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	<title>Arquivos astronomia | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos astronomia | Tecnoveste</title>
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		<title>O lado escuro do Universo: parte 1</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 15:30:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe essa foto que o Hubble fez? Ela é conhecida como Campo Profundo do Hubble (do inglês, Hubble Deep Field). O telescópio espacial Hubble fez essa imagem olhando um pedaço bem pequenininho do céu na constelação de Ursa Maior. O tamanho dessa região é de 2,5 minutos de arco, é como se você estivesse vendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Sabe essa foto que o Hubble fez? Ela é conhecida como Campo Profundo do Hubble (do inglês, <em>Hubble Deep Field</em>). O telescópio espacial Hubble fez essa imagem olhando um pedaço bem pequenininho do céu na constelação de Ursa Maior. O tamanho dessa região é de 2,5 minutos de arco, é como se você estivesse vendo uma bola de tênis de 65mm a uma distância de cem metros. Isso é bem pequeno mesmo. O mais legal é que olhando nessa parte minúscula do céu vemos muita coisa e vemos muito longe no Universo. Temos algumas estrelas da nossa galáxia em primeiro plano, mas a maior parte dos objetos brilhantes que vemos são galáxias. Cada ponto brilhante é uma galáxia e cada galáxia tem bilhões de estrelas, estrelas como nosso Sol, estrelas maiores e também menores.</p>
<p align="justify">É muita coisa não é mesmo? E a gente nem está vendo o céu completo. Imagina conseguir ver o céu inteiro numa imagem de campo profundo desse tipo. Tem muita coisa no Universo, tanto que a gente sequer consegue quantificar na nossa mente o número de galáxias e estrelas que existem.</p>
<div id="attachment_23717" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23717" class="wp-image-23717" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?resize=640%2C361&#038;ssl=1" alt="" width="640" height="361" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/xlarge_web.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-23717" class="wp-caption-text">Figura1: Imagem de Campo Profundo do Hubble. Créditos: NASA, ESA, H. Teplitz and M. Rafelski (IPAC/Caltech), A. Koekemoer (STScI), R. Windhorst (Arizona State University), and Z. Levay (STScI)</p></div>
<h4 align="justify"><b>Não vemos tudo</b></h4>
<p align="justify">Mas, e se eu te disser que toda essa matéria em forma de estrelas junto com o gás que existe nas galáxias são apenas 4% de toda matéria que existe no Universo? Tudo que a gente consegue ver através de imagens em diferentes comprimentos de onda como o rádio, infra-vermelho e raios-X, por exemplo, não chega nem a 5% de tudo que existe no Universo. É como se dos 100 ingredientes que formam o universo, apenas 4 deles são coisas que a gente conhece. São o que chamamos de matéria ordinária ou matéria bariônica. Matéria bariônica é tudo aquilo que é formado por bárions: os prótons, nêutrons e elétrons, além de gás, poeira, fótons e neutrinos.</p>
<h4 align="justify"><b>Cadê o resto?</b></h4>
<p align="justify">Bom, mas e o resto? Cadê o resto dos ingredientes? O que eles são? <a href="https://www.tecnoveste.com.br/a-historia-do-universo-para-quem-tem-pressa/">Em um post anterior</a>, eu falei com vocês sobre a história do Universo e chegamos até o ponto em que falamos da sua composição. A maior parte do conteúdo material do Universo é escuro: energia e matéria escuras. Escuras porque não sabemos do que são constituídas, mas entendemos os efeitos que elas causam. Sabemos também a proporção em que devem existir: cerca de 70% de energia escura para fazer a expansão do Universo hoje ser acelerada e 26% de matéria escura para explicar como as “coisas” estão organizadas no Universo, ou seja, como e onde as galáxias estão aglomeradas.</p>
<h4 align="justify"><b>Matéria Escura</b></h4>
<div id="attachment_23715" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dm_tecno-1.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23715" class="wp-image-23715 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dm_tecno-1.jpeg?resize=300%2C207&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="207" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dm_tecno-1.jpeg?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dm_tecno-1.jpeg?w=760&amp;ssl=1 760w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23715" class="wp-caption-text">Figura 2: Charge. Todos perguntam &#8220;O que é a matéria escura?&#8221; e &#8220;Onde está a matéria escura?&#8221; Mas ninguém pergunta &#8220;Como está a matéria escura?&#8221;</p></div>
