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	<title>Arquivos divulgação científica | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos divulgação científica | Tecnoveste</title>
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		<title>Futuro astronauta brasileiro inicia ´pós-doutorado Georgia Institute of Technology, Dr. Ricardo Freire</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 10:58:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/umpequenop/" target="_blank" rel="noopener">Ricardo Freire</a>, além de tecnovester, é comunicador científico e youtuber. Ele possui mestrado em engenharia aeroespacial na Universidade de Roma &#8220;La Sapienza&#8221;, na Itália e graduação no Instituto Militar de Engenharia (IME). Foi aceito para um Ph.D. em engenharia aeroespacial na Georgia Tech, nos Estados Unidos. Ricardo é um dos engenheiros responsáveis pelo cálculo de manobras do satélite brasileiro SGDC e gerente técnico de diversões projetos de sistemas espaciais do Ministério da Defesa brasileiro. Além disso, criou o canal de divulgação científica sobre engenharia aeroespacial no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=9366bpxH4Zo&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener">YouTube chamado Um Pequeno Passo.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. Quando você começou a se interessar pelo espaço e como os adultos à sua volta lidaram com essa curiosidade?</h3>
<p>Gosto de espaço desde sempre, quando era criança já acompanhava as missões da NASA, lançamentos dos ônibus espaciais, etc. Quando surgiu a oportunidade de trabalhar na parte espacial aqui no Brasil, vi que era a minha chance de trabalhar com o que sempre gostei. Todos sempre tem bastante curiosidade para saber coisas sobre espaço e eu sempre gosto muito de tirar todas as dúvidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Em que momento você decidiu dedicar-se academicamente ao assunto?</h3>
<p>Logo após concluir a minha graduação, fui trabalhar no Centro de Operações Espaciais (FAB) na parte espacial. Fiz muitos cursos e treinamentos, inclusive em instituições renomadas do setor aeroespacial brasileiro como no ITA e no INPE. Porém, sempre senti a necessidade de ter uma base acadêmica para me ajudar no trabalho, daí busquei fazer o mestrado em engenharia aeroespacial e agora o doutorado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. Quais são suas áreas de expertise ou de maior interesse e porquê?</h3>
<p>Trabalho na parte de manobras orbitais, monitoramento do clima espacial e análises de colisão de objetos no espaço. Na época de criação do Centro de Operações Espaciais (COPE) eu tive a oportunidade de escolher onde eu iria trabalhar (na operação do satélite SGDC). Na época eu tinha me interessado bastante nas atividades de manobras do satélite e monitoramento do clima espacial, poucas pessoas no COPE se interessaram por isso, daí comecei nessa área e fui me especializando nela. São áreas de pesquisa e trabalho complexas, sempre tive interesse em resolver problemas complexos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. Porque se deve investir em tecnologias espaciais se ainda o saneamento básico no Brasil é tão precário?</h3>
<p>O desenvolvimento da tecnologia espacial reflete em um ganho e crescimento altíssimo de tecnologias usadas na Terra. Muitas delas já se tornaram ferramentas essenciais do dia a dia das pessoas em todo o mundo. Sem o desenvolvimento da tecnologia espacial, por exemplo, não teríamos o GPS. Difícil imaginar como seria a vida sem um sistema desses atualmente. A tecnologia espacial movimenta bilhões de dólares todo ano e tem crescido significativamente a cada ano. É algo essencial para um país que quer crescer e ganhar autonomia tecnológica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. Dentro dos avanços alcançados na engenharia aeroespacial nos últimos anos, quais você considera mais impressionantes?</h3>
<p>Pra mim a chegada do homem na Lua, no programa Apollo, foi o maior feito da engenharia aeroespacial de todos os tempos, principalmente, devido às limitações tecnológicas da época. As chances da missão Apollo 8, por exemplo, que foi a primeira vez que astronautas entraram na órbita da Lua, tinha uma chance de sucesso próximo de 50%, que é muito baixo, considerando o risco para os astronautas, mesmo assim eles assumiram o risco e a missão foi um sucesso. Além do programa Apollo, a construção da Estação Espacial Internacional, o ônibus espacial, missões para Marte e a reutilização de forma operacional dos foguetes da SpaceX eu considero como outras conquistas marcantes na história da exploração espacial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. Como empresas brasileiras o Brasil pode se tornar competitivas do setor?</h3>
<p>As empresas brasileiras tem um potencial muito grande para se inserir no setor aeroespacial mundial, porém é essencial o apoio do governo no investimento para o desenvolvimento da indústria nacional. Algo semelhante ao que foi feito com a Embraer, mas ainda há pouco investimento e interesse do governo e do público nessa área espacial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>7. Como cientistas, professores e políticos brasileiros podem trabalhar para que nos próximos 10 anos o Brasil seja mais desenvolvido nessa área?</h3>
<p>Planos para o desenvolvimento nacional do setor aeroespacial existem vários. O caminho é simples: capacitar os engenheiros e centros de pesquisa nacionais/universidades, fortalecer a indústria nacional e viabilizar a sustentabilidade do setor. Mas para isso acontecer precisa de apoio político e investimento do governo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>8. Como seus estudos independentes e dentro das universidades te ajudaram a compreender maior o universo em que vivemos?</h3>
<p>O estudo acadêmico da física e da engenharia me ajudaram bastante a entender como diversos fenômenos físicos acontecem, inclusive me ajudam a realizar os procedimentos de operação do satélite com mais segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>9. Porque há uma fuga de cérebros no Brasil e porque você decidiu estudar fora?</h3>
<p>O setor espacial no Brasil ainda tem muito para se desenvolver e, infelizmente, ainda está bem atrasado com relação a vários outros países do mundo. Tinha interesse em dar continuidade na minha formação acadêmica, no caso o doutorado (Ph.D.), e aqui no Brasil não tem nenhuma universidade que oferece o doutorado em engenharia aeroespacial, então decidi fazer em outro país referência em tecnologia espacial, no meu caso os Estados Unidos.</p>
