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	<title>Arquivos editoras | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos editoras | Tecnoveste</title>
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		<title>A importância da mercadologia no universo editorial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução Após uma breve análise da 5ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, podemos perceber, que a obra é uma pesquisa de mercado minuciosamente organizada para avaliar certos vestígios. Dentre tantos questionamentos de tais vestígios, consideraremos mais importante os que retratam a importância de tal análise no escopo editorial, e para tanto, nos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Introdução</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Após uma breve análise da 5ª edição da pesquisa <a href="https://www.prolivro.org.br/5a-edicao-de-retratos-da-leitura-no-brasil-2/a-pesquisa-5a-edicao/">Retratos da Leitura no Brasil</a>, podemos perceber, que a obra é uma </span><i><span style="font-weight: 400">pesquisa de mercado</span></i><span style="font-weight: 400"> minuciosamente organizada para avaliar certos vestígios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dentre tantos questionamentos de tais vestígios, consideraremos mais importante os que retratam a importância de tal análise no escopo editorial, e para tanto, nos basearemos no célebre autor sobre a área e, de certo, maior referência também, Philip Kotler.</span></p>
<h3><b>O que é marketing ou mercadologia?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O termo </span><i><span style="font-weight: 400">marketing</span></i><span style="font-weight: 400"> surgiu em 1950, aproximadamente, focado na produção e nas vendas, seu principal objetivo é identificar e satisfazer necessidades humanas e sociais, estando como premissas basilares do marketing, servindo até como definição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> É possível firmar definições variadas de marketing, de acordo com as perspectivas sociais e gerenciais. O termo é potencialmente tão amplo, que envolve serviços, eventos, ideias, pessoas, lugares, propriedades, organizações, informações e experiências ⏤ sendo propriamente destas últimas que trataremos neste artigo.</span></p>
<h3><b>O que não é marketing?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Após entender um pouco do que se trata o marketing, vejamos o que não se aplica nesta área de estudos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes de mais nada, vale lembrar que os processos mercadológicos que trataremos aqui envolvem, mas não se limitam aos procedimentos e técnicas comerciais e de vendas, estando relacionadas diretamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Anúncios pagos, publicidade gratuita, espontânea ou paga, direta ou indireta, não é marketing. </span><span style="font-weight: 400">A publicidade aqui aproxima-se mais ao “tornar público”, ser visto e/ou lembrado. </span><b></b></p>
<h3><b>Do que, especificamente, a mercadologia se trata?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Esta área trata-se de processos integrantes entre clientes e vendedores, qualquer pessoa que ofereça um serviço ou produto, onde há relação de consumo e fornecedor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Através de pesquisas, podemos ter mais assertividade na previsão dos comportamentos dos consumidores, analisando fatores culturais, sociais e pessoais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quando observamos a pesquisa, vemos que foram coletadas informações concernentes aos três fatores principais de análise: fatores pessoais (idade, gênero, escolaridade, renda e região); fatores sociais (família, renda, cor/raça, escolaridade e classe) e, por último; fatores culturais (subcultura regional/região, subcultura social/escolaridade e subcultura social/classe). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dessa forma, temos a coleta de informações essenciais para tomarmos uma decisão ou avaliarmos como nossas últimas decisões impactam a empresa, grupo, pessoas ou o que quer que esteja sendo observado.</span></p>
<h3><b>Como a mercadologia se aplica ao universo editorial?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Como mencionado anteriormente, tendo como objetivo principal a relação de consumidores e vendedores, a mercadologia se aplica, principalmente na indicação de quais livros serão mais bem introduzidos dentro de um determinado mercado, visando como público-alvo, potenciais compradores de uma editora, especificamente, ou um selo editorial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Obviamente, quando utilizamos a Teoria de Freud acerca do inconsciente humano, devemos pensar em sensações, emoções e percepções não-conscientes pelo próprio indivíduo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Aliando teorias sensoriais, como as propostas por Martin Lindstrom em seus dois célebres livros “A lógica de consumo” e “Brandsense”, à psicologia da <em>Gestalt</em>, vê-se que a criação, desenvolvimento e produção de um livro não pode ser focado apenas na condição mercadológica, ou seja, na venda propriamente dita, deve-se focar nas possíveis interações do cliente com o produto, para que ele, por si só, veja que obter aquele bem é um desejo consciente dele, mesmo sendo totalmente inconsciente e ilógico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Livros infantis baseiam-se nessa lógica, uma vez que são regados de desenhos para entreter e manter a criança focado neles, forçando a compra de outros livros, criando a sensação de necessidade (observa-se aqui, obviamente, que nosso foco não é discutir se livros são ou não são necessários, é óbvio que são; nosso foco é apenas mostrar que para o mercado, vender é a necessidade primordial). