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	<title>Arquivos Meio Ambiente | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos Meio Ambiente | Tecnoveste</title>
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		<title>Bee2Be preserva abelhas ameaçadas de extinção e cria produtos sustentáveis que auxiliam na saúde humana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 May 2023 12:20:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Acometida por grave de fibromialgia, desde os 19 anos, Simone Ponce batalhou para encontrar soluções que mitigassem as fortes dores no corpo que lhe eram causadas pela doença. É sabido pela ciência que produtos derivados de abelhas, como o pólen e o própolis, além de fortalecerem o sistema imunológico aliviam dores crônicas. Em 2022, Simone [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Acometida por grave de fibromialgia, desde os 19 anos, Simone Ponce batalhou para encontrar soluções que mitigassem as fortes dores no corpo que lhe eram causadas pela doença. É sabido pela ciência que produtos derivados de abelhas, como o pólen e o própolis, além de fortalecerem o sistema imunológico aliviam dores crônicas.</p>
<p>Em 2022, Simone mudou-se para a Bahia e se tornou apicultora. Deparando-se com desafios enfrentados pelos produtores locais, ela trabalhou para encontrar uma solução que sofisticasse os processos e contornasse a precificação predatória que era feita até então.</p>
<p>Juntando-se a outros empreendedores que viram potencial no negócio, criaram a <strong><a href="https://www.bee2be.eco.br/" target="_blank" rel="noopener">Bee2Be</a></strong>, produtora de produtos apícolas que criar produtos dentro da economia circular por meio da agricultura sustentável.</p>
<div>
<p>Os números do negócio são impressionantes porque além do envolvimento de mais de 24 milhões de abelhas, há cerca de 200 produtores agrícolas trabalhando diretamente na produção de itens como própolis e pólen. Entre os clientes do negócio, que tem chamado a atenção de compradores internacionais como o <strong>United Center</strong> e o <strong>Chicago Bulls da NBA</strong>.</p>
<p>A Bee2be trabalha com os produtores de uma extensa plantação de coco, que já utilizavam as abelhas para aumentar o rendimento das colheitas, a startup criou uma rede de comércio justo para aproveitar os derivados apícolas. A iniciativa tem incentivado agricultores a investir na polinização, contribuindo assim para a preservação do meio ambiente.</p>
</div>
<p>De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), existem mais de <a href="https://www.fao.org/3/i9527en/i9527en.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.fao.org/3/i9527en/i9527en.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1684869258811000&amp;usg=AOvVaw2pXhkd69jRaN6sI6DZp94A">20 mil espécies</a> de abelhas no mundo. E mais: elas <a href="https://news.un.org/en/story/2011/03/368622" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://news.un.org/en/story/2011/03/368622&amp;source=gmail&amp;ust=1684869258812000&amp;usg=AOvVaw2Jcwu3q5IxwT_RXl_xLzfy">polinizam 71</a> das cem principais culturas agrícolas usadas como base de 90% da alimentação do planeta. Ainda assim, estudos apontam que as colônias de abelhas e outros polinizadores estão colapsando, colocando espécies em risco de extinção e ameaçando a produção de comida no mundo.</p>
<p>Uma <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2590332220306515" target="_blank" rel="noopener" saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2590332220306515&amp;source=gmail&amp;ust=1684869258812000&amp;usg=AOvVaw3mVGOTxNL5lOpBa_upT7o6" class="broken_link">pesquisa publicada</a> por cientistas de vários países em 2021 na revista One Earth concluiu que a quantidade de espécies de abelhas sendo coletadas e observadas na natureza caiu 25% desde 1990, o que pode indicar declínio na diversidade, visto que muitas delas estão se tornando mais raras e, portanto, menos prováveis de serem identificadas.</p>
