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	<title>Arquivos documentário | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos documentário | Tecnoveste</title>
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		<title>Lil Nas X Lança Reflexivo Single &#8216;Where Do We Go Now?&#8217; Como Parte da Trilha Sonora do Documentário &#8216;Long Live Montero&#8217; da HBO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 12:35:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música & Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lil Nas X está de volta com mais uma música após o controverso &#8220;J Christ&#8221;, e desta vez ele nos presenteia com &#8220;Where Do We Go Now?&#8221;. O próprio cantor descreveu a faixa como &#8220;música para combinar com sua depressão&#8221;. Lil Nas X, cujo nome real é Montero Lamar Hill, é um cantor, rapper e [&#8230;]</p>
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<p>Lil Nas X está de volta com mais uma música após o controverso &#8220;J Christ&#8221;, e desta vez ele nos presenteia com &#8220;Where Do We Go Now?&#8221;. O próprio cantor descreveu a faixa como &#8220;música para combinar com sua depressão&#8221;.</p>
<p>Lil Nas X, cujo nome real é Montero Lamar Hill, é um cantor, rapper e compositor norte-americano que ganhou destaque em 2019 com o lançamento do single &#8220;Old Town Road&#8221;.</p>
<p>Nascido em 9 de abril de 1999, em Atlanta, Geórgia, Lil Nas X rapidamente se tornou uma sensação da música, combinando elementos de hip-hop e country em sua sonoridade única.</p>
<p>Além de ser um novo lançamento musical, o single também faz parte da trilha sonora do aguardado documentário da HBO, &#8220;Lil Nas X: Long Live Montero&#8221;. O documentário promete mergulhar na ascensão do cantor à fama, explorando sua vida pessoal e relacionamentos familiares. Uma lente será focada em sua sexualidade, abordando o crescimento e a liberdade que ele experimentou desde que se assumiu.</p>
<p>Na música, Nas X parece abordar sua saúde mental e as forças que o impedem de avançar.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esta porta em minha casa / Nunca vai me deixar crescer&#8221;, ele canta. &#8220;Ela não vai fechar agora, honestamente / Ela está me desacelerando e parece.&#8221;</p></blockquote>
<p>&#8220;Where Do We Go Now?&#8221; e &#8220;J Christ&#8221; marcam o retorno do artista com seu primeiro material solo em mais de dois anos. Após o lançamento de seu álbum de estreia, &#8220;Montero&#8221;, em 2021, Lil Nas X continua a explorar novos horizontes musicais.</p>
<p>Não perca a estreia de &#8220;Where Do We Go Now?&#8221; e do documentário &#8220;Lil Nas X: Long Live Montero&#8221; na HBO. Prepare-se para uma jornada envolvente na vida e na música deste talentoso artista.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estréia na Globoplay documentário sobre vida de Juliette.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 23:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[bbb21]]></category>
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		<category><![CDATA[Juliette Freire]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A grande vencedora do BBB 21, Juliette Freire, continua aproveitando cada momento de sua vitória e as oportunidades não páram de chegar. Recém contratada da Globo, estreou nesta terça-feira dia 29 de junho na Globoplay, &#8220;Você nunca esteve sozinha&#8221;, um documentário sobre sua vida onde o primeiro episódio leva o nome de &#8220;Disparada&#8221;. No total, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A grande vencedora do BBB 21, Juliette Freire, continua aproveitando cada momento de sua vitória e as oportunidades não páram de chegar. Recém contratada da Globo, estreou nesta terça-feira dia 29 de junho na Globoplay, &#8220;Você nunca esteve sozinha&#8221;, um documentário sobre sua vida onde o primeiro episódio leva o nome de &#8220;Disparada&#8221;.</p>
<p>No total, a série terá seis episódios, liberados semanalmente na plataforma. A série, que tem direção geral de Patricia Carvalho e direção de Patricia Cupello, adentra a biografia da paraibana que virou um fenômeno no Brasil.</p>
