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	<title>Arquivos empreendedorismo feminino | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos empreendedorismo feminino | Tecnoveste</title>
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		<title>Thelma Troise explica o que é Internet das Coisas (IoT) e avalia o potencial das tecnologias vestíveis para os próximos anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 10:09:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A conexão de aparelhos eletrônicos &#8211; mais essenciais aos mundanos &#8211; à internet é vista como uma efemeridade tecnológica por aqueles que não estão atentos às transformações do nosso tempo. Saber utilizar a tecnologia, não como um fim em si mesma, mas como um meio para um estilo de mais vida produtivo, acessível e sustentável [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A conexão de aparelhos eletrônicos &#8211; mais essenciais aos mundanos &#8211; à internet é vista como uma efemeridade tecnológica por aqueles que não estão atentos às transformações do nosso tempo. Saber utilizar a tecnologia, não como um fim em si mesma, mas como um meio para um estilo de mais vida produtivo, acessível e sustentável é o que fazem as mentes mais brilhantes da nossa época.</p>
<p>Uma dessas pessoas é <a href="https://www.linkedin.com/in/thelma-troise?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener">Thelma Troise</a>, uma tecnologista e empreendedora que, há 20 anos, trabalha com negócios emergentes e atua tanto na implantação de projetos disruptivos quanto na área de educação. Além de ser CEO do <a href="https://tudosobreiot.com.br/"><strong>Tudo Sobre IoT</strong></a>, ela é diretora comercial da <strong><a href="https://m2m.parlacom.net/" target="_blank" rel="noopener">Parlacom</a></strong>. Ella é apaixonada pelos resultados que a Internet das Coisas entrega tornando o mundo mais inteligente e sustentável.  A sua missão é encorajar empresas e profissionais da área a tornar o impossível possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h2><strong>O que significa IOT e quais são as possibilidades que se abrem nessa área?</strong></h2>
<p>Internet das Coisas é uma combinação de tecnologias da eletrônica com telecomunicações que permite a integração do mundo físico com o digital dando vida as &#8220;coisas&#8221; através do sensoriamento e eliminando barreiras geográficas de comunicação através do acesso remoto ao acessarmos, monitorarmos e controlarmos estas &#8220;coisas&#8221; através da Internet.</p>
<p>Para compreender o salto das possibilidades é só refletirmos o que representou a Internet para pessoas permitindo que hoje possamos acompanhar tudo que acontece em outros países e com pessoas mesmo que estas estejam a quilômetros de distâncias – foi uma revolução com 2,7 bilhões de pessoas conectadas a Internet e você pode imaginar a revolução com 50 bilhões de coisas conectadas em rede? É uma nova era de novas possibilidades, descobertas e hábitos.</p>
<p>Quando me refiro a dar vida as coisas, você pode pensar &#8220;as coisas não falam, como isso acontece?&#8221; A linguagem das coisas pode ser facilmente compreendida quando comparamos nossa comunicação com os bebês, eles também não falam, mas a umidade (suor) e a variação de temperatura (febre) são uns dos exemplos de fala oculta que entrega dados permitindo sabermos o que está acontecendo com aquele bebê, mesmo sem ele falar. Então por que temos que jorrar água em toda a plantação, se podemos ser precisos ao ter acesso a umidade e tratar com mais precisão o que cada área da plantação precisa garantindo uma produção de mais qualidade e evitando desperdícios desnecessários?</p>
<p>A IoT afeta as pessoas, todos os setores – sem exceção. O limite das possibilidades é nossa criatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> Quando você vislumbrou a possibilidade de trabalhar nessa área e porque compartilha seus conhecimentos online?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na verdade, não foi algo que pensei ou planejei, foi uma consequência quando em 2016 começou a ser corriqueiro amigos, colegas de trabalho e parceiros de negócios me abordarem questionando sobre o que era o Internet das Coisas e pensavam em mim pois eu era a referência deles sobre assunto, afinal, comecei a trabalhar com o M2M (machine-to-machine) desde o início das redes de telecomunicações móvel em 2.000.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diante disso, resolvi assumir o compromisso de potencializar as oportunidades da Internet das Coisas para tornar o país com uma referência no assunto e desde então reúno a vivência de uma centena de especialistas em metodologia compreensível, qualificada e acessível com os programas do <a href="https://www.instagram.com/tudosobreiot/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tudo Sobre IoT</strong></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> Quais são as soluções de iot que vocês mais trabalham na atualidade e quem é o tipo de cliente que as procura?</strong></h2>
