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	<title>Arquivos Perfil Artístico | Tecnoveste</title>
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		<title>Cantora Laura Zennet: a redescoberta da essência em meio à tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 10:13:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia perpassar pro vários aspectos da nossa vida, por isso ignorá-la seria um erro grotesco. Similar seria o equivoco se você gosta de música e deixasse de ouvir Laura Zennet: a cantora que sabe colocar a tecnologia a serviço de uma vivência humana mais completa. Zennet começou na música muito cedo. Por influência da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia perpassar pro vários aspectos da nossa vida, por isso ignorá-la seria um erro grotesco. Similar seria o equivoco se você gosta de música e deixasse de ouvir Laura Zennet: a cantora que sabe colocar a tecnologia a serviço de uma vivência humana mais completa.</p>
<p>Zennet começou na música muito cedo. Por influência da família de Belo Horizonte, ela se foi matriculada no Centro de Musicalização Infantil (CMI) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Como seu pai toca gaita e flauta transversal, e sua mãe foi professora de piano desde muito jovem, Laurinha teve bons exemplos do que fazer já dentro de casa.</p>
<p>Além de um primo pianista (José Namen) e outro guitarrista/violonista (Nelson Faria), ela decidiu-se pelo canto, porque para compor os encontros musicais familiares, ela sentia que uma voz faria mais falta do que mais um instrumento de cordas ou de teclas.  Cantando, de início, os clássicos da Bossa Nova e MPB, ela se afeiçoou com grandes nomes da música como Tom Jobim e Vinicius de Moraes.</p>
<p>Confira a entrevista que fizemos com ela sobre sua carreira e seus planos para o futuro!</p>
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<hr />
<p>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Como a frase &#8220;Inspiro a redescoberta da essência em meio à tecnologia&#8221; te diferencia das demais cantoras da indústria musical?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">Percebo que muitas pessoas estão perdidas neste mundo atual. O que é o real? O que é o virtual? Qual o nosso papel como seres humanos neste mundo cheio de informação a todo momento e em todos os lugares? Pessoas estão frustradas e acabam se perdendo.</p>
<p class="v1MsoNormal">O show Laura Zennet in Experiences vem resolver esta questão inspirando pessoas a redescoberta da essência e propósito em meio às novas tecnologias. Através de um projeto inovador e autêntico, construído ao longo de toda a minha vida, <strong>Laura Zennet in Experiences</strong> traz uma experiência de múltiplas linguagens e artes integradas, unindo música, dança, performance, audiovisual e artes visuais. Cores e projeções acompanham a história. Toco instrumentos ao vivo em cima de batidas eletrônicas, no formato <strong>One Woman Band,</strong> através de Live Performance.</p>
<p class="v1MsoNormal">Criei duas Trilogias. A primeira, mais reflexiva sobre o mundo em que vivemos, com as músicas<strong> Hello my Darkness</strong>, que fala sobre o encontro com a essência, <strong>Fight</strong> sobre a luta entre o mundo real X novas tecnologias, e <strong>Cure</strong> que fala da cura e transformação internas, seguidas da Release me que é uma música de passagem e que fala da libertação.</p>
<p class="v1MsoNormal">Acabei de lançar <strong>Recomeço</strong>, a primeira música da nova trilogia, em português, na linha nova MPB com eletrônico, trazendo visões de futuro. Este é o resumão e o propósito do projeto. É para trazer o público para dentro da história, da experiência e transformar vidas. Isto é um dos meus diferenciais. É um projeto inovador e autêntico, que fui construindo ao longo da minha vida.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Aprender as técnicas de canto por si só não é fácil, como você aprendeu também a compor e quais são as ferramentas que te auxiliam nesse processo?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">Eu sempre fui uma pessoa muito criativa, comunicativa e muito expressiva. Lembro que na época do colégio, eu já arriscava em alguns poemas. Depois, anos mais tarde, quando já morava no Rio, eu fiz parte do <strong>Coletivo Cavalo Preto, </strong>safra de cantores e compositores no Rio de Janeiro.</p>
<p class="v1MsoNormal">Lá tive muitas trocas e vivências com outros artistas incríveis, que também me inspiraram a seguir neste caminho. Também morei fora duas vezes (1 ano na Hungria, quando tinha 17 anos e depois 6 meses em Nova York, alguns anos mais tarde), ambos através de bolsas de estudos, um no colégio, pelo Rotary e o outro na faculdade de Comunicação, pela PUC Minas.</p>
<p class="v1MsoNormal">Todas essas experiências abriram a minha cabeça e me tornaram o que sou hoje, e creio que tudo isso é fonte de inspiração para as minhas canções. Tanto de vivências minhas como de pessoas ao meu redor, e/ou de observações sobre o mundo. É isso que torna tão verdadeiro e profundo as mensagens das minhas canções. É sobre isso, o nosso propósito como artista é inspirar, motivar e transformar a vida de outras pessoas.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Qual é a importância para você de participar de grandes festivais com longos line-ups em comparação às suas apresentações individuais? Dos eventos que você participou, quais foram os mais interessantes e o que fez deles um sucesso?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">Participar de grandes festivais com longos line-ups é o meu maior objetivo atualmente. Apresentações individuais, que já venho fazendo, para o público menor é importante também, mas acredito que festivais maiores vou atingir mais pessoas e chegar a mais lugares. E também ter um reconhecimento maior, por todo esforço e dedicação que vim fazendo ao longo de todos estes anos (só no Rio de Janeiro, já estou há 13 anos).</p>
<p class="v1MsoNormal">Um dos eventos mais interessantes que participei foi o<strong> Festival Sounds &amp; Talks 2022</strong> no Teatro Oi Futuro RJ, evento que enaltece artistas mulheres compositoras na música. Fui uma das 6 artistas convidadas a tocar, cada semana era uma artista e a abertura era um Talk (palestra) sobre Música e Negócios.</p>
<p class="v1MsoNormal">No meu dia, a abertura foi sobre marketing de mídias digitais. Hoje em dia, é fundamental o artista saber gerir a própria carreira, o mercado mudou muito nos últimos anos, eventos assim são importantíssimos. Foi um sucesso e também dei uma entrega profunda do meu show Laura Zennet in Experiences. Tudo que faço, faço com muito carinho e dou o meu máximo.</p>
<p class="v1MsoNormal">Segue aqui os melhores momentos do show:</p>
<p><iframe title="LAURA ZENNET IN EXPERIENCES" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qzb3BmakPcA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="v1MsoNormal">Outra grande novidade é que fui escolhida como embaixadora do <strong>WME (Women&#8217;s Music Event) Awards</strong> pela segunda vez, fui no escolhida ano passado e agora, novamente, neste ano. Já fiz as minhas indicações.</p>
<p class="v1MsoNormal">Também fui selecionada para o edital de pré-incubação de startups, o<strong> Cocreation Lab TUM</strong>, parceria <strong>TXM Methods</strong> com o SEBRAE Santa Catarina. Este mês de novembro estou indo participar do <strong>TUM Festival</strong> 2023 em Florianópolis, apresentando o pitching do meu projeto Laura Zennet in Experiences lá! </p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Na sua avaliação, como se comparam o poder das plataformas de streaming e o das rádios no momento atual?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">Na minha avaliação, o streaming avançou muito, a forma de consumo de música também, mas nunca irá tomar o lugar das rádios. Acredito que há espaço e público para cada plataforma. É igual na época em que temíamos e dizíamos que o jornal iria acabar. É tudo questão de adaptação neste mundo cheio de informações a todo momento.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Em que medida as redes socais são importantes para você ter contato com o público, publicar novo material e encontrar novos contratantes?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">As redes sociais hoje em dia são um dos veículos mais importantes para ter contato com o público, além do show. É ali que converso com eles e compartilho um pouco do meu dia a dia, das experiências, além das minhas canções. Na minha opinião, é um espaço importante, é um cartão de visita, fundamental para cativar novos contratantes e mais audiência.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Como a inteligência artificial pode acabar com a carreira de músicos ou alavancá-las?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">A inteligência artificial está vindo como uma avalanche e acredito que quem não adaptar a esta nova realidade pode &#8220;ficar para trás&#8221;. Não acredito que ela vá &#8220;acabar&#8221; com a carreira dos músicos, porque o lado humano é imprescindível, é isto que nos torna únicos.</p>
<p class="v1MsoNormal">Tenho dúvidas se ela vai chegar a este nível. Máquinas são máquinas, não tem emoções certo? Em relação a criação de músicas, pode ajudar a encurtar passos, mas uma música criada por AI não tem essa &#8220;visão humana&#8221;, na minha opinião, de um músico que estudou a vida inteira em um Conservatório de Música, por exemplo.</p>
