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	<title>Arquivos Perfil Científico | Tecnoveste</title>
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		<title>Futuro astronauta brasileiro inicia ´pós-doutorado Georgia Institute of Technology, Dr. Ricardo Freire</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 10:58:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Freire, além de tecnovester, é comunicador científico e youtuber. Ele possui mestrado em engenharia aeroespacial na Universidade de Roma &#8220;La Sapienza&#8221;, na Itália e graduação no Instituto Militar de Engenharia (IME). Foi aceito para um Ph.D. em engenharia aeroespacial na Georgia Tech, nos Estados Unidos. Ricardo é um dos engenheiros responsáveis pelo cálculo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/umpequenop/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">Ricardo Freire</a>, além de tecnovester, é comunicador científico e youtuber. Ele possui mestrado em engenharia aeroespacial na Universidade de Roma &#8220;La Sapienza&#8221;, na Itália e graduação no Instituto Militar de Engenharia (IME). Foi aceito para um Ph.D. em engenharia aeroespacial na Georgia Tech, nos Estados Unidos. Ricardo é um dos engenheiros responsáveis pelo cálculo de manobras do satélite brasileiro SGDC e gerente técnico de diversões projetos de sistemas espaciais do Ministério da Defesa brasileiro. Além disso, criou o canal de divulgação científica sobre engenharia aeroespacial no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=9366bpxH4Zo&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener">YouTube chamado Um Pequeno Passo.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. Quando você começou a se interessar pelo espaço e como os adultos à sua volta lidaram com essa curiosidade?</h3>
<p>Gosto de espaço desde sempre, quando era criança já acompanhava as missões da NASA, lançamentos dos ônibus espaciais, etc. Quando surgiu a oportunidade de trabalhar na parte espacial aqui no Brasil, vi que era a minha chance de trabalhar com o que sempre gostei. Todos sempre tem bastante curiosidade para saber coisas sobre espaço e eu sempre gosto muito de tirar todas as dúvidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Em que momento você decidiu dedicar-se academicamente ao assunto?</h3>
<p>Logo após concluir a minha graduação, fui trabalhar no Centro de Operações Espaciais (FAB) na parte espacial. Fiz muitos cursos e treinamentos, inclusive em instituições renomadas do setor aeroespacial brasileiro como no ITA e no INPE. Porém, sempre senti a necessidade de ter uma base acadêmica para me ajudar no trabalho, daí busquei fazer o mestrado em engenharia aeroespacial e agora o doutorado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. Quais são suas áreas de expertise ou de maior interesse e porquê?</h3>
<p>Trabalho na parte de manobras orbitais, monitoramento do clima espacial e análises de colisão de objetos no espaço. Na época de criação do Centro de Operações Espaciais (COPE) eu tive a oportunidade de escolher onde eu iria trabalhar (na operação do satélite SGDC). Na época eu tinha me interessado bastante nas atividades de manobras do satélite e monitoramento do clima espacial, poucas pessoas no COPE se interessaram por isso, daí comecei nessa área e fui me especializando nela. São áreas de pesquisa e trabalho complexas, sempre tive interesse em resolver problemas complexos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. Porque se deve investir em tecnologias espaciais se ainda o saneamento básico no Brasil é tão precário?</h3>
<p>O desenvolvimento da tecnologia espacial reflete em um ganho e crescimento altíssimo de tecnologias usadas na Terra. Muitas delas já se tornaram ferramentas essenciais do dia a dia das pessoas em todo o mundo. Sem o desenvolvimento da tecnologia espacial, por exemplo, não teríamos o GPS. Difícil imaginar como seria a vida sem um sistema desses atualmente. A tecnologia espacial movimenta bilhões de dólares todo ano e tem crescido significativamente a cada ano. É algo essencial para um país que quer crescer e ganhar autonomia tecnológica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Dentro dos avanços alcançados na engenharia aeroespacial nos últimos anos, quais você considera mais impressionantes?</h3>
<p>Pra mim a chegada do homem na Lua, no programa Apollo, foi o maior feito da engenharia aeroespacial de todos os tempos, principalmente, devido às limitações tecnológicas da época. As chances da missão Apollo 8, por exemplo, que foi a primeira vez que astronautas entraram na órbita da Lua, tinha uma chance de sucesso próximo de 50%, que é muito baixo, considerando o risco para os astronautas, mesmo assim eles assumiram o risco e a missão foi um sucesso. Além do programa Apollo, a construção da Estação Espacial Internacional, o ônibus espacial, missões para Marte e a reutilização de forma operacional dos foguetes da SpaceX eu considero como outras conquistas marcantes na história da exploração espacial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. Como empresas brasileiras o Brasil pode se tornar competitivas do setor?</h3>
<p>As empresas brasileiras tem um potencial muito grande para se inserir no setor aeroespacial mundial, porém é essencial o apoio do governo no investimento para o desenvolvimento da indústria nacional. Algo semelhante ao que foi feito com a Embraer, mas ainda há pouco investimento e interesse do governo e do público nessa área espacial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>7. Como cientistas, professores e políticos brasileiros podem trabalhar para que nos próximos 10 anos o Brasil seja mais desenvolvido nessa área?</h3>
<p>Planos para o desenvolvimento nacional do setor aeroespacial existem vários. O caminho é simples: capacitar os engenheiros e centros de pesquisa nacionais/universidades, fortalecer a indústria nacional e viabilizar a sustentabilidade do setor. Mas para isso acontecer precisa de apoio político e investimento do governo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>8. Como seus estudos independentes e dentro das universidades te ajudaram a compreender maior o universo em que vivemos?</h3>
<p>O estudo acadêmico da física e da engenharia me ajudaram bastante a entender como diversos fenômenos físicos acontecem, inclusive me ajudam a realizar os procedimentos de operação do satélite com mais segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>9. Porque há uma fuga de cérebros no Brasil e porque você decidiu estudar fora?</h3>
