<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos distanciamento social | Tecnoveste</title>
	<atom:link href="https://www.tecnoveste.com.br/tag/distanciamento-social/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.tecnoveste.com.br/tag/distanciamento-social/</link>
	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
	<lastBuildDate>Sun, 22 Sep 2024 01:52:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/cropped-tec.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Arquivos distanciamento social | Tecnoveste</title>
	<link>https://www.tecnoveste.com.br/tag/distanciamento-social/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">122013697</site>	<item>
		<title>Futuro pra quem?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/futuro-pra-quem/</link>
					<comments>https://www.tecnoveste.com.br/futuro-pra-quem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[vitorlrichner]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 17:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ESPECIAL]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[4ª revolução industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Almodovár]]></category>
		<category><![CDATA[Álvaro de Campos]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente digital]]></category>
		<category><![CDATA[atividades para a quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Gates]]></category>
		<category><![CDATA[biotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[caixas de supermercado]]></category>
		<category><![CDATA[classe social]]></category>
		<category><![CDATA[cobradores de ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade social]]></category>
		<category><![CDATA[distanciamento social]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[entregador]]></category>
		<category><![CDATA[Entregadores de comidas]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes de periferia]]></category>
		<category><![CDATA[futurismo]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[futuro distópico]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Graciliano]]></category>
		<category><![CDATA[hitchcockiano]]></category>
		<category><![CDATA[homem gay]]></category>
		<category><![CDATA[homossexual]]></category>
		<category><![CDATA[ifood]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[isolaemento social]]></category>
		<category><![CDATA[James Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Janela Indiscreta]]></category>
		<category><![CDATA[Kubrick]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[live no Instagram]]></category>
		<category><![CDATA[livização do conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[lock down]]></category>
		<category><![CDATA[loggi]]></category>
		<category><![CDATA[máscara]]></category>
		<category><![CDATA[medium]]></category>
		<category><![CDATA[motoboy]]></category>
		<category><![CDATA[motoristas de Uber]]></category>
		<category><![CDATA[nanotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Novo normal]]></category>
		<category><![CDATA[palestra do TED]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[privilegiado]]></category>
		<category><![CDATA[privilegiados]]></category>
		<category><![CDATA[privilégio]]></category>
		<category><![CDATA[raça]]></category>
		<category><![CDATA[Rappi]]></category>
		<category><![CDATA[robótica]]></category>
		<category><![CDATA[romance regionalista]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>
		<category><![CDATA[self driving cars]]></category>
		<category><![CDATA[serviço de entrega]]></category>
		<category><![CDATA[serviços de entrega]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome do pânico]]></category>
		<category><![CDATA[sintoma]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[uber eats]]></category>
		<category><![CDATA[uberização]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[Win Wenders]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tecnoveste.com.br/?p=18967</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estou escrevendo este texto de um dos lugares mais privilegiados que pode existir atualmente: a minha casa. Privilegiado por que sou um homem branco, com acesso ilimitado à internet e a todo tipo de informação que eu precisar, comida na geladeira, televisão, roupas, produtos de limpeza, álcool em gel e água potável. Assim, estamos, eu [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/futuro-pra-quem/">Futuro pra quem?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estou escrevendo este texto de um dos lugares mais privilegiados que pode existir atualmente: a minha casa.</p>