<p>Para quem vê de longe, portanto, a Bee2Be pode até ser apenas uma empresa que exporta e comercializa serviços de polinização e derivados de abelhas. Para a comunidade de apicultores da Bahia, contudo, o negócio é algo muito maior: um ecossistema de soluções sustentáveis que gera riqueza local e leva produtos típicos da Mata Atlântica para o exterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entende porque existe radiação nas frutas e verduras que compramos no mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 May 2023 10:57:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, as frutas e verduras que compramos no mercado podem conter radiação, mas geralmente em níveis muito baixos e seguros para o consumo humano. A radiação pode ser natural, vinda do solo e do ambiente, ou pode ser causada por atividades humanas, como a utilização de fertilizantes, o uso de equipamentos médicos ou industriais que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, as frutas e verduras que compramos no mercado podem conter radiação, mas geralmente em níveis muito baixos e seguros para o consumo humano. A radiação pode ser natural, vinda do solo e do ambiente, ou pode ser causada por atividades humanas, como a utilização de fertilizantes, o uso de equipamentos médicos ou industriais que emitem radiação ionizante e a exposição a fontes radioativas.</p>
<p>As frutas e verduras podem ser expostas à radiação durante o processo de cultivo e transporte, mas os níveis geralmente são muito baixos e não apresentam risco significativo para a saúde humana. No entanto, alguns estudos sugerem que o consumo de alimentos irradiados pode levar a uma perda de nutrientes, como a vitamina C, e que o sabor e a textura dos alimentos podem ser afetados.</p>
<p>A quantidade de radiação a que estamos expostos diariamente varia dependendo de vários fatores, como localização geográfica, altitude e estilo de vida. No entanto, em geral, os níveis de radiação em alimentos são considerados seguros para o consumo humano. A <a href="https://www.iaea.org/" class="broken_link">Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)</a> estabeleceu limites seguros para a radiação em alimentos e realiza monitoramento em todo o mundo.</p>
<p>Em resumo, embora as frutas e verduras possam conter níveis muito baixos de radiação, isso geralmente não apresenta risco significativo para a saúde humana. No entanto, é importante seguir as orientações de segurança alimentar, como lavar bem os alimentos antes de consumi-los e seguir as práticas de armazenamento recomendadas, para minimizar quaisquer riscos potenciais.</p>
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		<title>O que é Natal Circular? Encontros humanizados, redução de consumo, sustentabilidade e distribuição de bons sentimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayan Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 10:12:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De tudo o que a humanidade produz, 91,4% vira lixo, segundo o Circularity Gap Report. No Brasil, as embalagens representam 30% de todo o material descartado, aponta o Instituto Akatu, e 17% dos alimentos são jogados fora a cada ano, informa a ONU. Esses números ganham outra dimensão com as datas do fim do ano, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De tudo o que a humanidade produz, 91,4% vira lixo, segundo o <a href="https://www.circle-economy.com/resources/circularity-gap-report-2022" target="_blank" rel="noopener">Circularity Gap Report</a>. No Brasil, as embalagens representam 30% de todo o material descartado, aponta o Instituto Akatu, e 17% dos alimentos são jogados fora a cada ano, informa a ONU. Esses números ganham outra dimensão com as datas do fim do ano, black friday, presentes de Natal, amigo secreto, lembrancinhas, kits para clientes e funcionários, roupas novas, móveis, eletrônicos, reformas, ceias, decoração.<u></u><u></u></p>
<p>A lista de produtos consumidos se multiplica e, quanto maior o consumo, maior a produção de resíduos e emissão de gases do efeito estufa, responsáveis pelas mudanças do clima. Se as pessoas se propuserem a promover mais encontros, distribuir bons sentimentos e reduzir o consumo neste fim de ano, o que acontece? A resposta é ao mesmo tempo simples e grandiosa: uma notável mudança de hábitos que pode transformar o mundo.<u></u><u></u></p>
