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	<title>Arquivos futuro | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos futuro | Tecnoveste</title>
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		<title>Futuro pra quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vitorlrichner]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 17:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estou escrevendo este texto de um dos lugares mais privilegiados que pode existir atualmente: a minha casa. Privilegiado por que sou um homem branco, com acesso ilimitado à internet e a todo tipo de informação que eu precisar, comida na geladeira, televisão, roupas, produtos de limpeza, álcool em gel e água potável. Assim, estamos, eu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estou escrevendo este texto de um dos lugares mais privilegiados que pode existir atualmente: a minha casa.</p>
<p>Privilegiado por que sou um homem branco, com acesso ilimitado à internet e a todo tipo de informação que eu precisar, comida na geladeira, televisão, roupas, produtos de limpeza, álcool em gel e água potável. Assim, estamos, eu e meu cachorro Graciliano, seguros da maior crise de saúde pública do século. Mas seguros dentro de uma fração delimitada.</p>
<p><strong>O mundo lá fora não tem essa realidade.</strong></p>
<p><strong><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18971" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?resize=300%2C168&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="168" /></a></strong></p>
<p>Perdi as contas de quantos dias estou em casa. Não dá mais pra contar o tempo a partir do nosso cotidiano: todo dia parece domingo. Às vezes, um domingo com trabalho, outras um simples e melancólico domingo. Todo mundo em casa, a rua meio vazia, dormindo a tarde e vendo alguma porcaria à noite antes de dormir. Difícil pensar em segundas-feiras sem todo o itinerário que envolvia o trabalho tal como ele era, uma reunião, começar ou não uma dieta, ir ou não para a academia. Até mesmo as ressacas do final de semana estão em quarentena. Vez ou outra, uma leve dor de cabeça de tanto tomar vinho pra tentar dormir.</p>
<p>Todo dia parece domingo.</p>
<p>E, de novo, falo de um lugar privilegiado. E eu preciso reforçar isso a todo instante. Neste texto e para mim mesmo. Esse conceito muda tudo. Muda a forma de encarar esses tempos. Entender o nosso lugar de privilégio, penso, é o que vai permitir que a gente enxergue e aja de outra forma, abrindo espaços e diálogos. E repito isso com amigos, colegas, parentes e até pessoas desconhecidas que encontro no único dia da semana em que eu saio na rua para ir ao mercado &gt; farmácia &gt; sacolão. E raras vezes, ao pet shop.</p>
<p>São saídas tristes. Ando na rua e tenho vontade de chorar. Falo sozinho atrás da máscara e a cada passo, noto que estou fora de forma, mesmo apesar de ter tentado, no começo, seguir uma rotina de exercícios diários. Mas que logo troquei por garrafas de vinho, cerveja, série ruim e cigarro.</p>
<p>Me sinto como o James Stewart em Janela Indiscreta: olho pra fora e já conheço os(as) vizinhas (os); que horas desligam as luzes, quem fuma na janela, os mais politizados que batem panelas em protestos e os que fecham as cortinas quando começam as paneladas. E pra deixar tudo ainda mais hitchcockiano, semanas atrás houve um assassinato no prédio da frente. Tudo foi acompanhado com uma certa comoção, mas logo todo mundo entrou e esqueceu.</p>
<p>Perder a vida hoje em dia parece só um número.</p>
<p>No começo, fiz uma planejamento detalhado de atividades para a quarentena: ler os livros que estavam empilhados na mesa de cabeceira e na mesa da sala, estudar mais história para achar brechas e respostas para possíveis saídas disso tudo, fazer os tantos cursos que empresas disponibilizaram numa tentativa de solidariedade e compartilhamento de conhecimento (pra quem, né?), aprender a fazer receitas da Rita Lobo, assistir e rever todos os filmes do Almodovár, do Kubrick, do Win Wenders e tentar escrever meu próximo livro. Como resultado, tive o início de síndrome do pânico.</p>
