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	<title>Arquivos Biologia | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos Biologia | Tecnoveste</title>
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		<title>Uma solução para fazer boas anotações nas aulas? A Folha Cornell!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 10:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você pode até encontrar uma boa aula no Youtube ou postada pelo seu professor. Mas apenas assisti-la poderá não oferecer uma memorização de longo prazo. Para isso é necessário fazer boas anotações. Quer uma dica referendada cientificamente sobre como fazê-las? Apresento a vocês&#8230; a folha Cornell! A folha Cornell foi difundida por Walter Pauk. Walter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode até encontrar uma boa aula no Youtube ou postada pelo seu professor. Mas apenas assisti-la poderá não oferecer uma memorização de longo prazo. Para isso é necessário fazer boas anotações.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25469" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?resize=687%2C354&#038;ssl=1" alt="" width="687" height="354" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?w=687&amp;ssl=1 687w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?resize=300%2C155&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 687px) 100vw, 687px" /></a></p>
<p>Quer uma dica referendada cientificamente sobre como fazê-las? Apresento a vocês&#8230; a folha Cornell!</p>
<p>A folha Cornell foi difundida por Walter Pauk. Walter Pauk (1914-2019) foi doutor em psicologia da educação, professor da Universidade de Cornell (EUA) e reconhecido por suas publicações na área da aprendizagem. Foi diretor do Reading Study Center na Universidade de Cornell. Desenvolveu algumas estratégias de ensino e sintetizou outras no livro: &#8220;How to Study in College&#8221; (livro que está na 11a. edição). Como auxiliar para tomar &#8220;boas anotações&#8221; e considerar os mecanismos de memória sobre a informação adquirida é necessário recursos metodológicos. A aprendizagem tem seu início, com a reunião de informações, que podem vir de diferentes origens. A narrativa de uma aula seja presencial ou on-line (gravada ou síncrona) proporciona o que Pauk chama de material &#8220;cru&#8221;. Os alunos passam muito tempo acumulando informação nesse estado. Como organizá-las e sistematizá-las para que façam sentido entre si e sejam consolidadas na memória? É então que Pauk introduz a ideia do que chama sistema Cornell. Vamos conhecê-la?</p>
<p>Fazer boas anotações em uma folha consiste em ter nela uma área flexível de notas, uma área para sumário e uma área para &#8220;pistas&#8221;, tópicos-chaves para o anotado. É assim que ela funciona!</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25470" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=451%2C339&#038;ssl=1" alt="" width="451" height="339" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?w=451&amp;ssl=1 451w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></a></p>
<p>Nessa sequência, a primeira parte a ser utilizada é a coluna “anotações”. Nela, o aluno faz notas curtas (“telegráficas”) sobre o que está assistindo. Então, enquanto assiste o vídeo, pode interrompê-lo com o “touch” ou o teclado para se apropriar da informação e transferi-la sob forma de anotação.</p>
<p>Depois disso, tenta organizar de forma mais conectada, sob forma de resumo, as anotações iniciais. Por fim, usa a “coluna das pistas”. São perguntas ou palavras-chaves que, posteriormente, na hora de estudar, tentará responder ou definir, tampando com a mão, a “coluna das notas”.</p>
<p>Bora tentar? Escolha o vídeo! Faça suas anotações! Use a Folha Cornell e multiplique a sua aprendizagem!</p>
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		<title>Landell: Padre, brasileiro, cientista &#8211; nas (primeiras) ondas do rádio!</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/landell-padre-brasileiro-cientista-nas-primeiras-ondas-do-radio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 20:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um telefone sem fio. Hoje, pensaríamos no celular.  Um pouco antes, pensaríamos naqueles com um dock na mesa mas com a liberdade de andar pela casa e depois devolvê-lo para a base. No fim do século XIX, no entanto, poderíamos estar falando do aparecimento do rádio? Se sim, quem foram seus pioneiros? Olha só que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um telefone sem fio. Hoje, pensaríamos no celular.  Um pouco antes, pensaríamos naqueles com um <em>dock</em> na mesa mas com a liberdade de andar pela casa e depois devolvê-lo para a base. No fim do século XIX, no entanto, poderíamos estar falando do aparecimento do rádio?</p>
<p>Se sim, quem foram seus pioneiros? Olha só que interessante! Assim como no caso do avião, paira um “interessado” mistério no ar: quem foi o seu precursor? Quem teria sido o inventor? E, em ambos os casos, temos um brasileiro como centro das discussões: Santos Dumont e o Padre Landell.</p>
<p>Padre Roberto Landell de Moura (1861-1928) foi um dos precursores do rádio, não hesitemos em dizer. Nasceu em Porto Alegre. Estudou por aqui até o equivalente ensino médio na época e mais tarde, foi para Roma. Na Itália, graduou-se em Física, Química, Teologia e Filosofia. Em 1886, tornou-se sacerdote, retornando ao Brasil. Uma paixão desenvolveu-se em todo esse tempo: a ciência. Inventor e entusiasta da eletricidade – o galvanismo! – celebrado na obra marcante de Mary Shelley (Frankstein, em 1818). Paixão essa comunicada diretamente ao Imperador D. Pedro II, outro fã do progresso científico.</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-26084" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?resize=600%2C360&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="360" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>O telégrafo já existia (1835). O telefone (com fios) já existia (1875). Landell produziu um aparelho com uma capacidade nunca vista: um transmissor de voz sem fios.  A transmissão ocorreu provavelmente no final do século XIX (entre 1893 e 1894), mas o detalhamento dela ainda é desconhecido. Documentada pelo <em>Jornal do Commerc</em>io, foi uma transmissão feita em 1899. A transmissão teria ocorrido a partir do Colégio Santana para uma residência, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. Em linha reta, seriam 8km. Ninguém sabe o que teria sido dito e nem por quem. Algo do qual não se tem dúvidas é de que efetivou a transmissão da palavra falada em ondas eletromagnéticas.</p>
<p>Patenteou suas descobertas no Brasil e nos Estados Unidos. Mas nada foi fácil. A condição eclesiástica e seu alinhamento com a ciência e o progresso incomodava (foi advertido oficialmente por seus superiores por três vezes). No entanto, queria mostrar que a Igreja não era inimiga da ciência e do progresso humano. Teve seu laboratório vandalizado por “devotos” que o acusavam de estar usando a seus equipamentos para “falar com os mortos”. Percebeu-se na condição de censurado e sentiu-se como Galileu, a ponto de chegar a escrever sob pseudônimo para evitar a fúria de alguns. Entre tanta resistência, em um país sem tradição científica e periférico, sem apoio logístico, financeiro e institucional, seu feito se torna ainda mais histórico.</p>
<p>Landell foi o primeiro ser humano que a transmitir voz ou ruídos sem fio por ondas eletromagnéticas, muito antes do premiado com o Nobel, o italiano Marconi.  Marconi, Tesla, Morse, Bell, Hertz, Popov, Fessenden… Todos eles estão presentes como pioneiros na associação da comunicação com a eletricidade e as ondas eletromagnéticas. São iniciadores de uma revolução da qual usufruímos em outra escala atualmente, atingindo a “Galáxia de Gutemberg”. Nesta galeria, é absolutamente necessária a presença de Padre Landell. Os veículos de telecomunicação e, particularmente, o rádio deve a este homem a merecida e permanente saudação de todos. Sobretudo em tempos tão sombrios para se fazer e falar de ciência.</p>
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		<title>Dia Nacional da Doação de Órgãos: Salvar Vidas e Renovar Esperanças &#8211; História Inspiradora de Sobrevivência e Solidariedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 15:43:31 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <strong>27 de setembro</strong>, celebramos o Dia Nacional da Doação de Órgãos, um momento que destaca a importância desse gesto que pode salvar vidas. No mês passado, o apresentador Fausto Silva, que recebeu um novo coração, trouxe à tona a relevância desse ato solidário. Doar órgãos pode beneficiar e preservar a vida de, pelo menos, dez pessoas. Atualmente, no Brasil, há uma lista de espera com 65 mil indivíduos aguardando por transplantes de órgãos, sendo o rim o órgão mais demandado, com mais de 36 mil pacientes à espera. A córnea é o segundo órgão mais requisitado, com aproximadamente 25 mil pessoas na fila, seguida pelo fígado, com 2.228 solicitações, de acordo com dados do Ministério da Saúde. O transplante de medula também apresenta uma fila significativa, com 650 pessoas, conforme informações do Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (Redome).</p>
<p>Entre janeiro e junho de 2023, o país registrou 1,9 mil doadores efetivos de órgãos, de acordo com dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Esse número representa um aumento de 16% em relação ao mesmo período de 2022 e é o maior dos últimos 10 anos. Os órgãos mais doados foram os rins, seguidos do fígado e do coração. No entanto, no ano anterior, cerca de 42% das famílias não consentiram com a doação, mesmo quando a morte encefálica estava comprovada, conforme dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Apenas menos de 20 em cada um milhão de pessoas são doadoras de órgãos, agravando a fila de espera por um transplante.</p>
<p>Os órgãos que podem ser doados incluem coração, rins, pâncreas, fígado, pulmões, além de tecidos como córneas, pele, ossos, válvulas cardíacas, cartilagem, medula óssea e sangue de cordão umbilical. Alguns desses órgãos podem ser doados durante a vida, como um dos rins, metade do pulmão, parte do fígado e a medula. Outros só podem ser doados após a morte encefálica, que geralmente resulta de traumatismo craniano ou AVC (acidente vascular cerebral).</p>
<p>Todos os anos, diversas ações são realizadas, a fim de aumentar a abrangência de potenciais doadores e apoiar a doação, e neste ano, a campanha “Transforme-se” tem este objetivo. O projeto acontecerá entre os meses de setembro e dezembro e vai contar com uma série de vídeos documentais, em que transplantados contam suas histórias de vida e todo o processo de receber um novo órgão, além de postagens e publicações que visam a conscientização.</p>
<p>A campanha é apoiada por algumas organizações sociais, entre elas o Instituto do Bem, Instituto Gabriel, Associação da Medula Óssea (AMEO) e Associação Brasileira de Transplantados (ABTX), e busca passar a mensagem de que, por meio da doação, a vida de outras pessoas pode continuar. O ato é também a esperança que renasce para quem está na fila.</p>
<p>Uma das pessoas beneficiadas por um novo órgão e que teve uma nova chance de viver, foi a fotógrafa Priscilla Fiedler. Ela, que sempre teve uma rotina saudável, começou a passar mal, e logo que foi ao médico descobriu que estava com um quadro de anemia, desenvolvida por conta de uma doença renal crônica. Neste momento, ela teve duas opções, a de iniciar o tratamento de cabeça erguida ou se entregar à doença, e a segunda opção não passou por sua cabeça um dia sequer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>“Um dia eu estava trabalhando e no outro eu estava no hospital fazendo hemodiálise. Não foi uma doença progressiva em que eu fui fazendo tratamento. Eu descobri de um dia para o outro e foi bastante impactante, mas eu resolvi levar isso e aceitei fazer o tratamento”, explica Priscilla.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>A espera</strong></h2>
<p>Desde o início do tratamento, a fotógrafa mergulhou na agonia de integrar a fila de transplante, dando início a uma espera que parecia uma jornada infinita em busca da ligação de esperança tão ansiada. Seis meses se arrastaram de forma tortuosa, cada dia de hemodiálise uma provação insuportável. Apesar da aparente brevidade da espera, para ela, esses seis meses foram uma eternidade, carregada de incerteza e angústia. Ela acredita que a raridade da compatibilidade sanguínea desempenhou um papel crucial nessa espera interminável.</p>
<p>Embora a fila de transplante siga uma ordem cronológica, ela está repleta de prioridades baseadas na gravidade dos casos e na compatibilidade entre doador e receptor. A média de espera por um rim, que era a esperança de Priscilla, costuma ser de três a quatro anos. No entanto, de alguma forma, a fotógrafa conseguiu vencer as estatísticas e receber seu transplante muito antes do previsto.</p>
<p>“Tem que ter a cabeça fria, porque quando você enfrenta uma doença, você tem que ter em mente que vai dar certo e sempre esperar o melhor, além de tentar levar a vida da melhor forma possível, antes e depois. Eu me preocupo muito mais com a saúde do que antes e faço muitos exames de rotina”, destaca a fotógrafa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>A vida após o transplante</strong></h2>
<p>O transplante ocorreu em 2019, e após a cirurgia, uma nova Priscilla nasceu. “Foram diversas transformações, na saúde, na mentalidade e na vida por completo. Tudo aquilo que você pensava antes, você passa a pensar de uma forma diferente e passa a ter uma outra visão do seu dia a dia, além de dar valor a coisas que antes não dava. Muda muito nossa cabeça depois disso”.</p>
<p>Cinco anos depois, Priscilla leva uma vida normal e cheia de esperança. Em analogia ao seu trabalho, a fotógrafa explica que da mesma forma em que ela aumenta a autoestima de diversas pessoas por meio de suas lentes, em sua vida ocorreu da mesma forma, tendo uma verdadeira renovação e novas formas de ver o mundo e todos ao seu redor.</p>
<p>“Quando uma pessoa é doadora de órgãos ela fornece a vida e a esperança para outra pessoa que está esperando na fila. Imaginamos que salvar uma vida é um poder de super-herói, ou de um bombeiro ou um policial, mas você também tem esse poder. É uma decisão para a vida toda, e você tem que se sentir orgulhoso disso”, finaliza a fotógrafa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Como se tornar um doador de órgãos?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Critérios para Doação de Órgãos e Medula Óssea: Conheça as Regras e Possibilidades</h3>
<p>Doar órgãos é um ato de generosidade e solidariedade que pode salvar vidas. No entanto, existem diretrizes e critérios importantes que devem ser seguidos para tornar-se um doador. Aqui, apresentamos informações essenciais sobre a doação de órgãos e medula óssea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Requisitos para Doação de Órgãos</h3>
<p>Para ser um &#8220;doador vivo&#8221;, é fundamental atender aos seguintes critérios:</p>
<ul>
<li><strong>1. Boas Condições de Saúde: </strong>O doador deve estar em boa saúde para minimizar riscos durante a doação.</li>
<li><strong>2. Avaliação Médica: </strong>É necessário passar por avaliações médicas para determinar a adequação da doação.</li>
<li><strong>3. Capacidade Jurídica: </strong>O doador deve ser capaz juridicamente de tomar essa decisão.</li>
<li><strong>4. Consentimento: </strong>O mais crucial é que o doador concorde voluntariamente com a doação.</li>
</ul>
<p>Legalmente, parentes próximos, como pais, irmãos, filhos, avós, tios e primos, podem ser doadores. No entanto, se a doação for destinada a alguém que não seja parente, é necessária autorização judicial.</p>
<p>A idade e o histórico médico não são barreiras para ser um potencial doador. A viabilidade da doação de órgãos e tecidos é determinada com base na avaliação corporal por meio de exames clínicos, de imagem e laboratoriais no momento do óbito. É crucial comunicar à família o desejo de ser doador, uma vez que, no Brasil, a realização de transplantes de órgãos depende de autorização familiar.</p>
<p>Existem algumas restrições: pessoas com diagnóstico de tumores malignos, doenças infecciosas graves agudas ou doenças infectocontagiosas, incluindo HIV, hepatites B e C, e doença de Chagas, não podem ser doadores. Além disso, aqueles diagnosticados com insuficiência de múltiplos órgãos, afetando o coração, pulmões, fígado e rins, não podem doar esses órgãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Doação de Medula Óssea</h3>
<p>A doação de medula óssea é outro ato nobre que pode proporcionar esperança a pacientes em necessidade. O processo envolve os seguintes passos:</p>
<ul>
<li>1. <strong>Cadastro no Redome:</strong> Para ser um doador de medula óssea, basta se cadastrar no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).</li>
<li>2. <strong>Coleta de Amostra de Sangue:</strong> Uma amostra de sangue (10 mL) é coletada para realizar o exame de tipagem HLA.</li>
<li>3. <strong>Doação:</strong> Quando um receptor compatível é identificado, o doador é convidado a realizar a doação, que ocorre em um centro cirúrgico.</li>
</ul>
<p>Doar medula óssea é uma maneira de oferecer uma segunda chance de vida a pessoas com doenças graves do sangue. A solidariedade e o comprometimento dos doadores são inestimáveis para aqueles que aguardam ansiosamente por um transplante. A doação de órgãos e medula óssea continua a ser um ato de esperança e amor ao próximo.</p>
<p>Para acessar a campanha, clique <a href="https://www.youtube.com/watch?v=vDR4wrDiCYg" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DvDR4wrDiCYg&amp;source=gmail&amp;ust=1695911897925000&amp;usg=AOvVaw3iWRZilwb8_cKqOk_A9Btw">aqui</a>, ou confira as redes sociais.</p>
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		<title>Lúpulo: o que é, para que serve e como contribui para a composição de uma boa cerveja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amauri Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Apr 2023 10:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[aromatizante]]></category>
		<category><![CDATA[bebida]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Laws]]></category>
