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	<title>Arquivos Ciência e Educação | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos Ciência e Educação | Tecnoveste</title>
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		<title>O lado escuro do Universo: parte 1</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 15:30:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe essa foto que o Hubble fez? Ela é conhecida como Campo Profundo do Hubble (do inglês, Hubble Deep Field). O telescópio espacial Hubble fez essa imagem olhando um pedaço bem pequenininho do céu na constelação de Ursa Maior. O tamanho dessa região é de 2,5 minutos de arco, é como se você estivesse vendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Sabe essa foto que o Hubble fez? Ela é conhecida como Campo Profundo do Hubble (do inglês, <em>Hubble Deep Field</em>). O telescópio espacial Hubble fez essa imagem olhando um pedaço bem pequenininho do céu na constelação de Ursa Maior. O tamanho dessa região é de 2,5 minutos de arco, é como se você estivesse vendo uma bola de tênis de 65mm a uma distância de cem metros. Isso é bem pequeno mesmo. O mais legal é que olhando nessa parte minúscula do céu vemos muita coisa e vemos muito longe no Universo. Temos algumas estrelas da nossa galáxia em primeiro plano, mas a maior parte dos objetos brilhantes que vemos são galáxias. Cada ponto brilhante é uma galáxia e cada galáxia tem bilhões de estrelas, estrelas como nosso Sol, estrelas maiores e também menores.</p>
<p align="justify">É muita coisa não é mesmo? E a gente nem está vendo o céu completo. Imagina conseguir ver o céu inteiro numa imagem de campo profundo desse tipo. Tem muita coisa no Universo, tanto que a gente sequer consegue quantificar na nossa mente o número de galáxias e estrelas que existem.</p>
<div id="attachment_23717" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23717" class="wp-image-23717" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?resize=640%2C361&#038;ssl=1" alt="" width="640" height="361" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-23717" class="wp-caption-text">Figura1: Imagem de Campo Profundo do Hubble. Créditos: NASA, ESA, H. Teplitz and M. Rafelski (IPAC/Caltech), A. Koekemoer (STScI), R. Windhorst (Arizona State University), and Z. Levay (STScI)</p></div>
<h4 align="justify"><b>Não vemos tudo</b></h4>
<p align="justify">Mas, e se eu te disser que toda essa matéria em forma de estrelas junto com o gás que existe nas galáxias são apenas 4% de toda matéria que existe no Universo? Tudo que a gente consegue ver através de imagens em diferentes comprimentos de onda como o rádio, infra-vermelho e raios-X, por exemplo, não chega nem a 5% de tudo que existe no Universo. É como se dos 100 ingredientes que formam o universo, apenas 4 deles são coisas que a gente conhece. São o que chamamos de matéria ordinária ou matéria bariônica. Matéria bariônica é tudo aquilo que é formado por bárions: os prótons, nêutrons e elétrons, além de gás, poeira, fótons e neutrinos.</p>
<h4 align="justify"><b>Cadê o resto?</b></h4>
<p align="justify">Bom, mas e o resto? Cadê o resto dos ingredientes? O que eles são? <a href="https://www.tecnoveste.com.br/a-historia-do-universo-para-quem-tem-pressa/">Em um post anterior</a>, eu falei com vocês sobre a história do Universo e chegamos até o ponto em que falamos da sua composição. A maior parte do conteúdo material do Universo é escuro: energia e matéria escuras. Escuras porque não sabemos do que são constituídas, mas entendemos os efeitos que elas causam. Sabemos também a proporção em que devem existir: cerca de 70% de energia escura para fazer a expansão do Universo hoje ser acelerada e 26% de matéria escura para explicar como as “coisas” estão organizadas no Universo, ou seja, como e onde as galáxias estão aglomeradas.</p>
<h4 align="justify"><b>Matéria Escura</b></h4>
<div id="attachment_23715" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dm_tecno-1.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23715" class="wp-image-23715 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dm_tecno-1.jpeg?resize=300%2C207&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="207" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dm_tecno-1.jpeg?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dm_tecno-1.jpeg?w=760&amp;ssl=1 760w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23715" class="wp-caption-text">Figura 2: Charge. Todos perguntam &#8220;O que é a matéria escura?&#8221; e &#8220;Onde está a matéria escura?&#8221; Mas ninguém pergunta &#8220;Como está a matéria escura?&#8221;</p></div>
<p align="justify">A primeira evidência da existência da matéria escura veio a partir de estudos do astrônomo Fritz Zwicky, em 1933. Ao aplicar o teorema do virial para estudar o aglomerado de Coma, Zwicky deveria obter como resultado uma diminuição na velocidade de rotação das galáxias das partes mais externas do aglomerado em detrimento das galáxias mais centrais. Todavia, ele observou que as galáxias mais externas se moviam tão rápido quanto as centrais. Para que isso fosse possível, deveria existir mais matéria nas partes mais externas do que a matéria observada (matéria luminosa). Em outras palavras, toda matéria que emite luz: estrelas, gás e poeira, não é suficiente para explicar a velocidade de rotação das galáxias dentro do aglomerado. Deve existir uma matéria que não conseguimos ver mas que está ali fazendo as coisas se moverem mais rápido.</p>
<h4 align="justify"><b>Vera Rubin, a rainha das galáxias</b></h4>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 436px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/www.ufmg.br/espacodoconhecimento/wp-content/uploads/2020/04/verarubin2-768x477.png?resize=426%2C265" alt="" width="426" height="265" /><p class="wp-caption-text">Figura4: Vera Rubin. Créditos: The Washington Post</p></div>
<div id="attachment_23719" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/courbe-de-rotation-d-une-galaxie_medium.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23719" class="wp-image-23719 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/courbe-de-rotation-d-une-galaxie_medium.jpg?resize=300%2C225&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/courbe-de-rotation-d-une-galaxie_medium.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/courbe-de-rotation-d-une-galaxie_medium.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/courbe-de-rotation-d-une-galaxie_medium.jpg?w=320&amp;ssl=1 320w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23719" class="wp-caption-text">Figura 3: Curva de rotação de galáxias espirais. Em azul (A), a curva de rotação calculada usando as equações de Newton, vermelho (B), a curva de rotação observada em função da distância das estrelas em relação ao centro da galáxias. Crédito : www.astronoo.com</p></div>
<p align="justify">Outra importante evidência da existência de matéria escura veio a partir da contribuição de Vera Rubin, uma astrônoma estadunidense pioneira no estudo de curvas de rotação de galáxias espirais. A Vera Rubin junto com o colega Kent Ford, estudaram a galáxia de Andrômeda, nossa vizinha, e observaram que as estrelas mais externas da galáxias giravam tão rápido quanto as estrelas centrais. Isso ia contra as leis de Newton, assim como observado por Zwicky anteriormente. Portanto, a Vera Rubin comprovava a existência da matéria escura que, apesar de ser invisível, influenciava no movimento das estrelas devido a interação gravitacional.</p>
<h4 align="justify"></h4>
<h4 align="justify"><b>Lentes gravitacionais</b></h4>
<p align="justify">Desde então, sabemos que precisamos da matéria escura pra explicar essas e outras observações astronômicas. Outro exemplo é o efeito de lentes gravitacionais, que ocorre quando a luz é desviada ao passar por uma região muito massiva do espaço-tempo. Logo, se em um aglomerado de galáxias temos matéria escura além da matéria luminosa, a luz deve ser defletida ao passar por essa região e provocar o efeito de lenteamento: que pode ser desde imagens múltiplas até arcos gravitacionais (como mostra a figura 5 abaixo).</p>
<div id="attachment_23721" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23721" class="wp-image-23721 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=300%2C230&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="230" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=300%2C230&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=1024%2C785&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=768%2C589&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=1536%2C1178&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=2048%2C1570&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23721" class="wp-caption-text">Figura 5: Aglomerado de galáxias Abell 370, localizado a 4 bilhões de anos-luz de distância. Além de uma enorme quantidade de galáxias, existem arcos de luz azul. Esses arcos são, na verdade, imagens distorcidas de galáxias que estão atrás do aglomerado.</p></div>
<div id="attachment_23722" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23722" class="wp-image-23722 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=300%2C217&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="217" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=1024%2C740&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=768%2C555&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=1536%2C1110&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=278%2C202&amp;ssl=1 278w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=373%2C270&amp;ssl=1 373w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=567%2C410&amp;ssl=1 567w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=475%2C342&amp;ssl=1 475w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23722" class="wp-caption-text">Figura 6: Imagem combinada do aglomerado de Bala. Vemos, em vermelho, a distribuição de matéria bariônica, vista a partir da emissão em raios-X e a matéria escura em azul, vista a partir do efeito de lenteamento gravitacional.</p></div>
<h4 align="justify"></h4>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 align="justify"><b>O aglomerado de Bala</b></h4>
<p align="justify">Por fim, vamos falar um pouco sobre a melhor evidência de matéria escura que temos até hoje: o aglomerado de Bala (do inglês, Bullet Cluster). Esse aglomerado é, na verdade, o resultado da colisão de dois aglomerados de galáxias. Lembre-se que nos aglomerados de galáxias temos estrelas, gás e matéria escura.</p>
<p align="justify">Durante a colisão, as estrelas das galáxias observadas na faixa de luz visível não são afetadas pela colisão – apesar do aglomerado colidir, as estrelas são no máximo desviadas por efeitos gravitacionais. Olhando na faixa dos raios-X, conseguimos ver o gás quente que existe nos aglomerados. Os gases, por sua vez, interagem eletromagneticamente durante a colisão, de tal forma que se movem mais lentamente do que as estrelas. Finalmente, a componente de matéria escura é detectada indiretamente devido aos efeitos de lenteamento gravitacional dos objetos de fundo. Isso confirma e reforça o fato de que a matéria escura interage apenas gravitacionalmente.</p>
<p align="justify">Espero que o lado escuro tenha ficado mais claro para vocês. Nos encontramos no próximo post para falar sobre a energia escura.</p>
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		<title>Investidor em startups elenca cinco tecnologias para melhor transição de volta às aulas na pandemia da Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 10:07:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A digitalização, que já era uma tendência na sociedade antes da pandemia da Covid-19, tem se tornado ainda mais presente na vida de todos, diante da nova realidade trazida pelo isolamento social. Nesse período de transição, que teve início em agosto, entre o ensino remoto e a volta às aulas presenciais, muitos pais ainda não se sentem seguros para mandar seus filhos às escolas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A digitalização, <span class="il">que</span> já era uma tendência <span class="il">na</span> sociedade antes da pandemia da Covid-19, tem se tornado ainda mais presente <span class="il">na</span> vida de todos, diante da nova realidade trazida pelo isolamento social. Nesse período de <span class="il">transição</span>, <span class="il">que</span> teve início em agosto, entre o ensino remoto e a volta às aulas presenciais, muitos pais ainda não se sentem seguros para mandar seus filhos às escolas. Diante disso, a tecnologia segue como uma grande aliada para seguir com o ensino de forma <span class="il">que</span> o aluno siga em evolução <span class="il">na</span> aprendizagem.</p>
<p>A educação foi um dos principais setores impactados com a pandemia da Covid-19, com a aceleração da transformação digital, <span class="il">que</span> tornou a tecnologia peça-chave fundamental para escolas, alunos e professores, remodelando o ensino de maneira geral e proporcionando uma experiência educacional assertiva para ambos. Ela permite, entre outros benefícios, a conquista de um maior engajamento por parte dos estudantes, um processo de aprendizagem mais dinâmico, criativo e amplo, além de, certamente, preparar os estudantes para um mercado de trabalho altamente digitalizado e guiado pela inovação.</p>
<p>De acordo com o empresário <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/alexandre-velilla-garcia" target="_blank" rel="noopener">Alexandre Velilla</a>, </strong>são inúmeros os motivos para a modernização, cada vez maior, do ensino, por meio das <span class="il">ferramentas</span> <span class="il">tecnológicas</span> e digitais. Ele acredita que a educação deve se comunicar com a realidade dos alunos e com o contexto de suas vivências, de modo <span class="il">que</span> o processo de aprendizagem seja natural, contínuo e espontâneo, engajando-os ativamente no processo de aprendizagem.</p>
<p>Neste sentido, levando em conta <span class="il">que</span> vivemos em uma sociedade altamente digitalizada e <span class="il">que</span> boa parte dos estudantes do país, hoje, são nativos digitais, nada mais coerente do <span class="il">que</span> trazer a tecnologia para a sala de aula visando eficiência e otimizando o movimento de aprendizagem de alunos em todas as faixas etárias. Alexandre é pós-graduado (PMD) pelo IESE – University of Navarra e formado em Ciências Econômicas pela USCS e em Ciências Contábeis pela UNISA.</p>
<p>Seus mais de 25 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais, nas áreas de finanças, controladoria e administração, o credenciam para afirmar que, para que as tecnologias surtam efeitos positivos nas vidas das pessoas é preciso que os objetivos da aplicação tecnológica esteja inserida <span class="il">na</span> metodologia pedagógica de ensino <span class="il">que</span> será desenvolvida com os estudantes.</p>
<p>Sua passagem por empresas como KPMG Brasil, Boston Scientific do Brasil, EY, e CEL.LEP, lhe deram vasta experiência em Estratégia, Gestão e Finanças. Como apresentador de programas TV, Velilla  liderou o “Café com CEO” e foi jurado do “Batalha das Startups”, ambos da Record News, mas foi como membro dos Comitês Estratégicos de CEOs e de CFOs da <a href="https://www.amcham.com.br/" target="_blank" rel="noopener">AMCHAM</a> e do conselho consultivo do <a href="https://ceappedreira.org.br/atuacao/modelo-educativo/" class="broken_link">CEAP</a> (melhor ONG de Educação do Brasil em 2019 e do Sudeste em 2020) que ele pode refinar sua experiência para que suas teorias tivessem aplicações práticas.</p>
<p>Ao envederar para o mundo das startups, primeiramente como sócio-fundador da <a href="https://construtoraquest.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Quest Construções</a> e, posteriormente, como sócio da <a href="https://www.flexinterativa.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Flex Interativa</a> e investidor-anjo no <a href="https://www.instagram.com/brangels_invest/" class="broken_link">BR Angels</a>, o experiente Velilla, além de ocupar o cargo de vice-presidente de Inovação do <a href="https://ibef.org.br/" target="_blank" rel="noopener">IBEF-SP</a> (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças), foi eleito, em 2020, como Profissional do Ano pela 35ª edição do Prêmio ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Confira abaixo algumas tendências mundiais de tecnologia <span class="il">que</span> têm transformado o ambiente de educação:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Realidade Aumentada e Virtual</strong></p>
<p>A realidade aumentada, por meio de objetos virtuais criados por um computador, conecta um ambiente virtual ao ambiente físico, em tempo real, ao usar um dispositivo de saída, como um smartphone, videogame, notebook ou tablet, interagindo com o <span class="il">que</span> já existe. Já a realidade virtual, é uma tecnologia de interface avançada, criada por um computador, <span class="il">que</span> substitui o <span class="il">que</span> se está vendo por um conteúdo totalmente virtual, com interações mais naturais, <span class="il">que</span> acontecem por meio do uso de capacete ou óculos de realidade virtual. “O uso dessas <span class="il">ferramentas</span> é uma estratégia bastante interessante para aproximar os estudantes de conteúdos complexos e estimular a imaginação e criatividade, por meio de experiências imersivas de ensino”, explica Alexandre.</p>
<h3><strong>Inteligência Artificial</strong></h3>
<p>A Inteligência Artificial (IA) representa um conjunto de software, lógica, computação e disciplinas filosóficas e é um avanço tecnológico <span class="il">que</span> permite <span class="il">que</span> sistemas simulem uma  inteligência e realizem funções parecidas com as humanas, para tomar decisões de forma autônoma, perceber e entender o significado da linguagem escrita ou falada, aprender, reconhecer expressões faciais, entre outras. “As possibilidades de aplicação de IA <span class="il">na</span> educação são bastante amplas e envolvem desde a etapa inicial de preparação de conteúdos, tomada de decisão de gestores e aceleração de processos internos das escolas, até a preparação de trilhas de conhecimento adaptativas ao perfil dos alunos. Segundo uma pesquisa recente, até 2023, mais de US$3 bilhões serão investidos em inteligência artificial no ensino”, comenta.</p>
<h3><strong>Gamificação</strong></h3>
<p>A tendência consiste no uso de mecânicas e dinâmicas de jogos a fim de promover engajamento entre as pessoas, resolver problemas e melhorar o processo de ensino-aprendizagem, motivando ações e comportamentos, além de despertar a curiosidade dos usuários e incentivá-los a fazer algo. <span class="il">Na</span> educação, o principal objetivo é criar motivação inerente, onde o aprendizado se mistura com a brincadeira, sem precisar separar a teoria da prática. “Ela se conecta, diretamente, com a inteligência artificial <span class="il">na</span> criação de trilhas de aprendizado <span class="il">que</span>, além de adaptativas, podem ser altamente engajantes, divertidas e se comunicar diretamente com o dia a dia dos alunos”, comenta Velilla.</p>
<h3><strong>Learning Analytics</strong></h3>
<p>Learning Analytics é o termo designado para a utilização de dados de aprendizagem por meio da tecnologia, para fazer análises sobre o desempenho educacional dos estudantes, coletadas por meio de Big Data e <span class="il">que</span> permitem aos professores pensar em estratégias de acordo com todas as dificuldades encontradas e enfrentadas por eles. “O modelo de learning analytics – tendência <span class="il">que</span>, a partir da mineração do <em>big data educacional</em>, desenha novos modelos de ensino e aprendizagem &#8211; pode contribuir, de modo decisivo, com a disrupção do mercado educacional, pois permite <span class="il">que</span> os professores tenham uma base objetiva de informações para apoiar sua tomada de decisões a respeito de suas metodologias de ensino e para entender as especificidades e desafios de aprendizagem de cada estudante”, explica Alexandre.</p>
<h3><strong>Tecnologias Assistivas</strong></h3>
<p>Por fim, o executivo destaca as tecnologias assistivas, um conjunto de recursos utilizados para ajudar pessoas com deficiência e ampliar a sua mobilidade, comunicação e habilidades de aprendizado, tornando a vida delas mais fácil e independente, promovendo melhor qualidade de vida e inclusão social. “Elas contribuem para a otimização dos processos de aprendizagem de alunos com deficiência e atuam de modo inclusivo, permitindo <span class="il">que</span> novos conhecimentos sejam difundidos, levando em conta as necessidades de cada estudante”, ressalta.</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/investidor-em-startups-elenca-cinco-tecnologias-para-melhor-transicao-de-volta-as-aulas-na-pandemia-da-covid-19/">Investidor em startups elenca cinco tecnologias para melhor transição de volta às aulas na pandemia da Covid-19</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Uma solução para fazer boas anotações nas aulas? A Folha Cornell!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 10:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você pode até encontrar uma boa aula no Youtube ou postada pelo seu professor. Mas apenas assisti-la poderá não oferecer uma memorização de longo prazo. Para isso é necessário fazer boas anotações. Quer uma dica referendada cientificamente sobre como fazê-las? Apresento a vocês&#8230; a folha Cornell! A folha Cornell foi difundida por Walter Pauk. Walter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode até encontrar uma boa aula no Youtube ou postada pelo seu professor. Mas apenas assisti-la poderá não oferecer uma memorização de longo prazo. Para isso é necessário fazer boas anotações.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25469" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?resize=687%2C354&#038;ssl=1" alt="" width="687" height="354" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?w=687&amp;ssl=1 687w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?resize=300%2C155&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 687px) 100vw, 687px" /></a></p>
<p>Quer uma dica referendada cientificamente sobre como fazê-las? Apresento a vocês&#8230; a folha Cornell!</p>
<p>A folha Cornell foi difundida por Walter Pauk. Walter Pauk (1914-2019) foi doutor em psicologia da educação, professor da Universidade de Cornell (EUA) e reconhecido por suas publicações na área da aprendizagem. Foi diretor do Reading Study Center na Universidade de Cornell. Desenvolveu algumas estratégias de ensino e sintetizou outras no livro: &#8220;How to Study in College&#8221; (livro que está na 11a. edição). Como auxiliar para tomar &#8220;boas anotações&#8221; e considerar os mecanismos de memória sobre a informação adquirida é necessário recursos metodológicos. A aprendizagem tem seu início, com a reunião de informações, que podem vir de diferentes origens. A narrativa de uma aula seja presencial ou on-line (gravada ou síncrona) proporciona o que Pauk chama de material &#8220;cru&#8221;. Os alunos passam muito tempo acumulando informação nesse estado. Como organizá-las e sistematizá-las para que façam sentido entre si e sejam consolidadas na memória? É então que Pauk introduz a ideia do que chama sistema Cornell. Vamos conhecê-la?</p>
<p>Fazer boas anotações em uma folha consiste em ter nela uma área flexível de notas, uma área para sumário e uma área para &#8220;pistas&#8221;, tópicos-chaves para o anotado. É assim que ela funciona!</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25470" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=451%2C339&#038;ssl=1" alt="" width="451" height="339" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?w=451&amp;ssl=1 451w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></a></p>
<p>Nessa sequência, a primeira parte a ser utilizada é a coluna “anotações”. Nela, o aluno faz notas curtas (“telegráficas”) sobre o que está assistindo. Então, enquanto assiste o vídeo, pode interrompê-lo com o “touch” ou o teclado para se apropriar da informação e transferi-la sob forma de anotação.</p>
<p>Depois disso, tenta organizar de forma mais conectada, sob forma de resumo, as anotações iniciais. Por fim, usa a “coluna das pistas”. São perguntas ou palavras-chaves que, posteriormente, na hora de estudar, tentará responder ou definir, tampando com a mão, a “coluna das notas”.</p>
<p>Bora tentar? Escolha o vídeo! Faça suas anotações! Use a Folha Cornell e multiplique a sua aprendizagem!</p>
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		<title>Landell: Padre, brasileiro, cientista &#8211; nas (primeiras) ondas do rádio!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 20:09:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um telefone sem fio. Hoje, pensaríamos no celular.  Um pouco antes, pensaríamos naqueles com um dock na mesa mas com a liberdade de andar pela casa e depois devolvê-lo para a base. No fim do século XIX, no entanto, poderíamos estar falando do aparecimento do rádio? Se sim, quem foram seus pioneiros? Olha só que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um telefone sem fio. Hoje, pensaríamos no celular.  Um pouco antes, pensaríamos naqueles com um <em>dock</em> na mesa mas com a liberdade de andar pela casa e depois devolvê-lo para a base. No fim do século XIX, no entanto, poderíamos estar falando do aparecimento do rádio?</p>
<p>Se sim, quem foram seus pioneiros? Olha só que interessante! Assim como no caso do avião, paira um “interessado” mistério no ar: quem foi o seu precursor? Quem teria sido o inventor? E, em ambos os casos, temos um brasileiro como centro das discussões: Santos Dumont e o Padre Landell.</p>
<p>Padre Roberto Landell de Moura (1861-1928) foi um dos precursores do rádio, não hesitemos em dizer. Nasceu em Porto Alegre. Estudou por aqui até o equivalente ensino médio na época e mais tarde, foi para Roma. Na Itália, graduou-se em Física, Química, Teologia e Filosofia. Em 1886, tornou-se sacerdote, retornando ao Brasil. Uma paixão desenvolveu-se em todo esse tempo: a ciência. Inventor e entusiasta da eletricidade – o galvanismo! – celebrado na obra marcante de Mary Shelley (Frankstein, em 1818). Paixão essa comunicada diretamente ao Imperador D. Pedro II, outro fã do progresso científico.</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-26084" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?resize=600%2C360&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="360" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>O telégrafo já existia (1835). O telefone (com fios) já existia (1875). Landell produziu um aparelho com uma capacidade nunca vista: um transmissor de voz sem fios.  A transmissão ocorreu provavelmente no final do século XIX (entre 1893 e 1894), mas o detalhamento dela ainda é desconhecido. Documentada pelo <em>Jornal do Commerc</em>io, foi uma transmissão feita em 1899. A transmissão teria ocorrido a partir do Colégio Santana para uma residência, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. Em linha reta, seriam 8km. Ninguém sabe o que teria sido dito e nem por quem. Algo do qual não se tem dúvidas é de que efetivou a transmissão da palavra falada em ondas eletromagnéticas.</p>
<p>Patenteou suas descobertas no Brasil e nos Estados Unidos. Mas nada foi fácil. A condição eclesiástica e seu alinhamento com a ciência e o progresso incomodava (foi advertido oficialmente por seus superiores por três vezes). No entanto, queria mostrar que a Igreja não era inimiga da ciência e do progresso humano. Teve seu laboratório vandalizado por “devotos” que o acusavam de estar usando a seus equipamentos para “falar com os mortos”. Percebeu-se na condição de censurado e sentiu-se como Galileu, a ponto de chegar a escrever sob pseudônimo para evitar a fúria de alguns. Entre tanta resistência, em um país sem tradição científica e periférico, sem apoio logístico, financeiro e institucional, seu feito se torna ainda mais histórico.</p>
<p>Landell foi o primeiro ser humano que a transmitir voz ou ruídos sem fio por ondas eletromagnéticas, muito antes do premiado com o Nobel, o italiano Marconi.  Marconi, Tesla, Morse, Bell, Hertz, Popov, Fessenden… Todos eles estão presentes como pioneiros na associação da comunicação com a eletricidade e as ondas eletromagnéticas. São iniciadores de uma revolução da qual usufruímos em outra escala atualmente, atingindo a “Galáxia de Gutemberg”. Nesta galeria, é absolutamente necessária a presença de Padre Landell. Os veículos de telecomunicação e, particularmente, o rádio deve a este homem a merecida e permanente saudação de todos. Sobretudo em tempos tão sombrios para se fazer e falar de ciência.</p>
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		<title>Tiktoker Ben Bader morre, suspeita é de auto-enchurrascamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayan Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 11:43:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ben Bader, o coach das finanças e do bom humor, viveu intensamente até os 25 e  deixou o saldo de boas risadas bem positivo, mas parece que a parte boa da vida não foi o suficiente para mantê-lo vivo. Mais do que um rostinho bonito no feed, ele era o tipo de influenciador que te [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="1189" data-end="1336">Ben Bader, o coach das finanças e do bom humor, viveu intensamente até os 25 e  deixou o saldo de boas risadas bem positivo, mas parece que a parte boa da vida não foi o suficiente para mantê-lo vivo.</p>
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-6900a072-edfc-832f-b603-d4d4ef8ce41e-0" data-testid="conversation-turn-4" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words light markdown-new-styling">
<p data-start="0" data-end="723" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Mais do que um rostinho bonito no feed, ele era o tipo de influenciador que te convencia a investir o dinheiro do café em ações e ainda te fazia rir disso. Seus vídeos no Instagram, TikTok e X misturavam lifestyle, conselhos financeiros e aquele carisma de quem parecia ter nascido com um filtro de “boa energia” ativado.</p>
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<h3 data-start="1338" data-end="1355">O que rolou</h3>
