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	<title>Arquivos educação | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos educação | Tecnoveste</title>
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		<title>Investidor em startups elenca cinco tecnologias para melhor transição de volta às aulas na pandemia da Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 10:07:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A digitalização, que já era uma tendência na sociedade antes da pandemia da Covid-19, tem se tornado ainda mais presente na vida de todos, diante da nova realidade trazida pelo isolamento social. Nesse período de transição, que teve início em agosto, entre o ensino remoto e a volta às aulas presenciais, muitos pais ainda não se sentem seguros para mandar seus filhos às escolas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A digitalização, <span class="il">que</span> já era uma tendência <span class="il">na</span> sociedade antes da pandemia da Covid-19, tem se tornado ainda mais presente <span class="il">na</span> vida de todos, diante da nova realidade trazida pelo isolamento social. Nesse período de <span class="il">transição</span>, <span class="il">que</span> teve início em agosto, entre o ensino remoto e a volta às aulas presenciais, muitos pais ainda não se sentem seguros para mandar seus filhos às escolas. Diante disso, a tecnologia segue como uma grande aliada para seguir com o ensino de forma <span class="il">que</span> o aluno siga em evolução <span class="il">na</span> aprendizagem.</p>
<p>A educação foi um dos principais setores impactados com a pandemia da Covid-19, com a aceleração da transformação digital, <span class="il">que</span> tornou a tecnologia peça-chave fundamental para escolas, alunos e professores, remodelando o ensino de maneira geral e proporcionando uma experiência educacional assertiva para ambos. Ela permite, entre outros benefícios, a conquista de um maior engajamento por parte dos estudantes, um processo de aprendizagem mais dinâmico, criativo e amplo, além de, certamente, preparar os estudantes para um mercado de trabalho altamente digitalizado e guiado pela inovação.</p>
<p>De acordo com o empresário <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/alexandre-velilla-garcia" target="_blank" rel="noopener">Alexandre Velilla</a>, </strong>são inúmeros os motivos para a modernização, cada vez maior, do ensino, por meio das <span class="il">ferramentas</span> <span class="il">tecnológicas</span> e digitais. Ele acredita que a educação deve se comunicar com a realidade dos alunos e com o contexto de suas vivências, de modo <span class="il">que</span> o processo de aprendizagem seja natural, contínuo e espontâneo, engajando-os ativamente no processo de aprendizagem.</p>
<p>Neste sentido, levando em conta <span class="il">que</span> vivemos em uma sociedade altamente digitalizada e <span class="il">que</span> boa parte dos estudantes do país, hoje, são nativos digitais, nada mais coerente do <span class="il">que</span> trazer a tecnologia para a sala de aula visando eficiência e otimizando o movimento de aprendizagem de alunos em todas as faixas etárias. Alexandre é pós-graduado (PMD) pelo IESE – University of Navarra e formado em Ciências Econômicas pela USCS e em Ciências Contábeis pela UNISA.</p>
<p>Seus mais de 25 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais, nas áreas de finanças, controladoria e administração, o credenciam para afirmar que, para que as tecnologias surtam efeitos positivos nas vidas das pessoas é preciso que os objetivos da aplicação tecnológica esteja inserida <span class="il">na</span> metodologia pedagógica de ensino <span class="il">que</span> será desenvolvida com os estudantes.</p>
<p>Sua passagem por empresas como KPMG Brasil, Boston Scientific do Brasil, EY, e CEL.LEP, lhe deram vasta experiência em Estratégia, Gestão e Finanças. Como apresentador de programas TV, Velilla  liderou o “Café com CEO” e foi jurado do “Batalha das Startups”, ambos da Record News, mas foi como membro dos Comitês Estratégicos de CEOs e de CFOs da <a href="https://www.amcham.com.br/" target="_blank" rel="noopener">AMCHAM</a> e do conselho consultivo do <a href="https://ceappedreira.org.br/atuacao/modelo-educativo/" class="broken_link">CEAP</a> (melhor ONG de Educação do Brasil em 2019 e do Sudeste em 2020) que ele pode refinar sua experiência para que suas teorias tivessem aplicações práticas.</p>
<p>Ao envederar para o mundo das startups, primeiramente como sócio-fundador da <a href="https://construtoraquest.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Quest Construções</a> e, posteriormente, como sócio da <a href="https://www.flexinterativa.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Flex Interativa</a> e investidor-anjo no <a href="https://www.instagram.com/brangels_invest/" class="broken_link">BR Angels</a>, o experiente Velilla, além de ocupar o cargo de vice-presidente de Inovação do <a href="https://ibef.org.br/" target="_blank" rel="noopener">IBEF-SP</a> (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças), foi eleito, em 2020, como Profissional do Ano pela 35ª edição do Prêmio ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Confira abaixo algumas tendências mundiais de tecnologia <span class="il">que</span> têm transformado o ambiente de educação:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Realidade Aumentada e Virtual</strong></p>
<p>A realidade aumentada, por meio de objetos virtuais criados por um computador, conecta um ambiente virtual ao ambiente físico, em tempo real, ao usar um dispositivo de saída, como um smartphone, videogame, notebook ou tablet, interagindo com o <span class="il">que</span> já existe. Já a realidade virtual, é uma tecnologia de interface avançada, criada por um computador, <span class="il">que</span> substitui o <span class="il">que</span> se está vendo por um conteúdo totalmente virtual, com interações mais naturais, <span class="il">que</span> acontecem por meio do uso de capacete ou óculos de realidade virtual. “O uso dessas <span class="il">ferramentas</span> é uma estratégia bastante interessante para aproximar os estudantes de conteúdos complexos e estimular a imaginação e criatividade, por meio de experiências imersivas de ensino”, explica Alexandre.</p>
<h3><strong>Inteligência Artificial</strong></h3>
<p>A Inteligência Artificial (IA) representa um conjunto de software, lógica, computação e disciplinas filosóficas e é um avanço tecnológico <span class="il">que</span> permite <span class="il">que</span> sistemas simulem uma  inteligência e realizem funções parecidas com as humanas, para tomar decisões de forma autônoma, perceber e entender o significado da linguagem escrita ou falada, aprender, reconhecer expressões faciais, entre outras. “As possibilidades de aplicação de IA <span class="il">na</span> educação são bastante amplas e envolvem desde a etapa inicial de preparação de conteúdos, tomada de decisão de gestores e aceleração de processos internos das escolas, até a preparação de trilhas de conhecimento adaptativas ao perfil dos alunos. Segundo uma pesquisa recente, até 2023, mais de US$3 bilhões serão investidos em inteligência artificial no ensino”, comenta.</p>
<h3><strong>Gamificação</strong></h3>
<p>A tendência consiste no uso de mecânicas e dinâmicas de jogos a fim de promover engajamento entre as pessoas, resolver problemas e melhorar o processo de ensino-aprendizagem, motivando ações e comportamentos, além de despertar a curiosidade dos usuários e incentivá-los a fazer algo. <span class="il">Na</span> educação, o principal objetivo é criar motivação inerente, onde o aprendizado se mistura com a brincadeira, sem precisar separar a teoria da prática. “Ela se conecta, diretamente, com a inteligência artificial <span class="il">na</span> criação de trilhas de aprendizado <span class="il">que</span>, além de adaptativas, podem ser altamente engajantes, divertidas e se comunicar diretamente com o dia a dia dos alunos”, comenta Velilla.</p>
<h3><strong>Learning Analytics</strong></h3>
<p>Learning Analytics é o termo designado para a utilização de dados de aprendizagem por meio da tecnologia, para fazer análises sobre o desempenho educacional dos estudantes, coletadas por meio de Big Data e <span class="il">que</span> permitem aos professores pensar em estratégias de acordo com todas as dificuldades encontradas e enfrentadas por eles. “O modelo de learning analytics – tendência <span class="il">que</span>, a partir da mineração do <em>big data educacional</em>, desenha novos modelos de ensino e aprendizagem &#8211; pode contribuir, de modo decisivo, com a disrupção do mercado educacional, pois permite <span class="il">que</span> os professores tenham uma base objetiva de informações para apoiar sua tomada de decisões a respeito de suas metodologias de ensino e para entender as especificidades e desafios de aprendizagem de cada estudante”, explica Alexandre.</p>
<h3><strong>Tecnologias Assistivas</strong></h3>
<p>Por fim, o executivo destaca as tecnologias assistivas, um conjunto de recursos utilizados para ajudar pessoas com deficiência e ampliar a sua mobilidade, comunicação e habilidades de aprendizado, tornando a vida delas mais fácil e independente, promovendo melhor qualidade de vida e inclusão social. “Elas contribuem para a otimização dos processos de aprendizagem de alunos com deficiência e atuam de modo inclusivo, permitindo <span class="il">que</span> novos conhecimentos sejam difundidos, levando em conta as necessidades de cada estudante”, ressalta.</p>
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		<title>Uma solução para fazer boas anotações nas aulas? A Folha Cornell!</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 10:09:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você pode até encontrar uma boa aula no Youtube ou postada pelo seu professor. Mas apenas assisti-la poderá não oferecer uma memorização de longo prazo. Para isso é necessário fazer boas anotações. Quer uma dica referendada cientificamente sobre como fazê-las? Apresento a vocês&#8230; a folha Cornell! A folha Cornell foi difundida por Walter Pauk. Walter [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode até encontrar uma boa aula no Youtube ou postada pelo seu professor. Mas apenas assisti-la poderá não oferecer uma memorização de longo prazo. Para isso é necessário fazer boas anotações.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25469" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?resize=687%2C354&#038;ssl=1" alt="" width="687" height="354" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?w=687&amp;ssl=1 687w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2021-05-12-a%CC%80s-11.56.35.png?resize=300%2C155&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 687px) 100vw, 687px" /></a></p>
<p>Quer uma dica referendada cientificamente sobre como fazê-las? Apresento a vocês&#8230; a folha Cornell!</p>
<p>A folha Cornell foi difundida por Walter Pauk. Walter Pauk (1914-2019) foi doutor em psicologia da educação, professor da Universidade de Cornell (EUA) e reconhecido por suas publicações na área da aprendizagem. Foi diretor do Reading Study Center na Universidade de Cornell. Desenvolveu algumas estratégias de ensino e sintetizou outras no livro: &#8220;How to Study in College&#8221; (livro que está na 11a. edição). Como auxiliar para tomar &#8220;boas anotações&#8221; e considerar os mecanismos de memória sobre a informação adquirida é necessário recursos metodológicos. A aprendizagem tem seu início, com a reunião de informações, que podem vir de diferentes origens. A narrativa de uma aula seja presencial ou on-line (gravada ou síncrona) proporciona o que Pauk chama de material &#8220;cru&#8221;. Os alunos passam muito tempo acumulando informação nesse estado. Como organizá-las e sistematizá-las para que façam sentido entre si e sejam consolidadas na memória? É então que Pauk introduz a ideia do que chama sistema Cornell. Vamos conhecê-la?</p>
<p>Fazer boas anotações em uma folha consiste em ter nela uma área flexível de notas, uma área para sumário e uma área para &#8220;pistas&#8221;, tópicos-chaves para o anotado. É assim que ela funciona!</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25470" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=451%2C339&#038;ssl=1" alt="" width="451" height="339" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?w=451&amp;ssl=1 451w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/folha-cornell-instruc%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></a></p>
<p>Nessa sequência, a primeira parte a ser utilizada é a coluna “anotações”. Nela, o aluno faz notas curtas (“telegráficas”) sobre o que está assistindo. Então, enquanto assiste o vídeo, pode interrompê-lo com o “touch” ou o teclado para se apropriar da informação e transferi-la sob forma de anotação.</p>
<p>Depois disso, tenta organizar de forma mais conectada, sob forma de resumo, as anotações iniciais. Por fim, usa a “coluna das pistas”. São perguntas ou palavras-chaves que, posteriormente, na hora de estudar, tentará responder ou definir, tampando com a mão, a “coluna das notas”.</p>
<p>Bora tentar? Escolha o vídeo! Faça suas anotações! Use a Folha Cornell e multiplique a sua aprendizagem!</p>
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		<title>Landell: Padre, brasileiro, cientista &#8211; nas (primeiras) ondas do rádio!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 20:09:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um telefone sem fio. Hoje, pensaríamos no celular.  Um pouco antes, pensaríamos naqueles com um dock na mesa mas com a liberdade de andar pela casa e depois devolvê-lo para a base. No fim do século XIX, no entanto, poderíamos estar falando do aparecimento do rádio? Se sim, quem foram seus pioneiros? Olha só que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um telefone sem fio. Hoje, pensaríamos no celular.  Um pouco antes, pensaríamos naqueles com um <em>dock</em> na mesa mas com a liberdade de andar pela casa e depois devolvê-lo para a base. No fim do século XIX, no entanto, poderíamos estar falando do aparecimento do rádio?</p>
<p>Se sim, quem foram seus pioneiros? Olha só que interessante! Assim como no caso do avião, paira um “interessado” mistério no ar: quem foi o seu precursor? Quem teria sido o inventor? E, em ambos os casos, temos um brasileiro como centro das discussões: Santos Dumont e o Padre Landell.</p>
<p>Padre Roberto Landell de Moura (1861-1928) foi um dos precursores do rádio, não hesitemos em dizer. Nasceu em Porto Alegre. Estudou por aqui até o equivalente ensino médio na época e mais tarde, foi para Roma. Na Itália, graduou-se em Física, Química, Teologia e Filosofia. Em 1886, tornou-se sacerdote, retornando ao Brasil. Uma paixão desenvolveu-se em todo esse tempo: a ciência. Inventor e entusiasta da eletricidade – o galvanismo! – celebrado na obra marcante de Mary Shelley (Frankstein, em 1818). Paixão essa comunicada diretamente ao Imperador D. Pedro II, outro fã do progresso científico.</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-26084" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?resize=600%2C360&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="360" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>O telégrafo já existia (1835). O telefone (com fios) já existia (1875). Landell produziu um aparelho com uma capacidade nunca vista: um transmissor de voz sem fios.  A transmissão ocorreu provavelmente no final do século XIX (entre 1893 e 1894), mas o detalhamento dela ainda é desconhecido. Documentada pelo <em>Jornal do Commerc</em>io, foi uma transmissão feita em 1899. A transmissão teria ocorrido a partir do Colégio Santana para uma residência, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. Em linha reta, seriam 8km. Ninguém sabe o que teria sido dito e nem por quem. Algo do qual não se tem dúvidas é de que efetivou a transmissão da palavra falada em ondas eletromagnéticas.</p>
<p>Patenteou suas descobertas no Brasil e nos Estados Unidos. Mas nada foi fácil. A condição eclesiástica e seu alinhamento com a ciência e o progresso incomodava (foi advertido oficialmente por seus superiores por três vezes). No entanto, queria mostrar que a Igreja não era inimiga da ciência e do progresso humano. Teve seu laboratório vandalizado por “devotos” que o acusavam de estar usando a seus equipamentos para “falar com os mortos”. Percebeu-se na condição de censurado e sentiu-se como Galileu, a ponto de chegar a escrever sob pseudônimo para evitar a fúria de alguns. Entre tanta resistência, em um país sem tradição científica e periférico, sem apoio logístico, financeiro e institucional, seu feito se torna ainda mais histórico.</p>
<p>Landell foi o primeiro ser humano que a transmitir voz ou ruídos sem fio por ondas eletromagnéticas, muito antes do premiado com o Nobel, o italiano Marconi.  Marconi, Tesla, Morse, Bell, Hertz, Popov, Fessenden… Todos eles estão presentes como pioneiros na associação da comunicação com a eletricidade e as ondas eletromagnéticas. São iniciadores de uma revolução da qual usufruímos em outra escala atualmente, atingindo a “Galáxia de Gutemberg”. Nesta galeria, é absolutamente necessária a presença de Padre Landell. Os veículos de telecomunicação e, particularmente, o rádio deve a este homem a merecida e permanente saudação de todos. Sobretudo em tempos tão sombrios para se fazer e falar de ciência.</p>
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		<title>Runway ML: oportunidade educacional moldando o futuro da criatividade com Inteligência Artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 16:15:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Acreditamos que os sistemas de IA aplicados ao conteúdo audiovisual vão transformar para sempre a arte e a criatividade. Desde 2018, a Runway tem estado na vanguarda da mídia baseada em IA, garantindo que o futuro da criação de conteúdo seja acessível, controlável e empoderador para todos. Diferente das empresas tradicionais, a Runway integra pesquisa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="82" data-end="402">Acreditamos que os sistemas de <strong data-start="113" data-end="153">IA aplicados ao conteúdo audiovisual</strong> vão transformar <strong data-start="170" data-end="209">para sempre a arte e a criatividade</strong>. Desde <strong data-start="217" data-end="225">2018</strong>, a <strong data-start="229" data-end="239">Runway</strong> tem estado na vanguarda da <strong data-start="267" data-end="290">mídia baseada em IA</strong>, garantindo que o <strong data-start="309" data-end="342">futuro da criação de conteúdo</strong> seja <strong data-start="348" data-end="399">acessível, controlável e empoderador para todos</strong>.</p>
<p data-start="404" data-end="814">Diferente das empresas tradicionais, a Runway <strong data-start="453" data-end="523">integra pesquisa diretamente em seus times de engenharia e produto</strong>, acelerando a transição da <strong data-start="551" data-end="579">pesquisa para a produção</strong> — um processo que antes levava anos, agora acontece em poucas semanas.</p>
<p data-start="404" data-end="814">Essa sinergia nos permite <strong data-start="679" data-end="740">colocar a tecnologia mais avançada nas mãos dos criadores</strong>, ampliando o acesso a <strong data-start="763" data-end="795">experiências apoiadas por IA</strong> em todo o mundo.</p>
<p data-start="816" data-end="1000">Hoje, a Runway conta com escritórios em <strong data-start="859" data-end="916">Nova York, São Francisco, Seattle, Londres e Tel Aviv</strong>, além de colaboradores que trabalham remotamente de diferentes partes do planeta.</p>
<p data-start="1002" data-end="1292">Programas como o <strong data-start="1022" data-end="1046">Runway for Education</strong> e o <strong data-start="1051" data-end="1088">Runway Student Ambassador Program</strong> reforçam esse compromisso com o futuro da criatividade, levando a IA para universidades renomadas como <strong data-start="1192" data-end="1220">UCLA, NYU, USC e Harvard</strong>, e formando a próxima geração de criadores que pensam com tecnologia.</p>
<p data-start="1294" data-end="1466">Se você é <strong data-start="1307" data-end="1322">educador(a)</strong>, <strong data-start="1324" data-end="1337">estudante</strong> ou <strong data-start="1341" data-end="1366">profissional criativo</strong>, explore as oportunidades que a Runway oferece para integrar a <strong data-start="1430" data-end="1463">IA no seu processo de criação</strong>.</p>
<p data-start="836" data-end="891">Acesse o <a href="https://runwayml.com/educators?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAadXBBJBqWnAcVqnWZeJAgW4nr1KpmpqlccKZgJYU9yUArniCicp4OFgixnJjw_aem_PQeaNXjnhmxAYqLZYOYWiw">link</a> pra se inscrever.</p>
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		<title>MedSimple (educação para estudantes de medicina e médicos), o próximo unicórnio Brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 11:25:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Criado por Jason Calacanis, investidor anjo em empresas como Uber e Robinhood &#8211; sobre a qual já falamos aqui no tecnoveste em 2015 &#8211;, o podcast TWIST apresenta uma mistura entrevistas, análises de mercado e competições entre fundadores. Em um dos programas, uma startup brasileira figurou no Founder Friday Pitch Madness, a MedSimple  &#8211; um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Criado por <a href="https://x.com/Jason">Jason Calacanis</a>, investidor anjo em empresas como Uber e <a href="https://www.tecnoveste.com.br/robinhood-a-startup-de-investimentos-na-bolsa-que-nao-cobra-nada/">Robinhood &#8211; sobre a qual já falamos aqui no tecnoveste em 2015 &#8211;</a>, o podcast TWIST apresenta uma mistura entrevistas, análises de mercado e competições entre fundadores. Em um dos programas, uma startup brasileira figurou no <strong>Founder Friday Pitch Madness</strong>, a <a href="https://www.medsimpleoficial.com.br/">MedSimple </a> &#8211; um app educacional voltado para estudantes de medicina e médicos)</p>
<p>Nascida em Florianópolis, A MedSimple recentemente apresentou uma proposta ousada: transformar a forma como estudantes de Medicina se preparam para exames e provas práticas. Nesse programa, comumente, fundadores apresentam pitches curtos em rodadas eliminatórias, enquanto Jason e seus co-hosts avaliam modelo de negócios, tração, mercado endereçável e capacidade de execução.</p>
<p>Mais de duzentas startups já participaram da competição, com uma taxa média de 18% avançando para rodadas seed ou Series A após a exposição no programa. O valuation médio inicial dessas empresas gira entre US$ 8 milhões e US$ 15 milhões, e, com uma audiência que ultrapassa meio milhão de downloads mensais, os pitch-offs se tornaram uma vitrine global para fundadores que buscam validação e atenção de investidores.</p>
<h3>Nascimento</h3>
<p>O negócio nasceu de uma dor real vivida pelos próprios fundadores, médicos que perceberam como é difícil organizar e memorizar volumes massivos de conteúdo durante a graduação. A solução encontrada foi criar uma plataforma SaaS educacional que combina banco de questões, flashcards inteligentes, vídeos explicativos e recursos de inteligência artificial para personalizar a experiência de estudo.</p>
<h3>Mercado</h3>
<p>O público-alvo imediato é formado pelos mais de 250 mil estudantes de Medicina no Brasil, mas o plano é escalar rapidamente para residências médicas e, posteriormente, para outros países da América Latina. Os números apresentados durante o pitch indicam tração promissora: a MedSimple já registra cerca de US$ 50 mil em receita recorrente mensal, o que equivale a aproximadamente R$ 250 mil por mês, e uma receita anualizada superior a US$ 500 mil.</p>
<p>A projeção para 2026 é de alcançar US$ 3,65 milhões em faturamento, apoiada por uma necessidade de capital estimada em US$ 1 milhão. Esse crescimento representa uma expansão de 162% em relação a 2025, sustentado por um ticket médio de US$ 120 por estudante ao ano.</p>
<p>O mercado endereçável reforça a ambição da startup: além dos 250 mil estudantes no Brasil, existem mais de um milhão de potenciais usuários na América Latina e um mercado global de EdTech para Medicina que supera US$ 100 bilhões. No entanto, a trajetória não está livre de desafios.</p>
<p>O setor é altamente competitivo, com players internacionais consolidados como UWorld e Amboss, e há ainda a dependência da sazonalidade no calendário acadêmico brasileiro. Outro ponto sensível é a diferenciação tecnológica: investidores vão querer entender se as features de IA da MedSimple são soluções proprietárias ou se dependem de modelos genéricos de mercado.</p>
<h3>Futuro</h3>
<p>Apesar dos riscos, o caso da MedSimple mostra a vitalidade e o potencial de startups brasileiras que conseguem dialogar com investidores globais. Ao apresentar-se no podcast TWIST, a empresa não apenas ganhou exposição, mas validou sua proposta diante de uma audiência qualificada. No cenário atual, em que poucas startups latino-americanas conseguem atravessar o oceano da atenção internacional, o pitch da MedSimple é um sinal de que a próxima geração de unicórnios da região pode muito bem nascer em nichos altamente especializados, como a educação médica.</p>
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		<title>Futuro pra quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vitorlrichner]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 17:00:36 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estou escrevendo este texto de um dos lugares mais privilegiados que pode existir atualmente: a minha casa.</p>
<p>Privilegiado por que sou um homem branco, com acesso ilimitado à internet e a todo tipo de informação que eu precisar, comida na geladeira, televisão, roupas, produtos de limpeza, álcool em gel e água potável. Assim, estamos, eu e meu cachorro Graciliano, seguros da maior crise de saúde pública do século. Mas seguros dentro de uma fração delimitada.</p>
<p><strong>O mundo lá fora não tem essa realidade.</strong></p>
<p><strong><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18971" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?resize=300%2C168&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="168" /></a></strong></p>
<p>Perdi as contas de quantos dias estou em casa. Não dá mais pra contar o tempo a partir do nosso cotidiano: todo dia parece domingo. Às vezes, um domingo com trabalho, outras um simples e melancólico domingo. Todo mundo em casa, a rua meio vazia, dormindo a tarde e vendo alguma porcaria à noite antes de dormir. Difícil pensar em segundas-feiras sem todo o itinerário que envolvia o trabalho tal como ele era, uma reunião, começar ou não uma dieta, ir ou não para a academia. Até mesmo as ressacas do final de semana estão em quarentena. Vez ou outra, uma leve dor de cabeça de tanto tomar vinho pra tentar dormir.</p>
<p>Todo dia parece domingo.</p>
<p>E, de novo, falo de um lugar privilegiado. E eu preciso reforçar isso a todo instante. Neste texto e para mim mesmo. Esse conceito muda tudo. Muda a forma de encarar esses tempos. Entender o nosso lugar de privilégio, penso, é o que vai permitir que a gente enxergue e aja de outra forma, abrindo espaços e diálogos. E repito isso com amigos, colegas, parentes e até pessoas desconhecidas que encontro no único dia da semana em que eu saio na rua para ir ao mercado &gt; farmácia &gt; sacolão. E raras vezes, ao pet shop.</p>
