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	<title>Arquivos Experiência | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos Experiência | Tecnoveste</title>
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		<title>Mulher, cientista e disseminadora do seu conhecimento &#8211; A Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira acredita que divulgação científica é essencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 11:49:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira. Laudicéia Alves de Oliveira é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais, com ênfase em Bioquímica de macromoléculas, pela da Faculdade de Medicina de Botucatu &#8211; FMB &#8211; UNESP. Desenvolve projeto de pesquisa em prospecção de biomoléculas de toxinas de serpentes no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-23618 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=300%2C225&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira.</p>
<p>Laudicéia Alves de Oliveira é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais, com ênfase em Bioquímica de macromoléculas, pela da Faculdade de Medicina de Botucatu &#8211; FMB &#8211; UNESP. Desenvolve projeto de pesquisa em prospecção de biomoléculas de toxinas de serpentes no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos &#8211; CEVAP &#8211; UNESP. Possui experiência em química de proteínas, análises cromatográficas, análise protêomica e espectrometria de massas. Atualmente atua como pesquisadora principal a frente de um PIPE-FAPESP, na área de desenvolvimento de kits diagnósticos rápidos na área de acidentes por animais peçonhentos.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3>Primeira Pergunta &#8211; Quem é você?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Sou biomédica e aluna do Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais. Possuo interesse em toxinologia e desenvolvo projeto de doutorado em prospecção de efeitos biológicos de peptídeo do veneno de cascavel pela Faculdade de Medicina de Botucatu em parceria com o Instituto Butantan, Fiocruz e Universidad Nacional del Nordeste – Argentina”.</p>
<h3>Segunda Pergunta &#8211; O que te fez escolher ser cientista e, especificamente, a sua área de estudo?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Sempre fui uma criança questionadora. Ao descobrir que a ciência é de onde vem todas as respostas para as perguntas da humanidade me tornei fascinada pela pesquisa e principalmente por pesquisadores que fizeram a diferença na vida das pessoas através de descobertas em doenças negligenciadas, como por exemplo Oswaldo Cruz, Vital Brazil, que me influenciaram a dedicar minha vida acadêmica a prospectar melhorias para as doenças que afetam os menos favorecidos”.</p>
<h3>Terceira Pergunta &#8211; Como você vê a ciência no Brasil?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “O Brasil possui excelentes cientistas, porém infelizmente não há investimentos suficientes para que as pesquisas sejam feitas e mais pessoas se tornem cientistas, isso é o único problema, pois cada dia mais as pessoas têm se interessado por ciência”.</p>
<h3>Quarta Pergunta &#8211; Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Acredito que o papel do cientista vai além de fazer pesquisa. O cientista também tem a missão de formar pessoas, popularizar a ciência e disseminar conhecimento, principalmente em tempos de fake news.</p>
<p><strong>Quinta Pergunta &#8211; Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?  </strong></p>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “É importante estudar muito sobre os temas de interesse para entender o caminho a ser trilhado, visto que Doenças Tropicais abrange uma gama gigantesca de linhas de pesquisa. Estágios são importantes, assim como participar de reuniões científicas e congressos”.</p>
<h3>Sexta Pergunta &#8211; Existem muitas pesquisadoras que já sofreram preconceito na academia por serem mulheres. Isso já aconteceu com você?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia –</strong> “Esse tipo de situação nunca aconteceu comigo diretamente, mas sabemos que apesar de haver um grande número de pesquisadoras o número de mulheres liderando altos cargos na academia ou sendo premiadas ainda são inferiores ao de pesquisadores. Ainda há um longo caminho para galgarmos, mas acredito que o futuro será igualitário, já que somos cientistas excelentes”.</p>