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		<title>Mulher, cientista e disseminadora do seu conhecimento &#8211; A Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira acredita que divulgação científica é essencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 11:49:12 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-23618 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=300%2C225&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira.</p>
<p>Laudicéia Alves de Oliveira é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais, com ênfase em Bioquímica de macromoléculas, pela da Faculdade de Medicina de Botucatu &#8211; FMB &#8211; UNESP. Desenvolve projeto de pesquisa em prospecção de biomoléculas de toxinas de serpentes no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos &#8211; CEVAP &#8211; UNESP. Possui experiência em química de proteínas, análises cromatográficas, análise protêomica e espectrometria de massas. Atualmente atua como pesquisadora principal a frente de um PIPE-FAPESP, na área de desenvolvimento de kits diagnósticos rápidos na área de acidentes por animais peçonhentos.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3>Primeira Pergunta &#8211; Quem é você?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Sou biomédica e aluna do Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais. Possuo interesse em toxinologia e desenvolvo projeto de doutorado em prospecção de efeitos biológicos de peptídeo do veneno de cascavel pela Faculdade de Medicina de Botucatu em parceria com o Instituto Butantan, Fiocruz e Universidad Nacional del Nordeste – Argentina”.</p>
<h3>Segunda Pergunta &#8211; O que te fez escolher ser cientista e, especificamente, a sua área de estudo?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Sempre fui uma criança questionadora. Ao descobrir que a ciência é de onde vem todas as respostas para as perguntas da humanidade me tornei fascinada pela pesquisa e principalmente por pesquisadores que fizeram a diferença na vida das pessoas através de descobertas em doenças negligenciadas, como por exemplo Oswaldo Cruz, Vital Brazil, que me influenciaram a dedicar minha vida acadêmica a prospectar melhorias para as doenças que afetam os menos favorecidos”.</p>
<h3>Terceira Pergunta &#8211; Como você vê a ciência no Brasil?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “O Brasil possui excelentes cientistas, porém infelizmente não há investimentos suficientes para que as pesquisas sejam feitas e mais pessoas se tornem cientistas, isso é o único problema, pois cada dia mais as pessoas têm se interessado por ciência”.</p>
<h3>Quarta Pergunta &#8211; Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Acredito que o papel do cientista vai além de fazer pesquisa. O cientista também tem a missão de formar pessoas, popularizar a ciência e disseminar conhecimento, principalmente em tempos de fake news.</p>
<p><strong>Quinta Pergunta &#8211; Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?  </strong></p>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “É importante estudar muito sobre os temas de interesse para entender o caminho a ser trilhado, visto que Doenças Tropicais abrange uma gama gigantesca de linhas de pesquisa. Estágios são importantes, assim como participar de reuniões científicas e congressos”.</p>
<h3>Sexta Pergunta &#8211; Existem muitas pesquisadoras que já sofreram preconceito na academia por serem mulheres. Isso já aconteceu com você?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia –</strong> “Esse tipo de situação nunca aconteceu comigo diretamente, mas sabemos que apesar de haver um grande número de pesquisadoras o número de mulheres liderando altos cargos na academia ou sendo premiadas ainda são inferiores ao de pesquisadores. Ainda há um longo caminho para galgarmos, mas acredito que o futuro será igualitário, já que somos cientistas excelentes”.</p>
<h3>Sétima Pergunta &#8211; Você considera a divulgação científica um ponto chave da pesquisa ?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “A divulgação científica é essencial. Transformar o conhecimento em algo dinâmico e acessível é a forma mais genuína de devolver a população todo o investimento que foi feito em nossa formação, além de ser uma maneira de deixar a ciência menos elitizada”.</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p data-speechify-sentence="">Quer conhecer mais sobre o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira: <a href="http://lattes.cnpq.br/6840943870049958">http://lattes.cnpq.br/6840943870049958</a></p>
<p data-speechify-sentence="">Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
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		<title>Existe mulheres na paleontologia?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 10:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É notável a forte presença masculina na história da Ciência. Na paleontologia não é diferente. Entretanto as mulheres estavam lá. Além da pesquisa, as primeiras cientistas lutavam pela classe e seus direitos. Mary Anning nasceu em Lyme Regis, região litorânea da Inglaterra, conhecida como Costa Jurássica em 1799. Paleontóloga e colecionadora de fósseis, foi seu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É notável a forte presença masculina na história da Ciência. Na paleontologia não é diferente. Entretanto as mulheres estavam lá. Além da pesquisa, as primeiras cientistas lutavam pela classe e seus direitos.</p>
<p>Mary Anning nasceu em Lyme Regis, região litorânea da Inglaterra, conhecida como Costa Jurássica em 1799. Paleontóloga e colecionadora de fósseis, foi seu pai, um entusiasta da paleontologia, que a ensinou a coletar, limpar e manusear fósseis. Após sua morte, Mary continua a explorar e segue seus estudos por conta própria, inclusive anatomia e fisiologia.</p>
<p>Dentre as descobertas de Mary estão, o primeiro fóssil de Ictiossauro, um esqueleto completo de Plesiossauro, em 1823. Muito inteligente, estudou e inferiu que coprólitos são excrementos fossilizados. Além disso, desenhou e catalogou inúmeras espécies.</p>
