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	<title>Arquivos cibersegurança | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos cibersegurança | Tecnoveste</title>
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		<title>Modelagem de Ameaças e Arquitetura Segura (MAAS): como desenvolver software seguro e evitar/resistir a ataques de hackers com</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 18:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciber-segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Modelagem de Ameaças e Arquitetura Segura (MAAS) é uma técnica utilizada pelas empresas para melhorar a segurança de aplicativos e, por consequência, das redes e serviços. Com isso, é possível identificar as possíveis vulnerabilidades, suas consequências e como elas podem ser neutralizadas pelo time de segurança da companhia. A procura por profissionais que dominem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Modelagem de Ameaças e Arquitetura Segura (MAAS) é uma técnica utilizada pelas empresas para melhorar a segurança de aplicativos e, por consequência, das redes e serviços. Com isso, é possível identificar as possíveis vulnerabilidades, suas consequências e como elas podem ser neutralizadas pelo time de segurança da companhia. A procura por profissionais que dominem esse tema está em crescimento no Brasil, por conta da alta demanda na área de desenvolvimento seguro.</p>
<p>O Instituto DARYUS de Ensino Superior Paulista (IDESP), escola referência nas áreas de gestão de riscos e segurança para cursos de pós-graduação e MBA, também notou essa tendência de mercado e anuncia a nova certificação em Modelagem de Ameaças e Arquitetura Segura. Fundado em 2005, o Grupo Daryus, de origem e capital 100% brasileiro, tornou-se referência em Consultoria e Educação e já promoveu a capacitação de mais de 20 mil alunos, em seus 60 cursos &#8211; dos quais 9 são de pós-graduação reconhecidos pelo MEC)</p>
<blockquote><p>“A modelagem de ameaças fornece uma listagem de quais controles ou proteções precisam ser incluídos para reduzir os riscos. Além disso, é possível prever o perfil do invasor, os tipos de ataque mais esperados e os alvos mais desejados por um atacante”, explica Cristian Souza, consultor de Cyber Security da DARYUS Consultoria e professor do IDESP.</p></blockquote>
<p>Souza destaca ainda que para cada tipo de aplicação é necessário traçar uma nova modelagem de ameaça. “Para aplicações mobile, por exemplo, precisamos garantir que o atacante não consiga visualizar dados sensíveis (como senhas de acesso ao banco de dados) ao fazer uma engenharia reversa do binário. Já para aplicações web, entre as boas práticas estão a utilização de certificados TLS e proteção de cookies de sessão. Na prática, é feita uma divisão do futuro software em partes pequenas, para que se tenha uma noção mais aprofundada das suas possíveis vulnerabilidades”, comenta.</p>
<p>Segundo dados do centro de defesa cibernética da Microsoft, são registrados mais de 5 bilhões de ameaças digitais todos os meses. Ainda segundo o levantamento, com o aumento do home office, houve um crescimento considerável nos golpes voltados a tirar do ar ou acessar aplicações das empresas. Só o Brasil apresenta um volume 23% maior que outros países da América Latina nos ataques de negação de serviço.</p>
<blockquote><p>Pensando nisso, uma novidade para área é o curso de Modelagem de Ameaças e Arquitetura Segura. “Durante uma tentativa de invasão, as vulnerabilidades em aplicações web são as mais exploradas e, por isso, a modelagem de ameaças vem ganhando destaque nas empresas. Portanto este treinamento fornece ao profissional o conhecimento necessário para identificar, explorar e corrigir diferentes riscos”, explica Souza.</p></blockquote>
<p>O conteúdo está disponível na grade do IDESP. O curso tem como objetivo apresentar aos alunos, os conceitos de segurança de aplicações e as boas práticas do desenvolvimento seguro. Além disso, também são abordados padrões definidos pela OWASP, como o OWASP TOP 10 controles proativos e o OWASP ASVS (Application Security Verification Standard), renomado padrão de segurança de aplicações feito por desenvolvedores para desenvolvedores.</p>
<p>“O treinamento foi desenvolvido por experts em modelagem de ameaças e arquitetura segura e é uma ótima oportunidade para quem deseja avançar na carreira de TI”, comenta Nadia Guimarães, diretora acadêmica do IDESP. “Qualquer profissional com ensino superior pode se especializar na área e fazer parte à prevenção de ataques cibernéticos. Os profissionais credenciados e com boa base de portifólio podem ganhar entre R$ 5 mil e R$ 10 mil por mês”, conclui.</p>
<p>O IDESP oferece cursos voltados para educação executiva, treinamento e certificações internacionais nas áreas de continuidade de negócios, cibersegurança, segurança da informação, gestão de riscos, gestão de TI, projetos e processos, entre outros. Além de ser pioneira na criação dos cursos de pós-graduação de segurança da informação, perícia forense digital, gestão riscos, continuidade de negócios e cibersegurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Aula inaugural gratuita</strong></h2>