<h3>Sétima Pergunta &#8211; Você considera a divulgação científica um ponto chave da pesquisa ?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “A divulgação científica é essencial. Transformar o conhecimento em algo dinâmico e acessível é a forma mais genuína de devolver a população todo o investimento que foi feito em nossa formação, além de ser uma maneira de deixar a ciência menos elitizada”.</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p data-speechify-sentence="">Quer conhecer mais sobre o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira: <a href="http://lattes.cnpq.br/6840943870049958">http://lattes.cnpq.br/6840943870049958</a></p>
<p data-speechify-sentence="">Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/quem_faz_ciencia_no_brasil/">Mulher, cientista e disseminadora do seu conhecimento &#8211; A Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira acredita que divulgação científica é essencial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>[Sessão Crítica] O Cangaceiro (1953) &#8211; Dir. Lima Barreto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2020 19:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[1953]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Buscando melhor definição para esse longa, cheguei a conclusão de que é uma experiência hollywoodiana no Brasil. A produção   Vera Cruz tinha objetivos específicos e foi eficaz em atingir quase todos. “O Cangaceiro” é baseado na história de Lampião e seu bando, mas foca no romance de seu braço direito com a professora sequestrada em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/sessao-critica-o-cangaceiro-1953-dir-lima-barreto/">[Sessão Crítica] O Cangaceiro (1953) &#8211; Dir. Lima Barreto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Buscando melhor definição para esse longa, cheguei a conclusão de que é uma experiência hollywoodiana no Brasil.</span></p>
<h2>A produção</h2>
<p><span style="font-weight: 400">  Vera Cruz tinha objetivos específicos e foi eficaz em atingir quase todos. “O Cangaceiro” é baseado na história de Lampião e seu bando, mas foca no romance de seu braço direito com a professora sequestrada em troca de conseguirem vantagem. O filme segue a narrativa clássica com três atos e pontos de virada bem demarcados, os personagens aparecem bem trabalhados e são fundamentais no desenrolar da história. O quarteto amoroso é uma forma de conseguir entreter o público alvo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Gostei muito da técnica, a fotografia sofisticada com planos gerais interessantes situam bem onde a história se passa, apesar das gravações terem sido feitas no interior de São Paulo, consigo ter a impressão que tudo se passa no Nordeste. As atuações convencem, porém, os traços europeus nos rostos bem esculpidos tiram a simplicidade de quem compõe o Cangaço, isso acaba prejudicando a veracidade da mensagem a ser transmitida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Quando falo que a Vera Cruz atingiu quase todos os objetivos, é que por um grande detalhe essa produção não alavancou outras do mesmo estilo. A produtora pensava alto, queria competir com os polos mundiais do cinema, dentre eles a famosa Hollywood que estava vivendo sua “Era de Ouro”,  onde estaria o problema? Bem, Hollywood estava crescendo dentro de uma potência mundial, Estados Unidos, onde o estilo de vida é totalmente diferente e a educação do público cinematográfico se adaptou às obras que lhes são passadas.</span></p>
<h2>A realidade</h2>
<p><span style="font-weight: 400">  No Brasil, ainda país de “terceiro mundo” o quadro é bem diferente, povo sofrido, pobreza escandalosa com as pessoas sem acesso ao entretenimento, a produtora seleciona um público pequeno e esquece do restante que representa a maior parcela populacional, isso é a receita para algo sofisticado com foco no exterior não dar certo nacionalmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   No mais, o filme tem pontos bacanas, como falei da fotografia e atuações, tem uma riqueza cenográfica, explorando a natureza e afins. Indico sem pestanejar para quem estiver procurando um romance com musical, aliás a trilha sonora perfeita sem exagero e aconchegante para os ouvidos, percebi um grande envolvimento de todos ali presentes, ótimo filme!  </span></p>
<p style="text-align: right"><em>Por </em></p>
<p style="text-align: right"><em>Juliano Ferreira</em></p>
<p style="text-align: right">
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/sessao-critica-o-cangaceiro-1953-dir-lima-barreto/">[Sessão Crítica] O Cangaceiro (1953) &#8211; Dir. Lima Barreto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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