<p>São saídas tristes. Ando na rua e tenho vontade de chorar. Falo sozinho atrás da máscara e a cada passo, noto que estou fora de forma, mesmo apesar de ter tentado, no começo, seguir uma rotina de exercícios diários. Mas que logo troquei por garrafas de vinho, cerveja, série ruim e cigarro.</p>
<p>Me sinto como o James Stewart em Janela Indiscreta: olho pra fora e já conheço os(as) vizinhas (os); que horas desligam as luzes, quem fuma na janela, os mais politizados que batem panelas em protestos e os que fecham as cortinas quando começam as paneladas. E pra deixar tudo ainda mais hitchcockiano, semanas atrás houve um assassinato no prédio da frente. Tudo foi acompanhado com uma certa comoção, mas logo todo mundo entrou e esqueceu.</p>
<p>Perder a vida hoje em dia parece só um número.</p>
<p>No começo, fiz uma planejamento detalhado de atividades para a quarentena: ler os livros que estavam empilhados na mesa de cabeceira e na mesa da sala, estudar mais história para achar brechas e respostas para possíveis saídas disso tudo, fazer os tantos cursos que empresas disponibilizaram numa tentativa de solidariedade e compartilhamento de conhecimento (pra quem, né?), aprender a fazer receitas da Rita Lobo, assistir e rever todos os filmes do Almodovár, do Kubrick, do Win Wenders e tentar escrever meu próximo livro. Como resultado, tive o início de síndrome do pânico.</p>
<p>Hoje, como o poema do Álvaro de Campos, o que sinto é cansaço.</p>
<p>Que vai além de não fazer nada. Mas de muita coisa que fui acompanhando nesses meses que já parece quase um ano. A crescente <em>livização do conhecimento</em>, o problema das escolas e sua ineficiência com o ambiente digital para continuar suas aulas, as muitas empresas que da noite para o dia se “digitalizaram” e, claro, aos novos profetas do futuro pós apocalíptico.</p>
<p>Quase como aquele meme “onde vivem, o que comem” etc., vi surgir uma quantidade inexplicável de auto proclamados futuristas, além dos que aqui já existiam. Parece, enfim, que todos têm uma resposta para o que estamos vivendo. Para eles, a crise é uma oportunidade para abrirmos as portas para esse tão esperado e glorioso futuro. A crise está acelerando mudanças que já estavam por vir. Mas, eu me pergunto:</p>
<p><em>Futuro pra quem?</em></p>
<p>Há mais ou menos três anos, comecei a ir em busca de algumas respostas. Até mesmo pelo meu próprio trabalho que envolve tecnologia e uma busca cansativa por “novidade”, precisei ir atrás do que estava acontecendo e o que poderia acontecer com o mundo com a chegada da tal 4ª revolução industrial e seus impactos no trabalho, educação, na vida em geral. Fiz cursos, li livros e textos no medium, assisti incontáveis TEDs e conheci muita gente empenhada em desvendar o futuro.</p>
<p>Quando você começa, é tudo muito sedutor: <em>self driving cars</em>, inteligência artificial, robótica, biotecnologia, nanotecnologia e todas as “<em>gias</em>” que possam existir. O Blade Runner do futuro que estava aparecendo para mim, já parecia mais um Black Mirror com final feliz. Mas não foi difícil começar a perceber que eu estava em um grupo ainda mais privilegiado do que o que eu estava acostumado. Somente brancos, altamente graduados, com ótimos cargos em empresas que parecem ter saído de um livro do Isaac Asimov. Nenhuma pessoa negra, eu quase como o único homossexual e, claro, todos muito “bem de vida”. Não demorou muito para pergunta surgir:</p>
<p><strong><em>Futuro pra quem?</em></strong></p>
<p>Nenhum livro, palestra ou TED previu a chegada do covid-19 e seus desdobramentos políticos e sociais. Lembro só de ter visto, acho que em 2017, o Bill Gates falando que a próxima crise seria uma pandemia.</p>
<p>Algumas semanas atrás, vi no perfil no linkedin de um conhecido que, antes da pandemia, era facilitador de treinamentos corporativos, se definir como um futurista. Mais um sintoma de uma soma de eventos que estão acontecendo de quem está ditando as regras no meio de um jogo que parece não ter um vencedor no final. E a minha pergunta, título deste texto, faz a referência a esse tal dito futuro que está sendo construído para muito poucos? Até mesmo criaram e se servem do slogan “novo normal”.</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem?</em></strong></p>
<p>Entregadores de comidas e serviços de plataformas digitais, motoristas de Uber, caixas de supermercado, cobradores de ônibus, estudantes de periferia e a lista pode continuar interminavelmente. E o futuro dessas pessoas? Como discutir um suposto “novo normal” se pautando em “<em>boom</em>” de crescimento de vendas <em>on-line</em>? Dizer que o “novo normal” será o trabalho remoto, me parece, ser o mesmo que assumir que a desigualdade que está tão transparente agora, deve ser permanecida para sustentar tudo isso. Em um país intercontinental como o Brasil, com estruturas e um tecido social bastante complexo, a crise parece ter relevado ainda mais o quanto estamos longe do futuro Jetsons e mais próximos de um romance regionalista da década de 30. A desigualdade vem caminhar junto da falta de empatia. O novo normal será dos privilegiados trancafiados em casa, enquanto a grande maioria sequer consegue lavar as mãos? Não tem como não nos perguntarmos:</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem? Futuro de quem?</em></strong></p>
<p>E em um grupo de WhatsApp com essas mesmas pessoas que discutem tendências, lentes para enxergar o futuro ou qualquer coisa que o valha, recebo a seguinte mensagem:</p>
<p><em>“uma hora dessas, nasce um bebê com uma mutação genética que protege ele e os descendentes contra corona e ai reseta tudo”. </em></p>
<p>E você pode achar que nada disso que eu to falando têm muito sentido. Eu mesmo acho que não tem. Mas eu começo aqui a minha coluna, com um diálogo aberto para falarmos sobre tudo isso. Se vai haver um certo ou errado, não sei dizer. Mas cada semana, vou trazer uma provocação. Tecnologia, educação, futuro. Está tudo em jogo agora. E discutir, parece ser o primeiro passo para entender se, de fato, vai haver um impacto positivo disso tudo que estamos vivendo.</p>
<p>E toda vez que toco nesse assunto, lembro da capa da New Yorker.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18970" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="220" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&amp;ssl=1 220w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?w=280&amp;ssl=1 280w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /></a></p>
<p>Eu acendi um cigarro agora. Eu sei, parece estranho fumar no meio de uma crise de saúde respiratória. Por enquanto, to fazendo o meu melhor. Tentando sobreviver. Assim, como você deve tá fazendo o seu também.</p>
<p>Um motoboy com uma bolsa do Rappi passa e estaciona em frente ao prédio. To terminando de escrever esse texto. Olho para baixo e vejo que ele deixou a comida na porta. Sem contato com o entregador. Começo a pensar em como será o trabalho no futuro. Claro, minha preocupação como um homem gay privilegiado é totalmente diferente das pessoas em situação de vulnerabilidade. Não tem como não relacionar isso sempre. O entregador foi embora. E de novo eu me pergunto:</p>
<p><strong>Futuro pra quem?</strong></p>
<p><em>Por Vitor Richner</em></p>
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		<title>O fim do sono: como a diminuição de horas bem dormidas está afetando a nossa sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Feb 2023 14:49:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para que dormir? Todos acordados! Dá mais tempo para trabalhar, para estudar, para fazer mais coisas, para comprar, para consumir. Dormir, na modernidade, é sinal de fragilidade. Quem dorme muito, é taxado de fraco, pouco produtivo, não quer trabalhar, deprimente (por favor, não é verdade!). O governo dos Estados Unidos tem estudado a atividade cerebral [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para que dormir? Todos acordados! Dá mais tempo para trabalhar, para estudar, para fazer mais coisas, para comprar, para consumir.</p>
<p>Dormir, na modernidade, é sinal de fragilidade. Quem dorme muito, é taxado de fraco, pouco produtivo, não quer trabalhar, deprimente (por favor, não é verdade!).</p>
<p>O governo dos Estados Unidos tem estudado a atividade cerebral de aves migratórias para entender como um longo estado de vigília não os afeta, isto é, como conseguem ficar dias acordados sem nenhum problema fisiológico. Quem sabe, a partir dos resultados, possam diminuir ou até cessar a atividade do sono em humanos sem prejuízos neurológicos e comportamentais. Quem sabe desenvolver uma pílula que tomaríamos todos os dias para não dormir. Seria o fim do sono? Como <em>Jonathan Crary</em> escreveu em <em>24/7: Capitalismo tardio e os fins dos sonos</em>. 24 horas, 7 dias por semana. O tempo todo acordado.</p>
<p>Nosso sono já está desaparecendo. O excesso de atividades, os pensamentos múltiplos, o medo, a preocupação, a ansiedade têm usurpado-nos muitas horas de sono, talvez todas. O uso excessivo das telas tem efeito comprovadamente danoso à qualidade do sono (dica: não use as telas a 1h30 do seu horário de dormir, muito menos as use durante a madrugada quando acordamos repentinamente). Nos adolescentes, ainda tem a contribuição natural para o desregramento do sono.</p>
<p>Em suma, uma vida agitada tem sido antídoto para o sono.</p>
<p>Multiplicam-se soluções químicas para noites maldormidas. De melatonina a opioides, passando por alguns antidepressivos. Dorme-se às custas de fármacos caros e com outros efeitos. É a artificialização e a capitalização do sono.</p>
<p>O sono é fundamental para descansar, mas também tem diversas outras importâncias. Durante o sono, genes são ativados e neurossubstâncias são liberadas; elas melhoram regiões poderosas como a da memória. Durante o sono, há uma significativa remoção de neurotoxinas adquiridas durante o dia, uma verdadeira faxina cerebral.</p>
<p>Sim! Dormir faz muito bem para a memória!</p>
<p>Sim! Dormir ajuda a higienizar o cérebro!</p>
<p>Mas o mundo gira alheio a essas necessidades. Há uma ditadura da vigília, uma ditadura do dormir-pouco. Se as coisas continuarem como estão, em breve, dormir será um ato de rebeldia.</p>
<p>Diante de tantas notícias sobre a importância do sono o que estamos fazemos para garanti-lo?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O cérebro adolescente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 00:18:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Dominguinhos cantava assim (Xote das meninas)&#8230; De manhã cedo já tá pintada Só vive suspirando, sonhando acordada O pai leva ao doutor a filha adoentada Não come, nem estuda, não dorme, não quer nada Ela só quer Só pensa em namorar Ela só quer Só pensa em namorar Mas o doutor nem examina Chamando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Dominguinhos cantava assim (Xote das meninas)&#8230;</p>
<p><em>De manhã cedo já tá pintada</em><br />
<em>Só vive suspirando, sonhando acordada</em><br />
<em>O pai leva ao doutor a filha adoentada</em><br />
<em>Não come, nem estuda, não dorme, não quer nada</em></p>
<p><em>Ela só quer</em><br />
<em>Só pensa em namorar</em><br />
<em>Ela só quer</em><br />
<em>Só pensa em namorar</em></p>
<p><em>Mas o doutor nem examina</em><br />
<em>Chamando o pai do lado, lhe diz logo em surdina</em><br />
<em>Que o mal é da idade e que pra tal menina</em><br />
<em>Não tem um só remédio em toda medicina</em></p>
<p>O adolescente é uma categoria geracional historicamente desassistida, pensada sempre por meio da pergunta: &#8220;o que você vai ser quando crescer?&#8221; em vez de &#8220;o que você é hoje? E ainda tem fama de inconsequente, desobediente, desengonçado, tedioso, erotizado, enfurnado no quarto, mais suscetíveis às drogas (cigarro eletrônico, cigarro comum, álcool, maconha&#8230;). Muitas pessoas dão como certo que a causa é dos &#8220;hormônios aumentados&#8221; (&#8220;o <em>mal</em> é da idade&#8221;). Não é bem isso que acontece&#8230;</p>
<p>O certo é que o cérebro sofre mudanças consideradas radicais por volta dos 14, 15 anos. Três dessas transformações respondem muita coisa: o circuito de recompensa, o mapeamento corporal e o desenvolvimento do pré-frontal.</p>
<p>O sistema límbico está ligado ao sistema de recompensa do cérebro. Pois é. Acontece que esse sistema perde diversos receptores para neurotransmissores como a dopamina e a serotonina. Isso espatifa o conceito de prazer conhecido na infância. É aí que surge comentários dos pais (que bem conheço como coordenador pedagógico): &#8220;não reconheço mais meu filho&#8221;, &#8220;ela nunca tinha dado trabalho&#8221;, &#8220;ele era tão família e só quer saber do celular e dos amigos&#8221;. Tudo certo até aqui, ao menos existe uma explicação científica para esse comportamento. Os estímulos do passado não fazem tanto sentido porque não desencadeiam motivação (sensação da antecipação da recompensa). Eles precisam de novos estímulos! Fora de casa&#8230; ou em ambiente virtual. A fase é dos amigos! Adolescente, esse intrépido ser que procura incansavelmente por estímulos. Insaciável! Enquanto não há estímulos interessantes, ele pratica o tédio (que tem o seu valor!).</p>
<p>&#8220;Meu corpo mudou!!! Eu não sou mais eu!&#8221; Com a fase do crescimento em apogeu, o corpo se modifica sob a batuta hormonal do GH (&#8220;growth hormone&#8221; ou hormônio do crescimento). Um corpo mudando em tamanho e genitalizando resulta em uma confusão cerebral! Um novo mapeamento corporal deve ser realizado pelo cérebro. Até que se reajuste é feito o corpo muda novamente! Olhar no espelho ajuda nessa reconfiguração (eles gostam de espelho, né?).</p>
<p>O difícil percurso até a maturidade do córtex pré-frontal. Sim! O cérebro ao chegar à adolescência já está definido em tamanho e neurônios. No entanto, há todo um arranjo que deve ocorrer com mudança na proporção entre massa cinzenta e massa branca que vai dando contornos definitivos para um cérebro adulto. A última área a desenvolver (isso ocorre entre 18 e 19 anos &#8211; idade em que muitos países, como o Brasil, define como maioridade penal) é o córtex pré-frontal que fica bem na testa. Essa área é complexa e muito importante. Está ligada com planejamento, com previsibilidade de consequências e possíveis arrependimentos, tomada de decisão, autocrítica, autocensura.</p>
<p>Caramba! Peraí! Os adolescentes são desastrados, não conseguem avaliar riscos e ainda são propensos a assumir riscos?</p>
<p>Não exageremos&#8230; Essa fase maravilhosa do nosso desenvolvimento (aquela que eu mais gosto como educador!) representa uma passagem extremamente rica. Nessa fase, eles se interessam por diversos assuntos que absolutamente não fazem sentido para a maioria das crianças como aprendizagem que exigem pensamento abstrato (filosofia e política), apreciam músicas que enfrentam o sistema, moda própria, cabelos próprios, tatuagens, querem independência (ao menos no sentido cognitivo e moral), querem amar. Nesse sentido, as escolas devem procurar oferecer estímulos para esses caçadores, <em>fominhas</em> de dopamina! Debates, música, dança, teatro, pensamento crítico, esportes, feiras, ações sociais, viagens.</p>
<p>Vamos escolas! Façamos a nossa parte!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A neurociência precisa ir à escola!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2023 22:24:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Suzana Herculano-Houzel é brilhante neurocientista brasileira. Vejamos questões muito interessantes sobre como ela se refere ao nosso cérebro e à neurociência. Em adição, seguem meus singelos comentários. A neurociência é considerada uma área do conhecimento relativamente recente: tem cerca de 150 anos, mas ganhou intensidade com a revolução das imagens cerebrais (o que aconteceu há [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Suzana Herculano-Houzel é brilhante neurocientista brasileira. Vejamos questões muito interessantes sobre como ela se refere ao nosso cérebro e à neurociência. Em adição, seguem meus singelos comentários.</p>
<p>A neurociência é considerada uma área do conhecimento relativamente recente: tem cerca de 150 anos, mas ganhou intensidade com a revolução das imagens cerebrais (o que aconteceu há cerca de 50 anos). Não é necessário ler o manual do cérebro para vivermos, é claro. Simplesmente o usamos. Mas, conhecendo o <em>modus operandi</em> dele, Suzana nos adverte: podemos ter uma vida muito mais interessante! E mais produtiva!</p>
<p>O cérebro é um órgão com pouco mais de 1kg. Isso representa cerca de 2% da nossa massa total. No entanto, ele necessita de 750 ml de sangue por minuto (uma garrafa de vinho!) e 20% de toda nossa alimentação (cerca de 500 kcal em 2.200 Kcal recomendadas diariamente). Trata-se de um órgão de alta atividade, mesmo quando estamos dormindo!</p>
<p>Sobre o cérebro, há vários mitos, chamarei-os aqui de <em>neuromitos</em>! O primeiro deles é o de que temos um hemisfério direito emotivo e um hemisfério esquerdo racional. Esquece. Emoção e razão não são excludentes, muito pelo contrário: não há como funcionarem de forma isoladas! Portanto, não há decisões lógicas, isso é <em>biofantasia</em>! Sempre atribuímos valores às nossas questões, dilemas, decisões por mais que acreditemos que estamos sendo puramente &#8220;racionais&#8221;. Não é uma conjectura, é ciência!</p>
<p>O segundo deles é sobre diferenças entre o cérebro masculino e o feminino. Há poucas diferenças efetivas entre eles. A principal delas é o interesse sexual. Em 90% das pessoas, o cérebro masculino tem interesse sexual por mulheres e vice-versa. Não há diferenças consistentes pré-determinadas entre os cérebros de homens e mulheres, exceto que o das mulheres pesa menos. Mas isso parece não fazer diferença. Sabia que o cérebro do Einstein tinha dimensões e pesos femininos? Einstein, queridos leitores, vocês reconhecem que ele é um símbolo da inteligência, certo? Pois é&#8230; Possíveis diferenças são muito mais contingenciais, cultural e historicamente determinadas. Portanto, meninas, nunca deixem que alguém questione seu potencial de ser matemática, engenheira, pilota, cientista, gestora. Não há nada no cérebro que justifique o contrário!</p>
<p>Por fim, um cuidado adicional (e maravilhoso!) é o com nossas crianças e nossos adolescentes. É que nessas idades, há duas grandes transformações cerebrais, uma em cada etapa (parece que Freud estava &#8220;adivinhando&#8221; esta dinâmica quando introduziu, a partir de suas observações, os dois complexos de Édipo, exatamente nos mesmos momentos). Por isso, educação e formação de educadores são tão irresistivelmente importantes! São inegociavelmente importantes! E para que tudo funcione da melhor forma possível, é necessário um aprendizado significativo dos estudantes, sustentado na motivação deles. Precisamos entender o quanto sumariamente importa isso na constituição de um sujeito e de um país.</p>
<p>A neurociência precisa ir à escola!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Perdedor? Quem não é?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Dec 2022 15:43:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assistindo um filme búlgaro, uma cena com três amigos, jovens adultos, um deles dispara em um papo existencial: &#8220;uma vez li uma definição para perdedor: alguém nascido na Bulgária&#8221;. Trata-se de &#8220;Perdedores&#8221;, representante da Bulgária no Oscar de 2016. Permitam-me uma reflexão para a frase do jovem. Eu diria: &#8220;Не, приятелю. Това не е добро [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assistindo um filme búlgaro, uma cena com três amigos, jovens adultos, um deles dispara em um papo existencial: &#8220;uma vez li uma definição para perdedor: alguém nascido na Bulgária&#8221;. Trata-se de &#8220;Perdedores&#8221;, representante da Bulgária no Oscar de 2016. Permitam-me uma reflexão para a frase do jovem. Eu diria: <span class="Y2IQFc" lang="bg">&#8220;Не, приятелю. Това не е добро определение!&#8221; </span>(Não, meu amigo. Não se trata de uma boa definição!)</p>
<p>Perder faz necessária parte de um processo que exige uma vitória, no caso, do outro. Assim, é por exemplo, no esporte. Práticas competitivas são frequentes na espécie humana, a maior parte delas, totalmente inventadas. Inventadas mas de consequências muito reais. Por mais que muitos não concordem, há uma biologia por trás da competitividade &#8211; antes, durante e&#8230; depois.</p>
<p>Perder faz tanto parte da vida que prefiro sugerir uma mudança de nome: em vez de &#8220;perdedor&#8221; substituir por &#8220;em situação de perda&#8221;.  Não é só um jogo de palavras. &#8220;Perdedor&#8221; é como uma sentença, &#8220;em situação de perda&#8221; revela transitoriedade. Essa abordagem pode ser muito mais poderosa do que imaginam, porque gera uma nova organização do pensamento e isso é muito importante. Sentimentos e pensamentos negativos são armadilhas perigosas para o momento e para o futuro. Hormônios são feitos em função disso, agem de maneira aumentada em certas áreas do corpo, particularmente no sistema nervoso. Um cérebro em permanente desânimo se reorganiza funcionalmente e pode ocasionar problemas futuros mais duradouros, de difícil tratamento.</p>
<p>Em sala de aula, por exemplo, a ação de um professor ou professora sobre um estudante afirmando que ele é um &#8220;perdedor&#8221;, de que não adianta &#8220;ensiná-lo&#8221; é muito mais que desastroso, ainda mais para um cérebro em construção &#8211; no caso de crianças e adolescentes. No esporte, a mídia descompromissada  e seus maus jornalistas fazem ataques insanos aos &#8220;perdedores&#8221;. É inaceitável!</p>
<p>A situação de perda ocorre com todos: búlgaros, portugueses, holandeses, japoneses, senegaleses, brasileiros, professores, comentaristas. Precisamos encará-la como uma <em>situação</em> e não como um <em>definição</em>. E seguir, em frente!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cuidado com a Copa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 23:35:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pelo mundo afora estão em êxtase com o início de mais uma Copa do Mundo de Futebol masculino. Há muito otimismo por aqui, muito investimento de redes de TV, muita badalação nas redes sociais, muita paixão no ar.  Mas muito cuidado com a Copa! É a neurociência que adverte! Em um mundo em êxtase [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos pelo mundo afora estão em êxtase com o início de mais uma Copa do Mundo de Futebol masculino. Há muito otimismo por aqui, muito investimento de redes de TV, muita badalação nas redes sociais, muita paixão no ar.  Mas muito cuidado com a Copa! É a neurociência que adverte!</p>
<p>Em um mundo em êxtase e igualmente em estresse (cheio de cortisol!), em indivíduos predispostos à agressividade, o estresse aumenta as chances de que ela compareça. O pior é que a agressividade gerada por um determinado gatilho social (estressor ou frustrante) pode ser &#8220;deslocada&#8221; e resultar em agressões a pessoas que nada diretamente tem ligação com a origem do seu problema. E a Copa com isso?</p>
<p>Há estudos em profusão sobre violência doméstica e estresse. Alguns deles, mostrando a relação entre violência doméstica e futebol. Estudos demonstraram que se um time de futebol sofre um derrota inesperada, a violência doméstica praticada por homens aumenta 10% logo após a partida. Essa taxa não aumenta se a derrota for &#8220;esperada&#8221;. Se a derrota inesperada for em uma fase eliminatória, o aumento é de 13% (oitavas, quartas, semifinal&#8230;). Se a derrota for para o principal rival, o aumento da violência é de 20%&#8230;</p>
<p>Pior ainda com há excesso de álcool envolvido&#8230;</p>
<p>Em um mundo ainda muito violento, não podemos deixar que certas paixões nos conduzam para, em vez de diversão, mais violência. É legal preparar a casa, é gostoso receber os amigos, é gostoso torcer, é gostoso comemorar o gol, mas é só futebol. Não pode haver lugar para a agressão.</p>
<p>Sejamos otimistas, mas com muito cuidado.</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/cuidado-com-a-copa/">Cuidado com a Copa!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Thelma Troise explica o que é Internet das Coisas (IoT) e avalia o potencial das tecnologias vestíveis para os próximos anos</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/thelma-troise-explica-o-que-e-internet-das-coisas-iot-e-avalia-o-potencial-das-tecnologias-vestiveis-para-os-proximos-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 10:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das Coisas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conexão de aparelhos eletrônicos &#8211; mais essenciais aos mundanos &#8211; à internet é vista como uma efemeridade tecnológica por aqueles que não estão atentos às transformações do nosso tempo. Saber utilizar a tecnologia, não como um fim em si mesma, mas como um meio para um estilo de mais vida produtivo, acessível e sustentável [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A conexão de aparelhos eletrônicos &#8211; mais essenciais aos mundanos &#8211; à internet é vista como uma efemeridade tecnológica por aqueles que não estão atentos às transformações do nosso tempo. Saber utilizar a tecnologia, não como um fim em si mesma, mas como um meio para um estilo de mais vida produtivo, acessível e sustentável é o que fazem as mentes mais brilhantes da nossa época.</p>
<p>Uma dessas pessoas é <a href="https://www.linkedin.com/in/thelma-troise?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener">Thelma Troise</a>, uma tecnologista e empreendedora que, há 20 anos, trabalha com negócios emergentes e atua tanto na implantação de projetos disruptivos quanto na área de educação. Além de ser CEO do <a href="https://tudosobreiot.com.br/"><strong>Tudo Sobre IoT</strong></a>, ela é diretora comercial da <strong><a href="https://m2m.parlacom.net/" target="_blank" rel="noopener">Parlacom</a></strong>. Ella é apaixonada pelos resultados que a Internet das Coisas entrega tornando o mundo mais inteligente e sustentável.  A sua missão é encorajar empresas e profissionais da área a tornar o impossível possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h2><strong>O que significa IOT e quais são as possibilidades que se abrem nessa área?</strong></h2>
<p>Internet das Coisas é uma combinação de tecnologias da eletrônica com telecomunicações que permite a integração do mundo físico com o digital dando vida as &#8220;coisas&#8221; através do sensoriamento e eliminando barreiras geográficas de comunicação através do acesso remoto ao acessarmos, monitorarmos e controlarmos estas &#8220;coisas&#8221; através da Internet.</p>
<p>Para compreender o salto das possibilidades é só refletirmos o que representou a Internet para pessoas permitindo que hoje possamos acompanhar tudo que acontece em outros países e com pessoas mesmo que estas estejam a quilômetros de distâncias – foi uma revolução com 2,7 bilhões de pessoas conectadas a Internet e você pode imaginar a revolução com 50 bilhões de coisas conectadas em rede? É uma nova era de novas possibilidades, descobertas e hábitos.</p>