<p>Naquela época, a academia científica era formada pela elite masculina. Devido a isto, diversas descobertas de Anning não foram creditadas com seu nome. Atualmente suas contribuições científicas são reconhecidas, entretanto a história se repete com outras mulheres ao longo do tempo. Mesmo nos dias atuais, mulheres são desacreditadas a todo tempo. A Ciência não possui gênero, é amoral e deve ser para todos e todas. A história completa de Mary pode ser conferida no filme Ammonite, estrelado por Kate Winslet.</p>
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		<title>Alimento, pesquisa e muito estudo &#8211; A química perfeita que fez Raquel Peres de Morais Urano uma referência para mulheres na ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 11:30:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano. Ela é engenheira de alimentos pela Universidade Federal do Ceará (UFC), doutora em ciências e pesquisadora de pós-doutorado pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC-USP), e professora da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo. É [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p data-speechify-sentence=""><a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-qu…squisa-no-brasil/" class="broken_link"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-22805" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=300%2C169&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p data-speechify-sentence="">Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano.</p>
<p data-speechify-sentence="">Ela é engenheira de alimentos pela Universidade Federal do Ceará (UFC), doutora em ciências e pesquisadora de pós-doutorado pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC-USP), e professora da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo. É colaboradora do canal de divulgação científica &#8220;Ciência Brasileira é de Qualidade&#8221;. É idealizadora e uma das coordenadoras do projeto de extensão &#8220;Elas na Engenharia&#8221; da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP), cujo objetivo é incentivar alunas do ensino médio a seguirem carreira nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).</p>
<p data-speechify-sentence="">Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Primeira pergunta: O que te fez escolher a sua área de estudo?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;A primeira vez que vi um cientista foi numa matéria de telejornal. Eu, muito criança, me inspirei naquele senhor de jaleco e, embora não soubesse muito bem o que ele fazia,  me veio a vontade de também me tornar cientista. A inspiração para a área de exatas veio da admiração por duas professoras de matemática do ensino fundamental. A matemática entrou na minha vida e se tornou minha primeira paixão. No ensino médio me apaixonei por biologia. Estava eu com essas duas paixões, matemática e biologia, e o sonho em me tornar cientista. Juntei as duas paixões no curso de Engenharia de alimentos. Durante a graduação fui descobrindo e aprendendo a trilhar meu caminho na ciência&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Segunda pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;No primeiro ano de graduação mergulhei no mundo da microbiologia. Foi amor à primeira vista! Desde então comecei com estágio voluntário, iniciação científica e monitoria na área de microbiologia de alimentos. Na pós-graduação trabalhei por 12 anos no Laboratório de Química de Produtos Naturais da USP, com microbiologia marinha na pesquisa por produtos naturais que pudessem ser utilizados na produção de fármacos ou na agricultura. Recentemente decidi aprimorar meus estudos nas técnicas cromatográficas e de bioinformática para entender melhor como observar e identificar todas as substâncias produzidas por um organismo vivo. Tudo isso me deu mais certeza da carreira que eu queria seguir, do amor em fazer ciência, transmitir conhecimento e estimular mais pessoas a seguir na carreira científica&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Terceira pergunta: Qual recado você gostaria de dar para outras mulheres que gostariam de ingressar na área?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;As exatas, em especial, as engenharias são ambientes majoritariamente masculino. Precisamos mudar essa realidade fazendo com que mais mulheres migrem para essa área de estudo. Eu gostaria de dizer para vocês mulheres, que são capazes e que vocês podem estar aonde vocês quiserem. Não tenham medo de falar e de mostrar o seu ponto de vista. Faça o que você realmente gosta, faça cursos, procure bolsas de iniciação científica, faça parcerias, participe de congressos e de atividades extracurriculares, procure se envolver em atividades de cultura, ensino e extensão. É importante também fazer atividades que trabalhem sua mente, corpo e equilíbrio emocional. Isso ajuda muito durante a carreira científica. Precisamos ter representatividade para que outras mulheres tenham em quem se inspirar. O que vejo de mais importante é valorizar o trabalho de outras mulheres, ler livros de autoras, protagonistas, líderes e cientistas mulheres&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Quarta pergunta: Como você vê as mulheres cientistas no Brasil?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;Apesar de muito produtivas, as mulheres ainda são invisíveis no Brasil. As mulheres são responsáveis por cerca de 70% do total de publicações entre os anos de 2008-2012. Porém, o governo contempla apenas 24% das mulheres com subsídio do governo brasileiro concedido aos cientistas mais produtivos do país (bolsa de produtividade). A sub-representação das mulheres em posições de liderança ainda é persistente. Apenas 14% das mulheres ocupam a Academia Brasileira de Ciências. Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, as cientistas diminuíram a produtividade acadêmica em relação aos homens, pois somaram-se trabalhos domésticos e cuidados com a família&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Quinta pergunta &#8211; Na sua visão, qual o papel das mulheres cientistas na sociedade?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;Inúmeros projetos capazes de mudar a vida de muitas pessoas para melhor foram realizados por mulheres. Nas áreas de ciências da saúde 60% dos trabalhos de pesquisa são realizados por mulheres. Enquanto que apenas 25% dos trabalhos nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) são feitos por mulheres, um número extremamente baixo se comparado a uma sociedade de maioria feminina (51,8% segundo dados do IBGE de 2019). O principal papel da mulher como cientista na sociedade é o de produzir e fazer ciência. Posteriormente, devemos ser comunicadoras, multiplicadoras e referencial para futuras novas cientistas. Para que uma mulher tenha voz, precisamos dar voz, ou seja, valorizar a pesquisa científica feminina e contribuir para que elas tenham ainda mais espaço&#8221;.</p>