<p data-start="1356" data-end="1526">A notícia chegou pelo TikTok (porque, claro, hoje em dia até as tragédias têm algoritmo). Reem, a namorada, contou que tudo foi tão repentino que ninguém entendeu nada.</p>
<blockquote data-start="1528" data-end="1683">
<p data-start="1530" data-end="1683">“Ele estava ótimo! Ia jantar comigo, rindo, fazendo piada&#8230; o tipo de cara que até no FaceTime parecia pronto pra um stand-up sobre planilhas do Excel.”</p>
</blockquote>
<p data-start="1685" data-end="1977">Ben era conhecido por misturar lifestyle e planilhas, do tipo: “como ter uma vida rica, mesmo quando o boleto vence amanhã”. Um verdadeiro “finance bro” com alma de comediante digital e um timing de internet que deixava todo mundo viciado nos seus conteúdos.</p>
<p data-start="1685" data-end="1977">Ao longo dos anos, ele construiu uma comunidade fiel, lançou curso de coaching financeiro e até uma newsletter para quem queria entender o mundo do dinheiro sem precisar de um dicionário de economês.</p>
<p data-start="1685" data-end="1977">O humor e leveza que eram suas marcas registradas, poderiam ser só uma fachada ou sua verdadeira essência &#8211; talvez, nunca saberemos. O que a gente sabe é que aquele combo de influencer finanças e foodie não se manteve até seus últimos minutos.</p>
<p data-start="1979" data-end="2157">Ah, e detalhe: ele tinha acabado de fazer 25 anos e estava comemorando com os amigos.  provavelmente dividindo a conta, claro, pra manter o controle financeiro até o último brinde.</p>
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		<title>As fases do Tecnoveste e o ressurgimento em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 09:57:44 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tecnoveste nasceu em 2014 a partir das minhas experiências com outros negócios online &#8211; que ainda hoje têm os seus rastros na interwebz. Antes de iniciar, eu defini um nicho e passei semanas pensando num nome. Quando a sopinha de palavras ficou com o tempero certo, o nome Tecnoveste saltou aos ouvidos &#8211; não só pela sua originalidade mas também pela sua sonoridade e &#8220;autoexplicabilidade&#8221;.</p>
<p>Nos últimos 1o anos, foram estabelecidos muitos contatos e com o tempo poucos deles se mantiveram até os dias de hoje. Independente de que caminho tenham seguido esses antigos <strong>tecnovesters</strong>, guardo com muito carinho as inúmeras horas de roteirização de podcasts, presença em palestras, horas de live no Instagram e proveitosas conversas.</p>
<p>Hoje é dia de olhar pro futuro, porque o passado é um bom lugar pra se visitar, mas não é onde eu quero estar. Por isso, venho hoje apresentar a vocês leitores, ouvintes e espectadores o nosso novo plano de ação pros próximos meses &#8211; que envolverá mais artigos escritos, podcasts, vídeos e experiências presenciais.</p>
<p>O primeiro semestre de 2025 foi o menos prolífico da nossa startup, mas esse tempo que tivemos offline nos deu a oportunidade de entender as atuais mudanças que o nosso mundo vive e &#8211; já preparados pra elas &#8211; trazemos a vocês as novidades.</p>
<p>Nesse período de <b>reestruturação estratégica, conversamos nos </b>bastidores e nos perguntamos como podemos servir melhor a nossa comunidade e fomentar as conversas que realmente importam hodiernamente&#8217;.</p>
<p>Nosso foco renovado, garante que <strong>a nossa missão</strong> &#8211; traçada lá no início &#8211; nos impulsionou na direção correta. Nos resta agora aprender a partir dos dados e ir cada vez mais fundo.</p>
<p>A tecnologia, mais do que nunca, se tornou o tecido que conecta a cultura global, por isso a<strong> Vestetecnoveste</strong> também continua presente no nosso planejamento.</p>
<p>Decidimos explorar novas fronteiras e apresentar novas perspectivas de mundo, por isso trazemos para vocês novos <strong>óculos</strong> através dos quais vocês poderão ver o mundo <strong>Istambul</strong> a <strong>Seoul</strong> ou de <strong>Buenos Aires</strong> a BH. Novas vozes que agora fazem parte desta casa.</p>
<p>Essa nova diversidade nos enche de orgulho porque o nosso time (atualizado) vai além da notícia e traz pra vocês análises e pontos de vista inéditos, que vão desde <b>ricas e complexas experiências interculturais </b>até o nosso tradicional &#8220;feijão com arroz&#8221;: tecnologia profunda (hard tech) explicada de maneira simples.</p>
<p>As principais notícias, vocês poderão encontrar no hotsite <a href="https://www.tecnoveste.com.br/internacional/">www.tecnoveste.com.br/internacional/</a> , mas ao redor de todo o portal será possível ver novos artigos originais daqueles assuntos que vocês já gostam. Entregando conteúdo com a qualidade e a profundidade que vocês esperam, seguiremos com a nossa missão: apresentar a tecnologia não como um fim sem si mesma, mas como um meio para um estilo de vida produtivo, acessível e sustentável.</p>
<p>Os tecnovesters que vivem e respiram cada assuntos estão de volta à produção de conteúdo em texto, podcast e vídeo.</p>
<p>Queremos que o Tecnoveste volte a fazer parte da sua rotina.</p>
<p>Volte todo dia e terá uma &#8220;boa nova&#8221;!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Futuro pra quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vitorlrichner]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 17:00:36 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estou escrevendo este texto de um dos lugares mais privilegiados que pode existir atualmente: a minha casa.</p>
<p>Privilegiado por que sou um homem branco, com acesso ilimitado à internet e a todo tipo de informação que eu precisar, comida na geladeira, televisão, roupas, produtos de limpeza, álcool em gel e água potável. Assim, estamos, eu e meu cachorro Graciliano, seguros da maior crise de saúde pública do século. Mas seguros dentro de uma fração delimitada.</p>
<p><strong>O mundo lá fora não tem essa realidade.</strong></p>
<p><strong><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18971" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?resize=300%2C168&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="168" /></a></strong></p>
<p>Perdi as contas de quantos dias estou em casa. Não dá mais pra contar o tempo a partir do nosso cotidiano: todo dia parece domingo. Às vezes, um domingo com trabalho, outras um simples e melancólico domingo. Todo mundo em casa, a rua meio vazia, dormindo a tarde e vendo alguma porcaria à noite antes de dormir. Difícil pensar em segundas-feiras sem todo o itinerário que envolvia o trabalho tal como ele era, uma reunião, começar ou não uma dieta, ir ou não para a academia. Até mesmo as ressacas do final de semana estão em quarentena. Vez ou outra, uma leve dor de cabeça de tanto tomar vinho pra tentar dormir.</p>
<p>Todo dia parece domingo.</p>
<p>E, de novo, falo de um lugar privilegiado. E eu preciso reforçar isso a todo instante. Neste texto e para mim mesmo. Esse conceito muda tudo. Muda a forma de encarar esses tempos. Entender o nosso lugar de privilégio, penso, é o que vai permitir que a gente enxergue e aja de outra forma, abrindo espaços e diálogos. E repito isso com amigos, colegas, parentes e até pessoas desconhecidas que encontro no único dia da semana em que eu saio na rua para ir ao mercado &gt; farmácia &gt; sacolão. E raras vezes, ao pet shop.</p>
<p>São saídas tristes. Ando na rua e tenho vontade de chorar. Falo sozinho atrás da máscara e a cada passo, noto que estou fora de forma, mesmo apesar de ter tentado, no começo, seguir uma rotina de exercícios diários. Mas que logo troquei por garrafas de vinho, cerveja, série ruim e cigarro.</p>
<p>Me sinto como o James Stewart em Janela Indiscreta: olho pra fora e já conheço os(as) vizinhas (os); que horas desligam as luzes, quem fuma na janela, os mais politizados que batem panelas em protestos e os que fecham as cortinas quando começam as paneladas. E pra deixar tudo ainda mais hitchcockiano, semanas atrás houve um assassinato no prédio da frente. Tudo foi acompanhado com uma certa comoção, mas logo todo mundo entrou e esqueceu.</p>
<p>Perder a vida hoje em dia parece só um número.</p>
<p>No começo, fiz uma planejamento detalhado de atividades para a quarentena: ler os livros que estavam empilhados na mesa de cabeceira e na mesa da sala, estudar mais história para achar brechas e respostas para possíveis saídas disso tudo, fazer os tantos cursos que empresas disponibilizaram numa tentativa de solidariedade e compartilhamento de conhecimento (pra quem, né?), aprender a fazer receitas da Rita Lobo, assistir e rever todos os filmes do Almodovár, do Kubrick, do Win Wenders e tentar escrever meu próximo livro. Como resultado, tive o início de síndrome do pânico.</p>
<p>Hoje, como o poema do Álvaro de Campos, o que sinto é cansaço.</p>
<p>Que vai além de não fazer nada. Mas de muita coisa que fui acompanhando nesses meses que já parece quase um ano. A crescente <em>livização do conhecimento</em>, o problema das escolas e sua ineficiência com o ambiente digital para continuar suas aulas, as muitas empresas que da noite para o dia se “digitalizaram” e, claro, aos novos profetas do futuro pós apocalíptico.</p>
<p>Quase como aquele meme “onde vivem, o que comem” etc., vi surgir uma quantidade inexplicável de auto proclamados futuristas, além dos que aqui já existiam. Parece, enfim, que todos têm uma resposta para o que estamos vivendo. Para eles, a crise é uma oportunidade para abrirmos as portas para esse tão esperado e glorioso futuro. A crise está acelerando mudanças que já estavam por vir. Mas, eu me pergunto:</p>
<p><em>Futuro pra quem?</em></p>
<p>Há mais ou menos três anos, comecei a ir em busca de algumas respostas. Até mesmo pelo meu próprio trabalho que envolve tecnologia e uma busca cansativa por “novidade”, precisei ir atrás do que estava acontecendo e o que poderia acontecer com o mundo com a chegada da tal 4ª revolução industrial e seus impactos no trabalho, educação, na vida em geral. Fiz cursos, li livros e textos no medium, assisti incontáveis TEDs e conheci muita gente empenhada em desvendar o futuro.</p>
<p>Quando você começa, é tudo muito sedutor: <em>self driving cars</em>, inteligência artificial, robótica, biotecnologia, nanotecnologia e todas as “<em>gias</em>” que possam existir. O Blade Runner do futuro que estava aparecendo para mim, já parecia mais um Black Mirror com final feliz. Mas não foi difícil começar a perceber que eu estava em um grupo ainda mais privilegiado do que o que eu estava acostumado. Somente brancos, altamente graduados, com ótimos cargos em empresas que parecem ter saído de um livro do Isaac Asimov. Nenhuma pessoa negra, eu quase como o único homossexual e, claro, todos muito “bem de vida”. Não demorou muito para pergunta surgir:</p>
<p><strong><em>Futuro pra quem?</em></strong></p>
<p>Nenhum livro, palestra ou TED previu a chegada do covid-19 e seus desdobramentos políticos e sociais. Lembro só de ter visto, acho que em 2017, o Bill Gates falando que a próxima crise seria uma pandemia.</p>
<p>Algumas semanas atrás, vi no perfil no linkedin de um conhecido que, antes da pandemia, era facilitador de treinamentos corporativos, se definir como um futurista. Mais um sintoma de uma soma de eventos que estão acontecendo de quem está ditando as regras no meio de um jogo que parece não ter um vencedor no final. E a minha pergunta, título deste texto, faz a referência a esse tal dito futuro que está sendo construído para muito poucos? Até mesmo criaram e se servem do slogan “novo normal”.</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem?</em></strong></p>
<p>Entregadores de comidas e serviços de plataformas digitais, motoristas de Uber, caixas de supermercado, cobradores de ônibus, estudantes de periferia e a lista pode continuar interminavelmente. E o futuro dessas pessoas? Como discutir um suposto “novo normal” se pautando em “<em>boom</em>” de crescimento de vendas <em>on-line</em>? Dizer que o “novo normal” será o trabalho remoto, me parece, ser o mesmo que assumir que a desigualdade que está tão transparente agora, deve ser permanecida para sustentar tudo isso. Em um país intercontinental como o Brasil, com estruturas e um tecido social bastante complexo, a crise parece ter relevado ainda mais o quanto estamos longe do futuro Jetsons e mais próximos de um romance regionalista da década de 30. A desigualdade vem caminhar junto da falta de empatia. O novo normal será dos privilegiados trancafiados em casa, enquanto a grande maioria sequer consegue lavar as mãos? Não tem como não nos perguntarmos:</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem? Futuro de quem?</em></strong></p>
<p>E em um grupo de WhatsApp com essas mesmas pessoas que discutem tendências, lentes para enxergar o futuro ou qualquer coisa que o valha, recebo a seguinte mensagem:</p>
<p><em>“uma hora dessas, nasce um bebê com uma mutação genética que protege ele e os descendentes contra corona e ai reseta tudo”. </em></p>
<p>E você pode achar que nada disso que eu to falando têm muito sentido. Eu mesmo acho que não tem. Mas eu começo aqui a minha coluna, com um diálogo aberto para falarmos sobre tudo isso. Se vai haver um certo ou errado, não sei dizer. Mas cada semana, vou trazer uma provocação. Tecnologia, educação, futuro. Está tudo em jogo agora. E discutir, parece ser o primeiro passo para entender se, de fato, vai haver um impacto positivo disso tudo que estamos vivendo.</p>
<p>E toda vez que toco nesse assunto, lembro da capa da New Yorker.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18970" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="220" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&amp;ssl=1 220w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?w=280&amp;ssl=1 280w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /></a></p>
<p>Eu acendi um cigarro agora. Eu sei, parece estranho fumar no meio de uma crise de saúde respiratória. Por enquanto, to fazendo o meu melhor. Tentando sobreviver. Assim, como você deve tá fazendo o seu também.</p>
<p>Um motoboy com uma bolsa do Rappi passa e estaciona em frente ao prédio. To terminando de escrever esse texto. Olho para baixo e vejo que ele deixou a comida na porta. Sem contato com o entregador. Começo a pensar em como será o trabalho no futuro. Claro, minha preocupação como um homem gay privilegiado é totalmente diferente das pessoas em situação de vulnerabilidade. Não tem como não relacionar isso sempre. O entregador foi embora. E de novo eu me pergunto:</p>
<p><strong>Futuro pra quem?</strong></p>
<p><em>Por Vitor Richner</em></p>
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		<title>Cientista de Cambridge alega ter descoberto vida em exoplaneta fora do sistema solar: entenda o caso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Santorini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2024 10:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Astrofísica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Professor Nikku Madhusudhan, um astrofísico da Universidade de Cambridge, recentemente atraiu a atenção do mundo científico ao afirmar ter descoberto sinais de vida alienígena em um exoplaneta localizado a 120 anos-luz da Terra. Este planeta, denominado k218b, foi objeto de observação pelo Telescópio Espacial James Webb, e a análise dos dados coletados levará alguns meses [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Professor Nikku Madhusudhan, um astrofísico da Universidade de Cambridge, recentemente atraiu a atenção do mundo científico ao afirmar ter descoberto sinais de vida alienígena em um exoplaneta localizado a 120 anos-luz da Terra. Este planeta, denominado k218b, foi objeto de observação pelo Telescópio Espacial James Webb, e a análise dos dados coletados levará alguns meses para ser concluída.</p>
<p>A descoberta desses sinais de vida potenciais foi baseada na detecção de moléculas carbonadas na atmosfera do planeta, incluindo metano e C2, bem como uma possível presença de dimetil sulfeto, uma molécula associada à vida na Terra. O professor Madhusudhan, líder deste estudo, compartilhou detalhes fascinantes sobre essa descoberta e suas implicações.</p>
<p>A detecção dessas moléculas, especialmente do dimetil sulfeto, despertou o interesse da comunidade científica devido ao seu potencial como biomarcador, indicando a presença de vida em outros planetas. Enquanto a análise dos dados está em andamento, o professor Madhusudhan expressou cauteloso otimismo sobre a possibilidade de vida extraterrestre, estimando as chances em 50/50 com base nas evidências disponíveis e nas teorias existentes. Essa descoberta, se confirmada, representaria um marco significativo na busca por vida fora do nosso sistema solar.</p>
<p>O processo de pesquisa e análise desses dados envolve um rigor científico extremo, com meses de trabalho dedicado à verificação e confirmação dos resultados. Para o professor Madhusudhan e sua equipe, a responsabilidade de apresentar descobertas tão monumentais é acompanhada pela necessidade de garantir a precisão e a validade dos dados. O impacto potencial dessa descoberta transcende os limites da astrofísica, pois coloca a humanidade diante da possibilidade de responder a uma das questões mais antigas e profundas: estamos sozinhos no universo?</p>
<p>Ao discutir sua reação inicial à descoberta potencial de vida alienígena, o professor Madhusudhan compartilhou sua experiência de uma semana de insônia, refletindo sobre a enormidade do que poderia estar em jogo. No entanto, ele enfatizou a importância de proceder com cautela e método científico, reconhecendo que cada passo em direção à verdade é significativo, mesmo que não leve a uma conclusão imediata e definitiva.</p>
<p>À medida que a comunidade científica aguarda os resultados finais da análise dos dados do Telescópio Espacial James Webb, o professor Madhusudhan enfatiza a importância do processo gradual e meticuloso de busca por respostas. Embora a descoberta de vida extraterrestre não seja garantida, cada avanço científico nos aproxima da compreensão do nosso lugar no universo e da possibilidade de encontrar companhia em outros mundos distantes.</p>
<p>A ciência frequentemente confronta questões complexas e desconhecidas e é trabalho dos pesquisadores &#8211; como o professor Madhusudhan &#8211; nos lembra da beleza e da importância da busca pelo conhecimento. Independentemente do resultado final, a jornada científica em direção à descoberta de vida além da Terra continua a inspirar e fascinar pessoas ao redor do mundo.</p>
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		<title>Onde descartar o lixo eletrônico na sua cidade: Brasília, DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 10:04:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pilhas, baterias, celulares, televisões e outros aparelhos eletrônicos sem uso devem ser descartados fora do lixo comum. O motivo é porque os resíduos sólidos da indústria de tecnologia têm potencia danoso ao meio ambiente quando não recebem o tratamento adequado. Além de poder levar o seu lixo eletrônico na maioria das lojas de equipamentos eletrônicos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pilhas, baterias, celulares, televisões e outros aparelhos eletrônicos sem uso devem ser descartados fora do lixo comum. O motivo é porque os resíduos sólidos da indústria de tecnologia têm potencia danoso ao meio ambiente quando não recebem o tratamento adequado.</p>
<p>Além de poder levar o seu lixo eletrônico na maioria das lojas de equipamentos eletrônicos de rua e em shoppings, há a possibilidade de você participar do<strong> Programa Reciclotech</strong>, organizado pela <a href="https://secti.df.gov.br/" class="broken_link">Secretaria de ciência, tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)</a>. Essa iniciativa de inclusão digital, desenvolvido por meio da <a href="https://www.fap.df.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF)</a>, além de recolher lixo eletrônico, implementar cursos e faz doações para ajudar o setor de tecnologia local.</p>
<p>Os pontos de coletas (Pontos de Entrega Voluntária &#8211; PEV) receberão todo tipo de periférico eletrônico, como porta-dados, fontes de energia, carregador de celular, chapinha de cabelo etc. Nos PEVs, esse material será separado, triado e encaminhado para a reciclagem ou recondicionamento, alcançando, assim, o máximo de reaproveitamento.</p>
<p>O programa tem uma estimativa de coleta de mil toneladas de lixo eletrônico por ano. Esse volume possibilitará a doação de cerca de mil equipamentos eletrônicos para famílias e/ou instituições carentes. Programa Reciclotech que é composto por três fases.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Como funciona</h3>
<p>No primeiro momento o objetivo é conscientizar a sociedade sobre o descarte correto do lixo eletrônico. Proporcionando a educação e o envolvimento das pessoas através da possibilidade do despejo em local apropriado da tecnologia ou eletrônico que não estejam mais sendo utilizados. Para isso serão instalados mais de 94 pontos de coletas por todo o Distrito Federal, além das parcerias com as 32 Administrações Regionais.</p>
<p>A segunda fase do Reciclotech, prevista já para o período pós-pandemia, será voltada para a capacitação de jovens e adultos na área de Informática. A iniciativa será para adolescentes já a partir de 14 anos de idade que terão acesso a cursos de informática básica, manutenção de computadores, redes e robótica. O programa irá utilizar parte dos próprios descartes como insumos e materiais para a realização dos cursos.</p>
<p>A terceira parte é a promoção da inclusão social e digital dos brasilienses. É uma oportunidade para quem busca o primeiro emprego, a requalificação profissional ou para aqueles que buscam conhecimento em áreas relacionadas a tecnologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Suporte técnico</h3>
<p>O programa da SECTI/FAPDF promove, de forma gratuita, ações que facilitam o acesso e capacitação de pessoas de baixa renda às tecnologias da informação e comunicação (TICs). Na prática, os cursos de capacitação são ministrados por monitores do centro de reciclagem da <a href="https://www.programandoofuturo.org.br/">Programando o Futuro</a>, Organização da Sociedade Civil (OSC) credenciada junto à Fundação e sediada no Gama/DF. No início de 2020, a instituição foi selecionada em chamamento público para gerenciar e executar o projeto, receber o material dos pontos de coletas e promover os cursos.  O centro de reciclagem já existe e hoje realiza o recondicionamento de computadores e lixo eletrônico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O Poder Público (administração do programa)</h3>
<p>Segundo Gilvan Máximo, secretário de Ciência Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, o Reciclotech é a oportunidade que muita gente terá de se desfazer daquele computador velho que só fica ocupando espaço dentro de casa. “Esse programa é fantástico pois irá revolucionar a maneira como as pessoas olham para o seu lixo eletrônico. Para algumas é apenas um descarte de um monitor, mouse ou teclado. Para outros é um uma ferramenta de aprendizagem e já para outro alguém é algo esperado há tempos. Pois infelizmente a tecnologia está ganhando espaço agora em nosso país”.</p>
<p>O presidente da FAPDF também acredita no potencial do Reciclotech para transformar não apenas a cultura de descarte e reaproveitamento de lixo eletrônico, mas para a geração de oportunidades, emprego e renda. “Ao apoiar iniciativas como o Reciclotech, a FAPDF reforça a sua missão institucional de investir recursos em ciência, tecnologia e inovação para apoiar o desenvolvimento de soluções efetivas para as principais demandas do DF.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse programa irá promover inclusão digital e social em Brasília, além de realizar a gestão inteligente de resíduos eletrônicos, proporcionando o descarte adequado desses equipamentos. Com o Reciclotech será possível proporcionar o acesso à tecnologia às famílias brasilienses de baixa renda, gerando conhecimento e refletindo em oportunidades de inclusão no mercado de trabalho e geração de renda”, afirma Marco Antônio Costa Júnior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dia Nacional da Doação de Órgãos: Salvar Vidas e Renovar Esperanças &#8211; História Inspiradora de Sobrevivência e Solidariedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 15:43:31 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <strong>27 de setembro</strong>, celebramos o Dia Nacional da Doação de Órgãos, um momento que destaca a importância desse gesto que pode salvar vidas. No mês passado, o apresentador Fausto Silva, que recebeu um novo coração, trouxe à tona a relevância desse ato solidário. Doar órgãos pode beneficiar e preservar a vida de, pelo menos, dez pessoas. Atualmente, no Brasil, há uma lista de espera com 65 mil indivíduos aguardando por transplantes de órgãos, sendo o rim o órgão mais demandado, com mais de 36 mil pacientes à espera. A córnea é o segundo órgão mais requisitado, com aproximadamente 25 mil pessoas na fila, seguida pelo fígado, com 2.228 solicitações, de acordo com dados do Ministério da Saúde. O transplante de medula também apresenta uma fila significativa, com 650 pessoas, conforme informações do Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (Redome).</p>
<p>Entre janeiro e junho de 2023, o país registrou 1,9 mil doadores efetivos de órgãos, de acordo com dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Esse número representa um aumento de 16% em relação ao mesmo período de 2022 e é o maior dos últimos 10 anos. Os órgãos mais doados foram os rins, seguidos do fígado e do coração. No entanto, no ano anterior, cerca de 42% das famílias não consentiram com a doação, mesmo quando a morte encefálica estava comprovada, conforme dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Apenas menos de 20 em cada um milhão de pessoas são doadoras de órgãos, agravando a fila de espera por um transplante.</p>
<p>Os órgãos que podem ser doados incluem coração, rins, pâncreas, fígado, pulmões, além de tecidos como córneas, pele, ossos, válvulas cardíacas, cartilagem, medula óssea e sangue de cordão umbilical. Alguns desses órgãos podem ser doados durante a vida, como um dos rins, metade do pulmão, parte do fígado e a medula. Outros só podem ser doados após a morte encefálica, que geralmente resulta de traumatismo craniano ou AVC (acidente vascular cerebral).</p>
<p>Todos os anos, diversas ações são realizadas, a fim de aumentar a abrangência de potenciais doadores e apoiar a doação, e neste ano, a campanha “Transforme-se” tem este objetivo. O projeto acontecerá entre os meses de setembro e dezembro e vai contar com uma série de vídeos documentais, em que transplantados contam suas histórias de vida e todo o processo de receber um novo órgão, além de postagens e publicações que visam a conscientização.</p>
<p>A campanha é apoiada por algumas organizações sociais, entre elas o Instituto do Bem, Instituto Gabriel, Associação da Medula Óssea (AMEO) e Associação Brasileira de Transplantados (ABTX), e busca passar a mensagem de que, por meio da doação, a vida de outras pessoas pode continuar. O ato é também a esperança que renasce para quem está na fila.</p>
<p>Uma das pessoas beneficiadas por um novo órgão e que teve uma nova chance de viver, foi a fotógrafa Priscilla Fiedler. Ela, que sempre teve uma rotina saudável, começou a passar mal, e logo que foi ao médico descobriu que estava com um quadro de anemia, desenvolvida por conta de uma doença renal crônica. Neste momento, ela teve duas opções, a de iniciar o tratamento de cabeça erguida ou se entregar à doença, e a segunda opção não passou por sua cabeça um dia sequer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>“Um dia eu estava trabalhando e no outro eu estava no hospital fazendo hemodiálise. Não foi uma doença progressiva em que eu fui fazendo tratamento. Eu descobri de um dia para o outro e foi bastante impactante, mas eu resolvi levar isso e aceitei fazer o tratamento”, explica Priscilla.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>A espera</strong></h2>
<p>Desde o início do tratamento, a fotógrafa mergulhou na agonia de integrar a fila de transplante, dando início a uma espera que parecia uma jornada infinita em busca da ligação de esperança tão ansiada. Seis meses se arrastaram de forma tortuosa, cada dia de hemodiálise uma provação insuportável. Apesar da aparente brevidade da espera, para ela, esses seis meses foram uma eternidade, carregada de incerteza e angústia. Ela acredita que a raridade da compatibilidade sanguínea desempenhou um papel crucial nessa espera interminável.</p>
<p>Embora a fila de transplante siga uma ordem cronológica, ela está repleta de prioridades baseadas na gravidade dos casos e na compatibilidade entre doador e receptor. A média de espera por um rim, que era a esperança de Priscilla, costuma ser de três a quatro anos. No entanto, de alguma forma, a fotógrafa conseguiu vencer as estatísticas e receber seu transplante muito antes do previsto.</p>
<p>“Tem que ter a cabeça fria, porque quando você enfrenta uma doença, você tem que ter em mente que vai dar certo e sempre esperar o melhor, além de tentar levar a vida da melhor forma possível, antes e depois. Eu me preocupo muito mais com a saúde do que antes e faço muitos exames de rotina”, destaca a fotógrafa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>A vida após o transplante</strong></h2>
<p>O transplante ocorreu em 2019, e após a cirurgia, uma nova Priscilla nasceu. “Foram diversas transformações, na saúde, na mentalidade e na vida por completo. Tudo aquilo que você pensava antes, você passa a pensar de uma forma diferente e passa a ter uma outra visão do seu dia a dia, além de dar valor a coisas que antes não dava. Muda muito nossa cabeça depois disso”.</p>
<p>Cinco anos depois, Priscilla leva uma vida normal e cheia de esperança. Em analogia ao seu trabalho, a fotógrafa explica que da mesma forma em que ela aumenta a autoestima de diversas pessoas por meio de suas lentes, em sua vida ocorreu da mesma forma, tendo uma verdadeira renovação e novas formas de ver o mundo e todos ao seu redor.</p>