<p>Quando me refiro a dar vida as coisas, você pode pensar &#8220;as coisas não falam, como isso acontece?&#8221; A linguagem das coisas pode ser facilmente compreendida quando comparamos nossa comunicação com os bebês, eles também não falam, mas a umidade (suor) e a variação de temperatura (febre) são uns dos exemplos de fala oculta que entrega dados permitindo sabermos o que está acontecendo com aquele bebê, mesmo sem ele falar. Então por que temos que jorrar água em toda a plantação, se podemos ser precisos ao ter acesso a umidade e tratar com mais precisão o que cada área da plantação precisa garantindo uma produção de mais qualidade e evitando desperdícios desnecessários?</p>
<p>A IoT afeta as pessoas, todos os setores – sem exceção. O limite das possibilidades é nossa criatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> Quando você vislumbrou a possibilidade de trabalhar nessa área e porque compartilha seus conhecimentos online?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na verdade, não foi algo que pensei ou planejei, foi uma consequência quando em 2016 começou a ser corriqueiro amigos, colegas de trabalho e parceiros de negócios me abordarem questionando sobre o que era o Internet das Coisas e pensavam em mim pois eu era a referência deles sobre assunto, afinal, comecei a trabalhar com o M2M (machine-to-machine) desde o início das redes de telecomunicações móvel em 2.000.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diante disso, resolvi assumir o compromisso de potencializar as oportunidades da Internet das Coisas para tornar o país com uma referência no assunto e desde então reúno a vivência de uma centena de especialistas em metodologia compreensível, qualificada e acessível com os programas do <a href="https://www.instagram.com/tudosobreiot/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tudo Sobre IoT</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> Quais são as soluções de iot que vocês mais trabalham na atualidade e quem é o tipo de cliente que as procura?</strong></h2>
<p>Os setores mais maduros hoje são Rastreamento &amp; Logística, Utilidades (energia, água e gás) e Industria (manufatura). O Agronegócio, Varejo, Cidades Inteligentes, Financeiro e Saúde também estão em plena ascensão. O Tudo Sobre IoT entrega serviços de educação, negócios e networking – atendemos um público amplo, as empresas que nós procuramos são as envolvidas com tecnologias e o público de profissionais são engenheiros, profissionais de IT e Telecom, Advogados (segurança legal e cibernética caminham juntos), Consultores da Transformação Digital, Empresários, Cientista de Dados, Pesquisadores, Mestres e professores etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Qual é a sua opinião sobre as tecnologias vestiveis e como elas podem mudar a forma como nos comunicamos com a tecnologia como um todo?</strong></h2>
<p>As tecnologias vestíveis ganharam destaque neste ano com a popularização do Metaverso e a IoT vestível é o que vai permitir as novas experiências – não há Metaversos sem o IoT, estes periféricos são essenciais para a realidade dos novos mundos virtuais – a exemplo dos óculos de realidade mista (AR/VR).</p>
<p>Quando vamos para o mundo de esportes, temos um público de usuários bem estabelecidos, os atletas! A roupa conectada que acompanha um software funciona como base de dados que guarda as informações colhidas por GPS de cada jogador. O aplicativo pega as informações e transforma em gráficos e planilhas que podem ter diversos fins como: analisar a velocidade dos jogadores, qual jogador percorreu maior ou menor distância, &#8220;explosão&#8221; de arranque, desaceleração, frequência cardíaca do atleta, calcular impactos entre os atletas etc.</p>
<p>Podemos também considerar a peça conectada como um passaporte, imagine se seus sapatos pudessem te colocar em um clube ou evento de forma automática, ao entrar com um acessório da marca conectado as portas se abrem.</p>
<p>Para saúde os vestíveis vão transformar o setor, temos a possibilidade de precisão para tratar as doenças crónicas como diabetes e pressão alta – podendo de forma remota coletar dados reais de variação do paciente de acordo com a sua rotina do dia a dia e tratá-lo de forma preditiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O farol das Orcas e da educação inclusiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 23:49:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi de uma psicóloga que divide comigo o acompanhamento de um aluno, que veio a indicação do filme O FAROL DAS ORCAS. É um filme incrível, com uma história incrível, que fala de uma temática incrível (educação inclusiva), de uma conexão possível para situações vistas como impossíveis. . O enredo é baseado em história real, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Foi de uma psicóloga que divide comigo o acompanhamento de um aluno, que veio a indicação do filme <a href="https://www.netflix.com/br/title/80105690" target="_blank" rel="noopener">O FAROL DAS ORCAS</a>. É um filme incrível, com uma história incrível, que fala de uma temática incrível (educação inclusiva), de uma conexão possível para situações vistas como impossíveis.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div>O enredo é baseado em história real, sobre uma criança com TEA (<a href="https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Transtorno-do-Espectro-Autismo-TEA" target="_blank" rel="noopener">transtorno do espectro autista</a>). Sem fala, com atitudes repetidas, distante do mundo, marcado fisicamente pela automutilação. Esse era o menino Tristán. Até que um dia, um documentário na TV o desperta. É sobre um biólogo e seu relacionamento com a orcas livres no oceano.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div>O garoto se sente inserido, aproxima-se da TV e acaricia a tela provocando uma emoção tocante em quem assiste. Além disso, faz um movimento com os dedos, com a mão espalmada, para indicar sua felicidade. A mãe, testemunha dessa aproximação quase inenarrável e autêntica do mundo real, não mede esforços. Então, mãe e filho percorrem milhares de quilômetros de Madrid até a Argentina patagônica, para um cenário paradisíaco entre dois faróis, onde lobos-marinhos e orcas vivem alheios à pouca presença humana.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div>Os ganhos psicossociais e cognitivos de Tristán são de uma veracidade tocante e permitem-nos imaginar que, ainda que estejamos distantes das orcas e das praias, consigamos uma possibilidade pedagógica para atingir uma verdadeira inclusão. O que se vê no filme é uma lógica possível, não só para a inclusão de alunos especiais, mas para todos os alunos.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div></div>
<h3>Educação inclusiva auxiliada pela indústria do entretenimento</h3>
<ul>
<li><strong>Primeiro</strong>: a TV funcionou como exposição livre de conteúdo.</li>
<li><strong>Segundo</strong>: a criança, entre tantos programas que a TV passou, escolheu livremente o que a tocava, o que lhe era verdadeiro.</li>
<li><strong>Terceiro</strong>: em face ao consentimento autêntico do sujeito [a criança] o caminho pedagógico foi criado e aumentado pelos mediadores educativos [o biólogo, a mãe, as pessoas do entorno]. E os avanços [sem querer dar spoiler!] são emocionantes e contundentes.</li>
</ul>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div>Não há preço, especialmente vindo de uma criança – vê-la tornar-se ela mesma, sem interditos de regras estapafúrdias, sem currículos inventados, sem provas desconexas e exames adestradores.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<div>É esse um outro lugar pedagógico.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
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		<title>O QI de Jeremias: uma lição sobre superdotação</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/o-qi-de-jeremias-uma-licao-sobre-superdotacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 00:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao ver &#8220;O Jeremias&#8221;, filme mexicano de 2018, não se pode deixar de se encantar pela proposta. O tema é trazer à luz a questão da superdotação (altas habilidades) de uma forma leve mas engajada. Muitos deverão criticar cinematograficamente o que verão, mas não me importo. Outros poderão criticar pedagogica e psicologicamente a visão do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Ao ver &#8220;O Jeremias&#8221;, filme mexicano de 2018, não se pode deixar de se encantar pela proposta. O tema é trazer à luz a questão da superdotação (altas habilidades) de uma forma leve mas engajada. Muitos deverão criticar cinematograficamente o que verão, mas não me importo. Outros poderão criticar pedagogica e psicologicamente a visão do diretor Anwar Safa, mas não me importo. Pretendo ouvir as possibilidades das mensagens dadas pela história contada, a essas pessoas que apresentam a sua especialidade e tanto sofrem com isso.</p>
<p style="text-align: left">Jeremias tem um QI de 160, comparável ao de Einsten. Seus pais têm QI normal ou até um pouco abaixo do normal mas geraram essa criança de 8 anos especialíssima! Jeremias procura descobrir o que vai ser quando crescer, o que fazer com sua genialidade. Ao cogitar possibilidades, passa a colar fotos na parede de seu quarto. Fotos de altas habilidades celebrizados como Jim Morison, Bob Fischer, Marie Curie&#8230; flerta até com a maçã envenenada de Alan Turing: depressão, de um gênio incompreendido!</p>
<p>A incompreensão da escola está lá. Uma educação que não reconhece as habilidades diferenciadas do aluno e até zomba delas. Jeremias precisa dizer à professora que ter altas habilidades não é saber de tudo &#8211; ele é um gênio, e não um adivinho. A escola tem sua importância, avisa Jeremias!</p>
<p>Mas segue a dúvida existencial do pequeno Jeremias: o que fazer? Xadrez? Música? Hacker? Medicina?</p>
<p>O pesquisador na área dos superdotados está representado mas parece preocupado com lucros e prestígio do que com conhecimento. A neurociência procura insistentemente uma resposta objetiva para a identificação dessas pessoas, mas deve ser mais uma daquelas partes que Edgar Morin chama de o &#8220;resíduo inexplicável&#8221; pela ciência.</p>
<p>Diante de tantos contratempos, Jeremias percebe que a pergunta a ser feita não é &#8220;o que eu vou ser&#8221; e sim &#8220;quem eu sou agora&#8221;.</p>
<p>E sob ares de normalidade, percebe que sua excepcionalidade não o impede de ser como os outros, de jogar bola com crianças de qualquer QI, de viver aquilo que se é, aceitando a diversidade e a neurodiversidade. Superdotação não é algo que desumaniza, não é algo que isola, não é algo de exclui. Pelo contrário. É por essa humanização que o filme de Jeremias é importante. Apenas Jeremias!</p>
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		<title>Pode um governo local decretar o fim de uma pandemia?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/pode-um-governo-local-decretar-o-fim-de-uma-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2022 21:13:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta é não! A condição de uma doença infecto-contagiosa varia em quatro tipos: surto, endemia, epidemia e pandemia. Vejamos suas diferenças! Um surto é um aumento localizado e episódico da doença. Quando há um surto de cólera em um município, por exemplo, tem-se nele e apenas nele uma elevação momentânea e restrita de casos. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta é não!</p>
<p>A condição de uma doença infecto-contagiosa varia em quatro tipos: surto, endemia, epidemia e pandemia. Vejamos suas diferenças!</p>
<p>Um surto é um aumento localizado e episódico da doença. Quando há um surto de cólera em um município, por exemplo, tem-se nele e apenas nele uma elevação momentânea e restrita de casos.</p>
<p>Uma epidemia é um aumento <em>translocalizado</em> de casos de uma doença. Tem-se agora um rompimento de restrição local, atingindo outras regiões, há uma expansão geográfica da doença. Foi o que ocorreu com a dengue no Brasil.</p>
<p>Uma endemia é a ocorrência contínua e determinada de casos em determinado local. É o caso da esquistossomose (a doença do caramujo ou barriga d&#8217;água). E é o que os especialistas prevêem para um futuro em relação à Covid-19 (mas não agora!).</p>
<p>Uma pandemia é a <em>transcontinentalização</em> de uma doença, que rompe os domínios territoriais além-mares de ocorrência. Essa determinação depende naturalmente de órgãos que obtenham dados seguros sobre a ocorrência da doença em questão em diversas partes do mundo.</p>
<p>Dessa forma, no mundo atual, uma autoridade respeitada para reconhecer uma pandemia seria a OMS ou observatórios renomados e multicêntricos atuantes fidedignamente no mundo. Um governo isoladamente, mesmo que erradicasse a doença do seu país, como fez por um tempo a Nova Zelândia, não teria tamanha ousadia.</p>
<p>#Fica a dica!</p>
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		<title>Guerra nuclear: suicídio universal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 23:37:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1983, um filme paralisaria o mundo: O dia seguinte (The day after). Tratava-se de uma longa que começa com um pequeno desentendimento entre as ainda existentes Alemanha Ocidental (de influência estadunidense) e a Alemanha Oriental (de influência soviética). Desse entrave, tropas de ambos os lados entram em pequeno conflito que ganha escala. Primeiro, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1983, um filme paralisaria o mundo: O dia seguinte (<em>The day after</em>). Tratava-se de uma longa que começa com um pequeno desentendimento entre as ainda existentes Alemanha Ocidental (de influência estadunidense) e a Alemanha Oriental (de influência soviética). Desse entrave, tropas de ambos os lados entram em pequeno conflito que ganha escala. Primeiro, com bombas convencionais. Depois, um dos lados resolve lançar uma bomba atômica de pequena potência. Por fim, os silos de mísseis transcontinentais são acionados: Estados Unidos e URSS se desmancham em grande cogumelos radioativos.</p>
<p>Por que Einstein, quando perguntado sobre como seria a terceira mundial respondeu: &#8220;a terceira, eu não sei, mas a quarta será de pau e pedra&#8221;?</p>
<p>Um conflito nuclear é um suicídio universal. O filme que citei ilustra bem o que ocorreria e por isso foi tão impactante para todos na época. Além da capacidade direta de destruição das bombas, teríamos a radioatividade.</p>
<p>A radioatividade é extremamente cancerígena. As células do corpo submetidas a ela logo se transformariam em células tumorais, especialmente tumores sanguíneos. Isso geraria hemorragias e mortes dolorosas. A morte dos sobreviventes ao holocausto nuclear seria uma questão de tempo, de um tempo sofrido. O mundo passaria por uma poluição sem precedentes e tudo estaria praticamente contaminado por muitos anos, décadas.</p>
<p>Seria praticamente o fim.</p>
<p>As pessoas precisam entender a capacidade devastadora dessas armas. Por isso, estamos muito atentos e confiantes à questão entre Ucrânia e Rússia. A Rússia não está entre as 10 economias do mundo mas tem o maior arsenal atômico do mundo, herança da URSS, na frente dos Estados Unidos e da China.</p>
<p>Não queremos Nagasaki, nem Hiroshima, nem Kiev, nem Moscou, nem Washington. Não queremos uma nova Guerra Fria, mas muito menos queremos uma Guerra quente, repleta de fogo cogumélico, aniquilando anos de uma próspera humanidade.</p>
<p>Fiquemos atentos e confiantes. E otimistas sobre o fim do conflito em andamento.</p>
<p>Se não, preparemos paus e pedras.</p>
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		<title>O bumbum multicolorido do Mandril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 20:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escutei falar pela primeira vez do mandril em uma música do grupo Blitz, lá nos anos 80: &#8220;Só que um dia Eva sorriu Para um macaco mandril Adão montou numa zebra E se mandou pro Brasil&#8221; &#160; O mandril é uma espécie de macaco que vive na África Central, em países como Camarões e Congo. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Escutei falar pela primeira vez do mandril em uma música do grupo Blitz, lá nos anos 80:</p>
<p>&#8220;Só que um dia Eva sorriu<br />
Para um macaco mandril<br />
Adão montou numa zebra<br />
E se mandou pro Brasil&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mandril é uma espécie de macaco que vive na África Central, em países como Camarões e Congo. São macacos de porte médio, atingindo 1 metro e podendo viver até 25 anos na natureza e 40 anos no cativeiro. Vivem em bandos nas florestas tropicais e são conhecidos por uma particularidade: um bumbum multicolorido!</p>
<p>As cores são determinantes para a organização hierárquica dos bandos de mandris. E detalhe: essas cores só ocorrem nos machos. O desenvolvimento das cores parece estar ligado à testosterona. Além disso, a questão das cores define a estratificação de quem manda sexualmente no grupo. Quanto mais colorido, maior é a paternidade do mandril. O chamado macho alfa tem até 70% de paternidade no bando e é o mais colorido de todos. Pode parecer pouco, mas há grupos formados por mais de 1.000 indivíduos. Aliás, depois dos seres humanos, são os primatas com maior grupo da mesma espécie já visualizado. Os jovens têm bumbuns incolores, assim como as fêmeas.</p>
<p>Mas para quê serve um bumbum cheio de cores?</p>
<p>A presença de cores extravagantes, em um floresta quase sempre verde, de fato chama muita a atenção. Quando isso acontece na natureza, muitos animais se garantem porque são tóxicos; neste caso, as cores seriam uma advertência para os inimigos. Mas não é o caso dos mandris. Cores poderiam ao contrário significar chamar a atenção gratuitamente de predadores, mas é por isso que elas não são predominantemente frontais, ficando outrossim nas nádegas desses macacos. Poderia ser para chamar a atenção das fêmeas, mas na verdade a tese é de que chama a atenção de todo o grupo! Sim! O traseiro colorido guia todos os movimentos do bando, como um totem organizando a peregrinação. Dessa forma, o grande macho vai na frente do grupo, atraindo os olhares obedientes, sinalizando todos com suas cores carnavalescas, o bloco seguindo, sem perder o compasso, desfilando pela selva com seu abre-alas exclamativo.</p>
<p>Foi aí a inspiração da Blitz: até Eva rendeu sua atenção !</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sem querer querendo, os olhos do Mickey e o inconsciente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 22:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábio Chaves! Quantas vezes o bordão é repetido por neurocientistas e psicanalistas: &#8220;foi sem querer querendo!&#8221;. Não há mais dúvidas que tomamos decisão e agimos sem que nossa consciência possa apitar. Vai desculpando, tá? A todo instante está acontecendo. Muito mais que possamos controlar. Estudos recentes apontaram que 95% do nosso comportamento ocorre assim: sem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sábio Chaves! Quantas vezes o bordão é repetido por neurocientistas e psicanalistas: &#8220;foi sem querer querendo!&#8221;. Não há mais dúvidas que tomamos decisão e agimos sem que nossa consciência possa apitar. Vai desculpando, tá? A todo instante está acontecendo. Muito mais que possamos controlar. Estudos recentes apontaram que 95% do nosso comportamento ocorre assim: sem notarmos conscientemente.</p>
<p>A neurociência vem confirmando padrões que não nos damos conta. Posso dar inúmeros exemplos.</p>
<p>Sobre pessoas bonitas e/ou atraentes. Fazemos juízos instantâneos sobre elas sem que sejam definitivamente corretos.  Estudos demonstraram que, ao se defrontar com elas, temos a tendência de  acreditar rapidamente, quase instintivamente, que elas são mais capazes, mais bondosas e mais honestas. Apenas pela beleza e pelo charme.</p>
<p>Olhos grandes ajudam! Estudos mostraram que campanhas para proteger animais de olhos grandes recebem muito mais recursos que os outros. Quem teve a grande sacada de que olhos grandes atraem mais olhares e mais atenção foi um senhor chamado Walt Disney. Daí, parece estar boa parte da atração por Mickey, Minnie e cia!</p>
<p>Pessoas que demonstram constrangimento, que ficam vermelhas quando envergonhadas, são mais perdoadas, tendem a passarem mais confiança para quem os vê.</p>
<p>E pasmem para a última. Furacões com nomes masculinos tendem a ser menos destrutivos do que os que têm nome feminino. É a cultura (ainda que machista) atuando estruturadamente nas nossas mentes. E não estamos falando de categorias e classificações meteorológicas! Quando o furacão tem nome feminino, é percebido inconscientemente como menos agressivo o que interfere na autoproteção da comunidade.</p>
<p>Sei que se chegou até aqui deve ter muitos questionamentos sobre as informações acima, duvidar delas e até achar que existe algo a ser defendido nas entrelinhas. Sinto decepcioná-los. Nada disso. É ciência testada que vocês podem se deleitar, por exemplo, com a leitura de Robert Sapolsky em seu livro COMPORTE-SE.</p>
<p>Sabemos que agimos para além de nossas vontades. Pode ser duro acreditar. Pode se duro aceitar.</p>
<p>Sábio Chaves!</p>
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		<title>O sapo ouve?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 22:49:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para ouvir pressupõe-se a presença das orelhas, ou dos ouvidos, como queiram. Ao olhar para um sapo, macho ou fêmea, percebe-se logo que elas (as orelhas!) estão aparentemente ausentes. Mas não se precipite! Você sabia que você que está lendo este texto aqui tem seis orelhas (pode chamar de ouvidos, mas o termo anatomicamente melhor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para ouvir pressupõe-se a presença das orelhas, ou dos ouvidos, como queiram. Ao olhar para um sapo, macho ou fêmea, percebe-se logo que elas (as orelhas!) estão aparentemente ausentes. Mas não se precipite!</p>
<p>Você sabia que você que está lendo este texto aqui tem seis orelhas (pode chamar de ouvidos, mas o termo anatomicamente melhor é orelha mesmo)? Três de cada lado! Pois é. De cada lado, temos três orelhas: a externa (aquela que chamamos popularmente de orelha), a média e a interna. A orelha externa é formada pelo pavilhão auditivo (aquela parte que seu cão levanta e abaixa entre atenção e submissão) e o canal auditivo (o canal do cotonete). Esta parte das orelhas é a única que o sapo não tem.</p>
<p>O tímpano do sapo está praticamente externo, voltado para o meio ambiente, às vezes protegido por pele. Sua função é a de amplificar o som e transmiti-lo para a orelha interna com a ajuda de um ossículo chamado de columeia (nós temos ossinhos nessa região &#8211; o martelo, a bigorna e o estribo, este último, o menor osso humano!).</p>
<p>Sim, o sapo ouve!</p>
<p>Minha gente! Mas é claro que ouve! Se não, por que cantaria? O coaxar do sapo, especialmente na estação chuvosa, é antes de tudo um cantarolar sedutor de um macho pela fêmea de sua espécie. É assim que a lagoa se torna uma primavera nada silenciosa, acalorada de várias serenatas intraespecíficas, cercada de diversos &#8220;tons e miltons geniais&#8221;, regados de volúpia e muita seleção natural!</p>
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		<title>Neuroplasticidade: uma revolução em você!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Nov 2021 21:15:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neuroplasticidade. Um conceito muito poderoso. Muito poderoso. Um conceito que todos deveriam saber para mudar seu cérebro, e mudar sua vida. Por muito tempo, pensava-se que o cérebro perdia capacidade ao longo da vida, que neurônios não se reproduziam, que atrofiavam com o passar dos anos, especialmente na velhice. Muitos enganos foram proliferados até mesmo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neuroplasticidade. Um conceito muito poderoso. Muito poderoso. Um conceito que todos deveriam saber para mudar seu cérebro, e mudar sua vida.</p>
<p>Por muito tempo, pensava-se que o cérebro perdia capacidade ao longo da vida, que neurônios não se reproduziam, que atrofiavam com o passar dos anos, especialmente na velhice. Muitos enganos foram proliferados até mesmo dentro da ciência. Ocorre que, dentro de suas verdades provisórias, a mesma ciência que dita, se reedita.</p>
<p>O sistema nervoso tem capacidade de continuar se desenvolvendo dia após dia. Chama-se neuroplasticidade. Ela acontece fisica e funcionalmente de muitas formas: neurônios podem reproduzir (neurogênese), aumentar sua velocidade de transmissão (por causa da mielinogênese), aumentar sua atividade metabólica (produzindo neurotrofinas), aumentar a atividade das células nervosas não-neuronais, criar novas conexões (sinaptogênese). As comprovações de que podemos aumentar o desempenho nervoso são inúmeras. Assim, além de reabilitação neurológica, atributos como memória e inteligência, por exemplo, são comprovadamente aumentáveis! Sim! Você pode aumentar sua memória, você pode aumentar sua inteligência! É a magia da neuroplasticidade!</p>
<p>Como usufruir dela? As mudanças no sistema nervoso decorrem a partir dos padrões de experiência. Estímulo e experiência são fundamentais para desenvolver o sistema nervoso. Para exemplificar, vou contar o experimento da bolinhas coloridas.</p>
<p>Em experimento realizado em laboratório, dois grupos de ratos foram divididos aleatoriamente. O primeiro grupo recebeu em seu ambiente poucas bolinhas e todas da mesma cor; o segundo grupo, recebeu mais bolinhas e de cores diferentes. Durante o experimento, o primeiro dado apareceu: o segundo grupo exibia maior diversidade de comportamento. No final de seis dias, o córtex cerebral deles foi medido e percebeu-se um aumento de 4% dos ratos do segundo grupo em relação ao primeiro! O córtex cerebral havia aumentado!</p>
<p>Ratos, bolinhas, e apenas uma semana&#8230; Imaginem seres humanos, como outros tipos de estimulação ( &#8220;outras bolinhas&#8221;), durante muito mais tempo? Neuroplasticidade, amigos&#8230; Neuroplasticidade!</p>
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		<title>Baratas! Vêm Kafka comigo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 19:59:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A barata é um inseto cosmopolita, encontrada em qualquer sujeira, em qualquer parte do mundo. Se contenta com os restos e não se preocupa com a origem deles. É um inseto resistente, mas marginal. Como todo inseto, é irracional. Carrega em seu corpo, a despeito de sua vontade, um bando de comensais: vírus, bactérias, fungos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">A barata é um inseto cosmopolita, encontrada em qualquer sujeira, em qualquer parte do mundo. Se contenta com os restos e não se preocupa com a origem deles. É um inseto resistente, mas marginal. Como todo inseto, é irracional. Carrega em seu corpo, a despeito de sua vontade, um bando de comensais: vírus, bactérias, fungos e vermes. Comensais para a barata, parasitas para os humanos. As baratas se multiplicam fervorosamente: parecem contrariar a natureza seletiva proposta por Darwin e Wallace.</p>
<p>A barata despertou a atenção de um dos maiores autores de todos os tempos: Franz Kafka. Kafka usou a barata como inspiração de seu livro Metamorfose, que conta o incrível caso de Gregor Samsa.</p>
<p class="p1">Gregor Samsa é um caixeiro-viajante. Viaja para pagar a dívida de seu pai com seu atual patrão. Não quer esse emprego, mas acredita na missão de salvar sua família, mesmo que por algo que não supôs, nem questionou. Certa manhã, ao acordar, percebe que se transformara em um asqueroso artrópodo: uma barata. Diante do infortúnio, não pode sair da cama, embora lhe ocorra que deva trabalhar. Nesse impasse, até o chefe vem questionar sua ausência. Em vão. Seu corpo não lhe permite que saia, seu novo corpo não deve ser visto por ninguém.</p>