<p class="v1MsoNormal">Também acredito que a inteligência artificial pode atrapalhar em alguns sentidos sim. Em termos de direitos autorais, por exemplo, está bem complexo ainda esta questão neste início. Mas por outro lado, acredito que essas tecnologias podem facilitar pessoas em geral, para otimização do tempo.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Como a tecnologia te ajuda a ser mais produtiva na sua vida pessoal?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">A tecnologia me ajuda principalmente na otimização de tempo, tanto no trabalho quanto na vida pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Que dica você dá para quem está pensando em lançar sua carreira artística mas não sabe por onde começar?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">A maior dica que eu dou é tenha muita garra, força, foco e determinação. Organização, planejamento a curto médio e longo prazo, noções de estratégia e empreendedorismo, tomada de decisão são fundamentais. Para começar, eu sugiro anotar tudo em um papel, anote aonde quer chegar, em 2, 5, 10 anos. Foi isso que fiz quando tinha 14 anos (risos). Anotei tudo num papel o que queria até meus 25&#8230; chegando nos 25 anotei até os 35&#8230; e assim por diante E aí fui correndo atrás das coisas. Outra dica muito importante: ter segurança na sua própria essência para não &#8220;se deixar levar&#8221; e ser sempre autêntico e fiel a sua essência e propósito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>.</p>
<p><em>OBS: Créditos da fotografia Junior Franco</em></p>
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		<title>Christopher Kastensmidt: autor, contador de histórias, game designer e inspirador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 18:21:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Christopher Kastensmidt é roteirista e game designer norte-americano, radicado em Porto Alegre desde 2001. É autor de livros, RPGs, contos, quadrinhos e produções audiovisuais publicados em vários idiomas ao redor do mundo. Sua obra mais conhecida é o mundo ficcional A Bandeira do Elefante e da Arara, cujas histórias renderam para ele um Prêmio ENnie [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.eamb.org/brasil/o-autor/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">Christopher Kastensmidt</a> é roteirista e game designer norte-americano, radicado em Porto Alegre desde 2001. É autor de livros, RPGs, contos, quadrinhos e produções audiovisuais publicados em vários idiomas ao redor do mundo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua obra mais conhecida é o mundo ficcional <strong>A Bandeira do Elefante e da Arara</strong>, cujas histórias renderam para ele um <strong>Prêmio ENnie (EUA)</strong> e indicações para vários outros prêmios, entre eles o<strong> Nebula (EUA)</strong>, o &#8220;Oscar&#8221; da literatura fantástica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Participou da criação de trinta games, alcançando dezenas de milhões de jogadores, e chegou a ser Diretor Criativo da <a href="http://www.ubisoft.com">Ubisoft Brasil</a>. Foi fundador do <strong>Concurso Hydra</strong>, cofundador da <strong>Odisseia de Literatura Fantástica</strong> e deu aulas em cursos de jogos digitais durante uma década. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente é Gerente Geral do projeto <strong>Wonderbox</strong> na <a href="https://www.aquiris.com.br/" class="broken_link">Aquiris Game Studio</a>, lidando uma equipe de 50 profissionais. Confira a entrevista que fizemos com ele!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><b> Como sua relação com a leitura te transformou em autor?</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde muito pequeno, a leitura foi uma paixão minha. Sempre tinham livros presentes na nossa casa. A mãe me lia histórias na hora de dormir e meu pai me levava à biblioteca do bairro a cada duas semanas para pegar uma pilha nova de livros emprestados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o RPG de mesa também teve uma influência forte no meu desejo de escrever. Fazendo narração de aventuras para os meus amigos, aprendi muito sobre narração, criação de mundos e personagens, e a maneira de contar histórias em geral. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><b> Quais foram suas inspirações e referências para criar o livro A Bandeira do Elefante e da Arara?</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Os relatos das duas viagens do Hans Staden para o Brasil no século XVI foram uma inspiração forte. Também os livros de aventura que li na minha juventude: Robin Hood e Os Três Mosqueteiros, por exemplo. A dupla de heróis Fafhrd e Gatuno do Fritz Leiber foi uma inspiração para a minha dupla de heróis, Gerard van Oost e Oludara. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O folclore nacional serviu de referência para a parte fantástica do livro, os livros de RPG que mencionei acima. Muitas outras obras contribuíram com pequenos pedaços às histórias da dupla.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><b> Qual é o enredo de “A Bandeira do Elefante e da Arara” e como ele se diferencia das demais obras?</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A Bandeira do Elefante e da Arara segue as aventuras do holandês Gerard van Oost e o iorubano Oludara em uma versão fantástica do Brasil seiscentista. A obra é considerada um marca na integração do folclore nacional. A primeira história saiu em 2010 e recebeu um reconhecimento internacional fortíssimo, sendo finalista do Prêmio Nebula nos EUA. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Houve uma explosão de obras nos anos seguintes que também buscavam referência nessas fontes. As histórias também serviram como base do RPG do mesmo nome, lançado em 2017 e hoje um dos sistemas mais jogados no Brasil, com versões lançadas em inglês e espanhol.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><b> Que recado você mandaria para jovens escritores e os autores da graphic novel dos <a href="https://veste.tecnoveste.com.br/tecnogibi.html">Tecnonautas</a>?</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Leia muito, escreva muito. Não tenha pressa para publicar as obras, desenvolva a técnica antes, algo que leva anos a aperfeiçoar. Quando chegar a hora certa, utilize a mídia certa para cada história; seja livro, quadrinhos, game, audiovisual ou outra…</span></p>
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		<title>Yuri Moraes: entrevista sobre a vida e carreira musical da Banda Yu no lançamento do álbum Hyena</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 10:59:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A música brasileira carece de inovação, talvez por falta de criatividade por dos artistas, possivelmente pelo baixo retorno financeiro que torna mais arriscada a continuidade de projeto que fujam do padrão. Yuri Moraes, um artista nato, não é vulnerável a essas armadilhas e, por isso, se aventura em criações cada vez mais impressionantes. Além de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A música brasileira carece de inovação, talvez por falta de criatividade por dos artistas, possivelmente pelo baixo retorno financeiro que torna mais arriscada a continuidade de projeto que fujam do padrão. Yuri Moraes, um artista nato, não é vulnerável a essas armadilhas e, por isso, se aventura em criações cada vez mais impressionantes.</p>
<div>
<div>Além de ter roteirizado para o programa do SBT, The Noite com Danilo Gentili e trabalhado no ilustre portal <a href="http://www.omelete.com.br" target="_blank" rel="noopener">Omelete</a>, Yuri é desenhista que tem em seu pantel obras como <a href="https://www.ugrapress.com.br/produtos/garoto-mickey-ym/"> Garoto Mickey (Dobra Editorial, 2011)</a>, <a href="https://www.amazon.com.br/Wasteland-Scumfucks-Terra-do-Dem%C3%B4nio/dp/8595710104/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=terra+do+demonio&amp;qid=1626143143&amp;sr=8-1" target="_blank" rel="noopener">Terra do Demônio (Veneta, 2017)</a>,    <a href="https://www.darksidebooks.com.br/bully-bully--brinde-exclusivo/p" target="_blank" rel="noopener">Bully Bully (Darkside, 2022)</a>, <a href="https://www.amazon.com.br/H%C3%A9ros-Am%C3%A9ricains-Amilcar-Pinna/dp/6555942436/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&amp;qid=1645179009&amp;sr=8-3" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">Héros Américain</a> , <a href="https://originals.omelete.com.br/bruttal/venha-a-nos-o-vosso-reino/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">Venha nós ao Vosso Reino</a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=DzuMaK9sUOc" target="_blank" rel="noopener">o Pequeno Ismirnoff</a>. Atualmente à frente do <a href="https://www.youtube.com/benyurpodcastoficial" target="_blank" rel="noopener">podcast BEN-YUR</a> ao lado de Bento Ribeiro, Yuri acaba de lançar a Banda Yu.</div>
<div></div>
<div>O primeiro álbum do grupo, Hyena, é uma experiência muito interessante e fora do comum sobre a qual você pode ler neste <strong><a href="https://www.tecnoveste.com.br/album-heyna-da-banda-yu-e-a-nova-esperanca-de-um-futuro-extraordinario-e-prolifico-para-a-industria-fonografica-brasileira/">artigo que escrevemos com uma resenha</a></strong>. Hoje, trazemos uma entrevista acerca da Banda Yu.</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.tecnoveste.com.br/album-heyna-da-banda-yu-e-a-nova-esperanca-de-um-futuro-extraordinario-e-prolifico-para-a-industria-fonografica-brasileira/"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27897 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/03/banda-yu-album-hyena-yumusick-yuri-moraes-benyur.gif?resize=300%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/03/banda-yu-album-hyena-yumusick-yuri-moraes-benyur.gif?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/03/banda-yu-album-hyena-yumusick-yuri-moraes-benyur.gif?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>É muito maluco esse sentimento de estar completando uma das minhas metas da vida hoje. Esse disco vai muito além de tudo que eu achei que ia conseguir fazer com a estrutura que a gente tem e com as limitações que eu achava que tinha. Mas a gente fez e eu to orgulhoso pra caramba.  &#8211; <span style="font-size: 18pt;">Yuri Moraes</span></p></blockquote>