<p>Privilegiado por que sou um homem branco, com acesso ilimitado à internet e a todo tipo de informação que eu precisar, comida na geladeira, televisão, roupas, produtos de limpeza, álcool em gel e água potável. Assim, estamos, eu e meu cachorro Graciliano, seguros da maior crise de saúde pública do século. Mas seguros dentro de uma fração delimitada.</p>
<p><strong>O mundo lá fora não tem essa realidade.</strong></p>
<p><strong><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18971" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?resize=300%2C168&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="168" /></a></strong></p>
<p>Perdi as contas de quantos dias estou em casa. Não dá mais pra contar o tempo a partir do nosso cotidiano: todo dia parece domingo. Às vezes, um domingo com trabalho, outras um simples e melancólico domingo. Todo mundo em casa, a rua meio vazia, dormindo a tarde e vendo alguma porcaria à noite antes de dormir. Difícil pensar em segundas-feiras sem todo o itinerário que envolvia o trabalho tal como ele era, uma reunião, começar ou não uma dieta, ir ou não para a academia. Até mesmo as ressacas do final de semana estão em quarentena. Vez ou outra, uma leve dor de cabeça de tanto tomar vinho pra tentar dormir.</p>
<p>Todo dia parece domingo.</p>
<p>E, de novo, falo de um lugar privilegiado. E eu preciso reforçar isso a todo instante. Neste texto e para mim mesmo. Esse conceito muda tudo. Muda a forma de encarar esses tempos. Entender o nosso lugar de privilégio, penso, é o que vai permitir que a gente enxergue e aja de outra forma, abrindo espaços e diálogos. E repito isso com amigos, colegas, parentes e até pessoas desconhecidas que encontro no único dia da semana em que eu saio na rua para ir ao mercado &gt; farmácia &gt; sacolão. E raras vezes, ao pet shop.</p>
<p>São saídas tristes. Ando na rua e tenho vontade de chorar. Falo sozinho atrás da máscara e a cada passo, noto que estou fora de forma, mesmo apesar de ter tentado, no começo, seguir uma rotina de exercícios diários. Mas que logo troquei por garrafas de vinho, cerveja, série ruim e cigarro.</p>
<p>Me sinto como o James Stewart em Janela Indiscreta: olho pra fora e já conheço os(as) vizinhas (os); que horas desligam as luzes, quem fuma na janela, os mais politizados que batem panelas em protestos e os que fecham as cortinas quando começam as paneladas. E pra deixar tudo ainda mais hitchcockiano, semanas atrás houve um assassinato no prédio da frente. Tudo foi acompanhado com uma certa comoção, mas logo todo mundo entrou e esqueceu.</p>
<p>Perder a vida hoje em dia parece só um número.</p>
<p>No começo, fiz uma planejamento detalhado de atividades para a quarentena: ler os livros que estavam empilhados na mesa de cabeceira e na mesa da sala, estudar mais história para achar brechas e respostas para possíveis saídas disso tudo, fazer os tantos cursos que empresas disponibilizaram numa tentativa de solidariedade e compartilhamento de conhecimento (pra quem, né?), aprender a fazer receitas da Rita Lobo, assistir e rever todos os filmes do Almodovár, do Kubrick, do Win Wenders e tentar escrever meu próximo livro. Como resultado, tive o início de síndrome do pânico.</p>
<p>Hoje, como o poema do Álvaro de Campos, o que sinto é cansaço.</p>
<p>Que vai além de não fazer nada. Mas de muita coisa que fui acompanhando nesses meses que já parece quase um ano. A crescente <em>livização do conhecimento</em>, o problema das escolas e sua ineficiência com o ambiente digital para continuar suas aulas, as muitas empresas que da noite para o dia se “digitalizaram” e, claro, aos novos profetas do futuro pós apocalíptico.</p>
<p>Quase como aquele meme “onde vivem, o que comem” etc., vi surgir uma quantidade inexplicável de auto proclamados futuristas, além dos que aqui já existiam. Parece, enfim, que todos têm uma resposta para o que estamos vivendo. Para eles, a crise é uma oportunidade para abrirmos as portas para esse tão esperado e glorioso futuro. A crise está acelerando mudanças que já estavam por vir. Mas, eu me pergunto:</p>
<p><em>Futuro pra quem?</em></p>
<p>Há mais ou menos três anos, comecei a ir em busca de algumas respostas. Até mesmo pelo meu próprio trabalho que envolve tecnologia e uma busca cansativa por “novidade”, precisei ir atrás do que estava acontecendo e o que poderia acontecer com o mundo com a chegada da tal 4ª revolução industrial e seus impactos no trabalho, educação, na vida em geral. Fiz cursos, li livros e textos no medium, assisti incontáveis TEDs e conheci muita gente empenhada em desvendar o futuro.</p>