<p>Para quem tem interesse em saber mais sobre o curso, <strong>no dia 30 de junho, a partir das 18h30</strong>, uma aula inaugural gratuita com o professor <a href="https://blog.daryus.com.br/author/cristian-souza/" class="broken_link">Cristian Souza</a>. A aula será sobre a técnica de Modelagem de Ameaças e Arquitetura Segura e como ela pode ser aplicada ao seu negócio. Inscreva-se: <a href="https://dary.us/webinarmaas-inscricao" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="broken_link">https://dary.us/webinarmaas-inscricao</a> . Os interessados no curso de Modelagem Segura e Arquitetura Segura do IDESP terão que preencher o formulário desse link: <a href="https://dary.us/curso-maas" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="broken_link">https://dary.us/curso-maas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entenda e defenda-se do Golpe de chip swap e a clonagem de WhatsApp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Nóbrega]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2020 13:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativos, Programas & Aplicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Frequentemente nos deparamos com reportagens sobre casos de pessoas que tiveram suas contas do WhatsApp clonadas por estelionatários que, quase sempre, se passam pela vítima e conseguem dinheiro de familiares e amigos. O golpe acontece por meio do chip swap. É quando o estelionatário consegue na empresa de telefonia a configuração de um novo chip [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Frequentemente nos deparamos com reportagens sobre casos de pessoas que tiveram suas contas do WhatsApp clonadas por estelionatários que, quase sempre, se passam pela vítima e conseguem dinheiro de familiares e amigos.</p>
<p>O golpe acontece por meio do <i>chip swap</i>. É quando o estelionatário consegue na empresa de telefonia a configuração de um novo chip com confirmação de dados pessoais da vítima o que denota a falta de um bom nível de segurança destas empresas. Quanto aos dados pessoais da vítima o estelionatário pode ter obtido pela compra ilegal de uma base de dados ou ele mesmo tenha conseguido de uma invasão. É possível ainda levantar a hipótese de que algum funcionário da empresa de telefonia tenha participação no prática deste crime.</p>
<p>Já temos precedentes judiciais no Brasil que responsabilizam as empresas de telefonia sob o fundamento da falta de mecanismos de segurança para evitar ações como esta. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (processo nº 0712048-66.2019.8.07.0016) condenou a Vivo à reparação de danos morais e materiais pelos prejuízos causados. Afastou a responsabilidade do Facebook alegando que, tecnicamente, o sistema do WhatsApp funcionou normalmente quando o novo chip já estava habilitado em novo aparelho de celular.</p>
<blockquote><p>A empresa de telefonia é a única com capacidade técnica de bloquear e transferir os dados da linha do cliente para outro chip, a revelar que o golpe ocorreu em razão da falha no seu sistema. Destaca-se que mesmo tratando-se de terceiro estelionatário que realizou a operação fraudulenta, isso somente demonstra a existência de falha no sistema de segurança da empresa de telefonia.</p></blockquote>
<p>Já o Tribunal de Justiça de São Paulo (processo nº 1105778-06.2018.8.26.0100) condenou a Claro em R$ 20.000,00 por danos morais em favor de cliente que teve o seu chip clonado duas vezes. Assim que a cliente percebeu que havia problemas no sinal do primeiro chip, ligou para a empresa que a orientou a cadastrar um segundo chip e que posteriormente foi igualmente clonado. Um terceiro chip foi adquirido com nova linha e os chips anteriores não foram cancelados e os estelionatários não persistiram na aplicação dos golpes.</p>
<p>Logo, fique atento(a) ao funcionamento da sua linha de celular. Caso perceba que ela ficou sem sinal repentinamente contate a operadora para tomar as providências. Caso não seja solucionado, procure imediatamente um(a) Advogado(a) especialista em Direito Digital para auxiliá-lo(a) no caso.</p>
<p>Com a proximidade da vigência da Lei de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) esperamos todos que as empresas de telefonia reforcem a segurança das informações dos seus clientes e do seus sistemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>José Antônio Milagre</p>