<p>Segundo informações do G1, &#8220;a série documental revela a origem de Juliette no interior da Paraíba, sua relação com a família e amigos e momentos difíceis que mudaram sua trajetória, como a perda de sua irmã mais nova, vítima de um AVC aos 17 anos. A obra também passa por suas escolhas profissionais e os rumos que a levaram ao ‘Big Brother Brasil’, e reserva espaço para uma de suas paixões: a música.&#8221;</p>
<p>&#8220;Quando soube do interesse da Globoplay em fazer um documentário sobre minha trajetória, eu mal pude acreditar! Nem nos meus maiores sonhos poderia imaginar uma coisa dessas, minha gente. Na verdade, eu ainda não me acostumei totalmente com essa ideia&#8221;, celebra Juliette.</p>
<p>A maquiadora e advogada vai participar de campanhas e promover a plataforma de streaming nas redes sociais.</p>
<p>&#8220;Sempre adorei o conteúdo da plataforma e acho muito importante o fomento e apoio à cultura nacional e à uma empresa brasileira. Fazer parte disso é um presente e me conforta poder, dessa forma, usar a visibilidade que ganhei para a finalidade de divulgar filmes e séries do nosso pais e levar entretenimento e cultura para tantos brasileiros.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>[Sessão Crítica] Que bom te ver viva (1989) &#8211; Dir. Lúcia Murat</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 19:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  É um documentário dirigido, roteirizado e produzido pela cineasta Lúcia Murat. O tema central é com foco em escutar os relatos de mulheres que passaram por diversas situações entre as décadas de 1960 e 1980. A ideia   O objetivo deste documentário fica claro quando se estuda a vivência da realizadora do projeto. Lúcia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">  É um documentário dirigido, roteirizado e produzido pela cineasta Lúcia Murat. O tema central é com foco em escutar os relatos de mulheres que passaram por diversas situações entre as décadas de 1960 e 1980.</span></p>
<h2>A ideia</h2>
<p><span style="font-weight: 400">  O objetivo deste documentário fica claro quando se estuda a vivência da realizadora do projeto. Lúcia foi integrante da Luta Armada contra a Ditadura Militar no Brasil, assim como as entrevistadas, passou por tortura quando presa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  A montagem é bem feita, encaixando a trilha sonora com as imagens e o roteiro escrito de forma interessante. A performance de Irene Ravache está condizente e chama o espectador preparando-o para o assunto seguinte, atuação respeitosa fornecendo críticas sobre o olhar de quem não viveu a parte pesada da Ditadura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  A verdade é que é complicado falar sobre esse documentário, porque ele é para um público específico, apesar de haver uma tentativa de criar uma empatia com o espectador masculino, trazendo até presenças durante a execução, é muito mais sobre o sentimento feminino para mulheres. Não vejo como ponto negativo, muito pelo contrário, um grupo tem que ter meios para conversar com caráter exclusivo, é uma forma válida no que diz respeito à fortalecer classe e gênero. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Pode parecer arrogância minha, mas poucos momentos me tocaram, senti mais próximo do monólogo do que os depoimentos em si, a parte teatral chuta a quarta parede e me puxa, o restante é um conjunto de depoimentos que talvez eu tenha estudado em livros de história, documentários e outros.</span></p>
<h2>Os temas fortes</h2>
<p><span style="font-weight: 400">  A Ditadura foi um período forte em vários aspectos e a questão das torturas chegou a diversos grupos. É sempre angustiante escutar falar sobre, respeito a pessoa que faz esforço em relembrar o que aconteceu. Estamos vivendo um momento político onde eu não sei o que vamos enfrentar, alguns ministérios já tem indicações militares, torço para que não haja nenhum retrocesso quanto a nossa liberdade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Esse filme é de 1989, vai fazer 30 anos, não é distante do tempo em que vivemos, ele propõe reflexões satisfatórias que infelizmente somos obrigados a discuti-las década após década, porque o ser humano tem um poder de boicotar a própria espécie, é um fato que me entristece.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  “Que bom te ver viva” é reflexivo, apresenta boa orientação por parte da Lúcia Murat, mas não é um documentário que eu indique para todos, ele tem uma linguagem mais familiarizada ao público feminino. Gostei dos aspectos técnicos. O título é muito interessante e pode trazer uma gama de significados. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><em>Por</em></p>