<p data-speechify-sentence="">Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p data-speechify-sentence="">Quer conhecer mais sobre o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano: <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/179415/raquel-peres-de-morais-urano/">Biblioteca FAPESP</a> e <a href="http://lattes.cnpq.br/2880150932692544">Lattes</a></p>
<p data-speechify-sentence="">Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
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		<title>Qual é a importância da vacinação em larga escala no Brasil para conter o coronavírus (SARS-CoV-19)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[anafravinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2021 10:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o dia 11 de março 2020, data em que a OMS (Organização Mundial de Saúde) considerou as contaminações pelo novo coronavírus (SARS-CoV-19) como pandemia, a procura da vacina é vista como protagonista para o fim do cenário pandêmico. Engana-se quem considera a vacina como um acontecimento recente e com pouca relevância. O Instituto Butantan [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">Desde o dia 11 de março 2020, data em que a OMS (Organização Mundial de Saúde) considerou as contaminações pelo novo coronavírus (SARS-CoV-19) como pandemia, a procura da vacina é vista como protagonista para o fim do cenário pandêmico.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">Engana-se quem considera a vacina como um acontecimento recente e com pouca relevância. O Instituto Butantan desde 1901 produz vacinas e soros para a saúde pública, e então distribuídos de maneira gratuita para todas as localidades do Brasil, fazendo parte do Programa Nacional de Imunização (PNI).</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">A vacinação é muito importante, principalmente quando falamos em prevenção e erradicação de doenças. Prevenção pois é a forma mais segura de se ter imunidade adquirida sem desenvolver sintomas de determinada doença, ou seja, você entra em contato com o agente causador sem que este lhe cause as terríveis consequências. Assim, futuramente ao ter contato com esta doença, o organismo reconhece o invasor e consegue combatê-lo. Falamos em erradicação quando a prevalência de uma doença chega a zero. A Poliomielite, por exemplo, recebeu o certificado de erradicação no Brasil em 1994, graças às fortes campanhas de vacinação.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">A vacina contra a Covid-19 encaixa-se, principalmente, no cenário de prevenção. O Sistema Público de Saúde encontra-se sobrecarregado, não há tratamento ou outras formas de prevenção que se mostre eficaz contra o novo coronavírus. Vacinar a população torna-se a principal maneira em desafogar os hospitais, além, claro, do isolamento social, máscaras e higienização das mãos. </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">No Brasil, o processo de imunização da Covid-19 começou logo após a aprovação pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) do uso emergencial das vacinas CoronaVac (parceria Sinovac e Instituto Butantan) e AstraZeneca (parceria da Universidade de Oxford, AstraZeneca e Fundação Oswaldo Cruz). </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">A CoronaVac, já está sendo produzida pelo Instituto Butantan, utiliza de uma tecnologia mais tradicional e comum entre as vacinas. O vírus encontra-se inativo em sua fórmula. Nesse caso, em laboratório, o novo coronavírus é exposto a pressões químicas e de altas temperaturas, o que o impede de se reproduzir e causar infecções. Quando o organismo entra em contato com o vírus inativo, gera uma resposta imune, que futuramente, caso exposto ao vírus ativo, a pessoa não adoeça.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">A tecnologia utilizada na vacina AstraZeneca/Oxford é chamada de vetor viral não replicante. O adenovírus respiratório, que infecta chimpanzés, é geneticamente modificado para inserir o gene da proteína &#8220;Spike&#8221; (proteína S) do novo coronavírus. As modificações impossibilitam esse vírus de se replicar em células humanas, mas gera resposta imune contra a Covid-19 e não também não adoece.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">Ambas as vacinas possuem sua eficácia comprovada cientificamente. O Instituto Butantan divulga que a CoronaVac possui 50,38% de eficácia geral para todos os tipos de casos de Covid-19 (sintomas mais leves à mais graves). Ou seja, reduz pela metade sua chance de ficar doente. Também foi divulgado que 78% dos que adoecem não necessitam de atendimento médico. A AstraZeneca teve sua eficácia divulgada em 70% para casos graves. Estes valores de eficácia publicados são incomparáveis entre si pois seguem metodologias diferentes, ou seja, critérios diferentes foram usados para definir o que é a Covid-19, os sintomas que o voluntário deveria apresentar e, a exposição ao vírus entre os voluntários dentro de cada pesquisa também não foi a mesma. </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">A CoronaVac e a AstraZeneca, no momento, irão dividir o protagonismo para desafogar os hospitais do Brasil. Não existe necessidade de escolher entre uma ou outra, ambas as vacinas geram imunidade adquirida contra a Covid-19. Como o cenário pandêmico oscila a todo momento, voltaremos a qualquer instante com mais informações.</span></p>
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		<title>Divulgação científica: 5 motivos pelos quais vale a pena fazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Gama]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 09:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ajudar as pessoas &#160; Quando você fala sobre ciência para as pessoas (aquelas que não trabalham com ciência/pesquisa) você está ajudando essas pessoas. Sim porque essas pessoas têm muitas dúvidas em relação à saúde, tecnologia, segurança dos produtos que elas usam no dia a dia (medicamentos, cosméticos, alimentos). No caso dos jovens, muitos também têm [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li>Ajudar as pessoas</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando você fala sobre ciência para as pessoas (aquelas que não trabalham com ciência/pesquisa) você está ajudando essas pessoas. Sim porque essas pessoas têm muitas dúvidas em relação à saúde, tecnologia, segurança dos produtos que elas usam no dia a dia (medicamentos, cosméticos, alimentos).</p>