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		<category><![CDATA[conservante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O lúpulo, planta responsável pelo amargor da cerveja, é a paixão de muitos cervejeiros, no entanto, ele nem sempre fez parte da produção de cerveja, cujos primeiros registros de seu uso aparecem na Idade Média. A primeira referência à cerveja fermentada com lúpulo data do ano de 822, de um monastério às margens do rio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/busca/Humulus+Lupulus?p_auth=e5OHQa27">lúpulo</a>, planta responsável pelo amargor da cerveja, é a paixão de muitos cervejeiros, no entanto, ele nem sempre fez parte da produção de cerveja, cujos primeiros registros de seu uso aparecem na Idade Média.</p>
<p>A primeira referência à cerveja fermentada com lúpulo data do ano de 822, de um monastério às margens do <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Weser">rio Wesser</a>, na Alemanha, que ao levar o lúpulo à bebida, a intenção era apenas a de conservar a cerveja por mais tempo.</p>
<p>O Lúpulo, também chamada de pé-de-galo é uma liana, ou seja, plantas cipós e trepadeiras que são do grupo de plantas que germinam no solo e mantêm-se enraizadas no solo durante toda sua vida.</p>
<p>São da espécie Humulus Lupulus, da família Cannabaceae, nativa da Europa, Ásia ocidental e América do Norte. É uma planta dioicia, ou seja, na os sexos se encontram separados em indivíduos diferentes, sendo que na cervejaria utilizamos a planta do sexo feminino.</p>
<p>A planta é perene, herbácea, que cresce brotos no início da primavera e definha como um rizoma endurecido que é um caule que cresce horizontalmente que pode ter porções aéreas deste caule.</p>
<p>E exatamente por esse amargor, hoje tão apreciado por uma parcela dos degustadores, o lúpulo demorou agradar os consumidores da época. Apesar dessa resistência, no ano de 1400, o lúpulo já era bastante difundido entre as cervejarias alemãs.</p>
<p>Durante o século XV, ele se tornou o mais popular conservante e aromatizante de bebidas do Reino Unido. Isso fez com que a incidência do uso de outros aromatizantes, como o mel, frutas, canela e gengibre diminuíssem.</p>
<p>O que muitos não sabem é que a utilização desta planta varia de acordo com o estilo da cerveja produzida, já que a quantidade e as características do lúpulo utilizado alteram o paladar e o aroma da cerveja.</p>
<p>Os componentes mais importantes desta planta para o processo cervejeiro são os óleos essenciais, os polifenóis e as resinas, e estes componentes variam diante das variedades encontradas no mercado.</p>
<p><strong>International Bitterness Units</strong> é uma escala normativa de amargor utilizada como referência na fabricação e classificação de vários tipos de bebida. Encontramos no mercado cervejas das mais suaves às mais amargas, mas, a partir dos 100 ou 120 IBU a diferença passa a não ser mais percebida em nosso paladar.</p>
<p>O fato é que uma cerveja com doses altas de maltes, principalmente os especiais, tende a esconder altos índices de IBU. Além da intensidade do amargor existe a qualidade deste amargor, e aí entra o toque do cervejeiro para encontrar o ponto de equilíbrio para cada criação e cada estilo.</p>
<p>Para exemplificar vamos ver as taxas de amargor de alguns estilos, conforme indicado no guia BJCP (Beer Judge Certification Program):</p>
<ul>
<li>Pilsen: 8-18 IBU</li>
<li>IPA: 40 – 60 IBU</li>
<li>Weiss (trigo): 8 – 15 IBU</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Curiosidades</h2>
<p>Pode ser fatal para cães e gatos. O contato não é comum, mas para quem produz cerveja em casa, vale a pena informar. O lúpulo jamais deve ser ingerido por seu cão ou gato, pois é altamente tóxico para eles, provocando ataque epilético, problemas no coração e pode até causar a morte.</p>
<p>O Lúpulo é parente da maconha, pertencem à mesma família, a Cannabaceae, porém, o lúpulo não tem propriedades alucinógenas em nenhuma forma de consumo.</p>
<p>De acordo com <strong>Bill Laws</strong> em seu livro &#8220;50 plantas que mudaram o rumo da história&#8221;, no século XXI, uma garrafa de ale e uma garrafa de cerveja são vistas como a mesma coisa, entretanto, no século XII a ale era produzida sem adição de lúpulo, diferentemente da cerveja. Foi a adição das flores de lúpulo ao processo cervejeiro que fez com que a ale fosse transformada em cerveja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ul>
<li>HORNSEY, Ian S. A History of Beer and Brewing: Cambridge-UK: The Royal Society of Chemistry, 2003.</li>
<li>KUNZE, Wolfgang. Tecnología para Cerveceros y Malteros, Berlim: VLB 2006</li>
<li>SENAI, Tecnologia Cervejeira, Rio de Janeiro: 2014</li>
<li>HAMPSON, Tim. O Livro da Cerveja, Londres-UK – Editora Globo S/A.</li>
<li>HIERONYMUS, Stan. – Lúpulo, Belo Horizonte: 2020 – Editora Krater</li>
</ul>
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		<title>O fim do sono: como a diminuição de horas bem dormidas está afetando a nossa sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Feb 2023 14:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para que dormir? Todos acordados! Dá mais tempo para trabalhar, para estudar, para fazer mais coisas, para comprar, para consumir. Dormir, na modernidade, é sinal de fragilidade. Quem dorme muito, é taxado de fraco, pouco produtivo, não quer trabalhar, deprimente (por favor, não é verdade!). O governo dos Estados Unidos tem estudado a atividade cerebral [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para que dormir? Todos acordados! Dá mais tempo para trabalhar, para estudar, para fazer mais coisas, para comprar, para consumir.</p>
<p>Dormir, na modernidade, é sinal de fragilidade. Quem dorme muito, é taxado de fraco, pouco produtivo, não quer trabalhar, deprimente (por favor, não é verdade!).</p>
<p>O governo dos Estados Unidos tem estudado a atividade cerebral de aves migratórias para entender como um longo estado de vigília não os afeta, isto é, como conseguem ficar dias acordados sem nenhum problema fisiológico. Quem sabe, a partir dos resultados, possam diminuir ou até cessar a atividade do sono em humanos sem prejuízos neurológicos e comportamentais. Quem sabe desenvolver uma pílula que tomaríamos todos os dias para não dormir. Seria o fim do sono? Como <em>Jonathan Crary</em> escreveu em <em>24/7: Capitalismo tardio e os fins dos sonos</em>. 24 horas, 7 dias por semana. O tempo todo acordado.</p>
<p>Nosso sono já está desaparecendo. O excesso de atividades, os pensamentos múltiplos, o medo, a preocupação, a ansiedade têm usurpado-nos muitas horas de sono, talvez todas. O uso excessivo das telas tem efeito comprovadamente danoso à qualidade do sono (dica: não use as telas a 1h30 do seu horário de dormir, muito menos as use durante a madrugada quando acordamos repentinamente). Nos adolescentes, ainda tem a contribuição natural para o desregramento do sono.</p>
<p>Em suma, uma vida agitada tem sido antídoto para o sono.</p>
<p>Multiplicam-se soluções químicas para noites maldormidas. De melatonina a opioides, passando por alguns antidepressivos. Dorme-se às custas de fármacos caros e com outros efeitos. É a artificialização e a capitalização do sono.</p>
<p>O sono é fundamental para descansar, mas também tem diversas outras importâncias. Durante o sono, genes são ativados e neurossubstâncias são liberadas; elas melhoram regiões poderosas como a da memória. Durante o sono, há uma significativa remoção de neurotoxinas adquiridas durante o dia, uma verdadeira faxina cerebral.</p>
<p>Sim! Dormir faz muito bem para a memória!</p>
<p>Sim! Dormir ajuda a higienizar o cérebro!</p>
<p>Mas o mundo gira alheio a essas necessidades. Há uma ditadura da vigília, uma ditadura do dormir-pouco. Se as coisas continuarem como estão, em breve, dormir será um ato de rebeldia.</p>
<p>Diante de tantas notícias sobre a importância do sono o que estamos fazemos para garanti-lo?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O cérebro adolescente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 00:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Dominguinhos cantava assim (Xote das meninas)&#8230; De manhã cedo já tá pintada Só vive suspirando, sonhando acordada O pai leva ao doutor a filha adoentada Não come, nem estuda, não dorme, não quer nada Ela só quer Só pensa em namorar Ela só quer Só pensa em namorar Mas o doutor nem examina Chamando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Dominguinhos cantava assim (Xote das meninas)&#8230;</p>
<p><em>De manhã cedo já tá pintada</em><br />
<em>Só vive suspirando, sonhando acordada</em><br />
<em>O pai leva ao doutor a filha adoentada</em><br />
<em>Não come, nem estuda, não dorme, não quer nada</em></p>
<p><em>Ela só quer</em><br />
<em>Só pensa em namorar</em><br />
<em>Ela só quer</em><br />
<em>Só pensa em namorar</em></p>
<p><em>Mas o doutor nem examina</em><br />
<em>Chamando o pai do lado, lhe diz logo em surdina</em><br />
<em>Que o mal é da idade e que pra tal menina</em><br />
<em>Não tem um só remédio em toda medicina</em></p>
<p>O adolescente é uma categoria geracional historicamente desassistida, pensada sempre por meio da pergunta: &#8220;o que você vai ser quando crescer?&#8221; em vez de &#8220;o que você é hoje? E ainda tem fama de inconsequente, desobediente, desengonçado, tedioso, erotizado, enfurnado no quarto, mais suscetíveis às drogas (cigarro eletrônico, cigarro comum, álcool, maconha&#8230;). Muitas pessoas dão como certo que a causa é dos &#8220;hormônios aumentados&#8221; (&#8220;o <em>mal</em> é da idade&#8221;). Não é bem isso que acontece&#8230;</p>
<p>O certo é que o cérebro sofre mudanças consideradas radicais por volta dos 14, 15 anos. Três dessas transformações respondem muita coisa: o circuito de recompensa, o mapeamento corporal e o desenvolvimento do pré-frontal.</p>
<p>O sistema límbico está ligado ao sistema de recompensa do cérebro. Pois é. Acontece que esse sistema perde diversos receptores para neurotransmissores como a dopamina e a serotonina. Isso espatifa o conceito de prazer conhecido na infância. É aí que surge comentários dos pais (que bem conheço como coordenador pedagógico): &#8220;não reconheço mais meu filho&#8221;, &#8220;ela nunca tinha dado trabalho&#8221;, &#8220;ele era tão família e só quer saber do celular e dos amigos&#8221;. Tudo certo até aqui, ao menos existe uma explicação científica para esse comportamento. Os estímulos do passado não fazem tanto sentido porque não desencadeiam motivação (sensação da antecipação da recompensa). Eles precisam de novos estímulos! Fora de casa&#8230; ou em ambiente virtual. A fase é dos amigos! Adolescente, esse intrépido ser que procura incansavelmente por estímulos. Insaciável! Enquanto não há estímulos interessantes, ele pratica o tédio (que tem o seu valor!).</p>
<p>&#8220;Meu corpo mudou!!! Eu não sou mais eu!&#8221; Com a fase do crescimento em apogeu, o corpo se modifica sob a batuta hormonal do GH (&#8220;growth hormone&#8221; ou hormônio do crescimento). Um corpo mudando em tamanho e genitalizando resulta em uma confusão cerebral! Um novo mapeamento corporal deve ser realizado pelo cérebro. Até que se reajuste é feito o corpo muda novamente! Olhar no espelho ajuda nessa reconfiguração (eles gostam de espelho, né?).</p>
<p>O difícil percurso até a maturidade do córtex pré-frontal. Sim! O cérebro ao chegar à adolescência já está definido em tamanho e neurônios. No entanto, há todo um arranjo que deve ocorrer com mudança na proporção entre massa cinzenta e massa branca que vai dando contornos definitivos para um cérebro adulto. A última área a desenvolver (isso ocorre entre 18 e 19 anos &#8211; idade em que muitos países, como o Brasil, define como maioridade penal) é o córtex pré-frontal que fica bem na testa. Essa área é complexa e muito importante. Está ligada com planejamento, com previsibilidade de consequências e possíveis arrependimentos, tomada de decisão, autocrítica, autocensura.</p>
<p>Caramba! Peraí! Os adolescentes são desastrados, não conseguem avaliar riscos e ainda são propensos a assumir riscos?</p>
<p>Não exageremos&#8230; Essa fase maravilhosa do nosso desenvolvimento (aquela que eu mais gosto como educador!) representa uma passagem extremamente rica. Nessa fase, eles se interessam por diversos assuntos que absolutamente não fazem sentido para a maioria das crianças como aprendizagem que exigem pensamento abstrato (filosofia e política), apreciam músicas que enfrentam o sistema, moda própria, cabelos próprios, tatuagens, querem independência (ao menos no sentido cognitivo e moral), querem amar. Nesse sentido, as escolas devem procurar oferecer estímulos para esses caçadores, <em>fominhas</em> de dopamina! Debates, música, dança, teatro, pensamento crítico, esportes, feiras, ações sociais, viagens.</p>
<p>Vamos escolas! Façamos a nossa parte!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A neurociência precisa ir à escola!</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/a-neurociencia-precisa-ir-a-escola/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2023 22:24:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Suzana Herculano-Houzel é brilhante neurocientista brasileira. Vejamos questões muito interessantes sobre como ela se refere ao nosso cérebro e à neurociência. Em adição, seguem meus singelos comentários. A neurociência é considerada uma área do conhecimento relativamente recente: tem cerca de 150 anos, mas ganhou intensidade com a revolução das imagens cerebrais (o que aconteceu há [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Suzana Herculano-Houzel é brilhante neurocientista brasileira. Vejamos questões muito interessantes sobre como ela se refere ao nosso cérebro e à neurociência. Em adição, seguem meus singelos comentários.</p>
<p>A neurociência é considerada uma área do conhecimento relativamente recente: tem cerca de 150 anos, mas ganhou intensidade com a revolução das imagens cerebrais (o que aconteceu há cerca de 50 anos). Não é necessário ler o manual do cérebro para vivermos, é claro. Simplesmente o usamos. Mas, conhecendo o <em>modus operandi</em> dele, Suzana nos adverte: podemos ter uma vida muito mais interessante! E mais produtiva!</p>
<p>O cérebro é um órgão com pouco mais de 1kg. Isso representa cerca de 2% da nossa massa total. No entanto, ele necessita de 750 ml de sangue por minuto (uma garrafa de vinho!) e 20% de toda nossa alimentação (cerca de 500 kcal em 2.200 Kcal recomendadas diariamente). Trata-se de um órgão de alta atividade, mesmo quando estamos dormindo!</p>
<p>Sobre o cérebro, há vários mitos, chamarei-os aqui de <em>neuromitos</em>! O primeiro deles é o de que temos um hemisfério direito emotivo e um hemisfério esquerdo racional. Esquece. Emoção e razão não são excludentes, muito pelo contrário: não há como funcionarem de forma isoladas! Portanto, não há decisões lógicas, isso é <em>biofantasia</em>! Sempre atribuímos valores às nossas questões, dilemas, decisões por mais que acreditemos que estamos sendo puramente &#8220;racionais&#8221;. Não é uma conjectura, é ciência!</p>
<p>O segundo deles é sobre diferenças entre o cérebro masculino e o feminino. Há poucas diferenças efetivas entre eles. A principal delas é o interesse sexual. Em 90% das pessoas, o cérebro masculino tem interesse sexual por mulheres e vice-versa. Não há diferenças consistentes pré-determinadas entre os cérebros de homens e mulheres, exceto que o das mulheres pesa menos. Mas isso parece não fazer diferença. Sabia que o cérebro do Einstein tinha dimensões e pesos femininos? Einstein, queridos leitores, vocês reconhecem que ele é um símbolo da inteligência, certo? Pois é&#8230; Possíveis diferenças são muito mais contingenciais, cultural e historicamente determinadas. Portanto, meninas, nunca deixem que alguém questione seu potencial de ser matemática, engenheira, pilota, cientista, gestora. Não há nada no cérebro que justifique o contrário!</p>
<p>Por fim, um cuidado adicional (e maravilhoso!) é o com nossas crianças e nossos adolescentes. É que nessas idades, há duas grandes transformações cerebrais, uma em cada etapa (parece que Freud estava &#8220;adivinhando&#8221; esta dinâmica quando introduziu, a partir de suas observações, os dois complexos de Édipo, exatamente nos mesmos momentos). Por isso, educação e formação de educadores são tão irresistivelmente importantes! São inegociavelmente importantes! E para que tudo funcione da melhor forma possível, é necessário um aprendizado significativo dos estudantes, sustentado na motivação deles. Precisamos entender o quanto sumariamente importa isso na constituição de um sujeito e de um país.</p>
<p>A neurociência precisa ir à escola!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Perdedor? Quem não é?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Dec 2022 15:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assistindo um filme búlgaro, uma cena com três amigos, jovens adultos, um deles dispara em um papo existencial: &#8220;uma vez li uma definição para perdedor: alguém nascido na Bulgária&#8221;. Trata-se de &#8220;Perdedores&#8221;, representante da Bulgária no Oscar de 2016. Permitam-me uma reflexão para a frase do jovem. Eu diria: &#8220;Не, приятелю. Това не е добро [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assistindo um filme búlgaro, uma cena com três amigos, jovens adultos, um deles dispara em um papo existencial: &#8220;uma vez li uma definição para perdedor: alguém nascido na Bulgária&#8221;. Trata-se de &#8220;Perdedores&#8221;, representante da Bulgária no Oscar de 2016. Permitam-me uma reflexão para a frase do jovem. Eu diria: <span class="Y2IQFc" lang="bg">&#8220;Не, приятелю. Това не е добро определение!&#8221; </span>(Não, meu amigo. Não se trata de uma boa definição!)</p>
<p>Perder faz necessária parte de um processo que exige uma vitória, no caso, do outro. Assim, é por exemplo, no esporte. Práticas competitivas são frequentes na espécie humana, a maior parte delas, totalmente inventadas. Inventadas mas de consequências muito reais. Por mais que muitos não concordem, há uma biologia por trás da competitividade &#8211; antes, durante e&#8230; depois.</p>
<p>Perder faz tanto parte da vida que prefiro sugerir uma mudança de nome: em vez de &#8220;perdedor&#8221; substituir por &#8220;em situação de perda&#8221;.  Não é só um jogo de palavras. &#8220;Perdedor&#8221; é como uma sentença, &#8220;em situação de perda&#8221; revela transitoriedade. Essa abordagem pode ser muito mais poderosa do que imaginam, porque gera uma nova organização do pensamento e isso é muito importante. Sentimentos e pensamentos negativos são armadilhas perigosas para o momento e para o futuro. Hormônios são feitos em função disso, agem de maneira aumentada em certas áreas do corpo, particularmente no sistema nervoso. Um cérebro em permanente desânimo se reorganiza funcionalmente e pode ocasionar problemas futuros mais duradouros, de difícil tratamento.</p>