<p>Quando você começa, é tudo muito sedutor: <em>self driving cars</em>, inteligência artificial, robótica, biotecnologia, nanotecnologia e todas as “<em>gias</em>” que possam existir. O Blade Runner do futuro que estava aparecendo para mim, já parecia mais um Black Mirror com final feliz. Mas não foi difícil começar a perceber que eu estava em um grupo ainda mais privilegiado do que o que eu estava acostumado. Somente brancos, altamente graduados, com ótimos cargos em empresas que parecem ter saído de um livro do Isaac Asimov. Nenhuma pessoa negra, eu quase como o único homossexual e, claro, todos muito “bem de vida”. Não demorou muito para pergunta surgir:</p>
<p><strong><em>Futuro pra quem?</em></strong></p>
<p>Nenhum livro, palestra ou TED previu a chegada do covid-19 e seus desdobramentos políticos e sociais. Lembro só de ter visto, acho que em 2017, o Bill Gates falando que a próxima crise seria uma pandemia.</p>
<p>Algumas semanas atrás, vi no perfil no linkedin de um conhecido que, antes da pandemia, era facilitador de treinamentos corporativos, se definir como um futurista. Mais um sintoma de uma soma de eventos que estão acontecendo de quem está ditando as regras no meio de um jogo que parece não ter um vencedor no final. E a minha pergunta, título deste texto, faz a referência a esse tal dito futuro que está sendo construído para muito poucos? Até mesmo criaram e se servem do slogan “novo normal”.</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem?</em></strong></p>
<p>Entregadores de comidas e serviços de plataformas digitais, motoristas de Uber, caixas de supermercado, cobradores de ônibus, estudantes de periferia e a lista pode continuar interminavelmente. E o futuro dessas pessoas? Como discutir um suposto “novo normal” se pautando em “<em>boom</em>” de crescimento de vendas <em>on-line</em>? Dizer que o “novo normal” será o trabalho remoto, me parece, ser o mesmo que assumir que a desigualdade que está tão transparente agora, deve ser permanecida para sustentar tudo isso. Em um país intercontinental como o Brasil, com estruturas e um tecido social bastante complexo, a crise parece ter relevado ainda mais o quanto estamos longe do futuro Jetsons e mais próximos de um romance regionalista da década de 30. A desigualdade vem caminhar junto da falta de empatia. O novo normal será dos privilegiados trancafiados em casa, enquanto a grande maioria sequer consegue lavar as mãos? Não tem como não nos perguntarmos:</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem? Futuro de quem?</em></strong></p>
<p>E em um grupo de WhatsApp com essas mesmas pessoas que discutem tendências, lentes para enxergar o futuro ou qualquer coisa que o valha, recebo a seguinte mensagem:</p>
<p><em>“uma hora dessas, nasce um bebê com uma mutação genética que protege ele e os descendentes contra corona e ai reseta tudo”. </em></p>
<p>E você pode achar que nada disso que eu to falando têm muito sentido. Eu mesmo acho que não tem. Mas eu começo aqui a minha coluna, com um diálogo aberto para falarmos sobre tudo isso. Se vai haver um certo ou errado, não sei dizer. Mas cada semana, vou trazer uma provocação. Tecnologia, educação, futuro. Está tudo em jogo agora. E discutir, parece ser o primeiro passo para entender se, de fato, vai haver um impacto positivo disso tudo que estamos vivendo.</p>
<p>E toda vez que toco nesse assunto, lembro da capa da New Yorker.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18970" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="220" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&amp;ssl=1 220w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?w=280&amp;ssl=1 280w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /></a></p>
<p>Eu acendi um cigarro agora. Eu sei, parece estranho fumar no meio de uma crise de saúde respiratória. Por enquanto, to fazendo o meu melhor. Tentando sobreviver. Assim, como você deve tá fazendo o seu também.</p>
<p>Um motoboy com uma bolsa do Rappi passa e estaciona em frente ao prédio. To terminando de escrever esse texto. Olho para baixo e vejo que ele deixou a comida na porta. Sem contato com o entregador. Começo a pensar em como será o trabalho no futuro. Claro, minha preocupação como um homem gay privilegiado é totalmente diferente das pessoas em situação de vulnerabilidade. Não tem como não relacionar isso sempre. O entregador foi embora. E de novo eu me pergunto:</p>
<p><strong>Futuro pra quem?</strong></p>