<p style="text-align: right"><em>Juliano Ferreira</em></p>
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		<title>Earth Sweet Home: startup de impacto social em escala global</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/earth-sweet-home-startup-de-impacto-social-em-escala-global/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2018 09:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Leandro Lima e Marina Miranda uniram-sem em torno de um nobre objetivo: atingir o primeiro Bilhão. No caso dessa dupla, não se tratava de poder econômico ou de aquisição de clientes, mas impacto social com o Earth Sweet Home (Terra Doce Lar). Começando a partir do seu entorne e com uma câmera na mão, essa duplinha [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Leandro Lima e Marina Miranda uniram-sem em torno de um nobre objetivo: atingir o primeiro Bilhão. No caso dessa dupla, não se tratava de poder econômico ou de aquisição de clientes, mas impacto social com o Earth Sweet Home (Terra Doce Lar).</p>
<p>Começando a partir do seu entorne e com uma câmera na mão, essa duplinha dinâmica começou essa aventura com a produção de uma websérie documental com projetos da <a href="https://su.org/">Singularity University</a>. Ele cineasta e ela agente de mudança, acumulavam já de início experiência prévia que os ajudaram nesta nova empreitada, respectivamente na <a href="https://www.facebook.com/interaktfilms/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/interaktfilms/&amp;source=gmail&amp;ust=1541193690039000&amp;usg=AFQjCNGvw-ezngIphJmBqj5Pkf8JpG_CLQ">Interakt Films</a> e na <a href="https://www.facebook.com/redebambuo" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/redebambuo&amp;source=gmail&amp;ust=1541193690039000&amp;usg=AFQjCNFjC1VpATM1PX-LfvJkVMQBlHdWXQ">Rede Bambuo.</a></p>
<p>Para viabilizar o Earth Sweet Home (Terra Doce Lar), Leandro e Marina venderam seus pertences e contam com o apoio do <a href="https://www.tecnoveste.com.br/crowdfunding-o-que-e-como-funciona-e-para-que-serve-financiamento-coletivo/" target="_blank" rel="noopener">financiamento coletivo</a> para executarem o projeto:  <a href="http://www.bit.ly/TerraDoceLar" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.bit.ly/TerraDoceLar&amp;source=gmail&amp;ust=1541193690039000&amp;usg=AFQjCNFQfIrcwfvFoH8syCSNizepKzO7VA">www.bit.ly/TerraDoceLar</a> Viajando através dos continentes, Lima e Miranda esperam encontrar tecnologias que possam contribuir para a expansão de uma rede de positividade e de colaboração por meio da importação e aplicação de ações e técnicas que tenham potencial de impacto.</p>
<p>Para acompanhá-los e saber como você pode mudar o mundo com suas atitudes, acompanhe o casal nos seus canais online: Instagram <a href="https://www.instagram.com/_earthsweethome_/" target="_blank" rel="noopener" saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/_earthsweethome_/&amp;source=gmail&amp;ust=1541193690039000&amp;usg=AFQjCNFhtRTnFzOEJ6v2PXnjDYIfEz69-Q" class="broken_link">@_EarthSweetHome_</a> , no twiiter <a href="https://twitter.com/earthsweethome" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://twitter.com/earthsweethome&amp;source=gmail&amp;ust=1541193690039000&amp;usg=AFQjCNFMZJvMVXJqX0VIugU87XXxB0x-NA">earthsweethome</a> e no Steemit <a href="https://steemit.com/@earthsweethome" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://steemit.com/@earthsweethome&amp;source=gmail&amp;ust=1541193690039000&amp;usg=AFQjCNFwhKDLSh0yaS7_0hgZAwoS5Lv9HA">@earthsweethome</a> rede social que remunera as pessoas por likes (upvolts) em uma plataforma descentralizada por meio da blockchain.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/11/terra-doce-lar.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-15366  aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/11/terra-doce-lar.jpg?resize=581%2C326&#038;ssl=1" alt="" width="581" height="326" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/11/terra-doce-lar.jpg?resize=1024%2C575&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/11/terra-doce-lar.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/11/terra-doce-lar.jpg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/11/terra-doce-lar.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 581px) 100vw, 581px" /></a></p>
