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	<title>Arquivos amazônia | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos amazônia | Tecnoveste</title>
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		<title>Agência Espacial Brasileira (AEB) lança CubeSats e o simpósio de Pequenos Satélites da Academia Internacional de Astronáutica (IAA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2022 11:34:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espaço e astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Internacional de Astronáutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 7 a 10 de novembro de 2022, ocorrerá o 5º Workshop Latino-americano de CubeSats e o 3º Simpósio Latino-americano de Pequenos Satélites no auditório da Poupex em Brasília. O evento é organizado pela Academia Internacional de Astronáutica (IAA), Agência Espacial Brasileira (AEB) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trata-se de um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 7 a 10 de novembro de 2022, ocorrerá o <a href="http://iaa-la.org/" target="_blank" rel="noopener">5º Workshop Latino-americano de CubeSats e o 3º Simpósio Latino-americano de Pequenos Satélites</a> no <a href="https://www.google.com/maps/dir/Audit%C3%B3rio+Poupex+SMU+-+Bras%C3%ADlia+DF+70297-400/@-15.7763439,-47.925539,16z/data=!4m8!4m7!1m0!1m5!1m1!1s0x935a31ff8929f3a9:0x4bd3c75777f0ceba!2m2!1d-47.925539!2d-15.7763439" target="_blank" rel="noopener">auditório da Poupex em Brasília</a>. O evento é organizado pela Academia Internacional de Astronáutica (IAA), Agência Espacial Brasileira (AEB) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</p>
<p>Trata-se de um encontro que reúne acadêmicos, cientistas, engenheiros, estudantes e demais profissionais atuantes do setor espacial para discutir as tecnologias de CubeSats e pequenos satélites que vêm impulsionado a indústria espacial em todo o mundo. Os participantes poderão partilhar ideias e criar conexões, além de mostrar o potencial de novos negócios provocados pela exploração espacial na América Latina.</p>
<p>Entre os palestrantes, estão os brasileiros Dr. Cristiano Augusto Trein, diretor de Governança do Setor Espacial da Agência Espacial Brasileira (AEB); o Professor Doutor Luis Eduardo Vergueiro Loures da Costa, chefe do Departamento de Sistemas Espaciais do ITA e responsável pela Missão SPORT e o Dr. Adenilson Roberto da Silva, coordenador-geral do projeto Amazônia 1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A Academia Internacional de Astronáutica (IAA)</strong></h3>
<p>A <a href="https://iaaspace.org/" target="_blank" rel="noopener">Academia Internacional de Astronáutica (IAA)</a> foi fundada em Estocolmo em 1960 por Dr. Theodore von Kármán. É uma organização não governamental independente reconhecida pelas Nações Unidas em 1996. Atualmente, há membros da Academia distribuídos em 83 países.</p>
<p>A adesão à IAA é uma oportunidade para indivíduos e startups se destacam em um dos campos da astronáutica ou em um dos ramos da ciência de fundamental importância para a exploração do espaço. Por exemplo, a <a href="https://www.ideiaspace.com/">Ideia Space</a> foi fundada em 2022 e atua no segmento educação espacial com uma metodologia que incentiva o aluno a aprender mais ativamente e reforçar o conteúdo aprendido dentro da sala de aula através de tecnologias e temáticas espaciais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sobre a AEB</strong></h3>
<p>A <a href="https://www.gov.br/aeb/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Agência Espacial Brasileira (AEB)</a>, órgão central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), é uma autarquia pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira.</p>
<p>Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mulheres unem ciência e tecnologia para promover o desenvolvimento econômico na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 11:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Amazônia abriga um terço das florestas tropicais do planeta, o que garante não só uma exuberância em biodiversidade, mas também um alto potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável. Estudo realizado pelo projeto Amazônia 2030 identificou a capacidade de a região faturar até US$ 2,3 bilhões por ano com a exportação de “produtos compatíveis [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazônia abriga um terço das florestas tropicais do planeta, o que garante não só uma exuberância em biodiversidade, mas também um alto potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável. Estudo realizado pelo projeto Amazônia 2030 identificou a capacidade de a região faturar até US$ 2,3 bilhões por ano com a exportação de “produtos compatíveis com a floresta”.</p>
<p>Diferentes iniciativas têm sido realizadas com o foco nesse tipo de produção, associando tecnologia e ciência. O e-book <a href="https://conteudo.wylinka.org.br/ebook-potencia-amazonica" target="_blank" rel="noopener">“Potência Amazônica: a pluralidade da inovação na Amazônia”</a>, organizado pela Wylinka em parceria com a InvestAmazônia, reúne entrevistas de mulheres que estão à frente desses projetos.</p>
<p>A Darvore Cosméticos é um desses negócios, <em>deep tech (</em>empresa baseada em conhecimento científico avançado) trabalha com produtos naturais da região e nanotecnologia. A professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e uma das fundadoras, Andrea Waichman, conta que o projeto nasceu de uma pesquisa científica e tem como foco promover a bioeconomia.</p>
<p>De acordo com Waichman, o conhecimento científico e a tecnologia são aliados para a criação de produtos sustentáveis com maior valor agregado. “Trabalhamos nessa perspectiva de desenvolver produtos diferenciados e buscar novos mercados”, explica.</p>
