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	<title>Arquivos Certificado de Autorização de Voo Experimental | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos Certificado de Autorização de Voo Experimental | Tecnoveste</title>
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		<title>Drones no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2015 12:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito & Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Aeronaves Remotamente Pilotadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se 2015 é o ano das tecnologias vestíveis, os drones não serão menos importantes por ainda não terem atingido o nível de maturação mercadológica para estarem disponíveis para o público geral ou por que os governos têm dificuldade em decidir quais restrições imporão a esse mercado. Os drones &#8211; também conhecidos como Aeronaves Remotamente Pilotadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se 2015 é o ano das tecnologias vestíveis, os drones não serão menos importantes por ainda não terem atingido o nível de maturação mercadológica para estarem disponíveis para o público geral ou por que os governos têm dificuldade em decidir quais restrições imporão a esse mercado.</p>
<p>Os drones &#8211; também conhecidos como Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAS) e Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) &#8211; são aparelhos movidos a eletricidade ou a combustão motor com capacidade de sobrevoar espaços físicos com a capacidade de a estação ficar localizada externamente à aeronave., sendo que o voo pode ser totalmente autônomo ou remotamente controlado.</p>
<p>Sua importância nos dias atuais é devido ao fato de poderem proporcionar uma evolução tão significativa quanto a que foi proporcionada pela popularização dos automóveis após a Segunda Guerra Mundial, e fazer pelo mundo dos transportes o que o a internet fez pela comunicação nos últimos 30 anos.</p>
<p>No Brasil, o órgão responsável pela regulamentação dos drones é a Agência Nacional de Aviação Civil (<a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Anac-Drone-Veiculo-nao-tripulado-Perguntas_e_respostas_VANT_02092015.pdf" target="_blank">ANAC</a>), a Agência Nacional de Telecomunicações (<a href="http://www.anatel.gov.br/Portal/verificaDocumentos/documento.asp?numeroPublicacao=239888&amp;assuntoPublicacao=Certifica%E7%E3o%20T%E9cnica&amp;caminhoRel=Cidadao-Informa%E7%F5es%20e%20consultas-Cartilhas&amp;filtro=1&amp;documentoPath=239888.pdf">ANATEL</a>)  e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) &#8211; vinculado à da Aeronáutica do Ministério da Defesa -, porque tratam, respectivamente da aviação civil e infraestrutura aeronáutica, da homologação de aparelhos eletrônicos de comunicação e da organização e uso do espaço aéreo nacional.</p>
<p>De acordo com a Lei nº 7.565/1986, também conhecida como Código Brasileiro de Aeronáutica (art. 114), nenhuma aeronave poderá ser autorizada para o voo sem a prévia expedição de um Certificado de Aeronavegabilidade (CA) para o aparelho e de um Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE) para o piloto, que como o DUT e a CHN para veículos automotores garantirão a segurança do navegador e do público à sua volta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquadram-se nessa categoria as aeronaves que:</p>
<ul>
<li>tiverem peso inferior a 25 kg na decolagem;</li>
<li>forem operados acima de 400 pés (122 metros) acima da superfície terrestre; ou</li>
<li>forem operados além da linha de visão humana a olho nu mesmo que abaixo dessa altura;</li>
</ul>
<p>O operador, ou piloto em comando, é responsável por manter a aeronavegabilidade continuada da sua aeronave, por registrar discrepâncias nos sistemas descobertas durante a operação, por manter um registro das grandes modificações, pelas manutenções, inspeções e reparos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos drones apresentam certo grau de autonomia, contudo em toda operação autônoma deve haver meios de o piloto em comando intervir em situações de emergência, como em caso de perda de contato entre o ponto de controle e a aeronave, situação em que os devem ser utilizados os obrigatórios protocolos de emergência, que podem consistir em capacidade de recuperação de emergência, sistema de terminação do voo em áreas não populosas e de procedimentos de recuperação de emergência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A utilização de radiofrequências associadas à autonomia e às comunicações das aeronaves, incluídas as de comando e controle, de voz e de dados, utilizadas a bordo das aeronaves ou as estações em terra devem ser licenciadas, depende de obtenção das autorizações e certificações para exploração do serviço de telecomunicações e de uso de radiofrequências, expedidas pela ANATEL, que por questões de confiabilidade e de vulnerabilidade da aeronave e dos sistemas de radiofrequências, deve designar radiofrequências destinadas em caráter primário fins científicos e experimentais, como o Serviço Móvel Aeronáutico e o Serviço Móvel Aeronáutico por Satélite – suas variações.</p>
<p>A burocratização do tema não apenas dificulta o desenvolvimento do setor no país, como também cria uma aversão do público a se adaptar a ela, o que significa que as pessoas continuarão comprando e montando seus próprios drones e voando até quando a fiscalização consiga alcançados, ou seja, não tão breve.</p>
<p>Cabe aos interessados exercerem a influência necessária no processo de elaboração de legislação e participar das audiências públicas realizadas pelos órgãos responsáveis.  Visite o site: <a href="http://www.anac.gov.br/" target="_blank">ANAC</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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