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<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. Quando você começou a se interessar por música, quais instrumentos aprendeu e em que momento você resolveu elaborar suas próprias criações?</h3>
<p>Eu trabalho com música desde muito novo, comecei a tocar bateria e montar bandas com 13 anos e sempre tive uma cabeça muito musical. É com certeza minha maior paixão e drive no mundo. Comecei fazendo minhas primeiras músicas quando era muito novo mesmo, com uns 13, 14 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Para a concepção do estilo da banda, quais são suas maiores influências e inspirações?</h3>
<p>É dificil dizer, eu tento colocar um pouco de tudo que amo dentro da yu. É a soma de tudo que eu amo musicalmente visualmente de verdade. Acho que pra separar algumas que acho importantes: Kanye West, Daft Punk, Lounge Lizards e Stravinsky.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. No seu álbum mais recente, você está contando uma história com o conjunto da sua obra ou as faixas são todas independentes?</h3>
<p>Pra mim o disco é uma coisa só, mas ao mesmo tempo eu sinto que é mais sensorial que racional. Não quero explicar exatamente o que é, mas eu sinto que é uma coisa só.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. Em que medida criar videoclipes aumenta o alcance da sua música e quais foram os maiores desafios na produção dos vídeos que você colocou no youtube?</h3>
<p>Não sei dizer exatamente. Eu fiz os clipes por que foram visões que vieram pra mim e eu queria colocar no mundo. Não tenho noção de qual vai ser a resposta a partir daí. É difícil colocar uma visão complexa quando você está começando, mas felizmente tenho uma experiência boa na área e isso me permitiu ter acesso a profissionais incríveis, que acreditaram na visão que eu tinha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Como você define a estética das peças que criam representação cinematográfica das músicas recentemente publicadas e quem são os artistas que colocaram sua visão em prática?</h3>
<p>Eu não acho que cabe a mim definir a estética, ela é o que é. Eu não gosto muito de dar definições para as coisas. Tive uma grande equipe trabalhando nos clipes e na confecção dos objetos, o Ric Arts confeccionou a minha máscara por exemplo, que tinha um design original da Isabela Padovani. Criei o design do capacete do Dan com o Diego Ortiz e ele deu vida com impressão 3D e outros artifícios. Eu fiz a direção de arte geral, mas contar com esses artistas fortaleceu muito o todo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. Nos últimos 50 anos a produção musical foi facilitada pela tecnologia, quais são os benefícios e malefícios que essa permissividade trouxe ao mercado fonográfico e aos artistas independentes?</h3>
<p>Eu não sei dizer muito sobre mercado fonográfico, mas sinto que seria impossível eu fazer um disco como esse que está pra sair uns&#8230; 7 anos atrás? Não teria como. Eu sinto que tudo culminou tecnologicamente pra que eu conseguisse tirar essas ideias da cabeça nesse momento especifico que vivemos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>7. Qual será o meio mais importante para a divulgação da sua música? Existe possibilidade de apresentações ao vivo suas?</h3>
<p>Vamos ver. Por enquanto o plano é lançar o disco e os visuais. Depois disso vamos entender como vamos funcionar ao vivo ainda. São músicas complexas de executar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>8. Com quais artistas você gostaria de fazer criações conjuntas e a quais lugares você gostaria te levar o seu show?</h3>
<p>Tem muitos artistas que quero e vou fazer parcerias no futuro. Eventualmente vamos ser a a maior banda do mundo. A mais pesada e mais bonita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>9. Que orientação você daria a músicos que têm ideias de música, mas ainda não tiveram coragem de produzir suas peças sonoras?</h3>
<p>Eu acho que você tem que visualizar um caminho possível de fazer o que você realmente quer fazer sem medo. Você pode errar até chegar lá, não tem problema.</p>
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<h3>10. O que podemos esperar da Band Yu nos próximos 10 anos?</h3>
<p>Uma coleção de peças indispensáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<blockquote><p>É o disco que eu sempre quis ouvir e modéstia a parte sinto que ninguém tá fazendo o que a gente faz do jeito que a gente faz. É um sentimento muito maneiro de colocar HYENA no mundo. Muito obrigado novamente a todo mundo que participou do processo desse disco de alguma maneira, inúmeros músicos e artistas visuais talentosíssimos. &#8211; <span style="font-size: 18pt;">Yuri Moraes</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_27916" style="width: 302px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JVrRo9Yq1so&amp;list=PL1_yjSzjd8YJghm8TI9iq0T5kzkO_Q6ta"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-27916" class="wp-image-27916 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/03/playlist-band-yu-album-yena-2023-yuri-moraes-kanye-west.png?resize=292%2C503&#038;ssl=1" alt="Playlist de vídeo-clipes da Banda Yu" width="292" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/03/playlist-band-yu-album-yena-2023-yuri-moraes-kanye-west.png?w=292&amp;ssl=1 292w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/03/playlist-band-yu-album-yena-2023-yuri-moraes-kanye-west.png?resize=174%2C300&amp;ssl=1 174w" sizes="(max-width: 292px) 100vw, 292px" /></a><p id="caption-attachment-27916" class="wp-caption-text"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JVrRo9Yq1so&amp;list=PL1_yjSzjd8YJghm8TI9iq0T5kzkO_Q6ta">Playlist de vídeo-clipes da Banda Yu</a></p></div>
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<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/yuri-moraes-entrevista-sobre-a-vida-e-carreira-musical-da-banda-y-no-lancamento-do-album-hyena/">Yuri Moraes: entrevista sobre a vida e carreira musical da Banda Yu no lançamento do álbum Hyena</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Artista brasileiro é convidado a participar de exposição do Museu do Louvre em Paris</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/artista-brasileiro-e-convidado-a-participar-de-exposicao-do-museu-do-louvre-em-paris/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 11:17:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil Artístico]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[artista]]></category>
		<category><![CDATA[desenhista]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[ilustrações]]></category>
		<category><![CDATA[ilustrador]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Louvre]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[super-heróis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luis Carlos Santana Silva começou a desenhar e gostava de desenhar as imagens das figurinhas de chiclete lá no Rio Grande do Sul. Em 1999, aos 12 anos, fez sua minha primeira exposição no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, apresentando ilustrações de personagens e histórias em quadrinhos. Mais tarde, em 2012, ilustrou o jornal da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="_aacl _aacp _aacw _aacx _aad7 _aade"><a href="https://www.instagram.com/pintandosuaarte/" target="_blank" rel="noopener">Luis Carlos Santana Silva</a> </span>começou a desenhar e gostava de desenhar as imagens das figurinhas de chiclete lá no Rio Grande do Sul. Em 1999, aos 12 anos, fez sua minha primeira exposição no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, apresentando ilustrações de personagens e histórias em quadrinhos. Mais tarde, em 2012, ilustrou o jornal da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ana Íris do Amaral.</p>
<p>De 2013 a 2020, ele fez um curso de desenho onde aprendeu diversas técnicas diferentes e se apaixonei pela pintura em tela e pelo giz pastel oleoso. Com os trabalhos produzidos nesse período, fez duas exposições: uma em 2014, também no TRF4, e outra em 2017, na Câmara Municipal de Porto Alegre, onde mostrou desenhos coloridos e em preto e branco, elaborados em giz pastel oleoso, lápis de cor e grafite, que retratavam animais, rostos, super-heróis e paisagens.</p>
<p>Nos anos mais recentes, ele passou a ganhar maior notoriedade no mundo das artes chegando, até mesmo, a participar da feira do livro de Porto Alegre em 2018 e 2019. Palestras e oficinas de desenho também fizeram parte da carreira desse artista que recentemente foi convidado a expor no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Louvre" target="_blank" rel="noopener">Museu do Louvre</a> &#8211; um dos maiores importantes do mundo.</p>
<p>Confira a entrevista que fizemos com ele e apoie este artista brasileiro:</p>
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<h3>Como sua família recebeu sua decisão de viver de arte e como você lida com a parte de vendas?</h3>
<p>Quando eu decidi viver da arte a minha família me apoio muito bem e me apoiam até hoje. A maioria das minhas vendas eu faço através do Instagram e dos meus amigos que divulgam o meu trabalho.</p>
<h3>O que a exposição na televisão te trouxe de bom e como você compara ela com a sua atuação online através das redes sociais?</h3>