<p>“Os jovens fazem uma chamada para uma construção coletiva: “O que a gente precisa é que as pessoas acreditem que é possível com a gente para que possamos produzir conteúdo de interesse coletivo. Perguntas e sugestões de como podemos direcionar o projeto e ampliar o impacto são sempre bem vindas. A gente acredita na inteligência coletiva.”</p>
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		<title>JOMA: a web-série mais interessante sobre startups do Vale do Silício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 10:55:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se você empreende e gosta de youtube, encontramos uma web-série pra você: JOMA. Jonathan Ma (Joma) trabalhou em diversas startups famosas &#8211; como LinkedIn, Facebook, Microsoft e BuzzFeed &#8211; e resolveu fazer mockumentary &#8211; espécie de documentário humorístico &#8211; sobre a vida de empreendedor no Vale do Silício. Nos vídeos, ele apresenta uma interseção das suas duas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você empreende e gosta de youtube, encontramos uma web-série pra você: JOMA. <a href="https://www.facebook.com/jomaoppa/" target="_blank" rel="noopener">Jonathan Ma</a> (Joma) trabalhou em diversas startups famosas &#8211; como LinkedIn, Facebook, Microsoft e BuzzFeed &#8211; e resolveu fazer mockumentary &#8211; espécie de documentário humorístico &#8211; sobre a vida de empreendedor no Vale do Silício.</p>
<p>Nos vídeos, ele apresenta uma interseção das suas duas paixões: o empreendedorismo e o entretenimento. Ele faz uma crítica bem humorada da vida quem empreendende nos EUA, passando por esteriótipos, arquétipos e clichês.</p>
<p>Por ser uma produção independente e feita, provavelmente, sem atores profissionais, a série merece ser conhecida por você que gosta desse universo. Contribua com sua <a href="https://www.patreon.com/jomaoppa" class="broken_link">campanha no Patreon</a> e veja os primeiros capítulos a baixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Startup Series: 7 Episodes" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PL0BAwa0pBqg6cgVi_N2arwjs6TQ6foPi7" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Prêmio Netflix: participação do público na escolha dos melhores filmes nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2016 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Netflix está promovendo uma votação para que o público brasileiro diga quais são os filmes nacionais que ela colocará à disposição da sua rede em mais de 190 países. O Prêmio Netflix 2016 vai dar maior visibilidade aos filmes brasileiros por meio da votação do público nas redes sociais. Com a hashtag #PremioNetflix, as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Netflix está promovendo uma votação para que o público brasileiro diga quais são os filmes nacionais que ela colocará à disposição da sua rede em mais de 190 países. O <strong>Prêmio Netflix 2016</strong> vai dar maior visibilidade aos filmes brasileiros por meio da votação do público nas redes sociais.</p>
<p><a href="https://www.premionetflixbr.com"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12126 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/filmes-concorrendo-do-premio-netflix-2016-tecnoveste.gif?resize=780%2C280&#038;ssl=1" alt="filmes concorrendo do premio netflix 2016 tecnoveste" width="780" height="280" /></a></p>
<p>Com a hashtag #<strong>PremioNetflix</strong>, as pessoas pode votar pelo Facebook e pelo Twitter para ajudar na escolha dos melhores títulos da atualidade. Os votos válidos serão contabilizados até dia<strong> 03 de outubro</strong> e o resultado será anunciado no site da rede de streaming.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A parte mais interessante é que a curadoria da competição é feita pela <a href="http://www.riomarket.com.br/" target="_blank">Rio Market</a> e tem jurados que entendem do que o público da internet gosta, como Lully Lucky, Hugo Gloss, Fabrício Boliberia, Fernando Andrade, Alice Braga, César Charlone, Adriana Dutra. Clique nas imagens deste post para participar da votação.</p>