<p>O setor espacial no Brasil ainda tem muito para se desenvolver e, infelizmente, ainda está bem atrasado com relação a vários outros países do mundo. Tinha interesse em dar continuidade na minha formação acadêmica, no caso o doutorado (Ph.D.), e aqui no Brasil não tem nenhuma universidade que oferece o doutorado em engenharia aeroespacial, então decidi fazer em outro país referência em tecnologia espacial, no meu caso os Estados Unidos.</p>
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		<title>Cientistas pretas que você precisa conhecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Clara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2021 19:14:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Deixa eu te fazer uma pergunta, quando você pensa em um cientista qual é a primeira imagem que vem na sua mente? Provavelmente é um homem e branco certo? Por muito tempo os cientistas e entusiastas pela ciência que não eram brancos foram apagados pelo racismo, a logica era simples, ou você era branco ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deixa eu te fazer uma pergunta, quando você pensa em um cientista qual é a primeira imagem que vem na sua mente? Provavelmente é um homem e branco certo? Por muito tempo os cientistas e entusiastas pela ciência que não eram brancos foram apagados pelo racismo, a logica era simples, ou você era branco ou automaticamente não servia para fazer ciência. Hoje vou mostrar algumas cientistas pretas da área de exatas para mudar um pouco sua visão.</p>
<p>Começando por Sonia Guimarães, primeira mulher preta brasileira doutora em Física, a primeira mulher preta a lecionar no ITA, estudou a vida toda em escola pública e isso não foi impedimento algum para o seu sucesso.  Tem experiência na área de física aplicada  com ênfase em Propriedade Eletroóticas de Ligas Semicondutoras Crescidas Epitaxialmente. Atualmente, Sonia é mentora Mantenedora da Faculdade Zumbi dos Palmares e trabalha com projetos que envolvam jovens carentes e marginalizados.</p>
<div id="attachment_24815" style="width: 260px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/download.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24815" class="wp-image-24815 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/download.jpg?resize=250%2C202&#038;ssl=1" alt="" width="250" height="202" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/download.jpg?w=250&amp;ssl=1 250w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/download.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /></a><p id="caption-attachment-24815" class="wp-caption-text">Sonia Guimarães</p></div>
<p>Rita de Cássia dos anjos é astrofísica e possui formação na universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, mestrado na Universidade de São Paulo. Atualmente ela é professora doutora na universidade federal do Paraná, e trabalha com <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Raio_c%C3%B3smico">raios cósmicos de energia acima de 1 EV</a>. Mas não para por aí! Atualmente ela é membro do Observatório de Raios Cósmicos Pierre Auger, na Argentina, em 2020 foi premiada com o prêmio Programa para Mulheres na Ciência, promovido pela L&#8217;Oréal Brasil, Unesco Brasil e Academia Brasileira de Ciências, e em 2021 tornou-se membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências.</p>
<div id="attachment_24822" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Rita.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24822" class="wp-image-24822 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Rita.png?resize=300%2C268&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="268" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Rita.png?resize=300%2C268&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Rita.png?w=534&amp;ssl=1 534w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-24822" class="wp-caption-text">Rita de Cássia</p></div>
<p>Viviane dos Santos Barbosa, é uma pesquisadora Baiana, estudou química por 2 anos na universidade federal da Bahia e depois foi para a Holanda para estudar engenharia química e bioquímica na Delft University of Technology. Desenvolveu um produto catalisador que reduz a emissão de gases poluentes, através de uma mistura de Paladium e Platina. Com isso seu trabalho recebeu a premiação máxima entre 800 trabalhos, esse projeto foi realizado na própria universidade onde estudava na época e levou como critério a relevância científica e a apresentação</p>
<div id="attachment_24825" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/DrBrRM-X0AYDdrJ.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24825" class="wp-image-24825 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/DrBrRM-X0AYDdrJ.jpg?resize=300%2C171&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="171" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/DrBrRM-X0AYDdrJ.jpg?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/DrBrRM-X0AYDdrJ.jpg?w=635&amp;ssl=1 635w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-24825" class="wp-caption-text">Viviane dos Santos</p></div>
<p>Agora, se você curte redes sociais e não tem muito tempo para se dedicar aos estudos de ciência, recomendo duas cientistas para te introduzir ao mundo da ciência de forma descontraída e bem humorada.</p>
<p>A primeira é a Carleane do <a href="https://www.instagram.com/fisica.preta/" class="broken_link">@fisica.preta</a> no Instagram. Atualmente Carleane é doutoranda em Física com foco na caracterização eletroquímica de interfaces metal, ou semicondutor para aplicação em supercapacitores e baterias. Faz divulgação sobre seus trabalhos e ensinando ciência em várias mídias sociais como o <a href="https://www.youtube.com/channel/UCXHSHtYX9_X4QBP6ZEic1VQ">youtube</a> e <a href="https://www.tiktok.com/@fisica.preta?lang=en">Tik tok</a>  .</p>
<div id="attachment_24823" style="width: 179px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/1.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24823" class="wp-image-24823 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/1.jpeg?resize=169%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="169" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/1.jpeg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/1.jpeg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/1.jpeg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/1.jpeg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/1.jpeg?w=950&amp;ssl=1 950w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /></a><p id="caption-attachment-24823" class="wp-caption-text">Carleane do @fisica.preta</p></div>