<p>Depois que eu apareci na televisão minha vida proficional mudou muito e meus seguidores não pararam de subir. A primeira vez que apareci foi na Record tv depois que foi ao ar o programa recebi muitos pedidos de desenhos e pinturas. Na mesma semana apareci na RBS tv no programa posso entrar quando apareci no programa triplicou os pedidos de desenhos e telas de pessoas que moravam fora do Brasil. Eu divulgo muito os meus trabalhos de pets nas redes sociais marcando marcas de produtos lojas isso me ajudou muito até agora</p>
<h3>Como você recebeu o convite para expor no Museu do Louvre em Paris e como planeja concretizar sua participação?</h3>
<p>O convite pra participar da exposição no museu do Louvre acontece através de uma curadora de arte. ela viu os meus trabalhos na Internet e gostou das pinturas de pets em pop arte que eu faço e foi aí que surgiu o convite. Infelizmente não vou poder participar esse ano da exposição na França pq os valores são alto pra ir até participar da exposição e pra mandar os trabalhos também. Mais futuramente quero expor lá oportunidades não vão faltar.</p>
<h3>A que tipos de eventos e exposições você gosta de levar a sua arte e como você faz networking com outros artistas?</h3>
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<div class="_aacl _aaco _aacu _aacx _aad6 _aade">Gosto de participar de eventos em lugares públicos aonde tem parques que é o local aonde mais tem donos de pets. Assim levo bastante trabalhos de cachorros gatos. Participo de um grupo de desenhista no whats e no Instagram aonde trocamos dicas de arte mostramos nossos trabalhos e desenhamos juntos. O grupo se chama desenhando juntos.</div>
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<div class="_aacl _aaco _aacu _aacx _aad9 _aadf">
<div class="_aacl _aaco _aacu _aacx _aad6 _aade">Eu comecei a viver da arte depois que perdi o meu emprego no começo da pandemia. Meu irmao mais velho foi o incentivador a dar o primeiro passo pra mim viver da arte. Ele foi o meu primeiro cliente pedindo 2 telas pra por na casa dele.</div>
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<div>Gostou da história deste dedicado artista, então siga o seu perfil nas redes sociais e deixe o seu comentário na foto favorita com a hashtag <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/instrevinsta/">#instrevinsta</a> para ele saber que você já conhece a trajetória dele.</div>
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		<title>Músico e produtor de podcasts Toni Laet conta sua história e sua rotina em nova fase profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Oct 2021 09:44:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil Artístico]]></category>
		<category><![CDATA[Ator]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[Inheritance]]></category>
		<category><![CDATA[Mamão Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[músico]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Senhor Visconde]]></category>
		<category><![CDATA[Spotify]]></category>
		<category><![CDATA[videomaker]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toni Laet é ator, músico e videomaker. Possui trabalhos divulgados em diversos meios televisivos, radiofônicos, empresariais e plataformas de áudio e vídeo na internet. 1. Como começou sua história com a engenharia de áudio e produções audiovisuais? Comecei no audiovisual em 2005, quando entrei no curso de Bacharelado em Comunicação Social (Rádio e TV) e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/musico-e-produtor-de-podcasts-toni-laet-conta-sua-historia-e-sua-rotina-em-nova-fase-profissional/">Músico e produtor de podcasts Toni Laet conta sua história e sua rotina em nova fase profissional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle"><a href="https://www.instagram.com/tonilaet/?hl=pt" class="broken_link">Toni Laet</a> é ator, músico e videomaker. Possui trabalhos divulgados em diversos meios televisivos, radiofônicos, empresariais e plataformas de áudio e vídeo na internet.</p>
<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/artist/1xRIv5Uagp76dmwuRMtWuV?utm_source=generator" width="100%" height="380" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<hr />
<h3></h3>
<h3 class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">1. Como começou sua história com a engenharia de áudio e produções audiovisuais?</h3>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">Comecei no audiovisual em 2005, quando entrei no curso de Bacharelado em Comunicação Social (Rádio e TV) e de lá pra cá passei por canais de televisão, produtoras e agências até criar a <strong>Mamão Filmes</strong> com + 3 sócios em 2019 e o estúdio Mamão no fim de 2020.</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">Antes do áudio e do vídeo veio a música e ela me deu algum conhecimento sobre o comportamento das ondas sonoras e me levou a diversos estúdios de música me ativando a percepção do comportamento sonoro nos diversos ambientes.</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">A engenharia de áudio foi a necessidade do conteúdo de podcast que começou a aparecer, pra mim inicialmente com o Nóiz com Emicida em 2018 onde eu levava meus equipamentos até o estúdio do Laboratório Fantasma. Era um esquema mais compacto, uma outra realidade é a que o <a href="https://www.youtube.com/c/BENYURPodcastOficial/?sub_confirmation=1"><strong>Ben-Yur podcast</strong></a> trouxe aqui no Mamão. Eu já tinha algumas coisas por conta do Nóiz e o Bento trouxe outras, aí foi um trampo juntar tudo pra que funcionasse de forma satisfatória. Muitas coisas ainda tivemos que comprar pra completar o setup completo que estamos utilizando. E ainda pretendemos comprar outras coisas no futuro pra melhorar cada vez mais.</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">O público ajudou bastante no decorrer do tempo com dicas e feedback.</p>
<h3 class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">2. Quais foram suas primeiras músicas e como você definiria o estilo musical das suas criações atuais?</h3>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">Minhas primeiras composições musicais foram numa banda com uns amigos na escola, destaque pro Daniel de Sá que continua tocando comigo até hoje, chamava <strong>Catacumb´s</strong> e era uma mistura de sonoridades extremas com pouco conhecimento musical. Alí não tínhamos instrumento fixo, as vezes eu tocava guitarra, as vezes bateria, as vezes cantava. Acho que fizemos umas 4 ou 5 músicas que apenas alguns amigos tem em fita cassete. Soldado do Inferno, Morte aos não roqueiros e Total Destruction são nomes de músicas que me lembro dessa banda rs Alguns anos depois, montei uma banda mais séria que chamava SeriA (séria) e rolava uma mistura de punk, hard rock e metal. Nessa desenvolvi muito mais a questão de composição porque além de músico/ baixista eu era vocalista/ letrista tb.</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">Hoje em dia eu não busco me prender a estilos musicais apesar do rock ser a base do meu ser musical, o lado progressivo vem se desenvolvendo mais e mais e com isso a liberdade criativa se expande podendo usar outros timbres, instrumentos e também sonoridades eletrônicas. Talvez por isso, se for pra definir mesmo, rock progressivo tanto pra <strong>Inheritance</strong> quanto pra Senhor Visconde, apesar de serem completamente diferentes. hahahaha</p>
<h3 class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">3. Como você avalia a crescente popularidade dos podcasts e a necessidade atual de a maioria deles terem a gravação do vídeo tambem?</h3>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">Acho que esse boom de podcast veio numa boa hora, pra ajudar na sanidade mental, pra ser uma companhia e um resquício de vida social de forma segura na pandemia.</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">A relação com lançar em vídeos tem a ver com uma maior procura por conteúdos em vídeo, e ter plataformas de vídeo que recebem mais visitas que as plataformas de áudio. Posso dizer, por acompanhar os números diariamente que somos muito mais vistos no YouTube do que ouvidos no Spotify. Uma outra questão é por quê dos espectadores hoje aceitarem conteúdos em vídeo mais extensos. Em 2018, no podcast Nóiz eu tinha que cortar muito material porque o conteúdo final deveria ter 25 min. A gravação durava entre 45m e 1h.</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">Outros tempos, outras manias.</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">Nessa questão, acho melhor os tempos atuais em que o papo todo vai ao ar sem edições e sem a necessidade de deixar a conversa sempre pra cima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">4. Quais são os desafios técnicos que vocês enfrentaram na criação e quais são os trabalhos administrativos atuais na produção do Ben-Yur Podcast?</h3>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">O maior desafio técnico foi entender como fazer uma simbiose dos meus equipamentos com os do Bento. O conhecimento veio na pratica, testando, errando, refazendo, trocando cabos, trocando a ordem das coisas rs claro que atrelando isso a tutoriais e reviews sobre a funcionalidade de cada equipamento.</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">As questões administrativas ficam por conta da Jessica Matoso e do Yuri.</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">Organizando agenda, pontualidade, cortes, cerveja na geladeira, higienização, etc</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Indique cinco pessoas interessantes para participar de uma <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/entrevinsta/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#entrevinsta</a> como esta.</h3>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">@rafael.zandona (meu sócio na mamão, especialista em pós produção e tecnologia digital e guitarrista Senhor Visconde)</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">@jessica_matoso (minha sócia na mamão e na vida, produtora e gerente do Ben-Yur podcast)</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">@delaetmusic (Miguel, meu irmão, luthier, músico e marketeiro)</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">@estudiogr (Daniel de Sá, proprietário estúdio GR e baterista Inheritance)</p>