<p align="justify">A primeira evidência da existência da matéria escura veio a partir de estudos do astrônomo Fritz Zwicky, em 1933. Ao aplicar o teorema do virial para estudar o aglomerado de Coma, Zwicky deveria obter como resultado uma diminuição na velocidade de rotação das galáxias das partes mais externas do aglomerado em detrimento das galáxias mais centrais. Todavia, ele observou que as galáxias mais externas se moviam tão rápido quanto as centrais. Para que isso fosse possível, deveria existir mais matéria nas partes mais externas do que a matéria observada (matéria luminosa). Em outras palavras, toda matéria que emite luz: estrelas, gás e poeira, não é suficiente para explicar a velocidade de rotação das galáxias dentro do aglomerado. Deve existir uma matéria que não conseguimos ver mas que está ali fazendo as coisas se moverem mais rápido.</p>
<h4 align="justify"><b>Vera Rubin, a rainha das galáxias</b></h4>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 436px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/www.ufmg.br/espacodoconhecimento/wp-content/uploads/2020/04/verarubin2-768x477.png?resize=426%2C265" alt="" width="426" height="265" /><p class="wp-caption-text">Figura4: Vera Rubin. Créditos: The Washington Post</p></div>
<div id="attachment_23719" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/courbe-de-rotation-d-une-galaxie_medium.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23719" class="wp-image-23719 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/courbe-de-rotation-d-une-galaxie_medium.jpg?resize=300%2C225&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/courbe-de-rotation-d-une-galaxie_medium.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/courbe-de-rotation-d-une-galaxie_medium.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/courbe-de-rotation-d-une-galaxie_medium.jpg?w=320&amp;ssl=1 320w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23719" class="wp-caption-text">Figura 3: Curva de rotação de galáxias espirais. Em azul (A), a curva de rotação calculada usando as equações de Newton, vermelho (B), a curva de rotação observada em função da distância das estrelas em relação ao centro da galáxias. Crédito : www.astronoo.com</p></div>
<p align="justify">Outra importante evidência da existência de matéria escura veio a partir da contribuição de Vera Rubin, uma astrônoma estadunidense pioneira no estudo de curvas de rotação de galáxias espirais. A Vera Rubin junto com o colega Kent Ford, estudaram a galáxia de Andrômeda, nossa vizinha, e observaram que as estrelas mais externas da galáxias giravam tão rápido quanto as estrelas centrais. Isso ia contra as leis de Newton, assim como observado por Zwicky anteriormente. Portanto, a Vera Rubin comprovava a existência da matéria escura que, apesar de ser invisível, influenciava no movimento das estrelas devido a interação gravitacional.</p>
<h4 align="justify"></h4>
<h4 align="justify"><b>Lentes gravitacionais</b></h4>
<p align="justify">Desde então, sabemos que precisamos da matéria escura pra explicar essas e outras observações astronômicas. Outro exemplo é o efeito de lentes gravitacionais, que ocorre quando a luz é desviada ao passar por uma região muito massiva do espaço-tempo. Logo, se em um aglomerado de galáxias temos matéria escura além da matéria luminosa, a luz deve ser defletida ao passar por essa região e provocar o efeito de lenteamento: que pode ser desde imagens múltiplas até arcos gravitacionais (como mostra a figura 5 abaixo).</p>
<div id="attachment_23721" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23721" class="wp-image-23721 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=300%2C230&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="230" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=300%2C230&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=1024%2C785&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=768%2C589&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=1536%2C1178&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=2048%2C1570&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/hs-article-0720a-2400x1840-2.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23721" class="wp-caption-text">Figura 5: Aglomerado de galáxias Abell 370, localizado a 4 bilhões de anos-luz de distância. Além de uma enorme quantidade de galáxias, existem arcos de luz azul. Esses arcos são, na verdade, imagens distorcidas de galáxias que estão atrás do aglomerado.</p></div>
