o usuário tenha os mesmos cuidados exigidos na vida física: a prevenção para os perigos deve ser uma rotina. É necessário possuir informações para realizar compras, não fornecer voluntariamente dados que podem trazer prejuízos e confirmar a veracidade de uma informação recebida, antes de repassá-la, para evitar as temíveis </span><span style="font-size: medium"><i>fake news</i></span><span style="font-size: medium"><i>, </i></span><span style="font-size: medium">que tantos problemas têm trazido para as vi</span><span style="font-size: medium">d</span><span style="font-size: medium">as pessoais e para a sociedade como um todo.</span></span></span></p>
</div>
<div></div>
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		<title>O smartphone: símbolo maior da educação 3.0 e da ciborguização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vander de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 09:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciborgue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;   As possibilidades trazidas pela tecnologia &#160; O avanço e a presença da tecnologia têm alterado de forma profunda nosso cotidiano. As Tecnologias Digitais da Comunicação e da Informação (TDCIs), especificamente, influenciam nas formas de produção e de divulgação do conhecimento, potencializando as possibilidades de comunicação, interatividade, convergência tecnológica e no processo de ensino [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">  As possibilidades trazidas pela tecnologia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O avanço e a presença da tecnologia têm alterado de forma profunda nosso cotidiano. As Tecnologias Digitais da Comunicação e da Informação (TDCIs), especificamente, influenciam nas formas de produção e de divulgação do conhecimento, potencializando as possibilidades de comunicação, interatividade, convergência tecnológica e no processo de ensino aprendizagem. É a Educação 3.0.</p>
<p>A partir dela quebram-se os paradigmas da educação tradicional, pois, o centro do saber não está mais localizado na escola e o detentor do conhecimento não é exclusivamente o professor. Essas situações, inicialmente assustadoras, são potencializadas pela possibilidade de mobilidade de informações que podem ser transmitidas de forma muito rápida e o acesso está disseminado por toda a infinita rede mundial de computadores, a internet. Junto a ela, as TDCIs podem retransmitir, conectar, possibilitar, interligar as pessoas em todas as partes do mundo, inclusive aquelas que estejam em movimento. Há de se ter em conta, no entanto, que todo esse conhecimento possível é virtual, ou seja, com potencial de ser realizado, ainda não efetivamente concretizado, como nos disse o filósofo francês Pierre Lévy, grande estudioso e pesquisador da temática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">                      O smartphone e a mudança de modelo de aprendizagem</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O símbolo maior dessas possibilidades é o smartphone! Resultado de uma evolução tecnológica do telefone celular, esse aparelho converge diferentes exemplos de tecnologias digitais e mídias tradicionais, com os poderes de expandir nossa comunicação, “implodir” a educação tradicional ou potencializá-la a níveis de excelência! Esses extremos são possíveis devido ao crescimento da disponibilidade do produto no mercado, com a diminuição do preço, nos últimos tempos e a evolução do produto. Com ele em mãos os estudantes podem pesquisar, produzir e divulgar conhecimento, em um aparelho móvel. Não podemos nos esquecer que todos os estudantes que freqüentam até o Ensino Médio são “nativos digitais”, ou seja, já nasceram em um contexto de naturalização da tecnologia. Assim, conseguem conviver com ela de forma natural. Alem disso, utilizam o smartphone como uma extensão do próprio corpo conforme discutido neste Blog no post</p>
<p>Em sala de aula, o smartphone tem mais atrapalhado que ajudado, pela forma que NÃO é entendido. É considerado causador de muitos problemas como vício nos fones de ouvido, que faz os alunos ficarem desconectados da aula, câmera possibilitando registros automáticos e seguidos, músicas em seus arquivos e enfim, é um computador de bolso.</p>
<p>Neste momento, o smartphone ainda é subutilizado na Educação, desperdiçando todo o seu potencial de qualificar o processo de ensino aprendizagem. Como grande parte dos professores e das gestões escolares estão despreparadas para o seu uso, essa ferramenta tecnológica acaba mais por assustar do que possibilitar seu uso de forma produtiva para aprender. No entanto, é necessário pensar no contexto da existência e uso do aparelho por parte dos alunos. Pode ser pensado da seguinte maneira: o estudante, em casa, tem acesso ao smartphone. Ao atravessar os muros da escola, no entanto, deve esquecer que o aparelho existe&#8230;como isso é possível???&#8230;</p>