<p>Os setores mais maduros hoje são Rastreamento &amp; Logística, Utilidades (energia, água e gás) e Industria (manufatura). O Agronegócio, Varejo, Cidades Inteligentes, Financeiro e Saúde também estão em plena ascensão. O Tudo Sobre IoT entrega serviços de educação, negócios e networking – atendemos um público amplo, as empresas que nós procuramos são as envolvidas com tecnologias e o público de profissionais são engenheiros, profissionais de IT e Telecom, Advogados (segurança legal e cibernética caminham juntos), Consultores da Transformação Digital, Empresários, Cientista de Dados, Pesquisadores, Mestres e professores etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Qual é a sua opinião sobre as tecnologias vestiveis e como elas podem mudar a forma como nos comunicamos com a tecnologia como um todo?</strong></h2>
<p>As tecnologias vestíveis ganharam destaque neste ano com a popularização do Metaverso e a IoT vestível é o que vai permitir as novas experiências – não há Metaversos sem o IoT, estes periféricos são essenciais para a realidade dos novos mundos virtuais – a exemplo dos óculos de realidade mista (AR/VR).</p>
<p>Quando vamos para o mundo de esportes, temos um público de usuários bem estabelecidos, os atletas! A roupa conectada que acompanha um software funciona como base de dados que guarda as informações colhidas por GPS de cada jogador. O aplicativo pega as informações e transforma em gráficos e planilhas que podem ter diversos fins como: analisar a velocidade dos jogadores, qual jogador percorreu maior ou menor distância, &#8220;explosão&#8221; de arranque, desaceleração, frequência cardíaca do atleta, calcular impactos entre os atletas etc.</p>
<p>Podemos também considerar a peça conectada como um passaporte, imagine se seus sapatos pudessem te colocar em um clube ou evento de forma automática, ao entrar com um acessório da marca conectado as portas se abrem.</p>
<p>Para saúde os vestíveis vão transformar o setor, temos a possibilidade de precisão para tratar as doenças crónicas como diabetes e pressão alta – podendo de forma remota coletar dados reais de variação do paciente de acordo com a sua rotina do dia a dia e tratá-lo de forma preditiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mulheres unem ciência e tecnologia para promover o desenvolvimento econômico na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 11:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Amazônia abriga um terço das florestas tropicais do planeta, o que garante não só uma exuberância em biodiversidade, mas também um alto potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável. Estudo realizado pelo projeto Amazônia 2030 identificou a capacidade de a região faturar até US$ 2,3 bilhões por ano com a exportação de “produtos compatíveis [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazônia abriga um terço das florestas tropicais do planeta, o que garante não só uma exuberância em biodiversidade, mas também um alto potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável. Estudo realizado pelo projeto Amazônia 2030 identificou a capacidade de a região faturar até US$ 2,3 bilhões por ano com a exportação de “produtos compatíveis com a floresta”.</p>
<p>Diferentes iniciativas têm sido realizadas com o foco nesse tipo de produção, associando tecnologia e ciência. O e-book <a href="https://conteudo.wylinka.org.br/ebook-potencia-amazonica" target="_blank" rel="noopener">“Potência Amazônica: a pluralidade da inovação na Amazônia”</a>, organizado pela Wylinka em parceria com a InvestAmazônia, reúne entrevistas de mulheres que estão à frente desses projetos.</p>
<p>A Darvore Cosméticos é um desses negócios, <em>deep tech (</em>empresa baseada em conhecimento científico avançado) trabalha com produtos naturais da região e nanotecnologia. A professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e uma das fundadoras, Andrea Waichman, conta que o projeto nasceu de uma pesquisa científica e tem como foco promover a bioeconomia.</p>
<p>De acordo com Waichman, o conhecimento científico e a tecnologia são aliados para a criação de produtos sustentáveis com maior valor agregado. “Trabalhamos nessa perspectiva de desenvolver produtos diferenciados e buscar novos mercados”, explica.</p>
<p>Para ela, os principais desafios incluem a visão estereotipada que outras regiões do país têm sobre a Amazônia e o baixo investimento. A pesquisadora destaca que, apesar de a região corresponder a 59% do território brasileiro, recebe apenas 10% dos recursos direcionados à produção científica do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Transformando o conhecimento científico em inovação</h2>