<p class="p1">Diante de sua impossibilidade de sair do quarto e do imperativo de sua família para que vá trabalhar, sua nova aparência é revelada.</p>
<p class="p1">Entre asco e impaciência, a família incompreende Gregor. Apenas sua irmã procura alguma interação, na esperança de que volte a ser como era antes. A família procura nova fonte de renda porque Gregor não trabalha mais. Hóspedes são acolhidos e se espantam com a criatura-hexápoda. Com o passar dos meses, é esquecido até por sua última linha de humanidade, representada por sua irmã querida.</p>
<p class="p1">Apartado dos convívios, em seu quarto esquecido, Gregor não come e assusta a todos, a cada encontro. Sem sua função de amortizar a dívida, Gregor não é ninguém. Sem ser engrenagem, definha. Até que um dia é encontrado magro e morto. Graças à Deus.</p>
<p>O que Kafka quis com essa quase-fábula? Quis falar de baratas? Quis meramente aterrorizar seus leitores?</p>
<p class="p1">Não sejamos tolos: não há trivialidades em Kafka. Para além disso, ele usa seu conto de terror com os ingredientes de quem pensa e reflete socialmente. Ainda escrevendo no início do século 20, Kafka apresenta o mundo burguês, o mundo capitalista, em sua literatura fantástica, recorrendo ao nojo. Usa do espaço literário para entornar o caldo de sua crítica.</p>
<p class="p1">A genialidade nos livros. Leiamos os livros!</p>
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		<title>Arte Contemporânea como ferramenta essencial para a formação do indivíduo-pensador: aliando crítica e razão artística aos ideais educacionais</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/arte-contemporanea-como-ferramenta-essencial-para-a-formacao-do-individuo-pensador-aliando-critica-e-razao-artistica-aos-ideais-educacionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Nov 2021 17:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[arte contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[individuo pensante]]></category>
		<category><![CDATA[pensador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO “A educação é ‘decadente’. “Estamos educando pela ‘balbúrdia”’. “Há ‘bagunça’ em nossas escolas, faculdades e no próprio processo de ensino”. Termos como esse são vistos todos os dias atualmente, não é mesmo? Arrisco dizer que, talvez, possa haver, sim. Como quaisquer processos humanos, qual a razão de duvidar que há em nosso sistema educacional? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>INTRODUÇÃO</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A educação é ‘decadente’. “Estamos educando pela ‘balbúrdia”’. “Há ‘bagunça’ em nossas escolas, faculdades e no próprio processo de ensino”. Termos como esse são vistos todos os dias atualmente, não é mesmo? Arrisco dizer que, talvez, possa haver, sim. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como quaisquer processos humanos, qual a razão de duvidar que há em nosso sistema educacional? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essas perguntas são interessantes, fazem parte do que iremos tratar, mas não serão, propriamente respondidas aqui. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A arte contemporânea tem seu impacto na educação, assim como qualquer outra disciplina poderia ter &#8211; ou será que não? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa sim será discutida neste texto, bem como esta, ao se aliar à razão crítica, pode-se elevar a pessoa ao status de indivíduo-pensante.</span></p>
<p><b>O QUE SERIA INDIVIDUO-PENSANTE?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A educação formadora deve-se voltar para tornar o aluno autônomo, tanto em termos técnicos ⏤ o indivíduo como conhecedor de determinados conhecimentos e detentor de certas habilidades ⏤, quanto membro de um corpo social estruturado para que ele possa, através da educação, tornar-se dono si. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Claramente, o fato de que temos determinadas leis e legislações que regem como somos vistos e como nos vemos, influenciam a autonomia estabelecida na mesma, englobando, além disso, direitos e deveres que temos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Portanto, a escola teria de saber construir os fundamentos necessários para que o indivíduo pensasse por si só, sem a necessidade de aval alheio ou entraves interpessoais.</span></p>
<p><b>QUAL A RESPONSABILIDADE DA ARTE SOBRE O INDIVÍDUO-PENSANTE?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A arte, tem como princípio basilar, a análise de elementos fundamentais para a resolução de conflitos internos, e que, muitas vezes, está intrínseca no ser humano, ou ainda, dentro dele. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Precisa-se, portanto, criar uma empatia com a análise crítica ao visualizar questões técnicas e teóricas nas artes, uma vez que esta funciona como ferramenta e fator decisivo para a criação de uma </span><i><span style="font-weight: 400">genialidade</span></i><span style="font-weight: 400"> ou </span><i><span style="font-weight: 400">personalidade</span></i><span style="font-weight: 400"> artística. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Se deve, portanto, enfatizar, de modo parcialmente categórico, que o fator decisivo para a escolha do viés artístico, ou sua negativa, está, não somente na qualidade da obra, mas também nos aspectos subjetivos que contemplam-na, atribuindo a esta, fator de grande estima ao visualizar a capacidade artística do autor e, em contraponto, o valor social, estético, humano e cultural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O fator humano deve ser ainda mais observado, já que este desempenha o papel de analisar o que a determinada arte contempla ou agrega para os seres humanos ⏤ no coletivo, sociedade e cultura ⏤, quanto para o indivíduo, antropologicamente analisado, quanto psicologicamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por fim, observa-se o fator temporal da arte, na qual podemos observar as alterações que ocorrem nas instituições sociais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com o passar do tempo, evolui-se</span><span style="font-weight: 400"> o pensamento, alterando-a de forma a alterar como pensamos a arte e o que é arte, à medida que novas formas de mensuração aparecem.</span></p>
<p><b>TEMPORALIDADE DO INDIVÍDUO</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A educação pode ser relativa a uma evolução qualitativa dos processos racionais do homem, fazendo com que, à medida que temos novas pesquisas, formas de pensar e raciocinar, alteramos, também, os gostos, tendências e formas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na arte e estudos artísticos, percebe-se, além das questões humanas e cronológicas, uma tendência expressiva em mitigar novas expressões, socialmente classificadas como inferiores e, assim, tornam-se diminutas aos olhos da academia e dos estudiosos da área.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> Observa-se, porém, tais similaridades no campo educacional, que se resguarda de potenciais impactos, que tornam obsoletas certas formas de pensar ou, em conjunto,  tornam-se excluídas de alterações expressivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O indivíduo é, em suma, um ser que, ao pensar, exclui evoluções significativas por receio do que elas poderão trazer e, em paralelo, excluem-se a possibilidade de evolução pessoal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia o artigo na íntegra, <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Arte-Contemporanea-como-ferramenta-essencial-para-a-formacao-do-individuo-pensador_-aliando-critica-e-razao-artistica-aos-ideais-educacionais.pdf">clique aqui</a>.</strong></p>
<p>Bibliografia: <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Arte-Contemporanea-como-ferramenta-essencial-para-a-formacao-do-individuo-pensador_-aliando-critica-e-razao-artistica-aos-ideais-educacionais.pdf">ROSEMBERG, Pedro. <b>Arte Contemporânea como ferramenta essencial para a formação do indivíduo-pensador: </b>aliando crítica e razão artística aos ideais educacionais.</a></p>
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		<title>Menstrumitos: as ideias equivocadas sobre a menstruação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2021 21:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na esteira do artigo anterior (leia na nossa plataforma!), venho aqui humildemente tentar desmascarar alguns mitos (ou menstrumitos!) sobre a menstruação. A menstruação foi assunto importante e recente em função da pobreza ou precariedade menstrual, nome usado para registrar a falta de acesso de meninas e mulheres a produtos básicos para manter uma boa higiene [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira do artigo anterior (leia na nossa plataforma!), venho aqui humildemente tentar desmascarar alguns mitos (ou <em>menstrumitos</em>!) sobre a menstruação. A menstruação foi assunto importante e recente em função da<em> pobreza ou precariedade menstrual</em>, nome usado para registrar a falta de acesso de meninas e mulheres a produtos básicos para manter uma boa higiene no período.</p>
<p>O que é a menstruação?</p>
<p>Regras, boi, chico, costume, embaraço, escorrência, lua, menorreia, paquete, pingadeira, visita. O dicionário traz todos como sinônimos. Regionalismos ou arcaísmos, trata-se de um sangramento vaginal (embora de conteúdo originário do útero) que ocorre mais ou menos uma vez por mês (a maioria das mulheres tem o ciclo entre 28 e 32 dias de duração) em mulheres que se encontram entre a menarca e a menopausa. Além de sangue, há uma descamação tecidual do revestimento do útero. Aparentemente compreendida, a menstruação está repleta de falsas ideias sobre ela. Aqui, vou tratar do que &#8220;não se trata&#8221; a menstruação. Apresentemos os <em>menstrumitos</em>!</p>
<p>Primeiro <em>menstrumito</em>: <strong>a menstruação é o óvulo morto saindo.</strong></p>
<p>Não! Pelamordedeus! O óvulo (ou mais precisamente ovócito) é apenas uma célula. Ele morre, se não for fecundado. Isso acontece pouco depois do meio do ciclo menstrual (se o ciclo for de 28 dias). Sua morte ocorre na tuba uterina e não há sangramentos, nem outros espetáculos. É uma morte serena, sem alardes. Nada de menstruação aqui.</p>
<p>Segundo <em>menstrumito</em>: <strong>a menstruação ocorre no fim do ciclo menstrual.</strong></p>
<p>Não! Pelo contrário! O primeiro dia da menstruação é o primeiro dia do ciclo menstrual! Esse fato inclusive facilita a identificação dos ciclos para fins de conhecer seu tamanho e talvez conseguir uma previsibilidade de seus momentos (alguns aplicativos ajudam nisso).</p>
<p>Terceiro <em>menstrumito</em>: <strong>muitas mulheres menstruam durante a gravidez.</strong></p>
<p>Não! Gravidez e ciclo menstrual são incompatíveis. Se a mulher está grávida, o ciclo menstrual está interrompido. Os hormônios da gravidez impedem a ação da glândula pituitária (ou hipófise) cujos hormônios desencadeiam a liberação de um novo óvulo. É possível (e até relativamente frequente) pequenos sangramentos nos primeiros meses de gravidez mas não são menstruações e, nesses casos, é recomendável conferência médica.</p>
<p>Quarto <em>menstrumito</em>: <strong>não é possível engravidar durante o período menstrual.</strong></p>
<p>Este é quase verdadeiro. Sem dúvida, a probabilidade de uma gravidez é muito maior quando a relação sexual se dá (sem outros cuidados) durante os momentos extra-menstruais. A chance de engravidar durante o fluxo menstrual é extremamente baixa mas não é impossível. Para que acontecesse, das duas uma: ou a menstruação é muito longa ( em dias) ou o ciclo menstrual é muito curto. Só assim, haveria a chance de uma ovulação nesse momento. Mas, ainda assim, haveria um segundo fator trabalhando contra a gravidez. O endométrio (parte superficial do útero) está desmanchando quando na verdade deveria estar se desenvolvendo para abrigar o futuro embrião.</p>
<p>Agora, todos os mitos estão espantados! Xô, desinformação!</p>
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		<title>Por que as meninas estão menstruando cada vez mais cedo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 20:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1900, as meninas menstruavam pela primeira vez em torno de 17 anos de idade. Hoje, a média está abaixo dos 13 anos de idade. A puberdade está vindo mais cedo. Embora alguns associem essa mudança à erotização proporcionada pelos programas de televisão e pela internet, ou à emancipação das gerações mais recentes (a modernidade!), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1900, as meninas menstruavam pela primeira vez em torno de 17 anos de idade. Hoje, a média está abaixo dos 13 anos de idade. A puberdade está vindo mais cedo. Embora alguns associem essa mudança à erotização proporcionada pelos programas de televisão e pela internet, ou à emancipação das gerações mais recentes (a modernidade!), ou ainda à poluição (como lançamento de desreguladores hormonais na água), as explicações melhores parecem ser outras. Duas delas parecem responder mais diretamente esta questão: a mudanças da dieta e o aumento do IMC. Mas primeiro, vejamos o que é puberdade.</p>
<p>A palavra surge do latim <em>púbis</em> que significa “pelo, penugem”.  O termo sugere o aparecimento de pelos pelo corpo como fator de início do período. As mudanças decorrem da ação de uma glândula na base do crânio, do tamanho de uma ervilha: a <strong>hipófise</strong> ou <strong>pituitária.</strong></p>
<p>Um dos fatores considerados como determinantes para as mudanças hormonais e essa antecipação de puberdade é a alimentação. Uma dieta rica e diversificada trouxe mais saúde, mais defesas celulares e permitiu um corpo preparado mais rápido. Outro fator que as pesquisas apontam como promovedor da puberdade precoce é o IMC &#8211; índice de massa corporal &#8211; aumentado. Esse índice é a razão entre a massa e o quadrado da altura. Quanto mais massa, especialmente de gordura, mais hormônios sexuais são feitos (como estrógeno e progesterona). Assim, quanto maior o IMC, mais cedo a menstruação vem.</p>
<p>Com a precocidade fisiológica, os hormônios aumentam e o interesse sexual sobrevém naturalmente. Os meninos iniciam a atividade sexual, em média, entre os 14 e 15 anos. As meninas, em média, entre 15 e 16 anos. Aqui existe um dado interessante: quanto menos anos de escolaridade, menor é a idade de iniciação da atividade sexual (educação é importante!). Com relações sexuais mais precoces, outras questões são trazidas: por exemplo, as chances de engravidar naturalmente aumentam. Além da gravidez precoce, a incidência de ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) também aumenta. Outros desdobramentos têm sido associados à precocidade da puberdade, especialmente a feminina, como: maiores probabilidades de diabetes tipo 2, obesidade, depressão e ansiedade. Pesquisas também apontaram que a menstruação precoce aumenta as chances de câncer de mama.</p>
<p>A boa notícia é a de que esse fenômeno não deve se estender mais, ou seja, a idade da puberdade não deve ficar ainda mais baixa nos próximos anos. Parece que existe uma espécie de &#8220;mínimo biológico&#8221; a partir do qual nenhum fator externo seria capaz de alterar.</p>
<p>A evolução dos tempos traz em si esse paradoxo:  mais nutrição, menos saúde? É a socialização de progressos e a socialização de riscos. Bem-vindos à modernidade.</p>
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		<title>Copérnico, Darwin e Freud estão dizendo: você não é dono de nada!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 19:33:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Narciso é um personagem criado pela mitologia grega. Filho de Cefiso e Liríope, é conhecido como o “auto-admirador”, um rapaz de uma beleza incomum, mas arrogante e que desprezava seus admiradores. Sua beleza a todos entorpecia (narci vem de narcos, de entorpecente – usado por exemplo, em narcóticos), mas de todos desdenhava. Condenado pela Deusa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Narciso é um personagem criado pela mitologia grega. Filho de Cefiso e Liríope, é conhecido como o “auto-admirador”, um rapaz de uma beleza incomum, mas arrogante e que desprezava seus admiradores. Sua beleza a todos entorpecia (<em>narci</em> vem de <em>narcos</em>, de entorpecente – usado por exemplo, em <em>narcóticos</em>), mas de todos desdenhava. Condenado pela Deusa Nemesis (hoje, uma flor&#8230;) a admirar sua imagem no rio, Narciso definha, morre e é transformado em flor (outra flor&#8230;). O drama de Narciso é, por assim dizer, o drama da individualidade de todos nós na sociedade. Segundo Freud, a humanidade sofre com três grandes feridas narcisistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Primeira ferida – Nicolau Copérnico</p>
<p>Em 1543, Nicolau Copérnico publicou “Da revolução de esferas celestes”. Essa obra foi pra lá de bombástica e resultou em duro golpe para os geocêntricos (aqueles que acreditavam que tudo ocorria em torno da Terra). Copérnico noticiava para todos que a Terra girava em torno do Sol e não o contrário. Seu conjunto de evidências nos retirou do centro do mundo. Precisávamos, a partir daí, dormir com essa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segunda ferida – Charles Darwin</p>
<p>Em 1859, o inglês Charles Darwin mudaria o mundo. Ele e Alfred Russell Wallace introduziam a ideia de seleção natural. Mais que isso, a obra de Darwin – intitulada “A origem das espécies e a teoria da seleção natural” demonstrava com muitos exemplos que a espécie humana estava ligada a todas as outras, em uma espécie de árvore evolutiva (tínhamos uma ancestralidade comum!), em processo que se deu ao longo dos tempos e que continua em curso. Darwin nos advertia de que não somos o <em>fim</em> da evolução (nem como finalidade, e nem como “última parada”). Que pancada!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Terceira ferida – Sigmund Freud</p>
<p>Em 1900, quando publica “A interpretação dos sonhos”, Freud surge para o mundo. O pai da psicanálise, com sua extensa obra, introduz um conceito que ele próprio interpretaria como a terceira ferida ao narcisismo: o inconsciente. Ao estabelecer o que chamou de instâncias psíquicas, Freud organizou a mente humana em três partes: <em>id</em>, <em>eu</em> e <em>supereu</em>. O que chamou de <em>id</em>, consistia em algo inconsciente, algo que está em nós, mas em um lugar onde não habita nossa consciência. Não habita nossa consciência, mas participa ativamente do que costumamos nos identificar como indivíduo. Contestado por muitos, muitas descobertas da neurociência confirmam nossa “insconsciência” (embora aqui muitos acreditam ser algo diferente do que Freud teria dito e preferem chamar de “novo inconsciente”). Trabalhos recentes chegaram a provar que 95% do fazemos não foram pensados conscientemente por nós mesmos! Outra pancada!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em síntese, são três duros golpes na nossa individualidade. As três feridas nos ajudam a entender que: não somos donos do mundo (Copérnico), não somos donos das outras espécies (Darwin) e não somos sequer donos de nós mesmos (Freud)&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Resta-nos, cambaleantes (depois de tantos golpes&#8230;), que calcemos as sandálias da humildade antes de sair por aí&#8230;</p>
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		<title>Já ouviu Baader-Meinhof Blues? Música, neurociência e violência.</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/ja-ouviu-baader-meinhof-blues-musica-neurociencia-e-violencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 19:55:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1985, uma banda surgia, de Brasília para o mundo: Legião Urbana. O primeiro álbum trazia 11 músicas tendo ficado mais conhecidas: &#8220;Será&#8221; e &#8220;Geração Coca-cola&#8221;. Quando ouvi, não havia dúvida em mim que queria ouvir de novo, e de novo, e assim por diante, até (como dizíamos) &#8220;furar o disco&#8221;. Dentre as demais músicas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Em 1985, uma banda surgia, de Brasília para o mundo: Legião Urbana. O primeiro álbum trazia 11 músicas tendo ficado mais conhecidas: &#8220;Será&#8221; e &#8220;Geração Coca-cola&#8221;. Quando ouvi, não havia dúvida em mim que queria ouvir de novo, e de novo, e assim por diante, até (como dizíamos) &#8220;furar o disco&#8221;. Dentre as demais músicas, uma sempre me chamou a atenção pelo nome: &#8220;Baader-Meinhof Blues&#8221;. Por que esse nome?</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/4-contra-capa.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25826" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/4-contra-capa.jpeg?resize=474%2C423&#038;ssl=1" alt="" width="474" height="423" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/4-contra-capa.jpeg?w=474&amp;ssl=1 474w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/4-contra-capa.jpeg?resize=300%2C268&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 474px) 100vw, 474px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">A música começa com os instigantes versos &#8220;</span><span style="font-weight: 400">A violência é tão fascinante / E nossas vidas são tão normais (&#8230;)&#8221;. Talvez, seja o trecho que mais remete à escolha do título. O Grupo Baader-Meinhof foi uma organização guerrilheira de verdade que surgiu em 1970 na Alemanha Ocidental (Sim! A Alemanha já foram duas, depois da Segunda Guerra Mundial, sendo a Alemanha Ocidental de influência estadunidense e a Oriental de influência soviética). Tratava-se de um grupo extremista de esquerda, uma fração do chamado exército vermelho. Dois líderes deram o nome ao grupo. Andreas Baader (1943-1977) foi ativista e organizou o grupo em várias ações de protesto contra o capitalismo, contra os Estados Unidos e contra a pobreza. Outra líder, foi a jornalista Ulrike Marie Meinhof (1934-1976) acusada de participar de ações </span><span style="font-weight: 400">como assaltos, atentados à bomba, assassinatos. No total, foi acusada de 4 homicídios e 54 tentativas de homicídio. A história pessoal de Meinhof é muito interessante.</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25827" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?resize=273%2C184&#038;ssl=1" alt="" width="273" height="184" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?w=273&amp;ssl=1 273w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/baader.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 273px) 100vw, 273px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ela era uma jornalista de vida aparentemente normal até em determinado momento em que tudo parece mudar. Em 1962, ela fizera uma cirurgia no cérebro para retirada de um tumor benigno. A cirurgia teria sido um sucesso. Mas pode ser que não. Em 1976, foi encontrada morta na cela (não se sabe até hoje com absoluta certeza se praticou auto-extermínio ou foi assassinada). Na autópsia, verificou-se que um tecido de cicatrização pós-cirúrgico e restos do tumor estavam pressionando uma estrutura chamada amígdala. E daí?</span></p>
<p style="text-align: center">
<p><span style="font-weight: 400">A amígdala pertence ao sistema encefálico chamado límbico. Ela está ligada com alguns comportamentos como os de insegurança, medo e… agressividade. Há vários indícios de que, no caso de Meinhof e em outros (depois procurem o caso de Charles Whitman &#8211; &#8220;o atirador da Torre do Texas&#8221;), essa pressão de um órgão sobre o outro, possa ter desencadeado novos comportamentos, sendo eles violentos. Teria a extremista sido um produto da mudança da estrutura cerebral e a jornalista seu &#8220;normal&#8221;?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Renato Russo continua dizendo: </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Não estatize meus sentimentos</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Pra seu governo</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">O meu estado é independente</span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Renato retoma a ideia da célula terrorista, transbordando revolta e atacando o governo (alemão) &#8220;submisso aos ianques&#8221;. O Baader-Meinhof ainda deixou mais duas gerações de terroristas, terminando suas ações em 1998, ano em que Renato Russo já tinha nos deixado. Mas há aqui uma trama que mescla violência, história, sistema nervoso e música boa.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400">Dicas? Escutem &#8220;Baader-Meinhof Blues&#8221; da banda Legião Urbana e vejam o filme: &#8220;Grupo Baader-Meinhof&#8221; de Stefan Aust, 2008.</span></p></blockquote>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/ja-ouviu-baader-meinhof-blues-musica-neurociencia-e-violencia/">Já ouviu Baader-Meinhof Blues? Música, neurociência e violência.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Tsunami no Brasil? Vulcões: espetáculo e perigo &#8211; na arte e na vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2021 20:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As ilhas Canárias, da Espanha, assustaram recentemente o Brasil. A erupção vulcânica do Cumbre Vieja suscitou-nos a possibilidade de recebermos aqui uma tsunami. Vulcões são essas formações geológicas que comunicam o interior da Terra com a superfície podendo alçar gases e magma para onde habitamos. Vulcões habitam o imaginário das pessoas e também nos proporcionaram [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As ilhas Canárias, da Espanha, assustaram recentemente o Brasil. A erupção vulcânica do <em>Cumbre Vieja</em> suscitou-nos a possibilidade de recebermos aqui uma tsunami. Vulcões são essas formações geológicas que comunicam o interior da Terra com a superfície podendo alçar gases e magma para onde habitamos. Vulcões habitam o imaginário das pessoas e também nos proporcionaram estéticas maravilhosas na sétima arte.</p>