<p>“Quando uma pessoa é doadora de órgãos ela fornece a vida e a esperança para outra pessoa que está esperando na fila. Imaginamos que salvar uma vida é um poder de super-herói, ou de um bombeiro ou um policial, mas você também tem esse poder. É uma decisão para a vida toda, e você tem que se sentir orgulhoso disso”, finaliza a fotógrafa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Como se tornar um doador de órgãos?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Critérios para Doação de Órgãos e Medula Óssea: Conheça as Regras e Possibilidades</h3>
<p>Doar órgãos é um ato de generosidade e solidariedade que pode salvar vidas. No entanto, existem diretrizes e critérios importantes que devem ser seguidos para tornar-se um doador. Aqui, apresentamos informações essenciais sobre a doação de órgãos e medula óssea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Requisitos para Doação de Órgãos</h3>
<p>Para ser um &#8220;doador vivo&#8221;, é fundamental atender aos seguintes critérios:</p>
<ul>
<li><strong>1. Boas Condições de Saúde: </strong>O doador deve estar em boa saúde para minimizar riscos durante a doação.</li>
<li><strong>2. Avaliação Médica: </strong>É necessário passar por avaliações médicas para determinar a adequação da doação.</li>
<li><strong>3. Capacidade Jurídica: </strong>O doador deve ser capaz juridicamente de tomar essa decisão.</li>
<li><strong>4. Consentimento: </strong>O mais crucial é que o doador concorde voluntariamente com a doação.</li>
</ul>
<p>Legalmente, parentes próximos, como pais, irmãos, filhos, avós, tios e primos, podem ser doadores. No entanto, se a doação for destinada a alguém que não seja parente, é necessária autorização judicial.</p>
<p>A idade e o histórico médico não são barreiras para ser um potencial doador. A viabilidade da doação de órgãos e tecidos é determinada com base na avaliação corporal por meio de exames clínicos, de imagem e laboratoriais no momento do óbito. É crucial comunicar à família o desejo de ser doador, uma vez que, no Brasil, a realização de transplantes de órgãos depende de autorização familiar.</p>
<p>Existem algumas restrições: pessoas com diagnóstico de tumores malignos, doenças infecciosas graves agudas ou doenças infectocontagiosas, incluindo HIV, hepatites B e C, e doença de Chagas, não podem ser doadores. Além disso, aqueles diagnosticados com insuficiência de múltiplos órgãos, afetando o coração, pulmões, fígado e rins, não podem doar esses órgãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Doação de Medula Óssea</h3>
<p>A doação de medula óssea é outro ato nobre que pode proporcionar esperança a pacientes em necessidade. O processo envolve os seguintes passos:</p>
<ul>
<li>1. <strong>Cadastro no Redome:</strong> Para ser um doador de medula óssea, basta se cadastrar no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).</li>
<li>2. <strong>Coleta de Amostra de Sangue:</strong> Uma amostra de sangue (10 mL) é coletada para realizar o exame de tipagem HLA.</li>
<li>3. <strong>Doação:</strong> Quando um receptor compatível é identificado, o doador é convidado a realizar a doação, que ocorre em um centro cirúrgico.</li>
</ul>
<p>Doar medula óssea é uma maneira de oferecer uma segunda chance de vida a pessoas com doenças graves do sangue. A solidariedade e o comprometimento dos doadores são inestimáveis para aqueles que aguardam ansiosamente por um transplante. A doação de órgãos e medula óssea continua a ser um ato de esperança e amor ao próximo.</p>
<p>Para acessar a campanha, clique <a href="https://www.youtube.com/watch?v=vDR4wrDiCYg" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3DvDR4wrDiCYg&amp;source=gmail&amp;ust=1695911897925000&amp;usg=AOvVaw3iWRZilwb8_cKqOk_A9Btw">aqui</a>, ou confira as redes sociais.</p>
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		<title>Mil vagas para programa com foco na carreira de pessoas LGBTQIAP+ promovidas pelo &#8216;Se Candidate, Mulher!&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 11:07:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Se Candidate, Mulher! é uma startup de recursos humanos especialista em conectar mulheres incríveis a empresas ou promovê-las dentro delas e está com inscrições abertas para o Programa Transformades 2023. A HRTech já impactou mais de 20 mil mulheres diretamente, promovendo projetos e ações afirmativas inéditas no mercado para atração e contratação das mulheres. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://secandidatemulher.com.br/">Se Candidate, Mulher!</a> é uma startup de recursos humanos especialista em conectar mulheres incríveis a empresas ou promovê-las dentro delas e está com inscrições abertas para o <a href="https://secandidatemulher.com.br/transformades"><strong>Programa Transformades 2023</strong></a>. A HRTech já impactou mais de 20 mil mulheres diretamente, promovendo projetos e ações afirmativas inéditas no mercado para atração e contratação das mulheres. Vencedora, por três anos consecutivos, do <a href="https://www.startupawards.com.br/">Startup Awards</a>, a maior premiação do ecossistema de inovação do Brasil, na categoria &#8220;Startup de impacto social&#8221;.  Saiba mais:</p>
<p dir="ltr">O objetivo é  impulsionar a carreira de pessoas da comunidade LGBTQIAP+ por meio de encontros, <strong>nos dias 12, 19 e 26 de julho e 2 de agosto,</strong> guiados por mentores especializados, com conteúdo e materiais de estudo específicos para os desafios das pessoas LGBTQIAP+.</p>
<p dir="ltr">Estão disponíveis 1.000 (mil) vagas e público interessado pode se inscrever gratuitamente, entre os dias 28 de junho e  10 de julho, <a href="https://secandidatemulher.com.br/transformades" target="_blank" rel="noopener noreferrer">por este link</a>.</p>
<p dir="ltr">
<blockquote>
<p dir="ltr">&#8220;Seja nas empresas ou em outras esferas sociais, a vivência das mulheres é atravessada por questões como preconceito de gênero, a múltipla jornada de trabalho, maternidade, desigualdade salarial e os vieses inconscientes, que podem  impactar desde a atração no processo seletivo até a retenção e a satisfação dessa profissional em uma companhia. São estereótipos conduzidos em nossa sociedade e que ditam padrões que as inferiorizam, fazendo com que sejam consideradas menores e menos capazes no contexto em que estão inseridas&#8221; &#8211; Jhenyffer Coutinho</p>
<p dir="ltr">.</p>
<p dir="ltr">
</blockquote>
<h2 dir="ltr">Especialistas palestrantes</h2>
<p dir="ltr">Entre es convidades do programa estão a LinkedIn Top Voice como:</p>
<ul>
<li dir="ltr">CEO da Se Candidate, Mulher!  <a href="https://www.linkedin.com/in/jhenyffercoutinho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jhenyffer Coutinho</a>,</li>
<li dir="ltr">especialista em Diversidade e Inclusão <a href="https://www.linkedin.com/in/andreza-maia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Andreza Maia</a>,</li>
<li dir="ltr">especialista em estratégia e inovação e LinkedIn Top Voice <a href="https://www.linkedin.com/in/gracianoamanda/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amanda Graciano</a>,</li>
<li dir="ltr">especialista em recolocação profissional e mentora de carreira <a href="https://www.linkedin.com/in/anaclarapaiva/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ana Clara Paiva</a>, entre outres.</li>
</ul>
<p dir="ltr">Jhenyffer Coutinho, CEO da Se Candidate Mulher!, explica que &#8220;o objetivo é fazer com que pessoas LGBTQIAP+ se sintam mais empoderadas e preparadas ao se candidatarem às vagas e às promoções, enfrentando com confiança os desafios impostos pelas sociedade quando o assunto é Diversidade &amp; Inclusão no mercado de trabalho&#8221;.</p>
<p dir="ltr">.</p>
<p dir="ltr">
<h2 dir="ltr">Mulheres LGBTQIAP+ (pesquisa)</h2>
<p dir="ltr">A pesquisa inédita  &#8220;Panorama das Mulheres no Mercado de Trabalho 2023&#8221;, realizada com mais de 1000 respondentes em todo o Brasil, aborda tendências, desafios e necessidades da participação feminina no contexto profissional.  O levantamento, feito pela Se Candidate, Mulher!, maior startup de empregabilidade feminina do Brasil, evidencia como o mercado é menos inclusivo para mulheres LGBTQIAP+, que enfrentam mais obstáculos socialmente para ocupar cargos seniores e de liderança.</p>
<p dir="ltr">Pensando na empregabilidade de forma interseccional, o estudo destaca que 43,79% das mulheres LGBTQIAP+ estão desempregadas. O número está acima da média geral, que foi de 39,35%. Entre as mulheres da comunidade, 7,69% são mães.  Na pesquisa, quando é perguntado sobre as razões para deixar um emprego, as &#8220;situações de assédio&#8221; ganham mais impacto, tendo sido mencionado por 63,91% das respondentes LGBTQIAP+.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">&#8220;As empresas que ainda não se preocupam com a agenda da diversidade e inclusão ainda não entenderam que estamos falando sobre a lucratividade e a sobrevivência dos negócios. Não é sobre ser legal, a equidade de gênero é negócio rentável. Negócio atrelado à responsabilidade social&#8221; &#8211; Jhenyffer Coutinho</p>
</blockquote>
<p>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 dir="ltr">Empregabilidade feminina</h2>
<p dir="ltr">A rotatividade é um desafio enfrentado por grande parte das companhias. As pessoas mais jovens,  por exemplo, têm apresentado tendências de ficar menos tempo e de &#8220;pular&#8221; de um emprego para outro. No caso das mulheres, a pesquisa aponta que a falta de perspectiva de crescimento na empresa é o principal motivo para deixar um trabalho, sendo a opção escolhida por 86,96% das respondentes.</p>
<p dir="ltr">Entre os motivos que fazem uma mulher valorizar mais o emprego, o estudo destaca o <strong>&#8220;equilíbrio entre vida pessoal e profissional (80%), o plano de saúde (76,2%) e a flexibilidade de horário (61,02%)&#8221;</strong> como os principais.  As respondentes puderam selecionar cinco opções e as alternativas acima foram as mais escolhidas.  O resultado revela uma tendência por priorizar qualidade de vida, saúde e autonomia na rotina de trabalho, questões primordiais para mulher que concilia múltiplas jornadas de trabalho &#8211; como o cuidado com crianças, famílias e casa.</p>
<p dir="ltr">A pesquisa é  importante para que empresas e lideranças entendam o comportamento das mulheres e desenvolvam estratégias para esse público, envolvendo também as interseccionalidades do grupo. Por meio desse estudo, é possível entender o contexto atual e investigamos as necessidades das profissionais, já que a melhor maneira de fazer isso é ouvir diretamente as vivências, preferências e opiniões dessas mulheres.</p>
<p dir="ltr">Acesse a pesquisa &#8220;<strong>Panorama das Mulheres no Mercado de Trabalho 2023</strong>&#8220;, <a href="https://materiais.secandidatemulher.com.br/panorama-das-mulheres-no-mercado-de-trabalho-2023" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cliando aqui</a></p>
<p dir="ltr">.</p>
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		<title>O Enigma Cósmico: Os Efeitos do Espaço em Nossos Relógios Biológicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um universo vasto e enigmático, nossos corpos são regidos por ritmos intrínsecos, como se estivéssemos em sintonia com as estrelas. O estudo dos efeitos do espaço em nossos relógios biológicos nos leva a uma fascinante jornada astrofísica e espiritual. Neste artigo, vamos mergulhar na ciência e no mistério por trás dessa conexão cósmica com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um universo vasto e enigmático, nossos corpos são regidos por ritmos intrínsecos, como se estivéssemos em sintonia com as estrelas. O estudo dos efeitos do espaço em nossos relógios biológicos nos leva a uma fascinante jornada astrofísica e espiritual. Neste artigo, vamos mergulhar na ciência e no mistério por trás dessa conexão cósmica com as nossas vidas biológicas e sociais.</p>
<p>A luz, esse fluxo mágico de fótons que emana do Sol e das estrelas distantes, desempenha um papel crucial em nossas vidas. Ela não apenas ilumina nosso caminho, mas também influencia nosso ritmo circadiano, o ciclo de 24 horas que regula nossos padrões de sono e vigília. A luz é uma das poucas coisas que nos conecta diretamente com o cosmos, nos permitindo capturar fragmentos do infinito em nossos olhos.</p>
<p>No espaço, a luz assume formas e intensidades diversas, desafiando nossa percepção. Astronautas que ousam explorar além da atmosfera terrestre são envolvidos por um espetáculo de luzes cósmicas que transcende a imaginação humana. Essa exposição a diferentes espectros de luz pode ter um impacto profundo em nossos corpos, alterando nosso ritmo circadiano e desafiando nossos padrões estabelecidos.</p>
<blockquote><p>&#8220;No espaço, a escuridão assume um novo significado, enquanto a luz se torna uma miríade de cores e formas que nos lembram de nossa fragilidade e grandeza simultaneamente&#8221;. &#8211; Neil Degrasse Tyson</p></blockquote>
<p>Além da luz, a gravidade também desempenha um papel fundamental em nossos relógios biológicos. Na Terra, estamos constantemente sintonizados com a força gravitacional que nos mantém firmes. No entanto, no espaço, onde a gravidade é reduzida ou quase inexistente, nossos corpos precisam se adaptar a esse novo ambiente.</p>
<p>A gravidade é o tecido que conecta o universo, moldando a forma como nos movemos, como nos sentimos e como experimentamos o tempo. A ausência dessa força gravitacional familiar pode afetar nossos ritmos circadianos, levando a mudanças sutis, mas significativas, em nossos corpos e mentes.</p>
<p>Apesar dos desafios e mistérios que envolvem a relação entre o espaço e nossos relógios biológicos, há uma conclusão otimista a ser tirada dessa exploração fascinante. Através do estudo meticuloso da astrofísica e da biologia, estamos começando a desvendar os segredos do ritmo circadiano e sua conexão com o cosmos. Essa compreensão mais profunda pode abrir portas para avanços incríveis na saúde e no bem-estar humano.</p>
<p>Ao contemplar a imensidão do universo e a influência que ele exerce sobre nossos corpos, somos levados a refletir sobre nossa própria existência e propósito. A conexão entre o espaço sideral e nossos relógios biológicos nos lembra que somos parte de um todo maior, que estamos intrinsecamente ligados à vastidão do cosmos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Somos poeira estelar, criaturas da mesma substância que os astros distantes&#8221;. &#8211; Neil Degrasse Tyson:</p></blockquote>
<p>À medida que desvendamos os segredos do espaço e de nossos relógios biológicos, surgem oportunidades empolgantes para melhorar nossa qualidade de vida. Compreender como a luz e a gravidade nos afetam nos leva a explorar novas abordagens na medicina, no sono e na adaptação a ambientes desafiadores. Podemos encontrar maneiras de otimizar nosso ritmo circadiano, promovendo uma saúde vibrante e um bem-estar equilibrado.</p>
<p>Nossa jornada cósmica está apenas começando. À medida que continuamos a explorar o espaço, aprofundar nossas pesquisas e aprender mais sobre nossos relógios biológicos, abrimos caminho para uma compreensão mais profunda de nós mesmos e do universo que habitamos. Com uma atitude de curiosidade e perseverança, podemos desvendar ainda mais os segredos da vida e da existência.</p>
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		<title>Vale a pena doar para a Wikipedia e manter o conhecimenoto acessível a todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2023 10:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ESPECIAL]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Sociedade]]></category>
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		<category><![CDATA[Biblioteca de Alexandria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No vasto oceano da informação online, há um farol brilhante que nos guia em busca do conhecimento &#8211; a Wikipedia. Desde sua criação em 2001, esse projeto colaborativo disponível em 41 um idiomas tem revolucionado a maneira como acessamos e compartilhamos informações. Os fundamentos da Wikipedia são importantes para a nossa sociedade que está cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No vasto oceano da informação online, há um farol brilhante que nos guia em busca do conhecimento &#8211; a Wikipedia. Desde sua criação em 2001, esse projeto colaborativo disponível em 41 um idiomas tem revolucionado a maneira como acessamos e compartilhamos informações. Os fundamentos da Wikipedia são importantes para a nossa sociedade que está cada dia mais digitalizada e precisa de fontes confiáveis de informação, por isso apoiar com doações em dinheiro ou contribuições escritas essa fonte vital de conhecimento é papel de todos os cidadãos da internet (internautas).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Fundadores e Estrutura</h3>
<p>A Wikipedia foi fundada por Jimmy Wales e Larry Sanger, com o objetivo de criar uma enciclopédia online gratuita e colaborativa. O projeto foi impulsionado pela ideia de que o conhecimento deve ser acessível a todos, independentemente de sua localização geográfica ou condição socioeconômica. Desde então, a Wikipedia cresceu exponencialmente, oferecendo uma variedade impressionante de artigos em centenas de idiomas.</p>
<p>A Wikipedia é estruturada como uma organização sem fins lucrativos chamada Wikimedia Foundation, que garante a manutenção e o funcionamento contínuo do site. A fundação fornece as diretrizes e as políticas para os editores e moderadores, mantendo um ambiente colaborativo e confiável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Investimentos e Programação do Back-End</h3>
<p>A Wikipedia depende de doações e contribuições para financiar suas operações. Com uma base de usuários global, as doações são essenciais para garantir que a plataforma continue a fornecer acesso gratuito a informações confiáveis e imparciais. Além disso, a Wikipedia conta com um grupo de voluntários dedicados que contribuem com seu tempo e conhecimento para manter e atualizar os artigos.</p>
<p>Em termos de programação do back-end, a Wikipedia utiliza uma plataforma de software livre chamada MediaWiki. Esse sistema robusto permite que os editores façam alterações e atualizações nos artigos, sempre sujeitos a revisão e moderação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Sistema de Moderação</h3>
<p>Um dos aspectos mais importantes da Wikipedia é seu sistema de moderação. Embora o conteúdo seja gerado pelos próprios usuários, a comunidade tem diretrizes e políticas claras para garantir a precisão e a imparcialidade das informações. Os editores e moderadores trabalham diligentemente para revisar e monitorar os artigos, removendo conteúdos não confiáveis ou tendenciosos. Esse processo de revisão contínua ajuda a manter a integridade e a credibilidade da Wikipedia como uma fonte de conhecimento confiável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Funcionamento da Wikipedia e Contribuição</h3>
<p>A Wikipedia é baseada no princípio da colaboração. Qualquer pessoa pode contribuir para os artigos, seja corrigindo erros, adicionando informações ou criando novos conteúdos. Isso significa que o conhecimento disponível na Wikipedia é construído coletivamente por pessoas de todo o mundo. Todos têm a oportunidade de compartilhar seus conhecimentos e experiências, tornando a Wikipedia uma fonte de informações diversificada e abrangente.</p>
<p>A Wikimedia Foundation, sede da Wikipedia, apóia uma série de projetos de conhecimento livre, incluindo:</p>
<ul>
<li><a class="external text" href="https://commons.wikimedia.org/">Wikimedia Commons</a> – um repositório gratuito de imagens, vídeos e arquivos de mídia</li>
<li><a class="external text" href="https://www.wiktionary.org/">Wiktionary</a> – um dicionário multilíngue gratuito</li>
<li><a class="external text" href="https://www.wikiquote.org/">Wikiquote</a> – um recurso de citações de pessoas notáveis e trabalhos criativos</li>
<li><a class="external text" href="https://www.wikibooks.org/">Wikibooks</a> – uma coleção de livros que inclui textos com anotações, guias de instrução, livros didáticos e mais</li>
<li><a class="external text" href="https://wikisource.org/">Wikisource</a> – uma coleção de materiais originais, bem como traduções dos textos de origem</li>
<li><a class="external text" href="https://species.wikimedia.org/">Wikispecies</a> – um diretório de espécies, que cobre Animalia, Plantae, Fungi, Bacteria, Archaea, Protista e outras formas de vida</li>
<li><a class="external text" href="https://www.wikinews.org/">Wikinews</a> – um recurso de notícias colaborativo em que qualquer pessoa pode contribuir com relatos sobre eventos em todo o mundo</li>
<li><a class="external text" href="https://www.wikiversity.org/">Wikiversity</a> – um repositório educacional dedicado a recursos de aprendizagem, projetos de aprendizagem e pesquisa para uso em todos os níveis de educação</li>
<li><a class="external text" href="https://www.wikidata.org/">Wikidata</a> – um banco de dados estruturado multilíngue e colaborativo que alimenta as informações usadas nos projetos da Wikimedia</li>
<li><a class="external text" href="https://www.wikivoyage.org/">Wikivoyage</a> – um guia de informações de viagem para locais ao redor do mundo</li>
<li><a class="external text" href="https://www.mediawiki.org/">MediaWiki</a> – o software de código aberto por trás de todos os sites da Wikimedia</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_28379" style="width: 873px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://donate.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:LandingPage&amp;country=BR&amp;uselang=pt-br&amp;utm_campaign=C11_Waystogive&amp;utm_medium=Waystogive&amp;utm_source=Waystogive"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-28379" class="wp-image-28379 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/06/como-doar-para-a-wikipedia.png?resize=863%2C341&#038;ssl=1" alt="" width="863" height="341" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/06/como-doar-para-a-wikipedia.png?w=863&amp;ssl=1 863w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/06/como-doar-para-a-wikipedia.png?resize=300%2C119&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/06/como-doar-para-a-wikipedia.png?resize=768%2C303&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 863px) 100vw, 863px" /></a><p id="caption-attachment-28379" class="wp-caption-text">Clique para doar agora</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Financiamento e Formas de Contribuição</h3>
<p>Para manter sua independência e acessibilidade, a Wikipedia depende de doações voluntárias. A Wikimedia Foundation realiza campanhas regulares de arrecadação de fundos para financiar suas operações e desenvolvimento contínuo. Além disso, existem outras formas de contribuir, como se tornar um membro da Wikimedia Foundation, ajudar a traduzir artigos para diferentes idiomas ou promover a conscientização sobre a importância da Wikipedia.</p>
<p>Contribuir para a Wikipedia é uma maneira de retribuir à comunidade global do conhecimento. Cada pequena contribuição, por menor que seja, pode fazer a diferença. Apenas 2% dos leitores doam, então qualquer valor que você possa contribuir ajudará a Wikimedia Foundation e seus sites irmãos.</p>
<p>Se você é especialista em um determinado assunto ou simplesmente quer ajudar a manter a qualidade do conteúdo, pode se envolver na edição e revisão dos artigos. Ao compartilhar seu conhecimento, você contribui para a difusão do conhecimento e a liberdade de pensamento na internet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Uma Mensagem sobre os Domínios .org e a Biblioteca de Alexandria</h3>
<p>Os domínios .org são um lembrete poderoso de iniciativas sem fins lucrativos e organizações dedicadas a promover o bem comum. A Wikipedia é um exemplo notável dessa ideia, pois se esforça para compartilhar conhecimento livremente, sem fins lucrativos.</p>
<p>Essa filosofia ressoa com a Biblioteca de Alexandria, uma instituição icônica do mundo antigo, conhecida por sua vasta coleção de obras e por ser um farol de sabedoria. Ou seja, uma fonte de conhecimento global, acessível a todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>A Wikipedia é uma plataforma incrível que permite a divulgação do conhecimento e a liberdade de pensamento na era digital. Graças aos seus fundadores visionários, estrutura de moderação eficiente e colaboração global, ela se tornou uma enciclopédia virtual confiável e abrangente.</p>
<p>Contribuir para a Wikipedia é uma maneira de dar voz ao seu conhecimento e ajudar a construir um mundo mais informado. Apoiar essa iniciativa por meio de doações ou participação ativa é fundamental para garantir que a Wikipedia continue a iluminar o caminho do conhecimento em nosso mundo cada vez mais conectado.</p>
<p>Lembremo-nos do valor dos domínios .org, símbolos de organizações sem fins lucrativos dedicadas a causas nobres. Com a Wikipedia, temos a oportunidade de sermos parte dessa história em constante evolução, tornando o conhecimento acessível a todos, um artigo de cada vez.</p>
<p>Acesse esta página para sanar dúvidas e ter um entendimento mais profundo: <a href="https://donate.wikimedia.org/wiki/FAQ/pt-br">https://donate.wikimedia.org/wiki/FAQ/pt-br </a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça o cemitério da internet &#8211; 5 sites populares que já não existem mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A internet é uma rede global de computadores que conecta bilhões de pessoas em todo o mundo. A popularidade on-line pode ser medida de diversas maneiras, incluindo o tráfego, o tempo gasto em um site e o engajamento dos usuários. No entanto, muitos sites que eram extremamente populares em seu auge já não existem mais. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A internet é uma rede global de computadores que conecta bilhões de pessoas em todo o mundo. A popularidade on-line pode ser medida de diversas maneiras, incluindo o tráfego, o tempo gasto em um site e o engajamento dos usuários. No entanto, muitos sites que eram extremamente populares em seu auge já não existem mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>5 sites que foram muito populares, mas hoje estão mortos.</strong></h3>
<ol>
<li><strong>Geocities (1994-2009):</strong> plataforma de hospedagem de sites pessoais e comunidades on-line. A perda de popularidade foi motivada pela falta de inovação e a ascensão de outras plataformas de hospedagem de sites mais avançadas.</li>
<li><strong>MySpace (2003-2011)</strong>: rede social que permitia aos usuários compartilhar fotos, vídeos e músicas. A perda de popularidade foi motivada pelo surgimento do Facebook e de outras redes sociais mais sofisticadas.</li>
<li><strong>AltaVista (1995-2013):</strong> mecanismo de busca pioneiro que oferecia resultados de pesquisa rápidos e precisos. A perda de popularidade foi motivada pela ascensão do Google e de outros mecanismos de busca mais avançados.</li>
<li><strong>Friendster (2002-2015):</strong> rede social que permitia aos usuários se conectar com amigos e conhecer novas pessoas. A perda de popularidade foi motivada pela falta de inovação e pela ascensão do Facebook e de outras redes sociais mais sofisticadas.</li>
<li><strong>Napster (1999-2002):</strong> plataforma de compartilhamento de arquivos que permitia aos usuários trocar músicas livremente. A perda de popularidade foi motivada por disputas jurídicas com a indústria da música e por medidas antipirataria mais rigorosas.</li>
</ol>
<p>Embora a morte desses sites possa parecer triste, ela também é um lembrete de como a internet mudou nos últimos anos. Atualmente, as pessoas são mais atraídas por aplicativos e redes sociais do que por sites, e a inovação e a evolução tecnológica continuam a moldar o futuro da internet.</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/conheca-o-cemiterio-da-internet-5-sites-populares-que-ja-nao-existem-mais/">Conheça o cemitério da internet &#8211; 5 sites populares que já não existem mais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Conheça o ecossistema empreendedor da Alemanhã e as principais Startups de Berlim para você se inspirar durante a próxima década</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 10:47:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>São Paulo e Berlim são duas grandes cidades, cada uma com sua história, cultura e características únicas, no entanto, existem algumas semelhanças entre elas. Já que em um texto anterior (aqui) eu já falei bastante sobre a capital paulista, hoje vou me dedicar a elucidar o que há de mais interessante na capital alemã começando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo e Berlim são duas grandes cidades, cada uma com sua história, cultura e características únicas, no entanto, existem algumas semelhanças entre elas. Já que <a href="https://www.tecnoveste.com.br/startups-brasileiras-mais-disruptivas-de-sao-paulo-e-fundadores-voce-deve-acompanhar-na-proxima-decada">em um texto anterior (aqui) eu já falei bastante sobre a capital paulista</a>, hoje vou me dedicar a elucidar o que há de mais interessante na capital alemã começando por uma <strong>contextualização macroeconômica</strong>, passando pelo <strong>ecossistema empreendedor</strong> e chegando até o <strong>coração cultural</strong> da Alemanha.</p>
<p>Embora ambas as cidades tenham problemas de tráfego intenso e congestionamento, ela têm apresentado avanços significativos com relação ao meio ambiente, pois sucessivos governos de nível local e regional têm trabalhado para fortalecer o compromisso com a sustentabilidade ambiental e estão investindo em projetos verdes e tecnologias limpas para reduzir sua pegada de carbono.</p>
<p>São Paulo e Berlim são cidades extremamente favoráveis à diversidade , com pessoas de diferentes origens e culturas vivendo e trabalhando juntas. No que diz respeito à comunidade LGBTQIA na Alemanha, o país tem uma história de avanços significativos em termos de direitos e aceitação porque já em 2001, o país se tornou o primeiro do mundo a permitir que pessoas do mesmo sexo se casassem e Berlim é frequentemente vista como uma das cidades mais <em>LGBTQIA-friendly</em> do mundo, com uma rica vida noturna e uma variedade de eventos voltados para a comunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Importância Econômica</h2>
<p>São Paulo e Berlim são cidades importantes para suas respectivas nações em termos econômicos. Ambas são centros financeiro e empresarial dos seus respectivos países, além de serem as cidades mais populosas e concentradoras de rendas de seus subcontinentes.</p>
