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	<title>Arquivos A Hora do Pesadelo | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos A Hora do Pesadelo | Tecnoveste</title>
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		<title>A Hora do Pesadelo 3, terror oitentista (1980) além do mero Slasher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Santorini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 21:00:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As três últimas décadas do século passado foram marcadas por um subgênero do horror de prender o fôlego. Um assassino em série perseguia e matava as suas vítimas de modo extremamente violento, restando, normalmente, ao final, uma única sobrevivente do sexo feminino, a qual, por vezes, acabava matando o vilão. Já ele, nos segundos finais, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As três últimas décadas do século passado foram marcadas por um subgênero do horror de prender o fôlego. Um assassino em série perseguia e matava as suas vítimas de modo extremamente violento, restando, normalmente, ao final, uma única sobrevivente do sexo feminino, a qual, por vezes, acabava matando o vilão. Já ele, nos segundos finais, geralmente ressurge das cinzas para sinalizar uma sequência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O subgênero se chama <em>Slasher</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vários são os exemplos, como o marcante e por muitos considerado o precursor, “O Massacre da Serra Elétrica”, dirigido pelo norte-americano Tobe Hooper (1943-2017) em 1974. Alguns filmes, até mesmo, transformaram-se em franquias, casos de Halloween, Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, com os vilões Michael Myers, Jason Voorhees e Freddy Krueger, respectivamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As obras, normalmente, não têm requinte técnico e chamam atenção exclusivamente pelos banhos de sangue, gritos, desespero, agonia, violência gratuita e outras diversas desgraças alheias. É o psicopata, com seu instrumento de matança, aniquilando, uma a uma, as vítimas jovens que aparecem em sua frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há, contudo, algumas exceções. A despeito da premissa aparentemente repetitiva, os agentes de algumas obras desse subgênero do horror, com seus talentos, acabaram criando um produto rebuscado, criativo e digno de ser cultuado pela qualidade e não pelos defeitos – caso dos filmes <em>Trash</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trago, como paradigma de um <em>Slasher</em> rebuscado, o terceiro filme da franquia “A Hora do Pesadelo” (1984-1994), estrelada pelo antagonista Freddy Krueger – criação do saudoso cineasta Wes Craven (1939-2015).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como muitos sabem, a franquia conta a história de um assassino de crianças que acabou sendo queimado vivo pelos pais das vítimas, sedentos por vingança. Mesmo depois de morto, Freddy continua a atormentar os jovens da Rua Elm, perseguindo-os no mundo dos sonhos com o poder de causar ferimentos reais nos pesadelos, perpetuando, assim, a matança em série de outrora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eis, de forma extremamente resumida (e sem <em>spoilers</em>), do que se trata “A Hora do Pesadelo 3 – Os Guerreiros dos Sonhos” (1987): a história se passa em um hospital psiquiátrico e mostra o drama de alguns adolescentes que foram direcionados ao nosocômio após serem considerados insanos diante de seus relatos de perseguição pelo vilão das lâminas de aço. Não acreditaram na veracidade do tormento vivido por eles. Só que os jovens descobriram uma forma de enfrentar, paritariamente, o demônio dos pesadelos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas o que distingue essa terceira obra da franquia das demais? Os detalhes, caros leitores. Vejamo-los.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O roteiro é um deles. A criatividade (sim, o roteiro é extremamente envolvente) tem os dedos do Wes Craven (criador do Krueger) e do Frank Darabont, talentoso cineasta norte-americano responsável pelos roteiros de filmes como “A Mosca II” (1989) e do maravilhoso “Frankenstein de Mary Shelley” (1994). Darabont, que também é diretor, realizou os extraordinários “Um Sonho de Liberdade” (1994) e “À Espera de Um Milagre” (1999), ambos baseados em livros de Stephen King, e que lhe renderam 3 indicações ao Oscar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A trilha sonora instrumental é do talentoso Angelo Badalamenti, responsável pelas músicas dos seguintes filmes dirigidos por David Lynch: “Veludo Azul” (1986), “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992), “Estrada Perdida” (1997), “Uma História Real” (1999) e “Cidade dos Sonhos” (2001).