<p><em>Por Vitor Richner</em></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/futuro-pra-quem/">Futuro pra quem?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tecnoveste.com.br/futuro-pra-quem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">18967</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Diferença entre lockdown, quarentena, distanciamento social e isolamento</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/diferenca-entre-lockdown-quarentena-distanciamento-social-e-isolamento/</link>
					<comments>https://www.tecnoveste.com.br/diferenca-entre-lockdown-quarentena-distanciamento-social-e-isolamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Milene Alves-Eigenheer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 10:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer & Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[distanciamento]]></category>
		<category><![CDATA[distanciamento social]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
		<category><![CDATA[lockdown]]></category>
		<category><![CDATA[quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tecnoveste.com.br/?p=18820</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nessa semana alguns estados Brasileiros (Maranhão, Pará e Ceará) e algumas cidades do Rio de Janeiro declararam lockdown para evitar um colapso no sistema de saúde. Outros estados e cidades também estudam a medida caso o número de infectados pela COVID-19, a doença causada pelo novo coronavírus continue aumentando. Mas você sabe qual a diferença [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/diferenca-entre-lockdown-quarentena-distanciamento-social-e-isolamento/">Diferença entre lockdown, quarentena, distanciamento social e isolamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa semana alguns estados Brasileiros (Maranhão, Pará e Ceará) e algumas cidades do Rio de Janeiro declararam lockdown para evitar um colapso no sistema de saúde. Outros estados e cidades também estudam a medida caso o número de infectados pela COVID-19, a doença causada pelo novo coronavírus continue aumentando. Mas você sabe qual a diferença entre o lockdown, a quarentena, o distanciamento social e o isolamento para controlar a disseminação do vírus?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vamos do mais simples para o mais complexo;</p>
<ul>
<li><strong>Isolamento</strong> é uma medida <strong>não-obrigatória</strong> para separar as pessoas doentes das saudáveis. Ela deve ser tomada quando alguém é testado positivo ou apresenta sintomas, com o objetivo de reduzir a transmissão para pessoas saudáveis. Essa medida tem duração de aproximadamente 14 dias e o isolamento pode ocorrer no hospital ou até mesmo na casa do paciente, que deve ficar isolado em seu próprio quarto e pouquíssimo contato com os outros moradores da casa.</li>
<li><strong>Distanciamento social</strong> é quando um grupo de pessoas diminui suas interações para diminuir a velocidade da transmissão do vírus. Ele é indicado especialmente em casos de doenças com pessoas assintomáticas, ou seja, que não apresentam os sintomas da doença (como acontece com a maioria dos infectados com a COVID-19).</li>
<li><strong>Quarentena</strong> é uma <strong>medida obrigatória</strong>, estabelecida pelas Secretarias de Saúde e é restritiva. O objetivo da quarentena é promover o distanciamento social de maneira ampla e envolve principalmente o fechamento de escolas e locais públicos, cancelamento de eventos e pessoas trabalhando de casa, reduzindo assim a aglomeração de pessoas. O principal objetivo aqui é ganhar tempo &#8211; assim os governantes conseguem se preparar para a doença, aumentando a quantidade de respiradores, leitos e profissionais da saúde.</li>
<li><strong>Lockdown</strong> é uma <strong>medida obrigatória</strong> estabelecida pelo governo e envolve o<strong> fechamento de fronteiras e distanciamento social extremo</strong>, com pessoas se movendo apenas para compras essenciais (alimentos e remédios) e ida a hospitais. <strong>Furar o lockdown é um desrespeito a lei</strong>, e pode envolver pagamento de multas ou até mesmo prisão.</li>
</ul>