<p>Em 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha foi estimado em cerca de US$ 4,2 trilhões, enquanto o PIB do Brasil foi de cerca de US$ 2,5 trilhões. O PIB per capita da Alemanha é quase três vezes maior do que o do Brasil, o que significa que lá vive uma população mais próspera, menos desigual e com menos problemas.</p>
<p>Quanto à valorização das moedas, o euro, moeda utilizada pela Alemanha, teve uma valorização significativa em relação ao real, moeda utilizada pelo Brasil, nos últimos 10 anos. Em maio de 2013, por exemplo, o euro era negociado em torno de R$ 2,70, enquanto em maio de 2023, está sendo negociado em torno de R$ 7,20. Isso sugere que a moeda brasileira sofreu uma desvalorização em relação ao euro ao longo da última década.</p>
<p>Com taxas de crescimento do PIB em torno de 1,5% a 2% ao ano, o ambiente empreendedor alemão é também mais prolífico e maduro, pois tem mais atores no mercado de capitais de risco (Venture Capital) e está mais bem integrado ao ciclo global de startups. O mercado interno forte, participante da economia da Comunidade Europeia também facilita para que novos negócios de empreendedores aventureiros tenham uma taxa de sucesso mais favorável também.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;"></li>
</ol>
<h2>Ecossistema Empreendedor</h2>
<p>As duas cidades possuem um grande número de empresas e startups em pleno crescimento no setor de tecnologia e têm se estabelecido como ecossistemas tecnológicos para incentivar o desenvolvimento de startups locais de potencial global.</p>
<p>Em São Paulo, a tecnologia tem sido vista como uma das principais áreas de crescimento econômico do país. O governo tem incentivado o setor através de políticas públicas, programas de apoio financeiro e incentivos fiscais para empresas de tecnologia. Já em Berlim, a cidade tem se estabelecido como um hub de startups, com diversas iniciativas governamentais e privadas voltadas para o desenvolvimento de novos negócios. Esses esforços estão transformando ambas as cidades em importantes polos tecnológicos, com um grande potencial de crescimento e inovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Confira as principais startups berlinenses</h3>
<ul>
<li><a href="https://en.zalando.de/?_rfl=de" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">Zalando (2008)</a>: Fundada por Robert Gentz e David Schneider, é uma empresa de comércio eletrônico de moda que oferece uma ampla gama de roupas, sapatos e acessórios de várias marcas.</li>
<li><a href="https://www.researchgate.net/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">Research Gate (2008)</a>: Fundada por Ijad Madisch, Sören Hofmayer e Horst Fickenscher, é uma rede social de cientistas que permite que eles compartilhem pesquisas, façam conexões e colaborem em projetos.</li>
<li><a href="https://www.wooga.com/" target="_blank" rel="noopener">Wooga (2009)</a>: Fundada por Jens Begemann, é uma desenvolvedora de jogos sociais para plataformas móveis e de redes sociais.</li>
<li>Wunderkinder (2010): Fundada por <a href="https://twitter.com/christianreber?lang=en" target="_blank" rel="noopener">Christian Reber</a>, é uma desenvolvedora de aplicativos de produtividade, incluindo o popular Wunderlist, que permite que os usuários criem listas de tarefas e as gerenciem em vários dispositivos.</li>
<li><a href="http://www.getamen.com/">Amen (2010)</a>: Fundada por Felix Petersen e Florian Weber, é uma rede social que permite que os usuários compartilhem suas opiniões e sentimentos sobre diferentes tópicos e os comparem com outras pessoas em todo o mundo.</li>
<li><strong><a href="http://www.soundcloud.com">2011: SoundCloud</a></strong>, fundada por Alexander Ljung e Eric Wahlforss, é uma plataforma de compartilhamento de música que permite aos usuários fazer upload, promover e compartilhar suas músicas com outros usuários, além de descobrir novas músicas e artistas. Avaliada em cerca de 500 milhões de dólares, tem mais de 76 milhões de usuários em todo o mundo.</li>
<li><a href="https://www.getyourguide.com/" class="broken_link">2011: Gidsy</a>, fundada por Edial Dekker, Floris Dekker e Philipp Wassibauer, é uma plataforma de reservas de experiências turísticas, que permite que os usuários encontrem e reservem atividades únicas em todo o mundo. Comprada em 2013 pela <a href="https://www.getyourguide.com/" class="broken_link">GetYourGuide</a>, fundada por Johannes Reck, Tao Tao e Martin Sieber, é uma plataforma de reservas de atividades turísticas que oferece experiências em mais de 170 países em todo o mundo. Com uma avaliação de mercado de mais de 1 bilhão de dólares, a GetYourGuide tem mais de 45 milhões de usuários em todo o mundo.</li>
<li><a href="https://www.deliveryhero.com/" class="broken_link">2012: Delivery Hero</a>, fundada por Niklas Östberg, é uma plataforma de pedidos de comida online que conecta restaurantes a clientes em mais de 40 países em todo o mundo. Com uma avaliação de mercado de mais de 15 bilhões de dólares, a Delivery Hero processa mais de 3 milhões de pedidos de comida por dia. É como se fosse o iFood alemão.</li>
<li><strong><a href="https://try.babbel.com/bra-pt-sem-brand-flags/?bsc=gg_br_srh_por_all_new&amp;btp=default&amp;gclid=CjwKCAjwx_eiBhBGEiwA15gLN7e-_4DCbHg31vYtTF7MXEUUqaLOlYq4hUL5tXI2-yY6Qu60XzZwVxoC5nwQAvD_BwE&amp;utm_content=325972448_140014940579_kwd-2614292550_614726430855&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_source=google">2013: Babbel</a></strong>, fundada por Markus Witte e Thomas Holl, é uma plataforma de aprendizado de idiomas online que oferece cursos em 14 idiomas diferentes. Com uma avaliação de mercado de mais de 700 milhões de dólares, a Babbel tem mais de 10 milhões de usuários em todo o mundo.</li>
<li><a href="https://n26.com/en-eu">2014: N26</a>, fundada por Valentin Stalf e Maximilian Tayenthal, é um banco digital que permite aos usuários abrir uma conta bancária totalmente móvel, sem a necessidade de visitar uma agência física. Com uma avaliação de mercado de mais de 3,5 bilhões de dólares, a N26 tem mais de 7 milhões de clientes em todo o mundo. É como se fosse o NuBank alemão.</li>
<li><a href="https://www.flixbus.com.br/">2015: Flix Bus</a>, fundada por Jochen Engert, André Schwämmlein e Daniel Krauss, é uma plataforma de reservas de ônibus que oferece viagens de ônibus intermunicipais, nacionais e internacionais em toda a Europa. Com uma avaliação de mercado de mais de 2 bilhões de dólares, a FlixBus tem mais de 100 milhões de passageiros em todo o mundo.</li>
<li><a href="https://www.tier.app/">2017: Tier</a>, fundada por Lawrence Leuschner, Matthias Laug e Julian Blessin, é uma empresa de compartilhamento de scooters elétricas que opera em mais de 80 cidades em todo o mundo. Com uma avaliação de mercado de mais de 1 bilhão de dólares, a Tier já registrou mais de 25 milhões de viagens desde o seu lançamento.</li>
<li><a href="https://gorillas.io/en" class="broken_link">2018: Gorillas</a>, fundada por Kagan Sümer e Jörg Kattner, é uma plataforma de entregas online de mantimentos que permite aos usuários comprar mantimentos e recebê-los em sua casa em apenas 10 minutos. Com uma avaliação de mercado de mais de 1 bilhão de dólares, a Gorillas está presente em mais de 10 cidades em todo o mundo.</li>
<li><a href="https://pitch.com/">2019: Pitch</a>, fundada por Christian Reber e Marvin Labod, é uma plataforma de colaboração para equipes que permite criar, revisar e compartilhar apresentações de</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cultura e Entretenimento</h2>
<p>A vida cultura de ambas as cidades são conhecidas por serem vibrantes e cheias de entretenimento vibrante. São Paulo é a capital cultural do Brasil, com uma ampla variedade de museus, galerias de arte, teatros, cinemas e festivais de música. Berlim é uma das capitais culturais da Europa, com uma cena artística e cultural vibrante, incluindo muitos museus, galerias de arte, teatros e uma vida noturna agitada.</p>
<h3>Museus:</h3>
<ul>
<li><strong>Museu Pergamon:</strong> famoso pela sua coleção de antiguidades do Oriente Médio, incluindo o Portão de Ishtar e o Altar de Pérgamo.</li>
<li><strong>Alte Nationalgalerie:</strong> apresenta uma coleção de arte do século XIX e início do século XX, com obras de artistas como Caspar David Friedrich e Edvard Munch.</li>
<li><strong>Museu de História Natural:</strong> um dos maiores museus de história natural do mundo, com exposições sobre a vida animal e a evolução da Terra.</li>
</ul>
<h3>Galerias de arte:</h3>
<ul>
<li><strong>Galeria Nacional de Berlim:</strong> um dos maiores museus de arte da Alemanha, com uma coleção abrangente de pinturas e esculturas do século XIII ao século XX.</li>
<li><strong>C/O Berlin:</strong> galeria de fotografia que exibe exposições de fotógrafos internacionais renomados, bem como novos talentos.</li>
<li><strong>KW Institute for Contemporary Art:</strong> um centro de arte contemporânea que promove a experimentação e a inovação, com exposições de artistas emergentes e consagrados.</li>
</ul>
<h3>Teatros:</h3>
<ul>
<li><strong>Deutsches Theater:</strong> um dos teatros mais antigos e prestigiados de Berlim, conhecido por suas produções de alta qualidade de peças clássicas e contemporâneas.</li>
<li><strong>Berliner Ensemble:</strong> fundado por Bertolt Brecht e sua esposa, apresenta produções que desafiam a norma e questionam as convenções sociais.</li>
<li><strong>Volksbühne:</strong> conhecido por suas produções de teatro experimental e vanguardista, que desafiam as fronteiras do teatro tradicional.</li>
</ul>
<h3>Festivais:</h3>
<ul>
<li><strong>Festival Internacional de Cinema de Berlim:</strong> também conhecido como Berlinale, é um dos festivais de cinema mais importantes do mundo, apresentando uma seleção de filmes de todo o mundo, incluindo curtas e longas-metragens.</li>
<li><strong>Lollapalooza Berlin:</strong> um dos maiores festivais de música da Europa, com artistas de diversos gêneros, como rock, pop, eletrônico e hip-hop.</li>
<li><strong>Karneval der Kulturen:</strong> um festival de rua que celebra a diversidade cultural de Berlim, com desfiles, música ao vivo, dança e comida de diferentes partes do mundo.</li>
</ul>
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		<title>Thomas Edison: a história por trás do inventor da lâmpada</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/thomas-edison-a-historia-por-tras-do-inventor-da-lampada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 May 2023 11:37:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Thomas Edison é um dos nomes mais famosos da história da ciência e da tecnologia, sendo amplamente conhecido por ter inventado a lâmpada elétrica. No entanto, sua trajetória de vida é muito mais complexa do que essa simples informação. Neste artigo, vamos explorar as invenções e polêmicas envolvendo Thomas Edison, bem como seu impacto na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Thomas Edison é um dos nomes mais famosos da história da ciência e da tecnologia, sendo amplamente conhecido por ter inventado a lâmpada elétrica. No entanto, sua trajetória de vida é muito mais complexa do que essa simples informação.</p>
<p>Neste artigo, vamos explorar as invenções e polêmicas envolvendo Thomas Edison, bem como seu impacto na cultura ocidental e na criação de dispositivos tecnológicos modernos.</p>
<p>Thomas Edison foi responsável por mais de mil invenções ao longo de sua vida, desde melhorias em aparelhos telefônicos até a criação da primeira usina hidrelétrica. No entanto, suas contribuições mais notáveis incluem a invenção da lâmpada elétrica, o fonógrafo e o cinetoscópio, um precursor do cinema.</p>
<p>Além disso, Edison também foi um grande defensor da corrente contínua em detrimento da corrente alternada, levando a uma disputa acirrada com seu contemporâneo Nikola Tesla.No entanto, as polêmicas envolvendo Edison não se limitam apenas à disputa com Tesla.</p>
<p>Edison também foi acusado de plágio e de roubar ideias de outros inventores, além de ter participado da execução de um elefante em público como uma demonstração de seu sistema de corrente contínua. Esses incidentes mostram que, apesar de suas muitas contribuições para a ciência, Edison não era um indivíduo isento de controvérsia.</p>
<p>O impacto de Thomas Edison na cultura ocidental é inegável. Sua invenção da lâmpada elétrica permitiu a criação de uma nova indústria de iluminação, enquanto sua criação do fonógrafo e do cinetoscópio levou ao surgimento da indústria fonográfica e do cinema. Além disso, suas contribuições para a eletricidade e o desenvolvimento de sistemas de energia mudaram para sempre a forma como o mundo é iluminado e movido.</p>
<p>Como podemos ver, a vida e obra de Thomas Edison são extremamente complexas e cheias de nuances. Apesar de suas polêmicas e controvérsias, suas invenções tiveram um impacto profundo na cultura e na tecnologia ocidental, e ainda são sentidas até hoje.</p>
<p>O que você acha das contribuições de Thomas Edison? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo.</p>
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		<title>Nanotecnologias contribuem evolução das próteses ortopédica de grafeno, metal, cerâmica ou polímero de alta resistência e podem substituir membros do corpo, articulações e tendões </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 10:05:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Próteses ortopédicas cirúrgicas com maior duração e menos rejeição têm sido desenvolvidas e disponibilizadas graças à nanotecnologia na saúde. Feitas de metal, cerâmica ou polímero de alta resistência, podem substituir uma articulação — como a do ombro, quadril, tornozelo, cotovelo, dedos da mãe e do pé —, tendões e membros do corpo. O cirurgião com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Próteses ortopédicas cirúrgicas com maior duração e menos rejeição têm sido desenvolvidas e disponibilizadas graças à nanotecnologia na saúde. Feitas de metal, cerâmica ou polímero de alta resistência, podem substituir uma articulação — como a do ombro, quadril, tornozelo, cotovelo, dedos da mãe e do pé —, tendões e membros do corpo. O cirurgião com especialidade em Ortopedia pode usar esses equipamentos de diversas maneiras, dependendo das necessidades e da situação do paciente.</p>
<p>A tecnologia utilizada em próteses aumentou exponencialmente nas últimas décadas, o que levou a um pós-operatório mais tranquilo para o paciente. A partir da nanotecnologia e de novos métodos construtivos, é possível ter uma compreensão cada vez maior da anatomia humana e de como esses dispositivos podem trabalhar com o corpo do paciente.</p>
<p>Além disso, proporcionam materiais cada vez mais leves e resistentes, aumentando a durabilidade das próteses e reduzindo visitas ao cirurgião-ortopedista.</p>
<p>De acordo com o Centro de Tecnologias Estratégicas no Nordeste (Cetene) — unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) —, a nanotecnologia pode ser definida como o estudo de manipulação da matéria em escala atômica e molecular. Isso inclui o desenvolvimento de materiais que estão relacionados a várias áreas, como medicina, ciência da computação, eletrônica, biologia, física, química e engenharia dos materiais.</p>
<p>A atuação nesses segmentos tem como princípio a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos. O objetivo é elaborar estruturas estáveis com eles, não de chegar a um controle individual</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Como funcionam as nanoestruturas de grafeno </strong></h2>
<p>A incorporação de nanoestruturas de grafeno — uma das formas cristalinas do carbono, como diamante e grafite — ajuda a melhorar a resistência de cerâmicas avançadas de zircônia ao envelhecimento hidrotérmico (degradação em baixa temperatura), facilitando seu uso como biomaterial.</p>
<p>A descoberta, publicada em estudo na revista científica Journal of the European Ceramic Society, foi feita por uma equipe de pesquisa do Conselho Superior de Pesquisa Científica (CSIC) e da Universidade de Sevilha, na Espanha.</p>
<p>Os pesquisadores apontam que a falta de estabilidade mecânica a longo prazo em meios aquosos, como os fluidos do corpo humano, é a principal limitação para o uso da cerâmica avançada de zircônia como biomaterial em próteses de joelho e quadril.</p>
<p>Em entrevista à imprensa, Ana Morales Rodríguez, pesquisadora da Faculdade de Física da Universidade de Sevilha, explica que o fato de o grafeno ser impermeável à água fez a equipe pensar que ele poderia ser usado como barreira contra a umidade na cerâmica, o que pode modificar a resistência ao envelhecimento hidrotérmico.</p>
<p>Os resultados mostraram que os materiais contendo grafeno apresentaram significativa melhora na resistência ao envelhecimento, alta tolerância a danos e integridade microestrutural bastante superior quando comparados à cerâmica de zircônia.</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/nanotecnologias-contribuem-evolucao-das-proteses-ortopedica-de-grafeno-metal-ceramica-ou-polimero-de-alta-resistencia-e-podem-substituir-membros-do-corpo-articulacoes-e-tendoes/">Nanotecnologias contribuem evolução das próteses ortopédica de grafeno, metal, cerâmica ou polímero de alta resistência e podem substituir membros do corpo, articulações e tendões </a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Lúpulo: o que é, para que serve e como contribui para a composição de uma boa cerveja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amauri Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Apr 2023 10:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[aromatizante]]></category>
		<category><![CDATA[bebida]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Laws]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O lúpulo, planta responsável pelo amargor da cerveja, é a paixão de muitos cervejeiros, no entanto, ele nem sempre fez parte da produção de cerveja, cujos primeiros registros de seu uso aparecem na Idade Média. A primeira referência à cerveja fermentada com lúpulo data do ano de 822, de um monastério às margens do rio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/busca/Humulus+Lupulus?p_auth=e5OHQa27">lúpulo</a>, planta responsável pelo amargor da cerveja, é a paixão de muitos cervejeiros, no entanto, ele nem sempre fez parte da produção de cerveja, cujos primeiros registros de seu uso aparecem na Idade Média.</p>
<p>A primeira referência à cerveja fermentada com lúpulo data do ano de 822, de um monastério às margens do <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Weser">rio Wesser</a>, na Alemanha, que ao levar o lúpulo à bebida, a intenção era apenas a de conservar a cerveja por mais tempo.</p>
<p>O Lúpulo, também chamada de pé-de-galo é uma liana, ou seja, plantas cipós e trepadeiras que são do grupo de plantas que germinam no solo e mantêm-se enraizadas no solo durante toda sua vida.</p>
<p>São da espécie Humulus Lupulus, da família Cannabaceae, nativa da Europa, Ásia ocidental e América do Norte. É uma planta dioicia, ou seja, na os sexos se encontram separados em indivíduos diferentes, sendo que na cervejaria utilizamos a planta do sexo feminino.</p>
<p>A planta é perene, herbácea, que cresce brotos no início da primavera e definha como um rizoma endurecido que é um caule que cresce horizontalmente que pode ter porções aéreas deste caule.</p>
<p>E exatamente por esse amargor, hoje tão apreciado por uma parcela dos degustadores, o lúpulo demorou agradar os consumidores da época. Apesar dessa resistência, no ano de 1400, o lúpulo já era bastante difundido entre as cervejarias alemãs.</p>
<p>Durante o século XV, ele se tornou o mais popular conservante e aromatizante de bebidas do Reino Unido. Isso fez com que a incidência do uso de outros aromatizantes, como o mel, frutas, canela e gengibre diminuíssem.</p>
<p>O que muitos não sabem é que a utilização desta planta varia de acordo com o estilo da cerveja produzida, já que a quantidade e as características do lúpulo utilizado alteram o paladar e o aroma da cerveja.</p>
<p>Os componentes mais importantes desta planta para o processo cervejeiro são os óleos essenciais, os polifenóis e as resinas, e estes componentes variam diante das variedades encontradas no mercado.</p>
<p><strong>International Bitterness Units</strong> é uma escala normativa de amargor utilizada como referência na fabricação e classificação de vários tipos de bebida. Encontramos no mercado cervejas das mais suaves às mais amargas, mas, a partir dos 100 ou 120 IBU a diferença passa a não ser mais percebida em nosso paladar.</p>
<p>O fato é que uma cerveja com doses altas de maltes, principalmente os especiais, tende a esconder altos índices de IBU. Além da intensidade do amargor existe a qualidade deste amargor, e aí entra o toque do cervejeiro para encontrar o ponto de equilíbrio para cada criação e cada estilo.</p>
<p>Para exemplificar vamos ver as taxas de amargor de alguns estilos, conforme indicado no guia BJCP (Beer Judge Certification Program):</p>
<ul>
<li>Pilsen: 8-18 IBU</li>
<li>IPA: 40 – 60 IBU</li>
<li>Weiss (trigo): 8 – 15 IBU</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Curiosidades</h2>
<p>Pode ser fatal para cães e gatos. O contato não é comum, mas para quem produz cerveja em casa, vale a pena informar. O lúpulo jamais deve ser ingerido por seu cão ou gato, pois é altamente tóxico para eles, provocando ataque epilético, problemas no coração e pode até causar a morte.</p>
<p>O Lúpulo é parente da maconha, pertencem à mesma família, a Cannabaceae, porém, o lúpulo não tem propriedades alucinógenas em nenhuma forma de consumo.</p>
<p>De acordo com <strong>Bill Laws</strong> em seu livro &#8220;50 plantas que mudaram o rumo da história&#8221;, no século XXI, uma garrafa de ale e uma garrafa de cerveja são vistas como a mesma coisa, entretanto, no século XII a ale era produzida sem adição de lúpulo, diferentemente da cerveja. Foi a adição das flores de lúpulo ao processo cervejeiro que fez com que a ale fosse transformada em cerveja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ul>
<li>HORNSEY, Ian S. A History of Beer and Brewing: Cambridge-UK: The Royal Society of Chemistry, 2003.</li>
<li>KUNZE, Wolfgang. Tecnología para Cerveceros y Malteros, Berlim: VLB 2006</li>
<li>SENAI, Tecnologia Cervejeira, Rio de Janeiro: 2014</li>
<li>HAMPSON, Tim. O Livro da Cerveja, Londres-UK – Editora Globo S/A.</li>
<li>HIERONYMUS, Stan. – Lúpulo, Belo Horizonte: 2020 – Editora Krater</li>
</ul>
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		<title>O fim do sono: como a diminuição de horas bem dormidas está afetando a nossa sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Feb 2023 14:49:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para que dormir? Todos acordados! Dá mais tempo para trabalhar, para estudar, para fazer mais coisas, para comprar, para consumir. Dormir, na modernidade, é sinal de fragilidade. Quem dorme muito, é taxado de fraco, pouco produtivo, não quer trabalhar, deprimente (por favor, não é verdade!). O governo dos Estados Unidos tem estudado a atividade cerebral [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para que dormir? Todos acordados! Dá mais tempo para trabalhar, para estudar, para fazer mais coisas, para comprar, para consumir.</p>
<p>Dormir, na modernidade, é sinal de fragilidade. Quem dorme muito, é taxado de fraco, pouco produtivo, não quer trabalhar, deprimente (por favor, não é verdade!).</p>
<p>O governo dos Estados Unidos tem estudado a atividade cerebral de aves migratórias para entender como um longo estado de vigília não os afeta, isto é, como conseguem ficar dias acordados sem nenhum problema fisiológico. Quem sabe, a partir dos resultados, possam diminuir ou até cessar a atividade do sono em humanos sem prejuízos neurológicos e comportamentais. Quem sabe desenvolver uma pílula que tomaríamos todos os dias para não dormir. Seria o fim do sono? Como <em>Jonathan Crary</em> escreveu em <em>24/7: Capitalismo tardio e os fins dos sonos</em>. 24 horas, 7 dias por semana. O tempo todo acordado.</p>
<p>Nosso sono já está desaparecendo. O excesso de atividades, os pensamentos múltiplos, o medo, a preocupação, a ansiedade têm usurpado-nos muitas horas de sono, talvez todas. O uso excessivo das telas tem efeito comprovadamente danoso à qualidade do sono (dica: não use as telas a 1h30 do seu horário de dormir, muito menos as use durante a madrugada quando acordamos repentinamente). Nos adolescentes, ainda tem a contribuição natural para o desregramento do sono.</p>
<p>Em suma, uma vida agitada tem sido antídoto para o sono.</p>
<p>Multiplicam-se soluções químicas para noites maldormidas. De melatonina a opioides, passando por alguns antidepressivos. Dorme-se às custas de fármacos caros e com outros efeitos. É a artificialização e a capitalização do sono.</p>
<p>O sono é fundamental para descansar, mas também tem diversas outras importâncias. Durante o sono, genes são ativados e neurossubstâncias são liberadas; elas melhoram regiões poderosas como a da memória. Durante o sono, há uma significativa remoção de neurotoxinas adquiridas durante o dia, uma verdadeira faxina cerebral.</p>
<p>Sim! Dormir faz muito bem para a memória!</p>
<p>Sim! Dormir ajuda a higienizar o cérebro!</p>
<p>Mas o mundo gira alheio a essas necessidades. Há uma ditadura da vigília, uma ditadura do dormir-pouco. Se as coisas continuarem como estão, em breve, dormir será um ato de rebeldia.</p>
<p>Diante de tantas notícias sobre a importância do sono o que estamos fazemos para garanti-lo?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ciência brasileira desenvolve biossensores para testes rápidos de doenças como dengue, hanseníase, leishmaniose, paracoccidioidomicose</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/ciencia-brasileira-desenvolve-biossensores-para-testes-rapidos-de-doencas-como-dengue-hanseniase-leishmaniose-paracoccidioidomicose/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 10:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer iniciou o desenvolvimento de dois testes rápidos e portáteis para o diagnóstico de seis doenças tropicais negligenciadas (DTNs). O primeiro teste irá possibilitar a detecção simultânea das arboviroses Dengue, Chikungunya e Zika vírus; e o segundo visa a detecção simultânea da hanseníase multibacilar, leishmaniose tegumentar e paracoccidioidomicose (PCM). Para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.gov.br/cti/pt-br">Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer</a> iniciou o desenvolvimento de dois testes rápidos e portáteis para o diagnóstico de seis doenças tropicais negligenciadas (DTNs). O primeiro teste irá possibilitar a detecção simultânea das arboviroses Dengue, Chikungunya e Zika vírus; e o segundo visa a detecção simultânea da hanseníase multibacilar, leishmaniose tegumentar e paracoccidioidomicose (PCM).</p>
<p>Para isso, um grupo de pesquisadoras do CTI estão desenvolvendo um novo conceito de testes eletroquímicos multiplex e portáteis, baseados em nanoestruturas de ZnO (óxido de zinco). Tais nanoestruturas, em conjunto com o material biológico, são responsáveis por auxiliar na detecção das proteínas estruturais dos causadores da doença e, por isso, vão possibilitar o desenvolvimento de testes que ofereçam o diagnóstico simultâneo das doenças de forma precisa, sem reação cruzada, a partir do surgimento dos primeiros sintomas das doenças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Testes simultâneos</b></h2>
<p>Os dois testes que estão sendo desenvolvidos pelo CTI são compostos por uma base sensora eletroquímica preparada em uma placa de circuito impresso, que contêm três eletrodos de trabalho multiplexados totalmente integrados com um único eletrodo de referência e um contraeletrodo. Cada eletrodo, por meio de sua base sensora eletroquímica, será responsável por detectar o biomarcador (no caso, proteínas) de uma das doenças, permitindo assim que um único ensaio teste três enfermidades simultaneamente.</p>
<p>A detecção da doença é feita por meio de um ponteciostato que, acoplado a um celular ou computador, mede a corrente eletroquímica resultante da interação entre os biomarcadores e os sensores dos eletrodos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>O que são doenças tropicais negligenciadas?</b></h2>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN) são enfermidades infecciosas, que afetam principalmente as populações mais pobres e com acesso limitado aos serviços de saúde, de abastecimento de água potável e esgotamento sanitário.</p>
<p>No Brasil, a leishmaniose, tuberculose, doença de Chagas, malária, esquistossomose, hepatites, filariose linfática, dengue e <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-01/pandemia-de-covid-19-faz-notificacoes-de-hanseniase-cairem-57-em-2021" target="_blank" rel="noopener">hanseníase</a> estão entre as principais doenças negligenciadas. Elas ocorrem em quase todo o território do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Paracocidioiomicose (PCM)</b></h2>
<p>A paracoccidioidomicose (PCM), apesar de não ser considerada uma DTN, é a mais importante micose sistêmica existente na América Latina. A doença representa uma das dez principais causas de morte por doenças infecciosas e parasitárias, crônicas e recorrentes no país, segundo dados do Ministério da Saúde.</p>
<p>A PCM é causada por fungos termodimórficos que ficam dispersos no meio ambiente. A exposição a este fungo está relacionada com o manejo do solo contaminado em atividades agrícolas, terraplenagem, preparo de solo, práticas de jardinagem, transporte de produtos vegetais, entre outras.</p>
<p>A doença pode acometer pessoas de todas as faixas etárias, com evolução aguda-subaguda ou crônica, com manifestações clínicas desde benignas até graves com risco de morte.</p>
<p>Até o momento, não existe medida de controle disponível para a doença. Deve-se tratar os enfermos precoce e corretamente, visando impedir a evolução da doença e suas complicações.</p>
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		<title>Impressão 3D de pele e órgãos já é possível com tecnologia brasileira </title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/tecnologia-brasileira-de-impressao-3d-de-pele-orgaos-figado-intestino-mcti-cnpemo-3dbs/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 10:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[3DBS]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Carolina Figueira]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Luiza Millás]]></category>