<p>Para ela, os principais desafios incluem a visão estereotipada que outras regiões do país têm sobre a Amazônia e o baixo investimento. A pesquisadora destaca que, apesar de a região corresponder a 59% do território brasileiro, recebe apenas 10% dos recursos direcionados à produção científica do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Transformando o conhecimento científico em inovação</h2>
<p>A necessidade de levar o conhecimento científico para além das bibliotecas e universidades foi observada pelo professor do curso de Farmácia da UFAM, Schubert Pinto, há mais de 20 anos. Foi do interesse em transformar a ciência em inovações para a sociedade que ele criou a Pharmakos D’Amazônia, em 2001.</p>
<p>Desde então, a empresa desenvolveu mais de 200 produtos cosméticos a partir de extratos e essências da região. O trabalho tem como principal pilar a inovação, o que rendeu sete prêmios Finep. “Todos os nossos produtos são de base tecnológica”, informa a pesquisadora Samara Rodrigues. Filha de Schubert, ela seguiu os passos do pai e, atualmente, é uma das responsáveis pela Pharmakos.</p>
<p>Segundo ela, o uso da tecnologia é um diferencial para a bioeconomia, que tem como objetivo o desenvolvimento econômico sustentável. “Por meio dela conseguimos utilizar a natureza de forma consciente, sem desmatar a Amazônia.”</p>
<p>Um dos exemplos práticos da bioeconomia foi o trabalho realizado em parceria com o projeto Seed Restauro. A proposta foi desenvolver um produto com base no guaraná orgânico proveniente de uma iniciativa de reflorestamento junto à tribo Andirá Marau.</p>
<p>Ela lembra que foi procurada pelo pesquisador e idealizador do projeto, que relatou as dificuldades de colocar o produto no mercado, apesar da qualidade do mesmo. Na avaliação de Rodrigues, a burocracia é um dos gargalos para o melhor aproveitamento dos potenciais da Amazônia. “Temos trabalhos belíssimos muito bem pesquisados, mas que morrem, pois não fazem essa ponte com empresas para serem validados.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Atributos, desafios e outras histórias</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>O e-book “Potência Amazônica: a pluralidade da inovação na Amazônia” apresenta um panorama sobre a região da Amazônia a partir de relatos de lideranças femininas de projetos inovadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A gestora de marketing da Wylinka, Maristela Raposo Meireles, explica que a escolha das entrevistas como metodologia se deu pela confiança neste processo. “A escuta é o primeiro passo para projetos que geram bons resultados. É essencial adequar nossas atividades às particularidades de cada uma das regiões onde atuamos.&#8221;</p>
<p>Destacando que a Amazônia é um “celeiro de oportunidades”, Meireles pontua a necessidade de transformar o ativo intelectual em soluções tangíveis. “A Amazônia e as suas comunidades são recursos importantes para a inovação e o desenvolvimento do Brasil, com grande potencial para geração de riquezas, desde que esse processo considere a sustentabilidade e seja protagonizado por essas mesmas comunidades.”</p>
<p>De acordo com a CEO da InvestAmazônia, Mayra Castro, a finalidade do e-book é dar visibilidade para os aspectos da região, a partir de uma perspectiva local. “É uma iniciativa que visa mostrar para o mundo a Amazônia de dentro para fora, demonstrando que já existem soluções a partir dessa ótica local.”</p>
<p>Além de Andrea Waichman, Samara Rodrigues e Mayra Castro, há outras três entrevistadas: a líder indígena, agricultora, ativista, pesquisadora e empreendedora Raquel Tupinambá; a analista do Núcleo de Desenvolvimento Institucional da Embrapa Amazônia, Sheila Melo; e a diretora de Projetos Institucionais e Sociais da  Amazon, Vilmara Moraes.</p>
<p>A partir dos relatos foram compilados os atributos da região que já estão sendo aproveitados para fomentar a bioeconomia e, também, os principais desafios e alternativas para combatê-los.</p>
<p>Centros de pesquisa, saberes tradicionais, fauna, flora, tecnologia, <em>deep techs </em>e exportação são alguns dos atributos listados no e-book. Entre os desafios estão a visão estereotipada sobre a região; a necessidade de mais investimentos para a educação e a capacitação; a burocracia para o desenvolvimento de projetos; a complexidade logística; a conectividade; e a consolidação de um modelo econômico próprio com valor agregado.</p>
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		<title>Quer ajudar na conservação de um animal ameaçado do Brasil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Milene Alves-Eigenheer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 10:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você conhece o peixe-boi? Esse carinha vive na água, mas mesmo assim é um mamífero, ou seja, produz leite para alimentar seus filhotes! Eles ocorrem na África e nas Américas e existem três espécies diferentes: o marinho, o africano e a nossa estrela de hoje, o Peixe-Boi-da-Amazônia! Entre as espécies de peixe-boi, esse é o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você conhece o peixe-boi? Esse carinha vive na água, mas mesmo assim é um mamífero, ou seja, produz leite para alimentar seus filhotes! Eles ocorrem na África e nas Américas e existem três espécies diferentes: o marinho, o africano e a nossa estrela de hoje, o Peixe-Boi-da-Amazônia! Entre as espécies de peixe-boi, esse é o menorzinho &#8211; esse pequitico pesa só por volta de 450kg e mede até 3 metros. Eles também só ocorrem nos lagos e rios da Amazônia, ou seja, se eles morrerem, a espécie é extinta!