<p class="v1gmail-MsoListParagraphCxSpLast">@ulissesbalbino (diretor de criação Pichorra Filmes e cantor/compositor Senhor Visconde)</p>
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		<title>Podcaster, Roteirista e Diretor de programas de TV: Yuri Moraes do Ben-Yur Podcast</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Oct 2021 15:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Yuri Moraes é  autor, roteirista, diretor e. Trabalhou em programas como The Noite (SBT), Gigablaster (Gloob), Casseta &#38; Planeta (Globo), Furo MTV, Comédia MTV, VMB e Hermes &#38; Renato (MTV), entre outros. Também é co-criador e sócio do selo de quadrinhos Bruttal no portal Omelete e autor da série Venha a Nós o Vosso Reino. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<div><a href="https://linktr.ee/yurimoraes" target="_blank" rel="noopener">Yuri Moraes</a> é  autor, roteirista, diretor e. Trabalhou em programas como The Noite (SBT), Gigablaster (Gloob), Casseta &amp; Planeta (Globo), Furo MTV, Comédia MTV, VMB e Hermes &amp; Renato (MTV), entre outros.</div>
<div></div>
<div>Também é co-criador e sócio do selo de quadrinhos Bruttal no portal Omelete e autor da série Venha a Nós o Vosso Reino. Publicou as <a href="https://www.ugrapress.com.br/nossos-lancamentos/outros1/garoto-mickey/" target="_blank" rel="noopener">HQs Garoto Mickey (Dobra Editorial, 2011)</a> e Wasteland Scumfucks: Terra do Demônio (Veneta, 2017). Atualmente está apresentando o <a href="https://www.youtube.com/benyurpodcastoficial" target="_blank" rel="noopener">podcast BEN-YUR</a> ao lado de Bento Ribeiro (Furo MTV).</div>
<div></div>
</div>
<div>
<hr />
</div>
<div>
<div>
<h3><strong>1. Quando começou seu interesse pelo desenho e pelo mundo das artes? Quem são suas maiores inspirações?</strong></h3>
</div>
</div>
<p>Desde muito cedo, Turma da Mônica foi uma entrada, mas lembro de pirar muito em Asterix quando era criança. Quando cresci mais acho que Beavis and Butt Head, South Park e todas essas animações malucas de comédia.</p>
</div>
<div>
<div>
<div>
<h3><strong>2. Quando você resolveu criar seu primeiro quadrinho publicável e como foi o processo de criação?</strong></h3>
</div>
</div>
<p>Meu primeiro livro foi o Garoto Mickey, que está completando 10 anos de lançamento agora, com uma edição nova pela Ugra Press. Eu comecei postando páginas quase diariamente no meu site, meio sem saber onde ia parar. Dois anos depois, tinha um livro de mais de 210 páginas. Foi um caminho bem doido, mas adorei ter começado assim.</p>
</div>
<div>
<div>
<div>
<h3><strong>3. Como você define seu estilo de desenho e das histórias que você cria?</strong></h3>
</div>
</div>
<div>Eu não gosto de me definir demais. Acho que é algo ruim, ficar tentando se definir demais. Uma cois aque tento sempre fazer é pegar algum conceito complexo e tentar deixar o mais acessível possível. As vezes eu consigo acertar nisso.</div>
<div>
<div>
<h3><strong>4. Em que momento você se tornou roteirista de programas e o que você faz quando ocupa essa posição?</strong></h3>
</div>
</div>
<div></div>
<p>Eu comecei a trabalhar com audiovisual com meus amigos de uma maneira um pouco mais profissional um pouco antes da existencia do Youtube. Quando o Youtube surgiu, tínhamos alguns curtas pra postar lá e isso chamou atenção de grandes agencias de publicidade. Começamos a trabalhar bastante e isso chamou atenção da MTV, que foi onde consegui meu primeiro trabalho como roteirista de TV.</p>
</div>
<div></div>
<div>Cada trabalho de roteiro é um pouco diferente, mas nos de humor que não são ficção é meio escrever na voz de quem está apresentando e colocar piadas e situações engraçadas na boca deles.</div>
<div>
<div>
<div>
<h3><strong>5. Quais são os programas de TV você participou e como isso te enriqueceu como um profissional da área?</strong></h3>
</div>
</div>
<div>Poxa, vários. Furo MTV, Hermes &amp; Renato, Casseta &amp; Planeta, Comédia MTV, Gigablaster, entre outros. O que fiquei mais tempo é o The Noite. Acho que me ensinou muita coisa como artista, principalmente paciência e humildade de entender que nem tudo é sobre você.</div>
<div>
<div>
<h3><strong>6. Quando e porque você resolveu criar o seu próprio podcast?</strong></h3>
</div>
</div>
<div>Eu sempre gostei muito do WTF com o Marc Maron, e nunca entendi porque ninguém tinha feito isso aqui ainda. Fiquei enrolando anos e anos com essa ideia, até porque não sei se queria realmente me expor tanto por muitos anos. O Bento se tornou um amigo nesses anos todos e sempre me chamava pra fazermos algo juntos e eu sempre reclinava. No ultimo ano, com tudo maluco e eu parado em casa mais que o normal, decidi realmente ter coragem de seguir em frente com muitos planos que sempre deixava pra depois e o podcast foi um deles. Era um momento que fazia sentido começar um podcast no Brasil e quando liguei pro Bento, ele estava na mesma sintonia que eu.</div>
<div>
<div>
<h3><strong>7. Como você avalia a crescente relevância dos podcasts nas nossas vidas e quais são as perspectivas futuras para esse mercado?</strong></h3>
</div>
</div>
<p>Cara, eu acho maneiro que tenham mais opções, mas sinceramente parei de consumir quase que totalmente depois que comecei a produzir com mais frequencia.</p>
</div>
<div>
<div>
<div>
<h3><strong>8. No Ben-yur você não só chega e grava. O que faz um bom programa?</strong></h3>
</div>
</div>
<p>Eu acho que a gente tem uma voz única e estamos conseguindo projetar ela, não só literalmente, mas como na ambiencia e ideias mais malucas que a gente tem e estamos adaptando a esse formato do podcast brasileiro. Acho que estamos conseguindo nos destacar na substancia pouco a pouco.</p>
</div>
<div>
<div>
<h3><strong>9. Quais são os podcasts que você mais ouve?</strong></h3>
</div>
<p>Não tenho escutado mais. Eu escuto o WTF ou o Joe Rogan quando tem alguém muito interessante como o Tarantino ou o Dave Chapelle.</p>
</div>
<div></div>
<div></div>
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		<title>Realismo, raízes e dedicação: Márgiore Mariano [#Entrevinsta]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayan Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2020 10:55:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Márgiore Mariano, transformando mente através da arte. 1. Quem são as pessoas que mais te inspiram a criar? Quem mais me inspira a criar verdadeiramente sou eu. Também todas as pessoas que amo, me inspiram a desenhá-las. Pois me dá muita felicidade proporcionar tamanha alegria às pessoas apenas com um desenho delas. Pra mim é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div dir="auto" data-speechify-sentence=""><a href="http://artesdamargiore">Márgiore Mariano</a>, transformando mente através da arte.</div>
<div dir="auto"></div>
<h4 dir="auto" data-speechify-sentence=""><b data-speechify-sentence="">1. Quem são as pessoas que mais te inspiram a criar?</b></h4>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">Quem mais me inspira a criar verdadeiramente sou eu. Também todas as pessoas que amo, me inspiram a desenhá-las. Pois me dá muita felicidade proporcionar tamanha alegria às pessoas apenas com um desenho delas. Pra mim é simples, para as pessoas é um carinho enorme.</div>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">
<h4 dir="auto"><span style="font-size: large;"><b data-speechify-sentence="">2. Como suas experiências da de vida te formaram como artista?</b></span></h4>
<div dir="auto" data-speechify-sentence=""> Em tudo, quando criança desenvolvi habilidades relacionadas a minha coordenação fina que me proporcionaram maior facilidade no aprendizado do desenho.</div>
</div>
<div dir="auto"><span style="font-size: large;"><b> </b></span></div>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">
<h4 dir="auto"><span style="font-size: large;"><b>3. Quando você passou a se considerar artista?</b></span></h4>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">A partir do momento que me reconheci capaz de desenvolver uma arte e vendê-la.</div>
</div>
<h4 dir="auto" data-speechify-sentence=""><span style="font-size: large;"><b data-speechify-sentence=""> 4. Como você lida com bloqueio criativo?</b></span></h4>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">Normalmente meu bloqueio criativo passa quando assisto algum desenhista que eu admiro. Minha dica é essa, procurar vídeos ou Instagram de pessoas que te inspiram, isso levanta uma vontade em nós de desenhar, desbloqueando a preguiça e falta de vontade. Pelo menos pra mim funciona.</div>
<div dir="auto"><b> </b></div>
<h4 dir="auto" data-speechify-sentence=""><b data-speechify-sentence=""> 5. Para você, a arte deve ter função social? </b></h4>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">A arte é sim uma função social, sem sombra de dúvidas. Pode trazer um menino e menina que não tem condições a aprender e desenvolver um desenho e muitas vezes até vender suas obras, gerando assim em suas vidas já um conceito valoroso de trabalho. Como também o afasta de drogas e outras coisas que possam ir de encontro a ele se não estivesse engajado com a arte e o aprendizado. Assim como também pode passar valores e conceitos através de outras vertentes, como cartoon, quadrinhos, grafites entre outros.</div>
<div dir="auto"><b> </b></div>