		<category><![CDATA[barreira intestinal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) em parceria com a empresa 3DBS viabilizou a produção em laboratório de pele, fígado e barreira intestinal. CNPEM é uma Organização Social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e  responsável pela gestão dos Laboratórios Nacionais de Luz Síncrotron (LNLS), de Biociências [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/tecnologia-brasileira-de-impressao-3d-de-pele-orgaos-figado-intestino-mcti-cnpemo-3dbs/">Impressão 3D de pele e órgãos já é possível com tecnologia brasileira </a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (<a href="https://cnpem.br/" target="_blank" rel="noopener">CNPEM</a>) em parceria com a <a href="http://www.3dbiotechnologiessolutions.com/" target="_blank" rel="noopener">empresa 3DBS</a> viabilizou a produção em laboratório de pele, fígado e barreira intestinal. CNPEM é uma Organização Social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e  responsável pela gestão dos Laboratórios Nacionais de Luz Síncrotron (LNLS), de Biociências (LNBio), de Biorrenováveis (LNBR) e de Nanotecnologia (LNNano). A missão do CNPEM é integrar competências singulares em Laboratórios Nacionais para o desenvolvimento científico e tecnológico e apoio à inovação em energia, materiais e biociências.</p>
<p>As duas instituições trabalham juntas desde 2021 na troca de conhecimentos para desenvolvimento conjuntos de aplicações tridimensionais para cultivo <em>in vitro</em> de células. Nos laboratórios do CNPEM e 3DBS foram desenvolvidos modelos de biofabricação de <strong>esfer</strong><strong>ó</strong><strong>ides de f</strong><strong>í</strong><strong>gado, barreira intestinal e pele</strong> que, após licenciamento, passam a ser usados pela startup.</p>
<p>O CNPEM reúne equipes multitemáticas altamente especializadas, infraestruturas laboratoriais globalmente competitivas e abertas à comunidade científica, linhas estratégicas de investigação, projetos inovadores em parceria com o setor produtivo e formação de investigadores e estudantes.</p>
<p>Dessa parceria saem insumos que são utilizados em diversos trabalhos de pesquisa, como avaliação de toxicidade, eficácia e a segurança de produtos desenvolvidos pelo setor.  A maior disponibilidade de tecidos desse tipo no mercado e em laboratórios tem o potencial de contribuir para acelerar as pesquisas, tornando mais objetivas algumas etapas do trabalho. O aprimoramento de metodologias busca reduzir significativamente o uso de modelos animais nos testes.</p>
<h3>Respeito à vida animal</h3>
<p>Inspirados nas estruturas da natureza, o que se pretende é a reconstrução de tecidos e órgãos biomiméticos que atuem como tecidos nativos, funcionando como modelos alternativos de pele bioimpressa para substituir cobaias animais, provendo a necessidade de testes de avaliação de segurança e eficácia de produtos tópicos como cosméticos e medicamentos.</p>
<p>O grande desafio da indústria farmacêutica e cosmética é encontrar alternativas e soluções para os testes pré-clínicos de drogas e formulações antes de serem lançados ao mercado sem a utilização de vida animal nesse processo. A utilização de modelos animais é cada vez mais contraditória, uma vez que esses ensaios lidam com questões éticas, além de custo elevado e relevância para a avaliação de risco humano.</p>
<p>Somado a isso, há uma ideia crescente de que abordagens in vitro podem eliminar esses problemas sem prejuízos à segurança humana, devido aos padrões de repetibilidade que as bioimpressoras permitem alcançar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Bioimpressão de tecidos vivos</h3>
<p>A bioimpressão 3D é uma esperança para a medicina regenerativa porque é possível que na próxima década seja possível tecidos impressos a cirurgiões que atendam a demandas específicas da saúde, como por exemplo tecidos da pele, cartilaginosos, ósseos, a enxertos vasculares e órgãos mais complexos.</p>
<p>A flexibilidade da nossa tecnologia de bioimpressão possibilita utilizar uma ampla variedade de células e de materiais, permitindo construir tecidos a partir de células alogênicas, que não são do paciente ou de células autógenas, do próprio paciente, reduzindo assim, rejeições e a necessidade de drogas imunossupressoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Centro de Pesquisa em Energia e Materiais</h3>
<p>O CNPEM é um ambiente impulsionado pela pesquisa de soluções com impacto nas áreas de Saúde, Energia e Materiais Renováveis, Agroambiental, Tecnologias Quânticas. Por meio da plataforma <a href="https://pages.cnpem.br/cnpem360/">CNPEM 360</a> é possível explorar, de forma virtual e imersiva, ambientes de todos os laboratórios instalados em Campinas (SP) e também obter informações sobre trabalhos realizados e recursos disponibilizados para a comunidade científica e empresas. A partir de 2022, com o apoio do Ministério da Educação (MEC), o CNPEM expandiu suas atividades com a abertura da Ilum Escola de Ciência. O curso superior interdisciplinar em Ciência, Tecnologia e Inovação adota propostas inovadoras com o objetivo de oferecer formação de excelência, gratuita, em período integral e com imersão no ambiente de pesquisa do Centro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O laboratório de Cultura 3D e microfluídica do CNPEM, instalado no Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), é uma das três infraestruturas centrais da RENAMA (Rede Nacional de Métodos Alternativos ao uso de animais), que tem entre seus objetivos substituir os métodos existentes por outros que sejam igualmente ou mais eficientes e refinar os métodos já consagrados para que se reduza o impacto das pesquisas no uso de animais. Outra área na qual este laboratório está se inserindo é a da medicina regenerativa e engenharia de tecidos, através da utilização dos modelos e materiais bioimpressos que poderão ter propriedades terapêuticas.</p>
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		<title>O cérebro adolescente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 00:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Dominguinhos cantava assim (Xote das meninas)&#8230; De manhã cedo já tá pintada Só vive suspirando, sonhando acordada O pai leva ao doutor a filha adoentada Não come, nem estuda, não dorme, não quer nada Ela só quer Só pensa em namorar Ela só quer Só pensa em namorar Mas o doutor nem examina Chamando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Dominguinhos cantava assim (Xote das meninas)&#8230;</p>
<p><em>De manhã cedo já tá pintada</em><br />
<em>Só vive suspirando, sonhando acordada</em><br />
<em>O pai leva ao doutor a filha adoentada</em><br />
<em>Não come, nem estuda, não dorme, não quer nada</em></p>
<p><em>Ela só quer</em><br />
<em>Só pensa em namorar</em><br />
<em>Ela só quer</em><br />
<em>Só pensa em namorar</em></p>
<p><em>Mas o doutor nem examina</em><br />
<em>Chamando o pai do lado, lhe diz logo em surdina</em><br />
<em>Que o mal é da idade e que pra tal menina</em><br />
<em>Não tem um só remédio em toda medicina</em></p>
<p>O adolescente é uma categoria geracional historicamente desassistida, pensada sempre por meio da pergunta: &#8220;o que você vai ser quando crescer?&#8221; em vez de &#8220;o que você é hoje? E ainda tem fama de inconsequente, desobediente, desengonçado, tedioso, erotizado, enfurnado no quarto, mais suscetíveis às drogas (cigarro eletrônico, cigarro comum, álcool, maconha&#8230;). Muitas pessoas dão como certo que a causa é dos &#8220;hormônios aumentados&#8221; (&#8220;o <em>mal</em> é da idade&#8221;). Não é bem isso que acontece&#8230;</p>
<p>O certo é que o cérebro sofre mudanças consideradas radicais por volta dos 14, 15 anos. Três dessas transformações respondem muita coisa: o circuito de recompensa, o mapeamento corporal e o desenvolvimento do pré-frontal.</p>
<p>O sistema límbico está ligado ao sistema de recompensa do cérebro. Pois é. Acontece que esse sistema perde diversos receptores para neurotransmissores como a dopamina e a serotonina. Isso espatifa o conceito de prazer conhecido na infância. É aí que surge comentários dos pais (que bem conheço como coordenador pedagógico): &#8220;não reconheço mais meu filho&#8221;, &#8220;ela nunca tinha dado trabalho&#8221;, &#8220;ele era tão família e só quer saber do celular e dos amigos&#8221;. Tudo certo até aqui, ao menos existe uma explicação científica para esse comportamento. Os estímulos do passado não fazem tanto sentido porque não desencadeiam motivação (sensação da antecipação da recompensa). Eles precisam de novos estímulos! Fora de casa&#8230; ou em ambiente virtual. A fase é dos amigos! Adolescente, esse intrépido ser que procura incansavelmente por estímulos. Insaciável! Enquanto não há estímulos interessantes, ele pratica o tédio (que tem o seu valor!).</p>
<p>&#8220;Meu corpo mudou!!! Eu não sou mais eu!&#8221; Com a fase do crescimento em apogeu, o corpo se modifica sob a batuta hormonal do GH (&#8220;growth hormone&#8221; ou hormônio do crescimento). Um corpo mudando em tamanho e genitalizando resulta em uma confusão cerebral! Um novo mapeamento corporal deve ser realizado pelo cérebro. Até que se reajuste é feito o corpo muda novamente! Olhar no espelho ajuda nessa reconfiguração (eles gostam de espelho, né?).</p>
<p>O difícil percurso até a maturidade do córtex pré-frontal. Sim! O cérebro ao chegar à adolescência já está definido em tamanho e neurônios. No entanto, há todo um arranjo que deve ocorrer com mudança na proporção entre massa cinzenta e massa branca que vai dando contornos definitivos para um cérebro adulto. A última área a desenvolver (isso ocorre entre 18 e 19 anos &#8211; idade em que muitos países, como o Brasil, define como maioridade penal) é o córtex pré-frontal que fica bem na testa. Essa área é complexa e muito importante. Está ligada com planejamento, com previsibilidade de consequências e possíveis arrependimentos, tomada de decisão, autocrítica, autocensura.</p>
<p>Caramba! Peraí! Os adolescentes são desastrados, não conseguem avaliar riscos e ainda são propensos a assumir riscos?</p>
<p>Não exageremos&#8230; Essa fase maravilhosa do nosso desenvolvimento (aquela que eu mais gosto como educador!) representa uma passagem extremamente rica. Nessa fase, eles se interessam por diversos assuntos que absolutamente não fazem sentido para a maioria das crianças como aprendizagem que exigem pensamento abstrato (filosofia e política), apreciam músicas que enfrentam o sistema, moda própria, cabelos próprios, tatuagens, querem independência (ao menos no sentido cognitivo e moral), querem amar. Nesse sentido, as escolas devem procurar oferecer estímulos para esses caçadores, <em>fominhas</em> de dopamina! Debates, música, dança, teatro, pensamento crítico, esportes, feiras, ações sociais, viagens.</p>
<p>Vamos escolas! Façamos a nossa parte!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tecnologias assistivas: o que são, para que servem e como funcionam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 09:56:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias Implantáveis]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologias Assistivas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conforme o Guia para Prescrição, Concessão, Adaptação e Manutenção de Órteses, Próteses e Meios Auxiliares de Locomoção do Ministério da Saúde, a junção de reabilitação e cuidado é entendida como uma estratégia de saúde e uma resposta social à deficiência. Esse método tem nas tecnologias assistivas (TA) um ajudante importante para a valorização, integração, inclusão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme o <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/guia_manutencao_orteses_proteses_auxiliares_locomocao.pdf" target="_blank" rel="noopener">Guia para Prescrição, Concessão, Adaptação e Manutenção de Órteses, Próteses e Meios Auxiliares de Locomoção</a> do Ministério da Saúde, a junção de reabilitação e cuidado é entendida como uma estratégia de saúde e uma resposta social à deficiência.</p>
<p>Esse método tem nas tecnologias assistivas (TA) um ajudante importante para a valorização, integração, inclusão e promoção dos direitos das pessoas com deficiência. No universo das TA, as órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção (OPM) ocupam papel de destaque no âmbito da saúde.</p>
<p>Segundo o documento, a efetividade desses dispositivos perpassa por um processo responsável e qualificado que inclui avaliação, prescrição, confecção, dispensação, preparação, treino para o uso, acompanhamento, adequação e manutenção.</p>
<p>Vale lembrar que &#8220;tecnologia assistiva&#8221; é um termo utilizado para identificar todo o arsenal de serviços e recursos que colaboram para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas e, consequentemente, promover inclusão e independência.</p>
<p>A tecnologia assistiva nasce da aplicação de avanços tecnológicos em áreas já estabelecidas. Trata-se de uma disciplina de domínio de profissionais de diferentes áreas do conhecimento que interagem para restaurar a função humana.</p>
<p>Refere-se ainda à pesquisa, fabricação, uso de equipamentos, estratégias ou recursos utilizados para potencializar as habilidades funcionais do desempenho humano, desde as tarefas básicas de autocuidado até o desempenho de atividades profissionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Um pouco de história</strong></h2>
<p>Tem-se registro de que desde 3.500 a.C, há busca por dispositivos que pudessem auxiliar o ser humano diante de perdas funcionais ou de membros do corpo tem sido descrita desde épocas remotas. No entanto, somente a partir da Guerra Civil Americana e das primeira e segunda guerras mundiais foram observados avanços nos processos relacionados às técnicas cirúrgicas de amputações e na confecção de OPMs.</p>
<p>No século passado, depois da Primeira Guerra Mundial, foram criados fóruns e instituições, como a Associação Americana de Órteses e Próteses, para discutir e desenvolver padrões éticos, programas científicos e educacionais e alternativas para melhorar o relacionamento entre os protesistas e os profissionais da área da saúde.</p>
<p>Assim, segundo o estudo do Ministério, os avanços na restauração protética e ortética sempre são provenientes de múltiplas frentes. Desenvolvimento de novas técnicas cirúrgicas, melhoria no tratamento de pré e pós-operatório e avanços na tecnologia de materiais são exemplos. Fatores como design e técnicas utilizadas pela indústria de próteses e melhor entendimento das implicações psicossociais decorrentes de perdas funcionais também são relevantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A neurociência precisa ir à escola!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2023 22:24:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Suzana Herculano-Houzel é brilhante neurocientista brasileira. Vejamos questões muito interessantes sobre como ela se refere ao nosso cérebro e à neurociência. Em adição, seguem meus singelos comentários. A neurociência é considerada uma área do conhecimento relativamente recente: tem cerca de 150 anos, mas ganhou intensidade com a revolução das imagens cerebrais (o que aconteceu há [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Suzana Herculano-Houzel é brilhante neurocientista brasileira. Vejamos questões muito interessantes sobre como ela se refere ao nosso cérebro e à neurociência. Em adição, seguem meus singelos comentários.</p>
<p>A neurociência é considerada uma área do conhecimento relativamente recente: tem cerca de 150 anos, mas ganhou intensidade com a revolução das imagens cerebrais (o que aconteceu há cerca de 50 anos). Não é necessário ler o manual do cérebro para vivermos, é claro. Simplesmente o usamos. Mas, conhecendo o <em>modus operandi</em> dele, Suzana nos adverte: podemos ter uma vida muito mais interessante! E mais produtiva!</p>
<p>O cérebro é um órgão com pouco mais de 1kg. Isso representa cerca de 2% da nossa massa total. No entanto, ele necessita de 750 ml de sangue por minuto (uma garrafa de vinho!) e 20% de toda nossa alimentação (cerca de 500 kcal em 2.200 Kcal recomendadas diariamente). Trata-se de um órgão de alta atividade, mesmo quando estamos dormindo!</p>
<p>Sobre o cérebro, há vários mitos, chamarei-os aqui de <em>neuromitos</em>! O primeiro deles é o de que temos um hemisfério direito emotivo e um hemisfério esquerdo racional. Esquece. Emoção e razão não são excludentes, muito pelo contrário: não há como funcionarem de forma isoladas! Portanto, não há decisões lógicas, isso é <em>biofantasia</em>! Sempre atribuímos valores às nossas questões, dilemas, decisões por mais que acreditemos que estamos sendo puramente &#8220;racionais&#8221;. Não é uma conjectura, é ciência!</p>
<p>O segundo deles é sobre diferenças entre o cérebro masculino e o feminino. Há poucas diferenças efetivas entre eles. A principal delas é o interesse sexual. Em 90% das pessoas, o cérebro masculino tem interesse sexual por mulheres e vice-versa. Não há diferenças consistentes pré-determinadas entre os cérebros de homens e mulheres, exceto que o das mulheres pesa menos. Mas isso parece não fazer diferença. Sabia que o cérebro do Einstein tinha dimensões e pesos femininos? Einstein, queridos leitores, vocês reconhecem que ele é um símbolo da inteligência, certo? Pois é&#8230; Possíveis diferenças são muito mais contingenciais, cultural e historicamente determinadas. Portanto, meninas, nunca deixem que alguém questione seu potencial de ser matemática, engenheira, pilota, cientista, gestora. Não há nada no cérebro que justifique o contrário!</p>
<p>Por fim, um cuidado adicional (e maravilhoso!) é o com nossas crianças e nossos adolescentes. É que nessas idades, há duas grandes transformações cerebrais, uma em cada etapa (parece que Freud estava &#8220;adivinhando&#8221; esta dinâmica quando introduziu, a partir de suas observações, os dois complexos de Édipo, exatamente nos mesmos momentos). Por isso, educação e formação de educadores são tão irresistivelmente importantes! São inegociavelmente importantes! E para que tudo funcione da melhor forma possível, é necessário um aprendizado significativo dos estudantes, sustentado na motivação deles. Precisamos entender o quanto sumariamente importa isso na constituição de um sujeito e de um país.</p>
<p>A neurociência precisa ir à escola!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entenda que está sendo produzido de ciência no Brasil pelo relatório do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 10:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa científica]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Dados Abertos]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Archer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer publicou o Plano de Dados Abertos 2022-2024, detalhando o planejamento das ações a serem executadas pelo CTI para tornar acessíveis à população em geral dados e informações em formato aberto. O documento apresenta o Plano de Dados Abertos (PDA) do CTI referente ao período de outubro de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="documentDescription">Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer publicou o Plano de Dados Abertos 2022-2024, detalhando o planejamento das ações a serem executadas pelo CTI para tornar acessíveis à população em geral dados e informações em formato aberto.</div>
<p>O documento apresenta o Plano de Dados Abertos (PDA) do CTI referente ao período de outubro de 2022 a setembro de 2024, elaborado segundo a Política de Dados Abertos do Poder Executivo Federal (Decreto nº 8.777/2016). O documento foi elaborado com base nas orientações e nos modelos contidos no Manual de Elaboração de Planos de Dados Abertos, publicado pela Controladoria-Geral da União em julho de 2020.</p>
<p>Neste trabalho, colaboraram todas as unidades organizacionais integrantes da estrutura do CTI e utilizou-se um mecanismo de consulta pública via internet para assegurar ampla participação social nesse processo. Para a aferição desse interesse e a priorização das bases de dados a serem  disponibilizadas, foram considerados os seguintes fatores:</p>
<ul>
<li>grau de relevância para o cidadão;</li>
<li>estímulo ao controle social (!!!);</li>
<li>servir como referência a projetos estratégicos do governo;</li>
<li>demonstrar resultados diretos e efetivos dos serviços públicos disponibilizados ao cidadão pelo Estado;</li>
<li>capacidade de fomento ao desenvolvimento sustentável;</li>
<li>possibilidade de fomento a negócios e empreendedorismo;</li>
<li>dados mais solicitados em transparência passiva desde o início da vigência da Lei de Acesso à Informação.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Baixe o PDA do CTI <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/PLANO-DE-DADOS-ABERTOS-Outubro-2022-Setembro-2024-Centro-de-Tecnologia-da-Informacao-Renato-Archer-CTI.pdf" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Perdedor? Quem não é?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/perdedor-quem-nao-e/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Dec 2022 15:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assistindo um filme búlgaro, uma cena com três amigos, jovens adultos, um deles dispara em um papo existencial: &#8220;uma vez li uma definição para perdedor: alguém nascido na Bulgária&#8221;. Trata-se de &#8220;Perdedores&#8221;, representante da Bulgária no Oscar de 2016. Permitam-me uma reflexão para a frase do jovem. Eu diria: &#8220;Не, приятелю. Това не е добро [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assistindo um filme búlgaro, uma cena com três amigos, jovens adultos, um deles dispara em um papo existencial: &#8220;uma vez li uma definição para perdedor: alguém nascido na Bulgária&#8221;. Trata-se de &#8220;Perdedores&#8221;, representante da Bulgária no Oscar de 2016. Permitam-me uma reflexão para a frase do jovem. Eu diria: <span class="Y2IQFc" lang="bg">&#8220;Не, приятелю. Това не е добро определение!&#8221; </span>(Não, meu amigo. Não se trata de uma boa definição!)</p>
<p>Perder faz necessária parte de um processo que exige uma vitória, no caso, do outro. Assim, é por exemplo, no esporte. Práticas competitivas são frequentes na espécie humana, a maior parte delas, totalmente inventadas. Inventadas mas de consequências muito reais. Por mais que muitos não concordem, há uma biologia por trás da competitividade &#8211; antes, durante e&#8230; depois.</p>
<p>Perder faz tanto parte da vida que prefiro sugerir uma mudança de nome: em vez de &#8220;perdedor&#8221; substituir por &#8220;em situação de perda&#8221;.  Não é só um jogo de palavras. &#8220;Perdedor&#8221; é como uma sentença, &#8220;em situação de perda&#8221; revela transitoriedade. Essa abordagem pode ser muito mais poderosa do que imaginam, porque gera uma nova organização do pensamento e isso é muito importante. Sentimentos e pensamentos negativos são armadilhas perigosas para o momento e para o futuro. Hormônios são feitos em função disso, agem de maneira aumentada em certas áreas do corpo, particularmente no sistema nervoso. Um cérebro em permanente desânimo se reorganiza funcionalmente e pode ocasionar problemas futuros mais duradouros, de difícil tratamento.</p>
<p>Em sala de aula, por exemplo, a ação de um professor ou professora sobre um estudante afirmando que ele é um &#8220;perdedor&#8221;, de que não adianta &#8220;ensiná-lo&#8221; é muito mais que desastroso, ainda mais para um cérebro em construção &#8211; no caso de crianças e adolescentes. No esporte, a mídia descompromissada  e seus maus jornalistas fazem ataques insanos aos &#8220;perdedores&#8221;. É inaceitável!</p>
<p>A situação de perda ocorre com todos: búlgaros, portugueses, holandeses, japoneses, senegaleses, brasileiros, professores, comentaristas. Precisamos encará-la como uma <em>situação</em> e não como um <em>definição</em>. E seguir, em frente!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cuidado com a Copa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 23:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pelo mundo afora estão em êxtase com o início de mais uma Copa do Mundo de Futebol masculino. Há muito otimismo por aqui, muito investimento de redes de TV, muita badalação nas redes sociais, muita paixão no ar.  Mas muito cuidado com a Copa! É a neurociência que adverte! Em um mundo em êxtase [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos pelo mundo afora estão em êxtase com o início de mais uma Copa do Mundo de Futebol masculino. Há muito otimismo por aqui, muito investimento de redes de TV, muita badalação nas redes sociais, muita paixão no ar.  Mas muito cuidado com a Copa! É a neurociência que adverte!</p>
<p>Em um mundo em êxtase e igualmente em estresse (cheio de cortisol!), em indivíduos predispostos à agressividade, o estresse aumenta as chances de que ela compareça. O pior é que a agressividade gerada por um determinado gatilho social (estressor ou frustrante) pode ser &#8220;deslocada&#8221; e resultar em agressões a pessoas que nada diretamente tem ligação com a origem do seu problema. E a Copa com isso?</p>
<p>Há estudos em profusão sobre violência doméstica e estresse. Alguns deles, mostrando a relação entre violência doméstica e futebol. Estudos demonstraram que se um time de futebol sofre um derrota inesperada, a violência doméstica praticada por homens aumenta 10% logo após a partida. Essa taxa não aumenta se a derrota for &#8220;esperada&#8221;. Se a derrota inesperada for em uma fase eliminatória, o aumento é de 13% (oitavas, quartas, semifinal&#8230;). Se a derrota for para o principal rival, o aumento da violência é de 20%&#8230;</p>
<p>Pior ainda com há excesso de álcool envolvido&#8230;</p>
<p>Em um mundo ainda muito violento, não podemos deixar que certas paixões nos conduzam para, em vez de diversão, mais violência. É legal preparar a casa, é gostoso receber os amigos, é gostoso torcer, é gostoso comemorar o gol, mas é só futebol. Não pode haver lugar para a agressão.</p>
<p>Sejamos otimistas, mas com muito cuidado.</p>
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		<title>Mulheres unem ciência e tecnologia para promover o desenvolvimento econômico na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 11:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[agricultora]]></category>
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		<category><![CDATA[Foto de Nandhu Kumar: https://www.pexels.com/pt-br/foto/floresta-verde-339614/]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Amazônia abriga um terço das florestas tropicais do planeta, o que garante não só uma exuberância em biodiversidade, mas também um alto potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável. Estudo realizado pelo projeto Amazônia 2030 identificou a capacidade de a região faturar até US$ 2,3 bilhões por ano com a exportação de “produtos compatíveis [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazônia abriga um terço das florestas tropicais do planeta, o que garante não só uma exuberância em biodiversidade, mas também um alto potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável. Estudo realizado pelo projeto Amazônia 2030 identificou a capacidade de a região faturar até US$ 2,3 bilhões por ano com a exportação de “produtos compatíveis com a floresta”.</p>
<p>Diferentes iniciativas têm sido realizadas com o foco nesse tipo de produção, associando tecnologia e ciência. O e-book <a href="https://conteudo.wylinka.org.br/ebook-potencia-amazonica" target="_blank" rel="noopener">“Potência Amazônica: a pluralidade da inovação na Amazônia”</a>, organizado pela Wylinka em parceria com a InvestAmazônia, reúne entrevistas de mulheres que estão à frente desses projetos.</p>
<p>A Darvore Cosméticos é um desses negócios, <em>deep tech (</em>empresa baseada em conhecimento científico avançado) trabalha com produtos naturais da região e nanotecnologia. A professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e uma das fundadoras, Andrea Waichman, conta que o projeto nasceu de uma pesquisa científica e tem como foco promover a bioeconomia.</p>
<p>De acordo com Waichman, o conhecimento científico e a tecnologia são aliados para a criação de produtos sustentáveis com maior valor agregado. “Trabalhamos nessa perspectiva de desenvolver produtos diferenciados e buscar novos mercados”, explica.</p>
<p>Para ela, os principais desafios incluem a visão estereotipada que outras regiões do país têm sobre a Amazônia e o baixo investimento. A pesquisadora destaca que, apesar de a região corresponder a 59% do território brasileiro, recebe apenas 10% dos recursos direcionados à produção científica do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Transformando o conhecimento científico em inovação</h2>
<p>A necessidade de levar o conhecimento científico para além das bibliotecas e universidades foi observada pelo professor do curso de Farmácia da UFAM, Schubert Pinto, há mais de 20 anos. Foi do interesse em transformar a ciência em inovações para a sociedade que ele criou a Pharmakos D’Amazônia, em 2001.</p>
<p>Desde então, a empresa desenvolveu mais de 200 produtos cosméticos a partir de extratos e essências da região. O trabalho tem como principal pilar a inovação, o que rendeu sete prêmios Finep. “Todos os nossos produtos são de base tecnológica”, informa a pesquisadora Samara Rodrigues. Filha de Schubert, ela seguiu os passos do pai e, atualmente, é uma das responsáveis pela Pharmakos.</p>
<p>Segundo ela, o uso da tecnologia é um diferencial para a bioeconomia, que tem como objetivo o desenvolvimento econômico sustentável. “Por meio dela conseguimos utilizar a natureza de forma consciente, sem desmatar a Amazônia.”</p>
<p>Um dos exemplos práticos da bioeconomia foi o trabalho realizado em parceria com o projeto Seed Restauro. A proposta foi desenvolver um produto com base no guaraná orgânico proveniente de uma iniciativa de reflorestamento junto à tribo Andirá Marau.</p>