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		<title>A necessidade da introdução das Tecnologias nas Escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vander de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2019 10:11:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Tecnologias Digitais estão profundamente presentes em nossas realidades. Elas são, de fato, partes constitutivas de nossas existências contemporâneas, tornaram-se naturalizadas. Suas aplicações são ações corriqueiras em nosso cotidiano e demonizá-las pode significar uma desatualização ou mesmo uma recusa a uma solução de problemas. As mesmas também têm potencial para transformar a Educação em todo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As Tecnologias Digitais estão profundamente presentes em nossas realidades. Elas são, de fato, partes constitutivas de nossas existências contemporâneas, tornaram-se naturalizadas. Suas aplicações são ações corriqueiras em nosso cotidiano e demonizá-las pode significar uma desatualização ou mesmo uma recusa a uma solução de problemas. As mesmas também têm potencial para transformar a Educação em todo o mundo e ampliar, de forma significativa, as possibilidades de melhoria do processo de ensino aprendizagem, criando novos sentidos para a busca do conhecimento.</p>
<p>Temos, no entanto, um modelo de escola vigente desde o século XIX (com poucas alterações estruturais) que demonstra muitas dificuldades em receber, discutir, entender e aplicar essa ou qualquer outra forma de busca pelo conhecimento, que não seja a tradicional, no sistema de aula expositiva, quadro negro, giz (variando para o pincel), com o professor como figura central do processo, sem trabalhar e incentivar a autonomia do aluno enquanto co-autor do seu projeto de ensino e de seu projeto de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: center;">O não entendimento e a resistência das escolas</h3>
<p>Ainda que quase a totalidade dos alunos que frequenta esses ambientes de ensino estejam em um estágio de conhecimento tecnológico superior a da maioria dos professores, muitos deles, inclusive, nasceram nesse “novo mundo” e são chamados de <em>nativos digitais</em>, os estabelecimentos escolares funcionam, quase sempre, utilizando as tecnologias apenas como apêndice, ou um <em>plus</em>, e ainda não compreenderam a dinâmica de que elas são parte de uma forma de vida contemporânea de toda uma sociedade</p>
<p>Os sistemas de ensino atuais e, por consequências as escolas, principalmente as públicas, têm muitos problemas para introduzir as tecnologias digitais como metodologias ou ferramentas de ensino. Os motivos passam pelas questões estruturais/financeiras como a falta de rede de internet para suportar as conexões da escola e as dos alunos, falta de materialidade funcional como computadores, a inacreditável inexistência de instalações elétricas e eletrônicas adequadas e, carência de pessoal capacitado para uso, aprendizado e ensino dos e nos equipamentos, dentre outros problemas.</p>
<p>O maior dos problemas, no entanto, encontra-se na aceitação de que as Tecnologias Digitais fazem parte da realidade dos alunos, dos professores (que utilizam o smartphone o tempo todo, inclusive para pesquisar) e, consequentemente, do processo educacional. Ao não aceitar a existência das mesmas, as escolas continuam com currículos e práticas pedagógicas obsoletas, que não contemplam a dinâmica das constantes mudanças ocorridas na sociedade.</p>
<p>Na outra ponta do processo, porém, temos alunos com muito acesso a todas essas tecnologias (salvo os casos, que não são poucos, de extrema desigualdade social e assim, falta de acesso a uma Educação de qualidade geral e não somente de Tecnologias Digitais), formando um grupo que apresenta, a cada dia, menos motivação e menor rendimento no ensino tradicional. No entanto, esses mesmos alunos mostram, cotidianamente, um conhecimento adquirido através de outras formas de pesquisa, movidos por uma curiosidade latente e própria da idade. É necessário pensar que as Tecnologias Digitais propiciam a pesquisa sem a necessidade dos bancos escolares. Blogs, portais e os milhões canais no Youtube abertos todos os dias nos provam essa situação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: center;">Como introduzir as tecnologias nas escolas e as escolas nas tecnologias</h3>