<p>Em todas essas situações, profissionais de serviços essenciais como profissionais da saúde e de supermercados continuam trabalhando, porém respeitando as recomendações de prevenção à doença, como uso de máscaras e álcool gel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A melhor maneira de evitar medidas extremas como o lockdown, é <strong>ficando em casa</strong>. Se você puder, evite sair. Mas se for necessário, não se esqueça de usar máscara, manter as mãos limpas com álcool gel e evitar proximidade com outras pessoas.</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/diferenca-entre-lockdown-quarentena-distanciamento-social-e-isolamento/">Diferença entre lockdown, quarentena, distanciamento social e isolamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tecnoveste.com.br/diferenca-entre-lockdown-quarentena-distanciamento-social-e-isolamento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">18820</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estamos realmente falando de distanciamento social? Não!</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/estamos-realmente-falando-de-distanciamento-social-nao/</link>
					<comments>https://www.tecnoveste.com.br/estamos-realmente-falando-de-distanciamento-social-nao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gérson Silva Santos Neto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2020 13:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[distanciamento social]]></category>
		<category><![CDATA[lockdown]]></category>
		<category><![CDATA[quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tecnoveste.com.br/?p=18685</guid>

					<description><![CDATA[<p>A frase nos desencoraja a conexão com outras pessoas quando mais precisamos. Devemos evitar aglomerações físicas, ficando em casa se pudermos, mas buscar maiores conexões emocionais. Então por que evitar o uso do nome &#8220;distanciamento social&#8220;? A origem dessa estratégia é na pandemia de 1918, não dispúnhamos de todas as ferramentas tecnológicas que temos hoje, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/estamos-realmente-falando-de-distanciamento-social-nao/">Estamos realmente falando de distanciamento social? Não!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A frase nos desencoraja a conexão com outras pessoas quando mais precisamos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Devemos evitar aglomerações físicas, ficando em casa se pudermos, mas buscar maiores conexões emocionais. Então por que evitar o uso do nome &#8220;<strong>distanciamento social</strong>&#8220;? A origem dessa estratégia é na pandemia de 1918, não dispúnhamos de todas as ferramentas tecnológicas que temos hoje, e não era possível manter conexões que não fossem por encontros físicos. Quero destacar isso porque minha carreira está fundamentada na palavra falada e escrita. Como tal, acredito no poder das palavras e é importante que as palavras que usamos sejam altamente descritivas do que estamos tentando comunicar. As palavras são muito poderosas porque têm significado. E esse significado age como a lente através da qual percebemos, interpretamos, compreendemos e usamos as palavras que encontramos em todas as formas de comunicação e mídia. As palavras moldam como pensamos, as emoções que sentimos, a maneira como agimos em nosso mundo e como interagimos com os outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dado o poder das palavras, eu pensaria que nosso governo teria contratado linguistas, especialistas em marketing e marca e redatores criativos quando eles desenvolveram diretrizes sobre como devemos responder à crise do COVID-19. Mas, na minha opinião, não parece que eles fizeram isso, talvez envolvendo a diretiva mais impactante oferecida: &#8220;distanciamento social&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acho esta frase preocupante por duas razões. Primeiro, é uma representação imprecisa do que estamos sendo solicitados a fazer. Os especialistas não estão nos pedindo para nos distanciarmos socialmente; ao contrário, eles estão nos pedindo para nos distanciarmos fisicamente, portanto, <strong>a separação de dois metros que querem que mantenhamos, para reduzir as chances de espalhar o COVID-19</strong>. A palavra &#8220;social&#8221; não tem nada a ver com manter uma certa distância física dos outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo, chamar essa diretriz de distanciamento “social” está realmente nos prejudicando de maneiras não intencionais, sutis, mas inegáveis. A frase nos desencoraja de nos conectarmos com os outros em um momento em que precisamos ser sociais (com segurança, é claro) mais do que nunca: comunicar, simpatizar, cuidar, apoiar, compartilhar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como seres sociais, nossa necessidade de interações com os outros está ligada a nós através das eras da evolução. O contato social nos beneficia psicologicamente, emocionalmente e fisicamente. A conexão social nos faz sentir mais confortáveis, relaxados e seguros. Verificou-se que o apoio social age como um amortecedor essencial contra o estresse .