<p>Em sala de aula, por exemplo, a ação de um professor ou professora sobre um estudante afirmando que ele é um &#8220;perdedor&#8221;, de que não adianta &#8220;ensiná-lo&#8221; é muito mais que desastroso, ainda mais para um cérebro em construção &#8211; no caso de crianças e adolescentes. No esporte, a mídia descompromissada  e seus maus jornalistas fazem ataques insanos aos &#8220;perdedores&#8221;. É inaceitável!</p>
<p>A situação de perda ocorre com todos: búlgaros, portugueses, holandeses, japoneses, senegaleses, brasileiros, professores, comentaristas. Precisamos encará-la como uma <em>situação</em> e não como um <em>definição</em>. E seguir, em frente!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cuidado com a Copa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 23:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pelo mundo afora estão em êxtase com o início de mais uma Copa do Mundo de Futebol masculino. Há muito otimismo por aqui, muito investimento de redes de TV, muita badalação nas redes sociais, muita paixão no ar.  Mas muito cuidado com a Copa! É a neurociência que adverte! Em um mundo em êxtase [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos pelo mundo afora estão em êxtase com o início de mais uma Copa do Mundo de Futebol masculino. Há muito otimismo por aqui, muito investimento de redes de TV, muita badalação nas redes sociais, muita paixão no ar.  Mas muito cuidado com a Copa! É a neurociência que adverte!</p>
<p>Em um mundo em êxtase e igualmente em estresse (cheio de cortisol!), em indivíduos predispostos à agressividade, o estresse aumenta as chances de que ela compareça. O pior é que a agressividade gerada por um determinado gatilho social (estressor ou frustrante) pode ser &#8220;deslocada&#8221; e resultar em agressões a pessoas que nada diretamente tem ligação com a origem do seu problema. E a Copa com isso?</p>
<p>Há estudos em profusão sobre violência doméstica e estresse. Alguns deles, mostrando a relação entre violência doméstica e futebol. Estudos demonstraram que se um time de futebol sofre um derrota inesperada, a violência doméstica praticada por homens aumenta 10% logo após a partida. Essa taxa não aumenta se a derrota for &#8220;esperada&#8221;. Se a derrota inesperada for em uma fase eliminatória, o aumento é de 13% (oitavas, quartas, semifinal&#8230;). Se a derrota for para o principal rival, o aumento da violência é de 20%&#8230;</p>
<p>Pior ainda com há excesso de álcool envolvido&#8230;</p>
<p>Em um mundo ainda muito violento, não podemos deixar que certas paixões nos conduzam para, em vez de diversão, mais violência. É legal preparar a casa, é gostoso receber os amigos, é gostoso torcer, é gostoso comemorar o gol, mas é só futebol. Não pode haver lugar para a agressão.</p>
<p>Sejamos otimistas, mas com muito cuidado.</p>
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		<title>O Mangue e o crescimento das cidades, como a ocupação desordenada prejudica a qualidade de vida nas cidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessika Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 10:44:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[baixa renda]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a época do descobrimento do Brasil pelos portugueses, os manguezais são utilizados como fonte de renda e sustento para muitas famílias. Indígenas nativos e povos de outros lugares costumavam construir cabanas em áreas próximas aos mangues, pois, além de retirar alimentos dessas áreas, utilizaram os estuários (parte aquática do manguezal) como rota de transporte [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a época do descobrimento do Brasil pelos portugueses, os <a href="https://ambientes.ambientebrasil.com.br/agua/ecossitema_costeiro/mangue_-_localizacao_e_caracterizacao.html" target="_blank" rel="noopener">manguezais</a> são utilizados como fonte de renda e sustento para muitas famílias. Indígenas nativos e povos de outros lugares costumavam construir cabanas em áreas próximas aos mangues, pois, além de retirar alimentos dessas áreas, utilizaram os estuários (parte aquática do manguezal) como rota de transporte para suas embarcações, seja para transportar mercadorias, interligar tribos indígenas, entre outros.</p>
<p>Ainda hoje, essas práticas são realidade nos manguezais de todo o Brasil e vêm se intensificando cada vez mais. Entretanto, apesar de serem locais ocupados há tempos pelo homem, essas áreas não são propícias à ocupação humana devido a fatores como: dinâmica das marés que representam riscos de inundação em tais áreas; solo tipicamente arenoso com bancos de lama, inapropriados ao estabelecimento de moradias seguras, entre outros.</p>
<p>Entretanto, devido o crescimento populacional cada vez mais crescente, juntamente com os problemas sociais e  econômicos que nosso país enfrenta há tempos como mal distribuição de renda, desemprego, falta de moradia para muitas famílias, entre outros fatores, muitas famílias de baixa renda precisaram optar por construir suas moradias próximas aos mangues devido a presença de alimento (recursos pesqueiros), mesmo sendo áreas menos propícias à ocupação humana e que por este motivo não são ocupadas por pessoas de renda mais alta, pois normalmente optam pelos centros urbanos. Assim, essas áreas ficam “disponíveis” (apesar das leis ambientais) para que outras pessoas habitem.</p>
<p>Todavia, a ocupação desordenada dos manguezais gera poluição nesses ambientes, representando riscos diretos à saúde pública do local, bem como de populações residentes em outras áreas, mas que são beneficiadas pelos recursos pesqueiros oriundos dessas áreas. Muitas ocupações nesses locais carecem de saneamento básico, resultando no despejo de dejetos (lixo, esgoto, etc) no rio e nas florestas de mangue.</p>
<p>A poluição aquática provoca consequências diretas na fauna, como contaminações de peixes, crustáceos e outros organismos que habitam essas áreas; como esses animais são pescados para alimentação das famílias, bem como para comercialização em feiras e mercados, tal contaminação pode resultar em doenças e parasitoses para os seres humanos, sendo este fator uma causa para possíveis surtos e epidemias na população.</p>
<p>Além disso, o <a href="https://conexaoplaneta.com.br/blog/no-brasil-manguezais-sofrem-com-a-expansao-imobiliaria-e-o-agronegocio/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">desmatamento das florestas de mangue</a> para a retirada de lenha para construção de fornos e casas, por exemplo, também aumentam os índices de poluição do ar devido a emissão de poluentes e redução dos “filtros naturais” do gás carbônico, que são as árvores; isto aumenta as chances do surgimento de doenças respiratórias na população.</p>
<p>Além desses fatores, muitas pessoas utilizam a água poluída dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estu%C3%A1rio">estuários</a> para consumo ou higienização, aumentando os riscos de contaminação e proliferação de doenças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-26965 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=1200%2C800&#038;ssl=1" alt="" width="1200" height="800" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<title>Pode um governo local decretar o fim de uma pandemia?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/pode-um-governo-local-decretar-o-fim-de-uma-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2022 21:13:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta é não! A condição de uma doença infecto-contagiosa varia em quatro tipos: surto, endemia, epidemia e pandemia. Vejamos suas diferenças! Um surto é um aumento localizado e episódico da doença. Quando há um surto de cólera em um município, por exemplo, tem-se nele e apenas nele uma elevação momentânea e restrita de casos. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta é não!</p>
<p>A condição de uma doença infecto-contagiosa varia em quatro tipos: surto, endemia, epidemia e pandemia. Vejamos suas diferenças!</p>
<p>Um surto é um aumento localizado e episódico da doença. Quando há um surto de cólera em um município, por exemplo, tem-se nele e apenas nele uma elevação momentânea e restrita de casos.</p>
<p>Uma epidemia é um aumento <em>translocalizado</em> de casos de uma doença. Tem-se agora um rompimento de restrição local, atingindo outras regiões, há uma expansão geográfica da doença. Foi o que ocorreu com a dengue no Brasil.</p>
<p>Uma endemia é a ocorrência contínua e determinada de casos em determinado local. É o caso da esquistossomose (a doença do caramujo ou barriga d&#8217;água). E é o que os especialistas prevêem para um futuro em relação à Covid-19 (mas não agora!).</p>
<p>Uma pandemia é a <em>transcontinentalização</em> de uma doença, que rompe os domínios territoriais além-mares de ocorrência. Essa determinação depende naturalmente de órgãos que obtenham dados seguros sobre a ocorrência da doença em questão em diversas partes do mundo.</p>
<p>Dessa forma, no mundo atual, uma autoridade respeitada para reconhecer uma pandemia seria a OMS ou observatórios renomados e multicêntricos atuantes fidedignamente no mundo. Um governo isoladamente, mesmo que erradicasse a doença do seu país, como fez por um tempo a Nova Zelândia, não teria tamanha ousadia.</p>
<p>#Fica a dica!</p>
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		<title>Guerra nuclear: suicídio universal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 23:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[GUERRA NUCLEAR]]></category>
		<category><![CDATA[russia]]></category>
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		<category><![CDATA[URSS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1983, um filme paralisaria o mundo: O dia seguinte (The day after). Tratava-se de uma longa que começa com um pequeno desentendimento entre as ainda existentes Alemanha Ocidental (de influência estadunidense) e a Alemanha Oriental (de influência soviética). Desse entrave, tropas de ambos os lados entram em pequeno conflito que ganha escala. Primeiro, com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1983, um filme paralisaria o mundo: O dia seguinte (<em>The day after</em>). Tratava-se de uma longa que começa com um pequeno desentendimento entre as ainda existentes Alemanha Ocidental (de influência estadunidense) e a Alemanha Oriental (de influência soviética). Desse entrave, tropas de ambos os lados entram em pequeno conflito que ganha escala. Primeiro, com bombas convencionais. Depois, um dos lados resolve lançar uma bomba atômica de pequena potência. Por fim, os silos de mísseis transcontinentais são acionados: Estados Unidos e URSS se desmancham em grande cogumelos radioativos.</p>
<p>Por que Einstein, quando perguntado sobre como seria a terceira mundial respondeu: &#8220;a terceira, eu não sei, mas a quarta será de pau e pedra&#8221;?</p>
<p>Um conflito nuclear é um suicídio universal. O filme que citei ilustra bem o que ocorreria e por isso foi tão impactante para todos na época. Além da capacidade direta de destruição das bombas, teríamos a radioatividade.</p>
<p>A radioatividade é extremamente cancerígena. As células do corpo submetidas a ela logo se transformariam em células tumorais, especialmente tumores sanguíneos. Isso geraria hemorragias e mortes dolorosas. A morte dos sobreviventes ao holocausto nuclear seria uma questão de tempo, de um tempo sofrido. O mundo passaria por uma poluição sem precedentes e tudo estaria praticamente contaminado por muitos anos, décadas.</p>
<p>Seria praticamente o fim.</p>
<p>As pessoas precisam entender a capacidade devastadora dessas armas. Por isso, estamos muito atentos e confiantes à questão entre Ucrânia e Rússia. A Rússia não está entre as 10 economias do mundo mas tem o maior arsenal atômico do mundo, herança da URSS, na frente dos Estados Unidos e da China.</p>
<p>Não queremos Nagasaki, nem Hiroshima, nem Kiev, nem Moscou, nem Washington. Não queremos uma nova Guerra Fria, mas muito menos queremos uma Guerra quente, repleta de fogo cogumélico, aniquilando anos de uma próspera humanidade.</p>
<p>Fiquemos atentos e confiantes. E otimistas sobre o fim do conflito em andamento.</p>
<p>Se não, preparemos paus e pedras.</p>
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		<title>O bumbum multicolorido do Mandril</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/o-bumbum-multicolorido-do-mandril/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 20:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[macaco]]></category>
		<category><![CDATA[mandril]]></category>
		<category><![CDATA[Zoologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escutei falar pela primeira vez do mandril em uma música do grupo Blitz, lá nos anos 80: &#8220;Só que um dia Eva sorriu Para um macaco mandril Adão montou numa zebra E se mandou pro Brasil&#8221; &#160; O mandril é uma espécie de macaco que vive na África Central, em países como Camarões e Congo. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escutei falar pela primeira vez do mandril em uma música do grupo Blitz, lá nos anos 80:</p>
<p>&#8220;Só que um dia Eva sorriu<br />
Para um macaco mandril<br />
Adão montou numa zebra<br />
E se mandou pro Brasil&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mandril é uma espécie de macaco que vive na África Central, em países como Camarões e Congo. São macacos de porte médio, atingindo 1 metro e podendo viver até 25 anos na natureza e 40 anos no cativeiro. Vivem em bandos nas florestas tropicais e são conhecidos por uma particularidade: um bumbum multicolorido!</p>
<p>As cores são determinantes para a organização hierárquica dos bandos de mandris. E detalhe: essas cores só ocorrem nos machos. O desenvolvimento das cores parece estar ligado à testosterona. Além disso, a questão das cores define a estratificação de quem manda sexualmente no grupo. Quanto mais colorido, maior é a paternidade do mandril. O chamado macho alfa tem até 70% de paternidade no bando e é o mais colorido de todos. Pode parecer pouco, mas há grupos formados por mais de 1.000 indivíduos. Aliás, depois dos seres humanos, são os primatas com maior grupo da mesma espécie já visualizado. Os jovens têm bumbuns incolores, assim como as fêmeas.</p>
<p>Mas para quê serve um bumbum cheio de cores?</p>
<p>A presença de cores extravagantes, em um floresta quase sempre verde, de fato chama muita a atenção. Quando isso acontece na natureza, muitos animais se garantem porque são tóxicos; neste caso, as cores seriam uma advertência para os inimigos. Mas não é o caso dos mandris. Cores poderiam ao contrário significar chamar a atenção gratuitamente de predadores, mas é por isso que elas não são predominantemente frontais, ficando outrossim nas nádegas desses macacos. Poderia ser para chamar a atenção das fêmeas, mas na verdade a tese é de que chama a atenção de todo o grupo! Sim! O traseiro colorido guia todos os movimentos do bando, como um totem organizando a peregrinação. Dessa forma, o grande macho vai na frente do grupo, atraindo os olhares obedientes, sinalizando todos com suas cores carnavalescas, o bloco seguindo, sem perder o compasso, desfilando pela selva com seu abre-alas exclamativo.</p>
<p>Foi aí a inspiração da Blitz: até Eva rendeu sua atenção !</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O sapo ouve?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 22:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para ouvir pressupõe-se a presença das orelhas, ou dos ouvidos, como queiram. Ao olhar para um sapo, macho ou fêmea, percebe-se logo que elas (as orelhas!) estão aparentemente ausentes. Mas não se precipite! Você sabia que você que está lendo este texto aqui tem seis orelhas (pode chamar de ouvidos, mas o termo anatomicamente melhor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para ouvir pressupõe-se a presença das orelhas, ou dos ouvidos, como queiram. Ao olhar para um sapo, macho ou fêmea, percebe-se logo que elas (as orelhas!) estão aparentemente ausentes. Mas não se precipite!</p>
<p>Você sabia que você que está lendo este texto aqui tem seis orelhas (pode chamar de ouvidos, mas o termo anatomicamente melhor é orelha mesmo)? Três de cada lado! Pois é. De cada lado, temos três orelhas: a externa (aquela que chamamos popularmente de orelha), a média e a interna. A orelha externa é formada pelo pavilhão auditivo (aquela parte que seu cão levanta e abaixa entre atenção e submissão) e o canal auditivo (o canal do cotonete). Esta parte das orelhas é a única que o sapo não tem.</p>
<p>O tímpano do sapo está praticamente externo, voltado para o meio ambiente, às vezes protegido por pele. Sua função é a de amplificar o som e transmiti-lo para a orelha interna com a ajuda de um ossículo chamado de columeia (nós temos ossinhos nessa região &#8211; o martelo, a bigorna e o estribo, este último, o menor osso humano!).</p>
<p>Sim, o sapo ouve!</p>
<p>Minha gente! Mas é claro que ouve! Se não, por que cantaria? O coaxar do sapo, especialmente na estação chuvosa, é antes de tudo um cantarolar sedutor de um macho pela fêmea de sua espécie. É assim que a lagoa se torna uma primavera nada silenciosa, acalorada de várias serenatas intraespecíficas, cercada de diversos &#8220;tons e miltons geniais&#8221;, regados de volúpia e muita seleção natural!</p>