<p><a href="https://www.premionetflixbr.com"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone wp-image-12125 size-large" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/jurados-do-premio-netflix-2016-cinema-streaming-curta-metragem-tecnoveste.png?resize=1024%2C633&#038;ssl=1" alt="jurados do premio netflix 2016 cinema streaming curta metragem tecnoveste" width="1024" height="633" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/jurados-do-premio-netflix-2016-cinema-streaming-curta-metragem-tecnoveste.png?resize=1024%2C633&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/jurados-do-premio-netflix-2016-cinema-streaming-curta-metragem-tecnoveste.png?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/jurados-do-premio-netflix-2016-cinema-streaming-curta-metragem-tecnoveste.png?resize=768%2C475&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/jurados-do-premio-netflix-2016-cinema-streaming-curta-metragem-tecnoveste.png?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="about"></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cine Pedal: pedale e gere energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Caroline Figueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 22:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acontece neste fim de semana o Cine Pedal Brasil 2016. O projeto possibilita a prática de exercícios e o entretenimento ao mesmo tempo: enquanto os participantes pedalam, é gerada a energia limpa necessária para a exibição dos filmes. O palco para a diversão gratuita será a Praça do Museu da República, localizado na área central [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Acontece neste fim de semana o <strong>Cine Pedal Brasil 2016</strong>. O projeto possibilita a prática de exercícios e o entretenimento ao mesmo tempo: enquanto os participantes pedalam, é gerada a energia limpa necessária para a exibição dos filmes. O palco para a diversão gratuita será a <strong>Praça do Museu da República</strong>, localizado na área central de Brasília, próximo à rodoviária, a partir das <strong>17 horas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">Os “ciclistas” do evento serão os responsáveis por produzir energia motriz, recebida por um equipamento condensador, que alinha a energia gerada, e a distribui aos aparelhos de som e iluminação, inclusive às películas de projeção cinematográfica. Para o filme ser exibido, é necessária a produção de 1300 watts. A energia produzida ainda pode ser utilizada para carregar dispositivos eletrônicos dos presentes.</p>
<p style="text-align: justify">Além de estimular a conscientização sobre o consumo e a mobilidade urbana com o uso das bicicletas para produção de energia e como meio de transporte, o Cine Pedal proporcionará a inclusão, uma vez que disponibiliza <strong>pedais manuais para portadores de necessidades especiais</strong>, idosos e crianças. Os interessados em participar do projeto podem pedalar as bicicletas fixas ou levar as próprias magrelas.</p>
<p style="text-align: justify">Após a exibição dos documentários “<strong>Bike vs Carros</strong>” e “<strong>O Menino e o Mundo</strong>”, serão promovidos debates para a discussão da mobilidade urbana nas metrópoles e a importância da sustentabilidade e cuidado com o meio ambiente, temas também abordados nos filmes. O  evento terá início às 17h, quando os participantes farão o cadastramento e, em seguida, DJs darão continuidade à animação no local.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p><strong>Data: Sábado e domingo (24 e 25/09)</strong></p>
<p><strong>Horário: Das 17h às 21h30</strong></p>
<p><strong>Local: Praça do Museu da República</strong></p>
<p><strong>Entrada: Gratuita</strong></p>
<p><strong>Mais informações: http://cinepedalbrasil.com/</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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