<p>Chegamos então, numa encruzilhada no processo educativo. Com tantos indicadores de desempenho escolar dos alunos apontando problemas no processo de ensino aprendizagem e as necessidades de mudanças para a busca por resultados, quais seriam as formas que as/os educadoras/es dispõem para enfrentar o desafio de incluir as tecnologias digitais em seus planejamentos curriculares? A primeira delas, que deixei claro acima, é a urgente necessidade de que a escola e os professores reconheçam a presença e a importância dessas tecnologias no cotidiano de todos. Não é mais possível, nem mesmo admissível, que a escola continue negando essa realidade.</p>
<p>A partir desse reconhecimento, é necessário que a parte pedagógica e a gestão da escola sejam preparadas para o uso e o convívio dessas tecnologias em todos os campos do ambiente escolar. A partir de então, a escola deve partir para o trabalho com os alunos e a comunidade escolar numa situação de repensar o currículo escolar, partindo da situação real vivida naquele momento. Deve ser trabalhada com os alunos a autonomia no processo educativo, que deve ocorrer antes mesmo da introdução das tecnologias digitais. Através da autonomia é que teremos alunos e consequentemente uma sociedade informada, crítica e capaz de tomas decisões sem a tutela de governos. Com alunos autônomos podemos iniciar a introdução das Metodologias Ativas na Educação.</p>
<p>Estas podem começar pelo incentivo para a realização de pesquisas na internet com textos, imagens, visualização e produção de vídeos, infográficos, mapas mentais. Outra forma de trabalho, mais simples, pode ser o envio de conteúdo através de e-mails ou mesmo pelo aplicativo whatsapp. É possível criar uma rede colaborativa de informação e conhecimento, utilizando a ferramenta wiki para produção de conteúdo. Assim, terá início a aplicação das Metodologias de “Sala de Aula invertida” e também de “Ensino Híbrido”. A busca deve ser pelo envolvimento do aluno no processo de construção do conhecimento, ele não deve esperar e nem ser condicionado a receber esse conhecimento do professor.</p>
<p>Desta forma, educadores devem buscar conhecimento para enfrentar o desafio de considerar as tecnologias digitais em seus planejamentos curriculares. Um problema somente pode ser resolvido, após a aceitação de que ele existe. As tecnologias digitais devem ser pensadas e estudadas na escola e para a escola. Afinal, essa instituição de ensino está, obviamente, inserida nesse ambiente social. Da mesma maneira, a escola deve ser repensada, ressignificada. Ela não pode mais ser considerada como muros que a isolam da sociedade. Ela deve ser vista e preparada para ter a função de rede, somente desta forma ela fará sentido para os jovens que a frequentam.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Evolução da Tecnologia: da descoberta do fogo à Inteligência Artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vander de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2019 10:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assistente Pessoal & Inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito de tecnologia geralmente é relacionado apenas aos equipamentos tecnológicos que usamos na atualidade (televisor, computador, smartphone, videogames, inteligência artificial, dentre outros). No entanto, a tecnologia abrange uma gama muito maior de invenções e descobertas que passam pelas tecnologias digitais, a nanotecnologia utilizada pela medicina, mas também a descoberta do fogo, na Pré-História. Ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O conceito de tecnologia geralmente é relacionado apenas aos equipamentos tecnológicos que usamos na atualidade (televisor, computador, smartphone, videogames, inteligência artificial, dentre outros). No entanto, a tecnologia abrange uma gama muito maior de invenções e descobertas que passam pelas tecnologias digitais, a nanotecnologia utilizada pela medicina, mas também a descoberta do fogo, na Pré-História. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, a evolução da tecnologia está intimamente relacionada à história do homem na Terra, embora com o advento do capitalismo e principalmente da Revolução Industrial esse processo tenha se acelerado. Podemos dizer que tecnologia diz respeito a muitas outras coisas além das máquinas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conceito engloba a totalidade de coisas que o cérebro humano conseguiu criar ao longo do tempo, suas formas de uso, suas aplicações. E elas,  as tecnologias, têm trazido mudanças de grande impacto à sociedade e são vistas, por muitos, como a solução para vários de nossos problemas.</span></p>