<p>Kananda Eller é química, modelo e palestrante e atualmente é mestrando em Ciências da Educação. Eller faz divulgação nas mídias sociais como<a href="https://www.instagram.com/deusacientista/" class="broken_link"> instagram </a> , <a href="https://twitter.com/deusacientista">twitter  </a>, <a href="https://www.tiktok.com/@deusacientista?_d=secCgYIASAHKAESMgowatUdc9lErKxITTe3PMsjMWEPW%2BhLyZkn%2B2II%2FDVf0zNOwpXSsFVjghQFzgOrLtWhGgA%3D&amp;_r=1&amp;language=en&amp;sec_uid=MS4wLjABAAAALFBzQHM6rdJys_gBWnnNsM_-esUqO5Zi6PQtH-EwnJpWuJmmdstfmRWtwQzNJNZH&amp;sec_user_id=MS4wLjABAAAALFBzQHM6rdJys_gBWnnNsM_-esUqO5Zi6PQtH-EwnJpWuJmmdstfmRWtwQzNJNZH&amp;share_app_id=1233&amp;share_author_id=6898425446745097222&amp;share_link_id=B0966FD3-FE93-47EC-8C44-69D99355126A&amp;source=h5_m&amp;tt_from=copy&amp;u_code=dfi1mm7626mkc0&amp;user_id=6898425446745097222&amp;utm_campaign=client_share&amp;utm_medium=ios&amp;utm_source=copy">Tik Tok</a>  e <a href="https://www.youtube.com/channel/UCL9zMpwKOvObGH_oRP_z2nw">youtube</a> .</p>
<div id="attachment_24824" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/E3PmIVoX0AY1AnJ.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-24824" class="wp-image-24824 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/E3PmIVoX0AY1AnJ.jpg?resize=200%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/E3PmIVoX0AY1AnJ.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/E3PmIVoX0AY1AnJ.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/E3PmIVoX0AY1AnJ.jpg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/06/E3PmIVoX0AY1AnJ.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a><p id="caption-attachment-24824" class="wp-caption-text">Kananda Eller</p></div>
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		<title>Cientista, carismático e estudioso &#8211; O Pesquisador Meykson A. Silva, acredita que  – “A ciência é a base da harmonia social&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 13:54:02 +0000</pubDate>
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<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/quem_faz_ciencia_no_brasil-2/">Cientista, carismático e estudioso &#8211; O Pesquisador Meykson A. Silva, acredita que  – “A ciência é a base da harmonia social&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho do Pesquisador Meykson A. Silva.</p>
<p>Ele fez graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco no Centro Acadêmico de Vitória. Atualmente é doutorando em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco onde analisa o perfil proteico da peçonha de escorpiões do nordeste do Brasil, e os efeitos biológicos e farmacológicos das toxinas destes. Tem como áreas de interesse: Comportamento Animal, Toxinologia, Proteômica, Genotoxicidade e Mutagênese.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: Se apresente e me fale sobre seu trabalho atual?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> <strong>“</strong>Me chamo Meykson Alexandre da Silva, sou licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE/CAV, fiz mestrado em Ciência Animal Tropical com ênfase em Morfofisiologia e Reprodução nos Trópicos pela Universidade Federal Rural de Pernambuco &#8211; UFRPE e atualmente sou doutorando em Ciências Biológicas com ênfase em Produção, Purificação, Caracterização e Aplicação de Biomoléculas Bioativas e Nanotecnologia pela Universidade Federal de Pernambuco. Desde o início da graduação me apaixonei pela iniciação científica e queria a todo custo fazer parte de um laboratório de pesquisa, foi aí que consegui oportunidade em dois laboratórios com linhas de pesquisas completamente diferentes, onde  iniciei minha trajetória no meio científico e contribuindo para a ciência brasileira com informações bem legais sobre a biologia dos escorpiões, envenenamento, composição da peçonha, assim como informações valiosas sobre genotoxicidade e mutagênese de produtos naturais, venenos e químicos sintéticos na saúde humana e meio ambiente. Atualmente estou empenhado a sair de minha zona de conforto e buscar por &#8220;mares mais profundos&#8221; e estou caindo de cabeça na proteômica e transcriptômica em escorpiões, um desafio extremamente importante o qual acrescentará muito em minha vida científica.”</p>
<h3>Segunda pergunta: O que te fez escolher ser cientista e, especificamente, a sua área de estudo?</h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> “Eu sempre fui muito curioso desde criança e procurava entender as coisas e como elas funcionavam, tentava consertar meus brinquedos, arrumar a televisão, resgatar as plantas &#8220;em processo de quase morte&#8221;, observar a natureza e me questionar do porquê o céu era azul e o arco-íris colorido, porque meus olhos eram negros e o das minhas irmãs mais claros, e tantas outras perguntas intrigantes, um curioso nato. Foi aí que me encontrei na obrigação de entender a natureza de uma forma mais minuciosa e o meio acadêmico me proporcionou tudo isso. Minhas áreas de estudos foram ocasionais e surgiram em um momento oportuno e foi extremamente gratificante, gostei tanto do que me foi apresentado que juntei as duas áreas (escorpiões + geno/mutagenicidade) em meu projeto de mestrado, onde vi que a peçonha do escorpião da espécie <em>Tityus stigmurus</em> é capaz de causar danos no DNA das células germinativas de camundongos envenenados.”</p>
<h3>Terceira pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> “Tive pouco contato com informações sobre os escorpiões em boa parte da minha vida, infelizmente a desinformação ainda é extremamente forte para estes organismos. Porém, quando comecei estudar estes animais, vi claramente que eles possuem enormes importâncias biotecnológicas e ecológicas. Tive a oportunidade de sofrer uma desmistificação gritante sobre eles, haja visto que o conhecimento prévio sobre estes animais é em sua maioria erróneo em boa parte dos leigos. Foi aí que tive a honra de conhecer e entender que estes animais são essenciais para a natureza e que podem nos trazer benefícios incríveis, apesar de serem passíveis de ocasionar malefícios ao se defenderem.”</p>