<p>A necessidade de levar o conhecimento científico para além das bibliotecas e universidades foi observada pelo professor do curso de Farmácia da UFAM, Schubert Pinto, há mais de 20 anos. Foi do interesse em transformar a ciência em inovações para a sociedade que ele criou a Pharmakos D’Amazônia, em 2001.</p>
<p>Desde então, a empresa desenvolveu mais de 200 produtos cosméticos a partir de extratos e essências da região. O trabalho tem como principal pilar a inovação, o que rendeu sete prêmios Finep. “Todos os nossos produtos são de base tecnológica”, informa a pesquisadora Samara Rodrigues. Filha de Schubert, ela seguiu os passos do pai e, atualmente, é uma das responsáveis pela Pharmakos.</p>
<p>Segundo ela, o uso da tecnologia é um diferencial para a bioeconomia, que tem como objetivo o desenvolvimento econômico sustentável. “Por meio dela conseguimos utilizar a natureza de forma consciente, sem desmatar a Amazônia.”</p>
<p>Um dos exemplos práticos da bioeconomia foi o trabalho realizado em parceria com o projeto Seed Restauro. A proposta foi desenvolver um produto com base no guaraná orgânico proveniente de uma iniciativa de reflorestamento junto à tribo Andirá Marau.</p>
<p>Ela lembra que foi procurada pelo pesquisador e idealizador do projeto, que relatou as dificuldades de colocar o produto no mercado, apesar da qualidade do mesmo. Na avaliação de Rodrigues, a burocracia é um dos gargalos para o melhor aproveitamento dos potenciais da Amazônia. “Temos trabalhos belíssimos muito bem pesquisados, mas que morrem, pois não fazem essa ponte com empresas para serem validados.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Atributos, desafios e outras histórias</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>O e-book “Potência Amazônica: a pluralidade da inovação na Amazônia” apresenta um panorama sobre a região da Amazônia a partir de relatos de lideranças femininas de projetos inovadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A gestora de marketing da Wylinka, Maristela Raposo Meireles, explica que a escolha das entrevistas como metodologia se deu pela confiança neste processo. “A escuta é o primeiro passo para projetos que geram bons resultados. É essencial adequar nossas atividades às particularidades de cada uma das regiões onde atuamos.&#8221;</p>
<p>Destacando que a Amazônia é um “celeiro de oportunidades”, Meireles pontua a necessidade de transformar o ativo intelectual em soluções tangíveis. “A Amazônia e as suas comunidades são recursos importantes para a inovação e o desenvolvimento do Brasil, com grande potencial para geração de riquezas, desde que esse processo considere a sustentabilidade e seja protagonizado por essas mesmas comunidades.”</p>
<p>De acordo com a CEO da InvestAmazônia, Mayra Castro, a finalidade do e-book é dar visibilidade para os aspectos da região, a partir de uma perspectiva local. “É uma iniciativa que visa mostrar para o mundo a Amazônia de dentro para fora, demonstrando que já existem soluções a partir dessa ótica local.”</p>
<p>Além de Andrea Waichman, Samara Rodrigues e Mayra Castro, há outras três entrevistadas: a líder indígena, agricultora, ativista, pesquisadora e empreendedora Raquel Tupinambá; a analista do Núcleo de Desenvolvimento Institucional da Embrapa Amazônia, Sheila Melo; e a diretora de Projetos Institucionais e Sociais da  Amazon, Vilmara Moraes.</p>
<p>A partir dos relatos foram compilados os atributos da região que já estão sendo aproveitados para fomentar a bioeconomia e, também, os principais desafios e alternativas para combatê-los.</p>
<p>Centros de pesquisa, saberes tradicionais, fauna, flora, tecnologia, <em>deep techs </em>e exportação são alguns dos atributos listados no e-book. Entre os desafios estão a visão estereotipada sobre a região; a necessidade de mais investimentos para a educação e a capacitação; a burocracia para o desenvolvimento de projetos; a complexidade logística; a conectividade; e a consolidação de um modelo econômico próprio com valor agregado.</p>
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		<title>Aprenda com o CEO Caio Gazin como estão os atuais setores de semijoias e de franquias no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayan Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 11:55:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Caio Gazin é CEO da Gazin Semijoias, uma marca de acessórios focados em enaltecer a beleza feminina, por meio de produtos de alta qualidade. Gazin é hoje a maior atacadista de semijoias do Brasil e, recentemente decidiu investir em um novo modelo de negócios: &#8220;franquias home-based&#8221;. Confira a entrevista com ele para conhecer melhor essa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/aprenda-com-o-ceo-caio-gazin-como-estao-os-atuais-setores-de-semijoias-e-de-franquias-no-brasil/">Aprenda com o CEO Caio Gazin como estão os atuais setores de semijoias e de franquias no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/caiogazin/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">Caio Gazin</a> é CEO da <a href="https://franquia.gazinsemijoias.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Gazin Semijoias</a>, uma marca de acessórios focados em enaltecer a beleza feminina, por meio de produtos de alta qualidade. Gazin é hoje a maior atacadista de semijoias do Brasil e, recentemente decidiu investir em um novo modelo de negócios: &#8220;franquias home-based&#8221;. Confira a entrevista com ele para conhecer melhor essa história.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h3></h3>