<p>No caso dos jovens, muitos também têm dúvidas, por exemplo, sobre qual carreira seguir, o que fazer na faculdade. Mais informação sobre ciência, tecnologia, rotina de um cientista, entre outros temas, pode ser muito útil na hora da escolha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>Aumentar o nível de consciência dos Brasileiros nos temas de ciência e tecnologia</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os brasileiros, em sua maioria, sabem muito pouco sobre ciência e tecnologia. É claro que a divulgação científica não vai fazer com que todos sejam apaixonados (como eu e você) por ciência. Isso depende de história de vida, gosto pessoal, etc. Mas falar sobre ciência para as pessoas faz com elas consigam identificar a importância dos avanços científicos pra humanidade, enxerguem a presença da ciência e tecnologia na vida delas, e valorizem o trabalho dos cientistas/pesquisadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>Aumento da cobrança das agências de fomento por divulgação científica</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada dia mais existe uma cobrança maior em cima dos pesquisadores para fazer divulgação científica e comunicar seus resultados para a comunidade não científica. Já existem editais que cobram essas ações e também editais que liberam verbas específicas pra atividades de Divulgação Científica. E esse movimento deve seguir nessa direção pelos próximos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>Networking</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando você começa a se envolver em atividades de divulgação científica, sejam elas online ou offline, você conhece novas pessoas da sua área e também de outras áreas de pesquisa. Desse networking surgem amizades e também colaborações profissionais. Quem trabalha com ciência sabe que colaboração abre muitas portas. Além disso, a convivência e o diálogo com pessoas de outras áreas de pesquisa pode abrir a nossa mente e nos levar a ideias e projetos cada vez mais inovadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>Você adquire habilidades</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando você faz divulgação científica você adquire diversas habilidades que serão úteis na sua vida acadêmica/profissional e que irão te diferenciar. Eu, por exemplo, ao me dedicar a falar sobre ciência no “O que a cientista disse?” desenvolvi várias habilidades como uso de conceitos de design gráfico em artes e apresentações, oratória, escrita (não científica), edição de vídeos, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Quer aprender mais sobre divulgação científica?</p>
<p style="text-align: center;">Veja abaixo o meu curso &#8220;Fale sobre ciência&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://divulgareedc.wordpress.com/"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20061 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/12.png?resize=1080%2C1920&#038;ssl=1" alt="" width="1080" height="1920" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/12.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/12.png?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/12.png?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/12.png?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/12.png?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p><a href="https://sun.eduzz.com/611021"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-20062 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-10.png?resize=300%2C150&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="150" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-10.png?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-10.png?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><a href="https://divulgareedc.wordpress.com/"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-20063 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-11.png?resize=300%2C150&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="150" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-11.png?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-11.png?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/divulgacao-cientifica-5-motivos-pelos-quais-vale-a-pena-fazer/">Divulgação científica: 5 motivos pelos quais vale a pena fazer</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Conectados: como a extinção de uma espécie pode afetar outras &#8211; incluindo a gente!</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/conectados-como-a-extincao-de-uma-especie-pode-afetar-outras-incluindo-a-gente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Milene Alves-Eigenheer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 10:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação científica]]></category>
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		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já sabe que nós humanos causamos grandes impactos à natureza. Mas você já parou ⁣para pensar nas consequências de tanto desmatamento e extinção de espécies? &#160; Uma das consequências mais drásticas é o processo chamado cascata trófica. Para entende-lo, você tem que lembrar do que a gente aprendia na escola como cadeia alimentar, onde [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já sabe que nós humanos causamos grandes impactos à natureza. Mas você já parou ⁣para pensar nas consequências de tanto desmatamento e extinção de espécies?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das consequências mais drásticas é o processo chamado cascata trófica. Para entende-lo, você tem que lembrar do que a gente aprendia na escola como cadeia alimentar, onde um animal se alimenta de outro, que se alimenta de uma plantinha. Lembrou? Mas já parou para pensar o que acontece nesse ciclo caso uma espécie seja extinta do local?