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<h3><span style="font-weight: 400;">As Tecnologias Digitais</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o Glossário Ceale (Centro de alfabetização, leitura e escrita) da Universidade Federal de Minas Gerais, a tecnologia digital é um conjunto de tecnologias que permite, principalmente, a transformação de qualquer linguagem ou dado em números, isto é, em zeros e uns (0 e 1). Os computadores fazem a tradução dessa sequência numérica e nos oferecem, em formato final, uma imagem, um som, um texto, ou a junção de todos eles. A tecnologia digital se contrapõe à tecnologia analógica, que fazia uso de uma materialidade diferente para existir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até chegarmos ao patamar de desenvolvimento das tecnologias digitais observado hoje, a humanidade percorreu um longo caminho, no qual sucessivas gerações de homens e mulheres da ciência deixaram suas contribuições. Desde a criação do primeiro código binário por <strong>Francis Bacon</strong>, dos logaritmos de <strong>John Napier</strong> para facilitar as operações matemáticas e do sistema binário de <strong>Leibnitz</strong>, ainda nos séculos XVI e XVII, passando pelos sistemas de cartões perfurados e pelas primeiras máquinas portáteis de calcular no século XIX, até a concepção e construção dos primeiros computadores, na década de 1940. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a 2ª Guerra Mundial (1945), as tecnologias digitais, e também as tecnologias de comunicação e informação, conheceram um desenvolvimento sem precedentes, impulsionado pela busca de supremacia econômica e bélico-militar por parte das grandes potências mundiais (Estados e União Soviética). A evolução e a confluência das tecnologias digitais com as novas tecnologias de informação e comunicação marcaram toda a segunda metade do século XX, sobretudo, a partir do desenvolvimento da internet, iniciado em 1969 com a criação da <strong>ARPANET</strong>, que ligava inicialmente departamentos de pesquisa e entidades militares estadunidenses e sua posterior popularização, na década de 1990. O uso das tecnologias digitais é notado em vários equipamentos que utilizamos frequentemente como smartphones, computadores, videogames, máquinas fotográficas, lousas digitais e até mesmo as urnas eletrônicas em que votamos atualmente. A partir da tecnologia digital muitas outras tecnologias podem se desenvolver.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os chamados hipertextos (camadas de documentos interligados como textos, imagens, áudios e vídeos) funcionam como páginas sem numeração e assim, sem linearidade, possibilitando informações variadas sobre determinado tema. Através deles é possível &#8220;navegar&#8221; nas páginas e ter uma ideia apenas superficial do tema, em uma leitura rápida ou, a partir de alguns cliques, aprofundar-se nas informações sobre o assunto. Hipertextos reconfiguram as formas como temos acesso às informações. A facilidade estimula a interação e a interatividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A linguagem digital, através Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC’s), impõe mudanças cotidianas nas formas de acesso à informação, à cultura e ao entretenimento. Além disso, é capaz de influenciar, cada vez mais, a constituição de conhecimentos, valores e atitudes criando assim, uma nova cultura, a Cibercultura.</span></p>
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<h3><span style="font-weight: 400;">TIC ou TDIC?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O conceito das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC’s) é novo e se difere das tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) pela aplicação de elementos digitais. O termo <strong>TIC</strong> é o mais comum para se referir aos dispositivos eletrônicos e tecnológicos, incluindo-se computador, internet, tablet e smartphone, mas também abrange tecnologias mais antigas como a televisão, o jornal e o mimeógrafo, etc. (Kenski, 1998). Os termos são constantemente utilizados como sinônimos, mas apresentam uma pequena distinção conceitual, ao passo que <strong>TDIC</strong> engloba a tecnologia digital, presente em computadores, tablets, celulares, smartphones e qualquer outro dispositivo que permita a navegação na internet.</span></p>