<h3>Quarta pergunta: Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> “A capacidade de nos trazer respostas e informações sobre eventos naturais importantes ou que passam despercebidos aos nossos olhos é o papel mais lindo e gratificante dos cientistas. Saber e entender que o nosso DNA tem a mesma estrutura que o DNA de uma planta e que basicamente as ordens dos nucleotídeos e sua quantidade é o que nos tornam diferentes, é gratificante. É este o principal papel dos cientistas na sociedade, trazer respostas para perguntas que aparentemente são difíceis de responder, é nos dar uma qualidade de vida melhor ao descobrirem que o extrato de uma planta é capaz de dizimar uma colônia de bactérias danosas, é nos confortar ao relatarem e exporem novas descobertas que nos trazem alívio à situações complicadas. A ciência é a base da harmonia social e quem a faz são os dançarinos que se mechem de diversas formas para manter o equilíbrio e trazerem respostas para os enigmas da vida, do conforto e da boa convivência.”</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho do Pesquisador Meykson: <a href="//buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8138782D3">Lattes</a></p>
<p>Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: entrevistas@tecnoveste.com.br</p>
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		<title>Mulher, cientista e disseminadora do seu conhecimento &#8211; A Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira acredita que divulgação científica é essencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 11:49:12 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-23618 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=300%2C225&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira.</p>
<p>Laudicéia Alves de Oliveira é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais, com ênfase em Bioquímica de macromoléculas, pela da Faculdade de Medicina de Botucatu &#8211; FMB &#8211; UNESP. Desenvolve projeto de pesquisa em prospecção de biomoléculas de toxinas de serpentes no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos &#8211; CEVAP &#8211; UNESP. Possui experiência em química de proteínas, análises cromatográficas, análise protêomica e espectrometria de massas. Atualmente atua como pesquisadora principal a frente de um PIPE-FAPESP, na área de desenvolvimento de kits diagnósticos rápidos na área de acidentes por animais peçonhentos.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3>Primeira Pergunta &#8211; Quem é você?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Sou biomédica e aluna do Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais. Possuo interesse em toxinologia e desenvolvo projeto de doutorado em prospecção de efeitos biológicos de peptídeo do veneno de cascavel pela Faculdade de Medicina de Botucatu em parceria com o Instituto Butantan, Fiocruz e Universidad Nacional del Nordeste – Argentina”.</p>
<h3>Segunda Pergunta &#8211; O que te fez escolher ser cientista e, especificamente, a sua área de estudo?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Sempre fui uma criança questionadora. Ao descobrir que a ciência é de onde vem todas as respostas para as perguntas da humanidade me tornei fascinada pela pesquisa e principalmente por pesquisadores que fizeram a diferença na vida das pessoas através de descobertas em doenças negligenciadas, como por exemplo Oswaldo Cruz, Vital Brazil, que me influenciaram a dedicar minha vida acadêmica a prospectar melhorias para as doenças que afetam os menos favorecidos”.</p>
<h3>Terceira Pergunta &#8211; Como você vê a ciência no Brasil?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “O Brasil possui excelentes cientistas, porém infelizmente não há investimentos suficientes para que as pesquisas sejam feitas e mais pessoas se tornem cientistas, isso é o único problema, pois cada dia mais as pessoas têm se interessado por ciência”.</p>
<h3>Quarta Pergunta &#8211; Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Acredito que o papel do cientista vai além de fazer pesquisa. O cientista também tem a missão de formar pessoas, popularizar a ciência e disseminar conhecimento, principalmente em tempos de fake news.</p>
<p><strong>Quinta Pergunta &#8211; Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?  </strong></p>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “É importante estudar muito sobre os temas de interesse para entender o caminho a ser trilhado, visto que Doenças Tropicais abrange uma gama gigantesca de linhas de pesquisa. Estágios são importantes, assim como participar de reuniões científicas e congressos”.</p>
<h3>Sexta Pergunta &#8211; Existem muitas pesquisadoras que já sofreram preconceito na academia por serem mulheres. Isso já aconteceu com você?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia –</strong> “Esse tipo de situação nunca aconteceu comigo diretamente, mas sabemos que apesar de haver um grande número de pesquisadoras o número de mulheres liderando altos cargos na academia ou sendo premiadas ainda são inferiores ao de pesquisadores. Ainda há um longo caminho para galgarmos, mas acredito que o futuro será igualitário, já que somos cientistas excelentes”.</p>
<h3>Sétima Pergunta &#8211; Você considera a divulgação científica um ponto chave da pesquisa ?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “A divulgação científica é essencial. Transformar o conhecimento em algo dinâmico e acessível é a forma mais genuína de devolver a população todo o investimento que foi feito em nossa formação, além de ser uma maneira de deixar a ciência menos elitizada”.</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p data-speechify-sentence="">Quer conhecer mais sobre o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira: <a href="http://lattes.cnpq.br/6840943870049958">http://lattes.cnpq.br/6840943870049958</a></p>
<p data-speechify-sentence="">Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/quem_faz_ciencia_no_brasil/">Mulher, cientista e disseminadora do seu conhecimento &#8211; A Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira acredita que divulgação científica é essencial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Como o contato com a natureza fez Juliana Evelyn Ribeiro da Silva se apaixonar pela biologia marinha, meio ambiente e conservação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 11:30:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da estudante Juliana Evelyn Ribeiro da Silva no Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;. Juliana Evelyn Ribeiro da Silva é estudante de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista &#8220;Júlio de Mesquita Filho&#8221;, no Campus de Bauru. É Coordenadora de Sociocultural do Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221; e integrante [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/como-o-contato-com-a-natureza-fez-juliana-evelyn-ribeiro-da-silva-se-apaixonar-pela-biologia-marinha-meio-ambiente-e-conservacao/">Como o contato com a natureza fez Juliana Evelyn Ribeiro da Silva se apaixonar pela biologia marinha, meio ambiente e conservação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/9791b423-1e57-4a3b-bbeb-72ed75b1402f-1.png?ssl=1"><br />