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Vemos, a partir daqui, que os <em>certos vestígios</em> mencionados na introdução são as <strong>dores, problemas, alternativas de escolha e objetivos úteis</strong> a serem trabalhados na pesquisa para gerar um respaldo na tomada de decisão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por exemplo, em qual nicho a editora irá atuar, ou qual selo a mesma irá finalizar suas atividades, visto que não está vendendo bem, além de descobrir os porquês.</span></p>
<h3><b>Pensamentos inovadores: aliando mercado e literatura</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das tarefas da mercadologia, como o próprio nome já entrega, estudo do/de mercado, é tornar um produto ou serviço mais atrativo analisando o mercado e suas esferas competitivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Amazon.com, gigante global do varejo, inovou trazendo soluções na entrega e distribuição de livros e diversas outras mercadorias, mas não esqueceu-se de ir além, trazendo também soluções para aqueles que queriam mais: criou uma espécie de<em> tablet</em> feito especialmente para leitura e, através de diversas estratégias, tornou o produto uma referência em inovação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A empresa utilizou-se de muita sapiência e pesquisa para englobar vários públicos na mesma loja, já que amantes de livros físicos e amantes de e-books, podem estar juntos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pessoas de todas as idades, de todos os gostos, de todas as culturas, classes sociais e muito mais, já que na loja virtual, podemos encontrar e-books de todos os tipos, em várias línguas e dos mais variados preços.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com este caso da Amazon.com, podemos perceber que, com certas informações, já seria possível traçar um plano estratégico para determinadas empresas visando o mercado nacional brasileiro, principalmente no período de pandemia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Avaliando ainda as pesquisas anteriores, pode-se observar o avanço ou regresso das vendas e compras de livros, físicos ou digitais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia o artigo na íntegra, <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/ROSEMBERG-Pedro.-A-importancia-da-mercadologia-no-universo-editorial.pdf">clique aqui</a>.</strong></p>
<p><strong>Bibliografia: <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/ROSEMBERG-Pedro.-A-importancia-da-mercadologia-no-universo-editorial.pdf">ROSEMBERG, Pedro. A importância da mercadologia no universo editorial.</a></strong></p>
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		<title>Os assassinos dos livros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2019 09:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business & E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Kindle’s, PDF’s pirateados, e-PUB’s e muito mais… Com toda essa tecnologia, possivelmente, não teremos mais livros, em um futuro próximo. Temos plataformas inteiras dedicadas aos livros digitais. O famoso escritor Umberto Eco, juntamente com Jean-Claude Carriere em “Não contem com o fim do livro” apresenta um conjunto de sugestões da razão pela qual não iremos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Kindle’s, PDF’s pirateados, e-PUB’s e muito mais…</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Com toda essa tecnologia, possivelmente, não teremos mais livros, em um futuro próximo. Temos plataformas inteiras dedicadas aos livros digitais. O famoso escritor Umberto Eco, juntamente com Jean-Claude Carriere em “Não contem com o fim do livro” apresenta um conjunto de sugestões da razão pela qual não iremos perder os famosos de papel.</span></p>
<h4><b>O que é o livro?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Para início de conversa, o livro nem sempre foi o que é hoje. Simplesmente era um meio de transmissão de um saber ou, de forma mais abrangente, um conjunto de textos ou imagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Papiro, pergaminho, códex, são exemplos de nomes de formas de se transmitir um conjunto de conhecimentos de forma escrita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje talvez, de forma não tão diferente, temos as formas digitais de transmitir alguma coisa, e formas de arquivá-los também.</span></p>
<h4><b>Diferenças de pensamento sobre o livro</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Podemos pensar no livro também como uma forma artística por si só. Uma obra de arte. Como acontecia na Idade Média quando um rei, membro do clero ou da nobreza, compravam um livro dos monges amanuenses ou copistas. O livro, feito à mão, com detalhes pensados para o futuro dono.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Temos ainda pessoas que realizam trabalhos parecidos. Há algumas editoras que fazem trabalhos de forma artesanal com similaridades de diversos cantos do globo – veja o livro </span><a href="http://www.letras.bh.cefetmg.br/nosso-catalogo/" class="broken_link"><b>Minas Geo/Gráfica: Casas editoriais mineiras</b></a><span style="font-weight: 400"> gratuitamente, no catálogo da Editora Laboratório do curso de letras do CEFET-MG.</span></p>