<p>Ela lembra que foi procurada pelo pesquisador e idealizador do projeto, que relatou as dificuldades de colocar o produto no mercado, apesar da qualidade do mesmo. Na avaliação de Rodrigues, a burocracia é um dos gargalos para o melhor aproveitamento dos potenciais da Amazônia. “Temos trabalhos belíssimos muito bem pesquisados, mas que morrem, pois não fazem essa ponte com empresas para serem validados.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Atributos, desafios e outras histórias</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>O e-book “Potência Amazônica: a pluralidade da inovação na Amazônia” apresenta um panorama sobre a região da Amazônia a partir de relatos de lideranças femininas de projetos inovadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A gestora de marketing da Wylinka, Maristela Raposo Meireles, explica que a escolha das entrevistas como metodologia se deu pela confiança neste processo. “A escuta é o primeiro passo para projetos que geram bons resultados. É essencial adequar nossas atividades às particularidades de cada uma das regiões onde atuamos.&#8221;</p>
<p>Destacando que a Amazônia é um “celeiro de oportunidades”, Meireles pontua a necessidade de transformar o ativo intelectual em soluções tangíveis. “A Amazônia e as suas comunidades são recursos importantes para a inovação e o desenvolvimento do Brasil, com grande potencial para geração de riquezas, desde que esse processo considere a sustentabilidade e seja protagonizado por essas mesmas comunidades.”</p>
<p>De acordo com a CEO da InvestAmazônia, Mayra Castro, a finalidade do e-book é dar visibilidade para os aspectos da região, a partir de uma perspectiva local. “É uma iniciativa que visa mostrar para o mundo a Amazônia de dentro para fora, demonstrando que já existem soluções a partir dessa ótica local.”</p>
<p>Além de Andrea Waichman, Samara Rodrigues e Mayra Castro, há outras três entrevistadas: a líder indígena, agricultora, ativista, pesquisadora e empreendedora Raquel Tupinambá; a analista do Núcleo de Desenvolvimento Institucional da Embrapa Amazônia, Sheila Melo; e a diretora de Projetos Institucionais e Sociais da  Amazon, Vilmara Moraes.</p>
<p>A partir dos relatos foram compilados os atributos da região que já estão sendo aproveitados para fomentar a bioeconomia e, também, os principais desafios e alternativas para combatê-los.</p>
<p>Centros de pesquisa, saberes tradicionais, fauna, flora, tecnologia, <em>deep techs </em>e exportação são alguns dos atributos listados no e-book. Entre os desafios estão a visão estereotipada sobre a região; a necessidade de mais investimentos para a educação e a capacitação; a burocracia para o desenvolvimento de projetos; a complexidade logística; a conectividade; e a consolidação de um modelo econômico próprio com valor agregado.</p>
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		<title>SENAI e parceiros almejam geração de R$ 73 bilhões com investimentos em indústrias 4.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 11:41:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A FITec &#8211; Fundação para Inovações Tecnológicas &#8211; em parceria com o Instituto SENAI de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TICs) e com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), com o apoio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), desenvolverá um projeto de Manutenção 4.0 para indústrias. Na primeira etapa, 60 indústrias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A FITec &#8211; Fundação para Inovações Tecnológicas &#8211; em parceria com o Instituto SENAI de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TICs) e com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), com o apoio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), desenvolverá um projeto de Manutenção 4.0 para indústrias. Na primeira etapa, 60 indústrias de micro, pequeno e médio porte serão beneficiadas com a solução que visa evitar paradas inesperadas nas linhas de produção. A adoção de conceitos da Indústria 4.0 na matriz produtiva brasileira poderia gerar uma economia de R$ 73 bilhões ao ano.</p>
<p>A solução visa evitar paradas inesperadas nas linhas de produção e aprimorar o processo de manutenção de máquinas e equipamentos dentro das indústrias. Para isso, serão utilizadas tecnologias como <strong>computação em nuvem</strong>, <strong>inteligência artificial</strong> e <strong>internet das coisas (IoT)</strong> para monitorar a saúde de máquinas e equipamentos rotativos. O objetivo é identificar possíveis anomalias de funcionamento em tempo real e acionar as equipes de manutenção, evitando prejuízos por paradas não programadas e reduzindo os custos empregados em manutenções corretivas e preventivas. Na primeira fase do projeto 60 empresas serão envolvidas com um investimento de R$ 450 mil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Participantes</h3>
<p>Com foco na transformação digital de indústrias brasileiras, a FITec &#8211; Fundação para Inovações Tecnológicas &#8211; passa a integrar a Rede Pernambucana de Inovação Tecnológica, capitaneada pelo Instituto SENAI de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TICs), com a participação da <a href="https://www.ufrpe.br/">Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)</a>.  A rede foi aprovada no 2º edital do Programa Digital.BR da <a href="https://www.abdi.com.br/" class="broken_link">Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)</a> para desenvolver um projeto piloto de manutenção 4.0 com indústrias de micro, pequeno e médio porte. O projeto poderá ser selecionado pela ABDI para participar da fase de escala, quando será ampliado para 120 empresas.</p>
<p>À <a href="https://www.secti.pe.gov.br/portfolio/projetos-e-iniciativas/repepe/" class="broken_link">FITec</a>, com a sua ampla experiência em desenvolvimento de hardware e software, caberá o desenvolvimento dos sensores IoT, responsáveis pelo monitoramento em tempo real do ruído, temperatura e vibração das máquinas e equipamentos rotativos, que servirão como base para identificação de possíveis anomalias e acionamento imediato das equipes de manutenção.  Ao fim desta primeira etapa, o projeto poderá ser selecionado pela ABDI para participar da fase de escala, quando será ampliado para 120 indústrias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Economia de custos</strong></p>
<p>Em 2017, a ABDI já estimava que a adoção de conceitos da Indústria 4.0 na matriz produtiva brasileira poderia gerar uma economia de R$ 73 bilhões ao ano, com a introdução de Inteligência Artificial, Robótica, Ciência de Dados e Internet das Coisas e a adoção de sensores que permitem a rastreabilidade e o monitoramento remoto de todos os processos e prometem ajudar na manutenção de equipamentos. A redução dos custos com reparos poderia chegar a R$ 35 bilhões ao ano e os ganhos de eficiência produtiva corresponderiam a uma economia de R$ 31 bilhões. Os R$ 7 bilhões restantes seriam resultantes da diminuição no gasto com energia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a FITec – Fundação para Inovações Tecnológicas</strong></p>
<p>Criada na década de 90 (1997), a FITec é um Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) credenciado pelos diversos órgãos brasileiros, habilitado a celebrar convênios com empresas beneficiárias das Leis de Incentivo à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológicos. A FITec já desenvolveu mais de 600 projetos de P&amp;D, incluindo a concepção de mais de 200 equipamentos eletrônicos, e suas soluções foram instaladas em mais de 25 países, com casos de sucesso de desenvolvimento de projetos nos setores de Indústria 4.0, Logística, Telecom, Energia, Agroindústria, Mineração, Educação, Saúde.</p>
<p>Nos últimos anos, tem desenvolvido diversos projetos envolvendo computação em nuvem, internet das coisas (IoT) e Inteligência artificial, em parceira com importantes institutos e empresas, com o objetivo de impulsionar a Indústria 4.0 no Brasil. Seu quadro conta com cerca de 400 colaboradores, sendo composto por doutores, pós-doutores, mestres, pós-graduados, graduados e técnicos, com vasta experiência de mercado e grande qualificação nas áreas de Transformação Digital, Inteligência Artificial, Ciência de Dados, IoT, Gestão, Design Industrial e Engenharia de Produção, distribuídos entre Recife, Campinas, São José dos Campos e Belo Horizonte.</p>
<div></div>
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		<title>O farol das Orcas e da educação inclusiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 23:49:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno do espectro autista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi de uma psicóloga que divide comigo o acompanhamento de um aluno, que veio a indicação do filme O FAROL DAS ORCAS. É um filme incrível, com uma história incrível, que fala de uma temática incrível (educação inclusiva), de uma conexão possível para situações vistas como impossíveis. . O enredo é baseado em história real, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Foi de uma psicóloga que divide comigo o acompanhamento de um aluno, que veio a indicação do filme <a href="https://www.netflix.com/br/title/80105690" target="_blank" rel="noopener">O FAROL DAS ORCAS</a>. É um filme incrível, com uma história incrível, que fala de uma temática incrível (educação inclusiva), de uma conexão possível para situações vistas como impossíveis.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div>O enredo é baseado em história real, sobre uma criança com TEA (<a href="https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Transtorno-do-Espectro-Autismo-TEA" target="_blank" rel="noopener">transtorno do espectro autista</a>). Sem fala, com atitudes repetidas, distante do mundo, marcado fisicamente pela automutilação. Esse era o menino Tristán. Até que um dia, um documentário na TV o desperta. É sobre um biólogo e seu relacionamento com a orcas livres no oceano.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div>O garoto se sente inserido, aproxima-se da TV e acaricia a tela provocando uma emoção tocante em quem assiste. Além disso, faz um movimento com os dedos, com a mão espalmada, para indicar sua felicidade. A mãe, testemunha dessa aproximação quase inenarrável e autêntica do mundo real, não mede esforços. Então, mãe e filho percorrem milhares de quilômetros de Madrid até a Argentina patagônica, para um cenário paradisíaco entre dois faróis, onde lobos-marinhos e orcas vivem alheios à pouca presença humana.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div>Os ganhos psicossociais e cognitivos de Tristán são de uma veracidade tocante e permitem-nos imaginar que, ainda que estejamos distantes das orcas e das praias, consigamos uma possibilidade pedagógica para atingir uma verdadeira inclusão. O que se vê no filme é uma lógica possível, não só para a inclusão de alunos especiais, mas para todos os alunos.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div></div>
<h3>Educação inclusiva auxiliada pela indústria do entretenimento</h3>
<ul>
<li><strong>Primeiro</strong>: a TV funcionou como exposição livre de conteúdo.</li>
<li><strong>Segundo</strong>: a criança, entre tantos programas que a TV passou, escolheu livremente o que a tocava, o que lhe era verdadeiro.</li>
<li><strong>Terceiro</strong>: em face ao consentimento autêntico do sujeito [a criança] o caminho pedagógico foi criado e aumentado pelos mediadores educativos [o biólogo, a mãe, as pessoas do entorno]. E os avanços [sem querer dar spoiler!] são emocionantes e contundentes.</li>
</ul>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div>Não há preço, especialmente vindo de uma criança – vê-la tornar-se ela mesma, sem interditos de regras estapafúrdias, sem currículos inventados, sem provas desconexas e exames adestradores.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div>É esse um outro lugar pedagógico.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
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		<title>O QI de Jeremias: uma lição sobre superdotação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 00:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[#netflixbrasil]]></category>
		<category><![CDATA[altas habilidades]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao ver &#8220;O Jeremias&#8221;, filme mexicano de 2018, não se pode deixar de se encantar pela proposta. O tema é trazer à luz a questão da superdotação (altas habilidades) de uma forma leve mas engajada. Muitos deverão criticar cinematograficamente o que verão, mas não me importo. Outros poderão criticar pedagogica e psicologicamente a visão do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Ao ver &#8220;O Jeremias&#8221;, filme mexicano de 2018, não se pode deixar de se encantar pela proposta. O tema é trazer à luz a questão da superdotação (altas habilidades) de uma forma leve mas engajada. Muitos deverão criticar cinematograficamente o que verão, mas não me importo. Outros poderão criticar pedagogica e psicologicamente a visão do diretor Anwar Safa, mas não me importo. Pretendo ouvir as possibilidades das mensagens dadas pela história contada, a essas pessoas que apresentam a sua especialidade e tanto sofrem com isso.</p>
<p style="text-align: left">Jeremias tem um QI de 160, comparável ao de Einsten. Seus pais têm QI normal ou até um pouco abaixo do normal mas geraram essa criança de 8 anos especialíssima! Jeremias procura descobrir o que vai ser quando crescer, o que fazer com sua genialidade. Ao cogitar possibilidades, passa a colar fotos na parede de seu quarto. Fotos de altas habilidades celebrizados como Jim Morison, Bob Fischer, Marie Curie&#8230; flerta até com a maçã envenenada de Alan Turing: depressão, de um gênio incompreendido!</p>
<p>A incompreensão da escola está lá. Uma educação que não reconhece as habilidades diferenciadas do aluno e até zomba delas. Jeremias precisa dizer à professora que ter altas habilidades não é saber de tudo &#8211; ele é um gênio, e não um adivinho. A escola tem sua importância, avisa Jeremias!</p>
<p>Mas segue a dúvida existencial do pequeno Jeremias: o que fazer? Xadrez? Música? Hacker? Medicina?</p>
<p>O pesquisador na área dos superdotados está representado mas parece preocupado com lucros e prestígio do que com conhecimento. A neurociência procura insistentemente uma resposta objetiva para a identificação dessas pessoas, mas deve ser mais uma daquelas partes que Edgar Morin chama de o &#8220;resíduo inexplicável&#8221; pela ciência.</p>
<p>Diante de tantos contratempos, Jeremias percebe que a pergunta a ser feita não é &#8220;o que eu vou ser&#8221; e sim &#8220;quem eu sou agora&#8221;.</p>
<p>E sob ares de normalidade, percebe que sua excepcionalidade não o impede de ser como os outros, de jogar bola com crianças de qualquer QI, de viver aquilo que se é, aceitando a diversidade e a neurodiversidade. Superdotação não é algo que desumaniza, não é algo que isola, não é algo de exclui. Pelo contrário. É por essa humanização que o filme de Jeremias é importante. Apenas Jeremias!</p>
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		<title>Startup ucraniana Preply recebe 50 milhões para continuar facilitando o ensino de idiomas on-line</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/startup-ucraniana-preply-recebe-50-milhoes-para-continuar-facilitando-o-ensino-de-idiomas-on-line/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 10:47:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business & E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado de máquina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Preply é uma plataforma de ensino que foi criada na Ucrânia e que conecta online alunos a tutores nativos para o processo de ensino-aprendizagem de mais de 50 idiomas. 50 milhões de dólares foram investidos em uma rodada de investimentos da Série C por empresas como Diligent Capital, Hoxton Ventures, Educapital, Swisscom Ventures,  Orbit [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="v1MsoNormal">A <a href="https://preply.com/pt/" target="_blank" rel="noopener">Preply</a> é uma plataforma de ensino que foi criada na Ucrânia e que conecta online alunos a tutores nativos para o processo de ensino-aprendizagem de mais de 50 idiomas. 50 milhões de dólares foram investidos em uma rodada de investimentos da Série C por empresas como Diligent Capital, Hoxton Ventures, Educapital, Swisscom Ventures,  Orbit Capital, Evli Growth Partners, Przemyslaw Gacek e Owl Ventures.</p>
<p>Pra <a href="https://help.preply.com/pt-BR/articles/4179487-como-agendar-uma-aula">agendar uma aula no Preply</a> é muito fácil, por isso também que a startup tem se fortalecido diante dos competidores do setor. Uma base tecnológica consistente e a qualidade dos professores da plataforma fazem jus aos 100 milhões de dólares que recebeu como financiamento em &#8220;venture capital&#8221; (capital de risco).</p>
<p>Criada em 2012, a Preply tem como fundadores os ucranianos Kirill Bigai, Dmytro Voloshyn e Serge Lukyanov, que , apesar da guerra, conseguiram continuar construindo um negócio verdadeiramente global, expandindo a equipe para mais de 400 funcionários de 58 nacionalidades diferentes em 30 países no mesmo período.</p>
<p>Já em em 2020, durante a pandemia, que a Preply passou a se tornar uma potência global de e-learning em um mercado online de aprendizado de idiomas que conecta mais de 32.000 tutores que ensinam mais de 50 idiomas a centenas de milhares de alunos em 180 países de todo o mundo.</p>
<p>Como as conexões são sugeridas por meio de um algoritmo de aprendizado de máquina (machine learning), fica mais fácil para os professores recomendados criarem planos de aula personalizados e se adequarem aos orçamentos, cronograma e conhecimento dos estudantes.</p>
<p class="v1MsoNormal">Em seu negócio de aprendizado de idiomas Business to Business (B2B), a Preply tem como clientes empresas do calibre de Bytedance (TikTok), Mercedes e McKinsey. Algumas dessas marcas começaram inclusive a trabalhar com a plataforma em apenas um dos escritórios e agora oferecem a ferramenta para os seus funcionários em diferentes partes do mundo.</p>
<p class="v1MsoNormal">Do lado do consumidor, o número de pessoas que usam o aplicativo Preply cresceu quatro vezes nos últimos dois anos e, em muitas regiões, os usuários gerais quase dobraram ano a ano. A quantidade de alunos que estão aprendendo na plataforma excede a quantidade de estudantes matriculados nas universidades da Ivy League, nos Estados Unidos. A plataforma planeja ainda conquistar cada vez mais o mercado de aprendizado de idiomas online, que deve atingir US$ 47 bilhões até 2025, segundo a HolonIQ.</p>
<p class="v1MsoNormal">Já no mercado brasileiro, conforme dados coletados pela Preply dentro de sua própria plataforma, 66% dos alunos estão estudando inglês. A língua portuguesa está entre as mais estudadas no país, sendo que a maioria das pessoas aprende o idioma em função de serem estudantes estrangeiros e viverem no local ou de serem relocadores/expatriados. Além disso, o português está entre as 11 línguas mais populares e estudadas da Preply, com um crescimento de 60% ano a ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quem são os investidores</h3>
<p class="v1MsoNormal">A Owl Ventures, empresa com sede no Vale do Silício, é a maior investidora em tecnologia educacional do mundo com mais de US$ 1,2 bilhão em ativos sob sua gestão.  Para Ross Darwin, diretor da Owl Ventures, as expectativas são bastante positivas em fazer essa parceria com a Preply, que está em sua próxima fase de crescimento. &#8220;Estamos empolgados com o impulso contínuo dos negócios de consumo e com a sua nova oferta de aprendizado de idiomas para as companhias, que dependem cada vez mais de forças de trabalho internacionais&#8221;.</p>
<p class="v1MsoNormal">Segundo Kirill Bigai, co-fundador e CEO da Preply, a empresa se tornou a marca líder mundial em aulas de idiomas ao vivo e a plataforma preferida de muitos tutores que ensinam online. &#8220;Com esse investimento adicional, planejamos continuar aumentando a nossa presença nos Estados Unidos, na Europa, e em alguns países da América Latina, como o Brasil, dobrando o número de matches entre alunos e tutores e cumprindo a nossa promessa de conectar a maior comunidade de aprendizado de línguas estrangeiras ao vivo do mundo.&#8221;</p>
<p class="v1MsoNormal"><b>Apoiando a Ucrânia</b></p>
<p class="v1MsoNormal">Embora os principais escritórios da Preply estejam nos Estados Unidos e na Europa, os fundadores são de Kiev, capital da país ucraniano. Nos últimos meses, a força de trabalho global da empresa lançou uma série de iniciativas para apoiar o país na guerra contra a Rússia, como a campanha &#8220;Mensagens para a Ucrânia&#8221;, que já ajudou a traduzir mais de 8.000 mensagens de apoio aos moradores do local. A plataforma também auxiliou os seus funcionários a evacuarem a capital do país e está oferecendo um programa gratuito de assistência linguística para ucranianos que cruzam fronteiras e precisam aprender um novo idioma.</p>
<p class="v1MsoNormal">
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		<title>Bolsas de estudo estudo para mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+ oferecidas pela Awari e NTT DATA</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/bolsas-de-estudo-estudo-para-mulheres-pessoas-negras-e-lgbtqia-oferecidas-pela-awari-e-ntt-data/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2022 11:09:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um ano, a Awari, plataforma de ensino e desenvolvimento de carreira, e a NTT DATA Corporation, consultoria de serviços de tecnologia da informação com sede em Tóquio, no Japão, são parceiras na formação e contratação de profissionais em tecnologia e design. Em 2021, a multinacional japonesa contratou profissionais formados no curso de UX/UI Design da Awari. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há um ano, a <a href="https://awari.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Awari</a>, plataforma de ensino e desenvolvimento de carreira, e a NTT DATA Corporation, consultoria de serviços de tecnologia da informação com sede em Tóquio, no Japão, são parceiras na formação e contratação de profissionais em tecnologia e design. Em 2021, a multinacional japonesa contratou profissionais formados no curso de UX/UI Design da Awari.</p>
<p>UI ou User interface design significa &#8220;design de interface de usuário&#8221;. Diferencia-se de UX porque o UX ou <em>User Experience (</em>experiência do usuário) é como ele vai interagir com determinado produto ou solução, ou seja envolve usabilidade, acessibilidade e o quão agradável é a relação entre o usuário e seu produto.</p>
<p>O UI tende mais para o lado emocional e criativo, se assemelhando com o design gráfico (como a tipografia, as cores e o layout) ou seja, o modo de disposição e arranjo de elementos gráficos num espaço; enquanto UX é algo mais racional como <em>wireframes</em> (versões simplificadas de protótipos), cenários de uso, formato de persona do usuário.</p>
<p>Neste ano, a parceria gerou a criação do do<strong> Programa de Bolsas em UX/UI Design</strong>, que garante bolsas de estudo, 100% gratuitas, para profissionais que desejam se capacitar em UX. Ao todo a NTT irá investir em 30 bolsistas e ao final, ainda abrirá 15 vagas para possível contratação desses alunos na empresa.</p>
<p>Como parte de uma série de projetos de transformação social por meio da inclusão e diversidade, parte das bolsas serão destinadas exclusivamente a mulheres, pessoas negras e à comunidade LGBTQIA+ e os interessados podem <a href="https://awari.com.br/programa-bolsas-ux-nttdata/"><strong>se inscrever no site do programa</strong></a>. Ao todo, 30 alunos serão selecionados parar integrar a turma de bolsistas do curso de UX/UI design. A capacitação será iniciada no final de março com duração de três meses, contando com duas aulas semanais no período da noite.</p>
<p>Durante o curso, a Awari realizará aulas ao vivo e conduzirá processos de mentoria em grupo. Em complemento, os alunos irão construir um projeto prático de UX. Apesar de 30 pessoas serem selecionadas para a formação, todos os inscritos no processo seletivo pelo site, terão acesso livre a um minicurso preparatório de UX da Awari. É composto por três aulas gravadas com atividades, sendo que, conclui-lo é uma das etapas do processo de seleção do programa.</p>
<p>Além disso, haverá também uma fase de entrevista com profissionais da Awari e o envio de uma breve apresentação em vídeo do candidato para a NTT DATA até a escolha dos 30 bolsistas.</p>
<p><b>Oportunidades de emprego</b><b><br />
</b>Ao finalizarem o curso de UX/UI do programa, além de ganharem um certificado validado pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), os 30 bolsistas poderão participar do processo seletivo da NTT DATA para vaga de UX Designer na empresa. “A parceria da NTT e Awari já vem se consolidando há algum tempo, desde profissionais da NTT, que são mentores nos programas de formação, até a contratação de profissionais de qualidade que se formaram na edtech.</p>
<p>A parceria soma a qualidade consultiva da NTT DATA e a formação de profissionais com excelência da Awari. Temos como objetivo consolidar cada vez mais, e se tornar uma empresa não só empregadora, mas também formadora, para isto, precisamos de parceiros que sejam especializados em formação. Temos muitos projetos como estes em plano de execução, principalmente com pilares de diversidade e oportunidade para iniciantes.”, afirmou Andrés Amoedo, Líder de UX Banking na NTT DATA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Critérios de seleção do programa<span class="v1apple-tab-span"> </span></b></h2>
<p><b><br />
</b>Para participar do processo seletivo do curso de UX design da Awari, com bolsas concedidas pela NTT Data, os interessados precisam ter 18 anos ou mais no momento da inscrição, residir no Brasil, possuir o ensino médio completo e domínio fluente da língua portuguesa.<span class="v1apple-tab-span"> </span>Além disso, será necessário contar com um computador com acesso à internet de maneira estável, para que possa participar das aulas ao vivo. Será preciso também ser aprovado nos processos seletivos da Awari, incluindo avaliações dos consultores de carreira da empresa. Por fim, e o mais importante, os interessados precisam estar realmente em busca de uma oportunidade profissional em UX designer.</p>
<p class="v1MsoNormal">
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		<title>O Mangue e o crescimento das cidades, como a ocupação desordenada prejudica a qualidade de vida nas cidades</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/o-mangue-e-o-crescimento-das-cidades-como-a-ocupacao-desordenada-prejudica-a-qualidade-de-vida-nas-cidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessika Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 10:44:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[baixa renda]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a época do descobrimento do Brasil pelos portugueses, os manguezais são utilizados como fonte de renda e sustento para muitas famílias. Indígenas nativos e povos de outros lugares costumavam construir cabanas em áreas próximas aos mangues, pois, além de retirar alimentos dessas áreas, utilizaram os estuários (parte aquática do manguezal) como rota de transporte [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a época do descobrimento do Brasil pelos portugueses, os <a href="https://ambientes.ambientebrasil.com.br/agua/ecossitema_costeiro/mangue_-_localizacao_e_caracterizacao.html" target="_blank" rel="noopener">manguezais</a> são utilizados como fonte de renda e sustento para muitas famílias. Indígenas nativos e povos de outros lugares costumavam construir cabanas em áreas próximas aos mangues, pois, além de retirar alimentos dessas áreas, utilizaram os estuários (parte aquática do manguezal) como rota de transporte para suas embarcações, seja para transportar mercadorias, interligar tribos indígenas, entre outros.</p>
<p>Ainda hoje, essas práticas são realidade nos manguezais de todo o Brasil e vêm se intensificando cada vez mais. Entretanto, apesar de serem locais ocupados há tempos pelo homem, essas áreas não são propícias à ocupação humana devido a fatores como: dinâmica das marés que representam riscos de inundação em tais áreas; solo tipicamente arenoso com bancos de lama, inapropriados ao estabelecimento de moradias seguras, entre outros.</p>
<p>Entretanto, devido o crescimento populacional cada vez mais crescente, juntamente com os problemas sociais e  econômicos que nosso país enfrenta há tempos como mal distribuição de renda, desemprego, falta de moradia para muitas famílias, entre outros fatores, muitas famílias de baixa renda precisaram optar por construir suas moradias próximas aos mangues devido a presença de alimento (recursos pesqueiros), mesmo sendo áreas menos propícias à ocupação humana e que por este motivo não são ocupadas por pessoas de renda mais alta, pois normalmente optam pelos centros urbanos. Assim, essas áreas ficam “disponíveis” (apesar das leis ambientais) para que outras pessoas habitem.</p>
<p>Todavia, a ocupação desordenada dos manguezais gera poluição nesses ambientes, representando riscos diretos à saúde pública do local, bem como de populações residentes em outras áreas, mas que são beneficiadas pelos recursos pesqueiros oriundos dessas áreas. Muitas ocupações nesses locais carecem de saneamento básico, resultando no despejo de dejetos (lixo, esgoto, etc) no rio e nas florestas de mangue.</p>
<p>A poluição aquática provoca consequências diretas na fauna, como contaminações de peixes, crustáceos e outros organismos que habitam essas áreas; como esses animais são pescados para alimentação das famílias, bem como para comercialização em feiras e mercados, tal contaminação pode resultar em doenças e parasitoses para os seres humanos, sendo este fator uma causa para possíveis surtos e epidemias na população.</p>
<p>Além disso, o <a href="https://conexaoplaneta.com.br/blog/no-brasil-manguezais-sofrem-com-a-expansao-imobiliaria-e-o-agronegocio/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">desmatamento das florestas de mangue</a> para a retirada de lenha para construção de fornos e casas, por exemplo, também aumentam os índices de poluição do ar devido a emissão de poluentes e redução dos “filtros naturais” do gás carbônico, que são as árvores; isto aumenta as chances do surgimento de doenças respiratórias na população.</p>