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18186" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?resize=300%2C235&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="235" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?resize=300%2C235&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?resize=768%2C601&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?resize=1024%2C801&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esses carinhas são super importantes para a manutenção do ecossistema amazônicos! Como eles comem MUITAS plantas aquáticas, eles contribuem para dar aquela limpada na água, permitindo que a luz do sol entre nos lagos e rios, favorecendo o crescimento de novas plantas. Por comer tanto, eles acabam defecando muito, e o excremento deles é rico em nitrogênio, o que é ótimo para o crescimento de algas e outras plantas que vão servir de alimento para muitos animais que vivem por ali. É tudo um delicado equilíbrio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A espécie se reproduz super lentamente, com uma gravidez de 12 meses, onde só nasce um bebê que fica dependente da mãe por 2 anos &#8211; e só depois disso elas vão engravidar novamente. Por causa disso e de todas as ameaças &#8211; como a caça, a destruição da natureza e a captura acidental em redes de pesca &#8211; a espécie é considerada ameaçada. Vários pesquisadores têm trabalhado para salvar a espécie, principalmente resgatando filhotes perdidos de suas mamães (que foram caçadas) e treinando eles para serem soltos quando ficarem adultos. Quando eles estão adultos e prontos para sobreviver sozinhos eles são reintroduzidos em áreas protegidas, onde podem viver bem e felizes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O processo de reintrodução é bastante longo. Inicialmente os bebês tem que ganhar peso e ficar saudáveis, até se tornarem adultos. Quando eles tem por volta de 5 anos, são transferidos para lagos de piscicultura, onde vão ficar por um ano e ter seus primeiros contatos com outras espécies, com a água escura e o clima. Depois dessa fase eles são transferidos para tanques de transporte que vão levar eles de barco até a Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Piagaçu-Purus, no Amazonas &#8211; a viagem leva 24 horas! Nessa área eles poderão viver livres e protegidos pelas comunidades locais.</p>
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<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-18178 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=300%2C218&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="218" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=300%2C218&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=768%2C558&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=1024%2C745&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=278%2C202&amp;ssl=1 278w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=373%2C270&amp;ssl=1 373w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=567%2C410&amp;ssl=1 567w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?w=1151&amp;ssl=1 1151w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
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<p>Uma coisa muito legal é que nessa reserva eles são monitorados pela própria comunidade local. Essas pessoas são ex-caçadores, mas após educação ambiental e treinamento, se tornaram os maiores protetores dos bichinhos. Todos os peixes-bois reintroduzidos são equipados com um cinto preso a cauda, onde existe um equipamento que envia ondas de rádio &#8211; mas é silencioso e leve, e não atrapalha em nada a vida deles. Essas ondas são recebidas por antenas especiais que ficam com os assistentes de campo da comunidade, e assim eles conseguem saber onde o animal está em diferentes momentos do dia. É uma ferramenta preciosa para saber se eles estão bem e adaptados à nova vida.</p>
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<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18181 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?resize=228%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="228" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?resize=228%2C300&amp;ssl=1 228w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?resize=768%2C1012&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?resize=777%2C1024&amp;ssl=1 777w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?w=971&amp;ssl=1 971w" sizes="(max-width: 228px) 100vw, 228px" /></a></p>
<p style="text-align: left">Quem coordena esse projeto é a Associação Amigos do Peixe Boi (AMPA), uma ONG parceira do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). <strong>Mas para continuar esse trabalho lindo, eles precisam de ajuda financeira</strong>. Por isso eles estão organizando uma vaquinha onde todo mundo pode colaborar para eles reintroduzirem mais peixes-bois na natureza. Dá uma conferida nesse vídeo onde eles contam mais sobre o assunto:</p>
<div style="width: 852px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-18174-1" width="852" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/video-1583262919.mp4?_=1" /><a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/video-1583262919.mp4">https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/video-1583262919.mp4</a></video></div>
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<p>Qualquer valor já ajuda muito! O link para ajudar é <a href="https://www.kickante.com.br/campanhas/devolvendo-peixes-bois-da-amazonia-natureza" class="broken_link">https://www.kickante.com.br/campanhas/devolvendo-peixes-bois-da-amazonia-natureza</a>. Vamos juntos lutar pela conservação desse animal incrível!</p>
<p>Confira mais informações no <a href="http://www.ampa.org.br/">site</a> ou no <a href="https://www.instagram.com/ampa_peixeboi/" class="broken_link">Instagram</a> da AMPA!</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/quer-ajudar-na-conservacao-de-um-animal-ameacado-do-brasil/">Quer ajudar na conservação de um animal ameaçado do Brasil?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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