<div id="attachment_23722" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23722" class="wp-image-23722 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=300%2C217&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="217" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=1024%2C740&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=768%2C555&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=1536%2C1110&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=278%2C202&amp;ssl=1 278w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=373%2C270&amp;ssl=1 373w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=567%2C410&amp;ssl=1 567w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?resize=475%2C342&amp;ssl=1 475w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/bulletcluster_comp_f2048.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23722" class="wp-caption-text">Figura 6: Imagem combinada do aglomerado de Bala. Vemos, em vermelho, a distribuição de matéria bariônica, vista a partir da emissão em raios-X e a matéria escura em azul, vista a partir do efeito de lenteamento gravitacional.</p></div>
<h4 align="justify"></h4>
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<h4 align="justify"><b>O aglomerado de Bala</b></h4>
<p align="justify">Por fim, vamos falar um pouco sobre a melhor evidência de matéria escura que temos até hoje: o aglomerado de Bala (do inglês, Bullet Cluster). Esse aglomerado é, na verdade, o resultado da colisão de dois aglomerados de galáxias. Lembre-se que nos aglomerados de galáxias temos estrelas, gás e matéria escura.</p>
<p align="justify">Durante a colisão, as estrelas das galáxias observadas na faixa de luz visível não são afetadas pela colisão – apesar do aglomerado colidir, as estrelas são no máximo desviadas por efeitos gravitacionais. Olhando na faixa dos raios-X, conseguimos ver o gás quente que existe nos aglomerados. Os gases, por sua vez, interagem eletromagneticamente durante a colisão, de tal forma que se movem mais lentamente do que as estrelas. Finalmente, a componente de matéria escura é detectada indiretamente devido aos efeitos de lenteamento gravitacional dos objetos de fundo. Isso confirma e reforça o fato de que a matéria escura interage apenas gravitacionalmente.</p>
<p align="justify">Espero que o lado escuro tenha ficado mais claro para vocês. Nos encontramos no próximo post para falar sobre a energia escura.</p>
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		<title>Perseverance no planeta vermelho</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 14:09:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O veículo Perseverance da  missão Mars 2020 finalmente chegou ao planeta vermelho. Uma viagem que durou quase 7 meses pelo espaço sideral. Seu lançamento aconteceu no dia 30 de Julho de 2020 e o pouso ocorreu em segurança no último dia 18 de Fevereiro de 2021.  Pessoas de todo o mundo puderam acompanhar esse grande [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O veículo Perseverance da  missão Mars 2020 finalmente chegou ao planeta vermelho. Uma viagem que durou quase 7 meses pelo espaço sideral. Seu lançamento aconteceu no dia 30 de Julho de 2020 e o pouso ocorreu em segurança no último dia 18 de Fevereiro de 2021.  Pessoas de todo o mundo puderam acompanhar esse grande feito ao vivo.</p>
<p>Você pode se perguntar se essa é a primeira vez que chegamos à Marte? A resposta é não, a NASA já enviou diversas missões ao planeta vermelho. A primeira aterrissagem de sucesso ocorreu em 1971, após várias tentativas falharem. A mais recente foi Curiosity, em 2012. Você pode conferir a lista completa das missões ao planeta vermelho <a href="https://history.nasa.gov/marschro.htm">aqui</a>.</p>
<h4>Por que é tão importante?</h4>