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		<title>Sócrates e Dr. House</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Dec 2021 14:02:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir daquilo que é atribuído ao filósofo Sócrates,  a verdade só é verdade se permanecer de pé após bombardeada por todo e qualquer contra-argumento. Sócrates pode parecer estar visitando o óbvio mas é a base de todo conhecimento científico. A verdade deve ser algo falseável e ainda assim permanecer como verdadeira. Por vezes, algo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A partir daquilo que é atribuído ao filósofo Sócrates,  a verdade só é verdade se permanecer de pé após bombardeada por todo e qualquer contra-argumento. Sócrates pode parecer estar visitando o óbvio mas é a base de todo conhecimento científico. A verdade deve ser algo falseável e ainda assim permanecer como verdadeira. Por vezes, algo é “verdadeiro” embora dependa de outras premissas para assim ser. Dessa forma, você diria que a verdade é relativa, e o relativismo é outra tônica do pensamento de Sócrates.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Voltamos para ao quase-presente e então encontramos mais uma das aventuras e desventuras do Sr. Gregory House (o inglês Hugh Laurie). A série (que já terminou) é conhecida por seus conflitos psicológicos, sua ironia, diálogos desconcertantes,  as relações humanas dissecadas e muita medicina. Entre os episódios, já tivemos cisticercose, febre do carrapato, doenças genéticas, síndromes raras, etc. Acho que muitos críticos da série são mordazes quando salientam que não existe hospital como o chefiado pela Dra. Cuddy (Lisa Edelstein), um meio médico atípico, forjado com tanta idiossincrasia do personagem principal. A série é medicina, entretenimento, filosofia, psicologia e licença poética. Tem gente que não entende. Faz parte da ficção, não da verdade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">House tem uma equipe que vivencia quadros clínicos </span><i><span style="font-weight: 400">sui generis</span></i><span style="font-weight: 400">. Pensa enquanto arrasta sua perna afetada por um infarto. Repele suas dores com constante uso de analgésicos sob forma de comprimidos. Diante de tantos sintomas contraditórios de seus pacientes, de suspeitas e “dessuspeitas”, o tempo passa, o paciente piora e os “insights” salvadores do mestre dos diagnósticos improváveis ocorrem para encerrar os episódios de forma quase sempre feliz. Enquanto nada se encaixa, uma hipótese é presumida levando o paciente para uma cintilografia, uma tomografia, uma aplicação de antibiótico, uma cirurgia. É a praxe socrática de se chegar à verdade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Favorito para entender o filósofo grego considerado divisor histórico, recomendo pílulas do Dr. House. Mas não as de vicodina (usadas por Gregory). Elas viciam.</span></p>
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		<title>Desigualdade vacinal: a fronteira para o fim da pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 14:44:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No meio científico, qualquer discussão sobre a importância das vacinas é póstuma. Por favor, fiquemos todos na mesma página: vacinar é preciso. A grande questão que nos assusta agora é a desigualdade vacinal. A variante Ômicrom e qualquer outra que venha a surgir expõem fato óbvio: onde houver ser humano, o risco de doenças humanas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No meio científico, qualquer discussão sobre a importância das vacinas é póstuma. Por favor, fiquemos todos na mesma página: vacinar é preciso. A grande questão que nos assusta agora é a desigualdade vacinal. A variante Ômicrom e qualquer outra que venha a surgir expõem fato óbvio: onde houver ser humano, o risco de doenças humanas perdura. Ora, meus caros, não adianta definitivamente ter países com 70% de vacinados e outros com 7%. Isso é a desigualdade vacinal.</p>
<p>A desigualdade vacinal tem seus motivos e seus paladinos. Nos países ricos, não vacinar tem sido um ato da decisão individual, ato este contaminado (sem trocadilhos) pelo discurso de autoridades e formadores de opinião, todos eles arautos da desinformação. Discurso este vindo de muitas direções. Presenciei um deles recentemente, tentando me convencer. A vendedora me disse: &#8220;Eu? Vacinar? Quem é vacinada é vaca.&#8221; Poderia até ser uma &#8220;piada pronta&#8221; porque a palavra vacina vem de vaca, remetendo à descoberta pelo inglês Jenner e as vacas da varíola. Nos países pobres e periféricos, a situação é outra.</p>
<p>Se, neste momento, faltam vacinas no mundo, é uma questão de tempo resolver. No entanto, é certo que &#8211; assim como no caso da comida (que não falta no mundo) &#8211; a distribuição delas é péssima. Uma das grandes preocupações é o continente africano, exatamente onde surgiu a Ômicrom. Esta semana apenas 6,6% dos africanos estavam imunizados; apenas cinco países da África atingiram a marca de 40% de vacinados! Além da vacina não chegar, trabalham contrariamente ainda outros fatores como conflitos internos, falta de estrutura, falta de informação e desinformação.</p>
<p>A China acaba de oferecer 1 bilhão de doses para a África; os Estados Unidos anunciam ajuda; a OMS alerta-nos da questão há tempos. De certo, a pandemia nos revela aceleradamente o que sabemos e pouco mudamos: um mundo desigual.</p>
<p>A pergunta é: até quando vamos aguentar?</p>
<p>Vacina, mundo!</p>
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		<title>Homo sapiens 2.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 21:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O futuro da humanidade e o Prometeu Moderno. Em 1978, nascia, em Oldham, Inglaterra, o primeiro bebê de proveta da história: Louise Brown. Era inimaginável que dois gametas pudessem se unir fora do corpo humano, em um laboratório, gerando uma vida sem ser a partir da relação sexual. De lá pra cá, são mais de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O futuro da humanidade e o Prometeu Moderno.</p>
<p>Em 1978, nascia, em Oldham, Inglaterra, o primeiro bebê de proveta da história: Louise Brown. Era inimaginável que dois gametas pudessem se unir fora do corpo humano, em um laboratório, gerando uma vida sem ser a partir da relação sexual. De lá pra cá, são mais de 8 milhões de pessoas já nasceram desta forma!</p>
<p>Em 1990, a ação era mais audaciosa: o diagnóstico pré-implantacional (DPI). Uma forma de analisar geneticamente um pré-embrião antes de ele ser implantado no útero. A análise está associada sobretudo em mutações genéticas no número de cromossomos (como as síndromes de Down, Patau, Edwards), mas há outras possibilidades mais sutis como verificar a presença de um determinado gene  e escolher qual embrião implantar.</p>
<p>Em 2012, uma nova <em>magia</em>: o CRISPR &#8211; uma forma de editar o DNA. Com ela &#8211; que vive uma moratória bioética, a espera de segurança para uso &#8211; será possível modificar genes ou simplesmente retirá-los do material genético. Trata-se de uma ferramenta que poderá alterar o curso da saúde das pessoas, do QI delas, da beleza (com seus padrões pré-escolhidos), de sua força física.</p>
<p>Isso sem falar em conceitos como transumanização, digitalização cerebral, computação pós-morte, entre outros futuros&#8230;</p>
<p>Com tantas possibilidades em surgimento, o que imaginar sobre nossa espécie em um futuro próximo? Em 2035? Em 2040?</p>
<p>Segundo Ray Kurzweil, inventor (e adivinho?) em 2045, haverá o fim da morte com o uso dos computadores&#8230; Os bits cerebrais serão facilmente transferidos para um hardware que sob um software poderá continuar a viver, a aprender, a aumentar experiência&#8230;</p>
<p>E em 2090?</p>
<p>O que assusta frente a tamanhas possibilidades é, além da questão ética, a questão social. Será que essas técnicas tão promissoras serão democraticamente distribuídas? Será que elas serão acessíveis a todos os cidadãos? Ou será mais uma forma que acentuará a desigualdade entre os seres humanos?</p>
<p>Será que a batalha do futuro será entre nós, <em>Homo sapiens</em> 1.0, agora excluídos mas presente no futuro, e o <em>Homo sapiens</em> 2.0?</p>
<p>Quem viver, verá.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Neuroplasticidade: uma revolução em você!</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2021 21:15:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neuroplasticidade. Um conceito muito poderoso. Muito poderoso. Um conceito que todos deveriam saber para mudar seu cérebro, e mudar sua vida. Por muito tempo, pensava-se que o cérebro perdia capacidade ao longo da vida, que neurônios não se reproduziam, que atrofiavam com o passar dos anos, especialmente na velhice. Muitos enganos foram proliferados até mesmo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neuroplasticidade. Um conceito muito poderoso. Muito poderoso. Um conceito que todos deveriam saber para mudar seu cérebro, e mudar sua vida.</p>
<p>Por muito tempo, pensava-se que o cérebro perdia capacidade ao longo da vida, que neurônios não se reproduziam, que atrofiavam com o passar dos anos, especialmente na velhice. Muitos enganos foram proliferados até mesmo dentro da ciência. Ocorre que, dentro de suas verdades provisórias, a mesma ciência que dita, se reedita.</p>
<p>O sistema nervoso tem capacidade de continuar se desenvolvendo dia após dia. Chama-se neuroplasticidade. Ela acontece fisica e funcionalmente de muitas formas: neurônios podem reproduzir (neurogênese), aumentar sua velocidade de transmissão (por causa da mielinogênese), aumentar sua atividade metabólica (produzindo neurotrofinas), aumentar a atividade das células nervosas não-neuronais, criar novas conexões (sinaptogênese). As comprovações de que podemos aumentar o desempenho nervoso são inúmeras. Assim, além de reabilitação neurológica, atributos como memória e inteligência, por exemplo, são comprovadamente aumentáveis! Sim! Você pode aumentar sua memória, você pode aumentar sua inteligência! É a magia da neuroplasticidade!</p>
<p>Como usufruir dela? As mudanças no sistema nervoso decorrem a partir dos padrões de experiência. Estímulo e experiência são fundamentais para desenvolver o sistema nervoso. Para exemplificar, vou contar o experimento da bolinhas coloridas.</p>
<p>Em experimento realizado em laboratório, dois grupos de ratos foram divididos aleatoriamente. O primeiro grupo recebeu em seu ambiente poucas bolinhas e todas da mesma cor; o segundo grupo, recebeu mais bolinhas e de cores diferentes. Durante o experimento, o primeiro dado apareceu: o segundo grupo exibia maior diversidade de comportamento. No final de seis dias, o córtex cerebral deles foi medido e percebeu-se um aumento de 4% dos ratos do segundo grupo em relação ao primeiro! O córtex cerebral havia aumentado!</p>
<p>Ratos, bolinhas, e apenas uma semana&#8230; Imaginem seres humanos, como outros tipos de estimulação ( &#8220;outras bolinhas&#8221;), durante muito mais tempo? Neuroplasticidade, amigos&#8230; Neuroplasticidade!</p>
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		<title>Baratas! Vêm Kafka comigo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 19:59:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A barata é um inseto cosmopolita, encontrada em qualquer sujeira, em qualquer parte do mundo. Se contenta com os restos e não se preocupa com a origem deles. É um inseto resistente, mas marginal. Como todo inseto, é irracional. Carrega em seu corpo, a despeito de sua vontade, um bando de comensais: vírus, bactérias, fungos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">A barata é um inseto cosmopolita, encontrada em qualquer sujeira, em qualquer parte do mundo. Se contenta com os restos e não se preocupa com a origem deles. É um inseto resistente, mas marginal. Como todo inseto, é irracional. Carrega em seu corpo, a despeito de sua vontade, um bando de comensais: vírus, bactérias, fungos e vermes. Comensais para a barata, parasitas para os humanos. As baratas se multiplicam fervorosamente: parecem contrariar a natureza seletiva proposta por Darwin e Wallace.</p>
<p>A barata despertou a atenção de um dos maiores autores de todos os tempos: Franz Kafka. Kafka usou a barata como inspiração de seu livro Metamorfose, que conta o incrível caso de Gregor Samsa.</p>
<p class="p1">Gregor Samsa é um caixeiro-viajante. Viaja para pagar a dívida de seu pai com seu atual patrão. Não quer esse emprego, mas acredita na missão de salvar sua família, mesmo que por algo que não supôs, nem questionou. Certa manhã, ao acordar, percebe que se transformara em um asqueroso artrópodo: uma barata. Diante do infortúnio, não pode sair da cama, embora lhe ocorra que deva trabalhar. Nesse impasse, até o chefe vem questionar sua ausência. Em vão. Seu corpo não lhe permite que saia, seu novo corpo não deve ser visto por ninguém.</p>
<p class="p1">Diante de sua impossibilidade de sair do quarto e do imperativo de sua família para que vá trabalhar, sua nova aparência é revelada.</p>
<p class="p1">Entre asco e impaciência, a família incompreende Gregor. Apenas sua irmã procura alguma interação, na esperança de que volte a ser como era antes. A família procura nova fonte de renda porque Gregor não trabalha mais. Hóspedes são acolhidos e se espantam com a criatura-hexápoda. Com o passar dos meses, é esquecido até por sua última linha de humanidade, representada por sua irmã querida.</p>
<p class="p1">Apartado dos convívios, em seu quarto esquecido, Gregor não come e assusta a todos, a cada encontro. Sem sua função de amortizar a dívida, Gregor não é ninguém. Sem ser engrenagem, definha. Até que um dia é encontrado magro e morto. Graças à Deus.</p>
<p>O que Kafka quis com essa quase-fábula? Quis falar de baratas? Quis meramente aterrorizar seus leitores?</p>
<p class="p1">Não sejamos tolos: não há trivialidades em Kafka. Para além disso, ele usa seu conto de terror com os ingredientes de quem pensa e reflete socialmente. Ainda escrevendo no início do século 20, Kafka apresenta o mundo burguês, o mundo capitalista, em sua literatura fantástica, recorrendo ao nojo. Usa do espaço literário para entornar o caldo de sua crítica.</p>
<p class="p1">A genialidade nos livros. Leiamos os livros!</p>
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		<title>Menstrumitos: as ideias equivocadas sobre a menstruação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2021 21:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na esteira do artigo anterior (leia na nossa plataforma!), venho aqui humildemente tentar desmascarar alguns mitos (ou menstrumitos!) sobre a menstruação. A menstruação foi assunto importante e recente em função da pobreza ou precariedade menstrual, nome usado para registrar a falta de acesso de meninas e mulheres a produtos básicos para manter uma boa higiene [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira do artigo anterior (leia na nossa plataforma!), venho aqui humildemente tentar desmascarar alguns mitos (ou <em>menstrumitos</em>!) sobre a menstruação. A menstruação foi assunto importante e recente em função da<em> pobreza ou precariedade menstrual</em>, nome usado para registrar a falta de acesso de meninas e mulheres a produtos básicos para manter uma boa higiene no período.</p>
<p>O que é a menstruação?</p>
<p>Regras, boi, chico, costume, embaraço, escorrência, lua, menorreia, paquete, pingadeira, visita. O dicionário traz todos como sinônimos. Regionalismos ou arcaísmos, trata-se de um sangramento vaginal (embora de conteúdo originário do útero) que ocorre mais ou menos uma vez por mês (a maioria das mulheres tem o ciclo entre 28 e 32 dias de duração) em mulheres que se encontram entre a menarca e a menopausa. Além de sangue, há uma descamação tecidual do revestimento do útero. Aparentemente compreendida, a menstruação está repleta de falsas ideias sobre ela. Aqui, vou tratar do que &#8220;não se trata&#8221; a menstruação. Apresentemos os <em>menstrumitos</em>!</p>
<p>Primeiro <em>menstrumito</em>: <strong>a menstruação é o óvulo morto saindo.</strong></p>
<p>Não! Pelamordedeus! O óvulo (ou mais precisamente ovócito) é apenas uma célula. Ele morre, se não for fecundado. Isso acontece pouco depois do meio do ciclo menstrual (se o ciclo for de 28 dias). Sua morte ocorre na tuba uterina e não há sangramentos, nem outros espetáculos. É uma morte serena, sem alardes. Nada de menstruação aqui.</p>
<p>Segundo <em>menstrumito</em>: <strong>a menstruação ocorre no fim do ciclo menstrual.</strong></p>
<p>Não! Pelo contrário! O primeiro dia da menstruação é o primeiro dia do ciclo menstrual! Esse fato inclusive facilita a identificação dos ciclos para fins de conhecer seu tamanho e talvez conseguir uma previsibilidade de seus momentos (alguns aplicativos ajudam nisso).</p>
<p>Terceiro <em>menstrumito</em>: <strong>muitas mulheres menstruam durante a gravidez.</strong></p>
<p>Não! Gravidez e ciclo menstrual são incompatíveis. Se a mulher está grávida, o ciclo menstrual está interrompido. Os hormônios da gravidez impedem a ação da glândula pituitária (ou hipófise) cujos hormônios desencadeiam a liberação de um novo óvulo. É possível (e até relativamente frequente) pequenos sangramentos nos primeiros meses de gravidez mas não são menstruações e, nesses casos, é recomendável conferência médica.</p>
<p>Quarto <em>menstrumito</em>: <strong>não é possível engravidar durante o período menstrual.</strong></p>
<p>Este é quase verdadeiro. Sem dúvida, a probabilidade de uma gravidez é muito maior quando a relação sexual se dá (sem outros cuidados) durante os momentos extra-menstruais. A chance de engravidar durante o fluxo menstrual é extremamente baixa mas não é impossível. Para que acontecesse, das duas uma: ou a menstruação é muito longa ( em dias) ou o ciclo menstrual é muito curto. Só assim, haveria a chance de uma ovulação nesse momento. Mas, ainda assim, haveria um segundo fator trabalhando contra a gravidez. O endométrio (parte superficial do útero) está desmanchando quando na verdade deveria estar se desenvolvendo para abrigar o futuro embrião.</p>
<p>Agora, todos os mitos estão espantados! Xô, desinformação!</p>
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		<title>Por que as meninas estão menstruando cada vez mais cedo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 20:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1900, as meninas menstruavam pela primeira vez em torno de 17 anos de idade. Hoje, a média está abaixo dos 13 anos de idade. A puberdade está vindo mais cedo. Embora alguns associem essa mudança à erotização proporcionada pelos programas de televisão e pela internet, ou à emancipação das gerações mais recentes (a modernidade!), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1900, as meninas menstruavam pela primeira vez em torno de 17 anos de idade. Hoje, a média está abaixo dos 13 anos de idade. A puberdade está vindo mais cedo. Embora alguns associem essa mudança à erotização proporcionada pelos programas de televisão e pela internet, ou à emancipação das gerações mais recentes (a modernidade!), ou ainda à poluição (como lançamento de desreguladores hormonais na água), as explicações melhores parecem ser outras. Duas delas parecem responder mais diretamente esta questão: a mudanças da dieta e o aumento do IMC. Mas primeiro, vejamos o que é puberdade.</p>
<p>A palavra surge do latim <em>púbis</em> que significa “pelo, penugem”.  O termo sugere o aparecimento de pelos pelo corpo como fator de início do período. As mudanças decorrem da ação de uma glândula na base do crânio, do tamanho de uma ervilha: a <strong>hipófise</strong> ou <strong>pituitária.</strong></p>