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<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da estudante Juliana Evelyn Ribeiro da Silva no <a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link">Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;.</a></p>
<p>Juliana Evelyn Ribeiro da Silva é estudante de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista &#8220;Júlio de Mesquita Filho&#8221;, no Campus de Bauru. É Coordenadora de Sociocultural do Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221; e integrante da Comissão de Recepção de Calouros em 2020. Se interessa pelas áreas de Zoologia, especificamente, Biologia Marinha relacionada ao tema de meio ambiente e conservação. Seu papel na coordenadoria de sociocultural é trazer mais entretenimento para os estudantes da área e mantê-los informados sobre assuntos que estão ligados à matéria e à formação acadêmica. Pretende se formar como licencianda e atuar tanto no campo, quanto na divulgação de informações, para que nosso futuro esteja ligado conscientemente à natureza.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: </strong><strong>Quem é você ?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Sou uma mulher de 23 anos que ama fazer o que faz, estar em contato com a natureza, amigos e viajar. Venho de uma cidade do interior de São Paulo, chamada São José dos Campos, e lá aprendi muita coisa para realizar tudo o que estou conquistando hoje em dia. Além da área de biológicas, também gosto bastante da área de humanas e por isso quis fazer parte de algo que fosse me levar além das matérias da grade curricular, pois sempre procuro estar por dentro dos assuntos que me motivam a ser quem eu quero no futuro, entre outros.”</p>
<h3><strong>Segunda pergunta: O que te fez escolher ser cientista ? </strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Em conjunto com a área de humanas, eu sempre tive muita conectividade com biológicas, uma vez em uma excursão escolar para o <a href="http://www.cataventocultural.org.br/">Museu Catavento</a>, em São Paulo, eu me vi encantada por tudo que tinha lá exposto. Tomando mais gosto pelo lado da ciência, optei por escolher algo dentro dela e depois de um tempo, pesquisando, eu vi que realmente o que eu queria era estar em contato com a natureza e poder estudar mais a fundo todo o seu funcionamento. A escolha por me especificar em biologia marinha veio da paixão pela praia, mas também pela triste notícia de que esse ecossistema está sendo muito prejudicado com o avanço da humanidade, sendo assim, quero ser alguém que trabalhe para que isso mude.”</p>
<h3><strong>Terceira pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Desde pequena sempre tive muito contato com a natureza, além do incentivo de professores, durante minha formação escolar, que foi muito importante para a minha escolha. Meu apreço pela área de biologia marinha, meio ambiente e conservação, veio de documentários que assistia e amigos que, antes de mim, já estavam na área.</p>
<h3><strong>Quarta pergunta:  Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Entendo bem que escolher uma profissão para o resto da vida não seja fácil e os caminhos que te levam até a certeza são aparentemente complicados, mas acho que desde cedo é se inteirar do assunto e buscar saber mais sobre. Se ela abrange várias áreas do conhecimento, se a universidade que você pretende cursar te oferece uma estrutura pra isso, e depois seguir em busca de um resultado promissor. Além disso, sempre procurar projetos e palestras que vão te aperfeiçoar mais ainda.”</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho da Juliana Evelyn Ribeiro da Silva não deixe de conhecer o<a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link"> Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;</a></p>
<p>Se você faz ciência/pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
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		<title>Médico veterinário, cientista e incentivador da divulgação científica &#8211; Atualmente o Dielson da Silva Vieira colabora com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 11:30:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho do Pesquisador e Dr. Dielson da Silva Vieira. Veja como foi nosso bate-papo: Primeira pergunta: Quem é você? Resposta de Dielson – “Meu nome é Dielson Vieira, sou , Cientista, e apaixonado por uma ciência aplicada e colaborativa. Me interesso pelas áreas de tecnologias ômicas, doenças infecciosas e produção [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil-2/">Médico veterinário, cientista e incentivador da divulgação científica &#8211; Atualmente o Dielson da Silva Vieira colabora com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-23303 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781.jpg?resize=225%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="225" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=769%2C1024&amp;ssl=1 769w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=768%2C1022&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=1154%2C1536&amp;ssl=1 1154w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?w=1160&amp;ssl=1 1160w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho do Pesquisador e Dr. Dielson da Silva Vieira.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3>Primeira pergunta: Quem é você?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “Meu nome é Dielson Vieira, sou , Cientista, e apaixonado por uma ciência aplicada e colaborativa. Me interesso pelas áreas de tecnologias ômicas, doenças infecciosas e produção animal. Atualmente colaboro com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos, na busca de contribuir com uma ciência de qualidade e informações que ajudem a melhorar nossas vidas e a dos animais”.</p>