<p>Hoje, como o poema do Álvaro de Campos, o que sinto é cansaço.</p>
<p>Que vai além de não fazer nada. Mas de muita coisa que fui acompanhando nesses meses que já parece quase um ano. A crescente <em>livização do conhecimento</em>, o problema das escolas e sua ineficiência com o ambiente digital para continuar suas aulas, as muitas empresas que da noite para o dia se “digitalizaram” e, claro, aos novos profetas do futuro pós apocalíptico.</p>
<p>Quase como aquele meme “onde vivem, o que comem” etc., vi surgir uma quantidade inexplicável de auto proclamados futuristas, além dos que aqui já existiam. Parece, enfim, que todos têm uma resposta para o que estamos vivendo. Para eles, a crise é uma oportunidade para abrirmos as portas para esse tão esperado e glorioso futuro. A crise está acelerando mudanças que já estavam por vir. Mas, eu me pergunto:</p>
<p><em>Futuro pra quem?</em></p>
<p>Há mais ou menos três anos, comecei a ir em busca de algumas respostas. Até mesmo pelo meu próprio trabalho que envolve tecnologia e uma busca cansativa por “novidade”, precisei ir atrás do que estava acontecendo e o que poderia acontecer com o mundo com a chegada da tal 4ª revolução industrial e seus impactos no trabalho, educação, na vida em geral. Fiz cursos, li livros e textos no medium, assisti incontáveis TEDs e conheci muita gente empenhada em desvendar o futuro.</p>
<p>Quando você começa, é tudo muito sedutor: <em>self driving cars</em>, inteligência artificial, robótica, biotecnologia, nanotecnologia e todas as “<em>gias</em>” que possam existir. O Blade Runner do futuro que estava aparecendo para mim, já parecia mais um Black Mirror com final feliz. Mas não foi difícil começar a perceber que eu estava em um grupo ainda mais privilegiado do que o que eu estava acostumado. Somente brancos, altamente graduados, com ótimos cargos em empresas que parecem ter saído de um livro do Isaac Asimov. Nenhuma pessoa negra, eu quase como o único homossexual e, claro, todos muito “bem de vida”. Não demorou muito para pergunta surgir:</p>
<p><strong><em>Futuro pra quem?</em></strong></p>
<p>Nenhum livro, palestra ou TED previu a chegada do covid-19 e seus desdobramentos políticos e sociais. Lembro só de ter visto, acho que em 2017, o Bill Gates falando que a próxima crise seria uma pandemia.</p>
<p>Algumas semanas atrás, vi no perfil no linkedin de um conhecido que, antes da pandemia, era facilitador de treinamentos corporativos, se definir como um futurista. Mais um sintoma de uma soma de eventos que estão acontecendo de quem está ditando as regras no meio de um jogo que parece não ter um vencedor no final. E a minha pergunta, título deste texto, faz a referência a esse tal dito futuro que está sendo construído para muito poucos? Até mesmo criaram e se servem do slogan “novo normal”.</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem?</em></strong></p>
<p>Entregadores de comidas e serviços de plataformas digitais, motoristas de Uber, caixas de supermercado, cobradores de ônibus, estudantes de periferia e a lista pode continuar interminavelmente. E o futuro dessas pessoas? Como discutir um suposto “novo normal” se pautando em “<em>boom</em>” de crescimento de vendas <em>on-line</em>? Dizer que o “novo normal” será o trabalho remoto, me parece, ser o mesmo que assumir que a desigualdade que está tão transparente agora, deve ser permanecida para sustentar tudo isso. Em um país intercontinental como o Brasil, com estruturas e um tecido social bastante complexo, a crise parece ter relevado ainda mais o quanto estamos longe do futuro Jetsons e mais próximos de um romance regionalista da década de 30. A desigualdade vem caminhar junto da falta de empatia. O novo normal será dos privilegiados trancafiados em casa, enquanto a grande maioria sequer consegue lavar as mãos? Não tem como não nos perguntarmos:</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem? Futuro de quem?</em></strong></p>