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O elenco é coeso e convincente, contando com a protagonista Patricia Arquette, vencedora do Oscar em 2015 por seu trabalho em “Boyhood” (2014); o coadjuvante Laurence Fishburne, indicado ao Oscar em 1994 ao encarnar o Ike, ex-marido da Rainha do Rock no filme “Tina” (1993) e famoso por interpretar o Morpheus da trilogia “Matrix” (1999-2003); Robert Englund, como o Freddy; Heather Langenkamp, protagonista do primeiro filme da franquia, retornando para um acerto de contas; e Zsa Zsa Gabor, estrela do cinema nas décadas de cinquenta e sessenta em uma especial aparição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A direção é do versátil Chuck Russell, o mesmo diretor da comédia “O Máskara” (1994) com o Jim Carrey, do eletrizante filme de ação “Queima de Arquivo” (1996) com o Arnold Schwarzenegger e do suspense “Filha da Luz” (2000) com a Kim Basinger.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois dessas referências (roteiro, trilha sonora, elenco e direção), ficou curioso para conferir? Veja, vale a pena! Caso já tenha visto há muito tempo, que tal rever ciente dessas informações? Você não vai se arrepender.</p>
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		<title>Diretores de Cinema que Perderam a Noção o início dos anos 2000</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Santorini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 19:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A versatilidade é uma característica de diretores talentosos. Eles conseguem passear por diversos gêneros e apresentar resultados extraordinários! Citarei dois exemplos. O talentoso realizador norte-americano Martin Scorsese, que está em plena atividade desde o final da década de sessenta, tem uma vasta filmografia repleta de gêneros díspares. Ele já comoveu com o drama sensível “Alice [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A versatilidade é uma característica de diretores talentosos. Eles conseguem passear por diversos gêneros e apresentar resultados extraordinários! Citarei dois exemplos.</p>
<p>O talentoso realizador norte-americano <strong>Martin Scorsese,</strong> que está em plena atividade desde o final da década de sessenta, tem uma vasta filmografia repleta de gêneros díspares. Ele já comoveu com o drama sensível “<em>Alice Não Mora Mais Aqui</em>” (1974) – o meu favorito do cineasta; aventurou-se no musical “<em>New York, New York</em>” (1977) com a Lisa Minnelli; retratou uma temática esportiva em “<em>Touro Indomável</em>” (1980); arrancou algumas risadas dos espectadores no drama cômico “<em>O Rei da Comédia</em>” (1983) com o Jerry Lewis; empregou humor sombrio no divertido “<em>Depois de Horas</em>” (1985); polemizou no drama épico “<em>A Última Tentação de Cristo</em>” (1988); retratou a máfia em “<em>Os Bons Companheiros</em>” (1990) e “<em>O Irlandês</em>”; transportou-nos no tempo com o drama de época ambientado no Século XIX intitulado “<em>A Época da Inocência</em>” (1993); divertiu a criançada e a família no belíssimo “<em>A Invenção de Hugo Cabret</em>” (2011); arrancou tensão e suspense com os assustadores “<em>Cabo do Medo</em>” (1991) e “<em>Ilha do Medo</em>” (2010); mostrou ação em “<em>Gangues de Nova Iorque</em>” (2002). Passeou, pois, por comédia, drama, suspense, infantil, ação e outros estilos com muita competência.</p>
<div id="attachment_23250" style="width: 777px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23250" class="wp-image-23250 " src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?resize=767%2C432&#038;ssl=1" alt="" width="767" height="432" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /><p id="caption-attachment-23250" class="wp-caption-text">Mandatory Credit: Photo by Michael Buckner/Variety/REX/Shutterstock (8860248r)<br />Richard Donner at the Academy Tribute to Filmmaker Richard Donner, Los Angeles, USA &#8211; 07 Jun 2017</p></div>
<p>Outro diretor versátil que me chama atenção é o nonagenário <strong>Richard Donner</strong>! Do terror demoníaco “A Profecia” (1976), passou para o aclamado filme de super-herói “Superman” (1978) com o saudoso Christopher Reeve. Caminhou, em seguida, pela fantasia com “O Feitiço de Áquila” (1985) e, no mesmo ano, divertiu a família em “Os Goonies”. Enveredou, logo adiante, pelo gênero policial com a franquia “Máquina Mortífera” (1987-1998). Passeou, igualmente, pela comédia em “Os Fantasmas Contra-Atacam” (1988), pelo drama com “Radio Flyer” (1992) e pela ficção-científica em “Linha do Tempo” (2003).</p>