<p>Um dos fatores considerados como determinantes para as mudanças hormonais e essa antecipação de puberdade é a alimentação. Uma dieta rica e diversificada trouxe mais saúde, mais defesas celulares e permitiu um corpo preparado mais rápido. Outro fator que as pesquisas apontam como promovedor da puberdade precoce é o IMC &#8211; índice de massa corporal &#8211; aumentado. Esse índice é a razão entre a massa e o quadrado da altura. Quanto mais massa, especialmente de gordura, mais hormônios sexuais são feitos (como estrógeno e progesterona). Assim, quanto maior o IMC, mais cedo a menstruação vem.</p>
<p>Com a precocidade fisiológica, os hormônios aumentam e o interesse sexual sobrevém naturalmente. Os meninos iniciam a atividade sexual, em média, entre os 14 e 15 anos. As meninas, em média, entre 15 e 16 anos. Aqui existe um dado interessante: quanto menos anos de escolaridade, menor é a idade de iniciação da atividade sexual (educação é importante!). Com relações sexuais mais precoces, outras questões são trazidas: por exemplo, as chances de engravidar naturalmente aumentam. Além da gravidez precoce, a incidência de ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) também aumenta. Outros desdobramentos têm sido associados à precocidade da puberdade, especialmente a feminina, como: maiores probabilidades de diabetes tipo 2, obesidade, depressão e ansiedade. Pesquisas também apontaram que a menstruação precoce aumenta as chances de câncer de mama.</p>
<p>A boa notícia é a de que esse fenômeno não deve se estender mais, ou seja, a idade da puberdade não deve ficar ainda mais baixa nos próximos anos. Parece que existe uma espécie de &#8220;mínimo biológico&#8221; a partir do qual nenhum fator externo seria capaz de alterar.</p>
<p>A evolução dos tempos traz em si esse paradoxo:  mais nutrição, menos saúde? É a socialização de progressos e a socialização de riscos. Bem-vindos à modernidade.</p>
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		<title>Copérnico, Darwin e Freud estão dizendo: você não é dono de nada!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 19:33:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Narciso é um personagem criado pela mitologia grega. Filho de Cefiso e Liríope, é conhecido como o “auto-admirador”, um rapaz de uma beleza incomum, mas arrogante e que desprezava seus admiradores. Sua beleza a todos entorpecia (narci vem de narcos, de entorpecente – usado por exemplo, em narcóticos), mas de todos desdenhava. Condenado pela Deusa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Narciso é um personagem criado pela mitologia grega. Filho de Cefiso e Liríope, é conhecido como o “auto-admirador”, um rapaz de uma beleza incomum, mas arrogante e que desprezava seus admiradores. Sua beleza a todos entorpecia (<em>narci</em> vem de <em>narcos</em>, de entorpecente – usado por exemplo, em <em>narcóticos</em>), mas de todos desdenhava. Condenado pela Deusa Nemesis (hoje, uma flor&#8230;) a admirar sua imagem no rio, Narciso definha, morre e é transformado em flor (outra flor&#8230;). O drama de Narciso é, por assim dizer, o drama da individualidade de todos nós na sociedade. Segundo Freud, a humanidade sofre com três grandes feridas narcisistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Primeira ferida – Nicolau Copérnico</p>
<p>Em 1543, Nicolau Copérnico publicou “Da revolução de esferas celestes”. Essa obra foi pra lá de bombástica e resultou em duro golpe para os geocêntricos (aqueles que acreditavam que tudo ocorria em torno da Terra). Copérnico noticiava para todos que a Terra girava em torno do Sol e não o contrário. Seu conjunto de evidências nos retirou do centro do mundo. Precisávamos, a partir daí, dormir com essa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segunda ferida – Charles Darwin</p>
<p>Em 1859, o inglês Charles Darwin mudaria o mundo. Ele e Alfred Russell Wallace introduziam a ideia de seleção natural. Mais que isso, a obra de Darwin – intitulada “A origem das espécies e a teoria da seleção natural” demonstrava com muitos exemplos que a espécie humana estava ligada a todas as outras, em uma espécie de árvore evolutiva (tínhamos uma ancestralidade comum!), em processo que se deu ao longo dos tempos e que continua em curso. Darwin nos advertia de que não somos o <em>fim</em> da evolução (nem como finalidade, e nem como “última parada”). Que pancada!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Terceira ferida – Sigmund Freud</p>
<p>Em 1900, quando publica “A interpretação dos sonhos”, Freud surge para o mundo. O pai da psicanálise, com sua extensa obra, introduz um conceito que ele próprio interpretaria como a terceira ferida ao narcisismo: o inconsciente. Ao estabelecer o que chamou de instâncias psíquicas, Freud organizou a mente humana em três partes: <em>id</em>, <em>eu</em> e <em>supereu</em>. O que chamou de <em>id</em>, consistia em algo inconsciente, algo que está em nós, mas em um lugar onde não habita nossa consciência. Não habita nossa consciência, mas participa ativamente do que costumamos nos identificar como indivíduo. Contestado por muitos, muitas descobertas da neurociência confirmam nossa “insconsciência” (embora aqui muitos acreditam ser algo diferente do que Freud teria dito e preferem chamar de “novo inconsciente”). Trabalhos recentes chegaram a provar que 95% do fazemos não foram pensados conscientemente por nós mesmos! Outra pancada!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em síntese, são três duros golpes na nossa individualidade. As três feridas nos ajudam a entender que: não somos donos do mundo (Copérnico), não somos donos das outras espécies (Darwin) e não somos sequer donos de nós mesmos (Freud)&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Resta-nos, cambaleantes (depois de tantos golpes&#8230;), que calcemos as sandálias da humildade antes de sair por aí&#8230;</p>
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		<title>Já ouviu Baader-Meinhof Blues? Música, neurociência e violência.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 19:55:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1985, uma banda surgia, de Brasília para o mundo: Legião Urbana. O primeiro álbum trazia 11 músicas tendo ficado mais conhecidas: &#8220;Será&#8221; e &#8220;Geração Coca-cola&#8221;. Quando ouvi, não havia dúvida em mim que queria ouvir de novo, e de novo, e assim por diante, até (como dizíamos) &#8220;furar o disco&#8221;. Dentre as demais músicas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Em 1985, uma banda surgia, de Brasília para o mundo: Legião Urbana. O primeiro álbum trazia 11 músicas tendo ficado mais conhecidas: &#8220;Será&#8221; e &#8220;Geração Coca-cola&#8221;. Quando ouvi, não havia dúvida em mim que queria ouvir de novo, e de novo, e assim por diante, até (como dizíamos) &#8220;furar o disco&#8221;. Dentre as demais músicas, uma sempre me chamou a atenção pelo nome: &#8220;Baader-Meinhof Blues&#8221;. Por que esse nome?</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/4-contra-capa.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25826" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/4-contra-capa.jpeg?resize=474%2C423&#038;ssl=1" alt="" width="474" height="423" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/4-contra-capa.jpeg?w=474&amp;ssl=1 474w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/4-contra-capa.jpeg?resize=300%2C268&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 474px) 100vw, 474px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">A música começa com os instigantes versos &#8220;</span><span style="font-weight: 400">A violência é tão fascinante / E nossas vidas são tão normais (&#8230;)&#8221;. Talvez, seja o trecho que mais remete à escolha do título. O Grupo Baader-Meinhof foi uma organização guerrilheira de verdade que surgiu em 1970 na Alemanha Ocidental (Sim! A Alemanha já foram duas, depois da Segunda Guerra Mundial, sendo a Alemanha Ocidental de influência estadunidense e a Oriental de influência soviética). Tratava-se de um grupo extremista de esquerda, uma fração do chamado exército vermelho. Dois líderes deram o nome ao grupo. Andreas Baader (1943-1977) foi ativista e organizou o grupo em várias ações de protesto contra o capitalismo, contra os Estados Unidos e contra a pobreza. Outra líder, foi a jornalista Ulrike Marie Meinhof (1934-1976) acusada de participar de ações </span><span style="font-weight: 400">como assaltos, atentados à bomba, assassinatos. No total, foi acusada de 4 homicídios e 54 tentativas de homicídio. A história pessoal de Meinhof é muito interessante.</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25827" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?resize=273%2C184&#038;ssl=1" alt="" width="273" height="184" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?w=273&amp;ssl=1 273w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 273px) 100vw, 273px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ela era uma jornalista de vida aparentemente normal até em determinado momento em que tudo parece mudar. Em 1962, ela fizera uma cirurgia no cérebro para retirada de um tumor benigno. A cirurgia teria sido um sucesso. Mas pode ser que não. Em 1976, foi encontrada morta na cela (não se sabe até hoje com absoluta certeza se praticou auto-extermínio ou foi assassinada). Na autópsia, verificou-se que um tecido de cicatrização pós-cirúrgico e restos do tumor estavam pressionando uma estrutura chamada amígdala. E daí?</span></p>
<p style="text-align: center">
<p><span style="font-weight: 400">A amígdala pertence ao sistema encefálico chamado límbico. Ela está ligada com alguns comportamentos como os de insegurança, medo e… agressividade. Há vários indícios de que, no caso de Meinhof e em outros (depois procurem o caso de Charles Whitman &#8211; &#8220;o atirador da Torre do Texas&#8221;), essa pressão de um órgão sobre o outro, possa ter desencadeado novos comportamentos, sendo eles violentos. Teria a extremista sido um produto da mudança da estrutura cerebral e a jornalista seu &#8220;normal&#8221;?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Renato Russo continua dizendo: </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Não estatize meus sentimentos</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Pra seu governo</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">O meu estado é independente</span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Renato retoma a ideia da célula terrorista, transbordando revolta e atacando o governo (alemão) &#8220;submisso aos ianques&#8221;. O Baader-Meinhof ainda deixou mais duas gerações de terroristas, terminando suas ações em 1998, ano em que Renato Russo já tinha nos deixado. Mas há aqui uma trama que mescla violência, história, sistema nervoso e música boa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400">Dicas? Escutem &#8220;Baader-Meinhof Blues&#8221; da banda Legião Urbana e vejam o filme: &#8220;Grupo Baader-Meinhof&#8221; de Stefan Aust, 2008.</span></p></blockquote>
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		<title>Tsunami no Brasil? Vulcões: espetáculo e perigo &#8211; na arte e na vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2021 20:58:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As ilhas Canárias, da Espanha, assustaram recentemente o Brasil. A erupção vulcânica do Cumbre Vieja suscitou-nos a possibilidade de recebermos aqui uma tsunami. Vulcões são essas formações geológicas que comunicam o interior da Terra com a superfície podendo alçar gases e magma para onde habitamos. Vulcões habitam o imaginário das pessoas e também nos proporcionaram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As ilhas Canárias, da Espanha, assustaram recentemente o Brasil. A erupção vulcânica do <em>Cumbre Vieja</em> suscitou-nos a possibilidade de recebermos aqui uma tsunami. Vulcões são essas formações geológicas que comunicam o interior da Terra com a superfície podendo alçar gases e magma para onde habitamos. Vulcões habitam o imaginário das pessoas e também nos proporcionaram estéticas maravilhosas na sétima arte.</p>
<p><span style="font-weight: 400">Stromboli (a sílaba tônica é a terceira) é uma ilha próxima da Sicília. Famosa por fazer parte do cinturão de fogo italiano. Famosa pela filmografia de um dos maiores diretores da história, o italiano Roberto Rossellini. Famosa por uma interpretação marcante de uma sueca de sobrenome Bergmann, de nome Ingrid.</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ingrid.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-25807" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ingrid.jpeg?resize=404%2C226&#038;ssl=1" alt="" width="404" height="226" /></a></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Stromboli, terra de Dio</span></i><span style="font-weight: 400"> (1949) é o nome do filme de Rossellini e também nome de uma ilha de verdade. Ainda hoje, a comunidade da ilha exemplifica uma vida sustentável, na acepção da palavra, vida essa retratada magistralmente no filme. Rossellini consegue focar na visão das câmeras, na sequência das imagens e na interpretação de Ingrid, um documento de um paraíso natural, carregado com o DNA do que seria a </span><i><span style="font-weight: 400">nouvelle vague</span></i><span style="font-weight: 400"> francesa (de Rohmer) e o Cinema Novo (de Glauber Rocha). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As famílias vivem da pesca e de algumas culturas &#8211; como a da azeitona e da uva. Hoje, há em torno de cem habitantes permanentes na ilha, chegando a quatro mil no verão. Além do turismo, brilham ainda as lentes de Rossellini. Quando gravou, recrutou diversos habitantes da própria ilha para atuarem. Na película, o diretor evoca a natureza o tempo todo. O mar abaixo e o vulcão acima é o verdadeiro filme de pessoas que sobrevivem com receio constante das erupções. A lituana Karen (Ingrid) chega a ilha como quem recebesse sua alforria mas aquela viagem não tardaria a mostra que a levou ao confinamento. Os olhos de Karen captam toda ambientação rústica do lugar e logo traz à tona a indignação contra os modos, as aparências e a brutalidade. Sua resiliência parece ser capaz de superar um possível arrependimento, mas o tempo e os fatos acirram a disputa interna. Seu marido, Antonio (Mario Vitale), traz um furão para caçar coelhos. Ao soltá-lo, o pequeno mustelídeo ataca prontamente sua vítima, arrastando-o pelas longas orelhas. Antonio vibra, Karen chora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A comunidade vive de forma simples, ecologicamente correta e na esperança de sobreviver à próxima erupção. Um olho no peixe, outro no gato. Quando ela (a erupção) finalmente ocorre, entram em barcos, vão para o mar e esperam, por horas, as coisas “esfriarem”. O mar é fuga e é o sustento. Uma das sequências mais belas do filme (fora a performance de Ingrid Bergmann) é a da pesca do atum. Tudo é registrado de forma poética, métrica, viva, ritmada e coerente. Os barcos se enchem do grande peixe enquanto os olhos de Karen mais uma vez repousam sobre a ação humana sobre a vida. Ela deveria ficar muito mais espantada se visse o que fazemos hoje. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cansada de sua “guantánamo”, de sua “alcatraz”, Karen segue impetuosa vontade para fugir de tanta rudeza, simplicidade e distância do continente: prepara um plano de fuga. Seduz o homem do farol (Mario Sponzo) para ajudá-la mas traça ela própria seu caminho: atravessar o vulcão andando e buscar ajuda do outro lado da ilha, junto à comunidade de Ginostra. De lá, a liberdade. Nada é tão simples. Durante a caminhada, Karen percebe a força da ilha, a fumaça, o calor, o cansaço e invoca Deus para sobreviver e salvar o “bambino” que carrega em seu ventre. De cima de Stromboli, lado a lado com o fogo, a explosão da atriz, da personagem e do meio ambiente deslumbram quem vê.</span></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25808" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?resize=1280%2C960&#038;ssl=1" alt="" width="1280" height="960" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p><em>Stromboli</em> e <em>Cumbre Vieja</em> nos devolvem aquele sentimento de que fazemos parte de algo maior, natural e perigosamente belo. Faz com que retomemos essa relação ambivalente com a natureza e nos devolve para a humildade de olhar o planeta de modo respeitoso, temeroso e fraterno.</p>
<p>E vejam <em>Stromboli </em>de Rossellini!</p>
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		<title>Fome: cinema, fisiologia e sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 21:41:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pablo Neruda escreveu: &#8220;a fome é um incêndio frio.&#8221; Estamos em 1939 mas na verdade o tempo é mais remoto: 1861. A história se passa em algum lugar da região sul dos Estados Unidos em plena recém-deflagrada Guerra da Secessão, a guerra civil americana. De um lado, o Sul aristrocrata, latifundiário e partidário imperativo da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pablo Neruda escreveu: &#8220;a fome é um incêndio frio.&#8221;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Estamos em 1939 mas na verdade o tempo é mais remoto: 1861. A história se passa em algum lugar da região sul dos Estados Unidos em plena recém-deflagrada Guerra da Secessão, a guerra civil americana. De um lado, o Sul aristrocrata, latifundiário e partidário imperativo da escravidão. Do outro, o norte industrializado, os intitulados ianques. Um ambiente devastador implantou-se sobre o território dos Estados Unidos levando a quase 1 milhão de mortes durante o conflito (1861-1865). Em uma fazenda do sul escravocrata, Scarlett O’Hara, mimada, apaixonada e apaixonante, inicia uma saga das mais belas da história do cinema. </span><i><span style="font-weight: 400">Gone with the wind </span></i><span style="font-weight: 400">(E o vento levou). Sessão imperdível (apesar de durar mais de 4 horas&#8230;) que deveria estar presente em qualquer lista dessas de &#8220;os filmes que devo assistir antes de morrer&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gone04.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25760" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gone04.jpeg?resize=320%2C240&#038;ssl=1" alt="" width="320" height="240" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gone04.jpeg?w=320&amp;ssl=1 320w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gone04.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gone04.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os motivos? Um elenco marcante com Vivian Leigh (1913-1967), Clark Gable (1901-1960) e Hattie McDaniel (1895-1952). Muitas indicações para o Oscar (recebeu naturalmente o de melhor filme, sendo o primeiro filme colorido premiado na categoria). Cenas inesquecíveis – como a do incêndio que torrou cenários igualmente importantes como o do primeiro King Kong (1933).  </span><span style="font-weight: 400">De todas as cenas do filme, a mais tocante para mim é Scarlett retornando a Tara, a fazenda de seu pai. Lá, incendiada e destruída pelos ianques, com a mãe morta e o pai louco, Scarlett não tem o que comer. Com o entardecer ao fundo, segurando o vestido rodado, cabelo em desalinho, ela diz que nunca mais passará fome enquanto viver, segurando nervosamente em uma das mãos um tubérculo, na desolada e arrasada terra outrora próspera. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Fome. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No centro da cabeça, há um lugar. Ele se chama hipotálamo. Entre outras funções, é o centro da fome. No sangue, um mensageiro: a leptina. A regra é clara: quando você come acima do que precisa, nossa matriz energética estoca gordura nos adipócitos (nossas células dedicadas a &#8220;engordar&#8221;). Os adipócitos avisam que estão bem abastecidos liberando a leptina. A leptina atua no hipotálamo cessando o apetite. </span></p>