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe um momento mais importante para ficarmos conectados socialmente do que agora, quando, devido à pandemia, não podemos ir ao trabalho ou à escola, não devemos visitar a família ou os amigos e ter que nos isolar em nossas casas do mundo exterior?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitos de nós, as interações sociais mais significativas que temos agora são mediadas por uma tela. Felizmente, <strong>a tecnologia nos permite ficar &#8220;conectados&#8221;</strong>, mesmo durante a auto-quarentena. Que salva-vidas para tantas pessoas; imagine se a pandemia tivesse atingido a nossa realidade na pré-internet. Isso é isolamento real! Happy hours virtuais, klatches de café e namoro são formas razoáveis ​​de interações sociais online, mas não são tão satisfatórios quanto a coisa real. A conexão social mediada por uma tela não substitui a conexão social real, mesmo que a uma distância de dois mestros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode achar que é difícil socializar com as pessoas com a diretiva “distanciamento físico”, instruindo-nos a ficar separados, mas é muito mais fácil do que você pensa. Toda vez que você sai de casa, você tem a oportunidade de se conectar com outras pessoas e permitir que outras se conectem a você. Você pode dar e receber apoio quando todos estamos nos sentindo isolados e desconectados. Em um nível básico, a conexão nos ajuda a sentir que ainda somos parte de algo maior do que nós, quando todos podemos sentir que somos nós contra o mundo (especialmente aqueles que moram sozinhos).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aqui está o que eu sugiro que você faça para criar conexão e apoio social para nós e para os outros durante esse período de distanciamento físico. Comece com um objetivo básico: &#8220;Vou me conectar e apoiar as pessoas sempre, mesmo em casa&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao caminhar, correr ou andar de bicicleta, sorria e diga &#8220;olá&#8221; ou &#8220;dia lindo&#8221; para todos que você passar por uma questão de conexão social. Faço isso quando preciso ir ao mercado e todos sempre se animam e respondem da mesma forma (embora alguns com um olhar inicial de surpresa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando você estiver na fila do supermercado, não olhe em volta ou olhe para o seu telefone. Em vez disso, use-o como uma oportunidade para iniciar uma conversa com a pessoa mais próxima. Comece com algo tão simples como &#8220;Como você está se saindo com tudo isso?&#8221; Posso garantir que a maioria das pessoas responderá com um sorriso, um suspiro de alívio e uma vontade de se envolver.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje em dia, um grande obstáculo para se conectar com os outros de maneira espontânea é que quase todo mundo está usando uma máscara facial de algum tipo que publico. Isso significa que podemos ver os olhos das pessoas (embora não tão bem a com o mínimo de um metro e meio de distância). Estamos conectados, novamente através da evolução, a ler e interpretar expressões faciais; isso nos ajudou a decidir se as pessoas de um grupo rival queriam jantar conosco ou nos jantar. Com as máscaras, não sabemos o quanto as pessoas serão receptivas à conexão e nos preocupamos em ser ignorados ou rejeitados por nossos esforços. Só não sabemos se a expressão sob a máscara é uma careta (&#8220;Não estou interessada!&#8221;) ou um sorriso (&#8220;Olá, vizinho&#8221;). Mas eu suponho que todos nós estamos famintos por contato humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esses tempos assustadores, nossas reações naturais são virar para dentro, circular nossos vagões psicológicos e emocionais e nos fecharmos dos outros para nos protegermos da ameaça invisível, mas potencialmente mortal, do COVID-19. Mas essa é a pior coisa a se fazer, então faça o contrário. Se conectar com aqueles ao seu redor. Mostre aos outros que eles são vistos, ouvidos e recebidos por você neste momento trágico e traumático único na nossa vida (assim espero). Posso garantir que você e eles ficarão felizes.</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/estamos-realmente-falando-de-distanciamento-social-nao/">Estamos realmente falando de distanciamento social? Não!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tecnoveste.com.br/estamos-realmente-falando-de-distanciamento-social-nao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">18685</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