<p>Em meio a debates cada vez mais intensos sobre sustentabilidade, a proposta de um Natal Circular ganha eco mundo afora e se apresenta como ação necessária de preservação humana. O grande desafio é driblar o consumismo, ampliar o reaproveitamento de materiais e praticar o mantra dos erres. Reciclar é importante, reaproveitar é necessário, repensar e reduzir o consumo é fundamental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>“É o primeiro Natal, em dois anos, que esperamos poder reunir todos os que amamos,  até mesmo quem está mais longe. Que tal se a gente focar em valorizar mais a companhia das pessoas, do que em comprar coisas? Ou, se formos realmente consumir, praticar o consumo de forma mais informada e consciente?”, propõe o professor doutor <a href="https://www.linkedin.com/in/edson-grandisoli-phd-74a85a27?originalSubdomain=br">Edson Grandisoli</a>, coordenador pedagógico do Movimento Circular. <u></u><u></u></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>A economia circular busca otimizar os recursos do planeta e gerar cada vez menos resíduos. A equação é comprar menos, utilizar os produtos por mais tempo e reaproveitar seus insumos para a produção de novas coisas, reduzindo tanto a extração de recursos da natureza, como a quantidade de resíduos descartados. Um dos caminhos apontados pelo professor é comprar produtos de empresas que assumem compromissos socioambientais, investem ou doam parte dos lucros desse período para promover atividades que valorizam a circularidade e a sustentabilidade. <u></u><u></u></p>
<p>Por mais desafiadora que pareça, a mudança de posicionamento não é tão difícil. Com informação e planejamento é possível tornar as comemorações de fim de ano mais cheias de sentido, de significado e inspiradoras, inclusive no aspecto financeiro. O verdadeiro espírito do Natal agradece e comemora junto.<u></u><u></u></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Como ter um Natal Circular:</b><u></u><u></u></h2>
<ul>
<li>Dar presentes de valor sentimental, gerando menos resíduos, como doações, passeios, doces ou biscoitos feitos por você. Mais que presente, presença;</li>
<li>Renovar a casa sem comprar nada. Consertar e reformar móveis e eletrônicos em vez de comprar novos. Doar ou trocar roupas e sapatos em brechós e decorar a casa com itens de anos passados;</li>
<li>Comer e festejar com menos impacto e desperdício. Fazer a quantidade certa de comida, evitar descartáveis, usar frutas da época e de produtores locais nas ceias, doar o excedente e, se houver sobras, compostar;</li>
<li>Na hora da compra, privilegiar produtos locais, duráveis, reutilizáveis ou recicláveis, que tenham pouca ou nenhuma embalagem e sejam de empresas socioambientalmente responsáveis.</li>
</ul>
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		<title>Mulheres unem ciência e tecnologia para promover o desenvolvimento econômico na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 11:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Amazônia abriga um terço das florestas tropicais do planeta, o que garante não só uma exuberância em biodiversidade, mas também um alto potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável. Estudo realizado pelo projeto Amazônia 2030 identificou a capacidade de a região faturar até US$ 2,3 bilhões por ano com a exportação de “produtos compatíveis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazônia abriga um terço das florestas tropicais do planeta, o que garante não só uma exuberância em biodiversidade, mas também um alto potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável. Estudo realizado pelo projeto Amazônia 2030 identificou a capacidade de a região faturar até US$ 2,3 bilhões por ano com a exportação de “produtos compatíveis com a floresta”.</p>
<p>Diferentes iniciativas têm sido realizadas com o foco nesse tipo de produção, associando tecnologia e ciência. O e-book <a href="https://conteudo.wylinka.org.br/ebook-potencia-amazonica" target="_blank" rel="noopener">“Potência Amazônica: a pluralidade da inovação na Amazônia”</a>, organizado pela Wylinka em parceria com a InvestAmazônia, reúne entrevistas de mulheres que estão à frente desses projetos.</p>
<p>A Darvore Cosméticos é um desses negócios, <em>deep tech (</em>empresa baseada em conhecimento científico avançado) trabalha com produtos naturais da região e nanotecnologia. A professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e uma das fundadoras, Andrea Waichman, conta que o projeto nasceu de uma pesquisa científica e tem como foco promover a bioeconomia.</p>
<p>De acordo com Waichman, o conhecimento científico e a tecnologia são aliados para a criação de produtos sustentáveis com maior valor agregado. “Trabalhamos nessa perspectiva de desenvolver produtos diferenciados e buscar novos mercados”, explica.</p>