<h4 dir="auto" data-speechify-sentence=""><b data-speechify-sentence=""> 6. Você já considerou levar a sua arte para museus e exposições?</b></h4>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">Nunca pensei, caso acontecesse ficaria sim muito honrada. Eu adoro museus de arte e exposições, pois vejo que dentro de cada um de nós existem uma forma diferente de se expressar. Vejo que isso é único e que Deus nos deu. Como cada digital não é a mesma, assim Deus nos fez com configurações diferentes e maneiras diferentes de pensar, por isso a arte é tão rica, pois não carrega apenas uma visão, mas várias.</div>
<div dir="auto"></div>
<h4 dir="auto" data-speechify-sentence=""> <span style="font-size: large;"><b data-speechify-sentence="">7. Como podemos fazer com que a arte seja mais valorizada no Brasil?</b></span></h4>
<p dir="auto" data-speechify-sentence="">Acredito que isso se dá porque as pessoas não conseguem priorizar isto, pois em suas vidas já existem outras prioridades. Eu percebo, que muitos me valorizam e gostam do meu trabalho, mas na hora de pagar por uma obra não são todos que aceitam os valores, isso se dá a nossa sociedade que infelizmente muitas vezes não tem dinheiro mesmo para gastar com isso. A culpa não é do brasileiro. Acredito que cada um de nós é capaz de começar a mudar a história de sua vida e correr atrás do que ama, assim poderá ter poder aquisitivo e tempo para apreciar tal arte. Como vão apreciar algo, se nem tempo para família as pessoas de hoje em dia tem, por tanto trabalhar.</p>
<div dir="auto"></div>
<h4 dir="auto" data-speechify-sentence=""><b><span style="font-size: large;" data-speechify-sentence="">8. Como as redes sociais auxiliam o desenvolvimento do seu trabalho?</span></b></h4>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">As redes sociais são os pilares dessa enorme revolução digital. Mudou a minha vida totalmente, a autoridade que uma rede social emprega é enorme, hoje para sermos relevantes precisamos estar conectados a pessoas, e assim nossa mensagem será ouvida. Hoje minha rotina se dá ao acordar até dormir voltada para meu curso de desenho que desenvolvi, e a validar minhas redes sociais com autoridade sobre o assunto.</div>
<div dir="auto"></div>
<h4 dir="auto" data-speechify-sentence=""><b><span style="font-size: large;" data-speechify-sentence="">9. Como está sendo pra você fazer parte do #CPBRartistas?</span></b></h4>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">Foi uma oportunidade linda que me proporcionou mostrar minha arte e como me comunico com meu público.</div>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">Estou adorando a ideia de um desenho meu realizar a felicidade de alguém.</div>
<div dir="auto"></div>
<h4 dir="auto" data-speechify-sentence=""> <b><span style="font-size: large;">10. Mande um recado de positividade ao nosso público que pode estar </span></b><span style="font-size: large;"><b data-speechify-sentence="">passando por  momentos difíceis agora? </b></span></h4>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">Vou finalizar com uma frase que mexe muito comigo:</div>
<blockquote data-speechify-sentence="">
<div dir="auto" data-speechify-sentence=""> &#8220;NÃO DIVIDO O MUNDO ENTRE OS FRACOS E OS FORTES OU ENTRE SUCESSOS E FRACASSOS, DIVIDO O MUNDO ENTRE OS QUE APRENDEM E OS QUE NÃO APRENDEM.&#8221;</div>
</blockquote>
<div dir="auto" style="text-align: right;" data-speechify-sentence=""><strong>Benjamim Barber.</strong></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto" data-speechify-sentence="">Acredito que podemos ser tudo na vida, basta nos dispor a aprender. Desenho é uma dessas coisas. Quando decidimos aprender, chegamos aonde queremos. e você? tem aprendido na vida e se</div>
<div dir="auto" data-speechify-sentence=""> tornado um sucesso? ou para diantes das dificuldades? Escolha sempre APRENDER, mesmo quando for difícil, essa mentalidade te levará a caminhos maiores cada vez mais.</div>
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		<title>Tela, tinta e talento com Eduardo Poley [#entrevinsta]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayan Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 12:03:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O carioca Eduardo Poley, mais conhecido como Dum, começou sua carreira como grafiteiro aos 14 anos e hoje, aos 29 anos, mora no interior de São Paulo. Formado em Desenho Industrial com MBA em Markentig, ele cria suas artes em casa e utiliza as redes sociais para se comunicar com o seu público. 1. A [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/tela-tinta-e-talento-com-eduardo-poley-entrevinsta/">Tela, tinta e talento com Eduardo Poley [#entrevinsta]</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-speechify-sentence="">O carioca <a href="https://www.instagram.com/edu.dum/" class="broken_link">Eduardo Poley</a>, mais conhecido como Dum, começou sua carreira como grafiteiro aos 14 anos e hoje, aos 29 anos, mora no interior de São Paulo. Formado em Desenho Industrial com MBA em Markentig, ele cria suas artes em casa e utiliza as redes sociais para se comunicar com o seu público.</p>
<h4 data-speechify-sentence="">1. A partir de quando você passou a se considerar um artista profissional?</h4>
<p data-speechify-sentence="">R: Essa palavra tem um peso muito grande, então até hoje eu acho estranho quando alguém me chama de artista, mas sim, desde o momento que a arte fez parte da minha vida eu me tornei um artista. A arte é algo inexplicável, não é só pegar um caderno e desenhar, você se torna artista a partir do momento que tudo que você vê e pensa tem a ver com cor e composição.</p>
<h4>2. Como você entrou pro grafite e como suas experiências nessa cultura influenciaram sua formação como artista?</h4>
<p data-speechify-sentence="">R: Conheci o graffiti na escola quando tinha 16 anos, um amigo meu me viu desenhando e me apresentou para outro amigo que já grafitava, desde então nunca mais saiu da minha vida, eu devo tudo ao graffiti inclusive a minha profissão que eu só escolhi pq tinha a ver com o graffiti. Pintar na rua é aprender no dia a dia como a vida é diferente pra cada pessoa, e conhecer gente nova, e saber chegar para pintar em uma comunidade ou até mesmo rir quando alguém te ofende por não saber do que se trata. Isso influencia não só na minha arte hoje em dia como na minha vida como ser humano.</p>
<h4>3. Como a experiência no mercado publicitário enriqueceram artisticamente suas criações e te deram uma visão melhor sobre o mercado atual?</h4>
<p data-speechify-sentence="">R: Isso é algo muito estranho pra mim, eu sempre fiz propaganda com as pessoas ou as empresas delas, mas hoje em dia eu faço pra mim, tirar uma foto boa, mostrar os bastidores, fazer um vídeo, falar com meu publico alvo, isso tudo eu aprendi na publicidade.</p>
<h4>4. É possível viver só de arte no Brasil? Como você conseguiu isso?</h4>
<p data-speechify-sentence="">R: É possível, mas é difícil, eu ainda estou nesse processo. Existe uma diferença de trabalhar com o que você gosta e não ganhar muito dinheiro ou então demorar pra ganhar e trabalhar como o que você sabe que vai ter dar uma boa condição financeira, porem, não é o que você ama. Hoje em dia eu busco a felicidade, trabalhar com o que eu gosto e com o que alimenta a minha alma, mas ao mesmo tempo tenho que pensar nas responsabilidades em casa, com a família, com o futuro. Então eu estou bem nessa transição de vida.</p>
<h4>5. A arte deve ter função social ou ela deve ser somente pra admiração do seu apreciador? Em que pontos sensíveis você toca com a sua arte?</h4>
<p data-speechify-sentence="">R: A arte no Brasil deveria ter mais incentivo desde a infância para todos, somos um país que não valorizamos a arte. O graffiti é umas das artes que conseguem chegar em crianças humildes mais rápido, é muito mais fácil ela ver um artista pintando na sua comunidade do que ter condições de entrar em uma galeria, infelizmente. Como graffiteiro já fiz parte de um projeto social que levava arte para as crianças da comunidade do Jacarezinho &#8211; Zona Norte RJ.</p>
<h4>6. Você já pensou em apresentar sua arte em museus e exposições ou prefere que ela estava na rua e na casa das pessoas? Qual é a importância de cada um desses lugares pra você?</h4>
<p data-speechify-sentence="">R: Sim, tenho esse objetivo hoje em dia, futuramente levarei as minhas telas para algumas galerias, no momento estou em processo de transição do graffiti para os quadros e aproveitando o momento. Mas jamais deixarei as ruas de lado, costumo dizer que o graffiti te liberta, quando você faz um desenho na rua se ficar bom todo mundo gosta, se não ficar bom eu gosto, naquele momento não existe aprovação do cliente, é libertador, sem contar a adrenalina que pra mim é a pior droga que existe.</p>
<h4>7. Porque o brasileiro não tem o costume de pagar por esse tipo de experiências e o que deve ser mudado para que nossos compatriotas acostumem-se a apreciar a arte e também a apoiar os artistas através da aquisição das peças criadas pelos seus artistas favoritos?</h4>
<p data-speechify-sentence="">R: Acho que isso é cultural, o Brasil é um país muito atrativo em outros aspectos, mas parece difícil sair de casa para ir em uma galeria. A arte chega mas de um modo mais acomodado, muitos vêm filmes mas nunca saíram para ir em um circo, até leem um livro em casa mas não saem para ir ao teatro, e na hora de pagar só pagam pra o que estão vendo e não ligam para o sentimento que foi passado naquela tela, enfim, não são todos, mas a maioria. O alto custo atrapalha também, é mais barato assinar a Netflix do que pagar 40,00 em um cinema.</p>
<h4>8. Como as redes sociais ajudam a sua carreira a se profissionalizar e a ganhar um reconhecimento maior do público e quais são suas rotinas de trabalho?</h4>