<h3 class="v1MsoNormal"><b>Por que a Gazin decidiu mudar o modelo de negócios e investir na abertura de franquias?</b></h3>
<p class="v1MsoNormal">A Gazin já é o maior atacado de semijoias do Brasil e o maior e-commerce do país, além de sermos também o maior atacado com presença nacional nas cidades via showrooms próprios. Somos a empresa que mais produz em termos de quantidade de peças em nosso ramo há, pelo menos, dois anos, e precisávamos investir em um modelo de negócios diferente para seguirmos no topo.</p>
<p class="v1MsoNormal">Além disso, o mundo já estava mudando muito rápido e o mercado já vinha pedindo por um modelo de negócio mais atrativo e inovador. Com a pandemia, todas as nossas ideias e projetos de expansão ficaram ainda mais latentes e vimos que tínhamos na mão um negócio que não vendia apenas semijoias, mas que também possibilitaria ainda mais empoderamento, flexibilidade e independência financeira para as nossas clientes. As nossas franqueadas terão não só um negócio altamente rentável, flexível e de rápido retorno, mas também à prova de lookdown, pois conseguimos, com o modelo home based, continuar atuando e vendendo, independente do momento imposto para o comércio e para o varejo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><b>Desde o seu lançamento, quantas franquias já foram alcançadas pela marca? </b></h3>
<p class="v1MsoNormal">Desde o lançamento, já são mais de 1000 franquias <i>home based</i> ativas no Brasil e no mundo, em países como Estados Unidos, França, Portugal, Suíça, México, Canadá, Reino Unido, Japão, Bolívia, Colômbia, Chile, Paraguai, Panamá, Cabo Verde e Nicarágua.</p>
<p class="v1MsoNormal">Além disso, a marca tem 10 showrooms ativos (lojas próprias, não franquias, sendo 9 no Brasil e 1 em Portugal), além de 40 mil revendedoras nacionais e internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><b>Quais os diferenciais do modelo de franquias?</b></h3>
<p class="v1MsoNormal">Com o modelo de franquias, as mulheres deixam de ser revendedoras Gazin e passam a ser donas de um negócio. Com as franquias, elas vão profissionalizar o seu negócio, terão uma margem maior de descontos e parcelamentos, garantindo uma vantagem competitiva muito atrativa <i>versus</i> o mercado. Damos todo o suporte e <i>know-how</i> para que o negócio seja, de fato, rentável. Além de todo o investimento feito poder ser revertido em produtos para venda, independente do modelo escolhido, ao se tornar franqueada, a cliente ganha, sem nenhum custo, acesso às nossas Plataformas de Ensino e Gestão, além do Clube de Pontos, com prêmios que vão desde vouchers Gazin, até viagens para todo o Brasil, EUA e até Maldivas.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><b>Quantos modelos de franquias planejam abrir nos próximos meses?</b></h3>
<p class="v1MsoNormal">Para esse primeiro momento, a marca traz quatro possibilidades de negócios <i>home based</i>, com investimentos de R$1.000 a R$25.000 por mês. Todo o investimento feito, independente do modelo, poderá ser revertido em produtos para venda. Para adquirir o negócio, a taxa de franquia é a partir de R$1.000. Além dos quatro modelos home based, a Gazin também disponibilizará, em breve, um modelo de franquias físicas, para quem tem interesse no modelo mais &#8220;tradicional&#8221;, em que as peças são vistas e escolhidas presencialmente, com investimento a partir de R$150.000.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><b>Quais são as expectativas da Gazin em relação às franquias e ao faturamento futuro?</b></h3>
<p class="v1MsoNormal">Nossa ideia é chegar à marca de três mil franqueadas até 2022 e, em 2023, ter quatro mil, transformando a Gazin na maior franqueadora do Brasil.</p>
<p class="v1MsoNormal">Em relação ao faturamento, a Gazin teve, no ano passado, graças às nossas estratégias visionárias, um crescimento de 93% no ano, mesmo diante da crise trazida pela pandemia, alcançando um faturamento de R$75 milhões em 2020. Para esse ano, projetamos um faturamento de R$95 milhões, especialmente agora com o novo modelo de franquias trazido por nós.</p>
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