<h3>Segunda pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “Desde que descobri a ciência e suas aplicações, um novo mundo se abriu pra mim. Antes de começar meu curso de graduação nunca havia imaginado a inúmeras facetas do saber. Antes do fim do meu mestrado descobri sobre a proteômica, e sobre o tipo de respostas aos estudos genômicos já existentes eu poderia ter caso seguisse esse rumo. Não contente com a proteômica, decidi seguir estudos com metabolômica, e assim, outras tecnologias foram sendo adicionadas a minha lista de complexidades a serem aprendidas. Com a ajuda de especialistas na área e cursos ofertados por Universidades de renome fui cada vez mais me especializando, e me sentindo mais confiante no delineamento, gerenciamento e execução de estudos na área.</p>
<h3>Terceira pergunta: Como você vê a ciência fora do Brasil?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “A ciência fora do Brasil é de grande qualidade, porém muito desafiadora também. Tive a oportunidade de realizar um Estágio de Doutorado na <a href="https://www.unl.edu/">University of Nebraska-Lincoln</a> (UNL), na <a href="https://biotech.unl.edu/proteomics-and-metabolomics">Core Facilities de Proteômica e Metabolômica do Departamento de Bioquímica</a>. Assim como pude aprender sobre extração e validação de exossomos do leite no laboratório do <a href="https://cehs.unl.edu/nhs/faculty/janos-zempleni/" class="broken_link">Dr. Janos Zempleni</a> do Departamento de Nutrição também da UNL. Estando exposto a esses ambientes percebi um grande mar de possibilidades e oportunidade. Assim como percebi uma maior valorização pela ciência e uma grande integração entre Universidade e empresas. Todos esses fatores junto com uma grande quantidade de investimentos fazem com que os cientistas tenham mais liberdade financeira para realizar suas pesquisas e produzir conhecimento/informação”.</p>
<h3>Quarta pergunta: Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “O Cientista faz parte de uma importante base para a nossa sociedade, a base da construção da informação por meio da apresentação coerente dos fatos. Se pararmos para pensar, a existência de aplicativos como o Instagram, ou aplicativos que ajudam pessoas cardíacas a avaliarem sua pressão arterial, partiram de processos científicos. Assim como, foram necessárias pessoas que estavam dispostas a alcançar um objetivo, seja ele entretenimento, ou informação e saúde. Sendo assim, o Cientista tem um papel na construção de uma sociedade mais apta a entender as questões que lhe rodeiam, como a que estamos vivendo com o COVID-19, porém não somente disso, um papel de informar, de agregar, de educar e ajudar nosso mundo a ser melhor.</p>
<h3>Quinta pergunta: Você considera a divulgação científica um ponto chave da pesquisa?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “Sim. Com as pessoas utilizando cada vez mais aplicativos e redes sociais, notícias falsas e informações erradas são propagadas. Os cientistas que atuam divulgando e informando ajudam a contornar essas situações. A divulgação científica e pessoas empenhadas nesse trabalho merecem e precisam de todo reconhecimento possível. É uma parte importante em ser cientista e deve ser valorizada.</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho do Pesquisador e Dr. Dielson da Silva Vieira: <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/697800/dielson-da-silva-vieira/">Biblioteca FAPESP</a> e <a href="http://lattes.cnpq.br/8485007440599548">Lattes</a></p>
<p>Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: entrevistas@tecnoveste.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil-2/">Médico veterinário, cientista e incentivador da divulgação científica &#8211; Atualmente o Dielson da Silva Vieira colabora com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Alimento, pesquisa e muito estudo &#8211; A química perfeita que fez Raquel Peres de Morais Urano uma referência para mulheres na ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 11:30:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano. Ela é engenheira de alimentos pela Universidade Federal do Ceará (UFC), doutora em ciências e pesquisadora de pós-doutorado pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC-USP), e professora da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo. É [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil/">Alimento, pesquisa e muito estudo &#8211; A química perfeita que fez Raquel Peres de Morais Urano uma referência para mulheres na ciência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p data-speechify-sentence=""><a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-qu…squisa-no-brasil/" class="broken_link"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-22805" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=300%2C169&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p data-speechify-sentence="">Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano.</p>
<p data-speechify-sentence="">Ela é engenheira de alimentos pela Universidade Federal do Ceará (UFC), doutora em ciências e pesquisadora de pós-doutorado pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC-USP), e professora da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo. É colaboradora do canal de divulgação científica &#8220;Ciência Brasileira é de Qualidade&#8221;. É idealizadora e uma das coordenadoras do projeto de extensão &#8220;Elas na Engenharia&#8221; da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP), cujo objetivo é incentivar alunas do ensino médio a seguirem carreira nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).</p>
<p data-speechify-sentence="">Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Primeira pergunta: O que te fez escolher a sua área de estudo?