<p><span style="font-weight: 400">Stromboli (a sílaba tônica é a terceira) é uma ilha próxima da Sicília. Famosa por fazer parte do cinturão de fogo italiano. Famosa pela filmografia de um dos maiores diretores da história, o italiano Roberto Rossellini. Famosa por uma interpretação marcante de uma sueca de sobrenome Bergmann, de nome Ingrid.</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ingrid.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-25807" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ingrid.jpeg?resize=404%2C226&#038;ssl=1" alt="" width="404" height="226" /></a></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Stromboli, terra de Dio</span></i><span style="font-weight: 400"> (1949) é o nome do filme de Rossellini e também nome de uma ilha de verdade. Ainda hoje, a comunidade da ilha exemplifica uma vida sustentável, na acepção da palavra, vida essa retratada magistralmente no filme. Rossellini consegue focar na visão das câmeras, na sequência das imagens e na interpretação de Ingrid, um documento de um paraíso natural, carregado com o DNA do que seria a </span><i><span style="font-weight: 400">nouvelle vague</span></i><span style="font-weight: 400"> francesa (de Rohmer) e o Cinema Novo (de Glauber Rocha). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As famílias vivem da pesca e de algumas culturas &#8211; como a da azeitona e da uva. Hoje, há em torno de cem habitantes permanentes na ilha, chegando a quatro mil no verão. Além do turismo, brilham ainda as lentes de Rossellini. Quando gravou, recrutou diversos habitantes da própria ilha para atuarem. Na película, o diretor evoca a natureza o tempo todo. O mar abaixo e o vulcão acima é o verdadeiro filme de pessoas que sobrevivem com receio constante das erupções. A lituana Karen (Ingrid) chega a ilha como quem recebesse sua alforria mas aquela viagem não tardaria a mostra que a levou ao confinamento. Os olhos de Karen captam toda ambientação rústica do lugar e logo traz à tona a indignação contra os modos, as aparências e a brutalidade. Sua resiliência parece ser capaz de superar um possível arrependimento, mas o tempo e os fatos acirram a disputa interna. Seu marido, Antonio (Mario Vitale), traz um furão para caçar coelhos. Ao soltá-lo, o pequeno mustelídeo ataca prontamente sua vítima, arrastando-o pelas longas orelhas. Antonio vibra, Karen chora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A comunidade vive de forma simples, ecologicamente correta e na esperança de sobreviver à próxima erupção. Um olho no peixe, outro no gato. Quando ela (a erupção) finalmente ocorre, entram em barcos, vão para o mar e esperam, por horas, as coisas “esfriarem”. O mar é fuga e é o sustento. Uma das sequências mais belas do filme (fora a performance de Ingrid Bergmann) é a da pesca do atum. Tudo é registrado de forma poética, métrica, viva, ritmada e coerente. Os barcos se enchem do grande peixe enquanto os olhos de Karen mais uma vez repousam sobre a ação humana sobre a vida. Ela deveria ficar muito mais espantada se visse o que fazemos hoje. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Cansada de sua “guantánamo”, de sua “alcatraz”, Karen segue impetuosa vontade para fugir de tanta rudeza, simplicidade e distância do continente: prepara um plano de fuga. Seduz o homem do farol (Mario Sponzo) para ajudá-la mas traça ela própria seu caminho: atravessar o vulcão andando e buscar ajuda do outro lado da ilha, junto à comunidade de Ginostra. De lá, a liberdade. Nada é tão simples. Durante a caminhada, Karen percebe a força da ilha, a fumaça, o calor, o cansaço e invoca Deus para sobreviver e salvar o “bambino” que carrega em seu ventre. De cima de Stromboli, lado a lado com o fogo, a explosão da atriz, da personagem e do meio ambiente deslumbram quem vê.</span></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25808" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?resize=1280%2C960&#038;ssl=1" alt="" width="1280" height="960" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/stromboli-761_1280.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p><em>Stromboli</em> e <em>Cumbre Vieja</em> nos devolvem aquele sentimento de que fazemos parte de algo maior, natural e perigosamente belo. Faz com que retomemos essa relação ambivalente com a natureza e nos devolve para a humildade de olhar o planeta de modo respeitoso, temeroso e fraterno.</p>
<p>E vejam <em>Stromboli </em>de Rossellini!</p>
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		<title>Fome: cinema, fisiologia e sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 21:41:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pablo Neruda escreveu: &#8220;a fome é um incêndio frio.&#8221; Estamos em 1939 mas na verdade o tempo é mais remoto: 1861. A história se passa em algum lugar da região sul dos Estados Unidos em plena recém-deflagrada Guerra da Secessão, a guerra civil americana. De um lado, o Sul aristrocrata, latifundiário e partidário imperativo da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/fome-cinema-fisiologia-e-sociedade/">Fome: cinema, fisiologia e sociedade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pablo Neruda escreveu: &#8220;a fome é um incêndio frio.&#8221;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Estamos em 1939 mas na verdade o tempo é mais remoto: 1861. A história se passa em algum lugar da região sul dos Estados Unidos em plena recém-deflagrada Guerra da Secessão, a guerra civil americana. De um lado, o Sul aristrocrata, latifundiário e partidário imperativo da escravidão. Do outro, o norte industrializado, os intitulados ianques. Um ambiente devastador implantou-se sobre o território dos Estados Unidos levando a quase 1 milhão de mortes durante o conflito (1861-1865). Em uma fazenda do sul escravocrata, Scarlett O’Hara, mimada, apaixonada e apaixonante, inicia uma saga das mais belas da história do cinema. </span><i><span style="font-weight: 400">Gone with the wind </span></i><span style="font-weight: 400">(E o vento levou). Sessão imperdível (apesar de durar mais de 4 horas&#8230;) que deveria estar presente em qualquer lista dessas de &#8220;os filmes que devo assistir antes de morrer&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gone04.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25760" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gone04.jpeg?resize=320%2C240&#038;ssl=1" alt="" width="320" height="240" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gone04.jpeg?w=320&amp;ssl=1 320w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gone04.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gone04.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os motivos? Um elenco marcante com Vivian Leigh (1913-1967), Clark Gable (1901-1960) e Hattie McDaniel (1895-1952). Muitas indicações para o Oscar (recebeu naturalmente o de melhor filme, sendo o primeiro filme colorido premiado na categoria). Cenas inesquecíveis – como a do incêndio que torrou cenários igualmente importantes como o do primeiro King Kong (1933).  </span><span style="font-weight: 400">De todas as cenas do filme, a mais tocante para mim é Scarlett retornando a Tara, a fazenda de seu pai. Lá, incendiada e destruída pelos ianques, com a mãe morta e o pai louco, Scarlett não tem o que comer. Com o entardecer ao fundo, segurando o vestido rodado, cabelo em desalinho, ela diz que nunca mais passará fome enquanto viver, segurando nervosamente em uma das mãos um tubérculo, na desolada e arrasada terra outrora próspera. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Fome. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No centro da cabeça, há um lugar. Ele se chama hipotálamo. Entre outras funções, é o centro da fome. No sangue, um mensageiro: a leptina. A regra é clara: quando você come acima do que precisa, nossa matriz energética estoca gordura nos adipócitos (nossas células dedicadas a &#8220;engordar&#8221;). Os adipócitos avisam que estão bem abastecidos liberando a leptina. A leptina atua no hipotálamo cessando o apetite. </span></p>
<p>Difícil, é o contrário. Estômago vazio, sangue sem açúcar, o corpo reage liberando (a partir do estômago) o hormônio da fome: a grelina. A grelina avisa o hipotálamo: estamos com fome!</p>
<p>Fome.</p>
<p>É um desafio mundial. O exercício de reduzir a fome estava em marcha lenta mas progressiva, mas veio a pandemia. Além dos fatores conhecidos como a seca, o frio, as desigualdades sociais e regionais, as guerras, a má distribuição dos alimentos, tem-se a mais o empobrecimento da população por conta da Covid-19.</p>
<p>Os números atuais assustam. Há uma estimativa de que 23 mil pessoas morreram de fome apenas hoje.  O total de pessoas desnutridas no mundo supera 850 milhões. No entanto, há 1,7 bilhão de pessoas em sobrepeso. Seria lindo que a cena de Scarlett fosse um grito definitivo para cada cidadão dos já quase 7,9 bilhões de seres humanos na atualidade. Enfrentar o incêndio quente de Tara, e esse incêndio frio que revela Neruda&#8230;</p>
<p>Fome.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cuidado, homens! Se não vai ter que cortar&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 19:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o Ultrage a Rigor fez aquela música: &#8220;Corri  para o quarto, acendi a luz, olhei no espelho, o meu tava lá, ainda bem que eu não tô na TV senão ia ter que cortar&#8230;&#8221;, muitos podem ter achado apenas engraçado. Mas atenção, homens! Muita atenção! Higiene é tudo. Senão&#8230; um dos seus maiores temores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o Ultrage a Rigor fez aquela música: &#8220;Corri  para o quarto, acendi a luz, olhei no espelho, o meu tava lá, ainda bem que eu não tô na TV senão ia ter que cortar&#8230;&#8221;, muitos podem ter achado apenas engraçado. Mas atenção, homens! Muita atenção! Higiene é tudo. Senão&#8230; um dos seus maiores temores (Freud alertou!) pode acontecer: cortar o pênis.</p>
<p>A urologia é a especialidade médica que cuida da saúde genital masculina, o que equivale à ginecologia para as mulheres (desculpa se subestimo alguns leitores&#8230;). Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 1.600 homens brasileiros têm o pênis amputado todos os anos, isto é, cerca de 4 por dia. O motivo? Falta de higiene e câncer.</p>
<p>O pênis tem uma pele chamada prepúcio que cobre a glande (a &#8220;cabeça&#8221; do pênis). Abaixo dessa pele, há produção de uma substância esbranquiçada chamada esmegma. O acúmulo dela pode levar a processos inflamatórios e lesões na glande. Para piorar, atrai alguns microrganismos, como bactérias, fungos e vírus. Um dos principais perigos é a ocorrência local do papilomavírus humano (HPV), o mesmo que causa do câncer de colo do útero. Esses vírus são terríveis! Eles são oncovírus! (<em>onco</em> significa <em>câncer</em>).</p>
<p>O câncer de pênis corresponde a 2% do total entre os homens. A indicação de tratamento é cirúrgica, ou seja, a retirada dele (que leva junto total ou parcialmente o pênis!). Em casos avançados, ainda podem ser retirados os testículos e até regiões da virilha. A cirurgia é chamada de <em>falectomia</em>. Infelizmente, a ocorrência é maior em países periféricos, nas camadas de baixa renda e sobretudo ocorre por falta de cuidados simples como se ocupar de lavar o &#8220;dito cujo&#8221;. Empoderamento de informação é fundamental! Nada dessa desconfiança sobre a ciência!</p>
<p>Então, água e sabão, para sua segurança, especialmente após as relações sexuais ou masturbação.</p>
<p>Você que é homem, fica a dica. Senão vai ter que cortar&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Atenção, ansiosos! Responda: por que as zebras não têm úlceras?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2021 16:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Robert Sapolsky é neurobiólogo e professor da Universidade de Stanford. Uma figura. Um cara com uma capacidade de compreender o comportamento humano a partir de muita ciência. Alto estudioso do comportamento animal, ajuda-nos potencialmente a compreender processos que nos aprisionam mentalmente: como a ansiedade. Em seu &#8220;Why Zebras don&#8217;t get ulcers&#8221;, oferece-nos um esquema mental [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Robert Sapolsky é neurobiólogo e professor da Universidade de Stanford. Uma figura. Um cara com uma capacidade de compreender o comportamento humano a partir de muita ciência. Alto estudioso do comportamento animal, ajuda-nos potencialmente a compreender processos que nos aprisionam mentalmente: como a ansiedade.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25668" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?resize=512%2C343&#038;ssl=1" alt="" width="512" height="343" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?w=512&amp;ssl=1 512w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sapolsky.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a></p>
<p>Em seu &#8220;Why Zebras don&#8217;t get ulcers&#8221;, oferece-nos um esquema mental poderoso sobre como enfrentar a ansiedade pela compreensão dela. Seria mais que um conselho, uma solução para muitos dos ansiosos de plantão (embora todos estejamos de certa nesse lugar&#8230;). Sua explicação simples e biologicamente preparada parte da análise hormonal de zebras. Sim, zebras! Ameaçadas permanentemente por leões, elas nos contam o segredo para continuarem a viver sem estresse excessivo.</p>
<p>Com base na avaliação hormonal, como a do cortisol (importante hormônio liberado pelo córtex da suprarrenal), Sapolsky nos revela dois detalhes singelos e animadores. O primeiro é de que a zebra não sofre neuroquimicamente antes do leão chegar. Segundo, também não sofre quando o leão já se foi. O sofrimento fisiológico, o estresse alto, ocorre apenas de modo extraordinário, no momento em que o perigo está ali, diante de si. Não há perigo antes e nem depois. (balançou o todinho?)</p>
<p>Pois é&#8230; não é exatamente assim com os ansiosos? Eles sofrem antecipadamente sobre o fato. E depois, do fato ocorrido, impõem-se um pensamento ditatorial de reviver a cena inúmeras vezes dentro da cabeça, angustiando o corpo, castigando-o de hormônios que interferem negativamente em diversos sistemas. E o pior: sem nenhuma necessidade. Afinal de contas: cadê os leões?</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25669" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=1920%2C1276&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1276" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=1024%2C681&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=1536%2C1021&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/09/many-zebras-2037483_1920.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>As úlceras estão ligadas ao nervosismo. As zebras não têm úlceras por saberem viver e conviver com o estresse. Calcemos as sandálias da humildade e aprendamos com quem lida com um leão a cada dia. Deixemos de sofrer o antes e o depois. Explique isso para si mesmo e experimente a mudança!</p>
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		<title>Se você não anota nada na aula, precisa ler este texto!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 20:50:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem é professor, pai e mãe sabe: há uma crise por parte dessa geração que não quer escrever. Anotar no papel parece cafona, arcaico, coisa do passado. Agora, o aluno fotografa o quadro, envia pelo whatsapp e a turma tem tudo escrito e na memória! Tem muito aluno por aí que não tem mais caderno, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é professor, pai e mãe sabe: há uma crise por parte dessa geração que não quer escrever. Anotar no papel parece cafona, arcaico, coisa do passado. Agora, o aluno fotografa o quadro, envia pelo <em>whatsapp</em> e a turma tem tudo escrito e na memória! Tem muito aluno por aí que não tem mais caderno, nem lápis, nem caneta! Será que isso funciona?</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25455" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?resize=1920%2C1128&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1128" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?resize=300%2C176&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?resize=1024%2C602&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?resize=768%2C451&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/mathematics-3348991_1920.jpeg?resize=1536%2C902&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>Em recente artigo, o Dr. Umejima e sua equipe fizeram um teste que comprovou que, primeiramente, anotar é muito melhor do que não anotar nada se a ideia é memorizar. Mas não para por aí. Ele percebeu que havia diferença na lembrança entre aqueles que anotaram no papel, em um tablet e no celular. Adivinha quem lembrou mais? Aquele que anotou no papel!</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25457" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=1920%2C1280&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/notebook-1939358_1920.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>Sim!</p>
<p>Os pesquisadores testaram o comportamento de recuperação de memória de compromissos anotados a partir de três grupos: um grupo que usou cadernos de papel, um segundo grupo que usou um tablet para as anotações e um terceiro grupo que usou o celular. O processo de recuperação da memória foi feito uma hora depois, após uma atividade de interferência (uma atividade de distração), aferido em uma varredura de ressonância magnética funcional. Ao se analisar o resultado das práticas recuperativas da memória, observaram-se três benefícios concretos favoráveis ao grupo que fez anotações no papel.</p>
<p>Em primeiro lugar, o grupo fez anotações mais rápidas e precisas sobre os compromissos. A precisão foi significativamente maior em questões entendidas como mais fáceis e diretas.</p>
<p>Em segundo lugar, ocorreu o envolvimento de diversas áreas cerebrais que envolvem a linguagem.</p>
<p>Em terceiro, a ativação anterior foi significativamente maior no grupo quando comparado com os outros dois. Dessa forma, os autores concluem:</p>
<p><em>A superioridade significativa tanto na precisão quanto nas ativações para o grupo Nota sugeriu que o uso de um caderno de papel promoveu a aquisição de informações de codificação ricas e / ou informações espaciais de papéis reais e que essas informações poderiam ser utilizadas como pistas de recuperação eficazes, levando a ativações nessas regiões específicas.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anotou isso aí?</p>
<p>Se quiser ler o artigo original do Dr. Umejima, <a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnbeh.2021.634158/full#:~:text=Our%20present%20experiments%20demonstrated%20that,in%20those%20using%20electronic%20devices.">clique aqui</a>!</p>
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		<title>Nuvem de gafanhotos: proteicos e aterrorizantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 11:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por onde costumamos andar, vemos gente. Ao assistir a TV ou às mídias sociais, vemos gente. Ao assistir um show ou um jogo, vemos muitas pessoas (pelo menos antes da pandemia!). A concentração humana é comum: somos mais de 7 bilhões! Mas será que as maiores concentrações de uma espécie animal são humanas? A resposta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por onde costumamos andar, vemos gente. Ao assistir a TV ou às mídias sociais, vemos gente. Ao assistir um show ou um jogo, vemos muitas pessoas (pelo menos antes da pandemia!). A concentração humana é comum: somos mais de 7 bilhões! Mas será que as maiores concentrações de uma espécie animal são humanas? A resposta é não.</p>
<p>Sabe qual a maior concentração animal já testemunhada no planeta? Misteeeeeeerio. Ela aconteceu nos Estados Unidos, em Nebraska, no estado do Kansas. Em 1875, o céu de dia ficou como a noite dado o número de insetos no ar. A estimativa não é precisa mas há números que giram em torno de incríveis 3,5 trilhões de &#8230; gafanhotos. Isso mesmo uma inimaginável nuvem de gafanhotos! Nunca houve algo tão aglomerador desde então!</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-2.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25420" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-2.jpeg?resize=665%2C374&#038;ssl=1" alt="" width="665" height="374" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-2.jpeg?w=665&amp;ssl=1 665w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-2.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 665px) 100vw, 665px" /></a></p>
<p>O conceito de nuvem tão usado na cibercultura tem raízes no ar e nos gafanhotos. Aliás, a mística em torno da nuvem de gafanhotos é bíblica. A oitava praga enviada por Deus para os egípicios! Recentemente, há um filme francês que traz essa interessante e aterrorizante aglomeração dos gafanhotos novamente. O filme &#8220;A nuvem&#8221; (2021) de Just Philippot com a atriz Suliane Brahim (Virginie) traz uma trama muito legal que perpassa pela luta de uma mulher como mãe e provedora do lar, empoderando acertadamente esse lugar feminino. O <em>thriller</em> usa os gafanhotos, cuja farinha é mais proteica que a carne bovina, como aposta financeira de Virginie para si e para seus dois filhos adolescentes. Assim, um aspecto importante do filme é que transforma aparentemente uma praga agrícola em investimento. Com dificuldades de criar os artrópodos, acidentalmente, Virginie descobre que o sangue faz com que a reprodução e o crescimento deles aumentem incrivelmente. Depois&#8230; assistam!</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-1.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-25421" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-1.jpeg?resize=577%2C275&#038;ssl=1" alt="" width="577" height="275" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-1.jpeg?w=325&amp;ssl=1 325w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/a-nuvem-1.jpeg?resize=300%2C143&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 577px) 100vw, 577px" /></a></p>
<p>Gafanhotos. É mais uma reverência a esses insetos que, apesar de não sugarem sangue nem atacar tão diretamente seres humanos, fazem parte de um temor coletivo por gerações e gerações. O animal com maior população reunida que já testemunhamos.</p>
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		<title>Vampiros existem?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/vampiros-existem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 23:11:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os vampiros assombravam o século XVI e XVII na Europa Média. A Prússia, a Polônia e a Rússia estavam entre os países mais ″visitados″ pelos draculeanos. E a pergunta que não quer calar: vampiros existem? Vamos pensar: como é um vampiro? Podemos enumerar algumas propriedades deles: sugam sangue; têm caninos desenvolvidos; são fotofóbicos; são agressivos; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Os vampiros assombravam o século XVI e XVII na Europa Média. A Prússia, a Polônia e a Rússia estavam entre os países mais </span><span style="font-weight: 400">″</span><span style="font-weight: 400">visitados</span><span style="font-weight: 400">″</span><span style="font-weight: 400"> pelos draculeanos. E a pergunta que não quer calar: vampiros existem?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Vamos pensar: como é um vampiro? Podemos enumerar algumas propriedades deles:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">sugam sangue;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">têm caninos desenvolvidos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">são fotofóbicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">são agressivos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">transformam-se em morcegos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">são mais fortes que os humanos;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">não suportam alho e crucifixo.</span></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Como explicar a existência de algo assim?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Penso que o povo algumas vezes inventa mas se escora em alguma </span><span style="font-weight: 400">″</span><span style="font-weight: 400">realidade</span><span style="font-weight: 400">″</span><span style="font-weight: 400"> para fazê-lo. E eu desconfio de algumas circunstâncias conhecidas aqui. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um vírus. Seu material genético é RNA. O contágio? A mordida, a dentada seguida de salivação. Na saliva deles, o poder de matar. Os transmissores podem ser cães, gatos, macacos, guaxinins, coiotes, lobos, chacais e… morcegos. </span></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25324" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?resize=1920%2C1329&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1329" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?resize=1024%2C709&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?resize=768%2C532&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/animals-4626790_1920.jpeg?resize=1536%2C1063&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">O vírus da raiva é introduzido no corpo da vítima e logo mostra a sua capacidade de promover estragos, particularmente no sistema nervoso. O paciente começa a desenvolver problemas associados ao comportamento: de um mau humor a problemas no engolimento. Surge a aversão temerosa à água – o que faz com que a raiva também seja conhecida como hidrofobia. Há relatos também de fotofobia – a mesma aversão, só que em relação à luz. O paciente manifesta maiores crises, vem o sintoma da danação. Ficam agressivos, atacam, mordem, são capazes de ações desproporcionais para sua força (típicos de algumas pessoas com transtornos psiquiátricos) e já não respondem mais pelos seus atos. A crise aprofunda e a morte sobrevém em praticamente todos os casos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Captou a mensagem, nobre leitor? Uma mistura de elementos da patologia da raiva, de seus transmissores e de todo o espanto do povo em relação aos portadores da doença constróem nosso personagem. Os vampiros da Europa Média podem ter sido cidadãos comuns que sofreram de uma virose que os transtornaram, despersonalizando-os, virando-os pessoas arredias, notívagas, capazes de agredir gratuitamente porque perderam a auto-crítica e a auto-censura. Para mim, caso encerrado.</span></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25325" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?resize=1920%2C1173&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1173" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?resize=300%2C183&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?resize=1024%2C626&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?resize=768%2C469&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/moonlight-1226253_1920.jpeg?resize=1536%2C938&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quanto ao alho e ao crucifixo, bom, o povo também inventa um pouco, né?</span></p>
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		<title>Tubarão &#8211; de Hollywood a Pernambuco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 20:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[praia]]></category>
		<category><![CDATA[praias do Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Spielberg]]></category>
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		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1975, um jovem diretor de nome Steven e sobrenome Spielberg criava uma reviravolta no cinema mundial: o filme Tubarão. A história que era dúvida para muitos virou uma certeza muito real no mundo inteiro: um fenômeno de bilheteria. Aos olhos de hoje, o filme parece para muitos tosco, simplório e sustentado por um roteiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1975, um jovem diretor de nome Steven e sobrenome Spielberg criava uma reviravolta no cinema mundial: o filme <em>Tubarão</em>. A história que era dúvida para muitos virou uma certeza muito real no mundo inteiro: um fenômeno de bilheteria. Aos olhos de hoje, o filme parece para muitos tosco, simplório e sustentado por um roteiro simples, sem nenhuma centelha que justificasse tamanho sucesso. Não foi o que aconteceu. Houve uma comoção principalmente nos Estados Unidos e trata-se de um marco de sucesso.  O segredo do sucesso parece estar no fato de que <em>Tubarão</em> mexia com áreas do cérebro nunca antes movimentadas frente à telona; medo e apreensão em níveis absurdos, alimentados pela trilha sonora inesquecível.</p>