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<h3><span style="font-weight: 400;">A evolução da web e das redes sociais</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A palavra web tem como significado “teia” ou “rede”. Com o surgimento da Rede Mundial de Computadores (World Wide Web) o termo web passou a designar a rede que conecta computadores por todo o mundo. A web evoluiu muito ao longo dos anos. Inicialmente, na versão 1.0, os usuários eram passivos e não podiam interagir com os conteúdos, apenas ler o que lhes era ofertado. Surge então a versão 2.0, um pouco mais inovadora e interativa, que traz aos usuários novas ferramentas que possibilitam a criação de páginas pessoais – os blogs – e apresenta também um novo universo de sons e imagens. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A chamada web 3.0 é uma evolução da 2.0 e tem como objetivo facilitar a vida dos usuários. Nessa versão é possível ter mais interatividade, além da maior quantidade e qualidade de informações oferecidas. Ambas as terminologias (Web 2.0 e Web 3.0) sofreram críticas por referirem-se apenas a um nome dado as evoluções da web e não a uma nova versão, um novo tipo de internet.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A evolução da internet abriu inúmeras possibilidades de novas formas de contato, encurtando distâncias e tempo e favorecendo a criação das Redes Sociais. Através delas, diante da tela de um computador, de um tablet ou de um smartphone é possível o contato virtual com milhões de pessoas, de diferentes partes do planeta. As pessoas podem conversar, trocar idéias, interagir e realizar outras formas de contato. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abriu também novas possibilidades de trocas de informações e de acesso a outras formas de conhecimento, antes restritas pelas condições geográficas. Estabeleceu uma mudança definitiva no processo de ensino aprendizagem . A internet mudou, também de forma profunda, as formas de comércio e de negócios pelo mundo, através das vendas virtuais.</span></p>
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<h3><span style="font-weight: 400;">A nova lógica tecnológica</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos afirmar que as novas TICs e TIDCs não são apenas suportes tecnológicos ou “bugigangas eletrônicas”, como ainda pode ser ouvido. Elas têm suas lógicas próprias, linguagens e maneiras de comunicar-se e estabelecer-se na sociedade. Através delas e com elas, a sociedade vai sendo modifica e as modificando. É necessário pensar, o tempo todo, que as tecnologias mudam o mundo, mas, ao mesmo tempo, elas são criadas por demandas sociais, ou seja, elas mudam o mundo porque o mundo as criou.</span></p>
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		<title>CIBORGUIZAÇÃO: as tecnologias digitais e a transformação do cotidiano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vander de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 16:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESPECIAL]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma análise superficial de nossa realidade nos revelará uma profunda presença da Tecnologia. As demandas pelo seu uso são tão constantes, que se tornaram naturalizadas. Elas fazem parte de ações corriqueiras como o pagamento do pão na padaria, por meio do cartão de débito automático, ou ainda facilitam as compras gerais por meio do comércio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Uma análise superficial de nossa realidade nos revelará uma profunda presença da Tecnologia. As demandas pelo seu uso são tão constantes, que se tornaram naturalizadas. Elas fazem parte de ações corriqueiras como o pagamento do pão na padaria, por meio do cartão de débito automático, ou ainda facilitam as compras gerais por meio do comércio eletrônico. Da mesma forma, os avanços da medicina e da própria ciência nos últimos anos estão ligados aos desenvolvimentos das tecnologias digitais. Estas também têm alterado a Educação formal em todo o mundo e potencializado as possibilidades de melhoria do processo de ensino-aprendizagem. Podemos afirmar desta forma, que as Tecnologias Digitais e a Cibercultura estão ocasionando profundas transformações em nossa maneira de ser, pensar e agir, criando o processo de ciborguização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos entender como Cibercultura, o “</span><b><i>Conjunto de práticas, atitudes, significados, modos de pensamento e de valores produzidos, experimentados e compartilhados no ciberespaço”. </i></b><span style="font-weight: 400;">Já ciberespaço “</span><b><i>é aqui compreendido como o território que surge da interconexão mundial dos computadores, a internet. Não se referindo apenas à infraestrutura material da comunicação digital, mas também ao universo de informações que ela abriga”. </i></b><span style="font-weight: 400;">Já a ciborguização é </span><b><i>“Incorporação das tecnologias digitais em nossos modos de existência, em nossas práticas cotidianas, em nossas condutas, em nossas formas de pensar e de gerir a vida. A ciborguização altera nossa existência e acontece em diferentes graus de intensidade. Há práticas altamente ciborguizadas, que requerem elevado nível de conhecimentos cibernéticos, e outras nem tanto”. Esse termo vem do conceito de ciborgue: Originalmente o termo se refere a um organismo cibernético, um híbrido de máquina e organismo. Com a multiplicação dos artefatos tecnológicos, nos últimos tempos, a noção de ciborgue tem-se ampliado para toda pessoa que tem sua existência mediada pela tecnologia digital.O que caracteriza o ciborgue é justamente o hibridismo, a mistura, a montagem que desmancha qualquer tipo de dualismo em sua composição. A “confusão” de limites entre organismo/máquina, natural/artificial, natureza/cultura se combina na configuração do ciborgue”.