<h4><b>Qual a razão de se pensar o livro como uma forma artística?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Claramente a obra se enquadra em uma linha de direitos e de propriedades. O autor tem certos direitos perante sua criação, a editora detém outros, os ilustradores, e assim por diante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O livro final, quando chega ao comprador, que adquire a propriedade do livro, torna-se um produto que passou na mão de várias pessoas para que pudesse se tornar o que ele é e foi pensado para ser.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Contudo, ao pensar no layout, design, composição gráfica, dos tipos e fontes, o livro se transforma muito mais que um mero grupo de letras, não é mesmo?</span></p>
<h4><b>Tecnologias e pensamento envolvido</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Não sei se você sabe, mas existe muita tecnologia ao pensar no livro!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Se já passou pela sua cabeça que escrever um livro, publicá-lo e divulgá-lo é simples, esqueça isso e repense seu projeto – com toda certeza você está fazendo errado, tem alguém muito bom te auxiliando ou você já passou por isso várias vezes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como citado, existem inúmeros processos acerca do produto final, assim como na construção de um relógio trabalhado a ouro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sem contar que, alguém no processo deve pensar qual será o público final – jovem, adulto, infanto-juvenil, etc. – para que toda a sua estrutura seja realizada de forma congruente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Não só a congruência, como é descrito em “</span><i><span style="font-weight: 400">Texto, impressão e leituras</span></i><span style="font-weight: 400">“, de Roger Chartier, o que se lê muda de acordo com quem se lê e que período se lê. Isso quer dizer que, se você ler Alice no País das Maravilhas com 12 anos, poderá ser diferente de lê-lo aos 45, o que pode ser bom ou ótimo, se você achar interessante a experiência…</span></p>
<h4><b>Se a forma de recepção da leitura se altera, o que fazer?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Grandes leitores podem constatar. Se você ama ler, pode ler um livro que gosta diversas vezes, certo? Fica fácil, gostoso, fluído…</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas o melhor de tudo é que você pode prestar atenção em novas palavras, já que, como é descrito de acordo com a linha </span><b>Gestalt</b><span style="font-weight: 400"> da psicologia, vemos o que é similar pra gente, o que já conhecemos, o que tivemos/temos mais contato,</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Portanto, é muito bom ler e ler novamente – </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/os-beneficios-da-leitura/"><span style="font-weight: 400">leia Os benefícios da leitura</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<h4><b>Como é pensado o livro?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">O livro, diferentemente nos dias dos copistas, hoje, ele é pensado para as massas em um determinado grupo. Seguimento de tendências. Como antes se pensava no gosto pessoal de uma pessoa; hoje, pensa-se no gosto coletivo.</span></p>
<h4><b>E por que outras formas ganham o espaço dos livros?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Bem, muito simples. No celular, tablet ou computador, você pesquisa, encontra e lê, em menos de 5 minutos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com os livros, você saía de casa, procurava e talvez nem encontrasse. Mas, por outro lado, você também pode comprar seus livros, pelos mesmos dispositivos que lê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas e se eu não tiver internet ou bateria para ler o meu livro? O que eu faço?</span></p>
<h4><b>E por fim, o assassinato…</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400">Embora eu possa baixar centenas de PDF’s (claro que depende de vários fatores, como o tamanho de cada um deles e do espaço disponível no aparelho, mas mesmo assim, ainda é possível), os dispositivos têm seus pontos negativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esses pontos negativos são formas argumentativas de Eco para fazer com que nós pensemos. E utilizando de todos esses pontos, vamos pensar?</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">É muito difícil de pensar que os livros irão acabar, embora o mercado editorial seja interessante, algumas áreas estão em queda real;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Os equipamentos digitais são formas de auxiliar o que se fazia de forma manual;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Pois bem, eis aqui um assassinato resolvido: </span><b>nós matamos os livros por não lê-los!</b></p>
<hr />
<p style="text-align: left">Por <a href="https://www.flow.page/rosemberg">Pedro Rosemberg</a></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/os-assassinos-dos-livros/">Os assassinos dos livros</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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