<p data-speechify-sentence="">R: Hoje em dia a rede social é o meio mais rápido de entrar na casa de uma pessoa com o baixo custo, na tv você só vê as grandes marcas, no jornal e na rádio as grandes e médias, nas redes sociais qualquer empresa e pessoa. A minha rotina de marketing usando as mídias são: pintar em uma semana e gerar muito conteúdo, eu mesmo filmo com meu celular em um tripé, na semana seguinte eu posto nos stories depois de ver o que é bom e excluir o ruim, as vezes gero conteúdo pra 2 semanas e vou postando aos poucos, isso gera engajamento e curiosidade. Depois de uns 20 dias que postei nos stories eu posto no feed, isso faz com que as pessoas relembrem o seu conteúdo, assim não cai em esquecimento, e pra entrar mais ainda na cabeça das pessoas eu posto 3 fotos uma de cada ângulo em dias diferentes, todas elas eu boto um stories mostrando como tirei aquela foto. Isso tudo eu testei e vi que era a melhor forma, tá aí  uma boa dica pra galera.</p>
<h4>9. Como está sendo pra você fazer parte do #CPBRartistas e o que você espera das próximas semanas?</h4>
<p data-speechify-sentence="">R: Fiquei muito feliz com o convite, e também com o espaço dado para tantos artistas, a maioria desconhecido, normalmente são sempre os mesmos convidados e vocês fizeram diferente. Daqui pra frente espero viver cada dia mais do que me faz feliz.</p>
<h4>10. Mande um recado de positividade ao nosso público e explique como a arte pode melhorar a vida das pessoas que estão passando por momentos difíceis?</h4>
<p data-speechify-sentence="">R: Costumo dizer que você tem sempre que saber de tudo, de segunda guerra mundial até quem tá no paredão no BBB, o próprio Big Brother você pode tirar coisas positivas, reparar nos graffitis que lá estão, na arquitetura, no design de interior. Veja arte até onde você imagina que que não tenha, ande em um bairro antigo reparando nas sancas dos prédios, ou até mesmo nos desenhos dos bueiros. Isso tudo faz sua vida mais leve. Consumir arte não é apenas comprar uma peça caríssima ou ir em um show de um artista famoso, compre arte daquele garoto na praia que pinta em azulejo e cobra 10,00 ou então do cara na esquina que escreve poesia, minha frase pra encerrar é VALORIZE O ARTISTA INDEPENDENTE.</p>
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		<title>Facebook Shops: como usar para vender mais no atacado e no varejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 10:54:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com as Lojas do Facebook (Facebook Shops) você pode vender seus produtos facilmente, os clientes podem acessá-los através no Facebook, Instagram e Instagram Stories. Além disso, é possível personalizar a aparência de sua loja para combinar com sua marca e exibir itens criando coleções para eventos e promoções.  A configuração da sua loja leva só [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="FFpbKc" data-read-aloud-multi-block="true">
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<div class="scLCMd" data-read-aloud-multi-block="true">
<div data-speechify-sentence="">
<div class="goog-container goog-container-vertical" tabindex="-1">Com as <span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="0">Lojas do Facebook</span> (Facebook Shops) você pode <span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="2">vender seus produtos facilmente, os clientes podem acessá-los através no Facebook, Instagram e Instagram Stories. Além disso, é possível personalizar </span><span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="4">a aparência de sua loja para combinar com sua marca e e</span><span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="6">xibir itens criando coleções para eventos e promoções. </span></div>
</div>
<div tabindex="-1" data-read-aloud-multi-block="true">
<div class="FFpbKc">
<div class="ZTPlmc"></div>
</div>
<div class="dePhmb" data-read-aloud-multi-block="true">
<div class="eyKpYb" data-language="pt" data-original-language="en" data-result-index="0" data-read-aloud-multi-block="true">
<div class="J0lOec" data-speechify-sentence=""><span class="VIiyi" lang="pt"><span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="0">A configuração da sua loja leva só alguns minutos e v</span><span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="1">ocê poderá personalizá-la para se adequar à sua marca antes de torná-lo visível para seus potenciais clientes. Confira as vantagens de utilizar a FB Shops:</span></span></div>
<ul data-read-aloud-multi-block="true">
<li data-speechify-sentence=""><strong>Check-out rápido e seguro:</strong> os clientes podem comprar produtos em seu site ou diretamente no Facebook ou Instagram.</li>
<li data-speechify-sentence=""><strong>Apenas uma loja, várias vitrines:</strong> Projete e gerencie lojas no Facebook e Instagram em um só lugar.</li>
<li data-speechify-sentence=""><strong>Gerenciamento de estoque simples:</strong> Conecte um catálogo existente ou crie um novo para adicionar, promover e vender seus produtos.</li>
</ul>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
<div data-speechify-sentence="">
<div tabindex="-1">Algumas <a href="https://www.facebook.com/commerce_manager/onboarding/?initial_step=PARTNER_SELECTION">provedoras de loja virtual parceira</a> já tem a configuração facilitada &#8211; Shopify, Big Commerce, Channel Advisor, Commerce Hub, Feedonomics, CED Commerce, AdMixt, Data Caciques, ShipStation, Quipt, Zentail -, mas se você não é usuário de nenhuma delas, você pode configurar manualmente e aqui vão os passos que você deve seguir.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence="">.</div>
<div tabindex="-1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20242 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/facebook-shop-como-configurar-e-vender-online.png?resize=613%2C269&#038;ssl=1" alt="" width="613" height="269" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/facebook-shop-como-configurar-e-vender-online.png?w=613&amp;ssl=1 613w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/facebook-shop-como-configurar-e-vender-online.png?resize=300%2C132&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/facebook-shop-como-configurar-e-vender-online.png?resize=610%2C269&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 613px) 100vw, 613px" /></div>
<div class="nidPne" data-speechify-sentence="">
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<div tabindex="-1">.</div>
<div tabindex="-1"></div>
<div class="scLCMd">
<div>
<div tabindex="-1">Você pode criar uma conta de teste para aprender a configurar o <em>Commerce Manager</em> das <span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="0">Lojas do Facebook</span> , usando informações bancárias e fiscais de teste preenchidas, gerenciar o estoque de teste e fazer pedidos de teste usando cartões de crédito de teste. <a href="https://www.facebook.com/commerce_manager/onboarding/?is_test_mode=true">Clique a aqui</a> para saber como testar sua loja antes de lançá-la.</div>
</div>
<h3 tabindex="-1">Escolha um método de processamento de compra</h3>
<div tabindex="-1">Quando os clientes desejam fazer um pedido, o botão na página do item os enviará <a href="https://www.facebook.com/business/help/268860861184453?id=1077620002609475">ao seu site</a> ou ao <a href="https://www.facebook.com/business/help/2509359009104717?id=533228987210412">sistema de processamento do próprio Facebook/Instagram</a>. Adicionalmente, você tem a opção de fazer contato direto com o cliente através de mensagem &#8211; seja pelo Messenger do Facebook, pelas DM&#8217;s do Instagram ou pelo WhatsApp. Incrível, né?</div>
</div>
</div>
</div>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence="">.</div>
<h3 tabindex="-1" data-speechify-sentence="">De onde você quer vender?</h3>
<p tabindex="-1" data-speechify-sentence="">O próximo passo é conectar sua loja a uma empresa e selecionar os canais de vendas pelos quais deseja vender. Você poderá adicionar canais de vendas adicionais após terminar de configurar sua loja. Você pode utilizar uma Página do Facebook da qual você já é administrador ou criar uma página nova.</p>
<p tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Após escolher sua página, você deverá enquadrá-la em uma das seguintes categorias:</p>
<ul data-read-aloud-multi-block="true">
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Empresa ou negócio local</li>
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Empresa, organização ou instituição</li>
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Marca ou produto</li>
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Artista, banda ou figura pública</li>
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Entretenimento</li>
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Causa ou comunidade</li>
</ul>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence=""><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20255 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/configurar-p%C3%A1gina-de-vendas-facebook-instagram.png?resize=884%2C178&#038;ssl=1" alt="" width="884" height="178" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/configurar-p%C3%A1gina-de-vendas-facebook-instagram.png?w=884&amp;ssl=1 884w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/configurar-p%C3%A1gina-de-vendas-facebook-instagram.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/configurar-p%C3%A1gina-de-vendas-facebook-instagram.png?resize=768%2C155&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 884px) 100vw, 884px" /></div>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence=""></div>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Depois você poderá adicionar produtos, manualmente ou por tabelas do Microsoft Excel, e, finalmente, visualizar a sua loja antes de torná-la pública.</div>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence=""></div>
</div>
<div class="FFpbKc" data-read-aloud-multi-block="true">