<p>E em um grupo de WhatsApp com essas mesmas pessoas que discutem tendências, lentes para enxergar o futuro ou qualquer coisa que o valha, recebo a seguinte mensagem:</p>
<p><em>“uma hora dessas, nasce um bebê com uma mutação genética que protege ele e os descendentes contra corona e ai reseta tudo”. </em></p>
<p>E você pode achar que nada disso que eu to falando têm muito sentido. Eu mesmo acho que não tem. Mas eu começo aqui a minha coluna, com um diálogo aberto para falarmos sobre tudo isso. Se vai haver um certo ou errado, não sei dizer. Mas cada semana, vou trazer uma provocação. Tecnologia, educação, futuro. Está tudo em jogo agora. E discutir, parece ser o primeiro passo para entender se, de fato, vai haver um impacto positivo disso tudo que estamos vivendo.</p>
<p>E toda vez que toco nesse assunto, lembro da capa da New Yorker.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18970" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="220" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&amp;ssl=1 220w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?w=280&amp;ssl=1 280w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /></a></p>
<p>Eu acendi um cigarro agora. Eu sei, parece estranho fumar no meio de uma crise de saúde respiratória. Por enquanto, to fazendo o meu melhor. Tentando sobreviver. Assim, como você deve tá fazendo o seu também.</p>
<p>Um motoboy com uma bolsa do Rappi passa e estaciona em frente ao prédio. To terminando de escrever esse texto. Olho para baixo e vejo que ele deixou a comida na porta. Sem contato com o entregador. Começo a pensar em como será o trabalho no futuro. Claro, minha preocupação como um homem gay privilegiado é totalmente diferente das pessoas em situação de vulnerabilidade. Não tem como não relacionar isso sempre. O entregador foi embora. E de novo eu me pergunto:</p>
<p><strong>Futuro pra quem?</strong></p>
<p><em>Por Vitor Richner</em></p>
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		<title>Mark Zuckerberg discute o Futuro da Tecnologia e Revela Insights de Empreendedorismo em Entrevista no Youtube</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 10:32:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta entrevista exclusiva concedida ao canal do Youtube Morning Brew Daily, Mark Zuckerberg, compartilhou com os entrevistadores Neal e Toby seus insights sobre o futuro da tecnologia, abordando uma variedade de tópicos que vão desde o lançamento do Apple Vision Pro até a ética da inteligência artificial. Mark Zuckerberg, o CEO do Meta, tem sido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta entrevista exclusiva concedida ao canal do Youtube <a href="https://www.youtube.com/@MorningBrewDailyShow">Morning Brew Daily</a>, <a href="https://www.isntagram.com/mark" class="broken_link">Mark Zuckerberg</a>, compartilhou com os entrevistadores Neal e Toby seus insights sobre o futuro da tecnologia, abordando uma variedade de tópicos que vão desde o lançamento do Apple Vision Pro até a ética da inteligência artificial.</p>
<p>Mark Zuckerberg, o CEO do Meta, tem sido uma figura icônica no mundo da tecnologia há mais de duas décadas. Sua jornada de liderança evoluiu desde os primeiros dias de <strong>&#8220;apenas um monte de crianças correndo por aí, construindo coisas que achávamos legais&#8221;</strong>, até a gestão de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Comparável a outros visionários como Evan Spiegel, do Snapchat, e Elon Musk, da Tesla, Zuckerberg destaca-se por sua abordagem única.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Mark Empresário e Gestor</h3>