<p>Além desses fatores, muitas pessoas utilizam a água poluída dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estu%C3%A1rio">estuários</a> para consumo ou higienização, aumentando os riscos de contaminação e proliferação de doenças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-26965 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=1200%2C800&#038;ssl=1" alt="" width="1200" height="800" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/06/mangue-manguezal-urbanizacao-pobreza.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
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		<title>Pode um governo local decretar o fim de uma pandemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2022 21:13:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta é não! A condição de uma doença infecto-contagiosa varia em quatro tipos: surto, endemia, epidemia e pandemia. Vejamos suas diferenças! Um surto é um aumento localizado e episódico da doença. Quando há um surto de cólera em um município, por exemplo, tem-se nele e apenas nele uma elevação momentânea e restrita de casos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta é não!</p>
<p>A condição de uma doença infecto-contagiosa varia em quatro tipos: surto, endemia, epidemia e pandemia. Vejamos suas diferenças!</p>
<p>Um surto é um aumento localizado e episódico da doença. Quando há um surto de cólera em um município, por exemplo, tem-se nele e apenas nele uma elevação momentânea e restrita de casos.</p>
<p>Uma epidemia é um aumento <em>translocalizado</em> de casos de uma doença. Tem-se agora um rompimento de restrição local, atingindo outras regiões, há uma expansão geográfica da doença. Foi o que ocorreu com a dengue no Brasil.</p>
<p>Uma endemia é a ocorrência contínua e determinada de casos em determinado local. É o caso da esquistossomose (a doença do caramujo ou barriga d&#8217;água). E é o que os especialistas prevêem para um futuro em relação à Covid-19 (mas não agora!).</p>
<p>Uma pandemia é a <em>transcontinentalização</em> de uma doença, que rompe os domínios territoriais além-mares de ocorrência. Essa determinação depende naturalmente de órgãos que obtenham dados seguros sobre a ocorrência da doença em questão em diversas partes do mundo.</p>
<p>Dessa forma, no mundo atual, uma autoridade respeitada para reconhecer uma pandemia seria a OMS ou observatórios renomados e multicêntricos atuantes fidedignamente no mundo. Um governo isoladamente, mesmo que erradicasse a doença do seu país, como fez por um tempo a Nova Zelândia, não teria tamanha ousadia.</p>
<p>#Fica a dica!</p>
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		<title>Guerra nuclear: suicídio universal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 23:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[GUERRA NUCLEAR]]></category>
		<category><![CDATA[russia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1983, um filme paralisaria o mundo: O dia seguinte (The day after). Tratava-se de uma longa que começa com um pequeno desentendimento entre as ainda existentes Alemanha Ocidental (de influência estadunidense) e a Alemanha Oriental (de influência soviética). Desse entrave, tropas de ambos os lados entram em pequeno conflito que ganha escala. Primeiro, com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1983, um filme paralisaria o mundo: O dia seguinte (<em>The day after</em>). Tratava-se de uma longa que começa com um pequeno desentendimento entre as ainda existentes Alemanha Ocidental (de influência estadunidense) e a Alemanha Oriental (de influência soviética). Desse entrave, tropas de ambos os lados entram em pequeno conflito que ganha escala. Primeiro, com bombas convencionais. Depois, um dos lados resolve lançar uma bomba atômica de pequena potência. Por fim, os silos de mísseis transcontinentais são acionados: Estados Unidos e URSS se desmancham em grande cogumelos radioativos.</p>
<p>Por que Einstein, quando perguntado sobre como seria a terceira mundial respondeu: &#8220;a terceira, eu não sei, mas a quarta será de pau e pedra&#8221;?</p>
<p>Um conflito nuclear é um suicídio universal. O filme que citei ilustra bem o que ocorreria e por isso foi tão impactante para todos na época. Além da capacidade direta de destruição das bombas, teríamos a radioatividade.</p>
<p>A radioatividade é extremamente cancerígena. As células do corpo submetidas a ela logo se transformariam em células tumorais, especialmente tumores sanguíneos. Isso geraria hemorragias e mortes dolorosas. A morte dos sobreviventes ao holocausto nuclear seria uma questão de tempo, de um tempo sofrido. O mundo passaria por uma poluição sem precedentes e tudo estaria praticamente contaminado por muitos anos, décadas.</p>
<p>Seria praticamente o fim.</p>
<p>As pessoas precisam entender a capacidade devastadora dessas armas. Por isso, estamos muito atentos e confiantes à questão entre Ucrânia e Rússia. A Rússia não está entre as 10 economias do mundo mas tem o maior arsenal atômico do mundo, herança da URSS, na frente dos Estados Unidos e da China.</p>
<p>Não queremos Nagasaki, nem Hiroshima, nem Kiev, nem Moscou, nem Washington. Não queremos uma nova Guerra Fria, mas muito menos queremos uma Guerra quente, repleta de fogo cogumélico, aniquilando anos de uma próspera humanidade.</p>
<p>Fiquemos atentos e confiantes. E otimistas sobre o fim do conflito em andamento.</p>
<p>Se não, preparemos paus e pedras.</p>
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		<title>O bumbum multicolorido do Mandril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 20:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[macaco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escutei falar pela primeira vez do mandril em uma música do grupo Blitz, lá nos anos 80: &#8220;Só que um dia Eva sorriu Para um macaco mandril Adão montou numa zebra E se mandou pro Brasil&#8221; &#160; O mandril é uma espécie de macaco que vive na África Central, em países como Camarões e Congo. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escutei falar pela primeira vez do mandril em uma música do grupo Blitz, lá nos anos 80:</p>
<p>&#8220;Só que um dia Eva sorriu<br />
Para um macaco mandril<br />
Adão montou numa zebra<br />
E se mandou pro Brasil&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mandril é uma espécie de macaco que vive na África Central, em países como Camarões e Congo. São macacos de porte médio, atingindo 1 metro e podendo viver até 25 anos na natureza e 40 anos no cativeiro. Vivem em bandos nas florestas tropicais e são conhecidos por uma particularidade: um bumbum multicolorido!</p>
<p>As cores são determinantes para a organização hierárquica dos bandos de mandris. E detalhe: essas cores só ocorrem nos machos. O desenvolvimento das cores parece estar ligado à testosterona. Além disso, a questão das cores define a estratificação de quem manda sexualmente no grupo. Quanto mais colorido, maior é a paternidade do mandril. O chamado macho alfa tem até 70% de paternidade no bando e é o mais colorido de todos. Pode parecer pouco, mas há grupos formados por mais de 1.000 indivíduos. Aliás, depois dos seres humanos, são os primatas com maior grupo da mesma espécie já visualizado. Os jovens têm bumbuns incolores, assim como as fêmeas.</p>
<p>Mas para quê serve um bumbum cheio de cores?</p>
<p>A presença de cores extravagantes, em um floresta quase sempre verde, de fato chama muita a atenção. Quando isso acontece na natureza, muitos animais se garantem porque são tóxicos; neste caso, as cores seriam uma advertência para os inimigos. Mas não é o caso dos mandris. Cores poderiam ao contrário significar chamar a atenção gratuitamente de predadores, mas é por isso que elas não são predominantemente frontais, ficando outrossim nas nádegas desses macacos. Poderia ser para chamar a atenção das fêmeas, mas na verdade a tese é de que chama a atenção de todo o grupo! Sim! O traseiro colorido guia todos os movimentos do bando, como um totem organizando a peregrinação. Dessa forma, o grande macho vai na frente do grupo, atraindo os olhares obedientes, sinalizando todos com suas cores carnavalescas, o bloco seguindo, sem perder o compasso, desfilando pela selva com seu abre-alas exclamativo.</p>
<p>Foi aí a inspiração da Blitz: até Eva rendeu sua atenção !</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sem querer querendo, os olhos do Mickey e o inconsciente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 22:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábio Chaves! Quantas vezes o bordão é repetido por neurocientistas e psicanalistas: &#8220;foi sem querer querendo!&#8221;. Não há mais dúvidas que tomamos decisão e agimos sem que nossa consciência possa apitar. Vai desculpando, tá? A todo instante está acontecendo. Muito mais que possamos controlar. Estudos recentes apontaram que 95% do nosso comportamento ocorre assim: sem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sábio Chaves! Quantas vezes o bordão é repetido por neurocientistas e psicanalistas: &#8220;foi sem querer querendo!&#8221;. Não há mais dúvidas que tomamos decisão e agimos sem que nossa consciência possa apitar. Vai desculpando, tá? A todo instante está acontecendo. Muito mais que possamos controlar. Estudos recentes apontaram que 95% do nosso comportamento ocorre assim: sem notarmos conscientemente.</p>
<p>A neurociência vem confirmando padrões que não nos damos conta. Posso dar inúmeros exemplos.</p>
<p>Sobre pessoas bonitas e/ou atraentes. Fazemos juízos instantâneos sobre elas sem que sejam definitivamente corretos.  Estudos demonstraram que, ao se defrontar com elas, temos a tendência de  acreditar rapidamente, quase instintivamente, que elas são mais capazes, mais bondosas e mais honestas. Apenas pela beleza e pelo charme.</p>
<p>Olhos grandes ajudam! Estudos mostraram que campanhas para proteger animais de olhos grandes recebem muito mais recursos que os outros. Quem teve a grande sacada de que olhos grandes atraem mais olhares e mais atenção foi um senhor chamado Walt Disney. Daí, parece estar boa parte da atração por Mickey, Minnie e cia!</p>
<p>Pessoas que demonstram constrangimento, que ficam vermelhas quando envergonhadas, são mais perdoadas, tendem a passarem mais confiança para quem os vê.</p>
<p>E pasmem para a última. Furacões com nomes masculinos tendem a ser menos destrutivos do que os que têm nome feminino. É a cultura (ainda que machista) atuando estruturadamente nas nossas mentes. E não estamos falando de categorias e classificações meteorológicas! Quando o furacão tem nome feminino, é percebido inconscientemente como menos agressivo o que interfere na autoproteção da comunidade.</p>
<p>Sei que se chegou até aqui deve ter muitos questionamentos sobre as informações acima, duvidar delas e até achar que existe algo a ser defendido nas entrelinhas. Sinto decepcioná-los. Nada disso. É ciência testada que vocês podem se deleitar, por exemplo, com a leitura de Robert Sapolsky em seu livro COMPORTE-SE.</p>
<p>Sabemos que agimos para além de nossas vontades. Pode ser duro acreditar. Pode se duro aceitar.</p>
<p>Sábio Chaves!</p>
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		<title>O sapo ouve?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 22:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[sapo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para ouvir pressupõe-se a presença das orelhas, ou dos ouvidos, como queiram. Ao olhar para um sapo, macho ou fêmea, percebe-se logo que elas (as orelhas!) estão aparentemente ausentes. Mas não se precipite! Você sabia que você que está lendo este texto aqui tem seis orelhas (pode chamar de ouvidos, mas o termo anatomicamente melhor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para ouvir pressupõe-se a presença das orelhas, ou dos ouvidos, como queiram. Ao olhar para um sapo, macho ou fêmea, percebe-se logo que elas (as orelhas!) estão aparentemente ausentes. Mas não se precipite!</p>
<p>Você sabia que você que está lendo este texto aqui tem seis orelhas (pode chamar de ouvidos, mas o termo anatomicamente melhor é orelha mesmo)? Três de cada lado! Pois é. De cada lado, temos três orelhas: a externa (aquela que chamamos popularmente de orelha), a média e a interna. A orelha externa é formada pelo pavilhão auditivo (aquela parte que seu cão levanta e abaixa entre atenção e submissão) e o canal auditivo (o canal do cotonete). Esta parte das orelhas é a única que o sapo não tem.</p>
<p>O tímpano do sapo está praticamente externo, voltado para o meio ambiente, às vezes protegido por pele. Sua função é a de amplificar o som e transmiti-lo para a orelha interna com a ajuda de um ossículo chamado de columeia (nós temos ossinhos nessa região &#8211; o martelo, a bigorna e o estribo, este último, o menor osso humano!).</p>
<p>Sim, o sapo ouve!</p>
<p>Minha gente! Mas é claro que ouve! Se não, por que cantaria? O coaxar do sapo, especialmente na estação chuvosa, é antes de tudo um cantarolar sedutor de um macho pela fêmea de sua espécie. É assim que a lagoa se torna uma primavera nada silenciosa, acalorada de várias serenatas intraespecíficas, cercada de diversos &#8220;tons e miltons geniais&#8221;, regados de volúpia e muita seleção natural!</p>
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		<title>Você é pró-social ou antisocial?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/voce-e-pro-social-ou-antisocial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 21:21:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[neurociência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta para essa pergunta pode ser mais difícil do que você imagina. Isso porque ela envolve diversos fatores, alguns muito alheios à sua vontade. Para esclarecimentos iniciais, o comportamento pró-social é aquele desenvolvido porque você gosta da coletividade e faria muito por ela! O comportamento antissocial esta relacionado com ter vontade de evitar as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta para essa pergunta pode ser mais difícil do que você imagina. Isso porque ela envolve diversos fatores, alguns muito alheios à sua vontade. Para esclarecimentos iniciais, o comportamento pró-social é aquele desenvolvido porque você gosta da coletividade e faria muito por ela! O comportamento antissocial esta relacionado com ter vontade de evitar as pessoas além de advogar para si mesmo. Os comportamentos pró-sociais são mais valorizados socialmente, é claro. Mas devo adverti-los que todos nós temos ambos comportamentos e isso é algo que as ciências da cognição vêm encontrando ampla explicação.</p>
<p>Nossos comportamentos dependem de três grandes vias ou estruturas. É o saldo entre elas, que nos exibimos para o mundo real, para os olhos das outras pessoas.</p>
<p>A primeira são as amígdalas. Não se tratam daquelas extraídas nas cirurgias de garganta. Essas de que falo são cerebrais. Essas estruturas estão ligadas com três características que vão ser determinantes para o comportamento: medo, agressividade e nível de excitação. São características muito impulsivas e intensas.</p>
<p>A segunda corresponde ao sistema dopaminérgico. A dopamina é uma substância que derramamos no nosso cérebro quando estamos felizes e isso acontece quando estamos sobretudo procurando uma recompensa (mais mesmo do que quando a recebemos!).</p>
<p>A terceira é a parte frontal e pré-frontal do cérebro. Essa região atua como regulação para nosso comportamento, permitindo-nos atuar conscientemente, fazendo julgamentos sobre nosso comportamento. Aqui, podemos fazer tomadas de decisão considerando fatos. É o que se espera, pelo menos.</p>
<p>A interação entre os três resulta no que fazemos, como nos comportamos. Se as duas primeiras superarem a última, podemos sair de si e atuar seguindo nossos instintos ou cegamente procurando nosso prazer, prazer esse que sempre é individual mas que pode ser alcançado com atitudes sociais. Por outro lado, a energia gasta pelo cérebro frontal é grande e usá-lo para controle sistemático das outras regiões é desgastante para todo o sistema&#8230; Por isso, as três vão em franca interação segundo a segundo arbitrando sobre o que você faz!</p>
<p>Que loucura isso!</p>
<p>No final das contas, o comportamento é criado ativamente por nós ou simplesmente ele &#8220;comparece&#8221;? Se ora a resposta é uma, e ora outra, quem manda nesse negócio chamado <em>eu?</em> E se não mando totalmente em mim como posso &#8220;me&#8221; anunciar como pró-social ou antissocial? E de quem é a &#8220;culpa&#8221; por eu estar mais aqui ou ali?</p>
<p>Desculpa, mas hoje eu vim para confundir!</p>
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		<title>Sócrates e Dr. House</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Dec 2021 14:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir daquilo que é atribuído ao filósofo Sócrates,  a verdade só é verdade se permanecer de pé após bombardeada por todo e qualquer contra-argumento. Sócrates pode parecer estar visitando o óbvio mas é a base de todo conhecimento científico. A verdade deve ser algo falseável e ainda assim permanecer como verdadeira. Por vezes, algo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A partir daquilo que é atribuído ao filósofo Sócrates,  a verdade só é verdade se permanecer de pé após bombardeada por todo e qualquer contra-argumento. Sócrates pode parecer estar visitando o óbvio mas é a base de todo conhecimento científico. A verdade deve ser algo falseável e ainda assim permanecer como verdadeira. Por vezes, algo é “verdadeiro” embora dependa de outras premissas para assim ser. Dessa forma, você diria que a verdade é relativa, e o relativismo é outra tônica do pensamento de Sócrates.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Voltamos para ao quase-presente e então encontramos mais uma das aventuras e desventuras do Sr. Gregory House (o inglês Hugh Laurie). A série (que já terminou) é conhecida por seus conflitos psicológicos, sua ironia, diálogos desconcertantes,  as relações humanas dissecadas e muita medicina. Entre os episódios, já tivemos cisticercose, febre do carrapato, doenças genéticas, síndromes raras, etc. Acho que muitos críticos da série são mordazes quando salientam que não existe hospital como o chefiado pela Dra. Cuddy (Lisa Edelstein), um meio médico atípico, forjado com tanta idiossincrasia do personagem principal. A série é medicina, entretenimento, filosofia, psicologia e licença poética. Tem gente que não entende. Faz parte da ficção, não da verdade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">House tem uma equipe que vivencia quadros clínicos </span><i><span style="font-weight: 400">sui generis</span></i><span style="font-weight: 400">. Pensa enquanto arrasta sua perna afetada por um infarto. Repele suas dores com constante uso de analgésicos sob forma de comprimidos. Diante de tantos sintomas contraditórios de seus pacientes, de suspeitas e “dessuspeitas”, o tempo passa, o paciente piora e os “insights” salvadores do mestre dos diagnósticos improváveis ocorrem para encerrar os episódios de forma quase sempre feliz. Enquanto nada se encaixa, uma hipótese é presumida levando o paciente para uma cintilografia, uma tomografia, uma aplicação de antibiótico, uma cirurgia. É a praxe socrática de se chegar à verdade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Favorito para entender o filósofo grego considerado divisor histórico, recomendo pílulas do Dr. House. Mas não as de vicodina (usadas por Gregory). Elas viciam.</span></p>
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		<title>Desigualdade vacinal: a fronteira para o fim da pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 14:44:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No meio científico, qualquer discussão sobre a importância das vacinas é póstuma. Por favor, fiquemos todos na mesma página: vacinar é preciso. A grande questão que nos assusta agora é a desigualdade vacinal. A variante Ômicrom e qualquer outra que venha a surgir expõem fato óbvio: onde houver ser humano, o risco de doenças humanas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No meio científico, qualquer discussão sobre a importância das vacinas é póstuma. Por favor, fiquemos todos na mesma página: vacinar é preciso. A grande questão que nos assusta agora é a desigualdade vacinal. A variante Ômicrom e qualquer outra que venha a surgir expõem fato óbvio: onde houver ser humano, o risco de doenças humanas perdura. Ora, meus caros, não adianta definitivamente ter países com 70% de vacinados e outros com 7%. Isso é a desigualdade vacinal.</p>
<p>A desigualdade vacinal tem seus motivos e seus paladinos. Nos países ricos, não vacinar tem sido um ato da decisão individual, ato este contaminado (sem trocadilhos) pelo discurso de autoridades e formadores de opinião, todos eles arautos da desinformação. Discurso este vindo de muitas direções. Presenciei um deles recentemente, tentando me convencer. A vendedora me disse: &#8220;Eu? Vacinar? Quem é vacinada é vaca.&#8221; Poderia até ser uma &#8220;piada pronta&#8221; porque a palavra vacina vem de vaca, remetendo à descoberta pelo inglês Jenner e as vacas da varíola. Nos países pobres e periféricos, a situação é outra.</p>
<p>Se, neste momento, faltam vacinas no mundo, é uma questão de tempo resolver. No entanto, é certo que &#8211; assim como no caso da comida (que não falta no mundo) &#8211; a distribuição delas é péssima. Uma das grandes preocupações é o continente africano, exatamente onde surgiu a Ômicrom. Esta semana apenas 6,6% dos africanos estavam imunizados; apenas cinco países da África atingiram a marca de 40% de vacinados! Além da vacina não chegar, trabalham contrariamente ainda outros fatores como conflitos internos, falta de estrutura, falta de informação e desinformação.</p>
<p>A China acaba de oferecer 1 bilhão de doses para a África; os Estados Unidos anunciam ajuda; a OMS alerta-nos da questão há tempos. De certo, a pandemia nos revela aceleradamente o que sabemos e pouco mudamos: um mundo desigual.</p>
<p>A pergunta é: até quando vamos aguentar?</p>
<p>Vacina, mundo!</p>
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		<title>Homo sapiens 2.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 21:32:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O futuro da humanidade e o Prometeu Moderno. Em 1978, nascia, em Oldham, Inglaterra, o primeiro bebê de proveta da história: Louise Brown. Era inimaginável que dois gametas pudessem se unir fora do corpo humano, em um laboratório, gerando uma vida sem ser a partir da relação sexual. De lá pra cá, são mais de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O futuro da humanidade e o Prometeu Moderno.</p>
<p>Em 1978, nascia, em Oldham, Inglaterra, o primeiro bebê de proveta da história: Louise Brown. Era inimaginável que dois gametas pudessem se unir fora do corpo humano, em um laboratório, gerando uma vida sem ser a partir da relação sexual. De lá pra cá, são mais de 8 milhões de pessoas já nasceram desta forma!</p>
<p>Em 1990, a ação era mais audaciosa: o diagnóstico pré-implantacional (DPI). Uma forma de analisar geneticamente um pré-embrião antes de ele ser implantado no útero. A análise está associada sobretudo em mutações genéticas no número de cromossomos (como as síndromes de Down, Patau, Edwards), mas há outras possibilidades mais sutis como verificar a presença de um determinado gene  e escolher qual embrião implantar.</p>
<p>Em 2012, uma nova <em>magia</em>: o CRISPR &#8211; uma forma de editar o DNA. Com ela &#8211; que vive uma moratória bioética, a espera de segurança para uso &#8211; será possível modificar genes ou simplesmente retirá-los do material genético. Trata-se de uma ferramenta que poderá alterar o curso da saúde das pessoas, do QI delas, da beleza (com seus padrões pré-escolhidos), de sua força física.</p>
<p>Isso sem falar em conceitos como transumanização, digitalização cerebral, computação pós-morte, entre outros futuros&#8230;</p>
<p>Com tantas possibilidades em surgimento, o que imaginar sobre nossa espécie em um futuro próximo? Em 2035? Em 2040?</p>
<p>Segundo Ray Kurzweil, inventor (e adivinho?) em 2045, haverá o fim da morte com o uso dos computadores&#8230; Os bits cerebrais serão facilmente transferidos para um hardware que sob um software poderá continuar a viver, a aprender, a aumentar experiência&#8230;</p>
<p>E em 2090?</p>
<p>O que assusta frente a tamanhas possibilidades é, além da questão ética, a questão social. Será que essas técnicas tão promissoras serão democraticamente distribuídas? Será que elas serão acessíveis a todos os cidadãos? Ou será mais uma forma que acentuará a desigualdade entre os seres humanos?</p>
<p>Será que a batalha do futuro será entre nós, <em>Homo sapiens</em> 1.0, agora excluídos mas presente no futuro, e o <em>Homo sapiens</em> 2.0?</p>
<p>Quem viver, verá.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Neuroplasticidade: uma revolução em você!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Nov 2021 21:15:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neuroplasticidade. Um conceito muito poderoso. Muito poderoso. Um conceito que todos deveriam saber para mudar seu cérebro, e mudar sua vida. Por muito tempo, pensava-se que o cérebro perdia capacidade ao longo da vida, que neurônios não se reproduziam, que atrofiavam com o passar dos anos, especialmente na velhice. Muitos enganos foram proliferados até mesmo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neuroplasticidade. Um conceito muito poderoso. Muito poderoso. Um conceito que todos deveriam saber para mudar seu cérebro, e mudar sua vida.</p>
<p>Por muito tempo, pensava-se que o cérebro perdia capacidade ao longo da vida, que neurônios não se reproduziam, que atrofiavam com o passar dos anos, especialmente na velhice. Muitos enganos foram proliferados até mesmo dentro da ciência. Ocorre que, dentro de suas verdades provisórias, a mesma ciência que dita, se reedita.</p>
<p>O sistema nervoso tem capacidade de continuar se desenvolvendo dia após dia. Chama-se neuroplasticidade. Ela acontece fisica e funcionalmente de muitas formas: neurônios podem reproduzir (neurogênese), aumentar sua velocidade de transmissão (por causa da mielinogênese), aumentar sua atividade metabólica (produzindo neurotrofinas), aumentar a atividade das células nervosas não-neuronais, criar novas conexões (sinaptogênese). As comprovações de que podemos aumentar o desempenho nervoso são inúmeras. Assim, além de reabilitação neurológica, atributos como memória e inteligência, por exemplo, são comprovadamente aumentáveis! Sim! Você pode aumentar sua memória, você pode aumentar sua inteligência! É a magia da neuroplasticidade!</p>
<p>Como usufruir dela? As mudanças no sistema nervoso decorrem a partir dos padrões de experiência. Estímulo e experiência são fundamentais para desenvolver o sistema nervoso. Para exemplificar, vou contar o experimento da bolinhas coloridas.</p>
<p>Em experimento realizado em laboratório, dois grupos de ratos foram divididos aleatoriamente. O primeiro grupo recebeu em seu ambiente poucas bolinhas e todas da mesma cor; o segundo grupo, recebeu mais bolinhas e de cores diferentes. Durante o experimento, o primeiro dado apareceu: o segundo grupo exibia maior diversidade de comportamento. No final de seis dias, o córtex cerebral deles foi medido e percebeu-se um aumento de 4% dos ratos do segundo grupo em relação ao primeiro! O córtex cerebral havia aumentado!</p>
<p>Ratos, bolinhas, e apenas uma semana&#8230; Imaginem seres humanos, como outros tipos de estimulação ( &#8220;outras bolinhas&#8221;), durante muito mais tempo? Neuroplasticidade, amigos&#8230; Neuroplasticidade!</p>
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		<title>Baratas! Vêm Kafka comigo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 19:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A barata é um inseto cosmopolita, encontrada em qualquer sujeira, em qualquer parte do mundo. Se contenta com os restos e não se preocupa com a origem deles. É um inseto resistente, mas marginal. Como todo inseto, é irracional. Carrega em seu corpo, a despeito de sua vontade, um bando de comensais: vírus, bactérias, fungos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">A barata é um inseto cosmopolita, encontrada em qualquer sujeira, em qualquer parte do mundo. Se contenta com os restos e não se preocupa com a origem deles. É um inseto resistente, mas marginal. Como todo inseto, é irracional. Carrega em seu corpo, a despeito de sua vontade, um bando de comensais: vírus, bactérias, fungos e vermes. Comensais para a barata, parasitas para os humanos. As baratas se multiplicam fervorosamente: parecem contrariar a natureza seletiva proposta por Darwin e Wallace.</p>
<p>A barata despertou a atenção de um dos maiores autores de todos os tempos: Franz Kafka. Kafka usou a barata como inspiração de seu livro Metamorfose, que conta o incrível caso de Gregor Samsa.</p>
<p class="p1">Gregor Samsa é um caixeiro-viajante. Viaja para pagar a dívida de seu pai com seu atual patrão. Não quer esse emprego, mas acredita na missão de salvar sua família, mesmo que por algo que não supôs, nem questionou. Certa manhã, ao acordar, percebe que se transformara em um asqueroso artrópodo: uma barata. Diante do infortúnio, não pode sair da cama, embora lhe ocorra que deva trabalhar. Nesse impasse, até o chefe vem questionar sua ausência. Em vão. Seu corpo não lhe permite que saia, seu novo corpo não deve ser visto por ninguém.</p>
<p class="p1">Diante de sua impossibilidade de sair do quarto e do imperativo de sua família para que vá trabalhar, sua nova aparência é revelada.</p>
<p class="p1">Entre asco e impaciência, a família incompreende Gregor. Apenas sua irmã procura alguma interação, na esperança de que volte a ser como era antes. A família procura nova fonte de renda porque Gregor não trabalha mais. Hóspedes são acolhidos e se espantam com a criatura-hexápoda. Com o passar dos meses, é esquecido até por sua última linha de humanidade, representada por sua irmã querida.</p>
<p class="p1">Apartado dos convívios, em seu quarto esquecido, Gregor não come e assusta a todos, a cada encontro. Sem sua função de amortizar a dívida, Gregor não é ninguém. Sem ser engrenagem, definha. Até que um dia é encontrado magro e morto. Graças à Deus.</p>