<p>Difícil, é o contrário. Estômago vazio, sangue sem açúcar, o corpo reage liberando (a partir do estômago) o hormônio da fome: a grelina. A grelina avisa o hipotálamo: estamos com fome!</p>
<p>Fome.</p>
<p>É um desafio mundial. O exercício de reduzir a fome estava em marcha lenta mas progressiva, mas veio a pandemia. Além dos fatores conhecidos como a seca, o frio, as desigualdades sociais e regionais, as guerras, a má distribuição dos alimentos, tem-se a mais o empobrecimento da população por conta da Covid-19.</p>
<p>Os números atuais assustam. Há uma estimativa de que 23 mil pessoas morreram de fome apenas hoje.  O total de pessoas desnutridas no mundo supera 850 milhões. No entanto, há 1,7 bilhão de pessoas em sobrepeso. Seria lindo que a cena de Scarlett fosse um grito definitivo para cada cidadão dos já quase 7,9 bilhões de seres humanos na atualidade. Enfrentar o incêndio quente de Tara, e esse incêndio frio que revela Neruda&#8230;</p>
<p>Fome.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cuidado, homens! Se não vai ter que cortar&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 19:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o Ultrage a Rigor fez aquela música: &#8220;Corri  para o quarto, acendi a luz, olhei no espelho, o meu tava lá, ainda bem que eu não tô na TV senão ia ter que cortar&#8230;&#8221;, muitos podem ter achado apenas engraçado. Mas atenção, homens! Muita atenção! Higiene é tudo. Senão&#8230; um dos seus maiores temores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o Ultrage a Rigor fez aquela música: &#8220;Corri  para o quarto, acendi a luz, olhei no espelho, o meu tava lá, ainda bem que eu não tô na TV senão ia ter que cortar&#8230;&#8221;, muitos podem ter achado apenas engraçado. Mas atenção, homens! Muita atenção! Higiene é tudo. Senão&#8230; um dos seus maiores temores (Freud alertou!) pode acontecer: cortar o pênis.</p>
<p>A urologia é a especialidade médica que cuida da saúde genital masculina, o que equivale à ginecologia para as mulheres (desculpa se subestimo alguns leitores&#8230;). Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 1.600 homens brasileiros têm o pênis amputado todos os anos, isto é, cerca de 4 por dia. O motivo? Falta de higiene e câncer.</p>
<p>O pênis tem uma pele chamada prepúcio que cobre a glande (a &#8220;cabeça&#8221; do pênis). Abaixo dessa pele, há produção de uma substância esbranquiçada chamada esmegma. O acúmulo dela pode levar a processos inflamatórios e lesões na glande. Para piorar, atrai alguns microrganismos, como bactérias, fungos e vírus. Um dos principais perigos é a ocorrência local do papilomavírus humano (HPV), o mesmo que causa do câncer de colo do útero. Esses vírus são terríveis! Eles são oncovírus! (<em>onco</em> significa <em>câncer</em>).</p>
<p>O câncer de pênis corresponde a 2% do total entre os homens. A indicação de tratamento é cirúrgica, ou seja, a retirada dele (que leva junto total ou parcialmente o pênis!). Em casos avançados, ainda podem ser retirados os testículos e até regiões da virilha. A cirurgia é chamada de <em>falectomia</em>. Infelizmente, a ocorrência é maior em países periféricos, nas camadas de baixa renda e sobretudo ocorre por falta de cuidados simples como se ocupar de lavar o &#8220;dito cujo&#8221;. Empoderamento de informação é fundamental! Nada dessa desconfiança sobre a ciência!</p>
<p>Então, água e sabão, para sua segurança, especialmente após as relações sexuais ou masturbação.</p>
<p>Você que é homem, fica a dica. Senão vai ter que cortar&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Atenção, ansiosos! Responda: por que as zebras não têm úlceras?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2021 16:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Robert Sapolsky é neurobiólogo e professor da Universidade de Stanford. Uma figura. Um cara com uma capacidade de compreender o comportamento humano a partir de muita ciência. Alto estudioso do comportamento animal, ajuda-nos potencialmente a compreender processos que nos aprisionam mentalmente: como a ansiedade. Em seu &#8220;Why Zebras don&#8217;t get ulcers&#8221;, oferece-nos um esquema mental [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Robert Sapolsky é neurobiólogo e professor da Universidade de Stanford. Uma figura. Um cara com uma capacidade de compreender o comportamento humano a partir de muita ciência. Alto estudioso do comportamento animal, ajuda-nos potencialmente a compreender processos que nos aprisionam mentalmente: como a ansiedade.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25668" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?resize=512%2C343&#038;ssl=1" alt="" width="512" height="343" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?w=512&amp;ssl=1 512w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a></p>
<p>Em seu &#8220;Why Zebras don&#8217;t get ulcers&#8221;, oferece-nos um esquema mental poderoso sobre como enfrentar a ansiedade pela compreensão dela. Seria mais que um conselho, uma solução para muitos dos ansiosos de plantão (embora todos estejamos de certa nesse lugar&#8230;). Sua explicação simples e biologicamente preparada parte da análise hormonal de zebras. Sim, zebras! Ameaçadas permanentemente por leões, elas nos contam o segredo para continuarem a viver sem estresse excessivo.</p>
<p>Com base na avaliação hormonal, como a do cortisol (importante hormônio liberado pelo córtex da suprarrenal), Sapolsky nos revela dois detalhes singelos e animadores. O primeiro é de que a zebra não sofre neuroquimicamente antes do leão chegar. Segundo, também não sofre quando o leão já se foi. O sofrimento fisiológico, o estresse alto, ocorre apenas de modo extraordinário, no momento em que o perigo está ali, diante de si. Não há perigo antes e nem depois. (balançou o todinho?)</p>
<p>Pois é&#8230; não é exatamente assim com os ansiosos? Eles sofrem antecipadamente sobre o fato. E depois, do fato ocorrido, impõem-se um pensamento ditatorial de reviver a cena inúmeras vezes dentro da cabeça, angustiando o corpo, castigando-o de hormônios que interferem negativamente em diversos sistemas. E o pior: sem nenhuma necessidade. Afinal de contas: cadê os leões?</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25669" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=1920%2C1276&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1276" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=1024%2C681&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=1536%2C1021&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>As úlceras estão ligadas ao nervosismo. As zebras não têm úlceras por saberem viver e conviver com o estresse. Calcemos as sandálias da humildade e aprendamos com quem lida com um leão a cada dia. Deixemos de sofrer o antes e o depois. Explique isso para si mesmo e experimente a mudança!</p>
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		<title>Se você não anota nada na aula, precisa ler este texto!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 20:50:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem é professor, pai e mãe sabe: há uma crise por parte dessa geração que não quer escrever. Anotar no papel parece cafona, arcaico, coisa do passado. Agora, o aluno fotografa o quadro, envia pelo whatsapp e a turma tem tudo escrito e na memória! Tem muito aluno por aí que não tem mais caderno, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é professor, pai e mãe sabe: há uma crise por parte dessa geração que não quer escrever. Anotar no papel parece cafona, arcaico, coisa do passado. Agora, o aluno fotografa o quadro, envia pelo <em>whatsapp</em> e a turma tem tudo escrito e na memória! Tem muito aluno por aí que não tem mais caderno, nem lápis, nem caneta! Será que isso funciona?</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25455" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?resize=1920%2C1128&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1128" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?resize=300%2C176&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?resize=1024%2C602&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?resize=768%2C451&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?resize=1536%2C902&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>Em recente artigo, o Dr. Umejima e sua equipe fizeram um teste que comprovou que, primeiramente, anotar é muito melhor do que não anotar nada se a ideia é memorizar. Mas não para por aí. Ele percebeu que havia diferença na lembrança entre aqueles que anotaram no papel, em um tablet e no celular. Adivinha quem lembrou mais? Aquele que anotou no papel!</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25457" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=1920%2C1280&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>Sim!</p>
<p>Os pesquisadores testaram o comportamento de recuperação de memória de compromissos anotados a partir de três grupos: um grupo que usou cadernos de papel, um segundo grupo que usou um tablet para as anotações e um terceiro grupo que usou o celular. O processo de recuperação da memória foi feito uma hora depois, após uma atividade de interferência (uma atividade de distração), aferido em uma varredura de ressonância magnética funcional. Ao se analisar o resultado das práticas recuperativas da memória, observaram-se três benefícios concretos favoráveis ao grupo que fez anotações no papel.</p>
<p>Em primeiro lugar, o grupo fez anotações mais rápidas e precisas sobre os compromissos. A precisão foi significativamente maior em questões entendidas como mais fáceis e diretas.</p>
<p>Em segundo lugar, ocorreu o envolvimento de diversas áreas cerebrais que envolvem a linguagem.</p>
<p>Em terceiro, a ativação anterior foi significativamente maior no grupo quando comparado com os outros dois. Dessa forma, os autores concluem:</p>
<p><em>A superioridade significativa tanto na precisão quanto nas ativações para o grupo Nota sugeriu que o uso de um caderno de papel promoveu a aquisição de informações de codificação ricas e / ou informações espaciais de papéis reais e que essas informações poderiam ser utilizadas como pistas de recuperação eficazes, levando a ativações nessas regiões específicas.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anotou isso aí?</p>
<p>Se quiser ler o artigo original do Dr. Umejima, <a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnbeh.2021.634158/full#:~:text=Our%20present%20experiments%20demonstrated%20that,in%20those%20using%20electronic%20devices.">clique aqui</a>!</p>
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		<title>Nuvem de gafanhotos: proteicos e aterrorizantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 11:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por onde costumamos andar, vemos gente. Ao assistir a TV ou às mídias sociais, vemos gente. Ao assistir um show ou um jogo, vemos muitas pessoas (pelo menos antes da pandemia!). A concentração humana é comum: somos mais de 7 bilhões! Mas será que as maiores concentrações de uma espécie animal são humanas? A resposta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por onde costumamos andar, vemos gente. Ao assistir a TV ou às mídias sociais, vemos gente. Ao assistir um show ou um jogo, vemos muitas pessoas (pelo menos antes da pandemia!). A concentração humana é comum: somos mais de 7 bilhões! Mas será que as maiores concentrações de uma espécie animal são humanas? A resposta é não.</p>
<p>Sabe qual a maior concentração animal já testemunhada no planeta? Misteeeeeeerio. Ela aconteceu nos Estados Unidos, em Nebraska, no estado do Kansas. Em 1875, o céu de dia ficou como a noite dado o número de insetos no ar. A estimativa não é precisa mas há números que giram em torno de incríveis 3,5 trilhões de &#8230; gafanhotos. Isso mesmo uma inimaginável nuvem de gafanhotos! Nunca houve algo tão aglomerador desde então!</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-2.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25420" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-2.jpeg?resize=665%2C374&#038;ssl=1" alt="" width="665" height="374" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-2.jpeg?w=665&amp;ssl=1 665w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-2.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 665px) 100vw, 665px" /></a></p>
<p>O conceito de nuvem tão usado na cibercultura tem raízes no ar e nos gafanhotos. Aliás, a mística em torno da nuvem de gafanhotos é bíblica. A oitava praga enviada por Deus para os egípicios! Recentemente, há um filme francês que traz essa interessante e aterrorizante aglomeração dos gafanhotos novamente. O filme &#8220;A nuvem&#8221; (2021) de Just Philippot com a atriz Suliane Brahim (Virginie) traz uma trama muito legal que perpassa pela luta de uma mulher como mãe e provedora do lar, empoderando acertadamente esse lugar feminino. O <em>thriller</em> usa os gafanhotos, cuja farinha é mais proteica que a carne bovina, como aposta financeira de Virginie para si e para seus dois filhos adolescentes. Assim, um aspecto importante do filme é que transforma aparentemente uma praga agrícola em investimento. Com dificuldades de criar os artrópodos, acidentalmente, Virginie descobre que o sangue faz com que a reprodução e o crescimento deles aumentem incrivelmente. Depois&#8230; assistam!</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-1.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-25421" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-1.jpeg?resize=577%2C275&#038;ssl=1" alt="" width="577" height="275" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-1.jpeg?w=325&amp;ssl=1 325w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-1.jpeg?resize=300%2C143&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 577px) 100vw, 577px" /></a></p>
<p>Gafanhotos. É mais uma reverência a esses insetos que, apesar de não sugarem sangue nem atacar tão diretamente seres humanos, fazem parte de um temor coletivo por gerações e gerações. O animal com maior população reunida que já testemunhamos.</p>
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		<title>Vampiros existem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 23:11:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[morcego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os vampiros assombravam o século XVI e XVII na Europa Média. A Prússia, a Polônia e a Rússia estavam entre os países mais ″visitados″ pelos draculeanos. E a pergunta que não quer calar: vampiros existem? Vamos pensar: como é um vampiro? Podemos enumerar algumas propriedades deles: sugam sangue; têm caninos desenvolvidos; são fotofóbicos; são agressivos; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Os vampiros assombravam o século XVI e XVII na Europa Média. A Prússia, a Polônia e a Rússia estavam entre os países mais </span><span style="font-weight: 400">″</span><span style="font-weight: 400">visitados</span><span style="font-weight: 400">″</span><span style="font-weight: 400"> pelos draculeanos. E a pergunta que não quer calar: vampiros existem?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Vamos pensar: como é um vampiro? Podemos enumerar algumas propriedades deles:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">sugam sangue;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">têm caninos desenvolvidos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">são fotofóbicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">são agressivos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">transformam-se em morcegos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">são mais fortes que os humanos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">não suportam alho e crucifixo.</span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Como explicar a existência de algo assim?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Penso que o povo algumas vezes inventa mas se escora em alguma </span><span style="font-weight: 400">″</span><span style="font-weight: 400">realidade</span><span style="font-weight: 400">″</span><span style="font-weight: 400"> para fazê-lo. E eu desconfio de algumas circunstâncias conhecidas aqui. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um vírus. Seu material genético é RNA. O contágio? A mordida, a dentada seguida de salivação. Na saliva deles, o poder de matar. Os transmissores podem ser cães, gatos, macacos, guaxinins, coiotes, lobos, chacais e… morcegos. </span></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25324" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?resize=1920%2C1329&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1329" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?resize=1024%2C709&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?resize=768%2C532&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?resize=1536%2C1063&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">O vírus da raiva é introduzido no corpo da vítima e logo mostra a sua capacidade de promover estragos, particularmente no sistema nervoso. O paciente começa a desenvolver problemas associados ao comportamento: de um mau humor a problemas no engolimento. Surge a aversão temerosa à água – o que faz com que a raiva também seja conhecida como hidrofobia. Há relatos também de fotofobia – a mesma aversão, só que em relação à luz. O paciente manifesta maiores crises, vem o sintoma da danação. Ficam agressivos, atacam, mordem, são capazes de ações desproporcionais para sua força (típicos de algumas pessoas com transtornos psiquiátricos) e já não respondem mais pelos seus atos. A crise aprofunda e a morte sobrevém em praticamente todos os casos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Captou a mensagem, nobre leitor? Uma mistura de elementos da patologia da raiva, de seus transmissores e de todo o espanto do povo em relação aos portadores da doença constróem nosso personagem. Os vampiros da Europa Média podem ter sido cidadãos comuns que sofreram de uma virose que os transtornaram, despersonalizando-os, virando-os pessoas arredias, notívagas, capazes de agredir gratuitamente porque perderam a auto-crítica e a auto-censura. Para mim, caso encerrado.</span></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25325" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?resize=1920%2C1173&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1173" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?resize=300%2C183&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?resize=1024%2C626&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?resize=768%2C469&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?resize=1536%2C938&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quanto ao alho e ao crucifixo, bom, o povo também inventa um pouco, né?</span></p>