</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19300" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?resize=750%2C500&#038;ssl=1" alt="" width="750" height="500" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>Olha, pode ficar bem complicado. Por exemplo, imagine uma área onde o predador de topo é a onça parda, aquele felino grande e bonito. Como as pessoas tendem a não gostar de onças, elas começam a caça-las. Sobram tão poucas onças que elas não conseguem se encontrar e reproduzir. E assim elas desaparecem dessa área. <strong>No entanto</strong>, essas onças se alimentavam de herbívoros, os animais que comem vegetação. Sem elas, os herbívoros começam a se reproduzir rapidamente e a comer mais e mais. Por causa disso, novas árvores não conseguem crescer, pois assim que brotam, já são comidas. Isso acaba afetando a qualidade da água dos rios, já que as raízes das árvores nçao estão lá para segura-las, tornando o tratamento da água que bebemos muito mais cara. E é assim que nós, além de todo o ecossistema da floresta somos afetados pela perda da onça parda.⁣<br />
⁣</p>
<p>Nós humanos estamos sempre excluindo espécies estratégicas para os ecossistemas. Lembra dos Peixes-Bois-da-Amazônia? Já pensou o que vai acontecer se eles forem extintos? Provavelmente toda a vegetação aquática que eles comem vai crescer e impedir que entre luz na água, afetando o crescimento de outras plantas e organismos que servem de alimento para peixes, tartarugas e outros animais. Se eles não conseguirem se alimentar das mesmas espécies que o peixe-boi, eles tendem a desaparecer, ou pelo menos reduzir muito suas populações. Toda essa vegetação também pode acabar morrendo e apodrecendo na água, impossibilitando a vida de várias espécies por lá. E como tudo o que vai, volta, as pessoas começariam a ter muito problema para navegar, pois essa vegetação torna a navegação nos rios e lagos bem complicada.⁣<br />
⁣</p>
<p>Existem vários outros exemplos, incluindo um estudo conduzido no Quênia que mostrou que a exclusão de grandes herbívoros, como zebras e elefantes, leva ao aumento de ratos e consequentemente de pulgas que transmitem uma doença para humanos! Isso mostra o quanto estamos interligados a natureza e o quanto tudo o que acontece com ela pode nos afetar. Por isso, ajude a cuidar do planeta. Compre de empresas ecologicamente responsáveis, reduza seu consumo de carne e entre na luta pelo meio ambiente &#8211; afinal, essa luta também é por você e pelas futuras gerações!</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/conectados-como-a-extincao-de-uma-especie-pode-afetar-outras-incluindo-a-gente/">Conectados: como a extinção de uma espécie pode afetar outras &#8211; incluindo a gente!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Treinamento em divulgação científica no Instagram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Gama]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 17:56:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Nesse treinamento você vai aprender sobre como fazer divulgação científica no Instagram. Todos os dias do treinamento serão enviadas dicas práticas, exercícios e atividades, espaço pra tirar dúvidas, além de docs, áudios e vídeos com conteúdo. Preço promocional exclusivo pra primeira turma!! Todo o treinamento vai acontecer através do Telegram. Vou dividir com você [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/8.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-19252" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/8.png?resize=300%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/8.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/8.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/8.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/8.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/8.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span class="JsGRdQ" style="font-size: 18pt;"> Nesse treinamento você vai aprender sobre como fazer divulgação científica no Instagram. </span></p>
<p><span class="JsGRdQ" style="font-size: 18pt;">Todos os dias do treinamento serão enviadas dicas práticas, exercícios e atividades, espaço pra tirar dúvidas, além de docs, áudios e vídeos com conteúdo. </span></p>
<p><span class="JsGRdQ" style="font-size: 18pt;">Preço promocional exclusivo pra primeira turma!!</span></p>
<p><span class="JsGRdQ" style="font-size: 18pt;">Todo o treinamento vai acontecer através do Telegram. Vou dividir com você tudo que eu aprendi e executei no 1 ano e dois meses de @oqueacientistadisse no Instagram.</span></p>
<p><span style="font-size: 18pt;">Certificado de 16 horas de treinamento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18pt;">Se inscrevendo através do Tecnoveste, você ainda recebe 10 % de desconto!!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/9.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-19251" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/9.png?resize=300%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/9.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/9.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/9.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/9.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/9.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18pt;">Se inscrevendo através do Tecnoveste, você ainda recebe 10 % de desconto!!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 24pt;"><a href="https://sun.eduzz.com/371701"><strong>Quero me inscrever agora!!!!!</strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem sou eu?</p>
<p>Eu sou Dr. Vanessa Gama. Sou Farmacêutica e divulgadora de ciência. Eu faço divulgação científica no <a href="https://www.instagram.com/oqueacientistadisse/">@oqueacientistadisse</a> e falo sobre o tema para cientistas no meu perfil pessoal no Instagram, o <a href="https://www.instagram.com/vgama/" class="broken_link">@vgama</a>.</p>