<p>O que Kafka quis com essa quase-fábula? Quis falar de baratas? Quis meramente aterrorizar seus leitores?</p>
<p class="p1">Não sejamos tolos: não há trivialidades em Kafka. Para além disso, ele usa seu conto de terror com os ingredientes de quem pensa e reflete socialmente. Ainda escrevendo no início do século 20, Kafka apresenta o mundo burguês, o mundo capitalista, em sua literatura fantástica, recorrendo ao nojo. Usa do espaço literário para entornar o caldo de sua crítica.</p>
<p class="p1">A genialidade nos livros. Leiamos os livros!</p>
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		<title>Arte Contemporânea como ferramenta essencial para a formação do indivíduo-pensador: aliando crítica e razão artística aos ideais educacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Nov 2021 17:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[arte contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[pensador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO “A educação é ‘decadente’. “Estamos educando pela ‘balbúrdia”’. “Há ‘bagunça’ em nossas escolas, faculdades e no próprio processo de ensino”. Termos como esse são vistos todos os dias atualmente, não é mesmo? Arrisco dizer que, talvez, possa haver, sim. Como quaisquer processos humanos, qual a razão de duvidar que há em nosso sistema educacional? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>INTRODUÇÃO</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A educação é ‘decadente’. “Estamos educando pela ‘balbúrdia”’. “Há ‘bagunça’ em nossas escolas, faculdades e no próprio processo de ensino”. Termos como esse são vistos todos os dias atualmente, não é mesmo? Arrisco dizer que, talvez, possa haver, sim. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como quaisquer processos humanos, qual a razão de duvidar que há em nosso sistema educacional? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essas perguntas são interessantes, fazem parte do que iremos tratar, mas não serão, propriamente respondidas aqui. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A arte contemporânea tem seu impacto na educação, assim como qualquer outra disciplina poderia ter &#8211; ou será que não? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa sim será discutida neste texto, bem como esta, ao se aliar à razão crítica, pode-se elevar a pessoa ao status de indivíduo-pensante.</span></p>
<p><b>O QUE SERIA INDIVIDUO-PENSANTE?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A educação formadora deve-se voltar para tornar o aluno autônomo, tanto em termos técnicos ⏤ o indivíduo como conhecedor de determinados conhecimentos e detentor de certas habilidades ⏤, quanto membro de um corpo social estruturado para que ele possa, através da educação, tornar-se dono si. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Claramente, o fato de que temos determinadas leis e legislações que regem como somos vistos e como nos vemos, influenciam a autonomia estabelecida na mesma, englobando, além disso, direitos e deveres que temos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Portanto, a escola teria de saber construir os fundamentos necessários para que o indivíduo pensasse por si só, sem a necessidade de aval alheio ou entraves interpessoais.</span></p>
<p><b>QUAL A RESPONSABILIDADE DA ARTE SOBRE O INDIVÍDUO-PENSANTE?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A arte, tem como princípio basilar, a análise de elementos fundamentais para a resolução de conflitos internos, e que, muitas vezes, está intrínseca no ser humano, ou ainda, dentro dele. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Precisa-se, portanto, criar uma empatia com a análise crítica ao visualizar questões técnicas e teóricas nas artes, uma vez que esta funciona como ferramenta e fator decisivo para a criação de uma </span><i><span style="font-weight: 400">genialidade</span></i><span style="font-weight: 400"> ou </span><i><span style="font-weight: 400">personalidade</span></i><span style="font-weight: 400"> artística. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Se deve, portanto, enfatizar, de modo parcialmente categórico, que o fator decisivo para a escolha do viés artístico, ou sua negativa, está, não somente na qualidade da obra, mas também nos aspectos subjetivos que contemplam-na, atribuindo a esta, fator de grande estima ao visualizar a capacidade artística do autor e, em contraponto, o valor social, estético, humano e cultural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O fator humano deve ser ainda mais observado, já que este desempenha o papel de analisar o que a determinada arte contempla ou agrega para os seres humanos ⏤ no coletivo, sociedade e cultura ⏤, quanto para o indivíduo, antropologicamente analisado, quanto psicologicamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por fim, observa-se o fator temporal da arte, na qual podemos observar as alterações que ocorrem nas instituições sociais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com o passar do tempo, evolui-se</span><span style="font-weight: 400"> o pensamento, alterando-a de forma a alterar como pensamos a arte e o que é arte, à medida que novas formas de mensuração aparecem.</span></p>
<p><b>TEMPORALIDADE DO INDIVÍDUO</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A educação pode ser relativa a uma evolução qualitativa dos processos racionais do homem, fazendo com que, à medida que temos novas pesquisas, formas de pensar e raciocinar, alteramos, também, os gostos, tendências e formas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na arte e estudos artísticos, percebe-se, além das questões humanas e cronológicas, uma tendência expressiva em mitigar novas expressões, socialmente classificadas como inferiores e, assim, tornam-se diminutas aos olhos da academia e dos estudiosos da área.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> Observa-se, porém, tais similaridades no campo educacional, que se resguarda de potenciais impactos, que tornam obsoletas certas formas de pensar ou, em conjunto,  tornam-se excluídas de alterações expressivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O indivíduo é, em suma, um ser que, ao pensar, exclui evoluções significativas por receio do que elas poderão trazer e, em paralelo, excluem-se a possibilidade de evolução pessoal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia o artigo na íntegra, <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Arte-Contemporanea-como-ferramenta-essencial-para-a-formacao-do-individuo-pensador_-aliando-critica-e-razao-artistica-aos-ideais-educacionais.pdf">clique aqui</a>.</strong></p>
<p>Bibliografia: <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Arte-Contemporanea-como-ferramenta-essencial-para-a-formacao-do-individuo-pensador_-aliando-critica-e-razao-artistica-aos-ideais-educacionais.pdf">ROSEMBERG, Pedro. <b>Arte Contemporânea como ferramenta essencial para a formação do indivíduo-pensador: </b>aliando crítica e razão artística aos ideais educacionais.</a></p>
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		<title>Menstrumitos: as ideias equivocadas sobre a menstruação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2021 21:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na esteira do artigo anterior (leia na nossa plataforma!), venho aqui humildemente tentar desmascarar alguns mitos (ou menstrumitos!) sobre a menstruação. A menstruação foi assunto importante e recente em função da pobreza ou precariedade menstrual, nome usado para registrar a falta de acesso de meninas e mulheres a produtos básicos para manter uma boa higiene [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira do artigo anterior (leia na nossa plataforma!), venho aqui humildemente tentar desmascarar alguns mitos (ou <em>menstrumitos</em>!) sobre a menstruação. A menstruação foi assunto importante e recente em função da<em> pobreza ou precariedade menstrual</em>, nome usado para registrar a falta de acesso de meninas e mulheres a produtos básicos para manter uma boa higiene no período.</p>
<p>O que é a menstruação?</p>
<p>Regras, boi, chico, costume, embaraço, escorrência, lua, menorreia, paquete, pingadeira, visita. O dicionário traz todos como sinônimos. Regionalismos ou arcaísmos, trata-se de um sangramento vaginal (embora de conteúdo originário do útero) que ocorre mais ou menos uma vez por mês (a maioria das mulheres tem o ciclo entre 28 e 32 dias de duração) em mulheres que se encontram entre a menarca e a menopausa. Além de sangue, há uma descamação tecidual do revestimento do útero. Aparentemente compreendida, a menstruação está repleta de falsas ideias sobre ela. Aqui, vou tratar do que &#8220;não se trata&#8221; a menstruação. Apresentemos os <em>menstrumitos</em>!</p>
<p>Primeiro <em>menstrumito</em>: <strong>a menstruação é o óvulo morto saindo.</strong></p>
<p>Não! Pelamordedeus! O óvulo (ou mais precisamente ovócito) é apenas uma célula. Ele morre, se não for fecundado. Isso acontece pouco depois do meio do ciclo menstrual (se o ciclo for de 28 dias). Sua morte ocorre na tuba uterina e não há sangramentos, nem outros espetáculos. É uma morte serena, sem alardes. Nada de menstruação aqui.</p>
<p>Segundo <em>menstrumito</em>: <strong>a menstruação ocorre no fim do ciclo menstrual.</strong></p>
<p>Não! Pelo contrário! O primeiro dia da menstruação é o primeiro dia do ciclo menstrual! Esse fato inclusive facilita a identificação dos ciclos para fins de conhecer seu tamanho e talvez conseguir uma previsibilidade de seus momentos (alguns aplicativos ajudam nisso).</p>
<p>Terceiro <em>menstrumito</em>: <strong>muitas mulheres menstruam durante a gravidez.</strong></p>
<p>Não! Gravidez e ciclo menstrual são incompatíveis. Se a mulher está grávida, o ciclo menstrual está interrompido. Os hormônios da gravidez impedem a ação da glândula pituitária (ou hipófise) cujos hormônios desencadeiam a liberação de um novo óvulo. É possível (e até relativamente frequente) pequenos sangramentos nos primeiros meses de gravidez mas não são menstruações e, nesses casos, é recomendável conferência médica.</p>
<p>Quarto <em>menstrumito</em>: <strong>não é possível engravidar durante o período menstrual.</strong></p>
<p>Este é quase verdadeiro. Sem dúvida, a probabilidade de uma gravidez é muito maior quando a relação sexual se dá (sem outros cuidados) durante os momentos extra-menstruais. A chance de engravidar durante o fluxo menstrual é extremamente baixa mas não é impossível. Para que acontecesse, das duas uma: ou a menstruação é muito longa ( em dias) ou o ciclo menstrual é muito curto. Só assim, haveria a chance de uma ovulação nesse momento. Mas, ainda assim, haveria um segundo fator trabalhando contra a gravidez. O endométrio (parte superficial do útero) está desmanchando quando na verdade deveria estar se desenvolvendo para abrigar o futuro embrião.</p>
<p>Agora, todos os mitos estão espantados! Xô, desinformação!</p>
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		<title>Código da Vinci: Filme Vs Livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Da Vinci]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[pinturas]]></category>
		<category><![CDATA[Ser Piero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O VERDADEIRO CÓDIGO O livro O Código Da Vinci, escrito por Dan Brown e publicado pela primeira vez em 2003, alia realidade e ficção, uma vez que diversas organizações e locais que existem na realidade são mencionados na obra, de forma a convencer, instigar e orientar o aprofundamento, no que tange as abordagens realizadas na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>O VERDADEIRO CÓDIGO</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O livro </span><i><span style="font-weight: 400">O Código Da Vinci</span></i><span style="font-weight: 400">, escrito por Dan Brown e publicado pela primeira vez em 2003, alia realidade e ficção, uma vez que diversas organizações e locais que existem na realidade são mencionados na obra, de forma a convencer, instigar e orientar o aprofundamento, no que tange as abordagens realizadas na obra. Após três anos de sua publicação, o livro sofreu uma adaptação, sendo incorporado às telas de cinema em 2006, sob a direção de Ron Howard.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desde então, tanto o livro quanto o filme tornaram-se sucessos absolutos, principalmente por utilizar temas que são discutidos em diversas esferas da sociedade, como conspirações globais, temas polêmicos, assuntos religiosos, mistérios e arte, com o famoso Leonardo da Vinci, pintor, escultor, escritor, desenhista, matemático, arquiteto, engenheiro, cientista e pesquisador autodidata.</span></p>
<p><b>A HISTÓRIA DO FLORENTINO</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao ouvir seu nome, qualquer pessoa, provavelmente, sabe quem é que estamos falando. Leonardo Vinci, o Florentino, comumente conhecido como Leonardo da Vinci, nasceu no século XIV no vilarejo de Vinci, na Itália. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Filho de </span><i><span style="font-weight: 400">Ser Piero da Vinci</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">Caterina Lippi</span></i><span style="font-weight: 400">, tornou-se o grande escritor, pintor, cientista e estudioso, graças ao fato de que foi um filho abastado, já que não foi enviado para as “</span><i><span style="font-weight: 400">Escolas de Latim</span></i><span style="font-weight: 400">” para exercer a profissão do pai, “podendo se beneficiar do instinto de fazer anotações entranhado em sua herança familiar ao mesmo tempo que desfrutava de liberdade para correr atrás de suas próprias paixões criativas”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Leonardo, à procura de novos exemplos para pintar e trabalhos diversos, se mudou inúmeras vezes, passando de 1452 a 1464 em Vinci, de 1464 a 1482 em Florença, de 1482 a 1499 em Milão, de 1500 a 1513 em Milão novamente, de 1513 a 1516 em Roma e, por fim, de 1516 até sua morte, em 1519, na França.</span></p>
<p><b>CLASSIFICAÇÃO DAS OBRAS</b></p>
<p><span style="font-weight: 400"><strong>Livro</strong> &#8211; Romance ficcional do gênero suspense, perpassa em diferentes locais temporais e geográficos, trazendo através, apenas do texto (escrita e imagem), os sentimentos que dele emanam, por meio do sentido visual e da </span><i><span style="font-weight: 400">ânima</span></i><span style="font-weight: 400">. Possui uma narrativa em terceira pessoa com narração que sabe o que os personagens sentem e pretendem fazer, auxiliando e descrevendo em detalhes a linha de raciocínio dos mesmos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><strong>Filme</strong> &#8211; Objeto audiovisual de cunho midiático-ficcional, do gênero suspense, com momentos artístico-historiográficos. O narrador é em terceira pessoa, no entanto ele permite que o observador interprete o que os personagens estão sentindo. </span></p>
<p><b>RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E METALINGUÍSTICAS</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A relação intertextual entre ambos os objetos dar-se-á de forma incompleta, uma vez que a forma na qual a mensagem é passada no filme é audiovisualmente, utilizando-se de livros, imagens, obras escriturísticas e esculturas; enquanto que, no livro ocorre exclusivamente de forma escrita e imagética.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A linguagem que foram utilizadas variam entre idioma/língua, variação temporal, texto/visual, audiovisual, imagética e técnica, visto que, podemos dizer que há a incorporação de termos altamente técnico-teóricos em ambos, sendo muitas vezes descritas para que o observador/leitor compreenda.</span></p>
<p><b>DIALÉTICA DA ARGUIÇÃO DO GOSTO POPULAR</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dentre as argumentações mais convincentes para o gosto das massas pelas obras analisadas, observa-se a utilização de conspirações globais, de cunho fantasioso e ficcional, para entreter e fazer com que a obviedade seja quebrada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Leonardo da Vinci era conhecido pela sua irreverência e pensamentos à frente do seu tempo, utilizando diversas referências apócrifas para referir-se às entidades e personagens sacros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Exemplo disso seria a </span><i><span style="font-weight: 400">Virgem dos Rochedos</span></i><span style="font-weight: 400">, pintada originalmente para a Confraria da Imaculada Conceição, em duas versões, mostrando a Virgem Maria, João Batista, Jesus Cristo e um anjo, mostrando uma cena que referia-se, “ao encontro da Família Sagrada com João Batista no caminho do Egito, quando fugiam de Belém após o Rei Herodes ter ordenado o Massacre dos Inocentes”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O fato de que Leonardo da Vinci desempenhava diversas atividades de forma magistral, o tornou mundialmente conhecido, </span><i><span style="font-weight: 400">genius</span></i><span style="font-weight: 400">, como no latim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Tanto Dan Brown (autor do livro), quanto Ron Howard (diretor do filme), introduziram em suas obras certos emblemas próprios de Da Vinci ⏤ tons escuros, a razão versus o dogma religioso e, obviamente, as teorias conspiratórias ⏤ tão presentes em suas obras. Há de se pensar ainda que, como a historiografia medita sobre as obras, pensa-se que o afluente de intertextualidades estão, respectivamente, Da Vinci, Dan Brown e Ron Howard (pinturas e esquemas visuais, livro e filme), percebe-se também, uma elevação da complexidade e das linguagens utilizadas para demonstrar as ideias que se devem/querem passar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia o artigo na íntegra, <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/ROSEMBERG-Pedro.-Experimentos-Interartisticos.-O-VERDADEIRO-CODIGO-DA-VINCI_-O-AUTOR-E-AS-VERTENTES-DE-SUAS-OBRAS-.pdf">clique aqui</a>.</strong></p>
<p><strong>Bibliografia:</strong> <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/ROSEMBERG-Pedro.-Experimentos-Interartisticos.-O-VERDADEIRO-CODIGO-DA-VINCI_-O-AUTOR-E-AS-VERTENTES-DE-SUAS-OBRAS-.pdf">ROSEMBERG, Pedro. <strong>O verdadeiro Código Da Vinci:</strong> O autor e as vertentes de suas obras.</a></p>
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		<title>Por que as meninas estão menstruando cada vez mais cedo?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/por-que-as-meninas-estao-menstruando-cada-vez-mais-cedo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 20:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios sexuais]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[puberdade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1900, as meninas menstruavam pela primeira vez em torno de 17 anos de idade. Hoje, a média está abaixo dos 13 anos de idade. A puberdade está vindo mais cedo. Embora alguns associem essa mudança à erotização proporcionada pelos programas de televisão e pela internet, ou à emancipação das gerações mais recentes (a modernidade!), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1900, as meninas menstruavam pela primeira vez em torno de 17 anos de idade. Hoje, a média está abaixo dos 13 anos de idade. A puberdade está vindo mais cedo. Embora alguns associem essa mudança à erotização proporcionada pelos programas de televisão e pela internet, ou à emancipação das gerações mais recentes (a modernidade!), ou ainda à poluição (como lançamento de desreguladores hormonais na água), as explicações melhores parecem ser outras. Duas delas parecem responder mais diretamente esta questão: a mudanças da dieta e o aumento do IMC. Mas primeiro, vejamos o que é puberdade.</p>
<p>A palavra surge do latim <em>púbis</em> que significa “pelo, penugem”.  O termo sugere o aparecimento de pelos pelo corpo como fator de início do período. As mudanças decorrem da ação de uma glândula na base do crânio, do tamanho de uma ervilha: a <strong>hipófise</strong> ou <strong>pituitária.</strong></p>
<p>Um dos fatores considerados como determinantes para as mudanças hormonais e essa antecipação de puberdade é a alimentação. Uma dieta rica e diversificada trouxe mais saúde, mais defesas celulares e permitiu um corpo preparado mais rápido. Outro fator que as pesquisas apontam como promovedor da puberdade precoce é o IMC &#8211; índice de massa corporal &#8211; aumentado. Esse índice é a razão entre a massa e o quadrado da altura. Quanto mais massa, especialmente de gordura, mais hormônios sexuais são feitos (como estrógeno e progesterona). Assim, quanto maior o IMC, mais cedo a menstruação vem.</p>
<p>Com a precocidade fisiológica, os hormônios aumentam e o interesse sexual sobrevém naturalmente. Os meninos iniciam a atividade sexual, em média, entre os 14 e 15 anos. As meninas, em média, entre 15 e 16 anos. Aqui existe um dado interessante: quanto menos anos de escolaridade, menor é a idade de iniciação da atividade sexual (educação é importante!). Com relações sexuais mais precoces, outras questões são trazidas: por exemplo, as chances de engravidar naturalmente aumentam. Além da gravidez precoce, a incidência de ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) também aumenta. Outros desdobramentos têm sido associados à precocidade da puberdade, especialmente a feminina, como: maiores probabilidades de diabetes tipo 2, obesidade, depressão e ansiedade. Pesquisas também apontaram que a menstruação precoce aumenta as chances de câncer de mama.</p>
<p>A boa notícia é a de que esse fenômeno não deve se estender mais, ou seja, a idade da puberdade não deve ficar ainda mais baixa nos próximos anos. Parece que existe uma espécie de &#8220;mínimo biológico&#8221; a partir do qual nenhum fator externo seria capaz de alterar.</p>
<p>A evolução dos tempos traz em si esse paradoxo:  mais nutrição, menos saúde? É a socialização de progressos e a socialização de riscos. Bem-vindos à modernidade.</p>
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		<title>A importância da mercadologia no universo editorial</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/a-importancia-da-mercadologia-no-universo-editorial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução Após uma breve análise da 5ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, podemos perceber, que a obra é uma pesquisa de mercado minuciosamente organizada para avaliar certos vestígios. Dentre tantos questionamentos de tais vestígios, consideraremos mais importante os que retratam a importância de tal análise no escopo editorial, e para tanto, nos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Introdução</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Após uma breve análise da 5ª edição da pesquisa <a href="https://www.prolivro.org.br/5a-edicao-de-retratos-da-leitura-no-brasil-2/a-pesquisa-5a-edicao/">Retratos da Leitura no Brasil</a>, podemos perceber, que a obra é uma </span><i><span style="font-weight: 400">pesquisa de mercado</span></i><span style="font-weight: 400"> minuciosamente organizada para avaliar certos vestígios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dentre tantos questionamentos de tais vestígios, consideraremos mais importante os que retratam a importância de tal análise no escopo editorial, e para tanto, nos basearemos no célebre autor sobre a área e, de certo, maior referência também, Philip Kotler.</span></p>
<h3><b>O que é marketing ou mercadologia?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O termo </span><i><span style="font-weight: 400">marketing</span></i><span style="font-weight: 400"> surgiu em 1950, aproximadamente, focado na produção e nas vendas, seu principal objetivo é identificar e satisfazer necessidades humanas e sociais, estando como premissas basilares do marketing, servindo até como definição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> É possível firmar definições variadas de marketing, de acordo com as perspectivas sociais e gerenciais. O termo é potencialmente tão amplo, que envolve serviços, eventos, ideias, pessoas, lugares, propriedades, organizações, informações e experiências ⏤ sendo propriamente destas últimas que trataremos neste artigo.</span></p>
<h3><b>O que não é marketing?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Após entender um pouco do que se trata o marketing, vejamos o que não se aplica nesta área de estudos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes de mais nada, vale lembrar que os processos mercadológicos que trataremos aqui envolvem, mas não se limitam aos procedimentos e técnicas comerciais e de vendas, estando relacionadas diretamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Anúncios pagos, publicidade gratuita, espontânea ou paga, direta ou indireta, não é marketing. </span><span style="font-weight: 400">A publicidade aqui aproxima-se mais ao “tornar público”, ser visto e/ou lembrado. </span><b></b></p>
<h3><b>Do que, especificamente, a mercadologia se trata?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Esta área trata-se de processos integrantes entre clientes e vendedores, qualquer pessoa que ofereça um serviço ou produto, onde há relação de consumo e fornecedor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Através de pesquisas, podemos ter mais assertividade na previsão dos comportamentos dos consumidores, analisando fatores culturais, sociais e pessoais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quando observamos a pesquisa, vemos que foram coletadas informações concernentes aos três fatores principais de análise: fatores pessoais (idade, gênero, escolaridade, renda e região); fatores sociais (família, renda, cor/raça, escolaridade e classe) e, por último; fatores culturais (subcultura regional/região, subcultura social/escolaridade e subcultura social/classe). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dessa forma, temos a coleta de informações essenciais para tomarmos uma decisão ou avaliarmos como nossas últimas decisões impactam a empresa, grupo, pessoas ou o que quer que esteja sendo observado.</span></p>
<h3><b>Como a mercadologia se aplica ao universo editorial?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Como mencionado anteriormente, tendo como objetivo principal a relação de consumidores e vendedores, a mercadologia se aplica, principalmente na indicação de quais livros serão mais bem introduzidos dentro de um determinado mercado, visando como público-alvo, potenciais compradores de uma editora, especificamente, ou um selo editorial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Obviamente, quando utilizamos a Teoria de Freud acerca do inconsciente humano, devemos pensar em sensações, emoções e percepções não-conscientes pelo próprio indivíduo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Aliando teorias sensoriais, como as propostas por Martin Lindstrom em seus dois célebres livros “A lógica de consumo” e “Brandsense”, à psicologia da <em>Gestalt</em>, vê-se que a criação, desenvolvimento e produção de um livro não pode ser focado apenas na condição mercadológica, ou seja, na venda propriamente dita, deve-se focar nas possíveis interações do cliente com o produto, para que ele, por si só, veja que obter aquele bem é um desejo consciente dele, mesmo sendo totalmente inconsciente e ilógico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Livros infantis baseiam-se nessa lógica, uma vez que são regados de desenhos para entreter e manter a criança focado neles, forçando a compra de outros livros, criando a sensação de necessidade (observa-se aqui, obviamente, que nosso foco não é discutir se livros são ou não são necessários, é óbvio que são; nosso foco é apenas mostrar que para o mercado, vender é a necessidade primordial). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Vemos, a partir daqui, que os <em>certos vestígios</em> mencionados na introdução são as <strong>dores, problemas, alternativas de escolha e objetivos úteis</strong> a serem trabalhados na pesquisa para gerar um respaldo na tomada de decisão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por exemplo, em qual nicho a editora irá atuar, ou qual selo a mesma irá finalizar suas atividades, visto que não está vendendo bem, além de descobrir os porquês.</span></p>
<h3><b>Pensamentos inovadores: aliando mercado e literatura</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das tarefas da mercadologia, como o próprio nome já entrega, estudo do/de mercado, é tornar um produto ou serviço mais atrativo analisando o mercado e suas esferas competitivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Amazon.com, gigante global do varejo, inovou trazendo soluções na entrega e distribuição de livros e diversas outras mercadorias, mas não esqueceu-se de ir além, trazendo também soluções para aqueles que queriam mais: criou uma espécie de<em> tablet</em> feito especialmente para leitura e, através de diversas estratégias, tornou o produto uma referência em inovação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A empresa utilizou-se de muita sapiência e pesquisa para englobar vários públicos na mesma loja, já que amantes de livros físicos e amantes de e-books, podem estar juntos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pessoas de todas as idades, de todos os gostos, de todas as culturas, classes sociais e muito mais, já que na loja virtual, podemos encontrar e-books de todos os tipos, em várias línguas e dos mais variados preços.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com este caso da Amazon.com, podemos perceber que, com certas informações, já seria possível traçar um plano estratégico para determinadas empresas visando o mercado nacional brasileiro, principalmente no período de pandemia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Avaliando ainda as pesquisas anteriores, pode-se observar o avanço ou regresso das vendas e compras de livros, físicos ou digitais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia o artigo na íntegra, <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/ROSEMBERG-Pedro.-A-importancia-da-mercadologia-no-universo-editorial.pdf">clique aqui</a>.</strong></p>
<p><strong>Bibliografia: <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/ROSEMBERG-Pedro.-A-importancia-da-mercadologia-no-universo-editorial.pdf">ROSEMBERG, Pedro. A importância da mercadologia no universo editorial.</a></strong></p>
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