</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O exemplo e símbolo maior desse caminho para a ciborguização e das mudanças de comportamento e relacionamentos sociais é </span><b>smartphone! </b><span style="font-weight: 400;">Resultado da evolução tecnológica do telefone celular criado na década de 1990, o smartphone é um aparelho que reúne várias funções como câmera fotográfica, gravador de vídeo, compartimento de arquivo, calculadora, envio e recebimento de arquivos de áudios e vídeos, aplicativos para conversas, dentre outras, além das funções “originais”: falar e receber chamadas. Enfim, ele é um computador de mão, adaptado para o uso diário e constante. Fruto de uma “necessidade criada”, o smartphone é hoje a maior mostra de como as tecnologias alteraram e continuam a alterar nossa forma de existir. Há pessoas, muitas delas, que não vivem e não conseguem se imaginar vivendo sem esse aparelho. Utilizam-no a todo o momento da vida e estão conectados a ele como se os dois fossem um único ser.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Podemos concluir então que a presença da tecnologia em nossas vidas é inevitável e irreversível. Da mesma forma, não se pode deixar de perceber os efeitos que a sua presença e o seu uso trazem para todos que estão envolvidos. Temos exemplos claros quando pensamos no filme “Her” (</span><a href="https://www.google.com/search?client=firefox-b&amp;q=ela+spike+jonze&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3yCk0S0syVeIAsc0Ksi20xLKTrfTTMnNywYRVSmZRanJJftEiVv7UnESF4oLM7FSFrPy8qlQAJxEsm0IAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiMk9v2nPHiAhWGJLkGHTzFAVsQmxMoATAgegQIERAK"><span style="font-weight: 400;">Spike Jonze</span></a><span style="font-weight: 400;">, 2014) que conta a história de um escritor que se apaixona pelo sistema operacional de seu computador, a Inteligência Artificial. Ou ainda os magníficos episódios da série “Black Mirror” (</span><a href="https://www.google.com/search?client=firefox-b&amp;q=black+mirror+charlie+brooker&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3yMgoNjUwU-IEsU1STLKStBSzk630S8qAKL6gKD-9KDHXCkorJBelJpbkFy1ilUnKSUzOVsjNLCrKL1JIzkgsyslMVUgqys_PTi0CACj3EKZbAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjlgdignfHiAhU2GrkGHRNnDjEQmxMoATAlegQIEBAM"><span style="font-weight: 400;">Charlie Brooker</span></a><span style="font-weight: 400;">, 2011), da empresa de streaming NETFLIX (o serviço de streaming também é resultado do avanço tecnológico) que explicitam os efeitos pessoais e sociais do uso da tecnologia (os dois possíveis de serem acessados pelo smartphone) Inicialmente uma pessoa menos afeita e mais cética às questões tecnológicas pode afirmar que esses dois exemplos são trabalhos de ficção. Porém, podemos considerar que os dois trabalhos midiáticos realizam problematizações sobre questões reais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como então lidar com essa situação que traz mudanças tão significativas? Podemos pensar que o primeiro passo é “aceitar” a sua existência e o seu poder de mudança. Não será produtivo demonizar e lutar contra essa realidade tecnológica. Aceitar a situação deve começar pela tentativa de entendimento do funcionamento de sua dinâmica social. Não se pode acreditar que o que ocorre a partir das tecnologias é apenas virtual, que não exista no “mundo real”. Além disso, é necessário constatar os benefícios trazidos pela tecnologia, como a possibilidade de muitas e diferentes formas de aprendizado. O acesso quase ilimitado ao conhecimento. É a Educação 3.0. Desta forma, é fundamental conhecer mais sobre a tecnologia e como ela afeta nossa vida cotidiana para podermos fazer um melhor uso dela. É necessário perceber como a tecnologia cria condições para que refaçamos, cotidianamente, nossa relação com os outros e nossa própria relação com a tecnologia. As mudanças estão transformando nossa maneira de ser, de agir e de viver o mundo. O conceito de ciborguização pode assustar, mas, ele tem também o poder de nos alertar para uma realidade latente que estamos vivendo.</span></p>
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