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		<title>Marcha Virtual pela Ciência nesse 07/05! Participe!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Milene Alves-Eigenheer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2020 10:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você acha que a ciência é importante? Que ela influencia sua vida de alguma maneira? Você acha que a atuação de cientistas na produção de medicamentos e novas tecnologias está sendo importante para o combate a pandemia da COVID-19? &#160; &#160; &#160; &#160; Se você respondeu sim a alguma (ou todas) dessas perguntas, te convido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você acha que a ciência é importante? Que ela influencia sua vida de alguma maneira? Você acha que a atuação de cientistas na produção de medicamentos e novas tecnologias está sendo importante para o combate a pandemia da COVID-19?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18744" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?resize=507%2C338&#038;ssl=1" alt="" width="507" height="338" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?w=2560&amp;ssl=1 2560w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?resize=1536%2C1025&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?resize=2048%2C1366&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cientistas-covid-medicamento-vacina-remedio-scaled.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 507px) 100vw, 507px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você respondeu sim a alguma (ou todas) dessas perguntas, te convido para a <strong>Marcha Virtual pela Ciência</strong>, que irá ocorrer amanhã, dia <strong>07 de Maio</strong>, durante todo o dia nas redes sociais. O evento está sendo organizado pela Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC) e outras organizações relacionadas ao meio científico e vai contar com lives, podcasts, exposições virtuais de fotos e discussões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O objetivo da Marcha Virtual pela Ciência desse ano é destacar a <strong>importância da ciência no combate a COVID-19</strong>, discutindo principalmente os seguintes tópicos:<br />
– a importância do isolamento social;<br />
– a crise da ciência no Brasil e a redução drástica dos recursos para ciência, tecnologia e inovação;<br />
– o desmonte dos sistemas públicos de educação e saúde;<br />
– a necessidade de enfrentar a crise econômica com medidas que apoiem principalmente as camadas mais pobres e vulneráveis da população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A SBPC programou dois painéis de discussão para esse dia, com os temas &#8220;O enfrentamento da pandemia de COVID-19 no Brasil&#8221; e &#8220;A Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil: sucessos e desafios&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://i0.wp.com/portal.sbpcnet.org.br/wp-content/uploads/2020/05/Painel-Nacional-1-2.jpeg?resize=356%2C356" width="356" height="356" />  <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://i0.wp.com/portal.sbpcnet.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Painel-002.jpeg?resize=356%2C356" width="356" height="356" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outros eventos paralelos também estarão sendo conduzidos. A organização <a href="https://www.instagram.com/500wosbrasil/">500 Mulheres Cientistas</a> está programando lives para discussões relacionadas a temas como a queda da produtividade de mães cientistas em épocas de COVID-19; enquanto o canal <a href="https://www.facebook.com/cienciaquefazemos2016/">A Ciência que Nós Fazemos</a> irá conduzir uma discussão sobre o uso de máscaras faciais. Confira a programação completa <a href="http://portal.sbpcnet.org.br/marcha-virtual-pela-ciencia/programacao/" class="broken_link">clicando aqui!</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, cientistas de todo o país estão sendo convidados a produzir um vídeo de até um minuto explicando porque a ciência é importante no combate a pandemia. Todos os vídeos serão divulgados na <a href="https://www.youtube.com/user/canalsbpc">TV SBPC (YouTube)</a>, <a href="https://www.facebook.com/SBPCnet/">Facebook</a>, <a href="https://twitter.com/SBPCnet?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Eauthor">Twitter</a> e <a href="https://www.instagram.com/sbpcnet/?hl=pt-br">Instagram</a> da SBPC. Siga as hasgtags <strong>#paCTopelavida </strong>e<strong> #FiqueEmCasacomaCiência.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que tal você se juntar a marcha?</strong> Você pode assistir os eventos, enviar vídeos, comentar em tempo real nas redes sociais. O que importa é evidenciarmos a importância da ciência no combate a COVID-19. Vem com a gente!</p>
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		<title>Você gosta de ler sobre ciência?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/voce-gosta-de-ler-sobre-ciencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Gama]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 09:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação científica]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria (92%) das pessoas que respondeu uma pesquisa feita nos stories do Instagram disse que sim e 97 % delas disse que gostaria de ter mais acesso a esse tipo de notícia. Entretanto, a maior parte delas acha o tema difícil. Mas por quê? Talvez seja porque a principal forma de divulgação de novidades [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A maioria (92%) das pessoas que respondeu uma pesquisa feita nos stories do Instagram disse que sim e 97 % delas disse que gostaria de ter mais acesso a esse tipo de notícia. Entretanto, a maior parte delas acha o tema difícil. Mas por quê?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez seja porque a principal forma de divulgação de novidades nesse campo sejam os artigos científicos. Muitas pessoas que responderam a pesquisa já leram um artigo desses, mas uma boa parte delas não achou a tarefa fácil. E, entre as que acharam “fácil”, 77 % disse que não entendeu tudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o motivo de ser tão complicado ler esse tipo de artigo é que eles não são pensados pra quem não é cientista/pesquisador. Eles são feitos de especialista pra especialista. Na maioria das vezes, mesmo um pesquisador de determinada área tem dificuldade pra ler artigos de outras áreas porque tem toda uma linguagem técnica neles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A ciência não é só dos cientistas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">E será que a ciência tem que ser só pros cientistas entenderem? É claro que não. A ciência é pra todo mundo. Porque ela está em todos os lugares e o que os cientistas descobrem/ produzem afeta a vida de todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma descoberta científica por trás das roupas que você usa e daquele tecido da blusa térmica pros lugares muitos frios ou da blusa com proteção UV pra usar na praia. Existe uma descoberta científica naquele protetor solar ou creme de beleza com nanotecnologia que não deixa o rosto todo branco pra sempre quando você passa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E os medicamentos que você toma? E as vacinas? E o carro ou o ônibus que você anda? Tudo (tudo!) tem ciência. E ela é pra todo mundo!</p>