<p>Tubarões assustam no imaginário de todos até hoje. Mas parece que a fama dos tubarões oscila entre o desejo de matá-los e o descaso excessivo. A maioria das espécies de tubarões não atacam humanos e nenhuma delas identifica o ser humano como uma presa prevista. Mas isso não significa que eles sejam inofensivos; muito pelo contrário. Existem cerca de 375 espécies de tubarões no mundo sendo que 80 delas ocorrem no Brasil. Cerca de 30 espécies no mundo têm episódios de ataque a seres humanos, sendo que no Brasil são encontradas quatro das cinco mais perigosas: o galha-preta, o branco, o tigre e o cabeça-chata. É preciso respeitá-las.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25287" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1920%2C1280&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>No mês passado, um homem perdeu a vida na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes (PE). Segundo testemunhas, mesmo avisado o perigo, o homem se colocou mar a dentro e foi atacado. Ele acabou perdendo a mão e tendo um grande corte na coxa. Não resistiu aos sangramentos e teve uma parada cardíaca. Só em Pernambuco, são 26 mortes desde 1992. O agressivo tubarão-tigre (<em>Galeocerdo cuvier</em>) é apontado como o principal responsável pelos ataques a banhistas em praias da região juntamente com outra espécie tida como feroz e agressiva: o cabeça-chata (<em>Carcharhinus leucas</em>).</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25288" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1920%2C1672&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1672" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=300%2C261&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1024%2C892&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=768%2C669&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1536%2C1338&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>Todo cuidado e todo respeito são importantes quando o assunto é tubarão. São muitos deles animais perigosos e precisamos manter essa cautela para que a vida, neste caso, não imite a arte de Spielberg.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Marilyn e a adorável cicatriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 21:48:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sua trajetória foi meteórica. Nascida Norma em 1926, em Los Angeles e morta Marilyn em 1962, Marilyn Monroe. Trata-se de um dos maiores símbolos sexuais da história do Ocidente, imortalizada em obras como “Quanto mais quente melhor”, “Os homens preferem as loiras” e “Adorável pecadora”. Uma mulher que marcou uma geração – apesar de ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Sua trajetória foi meteórica. Nascida Norma em 1926, em Los Angeles e morta Marilyn em 1962, Marilyn Monroe. Trata-se de um dos maiores símbolos sexuais da história do Ocidente, imortalizada em obras como “Quanto mais quente melhor”, “Os homens preferem as loiras” e “Adorável pecadora”. Uma mulher que marcou uma geração – apesar de ser vista por alguns como egoísta, uma atriz limitada e uma mulher que conquistava seus objetivos com a sedução de seu corpo. Tudo isso potencializou o patamar de estrela. Foi dona de uma biografia recheada de pormenores, como seu romance com o então casado e presidente estadunidense John Kennedy (assassinado em 1963).  Marilyn, segundo alguns historiadores, era viciada em remédios para dormir e foi vitimada por uma overdose no dia 4 de agosto de 1962. </span></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25242" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=1920%2C1554&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1554" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=300%2C243&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=1024%2C829&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=768%2C622&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=1536%2C1243&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/07/marilyn-monroe-1160499_1920.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em 2007, o mito vem à tona com novas poses, 45 anos depois de sua trágica despedida. O fotógrafo  Bert Stern é o autor das 62 fotografias. Fotografias de uma era sem “photoshop”, sem máscaras cibernéticas, sem </span><i><span style="font-weight: 400">softwares</span></i><span style="font-weight: 400">. Fotos que revelaram em seu abdômen uma imperfeição gerada por uma traição fisiológica: uma cicatriz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As fotos divulgadas foram feitas semanas depois de uma cirurgia para retirada de vesícula. Um talho bem nítido no seu lado direito passou a conviver com toda a beleza que lhe aflorava. Qual a necessidade dessa mutilação?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A vesícula biliar é um órgão em forma de pera que se encontra debaixo do fígado. Sua função é armazenar a bílis (ou bile). Apenas armazenar. Muitas pessoas atribuem-lhe a função de fabricar essa secreção digestiva o que não é verdade. São os hepatócitos, células do fígado,  que produzem-na.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A bílis é constituída de sais derivados de colesterol: chamam-se de sais biliares. Essas moléculas possuem a capacidade de serem polares em uma extremidade e apolar na outra – são anfipáticas. Assim, atuam como um detergente, na altura do duodeno, onde é lançada, auxiliando na dissolução de óleos e gorduras. Vestibulandos de plantão, cuidado! Não há enzimas na bílis, portanto ela não digere lipídios, apenas facilita a ação das lipases.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra função interessante da bílis pouco divulgada é a possibilidade de eliminar colesterol em excesso no corpo. Essa ação é preventiva para futuros problemas na circulação pois o colesterol pode acumular perigosamente nos vasos sanguíneos ocasionado-lhes obstrução.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pedra (ou cálculo) nos rins é assunto conhecido. Pedra na vesícula é menos comum. É também chamada de cálculo biliar. É mais em comum em mulheres, acima dos 40 anos e obesas (Quase nada combinando com a musa dos anos 50!).  Em 80% dos casos, as pedras são cristais de colesterol. Formam-se devido a uma supersaturação dele na bílis. Essa formação deve-se a uma absorção excessiva de água pela vesícula aliada com a abundância de colesterol. As pedras podem obstruir a saída da bílis, aumentando a pressão interna na vesícula ocasionando-lhe inchaço e dor abaixo das costelas. Hoje, há drogas que são capazes de dissolver. A cirurgia laparoscópica é a mais utilizada hoje para a remoção. O laparoscópio é um aparelho com fibra óptica e associado a uma câmera introduzido no abdômen (depois que essa parte do corpo é inflada com CO</span><span style="font-weight: 400">2</span><span style="font-weight: 400">).  São feitas pequenas incisões de poucos centímetros. Durante o procedimento, a vesícula é removida por um tubo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas, meus amigos, na época de Monroe, no início da década de 1960, a solução era mais invasiva e deixou uma sequela nítida. Nada que arranhe a imagem eterna de um dos maiores ícones da história do cinema ocidental.</span></p>
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		<title>Analfabetismo Financeiro: como o Brasil poderá estimular o progresso econômico pós pandemia</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/analfabetismo-financeiro-como-o-brasil-podera-estimular-o-progresso-economico-pos-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Leonardo Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 14:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um país que apresenta uma dificuldade estrutural no tocante à educação financeira. Inicialmente o projeto pedagógico escolar não abrange disciplinas como matemática financeira, educação financeira, orçamento e correlatas. Os reflexos são adolescentes despreparados para lidar com alguns desafios econômicos, principalmente o endividamento e a falta de conhecimento sobe juros e capitalização ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é um país que apresenta uma dificuldade estrutural no tocante à educação financeira. Inicialmente o projeto pedagógico escolar não abrange disciplinas como matemática financeira, educação financeira, orçamento e correlatas. Os reflexos são adolescentes despreparados para lidar com alguns desafios econômicos, principalmente o endividamento e a falta de conhecimento sobe juros e capitalização ao adquirir um carro, um imóvel, dentre outros.</p>
<p>Como se não bastasse, os adultos desta nova geração carecem de um score que lhes permita transacionar com mais garantia no mercado, seja para solicitar um crédito no mercado, seja para honrar com as despesas pessoais e domésticas. De acordo com o PISA &#8211; Programa Internacional de Avaliação de Alunos, em 2018 o Brasil ficou na posição 17 de 20 dos países avaliados no ranking de competência financeira.</p>
<blockquote><p><strong>A falta de consciência em crianças e jovens brasileiros produz uma população adulta que não sabe lidar com o dinheiro. O resultado disso é uma bola de neve que só tende a crescer e que brasileiros assumem dívidas cada dia mais altas para tentar contornar sua situação. </strong></p></blockquote>
<p>Essa carência no assunto de finanças é proveniente de uma questão comportamental e cultural, sendo solucionada pela educação financeira.</p>
<p>A educação financeira, principalmente em um contexto pós pandemia produzirá um efeito contrário do que já está ocorrendo atualmente: crianças e adolescentes autorresponsáveis com o dinheiro, capazes de estabelecer um planejamento financeiro sólido, livres da tentação de ganhos de dinheiro fácil.</p>
<blockquote><p><strong>Uma educação financeira levada à sério , como é o caso do Canadá, Noruega e Suécia, por exemplo, refletirá em uma sociedade justa e democrática, baseada no desenvolvimento econômico. </strong></p></blockquote>
<p>De acordo com os principais economistas, o momento é de cautela e remodelação dos padrões de consumo. Percebe-se que pessoas estão em isolamento social, mas o padrão de consumo tenderá a aumentar com a flexibilização da pandemia. Os comércios reabertos, por exemplo, farão com que recuperem o &#8216;tempo perdido&#8217; em que estiveram de quarentena. Assim, viagens serão marcadas, consumo de bens duráveis e não duráveis estarão em alta, sob a ótica do &#8216; preciso gastar hoje, pois não sei se estarei vivo amanhã&#8230;&#8217; e por aí em diante.</p>
<p>O que se busca, sobretudo, não é inibir o consumo, mas sim apresentar uma nova visão do dinheiro, pautada na organização e no planejamento. Muitos brasileiros acreditam que uma promoção no trabalho é sinônimo da troca de um carro, ou da mudança para uma casa maior, ou um novo estilo de vida acima do que já vive. Isso, porém, causa em nós um efeito de falsa sensação de pertencimento à um grupo ou classe social.</p>
<p>Agora, imagine por exemplo, um cidadão educado financeiramente na infância. Pense que ele possui de forma consolidada estes três pilares a seguir:</p>
<p>1- controle financeiro;</p>
<p>2- orientado sobre a importância do planejamento;</p>
<p>3- poupador e investidor.</p>
<p>Os resultados que ele colherá certamente serão superiores ao de um adulto compulsivo, sem conhecimentos sobre educação financeira.</p>
<p>Além disso, os benefícios do alfabetismo financeiro, são para um contexto geral, não apenas para o indivíduo em si. Portanto, investir em educação financeira ainda na infância é a chave para a formação de adultos conscientes economicamente, além de uma sociedade desenvolvida e democrática.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A velha a fiar &#8211; Dir. Humberto Mauro [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2021 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[1964]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Curta metragem dirigido por Humberto Mauro, tendo o apoio do Instituto Nacional de Cinema Educativo. Apesar de retratar a vida no campo, a obra conversa muito com quem é da cidade, simplesmente pelo fato de trazer como trilha uma cantiga popular, usada na educação e formação do público infanto-juvenil. &#160; Dinâmica de construção Por trás [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Curta metragem dirigido por Humberto Mauro, tendo o apoio do Instituto Nacional de Cinema Educativo. Apesar de retratar a vida no campo, a obra conversa muito com quem é da cidade, simplesmente pelo fato de trazer como trilha uma cantiga popular, usada na educação e formação do público infanto-juvenil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Dinâmica de construção</h2>
<p><span style="font-weight: 400">Por trás do ritmo e sequência imagética, há significados críticos na montagem. Fala do padrão de vida interiorano, reforçando estereótipos até certo ponto, sexistas, não vou ser hipócrita e dizer que outras obras não compartilham da mesma descrição em suas realizações, até porque o cinema com esse viés semidocumental está em funcionamento para representar o real travestido de ficção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os costumes são bem apresentados, quando vemos um jeito diferente de acender um cigarro, uma confecção de roupas, criar animais e por fim, se relacionar com a família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Tenho apenas dois filmes de Humberto Mauro, para falar de sua direção. Assim como em “Ganga Bruta”, “A velha a fiar” é montada com esmero. A música dita as passagens de quadro com a marcação de tempo em cima do pedido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes do início da cantiga, Humberto mostra as figuras que serão importantes para a compreensão do que está por vir, a música inicia e o espectador acompanha sem dificuldades os objetos citados. Chegou em um ponto onde comecei a cantar e ficar extasiado (vicia muito!).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Vale a pena assistir?</h2>
<p><span style="font-weight: 400">Ao meu ver a produção não parece ter sido complicada de executar, se comparada à montagem final. Poucos personagens, o ambiente procurado ajudou bastante, a utilização de objetos cenográficos ganhando vida, isso tudo colaborou para o resultado que foi alcançado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A edição em cima da marcação musical, como citei anteriormente, ficou muito interessante e a sequência acelerada do final, para um filme de 1964, achei um tanto quanto arrojada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esse é o tipo de filme onde eu daria um 10 fácil, expressa uma parte brasileira importante em sua construção histórica e ver filmes assim me deixa animado em saber que nossa cultura pode ser eterna, depende de nós fazer ela atravessar os tempos!   </span></p>
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		<title>Publicitário, sonhador e dedicado &#8211; Pedro Rosemberg, sabe onde quer chegar!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 15:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pedro.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-22868 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pedro.jpg?resize=300%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pedro.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pedro.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Pedro.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho, sonhos e trajetória de quem faz conteúdo aqui na Tecnovest.</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: Quem é você?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “Me chamo Pedro Rosemberg, tenho 21 anos, estou no bacharelado em Letras (Tecnologias da Edição) pelo CEFET-MG, e no tecnólogo em Marketing pela UNIASSELVI. Sou membro do Grupo de Estudos em Compliance de Gênero mantido pelo <a href="https://www.souelas.com.br/">Sou Elas</a> e, Safety no Quimera FA, uma equipe de futebol americano aqui de Belo Horizonte. Sou empreendedor individual e sócio-fundador da Neonmaker, uma agência audiovisual, publicidade e marketing. Obviamente, também crio e produzo conteúdo aqui na Tecnoveste e, em 2020 fui convidado a atuar como COO (Chief Operating Officer), auxiliando nas implementações de projetos internos e externos, tornando-os operacionais”.</p>
<h3><strong>Segunda pergunta: Como chegou onde está?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “Cheguei graças à minha mãe, que sempre me apoiou em minhas decisões. Sempre busquei meus sonhos. Acredito que no mundo atual, não basta apenas trabalhar pelo dinheiro, claro que ter contas pagas é bom, mas quando se trabalha com coisas que você deseja, gosta e se dedica, trabalhamos mais felizes e engajados”.</p>
<h3><strong>Terceira pergunta: Aonde quer chegar?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “Isso é bastante complicado, já que os desejos das pessoas podem mudar com o tempo, à medida que aprendemos e evoluímos. Entretanto, com toda certeza, pretendo finalizar minhas graduações, pós-graduação, um mestrado e um doutorado. Quero chegar onde me deixar mais feliz”.</p>
<h3><strong>Quarta pergunta: Qual sua razão de existir?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “Essa pergunta é excelente! Não me considero um gênio, tampouco um ser extraordinário. Sou, no máximo, um ser normal, com vontades, desejos e ânimos. Por isso que busco tudo isso que me faça feliz. Minha razão de existir é ajudar pessoas a encontrar o que as deixam felizes e ensiná-las o que eu puder ensinar”.</p>
<h3><strong>Quinta pergunta: Como é fazer parte da Tecnoveste?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “É muito desafiador. A Tecnoveste é uma startup em crescimento exponencial. Fazer parte de um grupo na qual me identifico, com pessoas que são especialistas em suas respectivas áreas, é incrível”.</p>
<h3><strong>Sexta pergunta: Qual dica você daria aos interessados em entrar na Tecnoveste e alcançar seus objetivos?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Pedro</strong> – “Dediquem-se a encontrar o que os deixem felizes. Criar conteúdo é projetar um conhecimento rumo a novos horizontes. Nenhum saber deve ser monopolizado, devemos compartilhá-lo. O que influencia uma maior qualidade na taxa de absorção do aprendizado é como se ensina, aliando ao meio da mensagem. Ao entrar na Tecnoveste aprendi coisas incríveis. Queremos que qualquer pessoa consiga aprender e fazer o que gosta, sem parecer um trabalho (pegando a definição da física, como gasto de energia), mas sim, parecendo mais um hobby. Se isso te atrai, entre em contato conosco e descubra as possibilidades”.</p>
<p>Gostou dessa entrevista e quer conhecer mais sobre nossa equipe!</p>
<p>Não deixe de acompanhar o conteúdo da <a href="https://www.tecnoveste.com.br/">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Desenvolver Inteligência Financeira na infância pode ajudar a melhorar a economia do país, entenda:</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Leonardo Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2021 14:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nunca se falou tanto sobre inteligência financeira como agora. Diversos gurus da área econômica apontam a inteligência financeira como a habilidade de se planejar, poupar e gerir recursos. O que de fato se busca é desenvolver e instigar nas pessoas a capacidade de estudar e aprender a economizar dinheiro. Economizar não é apenas não gastar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca se falou tanto sobre inteligência financeira como agora. Diversos gurus da área econômica apontam a inteligência financeira como a habilidade de se planejar, poupar e gerir recursos. O que de fato se busca é desenvolver e instigar nas pessoas a capacidade de estudar e aprender a economizar dinheiro. Economizar não é apenas não gastar dinheiro, mas saber usá-lo com consciência e aprender técnicas de investimentos e planejamento.</p>
<p>Sabe-se que a economia do país não é uma das melhores do mundo, o que significa dizer que, quem está na base dessa pirâmide social (crianças e adolescentes), tendem a gastar compulsivamente e a não se planejarem financeiramente. Por duas razões: A primeira refere-se ao fato de que as escolas não ensinam inteligência financeira e nem instigam nas crianças tal habilidade. Isso porque existe um interesse muito maior em não educá-las no sentido de se tornarem adultos compulsivos e que não possuem um bom planejamento financeiro. A segunda razão é a de que historicamente os seres humanos não nasceram para poupar. O que se ganha é o que se deve gastar. Isso está correto? A resposta é NÃO.</p>
<p>A inteligência financeira, quando lapidada já na infância formará cidadãos estáveis economicamente, investidores e com total controle e autonomia sobre suas finanças e isso melhorará a economia do país, já que ela se reformulará no sentido de atender a melhor oferta e demanda. Em outras palavras, quem é inteligente financeiramente terá menos chances de se endividar e de possuir inscrições em órgãos de proteção ao crédito.</p>
<p>No entanto, desenvolver inteligência financeira nas escolas ainda é um desafio para muitos. Por isso, alguns programas e iniciativas podem contribuir para introduzir o assunto nas crianças e adolescentes. O Sicoob União Centro-Oeste, por exemplo, recentemente introduziu o curso de Educação Financeira com Inteligência Emocional para ajudar aqueles jovens que buscam alcançar a independência financeira, sem contudo prejudicar suas emoções e sentimentos. Além disso, outros sites como a Fundação Bradesco, vídeos no Youtube,etc, possuem conteúdos gratuitos sobre como cuidar melhor do seu dinheiro.  A inteligência financeira ainda se encontra distante de algumas realidades, mas está cada vez mais próxima de revolucionar uma sociedade e uma geração, conscientes de que o dinheiro não é apenas uma recompensa do trabalho, mas um forma de transformar e modificar a realidade de muitas famílias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/desenvolver-inteligencia-financeira-na-infancia-pode-ajudar-a-melhorar-a-economia-do-pais-entenda/">Desenvolver Inteligência Financeira na infância pode ajudar a melhorar a economia do país, entenda:</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>O que são “cargos de confiança” e por que eles existem?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/o-que-sao-cargos-de-confianca-e-por-que-eles-existem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebeca Baltazar Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os “cargos de confiança” ou “cargos comissionados” na administração pública são ocupados por funcionários nomeados pelos chefes do poder executivo. Eles podem ser exonerados a qualquer tempo. Diferente dos funcionários concursados, os cargos comissionados não passam por concurso público e não possuem a tão famosa estabilidade. Sabe quando um prefeito novo assume o cargo e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-sao-cargos-de-confianca-e-por-que-eles-existem/">O que são “cargos de confiança” e por que eles existem?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os “cargos de confiança” ou “cargos comissionados” na administração pública são ocupados por funcionários nomeados pelos chefes do poder executivo. Eles podem ser exonerados a qualquer tempo. Diferente dos funcionários concursados, os cargos comissionados não passam por concurso público e não possuem a tão famosa estabilidade.</p>
<p>Sabe quando um prefeito novo assume o cargo e chegam notícias de que ele “fez à limpa” na prefeitura? Geralmente no início de uma nova gestão isso ocorre com quem ocupa esse tipo de cargo.</p>
<p>Os cargos de confiança são vinculados a funções de direção, chefia e assessoramento e, por isso, possuem esse nome. São funções que precisam de pessoas que sejam de suma confiança do executivo, pois não tratarão de assuntos meramente operacionais. Obviamente esperamos que sejam ocupados por pessoas que possuam formação e competência para ocupá-los e que não seja meramente um cabide de empregos e trocas de favores.</p>
<p>Vale destacar um ponto bastante importante! Nomear parentes para esse tipo de cargo não é ilegal, porém quem estiver vinculado a essa atribuição precisa ficar atento à <a href="http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudencia/menuSumario.asp?sumula=1227" class="broken_link">súmula 13 do Supremo Tribunal Federal</a> trata de nepotismo e veta “a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal.”.</p>
<p>Por exemplo: um prefeito pode nomear seu irmão como Secretário de Saúde do Município. Porém, sua cunhada – esposa de seu irmão – não pode ser nomeada para qualquer outro cargo em comissão no quadro de pessoal da cidade.</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-sao-cargos-de-confianca-e-por-que-eles-existem/">O que são “cargos de confiança” e por que eles existem?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Estigma associado a doenças mentais é o tema da redação do ENEM neste domingo (17 de janeiro de 2021)</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/estigma-associado-a-doencas-mentais-e-o-tema-da-redacao-do-enem-neste-domingo-17-de-janeiro-de-2021/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Leonardo Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2021 10:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ENEM]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[redação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), aplicou a redação cujo tema é o estigma associado a doenças mentais. O propósito da redação é provocar nos alunos as principais reflexões acerca das doenças mentais que existem na sociedade atual. O tema reflete muito bem a situação em que muitos se encontram, dado que a pandemia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), aplicou a redação cujo tema é o estigma associado a doenças mentais. O propósito da redação é provocar nos alunos as principais reflexões acerca das doenças mentais que existem na sociedade atual. O tema reflete muito bem a situação em que muitos se encontram, dado que a pandemia provocada pelo COVID-19 estimulou o aparecimento das doenças associadas à mente e à alma. </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">O propósito deste tema é trazer à tona um assunto delicado e pouco debatido nos lares e nas pautas sociais. </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">De acordo com a ABRATA (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos), as doenças mentais referem-se coletivamente a todos os transtornos mentais diagnosticáveis &#8211; condições de saúde que envolve, mudanças significativas no pensamento e/ou comportamento, bem como as aflições e/ou problemas que funcionem em atividades sociais, de trabalho ou familiares.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">Ademais, a Organização Mundial de Saúde (OMS), apresenta um dado em que 23 milhões de brasileiros, ou seja, 12% da população, apresentam os sintomas dos transtornos mentais. Ainda conforme as pesquisas, cerca de 5% dos cidadãos sofrem com transtornos mentais graves e persistentes. </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">Conforme se vê, o assunto é de suma importância e merece destaque nos principais veículos de comunicação e foi muito bem colocado pelo ENEM em 2021 (exame de 2020, com data alterada em função da quarentena). O propósito da redação no exame, é identificar nos candidatos a capacidade de sintetizar, analisar e propor intervenções que não fira os Direitos Humanos. Os candidatos são avaliados segundo as habilidades da Língua Portuguesa e as habilidades de persuasão e argumentação. O exame é considerado um dos principais meios de entrada para as principais universidades brasileiras. </span></p>