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		<title>Tubarão &#8211; de Hollywood a Pernambuco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 20:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1975, um jovem diretor de nome Steven e sobrenome Spielberg criava uma reviravolta no cinema mundial: o filme Tubarão. A história que era dúvida para muitos virou uma certeza muito real no mundo inteiro: um fenômeno de bilheteria. Aos olhos de hoje, o filme parece para muitos tosco, simplório e sustentado por um roteiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1975, um jovem diretor de nome Steven e sobrenome Spielberg criava uma reviravolta no cinema mundial: o filme <em>Tubarão</em>. A história que era dúvida para muitos virou uma certeza muito real no mundo inteiro: um fenômeno de bilheteria. Aos olhos de hoje, o filme parece para muitos tosco, simplório e sustentado por um roteiro simples, sem nenhuma centelha que justificasse tamanho sucesso. Não foi o que aconteceu. Houve uma comoção principalmente nos Estados Unidos e trata-se de um marco de sucesso.  O segredo do sucesso parece estar no fato de que <em>Tubarão</em> mexia com áreas do cérebro nunca antes movimentadas frente à telona; medo e apreensão em níveis absurdos, alimentados pela trilha sonora inesquecível.</p>
<p>Tubarões assustam no imaginário de todos até hoje. Mas parece que a fama dos tubarões oscila entre o desejo de matá-los e o descaso excessivo. A maioria das espécies de tubarões não atacam humanos e nenhuma delas identifica o ser humano como uma presa prevista. Mas isso não significa que eles sejam inofensivos; muito pelo contrário. Existem cerca de 375 espécies de tubarões no mundo sendo que 80 delas ocorrem no Brasil. Cerca de 30 espécies no mundo têm episódios de ataque a seres humanos, sendo que no Brasil são encontradas quatro das cinco mais perigosas: o galha-preta, o branco, o tigre e o cabeça-chata. É preciso respeitá-las.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25287" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1920%2C1280&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>No mês passado, um homem perdeu a vida na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes (PE). Segundo testemunhas, mesmo avisado o perigo, o homem se colocou mar a dentro e foi atacado. Ele acabou perdendo a mão e tendo um grande corte na coxa. Não resistiu aos sangramentos e teve uma parada cardíaca. Só em Pernambuco, são 26 mortes desde 1992. O agressivo tubarão-tigre (<em>Galeocerdo cuvier</em>) é apontado como o principal responsável pelos ataques a banhistas em praias da região juntamente com outra espécie tida como feroz e agressiva: o cabeça-chata (<em>Carcharhinus leucas</em>).</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25288" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1920%2C1672&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1672" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=300%2C261&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1024%2C892&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=768%2C669&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1536%2C1338&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>Todo cuidado e todo respeito são importantes quando o assunto é tubarão. São muitos deles animais perigosos e precisamos manter essa cautela para que a vida, neste caso, não imite a arte de Spielberg.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Marilyn e a adorável cicatriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 21:48:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sua trajetória foi meteórica. Nascida Norma em 1926, em Los Angeles e morta Marilyn em 1962, Marilyn Monroe. Trata-se de um dos maiores símbolos sexuais da história do Ocidente, imortalizada em obras como “Quanto mais quente melhor”, “Os homens preferem as loiras” e “Adorável pecadora”. Uma mulher que marcou uma geração – apesar de ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Sua trajetória foi meteórica. Nascida Norma em 1926, em Los Angeles e morta Marilyn em 1962, Marilyn Monroe. Trata-se de um dos maiores símbolos sexuais da história do Ocidente, imortalizada em obras como “Quanto mais quente melhor”, “Os homens preferem as loiras” e “Adorável pecadora”. Uma mulher que marcou uma geração – apesar de ser vista por alguns como egoísta, uma atriz limitada e uma mulher que conquistava seus objetivos com a sedução de seu corpo. Tudo isso potencializou o patamar de estrela. Foi dona de uma biografia recheada de pormenores, como seu romance com o então casado e presidente estadunidense John Kennedy (assassinado em 1963).  Marilyn, segundo alguns historiadores, era viciada em remédios para dormir e foi vitimada por uma overdose no dia 4 de agosto de 1962. </span></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25242" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=1920%2C1554&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1554" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=300%2C243&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=1024%2C829&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=768%2C622&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=1536%2C1243&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em 2007, o mito vem à tona com novas poses, 45 anos depois de sua trágica despedida. O fotógrafo  Bert Stern é o autor das 62 fotografias. Fotografias de uma era sem “photoshop”, sem máscaras cibernéticas, sem </span><i><span style="font-weight: 400">softwares</span></i><span style="font-weight: 400">. Fotos que revelaram em seu abdômen uma imperfeição gerada por uma traição fisiológica: uma cicatriz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As fotos divulgadas foram feitas semanas depois de uma cirurgia para retirada de vesícula. Um talho bem nítido no seu lado direito passou a conviver com toda a beleza que lhe aflorava. Qual a necessidade dessa mutilação?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A vesícula biliar é um órgão em forma de pera que se encontra debaixo do fígado. Sua função é armazenar a bílis (ou bile). Apenas armazenar. Muitas pessoas atribuem-lhe a função de fabricar essa secreção digestiva o que não é verdade. São os hepatócitos, células do fígado,  que produzem-na.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A bílis é constituída de sais derivados de colesterol: chamam-se de sais biliares. Essas moléculas possuem a capacidade de serem polares em uma extremidade e apolar na outra – são anfipáticas. Assim, atuam como um detergente, na altura do duodeno, onde é lançada, auxiliando na dissolução de óleos e gorduras. Vestibulandos de plantão, cuidado! Não há enzimas na bílis, portanto ela não digere lipídios, apenas facilita a ação das lipases.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra função interessante da bílis pouco divulgada é a possibilidade de eliminar colesterol em excesso no corpo. Essa ação é preventiva para futuros problemas na circulação pois o colesterol pode acumular perigosamente nos vasos sanguíneos ocasionado-lhes obstrução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pedra (ou cálculo) nos rins é assunto conhecido. Pedra na vesícula é menos comum. É também chamada de cálculo biliar. É mais em comum em mulheres, acima dos 40 anos e obesas (Quase nada combinando com a musa dos anos 50!).  Em 80% dos casos, as pedras são cristais de colesterol. Formam-se devido a uma supersaturação dele na bílis. Essa formação deve-se a uma absorção excessiva de água pela vesícula aliada com a abundância de colesterol. As pedras podem obstruir a saída da bílis, aumentando a pressão interna na vesícula ocasionando-lhe inchaço e dor abaixo das costelas. Hoje, há drogas que são capazes de dissolver. A cirurgia laparoscópica é a mais utilizada hoje para a remoção. O laparoscópio é um aparelho com fibra óptica e associado a uma câmera introduzido no abdômen (depois que essa parte do corpo é inflada com CO</span><span style="font-weight: 400">2</span><span style="font-weight: 400">).  São feitas pequenas incisões de poucos centímetros. Durante o procedimento, a vesícula é removida por um tubo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas, meus amigos, na época de Monroe, no início da década de 1960, a solução era mais invasiva e deixou uma sequela nítida. Nada que arranhe a imagem eterna de um dos maiores ícones da história do cinema ocidental.</span></p>
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		<title>Alerta sobre vacinas genéticas: entendendo os riscos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 22:31:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não há motivos para pânico, não há motivos para desconfiança. As vacinas genéticas são seguras. Há alguns dias, a ANVISA emitiu nota avisando sobre os riscos de miocardite e pericardite como efeitos pós-vacina do imunizante da Pfizer. Aos antivacinistas de plantão, aos haters e aos trolls da ciência, mais um argumento para formarem seu enxame [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não há motivos para pânico, não há motivos para desconfiança. As vacinas genéticas são seguras.</p>
<p>Há alguns dias, a ANVISA emitiu nota avisando sobre os riscos de miocardite e pericardite como efeitos pós-vacina do imunizante da Pfizer. Aos antivacinistas de plantão, aos <em>haters</em> e aos <em>trolls</em> da ciência, mais um argumento para formarem seu enxame contra a imunização. Bobagem. Vamos aos fatos.</p>
<h2>As vacinas genéticas</h2>
<p>As vacinas genéticas são uma novidade antecipada pela Covid-19. Trata-se de uma forma de imunizante nunca antes desenvolvida em larga escala. Agora, estão disponíveis para o mundo pela Pfizer e pela Moderna (esta última ainda não chegou por aqui). São feitas com nanopartículas que contêm RNA mensageiro. Aqueles que fugiram da aula de biologia ou meramente decoraram as páginas do livro ou as aula do <em>Youtube</em> para passar na prova, deve ter vaga ou nenhuma lembrança do que estamos falando. Aos mais entusiastas deste conteúdo, devem se lembrar que são produtos da atividade gênica, intermediários de definitiva importância para a síntese de proteínas. Nesse caso, o RNA mensageiro usado na vacina contém informação genética específica para a produção da proteína do coronavírus. As células que incorporam esse RNA, produzem a proteína viral e isso estimula a ação do sistema imunológico. A partir de então, depois de dias, há produção de anticorpos específicos contra o coronavírus. É comprovadamente eficiente. Mas o que houve então?</p>
<h2>Os casos nos Estados Unidos</h2>
<p>Acontece que nos Estados Unidos foram divulgados casos de miocardite e pericardite pós-vacina. São inflamações no coração (miocárdio) ou na membrana que envolve o coração (pericárdio). Nesses casos, costuma-se ter dor no peito, desconforto, falta de ar, inchaço nas pernas, cansaço, tontura e palpitações. No caso da pericardite, pode haver febre até 38 graus. O tratamento envolve repouso e uso de algumas medicações para o quadro inflamatório. São quadros que habitualmente são transitórios e evoluem para cura. Além disso, o número de ocorrências foi muito, mas muito baixo, especialmente em maiores de 30 anos de idade, e especialmente em mulheres.</p>
<p>No site brasileiro da Pfizer, nada mudou depois dos avisos acima. No site do Governo Federal, está lá o ocorrido nos Estados Unidos mas escreveram que &#8220;a <strong><span class="TextRun SCXW231125457 BCX0" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW231125457 BCX0">Anvisa ressalta que mantém a recomendação de continuidade da vacinação com a vacina da Pfizer, dentro das indicações descritas em bula, uma vez que, até o momento, os benefícios superam os riscos. &#8220;</span></span></strong></p>
<h2>Vacinar é seguro</h2>
<p>Povo brasileiro, é hora de vacinar. Não escolhamos vacina e sigamos a passos fortes no controle da doença que, a cada dia, faz mais vítimas por sua ação direta. Neste momento em que escrevo, já são mais de <strong>4 milhões de mortes</strong> no mundo, de pessoas como eu, você e nossos familiares. Nesse momento estamos nos aproximando de <strong>3,5 bilhões</strong> (sim, bilhões!) de doses aplicadas de vacina contra a Covid-19 em toda a humanidade! Ninguém morreu, ao contrário, são incontáveis vidas salvas. Como eu, você e nossos familiares.</p>
<p>Dobremos a curva daquilo que é anticientífico, funesto, desequilibrado e insustentável sob a lupa da ciência. Procuremos na web informações seguras, chega de desinformação e de dar palanque para os despreparados.  Abandonemos as opiniões, encaremos os fatos validados e supervisionados pelo método científico, sigamos firmes, vivos e vacinados rumo àquelas boas aglomerações que tanto temos saudade!</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/sunset-4385923_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25117" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/sunset-4385923_1920.jpeg?resize=1920%2C810&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="810" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/sunset-4385923_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/sunset-4385923_1920.jpeg?resize=300%2C127&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/sunset-4385923_1920.jpeg?resize=1024%2C432&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/sunset-4385923_1920.jpeg?resize=768%2C324&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/sunset-4385923_1920.jpeg?resize=1536%2C648&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
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		<title>É hora de escolher vacina?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2021 19:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O país se aproxima da incrível marca de 500 mil mortes pela COVID-19. Desde o primeiro caso em 26 de fevereiro de 2020 e a primeira morte, no dia 17 de março de 2020, testemunhamos milhares de perdas. Sem medicamentos específicos e ainda sem a imunização preventiva, a única saída eram as medidas de evitar o contágio como afastamento social, uso de álcool em gel e máscaras. Continuamos sem medicamentos específicos para o vírus, mas já temos várias vacinas. Agora, que elas começam a ser muitas, você pode estar diante de um novo dilema: qual delas devo usar?</p>
<p>Quando se tem dor de cabeça, pode-se ir a uma farmácia e decidir entre ácido acetilsalicílico, dipirona ou paracetamol. São princípios ativos diferentes mas conseguem, em boa medida, conter a dor de cabeça. É uma decisão que se sustenta na oferta acessível das três possibilidades e na confiança de qual delas é melhor para o usuário. Não é a mesma situação da vacina.</p>
<p>A vacina (segundo a história do ocidente) surgiu em 1796, com o médico ruralista Edward Jenner (há quem diga que foram os chineses antigos os primeiros a desenvolverem a primeira vacina&#8230;). Tratava-se da vacina contra a varíola, feita a partir de vírus da varíola ovina. De lá pra cá, são mais de 225 anos. No entanto, houve um recorde histórico quando os russos anunciaram a <em>Sputnik V</em>, a primeira vacina contra a COVID-19, no dia 11 de agosto de 2020, ou seja, pouco menos de 8 meses depois dos primeiros casos em Wuhan, na China, no finalzinho de 2019. A vacina foi vista com certo descrédito pela comunidade internacional e ocidental, sobretudo pela suposta falta de dados publicados em revistas ocidentais (e talvez alguma dose de outras questões como geopolíticas, econômicas e outras vaidades). O certo é que a mesma vacina foi agora liberada no Brasil, quase um ano depois, pela ANVISA. Putin, na época, recordou Jenner: anunciou que a própria filha tinha sido imunizada com a vacina, assim como Jenner também testara com seu filho. Para quem desconhece, o <em>Sputnik I</em> foi o primeiro satélite artificial lançado ao espaço pelos soviéticos em outubro de 1957, iniciando uma corrida que entre outras questões acelerou o aparecimento da internet (depois, eu conto em outro texto&#8230;). Daí, veio o nome da vacina seguida do “V”.</p>
<p>Yes, nós temos vacinas! Já são cinco liberadas no Brasil: Coronavac, Oxford-Astrazeneca, Pfizer, Covaxin e Sputnik V. Qual é a melhor? Qual devo escolher?</p>