<ul>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=vJfn90aCl9I">Vítimas de Sim Swap e Clonagem de WhatsApp tem direito a indenização. Saiba como!</a></li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=rJ4Yps5x4y0">Novo golpe Chip Swap e WhatsApp clone contra Vendedores do MercadoLivre: Cuidados e como se proteger</a></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/entenda-e-defenda-se-do-golpe-de-chip-swap-e-a-clonagem-de-whatsapp/">Entenda e defenda-se do Golpe de chip swap e a clonagem de WhatsApp</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Os riscos pela falta de um compliance digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Nóbrega]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 13:30:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de não está ainda em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais promulgada no Brasil, o programa de integridade é imprescindível em empresas brasileiras já que a General Data Protection Regulation (GDPR), o Marco Civil da Internet (MCI) e o Código de Defesa do Consumidor (CDC) estão em vigor e poderão ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de não está ainda em vigor a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm" class="broken_link">Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais</a> promulgada no Brasil, o programa de integridade é imprescindível em empresas brasileiras já que a <a href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/?qid=1528874672298&amp;uri=CELEX%3A32016R0679">General Data Protection Regulation (GDPR)</a>, o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm" class="broken_link">Marco Civil da Internet (MCI)</a> e o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8078compilado.htm" class="broken_link">Código de Defesa do Consumidor (CDC)</a> estão em vigor e poderão ser utilizados para aplicação de sanções pesadas contra empresas que não possuem um programa de integridade digital.</p>
<p>A IBM publica anualmente pesquisa em parceria com o Instituto Ponemon sobre o panorama da cibersegurança nas empresas brasileiras para proteção dos dados pessoais desde a sua coleta até o seu descarte. Em <a href="https://www.ibm.com/blogs/ibm-comunica/empresas-brasileiras-perdem-com-vazamento-de-dados/" class="broken_link">2017</a> o estudo concluiu que as empresas brasileiras perdem mais R$ 4,7 milhões com vazamento de dados, principalmente por ataques maliciosos. No estudo de <a href="https://www.ibm.com/blogs/ibm-comunica/estudo-ibm-gastos-com-violacoes-de-dados-caem-no-brasil/" class="broken_link">2018</a> a IBM e o Instituto Ponemon identificou que os gastos com os vazamentos de dados caíram, mas o Brasil ainda é o país mais propenso a ataques cibernéticos e que o custo médio de uma violação de dados global é de US$ 3,86 milhões. Já em 2019 o estudo apontou que o custo médio de um ataque cibernético é de US$ 3,92 milhões.</p>
<blockquote><p>As consequências financeiras de uma violação de dados podem ser maiores para pequenas e médias empresas. No estudo, organizações com menos de 500 funcionários sofreram perdas de mais de US$ 2,5 milhões em média – um montante potencialmente devastador, pois o faturamento destas está em torno de US$ 50 milhões ou menos em receita anual. (<a href="https://www.ibm.com/blogs/ibm-comunica/estudo-mostra-que-ataques-ciberneticos-custam-us-135-milhao-em-media-para-empresas-no-brasil/" class="broken_link">IBM COMUNICA, 2019</a>)</p></blockquote>
<p>Os últimos dois estudos da publicados pela IBM demonstram que cerca de <a href="https://www.ibm.com/blogs/ibm-comunica/estudo-da-ibm-aponta-que-96-dos-brasileiros-acreditam-que-as-empresas-nao-protegem-seus-dados-pessoaisestudo-da-ibm-aponta-que-96-dos-brasileiros-acreditam-que-as-empresas-nao-protegem-seus-dados-pess/" class="broken_link">96% os brasileiros não confiam que as empresas fazem a proteção de seus dados pessoais corretamente</a> e que <a href="https://www.ibm.com/blogs/ibm-comunica/estudo-global-da-ibm-aponta-que-77-das-organizacoes-nao-tem-um-plano-de-resposta-a-incidentes-de-seguranca-cibernetica/" class="broken_link">77% das organizações a nível mundial não possuem um plano de resposta aos incidentes com vazamento de dados</a>.</p>
<p>Semanalmente temos visto na imprensa notícias sobre vazamento de dados pessoais envolvendo empresas dos mais variados setores da economia e com multas que ultrapassam os R$ 200 milhões: serviços (Uber), TIC (Vivo, Claro, Google e Facebook), financeiro (Banco Inter e Banco Ban), saúde (Unimed) e até órgãos públicos como foi o caso do DETRAN-RN.</p>
<p>Ter uma boa governança de TI trabalhando em conjunto com uma assessoria jurídica poderá minimizar os riscos de um ataque cibernético e o valor das multas. Isenção total delas não é possível primeiro porque qualquer equipamento conectado à internet é passível de ataque e segundo porque as legislações aplicáveis preveem a responsabilidade solidária pelos danos causados às vítimas que, em sua grande maioria, passa da casa das centenas de milhões.</p>
<p>É importante que as empresas estejam atentas às legislações que estão em vigor atualmente e não ater-se exclusivamente à Lei Geral de Proteção de Dados que entrará em vigor em agosto de 2020. Como dissemos no início do texto, a GDPR, o MCI e o CDC poderão ser aplicados às empresas de acordo com o caso concreto.</p>
<p>O CDC prevê detenções que podem chegar a 1 ano ou o pagamento de multa e, dependendo da gravidade, a proibição do exercício das atividades. O MCI prevê como sanções multa de até 10% do faturamento anual do exercício anterior, a suspensão temporária e a proibição das atividades da empresa. A GDPR prevê a aplicação de multa de até 20 milhões EUR ou de até 4% sobre o faturamento anual do exercício anterior, bem como as sanções previstas na legislação do Estado-Membro onde ocorreu o vazamento.</p>
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