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;A primeira vez que vi um cientista foi numa matéria de telejornal. Eu, muito criança, me inspirei naquele senhor de jaleco e, embora não soubesse muito bem o que ele fazia,  me veio a vontade de também me tornar cientista. A inspiração para a área de exatas veio da admiração por duas professoras de matemática do ensino fundamental. A matemática entrou na minha vida e se tornou minha primeira paixão. No ensino médio me apaixonei por biologia. Estava eu com essas duas paixões, matemática e biologia, e o sonho em me tornar cientista. Juntei as duas paixões no curso de Engenharia de alimentos. Durante a graduação fui descobrindo e aprendendo a trilhar meu caminho na ciência&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Segunda pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;No primeiro ano de graduação mergulhei no mundo da microbiologia. Foi amor à primeira vista! Desde então comecei com estágio voluntário, iniciação científica e monitoria na área de microbiologia de alimentos. Na pós-graduação trabalhei por 12 anos no Laboratório de Química de Produtos Naturais da USP, com microbiologia marinha na pesquisa por produtos naturais que pudessem ser utilizados na produção de fármacos ou na agricultura. Recentemente decidi aprimorar meus estudos nas técnicas cromatográficas e de bioinformática para entender melhor como observar e identificar todas as substâncias produzidas por um organismo vivo. Tudo isso me deu mais certeza da carreira que eu queria seguir, do amor em fazer ciência, transmitir conhecimento e estimular mais pessoas a seguir na carreira científica&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Terceira pergunta: Qual recado você gostaria de dar para outras mulheres que gostariam de ingressar na área?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;As exatas, em especial, as engenharias são ambientes majoritariamente masculino. Precisamos mudar essa realidade fazendo com que mais mulheres migrem para essa área de estudo. Eu gostaria de dizer para vocês mulheres, que são capazes e que vocês podem estar aonde vocês quiserem. Não tenham medo de falar e de mostrar o seu ponto de vista. Faça o que você realmente gosta, faça cursos, procure bolsas de iniciação científica, faça parcerias, participe de congressos e de atividades extracurriculares, procure se envolver em atividades de cultura, ensino e extensão. É importante também fazer atividades que trabalhem sua mente, corpo e equilíbrio emocional. Isso ajuda muito durante a carreira científica. Precisamos ter representatividade para que outras mulheres tenham em quem se inspirar. O que vejo de mais importante é valorizar o trabalho de outras mulheres, ler livros de autoras, protagonistas, líderes e cientistas mulheres&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Quarta pergunta: Como você vê as mulheres cientistas no Brasil?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;Apesar de muito produtivas, as mulheres ainda são invisíveis no Brasil. As mulheres são responsáveis por cerca de 70% do total de publicações entre os anos de 2008-2012. Porém, o governo contempla apenas 24% das mulheres com subsídio do governo brasileiro concedido aos cientistas mais produtivos do país (bolsa de produtividade). A sub-representação das mulheres em posições de liderança ainda é persistente. Apenas 14% das mulheres ocupam a Academia Brasileira de Ciências. Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, as cientistas diminuíram a produtividade acadêmica em relação aos homens, pois somaram-se trabalhos domésticos e cuidados com a família&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Quinta pergunta &#8211; Na sua visão, qual o papel das mulheres cientistas na sociedade?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;Inúmeros projetos capazes de mudar a vida de muitas pessoas para melhor foram realizados por mulheres. Nas áreas de ciências da saúde 60% dos trabalhos de pesquisa são realizados por mulheres. Enquanto que apenas 25% dos trabalhos nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) são feitos por mulheres, um número extremamente baixo se comparado a uma sociedade de maioria feminina (51,8% segundo dados do IBGE de 2019). O principal papel da mulher como cientista na sociedade é o de produzir e fazer ciência. Posteriormente, devemos ser comunicadoras, multiplicadoras e referencial para futuras novas cientistas. Para que uma mulher tenha voz, precisamos dar voz, ou seja, valorizar a pesquisa científica feminina e contribuir para que elas tenham ainda mais espaço&#8221;.</p>
<p data-speechify-sentence="">Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p data-speechify-sentence="">Quer conhecer mais sobre o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano: <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/179415/raquel-peres-de-morais-urano/">Biblioteca FAPESP</a> e <a href="http://lattes.cnpq.br/2880150932692544">Lattes</a></p>
<p data-speechify-sentence="">Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
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		<title>Facebook Shops: como usar para vender mais no atacado e no varejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 10:54:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business & E-commerce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com as Lojas do Facebook (Facebook Shops) você pode vender seus produtos facilmente, os clientes podem acessá-los através no Facebook, Instagram e Instagram Stories. Além disso, é possível personalizar a aparência de sua loja para combinar com sua marca e exibir itens criando coleções para eventos e promoções.  A configuração da sua loja leva só [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="FFpbKc" data-read-aloud-multi-block="true">
<div class="nidPne" data-read-aloud-multi-block="true">
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<div class="scLCMd" data-read-aloud-multi-block="true">
<div data-speechify-sentence="">
<div class="goog-container goog-container-vertical" tabindex="-1">Com as <span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="0">Lojas do Facebook</span> (Facebook Shops) você pode <span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="2">vender seus produtos facilmente, os clientes podem acessá-los através no Facebook, Instagram e Instagram Stories. Além disso, é possível personalizar </span><span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="4">a aparência de sua loja para combinar com sua marca e e</span><span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="6">xibir itens criando coleções para eventos e promoções. </span></div>
</div>
<div tabindex="-1" data-read-aloud-multi-block="true">
<div class="FFpbKc">
<div class="ZTPlmc"></div>
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<div class="dePhmb" data-read-aloud-multi-block="true">
<div class="eyKpYb" data-language="pt" data-original-language="en" data-result-index="0" data-read-aloud-multi-block="true">
<div class="J0lOec" data-speechify-sentence=""><span class="VIiyi" lang="pt"><span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="0">A configuração da sua loja leva só alguns minutos e v</span><span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="1">ocê poderá personalizá-la para se adequar à sua marca antes de torná-lo visível para seus potenciais clientes. Confira as vantagens de utilizar a FB Shops:</span></span></div>