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Antes de colocar seus produtos à venda, você deve verificar se estes respeitam as leis locais do seu país e as <a href="https://www.facebook.com/policies/commerce">regras de aceitação de produtos do Facebook</a>. Se restar alguma dúvida, você pode entrar em contato diretamente com a equipe do Facebook que dá suporte para as lojas, <a href="https://www.facebook.com/commerce_manager/onboarding/support/?ref=cm_onsite_onboarding_partner_selection">clicando aqui</a>.</div>
<div tabindex="-1"></div>
</div>
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		<title>Cantora Brasiliense Maíra Guedes faz sucesso em lives no Instagram e lança novo EP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 10:38:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Brasília é uma cidade musical influenciada pela profusão de culturas que interagem pelas sua quadras, bares e restaurantes. A capital do país é capaz de dar vazão à criatividade de artistas das mais diversas vertentes, resultando em um caldeirão cultural multifacetado, como é o caso de Maíra Guedes. Após muitos anos de aulas de canto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Brasília é uma cidade musical influenciada pela profusão de culturas que interagem pelas sua quadras, bares e restaurantes. A capital do país é capaz de dar vazão à criatividade de artistas das mais diversas vertentes, resultando em um caldeirão cultural multifacetado, como é o caso de <a href="https://www.instagram.com/mairaguedes/" class="broken_link">Maíra Guedes</a>.</div>
<div></div>
<div>Após muitos anos de aulas de canto e participações em show de amigos, Maíra iniciou sua carreira de maneira profissional em 2018 e, em Dezembro de 2019, lançou seu primeiro EP “Pra Florescer”, cinco composições de autoria da artista. Suas músicas têm influências do pop, nova MPB e soul. As letras falam de superação, renovação e esperança após momentos e processos difíceis.</div>
<div></div>
<div>No dia 29 de março, a artista apresentou-se no <a href="https://www.tecnoveste.com.br/snaptalks-2-0-juntos-mas-cada-um-na-sua-casa/">SnapTalks 2.o</a> com o show Pra Florescer e hoje apresentamos uma <strong><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/entrevinsta/">#entrevinsta</a></strong> especial com essa artista, que conhecemos em 2017, na <a href="https://youtu.be/m6M_nCGJaQo?t=85">Snapshop no Pier 21</a>. Maíra acredita que todos nós passamos por momentos difíceis e processos que nos moldam e nos fazem enxergar a vida e nós mesmos de uma forma diferente, por isso &#8211; segundo ela &#8211; este momento de quarentena deve ser encarado sob a mesma perspetiva.</div>
<div>
<div class="mbm _3cQHZDJnrl">
<div></div>
<blockquote>
<div>Nesse momento difícil, precisamos manter a esperança e nos alegrarmos juntos.  Esse show é pra isso. É a minha forma de trazer alegria , paz e calma para qualquer um que estiver assistindo. Espero que eu possa tocar seu coração e melhorar um pouquinho a sua quarentena 🙂</div>
</blockquote>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Quando e porque você decidiu escolher a área artística como o seu espaço de atuação internacional?</strong></p>
<p>Desde pequena, eu sempre admirei muito alguns artistas e ficava sonhando em viver as mesmas coisas que eles. Aos 11 anos eu comecei a fazer aulas de canto, percepção e teoria musical e a partir daí eu percebi que era algo que eu gostava muito e que também era uma maneira pela qual eu poderia me expressar, contar o que eu estava vivendo .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Como as experiências da sua infância e adolescência moldaram o seu gosto musical?</strong></p>
<p>Depois eu comecei a compor e esse sentimento se intensificou. Portanto, acho que eu escolhi a área artística pois eu acredito que dentro dela eu encontro ferramentas que me permitem mostrar quem eu sou e também trazer algo de bom para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. O que você fez para se qualificar como cantora. Não é só sair cantando é?</strong></p>
<p>No meu caso não foi. Eu sempre busquei um apoio técnico. Acredito que é importante estudar e evoluir sempre.</p>
<p>Comecei a fazer aula de canto aos 11 anos de idade com a professora Chris Dantas, que na época era da BSB Musical e depois dela eu passei por diversos outros professores. Faço aula até hoje.</p>
<p>Também descobri como o acompanhamento de uma fonoaudióloga pode contribuir para a saúde da voz. Pois, muitas vezes cultivamos hábitos que podem prejudicar nossa voz e também adquirimos “vícios” quando cantamos que também podem ser prejudiciais.</p>
<p>Outra coisa que fiz foi estudar bastante as cantoras que me inspiram. Observar a técnica que elas utilizam, o estilo que elas seguem e etc.</p>
<p><strong>4. Entre você pensar uma música na sua cabeça e ouvi-la na rádio tem um grande processo. Quais foram os principais passos nessa caminhada?</strong></p>
<p>Por ser o meu primeiro trabalho autoral, eu fui descobrindo esses passos pouco a pouco.</p>
<p>Antes de tudo, eu entendi que precisava estruturar minhas composições e fui ajudada pelo meu professor de canto da época, o Fernando Vaz.<br />
O meu processo de composição é sempre muito espontâneo. Eu começo a cantarolar a melodia na minha cabeça e gravo no meu celular pra não esquecer. Depois vou aperfeiçoando e buscando palavras ou notas que se encaixem melhor dentro daquela composição.</p>
<p>Quando eu achei que estava com a estrutura das músicas prontas, eu procurei alguém que pudesse fazer a parte do arranjo e também produzi-las. Quando e…</p>
<p><strong>5. Quem foram os profissionais que te auxiliaram para a composição e produção?</strong></p>
<p>A primeira pessoa que me ajudou foi o Fernando Vaz. Como eu disse anteriormente, ele era meu professor de canto na época e além de ser coach vocal ele também ajudava os alunos com as composições deles.<br />
Eu cheguei com a melodia e a letra e ele gravou as primeiras ideias de bases de piano para as músicas. Além disso ele também criou algumas outras partes para duas faixas, para fechar a estrutura delas.</p>
<p>Através do meu amigo e artista Alexandre Moreno, eu cheguei até o Rodrigo Rocha, que é um grande guitarrista e produtor de Brasília. O Rodrigo, com o auxílio do Alexandre, fez o arranjo e a produção de todas as músicas.</p>
<p><strong>6. Quais foi a primeira música deste álbum e como ela foi concebida?</strong></p>
<p>A primeira música do álbum se chama O Prato. Eu comecei a escrever essa música quando ainda morava na Nova Zelândia. Eu fui estudar inglês por um ano por lá e muitas coisas estavam mudando na minha vida. Quando eu voltei eu estava muito perdida, pois lá eu tinha um relacionamento, estava trabalhando e quando eu voltei eu não tinha mais nenhuma dessas coisas e também não sabia o que eu queria, então senti que eu e tudo ao meu redor tinha mudado e que eu não tinha nenhum controle sobre nada. O que me gerava muita angústia e vazio. E assim eu terminei de escrevê-la aqui no Brasil, em meio a esses sentimentos.</p>
<p><strong>7. Todo álbum tem um estilo ou um tema, depois das várias horas de gravação pela qual você passou, ficou alguma canção de fora desta publicação porque tinha temática diversa? Qual é o nome dela?</strong></p>
<p>Não teve nenhuma música que chegou a ser produzida mas não entrou no EP. Eu tinha algumas outras composições que estavam prontas mas que eu não achei que parecesse tanto com a mensagem das demais.</p>
<p>Uma delas se chamava Let me in. Ainda quero produzi-la um dia 🙂</p>
<p><strong>8. Das músicas que foram lançadas é difícil escolher uma como favorita, mas você poderia dizer qual seria o cenário ideal para que as pessoas ouvissem cada uma delas (em casa, dirigindo, em um restaurante etc)?</strong></p>
<p>O Prato é uma música mais densa. Eu acredito que se encaixe em um momento mais íntimo. Portanto, eu ouviria em casa, em um dia chuvoso.</p>
<p>Esperou por nós é bastante melancólica mas eu imagino que caiba bem em um ambiente aconchegante como uma cafeteria. Se ouvir tomando um capuccino, acho que fica bem interessante hahahahh</p>
<p>Velejando só fala sobre ansiedade e uma certa solidão. Pode se encaixar em um momento de reflexão ao ar livre, talvez em um local que seja perto da água e bastante arborizado.<br />
Pensando nela, me lembrei de um dia que fiquei sentada …</p>
<p><strong>9. Quais foram suas maiores inspirações para este álbum e quais estilos musicais te influenciaram para a produção dele?</strong></p>
<p>Eu tenho muitos artistas que me inspiram e lembro que trouxe várias referências para<br />
o Rodrigo.</p>
<p>Na época eu estava escutando muito uma cantora chamada Lianne La Havas e muitas coisas da nova mpb também. Trouxe ainda algumas referências da cena mais alternativa brasileira, como Céu e Tono.</p>
<p>Acho que o estilo que mais focamos foi o pop com um pouco de blues e de música alternativa.</p>
<p><strong>10. O que as pessoas que vão te ouvir a partir desta entrevista podem esperar e como elas podem fazer para ter acesso às suas músicas?</strong></p>
<p>Meu principal foco ao cantar e fazer música, é gerar uma conexão com quem está ouvindo. É tocar. Então, quem procurar minhas músicas pode esperar letras que falam de experiências e sentimentos que todos temos, expressadas por uma voz suave e arranjos pensados pra trazer á tona essas emoções.</p>
<p>As música estão em todas as plataformas digitais e também no Youtube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLiOpMMiz_P8x3a2LtCyolvDO9LolhB4mh" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/cantora-brasiliense-maira-guedes-faz-sucesso-em-lives-no-instagram-e-lanca-novo-ep/">Cantora Brasiliense Maíra Guedes faz sucesso em lives no Instagram e lança novo EP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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