<p>Para ela, os principais desafios incluem a visão estereotipada que outras regiões do país têm sobre a Amazônia e o baixo investimento. A pesquisadora destaca que, apesar de a região corresponder a 59% do território brasileiro, recebe apenas 10% dos recursos direcionados à produção científica do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Transformando o conhecimento científico em inovação</h2>
<p>A necessidade de levar o conhecimento científico para além das bibliotecas e universidades foi observada pelo professor do curso de Farmácia da UFAM, Schubert Pinto, há mais de 20 anos. Foi do interesse em transformar a ciência em inovações para a sociedade que ele criou a Pharmakos D’Amazônia, em 2001.</p>
<p>Desde então, a empresa desenvolveu mais de 200 produtos cosméticos a partir de extratos e essências da região. O trabalho tem como principal pilar a inovação, o que rendeu sete prêmios Finep. “Todos os nossos produtos são de base tecnológica”, informa a pesquisadora Samara Rodrigues. Filha de Schubert, ela seguiu os passos do pai e, atualmente, é uma das responsáveis pela Pharmakos.</p>
<p>Segundo ela, o uso da tecnologia é um diferencial para a bioeconomia, que tem como objetivo o desenvolvimento econômico sustentável. “Por meio dela conseguimos utilizar a natureza de forma consciente, sem desmatar a Amazônia.”</p>
<p>Um dos exemplos práticos da bioeconomia foi o trabalho realizado em parceria com o projeto Seed Restauro. A proposta foi desenvolver um produto com base no guaraná orgânico proveniente de uma iniciativa de reflorestamento junto à tribo Andirá Marau.</p>
<p>Ela lembra que foi procurada pelo pesquisador e idealizador do projeto, que relatou as dificuldades de colocar o produto no mercado, apesar da qualidade do mesmo. Na avaliação de Rodrigues, a burocracia é um dos gargalos para o melhor aproveitamento dos potenciais da Amazônia. “Temos trabalhos belíssimos muito bem pesquisados, mas que morrem, pois não fazem essa ponte com empresas para serem validados.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Atributos, desafios e outras histórias</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>O e-book “Potência Amazônica: a pluralidade da inovação na Amazônia” apresenta um panorama sobre a região da Amazônia a partir de relatos de lideranças femininas de projetos inovadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A gestora de marketing da Wylinka, Maristela Raposo Meireles, explica que a escolha das entrevistas como metodologia se deu pela confiança neste processo. “A escuta é o primeiro passo para projetos que geram bons resultados. É essencial adequar nossas atividades às particularidades de cada uma das regiões onde atuamos.&#8221;</p>
<p>Destacando que a Amazônia é um “celeiro de oportunidades”, Meireles pontua a necessidade de transformar o ativo intelectual em soluções tangíveis. “A Amazônia e as suas comunidades são recursos importantes para a inovação e o desenvolvimento do Brasil, com grande potencial para geração de riquezas, desde que esse processo considere a sustentabilidade e seja protagonizado por essas mesmas comunidades.”</p>
<p>De acordo com a CEO da InvestAmazônia, Mayra Castro, a finalidade do e-book é dar visibilidade para os aspectos da região, a partir de uma perspectiva local. “É uma iniciativa que visa mostrar para o mundo a Amazônia de dentro para fora, demonstrando que já existem soluções a partir dessa ótica local.”</p>
<p>Além de Andrea Waichman, Samara Rodrigues e Mayra Castro, há outras três entrevistadas: a líder indígena, agricultora, ativista, pesquisadora e empreendedora Raquel Tupinambá; a analista do Núcleo de Desenvolvimento Institucional da Embrapa Amazônia, Sheila Melo; e a diretora de Projetos Institucionais e Sociais da  Amazon, Vilmara Moraes.</p>
<p>A partir dos relatos foram compilados os atributos da região que já estão sendo aproveitados para fomentar a bioeconomia e, também, os principais desafios e alternativas para combatê-los.</p>
<p>Centros de pesquisa, saberes tradicionais, fauna, flora, tecnologia, <em>deep techs </em>e exportação são alguns dos atributos listados no e-book. Entre os desafios estão a visão estereotipada sobre a região; a necessidade de mais investimentos para a educação e a capacitação; a burocracia para o desenvolvimento de projetos; a complexidade logística; a conectividade; e a consolidação de um modelo econômico próprio com valor agregado.</p>
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