<p>No mundo ocidental, a primeira pessoa vacinada foi na Inglaterra, no dia 08 de dezembro de 2020.  No Brasil, a primeira dose de vacina contra a COVID-19 foi dada em 17 de janeiro de 2021, e foi da <em>Coronavac</em>. A <em>Coronavac</em> é considerada uma vacina de primeira geração porque usa uma metodologia considerada convencional de preparação imunológica: é feita a partir do próprio coronavírus inativado por calor. Depois, por aqui, chegou a vacina de <em>Oxford-AstraZeneca</em>. Nesse caso, o método de desenvolvimento foi outro: modificaram o adenovírus (vírus do resfriado) de chimpanzé com material genético obtido de coronavírus. Depois, foi a vez da <em>Pfizer</em>, a primeira das vacinas genéticas. Usam nanopartículas lipídicas com RNAm dentro para serem incorporados pelas células corporais e sintetizarem a proteína <em>spike</em>, fortemente antigênica e promovedora da reação que resultará na formação de anticorpos e células de memória. A <em>Sputnik V</em> utiliza método parecido com a da <em>Oxford-AstraZeneca</em> embora os adenovírus sejam humanos, o que a princípio, seria melhor. A vacina da <em>Covaxin</em> é semelhante à da <em>Coronavac</em>, embora a inativação do vírus seja feita de modo químico. Uma pergunta que não quer calar é a da eficácia e a dos efeitos colaterais quando comparadas entre si. Em ambos os casos, as vacinas vão variar inevitavelmente. Ocorre que elas variam não só por características intrínsecas delas mas variam também em função dos indivíduos que as recebem. Embora, se façam acompanhamentos de grandes grupos de testantes exatamente para avaliar essas questões (e nesse caso, o Brasil é um “grande laboratório a céu aberto” devido ao nosso alto grau de miscigenação), a eficácia é alta para todas elas (ao menos para evitar os casos graves) e os efeitos colaterais baixos em relação à potência do novo coronavírus. Em outras palavras, é muito (mas muito mais!) importante vacinar do que qualquer outra questão relativa à origem, à nacionalidade, ao método, aos efeitos colaterais ou à eficácia (desde que obviamente feitos todos os testes pré-clínicos e clínicos) das vacinas. O Brasil vive, neste momento, um ritmo lento na vacinação, sendo que no dia 04 de junho de 2021, tínhamos 10,77% de brasileiros com as duas doses. Assim, levamos quatro meses para passar de 10% da população plenamente imunizada (todas as vacinas disponíveis no Brasil até o momento exigem duas doses &#8211; a única das disponíveis com apenas uma dose é a da <em>Jansenn</em>). Ora, sendo assim, levaremos 40 meses para vacinar todos nós?</p>
<p>Não é hora de escolher vacina. É hora de vacinar.</p>
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		<title>Como o contato com a natureza fez Juliana Evelyn Ribeiro da Silva se apaixonar pela biologia marinha, meio ambiente e conservação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 11:30:16 +0000</pubDate>
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<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da estudante Juliana Evelyn Ribeiro da Silva no <a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link">Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;.</a></p>
<p>Juliana Evelyn Ribeiro da Silva é estudante de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista &#8220;Júlio de Mesquita Filho&#8221;, no Campus de Bauru. É Coordenadora de Sociocultural do Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221; e integrante da Comissão de Recepção de Calouros em 2020. Se interessa pelas áreas de Zoologia, especificamente, Biologia Marinha relacionada ao tema de meio ambiente e conservação. Seu papel na coordenadoria de sociocultural é trazer mais entretenimento para os estudantes da área e mantê-los informados sobre assuntos que estão ligados à matéria e à formação acadêmica. Pretende se formar como licencianda e atuar tanto no campo, quanto na divulgação de informações, para que nosso futuro esteja ligado conscientemente à natureza.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: </strong><strong>Quem é você ?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Sou uma mulher de 23 anos que ama fazer o que faz, estar em contato com a natureza, amigos e viajar. Venho de uma cidade do interior de São Paulo, chamada São José dos Campos, e lá aprendi muita coisa para realizar tudo o que estou conquistando hoje em dia. Além da área de biológicas, também gosto bastante da área de humanas e por isso quis fazer parte de algo que fosse me levar além das matérias da grade curricular, pois sempre procuro estar por dentro dos assuntos que me motivam a ser quem eu quero no futuro, entre outros.”</p>
<h3><strong>Segunda pergunta: O que te fez escolher ser cientista ? </strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Em conjunto com a área de humanas, eu sempre tive muita conectividade com biológicas, uma vez em uma excursão escolar para o <a href="http://www.cataventocultural.org.br/">Museu Catavento</a>, em São Paulo, eu me vi encantada por tudo que tinha lá exposto. Tomando mais gosto pelo lado da ciência, optei por escolher algo dentro dela e depois de um tempo, pesquisando, eu vi que realmente o que eu queria era estar em contato com a natureza e poder estudar mais a fundo todo o seu funcionamento. A escolha por me especificar em biologia marinha veio da paixão pela praia, mas também pela triste notícia de que esse ecossistema está sendo muito prejudicado com o avanço da humanidade, sendo assim, quero ser alguém que trabalhe para que isso mude.”</p>
<h3><strong>Terceira pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Desde pequena sempre tive muito contato com a natureza, além do incentivo de professores, durante minha formação escolar, que foi muito importante para a minha escolha. Meu apreço pela área de biologia marinha, meio ambiente e conservação, veio de documentários que assistia e amigos que, antes de mim, já estavam na área.</p>
<h3><strong>Quarta pergunta:  Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Entendo bem que escolher uma profissão para o resto da vida não seja fácil e os caminhos que te levam até a certeza são aparentemente complicados, mas acho que desde cedo é se inteirar do assunto e buscar saber mais sobre. Se ela abrange várias áreas do conhecimento, se a universidade que você pretende cursar te oferece uma estrutura pra isso, e depois seguir em busca de um resultado promissor. Além disso, sempre procurar projetos e palestras que vão te aperfeiçoar mais ainda.”</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho da Juliana Evelyn Ribeiro da Silva não deixe de conhecer o<a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link"> Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;</a></p>
<p>Se você faz ciência/pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
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		<title>Movimento antivacina em ascensão: entenda o que é, a quem serve e como funciona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[anafravinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 20:42:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já tem alguns anos que o movimento antivacina está em ascensão. Questões como tomar ou não tomar a vacina contra a Covid-19, questionar a confiança na ciência, não deveria ser pauta em 2021. A varíola foi uma doença que matou mais de 300 milhões de pessoas. Sua vacina foi descoberta em 1789 e publicada em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/movimento-antivacina-em-ascensao-entenda-o-que-e-a-quem-serve-e-como-funciona/">Movimento antivacina em ascensão: entenda o que é, a quem serve e como funciona</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Já tem alguns anos que o movimento antivacina está em ascensão. Questões como tomar ou não tomar a vacina contra a Covid-19, questionar a confiança na ciência, não deveria ser pauta em 2021.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A varíola foi uma doença que matou mais de 300 milhões de pessoas. Sua vacina foi descoberta em 1789 e publicada em 1798 por Edward Jenner. Apesar da vacinação ser obrigatória, no Brasil, primeiro em crianças (1837) e depois em adultos (1846), a população não demonstra interesse em se imunizar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Posteriormente, em 1904, o hospital São Sebastião, no Rio de Janeiro, divulga que 1800 pessoas estão internadas com varíola. Com isso, Oswaldo Cruz propõe o projeto da obrigatoriedade. Apenas quem comprovar estar vacinado, pode conseguir contrato de emprego, matrícula em escolas, certidão de casamento e etc. Consequentemente, causa revolta na população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, já sabemos o desfecho dessa história. À vacinação em massa resultou o fim da varíola em 1980. Qual o motivo do crescimento do movimento antivacina, se sabemos que as vacinas auxiliam no combate de doenças? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1998, a revista </span><i><span style="font-weight: 400;">Lancet</span></i><span style="font-weight: 400;"> publicou um artigo que associa o aumento de casos de autismo em crianças com a vacina tríplice viral. Mesmo a revista ter se retratado e provado que os dados utilizados eram falsos, essa informação tornou-se munição aos integrantes do movimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com as campanhas de vacina contra o Covid-19 em alta, o movimento antivacina continuou a crescer. Certamente o motivo foi a descoberta da vacina e o fim dos testes em tempo recorde. Como resultado, surgem diversas teorias da conspiração e <em>fake news</em> diariamente. Por fim, infelizmente quem perde somos todos nós.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/vacina-COVID-19.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-22214 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/vacina-COVID-19.jpg?resize=290%2C174&#038;ssl=1" alt="" width="290" height="174" /></a></span></p>
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		<title>Você sabe como funciona o processo de imunização após a vacina da COVID-19?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Leonardo Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 14:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[cloroquina]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente o governo acaba de anunciar que as primeiras doses da vacina contra a COVID-19 acontecerão em alguns estados, priorizando os profissionais da saúde, idosos e grupos de risco. Segundo as informações da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) as vacinas entram agora na fase 4, onde será observada sua efetividade na vacinação em massa. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-speechify-sentence="">Recentemente o governo acaba de anunciar que as primeiras doses da vacina contra a COVID-19 acontecerão em alguns estados, priorizando os profissionais da saúde, idosos e grupos de risco. Segundo as informações da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) as vacinas entram agora na fase 4, onde será observada sua efetividade na vacinação em massa. Em todas as três fases clínicas anteriores, no entanto, existem seguranças protocolares garantidas. Na prática, isso significa que, as primeiras pessoas que receberão a primeira dose da vacina não estarão imunes à doença, mas o uso de máscara, álcool e o distanciamento social continuam a ser uma das medidas mais eficazes de se evitar a propagação do vírus.</p>
<p data-speechify-sentence="">O que poucas pessoas sabem a respeito da vacina é que elas servem para treinar o <strong>sistema imunológico</strong> na resposta a um invasor que pode causar doenças. Quando o organismo humano recebe uma vacina, o corpo dá início a um processo de geração de memória imunológica, que vai proteger o vacinado contra futuros ataques. É por isso que aqueles que receberem a primeira dose da vacina contra a Covid-19 não estarão  imunes à doença.</p>
<p data-speechify-sentence="">No Brasil, as duas vacinas aprovadas para uso emergencial — Coronavac e Oxford/AstraZeneca — precisam ser tomadas em duas doses para garantir sua eficácia máxima. Segundo o imunologista Edson Teixeira, do Departamento de Patologia e Medicina Legal da Universidade Federal do Ceará (UFC), após tomada a segunda dose da vacina, deve-se aguardar 14 dias em média para ser considerada uma pessoa &#8221;imune&#8221;. Isso porque o sistema imunológico precisa de um tempo para organizar a resposta e produzir células de memória que são efetivamente o que vai proteger o indivíduo.</p>
<p data-speechify-sentence="">Ainda assim, essas pessoas que tomarão essa primeira dose da vacina deverão passar por um processo de observação, justamente pelo fato de que os efeitos não acontecerão de imediato. Ressalta-se, novamente, o uso de máscaras e evitar aglomerações. De acordo com os principais médicos e profissionais do assunto, a imunização em massa, ainda que parcialmente, será necessária para dar início ao processo de produção de anticorpos.</p>
<p data-speechify-sentence="">Segundo o  imunologista Edson Teixeira,  quando se vacinam grandes quantidades de pessoas, com diferentes genéticas, comportamentos e história de imunização, eventos raros podem acontecer. Porém, a proteção oferecida pelo imunizante é “infinitamente maior do que a possibilidade do aparecimento desses casos raríssimos&#8221;.</p>
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		<title>Breve introdução ao mundo dos morcegos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessika Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 16:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Chiroptera]]></category>
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		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Provavelmente você já viu ou ouviu falar sobre os morcegos. Se você nunca leu sobre o assunto, ou nunca teve a curiosidade de assistir documentários informativos sobre esses animais, é provável que tenha acreditado em certas crendices populares que muitas pessoas falam por aí.  É bastante comum ouvirmos comentários de que os morcegos atacam as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Provavelmente você já viu ou ouviu falar sobre os morcegos. Se você nunca leu sobre o assunto, ou nunca teve a curiosidade de assistir documentários informativos sobre esses animais, é provável que tenha acreditado em certas crendices populares que muitas pessoas falam por aí. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É bastante comum ouvirmos comentários de que os morcegos atacam as pessoas para sugar seu sangue, causando diversos danos. Além disso, há quem acredite que os morcegos são ratos voadores, que voam até ficarem presos nos cabelos de alguma pessoa que esteja em seu caminho. Mas será mesmo que tudo isso é verdade?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes de esclarecermos essas histórias, vamos conhecer quem são esses animais. Os morcegos são mamíferos pertencentes à ordem Chiroptera, que significa “mão de asa”, e são os únicos desta classe que possuem a capacidade de voar. Atualmente, existem cerca de 1400 espécies de quirópteros distribuídos por quase todo o mundo, e no Brasil os morcegos podem ser encontrados em todos os estados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sobre se alimentarem de sangue, apenas três espécies de morcegos apresentam este hábito: morcego-vampiro (</span><i><span style="font-weight: 400">Desmodus rotundus</span></i><span style="font-weight: 400">), morcego-vampiro-de-pernas-peludas (</span><i><span style="font-weight: 400">Diphylla ecaudata</span></i><span style="font-weight: 400">) e morcego-vampiro-de-asas-brancas (</span><i><span style="font-weight: 400">Diaemus youngi</span></i><span style="font-weight: 400">). Esses morcegos têm preferência por sangue de outros mamíferos como bois, cavalos, porcos e antas, ou mesmo de aves como galinhas e pavões. O sangue humano pode ser consumido, mas não é a primeira opção dos morcegos. Para se alimentarem de sangue, os morcegos basicamente fazem um pequeno corte na pele de sua presa e lambem o sangue, sem sugá-lo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/D.-rotundus-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-22820 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/D.-rotundus-1.jpg?resize=300%2C240&#038;ssl=1" alt="Desmodus rotundus (morcego-vampiro)" width="300" height="240" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/D.-rotundus-1.jpg?resize=300%2C240&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/D.-rotundus-1.jpg?resize=1024%2C819&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/D.-rotundus-1.jpg?resize=768%2C614&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/D.-rotundus-1.jpg?resize=1536%2C1229&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/D.-rotundus-1.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/D.-rotundus-1.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></span></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diaemus-youngi.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-22821 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diaemus-youngi.jpg?resize=300%2C200&#038;ssl=1" alt="Diaemus youngi (morcego-vampiro-de-asas-brancas)" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diaemus-youngi.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diaemus-youngi.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diaemus-youngi.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diaemus-youngi.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diaemus-youngi.jpg?w=660&amp;ssl=1 660w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diphylla-ecaudata.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-22822 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diphylla-ecaudata-300x232.jpg?resize=300%2C232&#038;ssl=1" alt="Diphylla ecaudata (morcego-vampiro-de-pernas-peludas)" width="300" height="232" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diphylla-ecaudata.jpg?resize=300%2C232&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diphylla-ecaudata.jpg?resize=768%2C594&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diphylla-ecaudata.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Diphylla-ecaudata.jpg?w=776&amp;ssl=1 776w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas este não é o único hábito alimentar presente neste grupo animal. Os morcegos também se alimentam de insetos, frutos, flores, pólen e pequenos vertebrados como peixes e anuros. Este variado hábito alimentar é muito importante para o equilíbrio ecológico do meio ambiente. Os morcegos que se alimentam de insetos são importantes no controle populacional desses animais; já os que se alimentam de pólen atuam na polinização de várias espécies vegetais, sendo crucial para a reestruturação de áreas florestais degradadas. Os morcegos são ainda importantes por servirem de alimento para outros animais, garantindo a sobrevivência de outras espécies.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas talvez você pense: “ah, mas os morcegos são transmissores do vírus da raiva”. Sim, é verdade. Mas pense comigo: os morcegos não são os únicos animais capazes de transmitir esse vírus! Outros mamíferos como cães, gatos e saguis também podem transmiti-lo. É preciso seguir alguns cuidados necessários ao encontrar esses animais, e saber que nem todos os morcegos necessariamente estão infectados. Apesar desse lado ruim, os morcegos exercem diversos papéis muito importantes para os ecossistemas terrestres dos quais fazem parte. Precisamos conhecê-los para conservá-los.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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