<p>Alguns realizadores, por outro lado, são conhecidos por adotar um estilo próprio com unicidade nos trabalhos. <strong>Alfred Hitchcock</strong> é o eterno Mestre do Suspense. <strong>George A. Romero</strong> era <em>expert</em> em zumbis. <strong>Quentin Tarantino</strong> é famoso por filmes violentos, repletos de sarcasmo e banhados de sangue. <strong>John Woo</strong> é o cara da ação (tiros, chutes, bombas e explosões)! Essas são as marcas desses renomados cineastas.</p>
<p>Há, contudo, outros diretores que, apesar da adoção de um estilo uno e bem característico, já saíram da linha. Aquela linha, diga-se, construída e solidificada por eles mesmos como a marca registrada de suas carreiras. Citarei, assim como fiz no início com os versáteis, dois exemplos.</p>
<div id="attachment_23251" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23251" class="wp-image-23251 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=900%2C600&#038;ssl=1" alt="" width="900" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-23251" class="wp-caption-text">David Lynch em 2015</p></div>
<p><strong>David Lynch</strong> dirige uns filmes bem esquisitos – na melhor e mais elogiosa acepção do vocábulo. São criativos, imaginativos, misteriosos, surreais e darão, certamente, um nó na sua mente. Você, provavelmente, ficará tonto e angustiado em alguns (ou em vários) momentos da maioria das obras desse talentoso realizador de cabelos brancos assanhados! É o caso de “<em>Eraserhead</em>” (1977), “<em>Veludo Azul</em>” (1986), “<em>Coração Selvagem</em>” (1990), “<em>A Estrada Perdida</em>” (1997), “<em>Cidade dos Sonhos</em>” (2001) e “<em>Império dos Sonhos</em>” (2006). Todos excelentes e dentro do padrão ora relatado.</p>
<p>Na contramão de tudo o que já tinha feito até então, todavia, está o drama da Disney (sim, da Disney) “<em>Uma História Real</em>” (1999). Lynch, aqui, aparta-se da insanidade e dá lugar à lucidez em uma das mais belas poesias cinematográficas que já vi na vida! Trata-se de uma bela e verídica história sobre penitência, arrependimento, reconciliação e humanidade divinamente protagonizada pelo ator Richard Farnsworth no papel que lhe rendeu uma indicação ao disputadíssimo Oscar de 2000. Daria para imaginar que o mesmo realizador das obras citadas no parágrafo anterior poderia desenvolver algo assim?</p>
<div id="attachment_23252" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23252" class="wp-image-23252 size-full" title="Diretor Wes Craven" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-Wes-Craven.jpg?resize=720%2C405&#038;ssl=1" alt="" width="720" height="405" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-Wes-Craven.jpg?w=720&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-Wes-Craven.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-23252" class="wp-caption-text">Diretor Wes Craven em 2013</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O segundo diretor que quebrou seus próprios paradigmas foi o saudoso <strong>Wes Craven</strong> (1939-2015), o pai do Freddy Krueger. A indelével carreira dele foi solidificada pelo terror: “<em>Aniversário Macabro</em>” (1972), “<em>Quadrilha de Sádicos</em>” (1977), “<em>Bênção Mortal</em>” (1981), “<em>O Monstro do Pântano</em>” (1982), “<em>A Hora do Pesadelo</em>” (1984), “<em>A Maldição de Samantha</em>” (1986), “<em>A Maldição dos Mortos-Vivos</em>” (1988), “<em>Shocker – 100.000 Volts de Terror</em>” (1989), “<em>As Criaturas Atrás das Paredes</em>” (1991) e a franquia “<em>Pânico</em>” (1996-2000).</p>
<p>Em sentido diametralmente oposto, entrementes, foi o comovente “<em>Música do Coração</em>” (1999), protagonizado pela rainha das indicações ao Oscar, Meryl Streep – e aqui, como de costume, ela também foi nomeada! Craven, nessa ocasião, aposentou os assassinos, os monstros, os gritos e todo o restante de seu lado macabro, dando, pois, lugar à bela e motivadora história real de uma professora que desenvolve um projeto voltado ao ensino de música para crianças carentes em Nova Iorque. O sangue deu lugar ao violino!</p>
<p><strong>Lynch</strong> e <strong>Craven</strong> desviaram de seus caminhos tradicionais, respectivamente, em “<em>Uma História Real</em>” e “<em>Música do Coração</em>”, ambos coincidentemente baseados em casos verídicos e lançados em 1999. Foram desvios exitosos! Conheçam um pouco mais desses fantásticos diretores e vejam como acertaram em obras totalmente alheias às suas naturezas cinematográficas. E que sirva de inspiração para você, caro leitor! Já pensou em se reinventar?!</p>
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