<p>Nosso planeta vizinho vem sendo estudado há algum tempo, então por que dessa vez é tão importante? Essa será a primeira vez que uma missão irá coletar e armazenar rochas e regolitos marcianos que, posteriormente, serão trazidos à Terra em uma nova missão.</p>
<div id="attachment_23346" style="width: 503px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24331_landing_site_full_res.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23346" class=" wp-image-23346" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24331_landing_site_full_res.jpg?resize=493%2C294&#038;ssl=1" alt="" width="493" height="294" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24331_landing_site_full_res.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24331_landing_site_full_res.jpg?resize=1024%2C611&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24331_landing_site_full_res.jpg?resize=768%2C458&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24331_landing_site_full_res.jpg?resize=1536%2C916&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24331_landing_site_full_res.jpg?w=1811&amp;ssl=1 1811w" sizes="(max-width: 493px) 100vw, 493px" /></a><p id="caption-attachment-23346" class="wp-caption-text">O ponto verde indica a cratera Jazero, onde o rover Perseverance pousou em Marte, em 18 Fev., 2021.<br />Créditos: NASA/JPL-Caltech/University of Arizona</p></div>
<p>O planejamento é que a missão Mars 2020 dure 1 ano de Marte, o que são cerca de 687 dias na Terra. O principal objetivo da Perseverance é buscar por fósseis de vida, na forma de micróbios. O local escolhido para o pouso foi a cratera Jazero (o ponto verde na figura acima), que fica próximo do delta de um antigo rio em  Marte. Note que, um local onde a água já foi abundante apresenta grandes chances de ter abrigado alguma forma de vida no passado. Além de buscar por sinais de vida, a missão tem como objetivo fazer estudos sobre a geologia e o clima de Marte. Isso pode abrir caminho para uma missão tripulada no futuro, já pensou?</p>
<h4>Os primeiros registros</h4>
<div id="attachment_23347" style="width: 368px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24430-Perseverances_first_full-color_look_at_Mars.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23347" class=" wp-image-23347" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24430-Perseverances_first_full-color_look_at_Mars.png?resize=358%2C268&#038;ssl=1" alt="" width="358" height="268" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24430-Perseverances_first_full-color_look_at_Mars.png?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24430-Perseverances_first_full-color_look_at_Mars.png?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24430-Perseverances_first_full-color_look_at_Mars.png?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24430-Perseverances_first_full-color_look_at_Mars.png?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/PIA24430-Perseverances_first_full-color_look_at_Mars.png?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 358px) 100vw, 358px" /></a><p id="caption-attachment-23347" class="wp-caption-text">Primeira imagem feita pelas Hazard Cameras em Marte.<br />Créditos: NASA/JPL-Caltech</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde que aterrissou em Marte, o veículo Perseverance tem feito registros incríveis como: a <a href="https://mars.nasa.gov/resources/25612/perseverances-first-full-color-look-at-mars/">primeira imagem colorida e de alta resolução</a> do planeta vermelho e <a href="https://mars.nasa.gov/resources/25629/nasas-perseverance-rover-microphone-captures-sounds-from-mars/">o som da superfície de Marte</a>! Isso mesmo, agora nós vemos e ouvimos o que acontece em Marte. Se você quiser, também pode acompanhar <a href="https://mars.nasa.gov/mars2020/mission/where-is-the-rover/">onde está o Perseverance</a> e conferir a galeria com todas as fotos do nosso vizinho vermelho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/perseverance-no-planeta-vermelho/">Perseverance no planeta vermelho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Star Chart: Et Nos Turba Philosophorum (App)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 14:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativos, Programas & Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equipe: 17 pessoas Empresa: Escapist Games Ltd. Valor Estimado: &#8211; Sede: Guildford, Reino Unido Site: http://www.escapistgames.com Carregar o entendimento sobre os céus é uma tarefa titânica que nem mesmo o companheiro de Pleione pode suportar. Se, por um lado, infelizmente, não se pode ter contato com nenhuma de suas filhas; por outro, para compensar, &#8211; graças às tecnologias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="block-yui_3_17_2_1_1410519404796_199950" class="sqs-block image-block sqs-block-image" data-block-type="5">