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		<title>Você já pensou em dar aulas particulares durante o seu mestrado ou doutorado?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/voce-ja-pensou-em-dar-aulas-particulares-durante-o-seu-mestrado-ou-doutorado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Gama]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 12:35:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assistente Pessoal & Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Business & E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[renda extra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, você pode dar aulas particulares. Se você está fazendo um mestrado ou doutorado, não importa em que área de conhecimento, isso significa que você já passou pela graduação. Isso também significa que você tem uma grande afinidade por uma ou mais disciplinas dessa graduação, o que te levou a querer fazer pesquisa nessa área, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, você pode dar aulas particulares. Se você está fazendo um mestrado ou doutorado, não importa em que área de conhecimento, isso significa que você já passou pela graduação. Isso também significa que você tem uma grande afinidade por uma ou mais disciplinas dessa graduação, o que te levou a querer fazer pesquisa nessa área, certo?</p>
<p>Então por que não dar aulas particulares dessas disciplinas que você possui afinidade? Seu público-alvo podem ser alunos do ensino médio ou alunos de graduação que possuem dificuldades nessas disciplinas. Durante o meu mestrado e o meu doutorado, por exemplo, eu dei aulas particulares de Química Orgânica para alunos de graduação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/1-1.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-19869 alignleft" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/1-1.png?resize=86%2C86&#038;ssl=1" alt="" width="86" height="86" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/1-1.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/1-1.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/1-1.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/1-1.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/1-1.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 86px) 100vw, 86px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt">Mas quanto eu devo cobrar?</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Isso depende muito. Aulas particulares geralmente são cobradas por hora. O valor pode variar de 50 a 120 reais por hora, dependendo do poder aquisitivo dos alunos e também da cidade/bairro onde as aulas vão acontecer. Quando eu dava essas aulas, eu cobrava 50 reais por hora porque eu queria ter um número maior de alunos e porque eu sabia que universitários não costumam ter muita grana. Apesar disso, eu vi muitos alunos que estavam no início da faculdade e tinham ajuda dos pais para pagar as aulas. Então você tem que pesar esses fatores. Outra coisa que eu fazia para ter alunos fixos, e levantar também uma grana mais alta rápido, era montar pacotes. Por exemplo, uma hora de aula custa R$70, mas se um aluno comprasse 3 aulas, o preço caía para R$50/aula e se comprasse 5 aulas, cada uma custava R$40. Para facilitar pro aluno e garantir o pagamento adiantado, eu oferecia formas de pagamento como boleto (fácil de fazer com contas de bancos digitais como Nubank e Inter) e cartão (fácil de fazer com apps como Picpay e Pagseguro, que inclusive oferecem a opção de dividir).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 14pt"><strong>E como eu começo?</strong></span></p>
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<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3-1.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-19871 alignleft" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3-1.png?resize=131%2C131&#038;ssl=1" alt="" width="131" height="131" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3-1.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3-1.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3-1.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3-1.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/3-1.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 131px) 100vw, 131px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pra começar, é só você espalhar a notícia, falar com conhecidos, postar nas redes sociais, colocar nos grupos da família e amigos. Pode ser muito útil também (eu fiz isso) avisar que está oferecendo essas aulas em grupos da faculdade no Facebook.</p>
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<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/4-1.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-19872 alignright" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/4-1.png?resize=164%2C164&#038;ssl=1" alt="" width="164" height="164" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/4-1.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/4-1.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/4-1.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/4-1.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/4-1.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 164px) 100vw, 164px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E nada de usar a pandemia como desculpa pra não começar ok? Você pode usar plataformas como Zoom e Google Meetings pra dar aulas online. E ainda pode usar os formulários do Google apra montar questionários pros seus alunos, se quiser dar um plus nas aulas. Tudo de forma gratuita pra você!</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/5.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-19873 alignleft" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/5.png?resize=158%2C158&#038;ssl=1" alt="" width="158" height="158" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/5.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/5.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/5.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/5.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/5.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 158px) 100vw, 158px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E nada de usar a pandemia como desculpa pra não começar ok? Você pode usar plataformas como Zoom e Google Meetings pra dar aulas online. E ainda pode usar os formulários do Google apra montar questionários pros seus alunos, se quiser dar um plus nas aulas. Tudo de forma gratuita pra você!</p>
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<p><a href="https://www.canva.com/" class="broken_link"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-19874 alignright" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/6.png?resize=155%2C155&#038;ssl=1" alt="" width="155" height="155" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/6.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/6.png?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/6.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/6.png?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/6.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 155px) 100vw, 155px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dica: Você pode usar o site Canva para fazer anúncios das suas aulas e postar nas redes sociais. Eles possuem muitos modelos prontos, ou você pode montar uma imagem do zero com as milhares de formas, fotos e ícones disponíveis</p>
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<p><a href="https://oqueacientistadisse.wordpress.com/"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-19931 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-8.png?resize=300%2C150&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="150" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-8.png?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-8.png?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Aproveite que você vai ganhar uma grana extra e leia sobre algumas <a href="https://www.tecnoveste.com.br/atitudes-simples-para-mudar-sua-vida-financeira/"><span style="font-size: 14pt">atitudes simples para mudar a sua vida financeira!</span></a></p>
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		<title>Oportunidade única: curso de Medicamentos Biológicos!!</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/oportunidade-unica-curso-de-medicamentos-biologicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Gama]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2020 13:46:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[aprender]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[EaD]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tecnoveste.com.br/?p=19716</guid>

					<description><![CDATA[<p>Medicamentos Biológicos: tudo que você precisa saber! Um curso para profissionais e estudantes da área de saúde! &#160; &#160; Super importante para Farmacêuticos e estudantes de Farmácia!! &#160; &#160; &#160; &#160; Quem é a professora? &#8211; Paula Netto, Tecnologista da Fiocruz As aulas do curso ficam disponíveis por um ano!!! Inscrições até 07/09!! Estudantes tem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 18pt;">Medicamentos Biológicos: tudo que você precisa saber!</span></p>
<p><span style="font-size: 18pt;">Um curso para profissionais e estudantes da área de saúde!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://sun.eduzz.com/432319"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-19725 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Quero-comprar-agora-2.png?resize=300%2C150&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="150" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Quero-comprar-agora-2.png?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Quero-comprar-agora-2.png?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18pt;">Super importante para Farmacêuticos e estudantes de Farmácia!!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://sun.eduzz.com/432319"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-19722 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Quero-comprar-agora-1.png?resize=300%2C150&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="150" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Quero-comprar-agora-1.png?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Quero-comprar-agora-1.png?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 18pt;">Quem é a professora? &#8211; Paula Netto, Tecnologista da Fiocruz</span></p>
<p><span style="font-size: 18pt;">As aulas do curso ficam disponíveis por um ano!!!</span></p>
<p><span style="font-size: 18pt;">Inscrições até 07/09!!</span></p>
<p><span style="font-size: 18pt;">Estudantes tem um super desconto!*</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><a href="https://sun.eduzz.com/432319"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-19722 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Quero-comprar-agora-1.png?resize=300%2C150&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="150" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Quero-comprar-agora-1.png?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Quero-comprar-agora-1.png?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>*Só enviar e-mail pra divulgare.cientifica@gmail.com com comprovante (carteirinha ou declaração de matrícula) e solicitar o seu desconto!</p>
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		<title>O que levar em consideração na hora de escolher uma profissão</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/o-que-levar-em-consideracao-na-hora-de-escolher-uma-profissao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Leonardo Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 09:06:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[realização]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho e carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos estudantes têm dúvidas a respeito de qual carreira seguir. Os familiares, muitas vezes, o induzem a seguir determinada carreira tendo em vista o alto salário, outros afirmam que o nicho de mercado deve ser o fator preponderante e há aqueles que seguem a mídia, ou seja, o que ela disser, é isso mesmo. No [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos estudantes têm dúvidas a respeito de qual carreira seguir. Os familiares, muitas vezes, o induzem a seguir determinada carreira tendo em vista o alto salário, outros afirmam que o nicho de mercado deve ser o fator preponderante e há aqueles que seguem a mídia, ou seja, o que ela disser, é isso mesmo.</p>
<p>No entanto, para escolher a profissão ideal, deve-se levar em consideração muito além da remuneração e da opinião alheia. É importante que o profissional se identifique com aquele trabalho. Existem muitos testes vocacionais que direcionam os estudantes que estejam saindo do ensino médio e estão se preparando para o ENEM  e vestibulares.</p>
<p>O Guia do Estudante, por exemplo, é um site repleto de conteúdos e informações sobre as profissões em alta, os salários, as atribuições e o perfil de cada profissão. O aluno basta acessar o site e responder algumas perguntas e, ao final, o resultado ficará disponível por área de interesse. Além desse, existem vários sites que ajudam estudantes a saberem qual o seu perfil profissional.</p>
<p>Segundo as informações colhidas pelos principais sites de ensino, os estudantes devem verificar o grau de compatibilidade da área escolhida com àquelas matérias de maior afinidade no colégio. Porém, não é uma unanimidade, pois muitos candidatos optam por seguir uma carreira, simplesmente por acreditar ser um desafio a ser alcançado, ou mesmo por questões meritórias.</p>
<p>Há os que se espelham em profissionais que já atuam na área, os famosos Gurus. Porém, o estudante deve-se atentar para o fato de que esses profissionais já lidam a algum tempo naquele nicho de mercado e, por questões sazonais, sociais ou relevantes, aquela profissão caiu em desuso. A tecnologia é um exemplo claro disso, tendo em vista que o Novo Normal das relações profissionais faz o uso da tecnologia.</p>
<blockquote><p><strong><em>Uma profissão bem exercida, não é feita apenas pelo salário no fim do mês, tampouco pela tradição familiar, mas sim pela realização pessoal que ela oferece. </em></strong></p></blockquote>
<p>Sabe-se que a família desempenha um papel muito importante no aspecto profissional. Isso porque já existe aquela tendência dos alunos buscarem exercer o que de fato já existe na família. Por exemplo, alguém deseja cursar Administração pois existe uma empresa familiar que precisa ser administrada. Ou aquele aluno que pretende cursar Direito porque o pai já é advogado e poderão exercer juntos a profissão.</p>
<p>Todavia, isso não é fator determinante na busca de uma qualificação, já que atualmente inúmeras pessoas acreditam no potencial de abrir o próprio comércio, empreender ou  vender algo pela internet. É necessário abrir espaço para o pensamento e o diálogo, para que esses futuros profissionais possam ter a oportunidade de arriscar e buscar algo novo.</p>
<p>Inúmeros profissionais desistem da carreira e buscam uma recolocação no mercado. E por que? Diversos são os fatores, mas um deles é pela frustração de ter iniciado um projeto para após anos de descontentamento, descobrir que aquele não era o seu hobby.</p>
<blockquote><p><strong><em>Não deve-se dar ouvidos ao que a mídia sim, e sim ao seu coração. É ele quem determinará a sua felicidade, seja você cursando Letras, seja Psicologia, seja Engenharia, seja Gestão Comercial. </em></strong></p></blockquote>
<p>Portanto, ao levar em consideração uma nova profissão, responda-se às seguintes perguntas: Eu realmente busco essa qualificação ou foi através de comentários externos entre parentes e amigos ? Eu me imagino exercendo essa profissão pelos próximos 5, 10 anos ? Eu vou conquistar minha realização pessoal fazendo isso ?</p>
<p>Se a resposta for SIM, ÓTIMO! É sinal que você já tem uma meta estabelecida e precisa buscá-la o quanto antes. No entanto, se a resposta for NÃO para uma ou mais perguntas, é hora de repensar se essa profissão lhe trará felicidade, pois como foi dito anteriormente, nossas conquistas, ainda que mínimas, superam qualquer remuneração oferecida. Basta que amemos e dediquemos naquilo que nascemos para fazer. Realizem quantos testes forem necessários, busquem informações, visitem feiras de profissão, até dar <em>match</em> naquela profissão tão almejada.</p>
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		<title>Por que deve ser ensinado Direito nas escolas</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/por-que-deve-ser-ensinado-direito-nas-escolas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Leonardo Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 09:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito & Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[democratização]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escola é a instituição onde o aluno aprende as primeiras lições que ficarão marcadas para o resto de sua vida. Deste modo, é importante destacar a importância de se abordar temas juridicamente relevantes, ao passo em que esse cidadão, com o passar do tempo, compreenderá os seus direitos e deveres na sociedade. Diversas propostas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A escola é a instituição onde o aluno aprende as primeiras lições que ficarão marcadas para o resto de sua vida. Deste modo, é importante destacar a importância de se abordar temas juridicamente relevantes, ao passo em que esse cidadão, com o passar do tempo, compreenderá os seus direitos e deveres na sociedade.</p>
<p>Diversas propostas de lei, inclusive algumas já deferidas, permitem o ensino do Direito já na infância. A ideia é abordar tópicos básicos como Direito Civil, Direito do Consumidor, Direito Constitucional e Direito Ambiental, haja vista a relevância e a pertinência desses direitos na sociedade. Também são tratados de formas transversais, incluindo na disciplinas básicas (história, geografia, português e filosofia).</p>
<p>O objetivo principal é formar cidadãos conscientes, responsáveis e seguros de seus direitos e deveres, além de abordar uma perspectiva básica a fim de lapidá-lo enquanto sujeito questionador. Esse sujeito busca informações, elabora propostas junto aos órgãos municipais, toma iniciativas de propor soluções, questiona abusos, entre outros. É, em suma, trazê-lo a uma realidade democrática que o próprio Estado lhe confere esse título.</p>
<blockquote><p><strong>Para isso, é importante tomar como base a educação, pois é dela que decorre os primeiros questionamentos e a consciência do ser. O ser enquanto homem, enquanto cidadão, enquanto detentor de direitos e obrigações.</strong></p></blockquote>
<p>As disciplinas básicas que compõe a grade  curricular dos cursos de Direito no país, muita vezes são debatidas já no ensino superior. Em alguns casos, os estudantes enfrentam dificuldades de orientação, porque o método abordado pela instituição de ensino, não foca em exemplos contemporâneos. Em alguns casos, por exemplo, a doutrina é a única ferramenta de aprendizagem.</p>
<p>Já se esses temas forem tratados nas escolas, a questão será diferente. Disciplinas que envolvem obrigações e direitos fundamentais, por exemplo, serão postas em prática através de exercícios efetivos condizentes com a faixa etária, o que propicia um aprendizado real, em consideração aos métodos tradicionais de ensino. O aluno será lapidado desde a infância e, já na fase adulta, terá todo um repertório básico, porém suficiente para exercer os seus direitos na sociedade.</p>
<blockquote><p><strong>Cidadãos que sabem dos seus direitos, são seguros e fazem a diferença no meio em que vivem. Participam ativamente e passivamente dos movimentos políticos e têm plena autonomia quando o assunto envolve tomada de decisões. O voto deixa de ser apenas um ato e passa a se tornar um momento épico rumo à transformação.</strong></p></blockquote>
<p><strong> </strong>Portanto, ensinar o Direito nas escolas não deve ser visto como um ato precoce e ineficaz. Deve-se mudar a perspectiva e adotar um olhar de justiça e de inclusão social. Muitas pessoas não têm acesso à informação jurídica e acabam deixando de exercer diversos direitos que lhe são inerentes segundo à Constituição Federal. Essa realidade precisa mudar, pois ao passo em que a sociedade evolui, as instituições primárias também precisam adotar novos parâmetros de inclusão e igualdade.</p>
<p>Aqueles que tem acesso aos conteúdos jurídicos essenciais e relevantes, podem replicar essas informações na comunidade em que vivem, na família e nos demais grupos sociais. Assim, todos saem ganhando.</p>
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		<title>A Educação Superior é um bem público?</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/a-educacao-superior-e-um-bem-publico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 09:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[busca]]></category>
		<category><![CDATA[EaD]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação à Distância]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Fatos]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Contra fatos históricos, não há argumento, ou há? É um fato histórico, sobretudo no Brasil, que os pobres são os menos assistidos pelo governo. Por esta razão, eles se empenham em organizarem-se de uma forma que possam se ajudar. Se você fizer uma rápida pesquisa no seu browser (Google, Bing, etc.), verá que a população [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Contra fatos históricos, não há argumento, ou há?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">É um fato histórico, sobretudo no Brasil, que os pobres são os menos assistidos pelo governo. Por esta razão, eles se empenham em organizarem-se de uma forma que possam se ajudar. Se você fizer uma rápida pesquisa no seu browser (Google, Bing, etc.), verá que a população pobre é a que </span><b>mais paga imposto no Brasil</b><span style="font-weight: 400">. Indignado? E se você souber que, de acordo com a </span><a href="https://oxfam.org.br/blog/mulheres-negras-e-pobres-sao-as-que-mais-pagam-impostos-proporcionalmente/"><span style="font-weight: 400">OXFAM</span></a><span style="font-weight: 400">, mulheres negras e pobres pagam mais impostos ainda? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A </span><a href="https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2019/05/brasileiros-mais-ricos-do-pais-nao-sao-os-que-pagam-mais-impostos.html"><span style="font-weight: 400">Época Negócios</span></a><span style="font-weight: 400">, a </span><a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2909200015.htm"><span style="font-weight: 400">Folha de São Paulo</span></a><span style="font-weight: 400">, o </span><a href="http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_alphacontent&amp;ordering=3&amp;limitstart=6170&amp;limit=10" class="broken_link"><span style="font-weight: 400">Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada</span></a><span style="font-weight: 400">, a </span><a href="https://www.anfip.org.br/artigo-clipping-e-imprensa/pobres-sao-os-que-mais-pagam-impostos-na-america-latina/"><span style="font-weight: 400">Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal</span></a><span style="font-weight: 400">, e diversos outros sites confirmam isso.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Generosidade e altruísmo vem de berço ou da necessidade?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Se fizer outra pesquisa, verá também que a população pobre é mais altruísta e generosa que a rica, como demonstra a </span><a href="https://super.abril.com.br/blog/cienciamaluca/pessoas-ricas-sao-mais-egoistas/"><span style="font-weight: 400">Revista Superinteressante</span></a><span style="font-weight: 400">, e a </span><a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/07/pessoas-ricas-sao-menos-generosas-afirma-pesquisa.html"><span style="font-weight: 400">Revista Galileu</span></a><span style="font-weight: 400"> com uma pesquisa. Nem entrarei aqui na questão da religiosidade, pois, poderia alterar tais parâmetros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Tampouco pense em uma generalização exacerbada, obviamente há ricos generosos e pobres gananciosos, da mesma forma que existem mais cristãos que acreditam em Satã do que próprios satanistas &#8211; sim, isso é possível, como demonstrado em um depoimento de </span><i><span style="font-weight: 400">Benedict Atkins</span></i><span style="font-weight: 400"> para a </span><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-43831326"><span style="font-weight: 400">BBC NEWS BRASIL</span></a><span style="font-weight: 400">, pela </span><a href="https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-e-a-religiao-satanista/"><span style="font-weight: 400">Revista Superinteressante</span></a><span style="font-weight: 400">, e por um artigo da </span><a href="http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/ENSINORELIGIOSO/artigos/satanismo.pdf"><span style="font-weight: 400">Revista de Estudos da Religião</span></a><span style="font-weight: 400"> que aborda o preconceito tratado pela religião satanista. Logo, meu objetivo aqui não é tratar sobre a antiga anedota filosófica Bem Vs Mal, ou Certo e Errado sobre a perspectiva da moral religiosa, apenas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Através deste humilde artigo venho, não só denunciar, mas também esclarecer questões que abarcam a ética em nossas discussões no dia a dia. Que fique claro: eu escrevo, você lê e tira suas conclusões, okay?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Generosidade e altruísmo vem de berço ou da necessidade?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Se fizer outra pesquisa, verá também que a população pobre é mais altruísta e generosa que a rica, como demonstra a </span><a href="https://super.abril.com.br/blog/cienciamaluca/pessoas-ricas-sao-mais-egoistas/"><span style="font-weight: 400">Revista Superinteressante</span></a><span style="font-weight: 400">, e a </span><a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/07/pessoas-ricas-sao-menos-generosas-afirma-pesquisa.html"><span style="font-weight: 400">Revista Galileu</span></a><span style="font-weight: 400"> com uma pesquisa. Nem entrarei aqui na questão da religiosidade, pois, poderia alterar tais parâmetros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Tampouco pense em uma generalização exacerbada, obviamente há ricos generosos e pobres gananciosos, da mesma forma que existem mais cristãos que acreditam em Satã do que próprios satanistas &#8211; sim, isso é possível, como demonstrado em um depoimento de </span><i><span style="font-weight: 400">Benedict Atkins</span></i><span style="font-weight: 400"> para a </span><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-43831326"><span style="font-weight: 400">BBC NEWS BRASIL</span></a><span style="font-weight: 400">, pela </span><a href="https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-e-a-religiao-satanista/"><span style="font-weight: 400">Revista Superinteressante</span></a><span style="font-weight: 400">, e por um artigo da </span><a href="http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/ENSINORELIGIOSO/artigos/satanismo.pdf"><span style="font-weight: 400">Revista de Estudos da Religião</span></a><span style="font-weight: 400"> que aborda o preconceito tratado pela religião satanista. Logo, meu objetivo aqui não é tratar sobre a antiga anedota filosófica Bem Vs Mal, ou Certo e Errado sobre a perspectiva da moral religiosa, apenas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Através deste humilde artigo venho, não só denunciar, mas também esclarecer questões que abarcam a ética em nossas discussões no dia a dia. Que fique claro: eu escrevo, você lê e tira suas conclusões, okay?