<ul data-read-aloud-multi-block="true">
<li data-speechify-sentence=""><strong>Check-out rápido e seguro:</strong> os clientes podem comprar produtos em seu site ou diretamente no Facebook ou Instagram.</li>
<li data-speechify-sentence=""><strong>Apenas uma loja, várias vitrines:</strong> Projete e gerencie lojas no Facebook e Instagram em um só lugar.</li>
<li data-speechify-sentence=""><strong>Gerenciamento de estoque simples:</strong> Conecte um catálogo existente ou crie um novo para adicionar, promover e vender seus produtos.</li>
</ul>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
<div data-speechify-sentence="">
<div tabindex="-1">Algumas <a href="https://www.facebook.com/commerce_manager/onboarding/?initial_step=PARTNER_SELECTION">provedoras de loja virtual parceira</a> já tem a configuração facilitada &#8211; Shopify, Big Commerce, Channel Advisor, Commerce Hub, Feedonomics, CED Commerce, AdMixt, Data Caciques, ShipStation, Quipt, Zentail -, mas se você não é usuário de nenhuma delas, você pode configurar manualmente e aqui vão os passos que você deve seguir.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence="">.</div>
<div tabindex="-1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20242 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/facebook-shop-como-configurar-e-vender-online.png?resize=613%2C269&#038;ssl=1" alt="" width="613" height="269" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/facebook-shop-como-configurar-e-vender-online.png?w=613&amp;ssl=1 613w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/facebook-shop-como-configurar-e-vender-online.png?resize=300%2C132&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/facebook-shop-como-configurar-e-vender-online.png?resize=610%2C269&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 613px) 100vw, 613px" /></div>
<div class="nidPne" data-speechify-sentence="">
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<div tabindex="-1">.</div>
<div tabindex="-1"></div>
<div class="scLCMd">
<div>
<div tabindex="-1">Você pode criar uma conta de teste para aprender a configurar o <em>Commerce Manager</em> das <span class="JLqJ4b ChMk0b" data-language-for-alternatives="pt" data-language-to-translate-into="en" data-phrase-index="0">Lojas do Facebook</span> , usando informações bancárias e fiscais de teste preenchidas, gerenciar o estoque de teste e fazer pedidos de teste usando cartões de crédito de teste. <a href="https://www.facebook.com/commerce_manager/onboarding/?is_test_mode=true">Clique a aqui</a> para saber como testar sua loja antes de lançá-la.</div>
</div>
<h3 tabindex="-1">Escolha um método de processamento de compra</h3>
<div tabindex="-1">Quando os clientes desejam fazer um pedido, o botão na página do item os enviará <a href="https://www.facebook.com/business/help/268860861184453?id=1077620002609475">ao seu site</a> ou ao <a href="https://www.facebook.com/business/help/2509359009104717?id=533228987210412">sistema de processamento do próprio Facebook/Instagram</a>. Adicionalmente, você tem a opção de fazer contato direto com o cliente através de mensagem &#8211; seja pelo Messenger do Facebook, pelas DM&#8217;s do Instagram ou pelo WhatsApp. Incrível, né?</div>
</div>
</div>
</div>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence="">.</div>
<h3 tabindex="-1" data-speechify-sentence="">De onde você quer vender?</h3>
<p tabindex="-1" data-speechify-sentence="">O próximo passo é conectar sua loja a uma empresa e selecionar os canais de vendas pelos quais deseja vender. Você poderá adicionar canais de vendas adicionais após terminar de configurar sua loja. Você pode utilizar uma Página do Facebook da qual você já é administrador ou criar uma página nova.</p>
<p tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Após escolher sua página, você deverá enquadrá-la em uma das seguintes categorias:</p>
<ul data-read-aloud-multi-block="true">
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Empresa ou negócio local</li>
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Empresa, organização ou instituição</li>
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Marca ou produto</li>
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Artista, banda ou figura pública</li>
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Entretenimento</li>
<li tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Causa ou comunidade</li>
</ul>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence=""><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20255 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/configurar-p%C3%A1gina-de-vendas-facebook-instagram.png?resize=884%2C178&#038;ssl=1" alt="" width="884" height="178" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/configurar-p%C3%A1gina-de-vendas-facebook-instagram.png?w=884&amp;ssl=1 884w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/configurar-p%C3%A1gina-de-vendas-facebook-instagram.png?resize=300%2C60&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/11/configurar-p%C3%A1gina-de-vendas-facebook-instagram.png?resize=768%2C155&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 884px) 100vw, 884px" /></div>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence=""></div>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Depois você poderá adicionar produtos, manualmente ou por tabelas do Microsoft Excel, e, finalmente, visualizar a sua loja antes de torná-la pública.</div>
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence=""></div>
</div>
<div class="FFpbKc" data-read-aloud-multi-block="true">
<div tabindex="-1" data-speechify-sentence="">Antes de colocar seus produtos à venda, você deve verificar se estes respeitam as leis locais do seu país e as <a href="https://www.facebook.com/policies/commerce">regras de aceitação de produtos do Facebook</a>. Se restar alguma dúvida, você pode entrar em contato diretamente com a equipe do Facebook que dá suporte para as lojas, <a href="https://www.facebook.com/commerce_manager/onboarding/support/?ref=cm_onsite_onboarding_partner_selection">clicando aqui</a>.</div>
<div tabindex="-1"></div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/facebook-shops-como-usar-para-vender-mais-no-atacado-e-no-varejo/">Facebook Shops: como usar para vender mais no atacado e no varejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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