<p class="has-text-align-justify wp-block-paragraph"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
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		<title>Conheça o animal mais traficado do mundo!</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/conheca-o-animal-mais-traficado-do-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Milene Alves-Eigenheer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 10:00:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você conhece o pangolim? Esse mamífero lindo e cheio de escamas é o animal mais ameaçado pelo tráfico do mundo!⁣ Foto: Pangolim enrolado em posição de defesa O pangolim é o único mamífero que possui escamas, que ele usa para proteger o corpo dos predadores, quando se enrola e fica parecendo uma bola &#x26bd; Ele [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você conhece o pangolim? Esse mamífero lindo e cheio de escamas é o animal mais ameaçado pelo tráfico do mundo!⁣</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56-4.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-18133 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56-4.jpeg?resize=300%2C200&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56-4.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56-4.jpeg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56-4.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56-4.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56-4.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56-4.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56-4.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: center"><em><span style="font-size: 10pt">Foto: Pangolim enrolado em posição de defesa</span></em></p>
<p>O pangolim é o único mamífero que possui escamas, que ele usa para proteger o corpo dos predadores, quando se enrola e fica parecendo uma bola &#x26bd; Ele come formigas e cupins e de certa forma ele se parece com os nossos tamanduás, mas eles não são parentes! É um caso de evolução convergente, ou seja, quando espécies de grupos diferentes evoluem de maneira semelhante (outro dia falo mais disso &#x1f609;).⁣</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os pangolins vivem na Ásia e na África e correm sérios riscos de extinção. Cerca de 100 mil pangolins morrem por ano para que pessoas possam comer sua carne, que é considerada uma iguaria. Um ponto importante aqui é que a carne do pangolim é super cara (cerca de R$700 o quilo!), e seu consumo é ligado a status &#x1f644; Quem come o pangolim não é o pobre que caça para sobreviver, mas o rico que quer impressionar.⁣</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As escamas também são utilizadas em produtos que prometem curar doenças, acne e até ajudar a engravidar &#8211; mas nada disso é provado. Já tem até estudos provando que as escamas não tem propriedades medicinais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os pangolins também podem ser o transmissor do coronavírus para humanos &#8211; o genoma do vírus que ocorre neles é 99% similar ao das pessoas infectadas.⁣ isso ainda está sendo investigado, mas existem grandes chances! Se quiser saber mais dá uma olhada no post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-coronavirus-e-a-destruicao-da-natureza/">O coronavírus e a destruição da natureza</a>.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Myanmar_Illicit_Endangered_Wildlife_Market_04-768x514.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-18106 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Myanmar_Illicit_Endangered_Wildlife_Market_04-768x514.jpg?resize=316%2C212&#038;ssl=1" alt="" width="316" height="212" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Myanmar_Illicit_Endangered_Wildlife_Market_04-768x514.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Myanmar_Illicit_Endangered_Wildlife_Market_04-768x514.jpg?resize=768%2C514&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Myanmar_Illicit_Endangered_Wildlife_Market_04-768x514.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Myanmar_Illicit_Endangered_Wildlife_Market_04-768x514.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Myanmar_Illicit_Endangered_Wildlife_Market_04-768x514.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 316px) 100vw, 316px" /></a></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt"><em>Foto: um pangolim sendo vendido em um mercado ilegal de animais selvagens</em></span></p>
<p style="text-align: left">A primeira pessoa que falou pra mim dos pangolins me disse que eles parecem pokémons! E adivinha só: eles são! Eles inspiraram a criação dos Sandslash e Sandshrew, olha só:</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-22.18.41.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18136" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-22.18.41.jpeg?resize=272%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="272" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-22.18.41.jpeg?resize=272%2C300&amp;ssl=1 272w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-22.18.41.jpeg?resize=768%2C848&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-22.18.41.jpeg?resize=928%2C1024&amp;ssl=1 928w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-22.18.41.jpeg?w=1042&amp;ssl=1 1042w" sizes="(max-width: 272px) 100vw, 272px" /></a><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56.jpeg?ssl=1">   <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18135" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56.jpeg?resize=300%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56.jpeg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56.jpeg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56.jpeg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56.jpeg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/02/WhatsApp-Image-2020-02-18-at-21.59.56.jpeg?w=1072&amp;ssl=1 1072w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Legal demais, né?⁣</p>
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