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<p>Equipe: 17 pessoas</p>
<p>Empresa: Escapist Games Ltd.</p>
<p>Valor Estimado: &#8211;</p>
<p>Sede: Guildford, Reino Unido</p>
<p>Site: http://www.escapistgames.com</p>
</div>
</div>
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<hr />
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<div id="yui_3_17_2_1_1411496822302_548" class="sqs-block-content">
<p>Carregar o entendimento sobre os céus é uma tarefa titânica que nem mesmo o companheiro de Pleione pode suportar. Se, por um lado, infelizmente, não se pode ter contato com nenhuma de suas filhas; por outro, para compensar, &#8211; <a href="https://www.atravesdoglass.com.br/blog/2014/7/7/tecno-veste">graças às tecnologias vestíveis</a> &#8211; o conhecimento ao qual se tem acesso hodiernamente está apenas à distância de um comando de voz.</p>
<p>Lançado em 2009, inicialmente para o mercado de smartphones, Start Chart está disponível em 7 sistemas operacionais e já foi baixado em mais de 7 milhões aparelhos, provando que as estrelas continuam a fascinar e inspirar as pessoas. A principal atividade do Start Chart é desempenhada quando se aponta o dispositivo inteligente para o céu e os sensores do aparelho rastreiam os movimentos do usuário e a orientação geográfica para fornecer uma janela virtual da noite celeste.</p>
<p>É uma das aplicações que melhor utiliza a <a title="Realidade Virtual, Realidade Aumentada E Tecno Veste" href="http://tecnoveste.com.br/realidade-virtual-realidade-aumentada-e-tecno-veste/">realidade aumentada</a> e um ótimo exemplo de como se integram as duas formas de programar &#8211; <a href="https://www.atravesdoglass.com.br/blog/2014/6/20/google-glass-mirror-api-dgk">ver post sobre GDK e Mirror API</a> &#8211; em uma aplicação leve e informativa. Pontos de luz no meio da noite são identificados, quantificados e minuciosamente descritos, permitindo que se tenha acesso a uma infinidade de informações astronômicas:</p>
<p>&#8211; todas estrelas visíveis a partir dos hemisférios norte e sul da Terra;</p>
<p>&#8211; todos os planetas do sistemas solar, a Lua e Plutão &#8211; ser post sobre o assunto;</p>
<p>&#8211; 88 constelações com ilustrações feitas com base no trabalho do astrônomo polonês <strong>Johannes Hevelius</strong> (1611 &#8211; 1687);</p>
<p>&#8211; Narração da descrição de todos os planetas e estrelas mais luminescentes.</p>
<p><strong>A empresa</strong></p>
<p>A empresa criadora do Star Chart, Escapist Games Limited,  foi criada em 2009 com a missão de criar jogos da mais alta qualidade e de aplicações gamificadas utilizando tecnologias de ponta para o consumidor final do mercado digital. Essa empresa já colaborou com a Microsoft e a <a href="https://software.intel.com/en-us/articles/case-study-escapist-games-works-to-improve-star-chart-s-user-experience-on-intel-platforms" target="_blank" class="broken_link">Intel </a>para aprimorar a utilização do aplicativo em aparelhos que utilizam chips dessa última, sobretudo em ultrabooks e tablets &#8211; respectivamente Intel® Core™ e Intel® Atom™.</p>
</div>
</div>
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<div id="yui_3_17_2_1_1411496822302_204" class="image-block-wrapper   has-aspect-ratio" data-description=""><img decoding="async" class="thumb-image loaded" src="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/5412dd0fe4b070a92786b675/1410522383789/?format=500w" alt="" data-src="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/5412dd0fe4b070a92786b675/1410522383789/" data-image="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/5412dd0fe4b070a92786b675/1410522383789/" data-image-dimensions="307x512" data-image-focal-point="0.5,0.5" data-load="false" data-image-id="5412dd0fe4b070a92786b675" data-type="image" data-image-resolution="500w" /></div>
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<div class="sqs-block-content">