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Com o controle, vem o poder &#8211; e vice-versa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Você já deve ter ouvido a </span><a href="https://www.em.com.br/app/noticia/especiais/educacao/enem/2015/08/03/noticia-especial-enem,674644/platao-e-o-mito-da-caverna.shtml"><span style="font-weight: 400">Alegoria da Caverna de Platão</span></a><span style="font-weight: 400"> em algum lugar, do contrário leia. É muito importante que a entenda bem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Se as pessoas, nos dias de grandes mídias, não buscarem outras notícias, em outras fontes, com pessoas que pensam de outras formas, o conhecimento dar-se-á de forma bastante limitada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com o conhecimento limitado, dá-se massas que seguirão qualquer um que apresentar-lhes ideias que se assemelham com as suas, como temos visto ultimamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Se não temos ensino básico, o superior serve para quê?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Essa é bem fácil, não é mesmo? De nada serve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como indaga Marco Antônio Rodrigues Dias em seu brilhante artigo intitulado “</span><a href="https://www.scielo.br/pdf/es/v24n84/a05v2484.pdf" class="broken_link"><span style="font-weight: 400">Comercialização no ensino superior: é possível manter a ideia de bem público?</span></a><span style="font-weight: 400">”, eu inquiro-lhe: é possível?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>O quão público é o Ensino Superior brasileiro?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Indo mais a fundo, é possível tornar público uma educação que, além de ser respaldada em uma necessidade ao qual o governo não pode auxiliar, arcar, tampouco custear, como é/seria público? Como é discutido no artigo “</span><a href="http://www.ensaiospedagogicos.ufscar.br/index.php/ENP/article/view/136"><span style="font-weight: 400">Comercialização do Ensino Superior no Brasil: educação como bem público a ser tutelado pelo estado</span></a><span style="font-weight: 400">”, de Viviane Patrícia Marques Carvalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Você pode até dizer que o governo auxilia com programas de financiamento; arca pagando metade das bolsas e gerenciando universidades federais e estaduais, custeando-nas. Mas isso é algo fútil de se colocar, observando que, muitos não são contemplados com nenhuma das alternativas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Diferentemente do que ocorre no Brasil, nas universidades argentinas não não há provas de entrada, nem mensalidades. Digo-lhe, portanto, que isso sim é um bem-público.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Endividamento parcelado ou à vista?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Se você já cometeu o pecado de entrar em uma faculdade privada, sem financiamento, principalmente ganhando pouco, sabe o quão árduo é pagar as mensalidades das faculdades, com preços que só aumentam, e que em muitos casos, a qualidade só diminui.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sem contar os erros constantes de duplicidade de boleto, juros exorbitantes, ineficácia ou demora nos atendimentos, inexatidão das informações ou confusão no recebimento das mesmas, taxas que você nem sabia que havia e, no último dos casos, não conseguir ter acesso ao contrato de prestação de serviços educacionais ou este vir errado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Se escolheu o nosso ensino pela qualidade, se enganou&#8230;</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o </span><a href="https://ruf.folha.uol.com.br/2019/"><span style="font-weight: 400">Ranking Universitário Folha</span></a><span style="font-weight: 400">, as 17 primeiras melhores universidades são públicas na categoria geral. Já em qualidade de ensino as 22 primeiras são públicas. Talvez seja por isso que as minhas experiências com faculdades privadas não são nada boas &#8211; aproveita e comenta aí as suas experiências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Não faltam reclamações contra diversas faculdades privadas e obviamente as públicas não são perfeitas, todas têm seus defeitos. Mas minha intenção aqui não é levantar tal discussão.</span></p>
<p>Existe um artigo muito interessante, aqui da Tecnoveste, publicado pelo <a href="https://www.tecnoveste.com.br/author/douglas_leonardo/">Douglas Leonardo Pereira</a>, que aborda tais discussões &#8211; <a href="https://www.tecnoveste.com.br/como-esta-o-ensino-a-distancia-ead-no-brasil-no-inicio-do-seculo-xxi/">acesse clicando aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Pesquisa acerca das instituições de Ensino Superior</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Com o intuito de descobrir mais sobre o que as pessoas achavam sobre o tema, fiz uma pequena pesquisa, pedindo que as pessoas respondessem um formulário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O formulário abordava questões simples, como a qualidade de ensino, experiência de professores, ensino à distância, se a instituição era pública ou privada, se a instituição prioriza o aprendizado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Abordando também a eficiência na resolução de problemas, se estas priorizam o reforço de alunos sem base estruturada ao ingressarem na instituição e pedimos que eles pudessem contar um experiência boa/positiva e uma experiência ruim/negativa na respectiva instituição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em um tópico opcional, pedimos também que os alunos que estudam(ram) em instituições privadas dissessem, mesmo que aproximadamente, qual o valor pago durante o curso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É impressionante ressaltar o que uma das entrevistadas alega: &#8220;aproximadamente uns 74 salários mínimos fora despesas com material e alimentação. Isso é só mensalidade e matrícula&#8221;.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Preços exorbitantes por um direito público</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Claro que os preços variam, mensalidades aumentam. Pensando hoje, com o salário mínimo para 2020 em R$1.045,00, o preço total pago estaria por volta de R$77.330,00. Você está pronto para pagar parcelas a preço de um carro novo 0Km?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro aluno ainda informa que o preço das mensalidades cresciam quase que exponencialmente. “Eu comecei pagando R$49,00 na matrícula já contando como primeira parcela. Depois de um tempo, quando analisei a descrição dos boletos, descobri que eu tinha feito um parcelamento da primeira mensalidade, então como a atendente me informou por telefone, eu estava pagando sim a 1ª parcela da mensalidade, sendo que não foi o que eu havia acordado quando havia entrado em contato para saber sobre o curso e não me deram acesso ao contrato depois que eu havia enviado, já que era EAD e eu fiz tudo pela internet. Fiquei muito puto (sic), mas continuei pagando por mais 2 meses cerca de R$133,00 por uma mensalidade que estaria para ser inicialmente sem alterações com o valor de R$100,00. Depois de muita luta nos estudos e na confusão dos boletos, decidi cancelar a matrícula, aí tive que pagar um boleto de quase R$1500,00 para terminar meu vínculo com a instituição.&#8221;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Sites que auxiliam os consumidores e alunos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para os desinformados, existem no Brasil diversos sites com o intuito de auxiliar o consumidor na resolução de problemas. Tanto o do Governo Federal, </span><a href="https://www.consumidor.gov.br/pages/principal/?1591118997563"><span style="font-weight: 400">Consumidor.gov.br</span></a><span style="font-weight: 400">, como o </span><a href="https://www.reclameaqui.com.br/" class="broken_link"><span style="font-weight: 400">Reclame Aqui</span></a><span style="font-weight: 400">, ajudam e muito. No site do RA, existe até rankings para saber as empresas mais reclamadas, que mais respondem, com menor taxa de atendimento, e muito mais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Resultados da Pesquisa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com os participantes, 220 pessoas, 40% qualificaram, de 1 a 5 (1/péssimo, 2/ruim, 3/regular, 4/bom, 5/ótimo), regular a eficácia na resolução de problemas e a qualidade, ótimo a experiência dos professores e ruim a qualidade do ensino EaD de suas instituições. Essas 88 pessoas (40%), foram os estudantes de instituições privadas. A qualidade do ensino EaD em instituições públicas caiu na pontuação, diferentemente dos outros pontos. Os outros 60% pertencentes às instituições públicas qualificaram ser bom a eficácia na resolução de problemas, ótimo na qualidade e na experiência de professores, e péssima a qualidade do EaD.</span></p>
<hr />
<p style="text-align: left">Por <a href="https://www.flow.page/rosemberg">Pedro Rosemberg</a></p>
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		<title>Primeira Sala do Futuro da América Latina é lançada pela Escola de Negócios e Seguros  (ENS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2020 06:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Español]]></category>
		<category><![CDATA[INTERNACIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ENS]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[escola de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com experiência de quase 50 anos em formação e qualificação de mão de obra, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) abre uma janela para o futuro. A instituição vai abrigar, em sua unidade de São Paulo, a primeira Sala do Futuro da América Latina, modelo que une ensino de excelência e alta tecnologia. Trata-se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com experiência de quase 50 anos em formação e qualificação de mão de obra, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) abre uma janela para o futuro. A instituição vai abrigar, em sua unidade de São Paulo, a primeira Sala do Futuro da América Latina, modelo que une ensino de excelência e alta tecnologia. Trata-se de uma sala de aula virtual com telas de altíssima resolução e software de controle online e tempo real de última geração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">   Desde dezembro de 2019, o projeto vem sendo negociado pelo diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, com executivos da Mashme, empresa espanhola criadora da Sala do Futuro, e da Samsung SDS, responsável pelos monitores que equiparão o ambiente. A solução estará pronta para operar até a primeira quinzena de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">   Na Sala do Futuro (<em><strong>Room of the Future</strong></em><strong>,</strong> em inglês), é possível conectar até 40 pessoas ao mesmo tempo, de qualquer parte do mundo, com mais 30 alunos presenciais. Com investimento de R$ 1 milhão, é dotada de ferramentas para projeção de conteúdos de alta qualidade, estimulando o trabalho colaborativo entre os alunos, que podem ser separados em grupos ou responder a perguntas, pesquisas de opinião e testes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">  Tudo é controlado por um servidor local e o restante em nuvem. O ambiente é acessado remotamente pelos alunos por meio de um <em>link</em> dedicado de 200 MB. Duas câmeras de alta resolução colocam os alunos remotos dentro da sala de aula com o professor e os demais colegas, que assistem presencialmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>  Avanço.</strong> O modelo representa um avanço sem precedentes em relação ao sistema convencional de ensino online. O professor, fisicamente presente, controla as ações no centro da sala por um tablet, tendo a imagem projetada para todos que estiverem conectados. O docente não fica estático diante da tela, ele pode caminhar e abordar os alunos individualmente enquanto acompanham a aula, como se estivessem lado a lado. Cada aluno presencial também conta com um tablet para interação com os colegas que estiverem conectados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">  A plataforma permite a análise de todas as ações que ocorrem durante a aula por meio de processamento de dados e imagens. O modelo inclui um sistema de reconhecimento facial que identifica as expressões dos alunos, se estão atentos, interagindo, compreendendo o que está sendo ensinado. Assim, é possível adotar estratégias motivacionais quando o professor considerar necessário. A ideia é aprofundar o ensino personalizado e oferecer ao aluno uma experiência única.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inteligência artificial.</strong> A Sala do Futuro revoluciona a experiência de aprendizagem por meio de inteligência artificial, simulações em tempo real, análises de Big Data, robôs interativos, sistemas de reconhecimento emocional e presença de especialistas, entre outros recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">  Além das simulações, os professores recebem estatísticas de participação dos alunos e propõem votações sobre os temas de debate para aumentar a colaboração. Todas as aulas são gravadas para possibilitar o acesso e revisão dos conteúdos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">  A ENS será a primeira empresa da América Latina a ter a Sala do Futuro. Futuramente, poderá fornecer treinamento a outras corporações que venham a adquirir a tecnologia. Além de atender aos alunos da ENS, o ambiente ficará disponível para locação a terceiros, para uso em palestras, aulas, reuniões e eventos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">  “Com essa nova plataforma, a ENS incorpora um modelo de ensino disruptivo, em um ambiente digital inovador e transformador. Estamos quebrando barreiras geográficas e tecnológicas para focar no que importa: o aprendizado de excelência, que é a nossa marca. Será um ensino de maneira significativa, eficiente, motivadora e global. Essa tecnologia sofisticada é um grande impulso para esse objetivo, que visa eliminar a fronteira entre educação presencial e <em>online</em>”, diz Tarcísio Godoy, diretor geral da ENS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">   Para o presidente da ENS, Robert Bittar, a Sala do Futuro chega para atender não somente às demandas de ensino da própria Escola, mas para conectar toda a indústria de seguros e segmentos correlatos. “É um avanço sem precedentes para o nosso setor e outros que com ele interagem, pois poderemos promover encontros com até 70 pessoas dos mais distintos e remotos locais, com absoluta fluidez, interatividade e excelência audiovisual”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>N</strong><strong>ovas parcerias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra parceria estratégica firmada recentemente pela ENS foi com a CECyber, para fornecer soluções de capacitação especializada em segurança cibernética focadas especialmente no mercado de seguros. A oferta das empresas inclui treinamento com o Cyberbit Range, plataforma israelense que proporciona capacitação prática em cenários de ataques cibernéticos para especialistas de Segurança da Informação, além de diversas abordagens de capacitação para endereçar as vulnerabilidades dos sistemas de segurança corporativos, através da simulação hiper realística de um SOC (Security Operation Center).</p>
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		<title>Como está o Ensino à Distância (EaD) no Brasil no início do século XXI</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/como-esta-o-ensino-a-distancia-ead-no-brasil-no-inicio-do-seculo-xxi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Leonardo Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 18:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante do distanciamento social provocado pelo novo coronavírus, o ensino brasileiro está migrando para o ensino a distância. Percebe-se o aumento de estudantes matriculados por meio de ensino na modalidade EaD. Se em 2010 a modalidade representava apenas 17,4% dos novos matriculados (cerca de 380 mil, ao todo), em 2018, essa proporção chegou a incríveis [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante do distanciamento social provocado pelo novo coronavírus, o ensino brasileiro está migrando para o ensino a distância. Percebe-se o aumento de estudantes matriculados por meio de ensino na modalidade EaD. Se em 2010 a modalidade representava apenas 17,4% dos novos matriculados (cerca de 380 mil, ao todo), em 2018, essa proporção chegou a incríveis 39% (1,3 milhão, ao todo).</p>
<p>No entanto, muitas pessoas questionam-se acerca da qualidade da educação a distância no Brasil. Diversas informações falsas são divulgadas na mídia e, para grande surpresa da população, os preconceitos de se ter aula online, abrange a grande defasagem no ensino.</p>
<p>Por isso, as informações aqui trazidas objetivam esclarecer os mitos e verdades sobre o ensino EaD no Brasil, principalmente neste momento de pandemia, em que escolas e universidades precisam adaptar o ensino para cumprir o cronograma estabelecido pelo Ministério da Educação.</p>
<p>O primeiro mito é achar que o EaD é mais barato que a educação presencial diante da baixa qualidade de ensino. Equivocadamente, as pessoas acreditam nessa falácia, por envolver um investimento menor no ensino EaD. A verdade é que o ensino a distância é muito mais econômico e não há o peso dos aluguéis de salas, despesas comuns (água, luz, etc), além de manutenções periódicas nas dependências da instituição. Além disso, de acordo com o Conceito Preliminar de Curso do INEP, 2,7% dos cursos EaD receberam nota 5 contra 1,6% dos cursos presenciais.</p>
<p>O segundo mito é achar que o ensino EaD é mais fácil que o ensino presencial. Muito pelo contrário ! O ensino a distância demanda um comprometimento maior dos alunos, responsabilidade na entrega de trabalhos e certos prazos.</p>
<p>Grande parte das pessoas acreditam que o diploma EaD é diferente e menos valorizado no mercado, grande mito. o Ministério da Educação garante a igualdade do reconhecimento entre os diplomas modalidade a distância e presencial. Além disso, não é o diploma que fará de você um profissional menos competente&#8230;</p>
<p>Ademais, o EaD no Brasil demanda um perfil proativo e responsável do estudante, para lidar com os prazos e as atividades. Essa modalidade de ensino tem crescido muito nos últimos anos e existem muitas vantagens. O tempo, por exemplo, economizado entre deslocamento casa &#8211; trabalho para a faculdade e vice versa, por exemplo, além da flexibilidade de horários e tranquilidade para se realizar as atividades.</p>
<p>Para quem busca conhecer mais sobre essa modalidade de ensino, vale a pena comparar a grade curricular de pelo menos três universidades, a fim de avaliar o conteúdo programático, o calendário acadêmico e as informações semestrais de cada instituição para identificar qual EaD mais se adapta às suas necessidades.</p>
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		<title>Educação Financeira: o que os brasileiros precisam aprender</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/educacao-financeira-o-que-os-brasileiros-precisam-aprender/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Leonardo Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2020 13:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto-Moeda & Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aconselhamento financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adiantamento do 13º salário, saque do FGTS, auxílio emergencial, auxílio escolar. Os benefícios assistenciais concedidos pelo Governo em tempos de coronavírus têm ajudado muitas famílias a se manterem neste momento tão difícil e incerto. Mas afinal de contas, quando tudo isso acabar e as pessoas voltarem ao status quo de como eram antes, qual será [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Adiantamento do 13º salário, saque do FGTS, auxílio emergencial, auxílio escolar. Os benefícios assistenciais concedidos pelo Governo em tempos de coronavírus têm ajudado muitas famílias a se manterem neste momento tão difícil e incerto. Mas afinal de contas, quando tudo isso acabar e as pessoas voltarem ao status quo de como eram antes, qual será a solução?</p>
<p>A resposta é: DEPENDE. Se analisarmos sob uma perspectiva econômica, saberemos que uma crise financeira está prestes a vir (se é que já não estamos diante de uma), ou certamente diante de uma inflação exacerbada, com escassez de recursos e aumento de preços.</p>
<p>Essas variáveis mercadológicas afetam a vida de todos. Ricos e pobres precisam se adaptar a essa realidade tão cruel, que é a variável econômica. Mas há uma forma de minimizar os impactos causados pela crise e não estou falando de ganho fácil, tampouco de benefícios assistenciais em um dado período de tempo. Muitas pessoas têm visto o auxílio emergencial como uma oportunidade para trocar o seu smartphone, reforma da casa ou mesmo realizar aquele churrasco com os amigos. Não é nada pessoal, mas o nome do benefício já diz para o que serve; EMERGÊNCIA. Bens de consumo não duráveis não são uma boa alternativa para se pensar agora, sobretudo porque o momento é de cautela e planejamento financeiro.</p>
<p>Então, o que as pessoas precisam saber sobre a educação financeira ? Um grande mito é achar que o acesso a conteúdos financeiros diz respeito apenas às classes mais altas, o que não é verdade. Hoje, diante da era tecnológica, diversos sites disponibilizam planilhas, dicas e cursos gratuitos de planejamento financeiro. O site Me Poupe de Nathalia Arcuri, a Fundação Getúlio Vargas e o Banco Bradesco, por exemplo, disponibilizam conteúdos de qualidade que podem ajudar no orçamento familiar.</p>
<p>Não existem mais desculpas para não se educar financeiramente. Não se trata de uma questão meritocrática, mas sim de acessibilidade. Educação financeira não é um mito, não é complicado e não é uma questão impossível de se colocar em prática. Se todos souberem a importância da educação financeira, não existiriam tantas pirâmides financeiras fraudulentas, endividamento em massa, negativações e score abaixo da média.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A sala de aula está em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lucaspegui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 22:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não está fácil, sem dúvida nenhuma o trabalho docente está desafiante. A Pandemia do COVID-19 fez com que fossem evitadas qualquer tipo de aglomeração para evitar a circulação do vírus, com isso, as escolas foram fechadas. Várias foram as mudanças que a tecnologia impôs a sociedade, mas se tem uma instituição que pouco sofreu mudanças, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não está fácil, sem dúvida nenhuma o trabalho docente está desafiante. A Pandemia do COVID-19 fez com que fossem evitadas qualquer tipo de aglomeração para evitar a circulação do vírus, com isso, as escolas foram fechadas.</p>
<p>Várias foram as mudanças que a tecnologia impôs a sociedade, mas se tem uma instituição que pouco sofreu mudanças, essa foi a escola. Já ouvi e li muitas pessoas dizendo que se alguém fosse congelado nos anos 70 e descongelado no dia de hoje, tudo teria mudado, menos a dinâmica das instituições de ensino.</p>
<p>A pandemia do COVID-19 forçou uma mudança na rotina e dinâmica escolar, impedidas de funcionar, ela teve que aliar-se ao seu principal inimigo: a tecnologia. Para se ter uma ideia desde 2008 existe uma lei Estadual do Governo do Rio de Janeiro que proíbe o uso de celulares em sala de aula, ou seja, um inimigo declarado tornou-se o único recurso possível nesse momento.</p>
<p>Diante do caos atual na sociedade, a escola precisou tornar-se remota e invadir os lares dos estudantes com os responsáveis tornando-se mediadores do processo de ensino aprendizagem. Mas isso daria certo se houvesse estruturas nos lares, mas não é sempre isso que acontece. O COVID-19 “joga na nossa cara” a desigualdade social em nosso país, e quando pensamos na escola pública o uso da tecnologia fere diretamente a equidade de acesso, vivemos muitas vezes a fome no cotidiano de sala de aula na escola pública.</p>
<p>Não devemos nesse momento comparar as escolas da rede pública e privada, tendo em vista que essas instituições possuem objetivos diferentes. Uma escola privada atende a um público determinado e que atende uma parcela mínima da população, já a escola pública, atende a um universo de famílias de diferentes rendas e que precisam ser vistas de maneira integral, ou seja, precisa importar muito mais que o conteúdo, no momento em que estamos vivendo, muitos estão com fome, é necessário que a escola pública primeiramente atenda a essa necessidade. E aqueles alunos com uma condição socioeconômica melhor? Que não passam fome? Existe uma grande quantidade de recursos na internet com vídeo aulas bem elaboradas e feitas que podem ser utilizadas nesse momento.</p>
<p>Com essa grande quantidade de materiais que já existem na internet, cabe ressaltar que muitos professores não tiveram a opção de propor materiais existentes e tiveram que começar a produzir seus próprios materiais. Vejo muitos colegas dizendo que não possuem recursos, o que pode ser verdade, mas acredito que poucos tenham a atenção que o ensino à distância ou ensino remoto, necessita de atividades que possam proporcionar a autonomia e potencializar a criatividade dos estudantes. Não podemos transferir as aulas presenciais para dentro do computador, pais não são pedagogos e não terão os conceitos fundamentais para o processo de ensino aprendizagem nesse momento.</p>
<p>Professor, nesse momento reflita sempre que no seu planejamento de atividades on-line é necessário que olhe para seu aluno, acolha seus interesses, descubra suas descobertas, dê liberdade, dê tempo e espaço. O desejo de aprender vem de dentro e não de fora. Basta despertá-lo. Mesmo com sua imperfeição, todo momento é tempo de aprender.</p>
<div id="attachment_18778" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/escola.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-18778" class="size-medium wp-image-18778" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/escola.jpg?resize=300%2C169&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/escola.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/escola.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/escola.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-18778" class="wp-caption-text">https://cidadesmaisinteligentes.blogosfera.uol.com.br/2020/03/10/coronavirus-acende-luz-amarela-alem-da-saude-educacao-tambem-em-risco/</p></div>
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