<p><strong>A Glassware </strong></p>
<p>Há muitas diferenças do aplicativo criado para o Google Glass em comparação ao criado para os demais aparelhos, sobretudo da interface e experiência do usuário. Com uma simples olhada para o céu, o usuário passa a ter acesso às maravilhas do universo e, em minutos, vira um especialista nos estrelas, planetas e constelações que estão sobre a sua cabeça.</p>
<p>Para iniciar o aplicativo você diz:</p>
<p>OK Glass” &#8211; <a title="Ok, Glass." href="http://tecnoveste.com.br/ok-glass/">ver post sobre o assunto</a>;</p>
<p>“Explore the stars”.</p>
<p>Toda vez que o usuário ficar olhando para um astro por mais de três segundos, uma orientação de áudio será tocada automaticamente. Se não quiser que o áudio seja tocado, o usuário pode (a) deslizar para baixo (dismiss), (b) mudar para a próxima estrela ou (c) simplesmente desativar o áudio automático no menu de configurações.</p>
<p>Para auxiliar o visualização e o entendimento dos céus, existem maneiras diferentes de apresentação das informações. Uma delas é o &#8220;modo noturno&#8221;, que destaca uma seleção de cores mais adaptada à ambientes escuros; a outra é &#8220;mostrar a grade&#8221;, que permite que se tenha uma melhor orientação latitudinal e longitudinal da posição que se busca.</p>
</div>
</div>
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<div id="yui_3_17_2_1_1411496822302_221" class="image-block-wrapper   " data-description=""><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="thumb-image loaded" src="https://i0.wp.com/static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/5412dd63e4b0a1dd950e546a/1410522467583/startchart600_5F00_1041F164.jpg" alt="startchart600_5F00_1041F164.jpg" data-src="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/5412dd63e4b0a1dd950e546a/1410522467583/startchart600_5F00_1041F164.jpg" data-image="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/5412dd63e4b0a1dd950e546a/1410522467583/startchart600_5F00_1041F164.jpg" data-image-dimensions="600x337" data-image-focal-point="0.5,0.5" data-load="false" data-image-id="5412dd63e4b0a1dd950e546a" data-type="image" data-image-resolution="500w" /></div>
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<div id="yui_3_17_2_1_1411496822302_238" class="image-block-wrapper   " data-description=""><img decoding="async" class="thumb-image loaded" src="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/5412d2ede4b0415dc2d45430/1410519789800/?format=500w" alt="" data-src="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/5412d2ede4b0415dc2d45430/1410519789800/" data-image="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/5412d2ede4b0415dc2d45430/1410519789800/" data-image-dimensions="400x243" data-image-focal-point="0.5,0.5" data-load="false" data-image-id="5412d2ede4b0415dc2d45430" data-type="image" data-image-resolution="500w" /></div>
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<div id="yui_3_17_2_1_1411496822302_571" class="sqs-block-content">
<p><strong>Os Sensores</strong></p>
<p>Ter acesso à <strong>localização </strong>do usuário com precisão é parte essencial da experiência entregue pelo aplicativo. Se o usuário não permitir o acesso do Star Chart à sua localização, ou se os aparelho não for capaz de transmitir essa informação &#8211; por falta de sensor de GPS ou de conexão com a internet -, é possível que se adicione as coordenadas geográficas manualmente &#8211; por coordenadas de GPS ou pelas escolha dentre as opções de menu.</p>
<p>Os sensores que o Star Chart utiliza são a <strong>bússola</strong>, o <strong>acelerômetro </strong>e o <strong>giroscópio</strong>, no entanto, na falta de qualquer um desses, ele se utiliza da internet para buscar informações complementares no seu banco de dados. Não se deve esquecer que de acordos com os movimentos do planeta terra, o céu que está a sua cabeça está em constante mudança, por isso dependendo do <strong>horário </strong>que você abre o aplicativo ele vai te entregar um resultado levemente diferente.</p>
<h2 id="yui_3_17_2_1_1411496822302_570"><em>&#8220;Fazemos software que vende hardware&#8221;</em></h2>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/glassware-star-chart/">Star Chart: Et Nos Turba Philosophorum (App)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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