<p>Ao longo dos anos, Zuckerberg passou por uma transformação significativa em sua abordagem de gestão. Inicialmente, ele admitiu que &#8220;não sabia nada sobre construir uma empresa&#8221;, pois seu objetivo inicial não era iniciar um negócio, mas sim criar algo que achava fascinante. No entanto, à medida que o Facebook cresceu, ele foi forçado a aprender e crescer com a empresa, contando com mentores como <a href="https://www.linkedin.com/in/sheryl-sandberg-5126652">Sheryl Sandberg</a> para orientá-lo no caminho da liderança eficaz.</p>
<p>Atualmente, Zuckerberg lidera uma equipe de veteranos e amigos de longa data, como <a href="https://www.instagram.com/chriscoxofficial/">Chris Cox</a> e <a href="https://about.meta.com/media-gallery/executives/andrew-boz-bosworth/">Andrew Bosworth</a>, que estiveram com ele desde os primeiros dias na empresa. Essa dinâmica de equipe, cultivada ao longo de décadas de experiência compartilhada e desafios superados juntos, é o cerne da abordagem da sua liderança.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu não acredito muito em delegar. Acho que a maneira como um fundador deve trabalhar é basicamente tomar o máximo de decisões possível.&#8221;</p></blockquote>
<p>Além disso, ele discutiu sua visão sobre os modelos de negócios abertos e fechados, destacando a abordagem do Meta em ser mais aberto e orientado para parcerias em contraste com a abordagem da Apple de integração de produtos. Ele expressou confiança na capacidade do Meta de competir e inovar nesse espaço. Essa abordagem hands-on pode parecer incomum para alguns, mas para Zuckerberg, é fundamental para manter-se envolvido e direcionar o rumo da empresa que ele construiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Tecnologias Vestíveis (realidade aumentada)</h3>
<p>Na entrevista, Zuckerberg explicou sua decisão de fazer um vídeo comparando o Apple Vision Pro com o Quest 3 do Meta. Ele destacou a importância de desafiar a noção de que um produto mais caro automaticamente oferece uma qualidade superior, enfatizando o valor e a qualidade do produto do Meta em comparação com o Vision Pro da Apple.</p>
<p>Quando questionado sobre se o Meta se beneficia do &#8220;efeito halo&#8221; da Apple ao entrar no mercado de headsets, ele reconheceu a importância da concorrência saudável e afirmou que a entrada da Apple nesse espaço impulsiona a conversa sobre headsets de realidade virtual, potencialmente beneficiando o Meta no processo.</p>
<p>O CEO do Meta compartilhou sua visão sobre o futuro dos óculos inteligentes, enfatizando o potencial de tornar a computação mais imersiva e socialmente envolvente. Ele destacou o papel dos óculos como o próximo dispositivo móvel dominante e enfatizou a importância da integração social na experiência do usuário.</p>
<p>Apesar das mudanças de foco na indústria, Mark reafirmou o compromisso do Meta com o desenvolvimento do metaverso e da inteligência artificial. Ele enfatizou os investimentos significativos da empresa nessas áreas e sua determinação em alcançar seu pleno potencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Vida Pessoal e Saúde Mental</h3>
<p>Em sua vida pessoal, Mark cultiva hobbies incomuns, como artes marciais mistas, pilotagem de helicópteros e até mesmo a criação de gado. Isso pode parecer para uns como distração, mas na verdade é a maneira que ele encontrou para recarregar suas energias emocionais e cuidar da sua saúde física.</p>
<p>Além disso, o CEO da Meta também aborda questões de branding e futuro, como o metaverso, afirmando que &#8220;quando o espaço do metaverso aquece um pouco, as pessoas tentam chamá-lo de coisas diferentes porque querem adotar nossa marca&#8221;. Sua visão expansiva e sua capacidade de antecipar tendências futuras são características que o distinguem como um líder inovador.</p>
<p>O empresário compartilhou insights sobre seu estilo de gerenciamento e seus interesses pessoais, destacando sua paixão pela competição e pelo desenvolvimento de produtos inovadores. Sua dedicação à reabilitação do joelho para voltar às artes marciais reflete sua determinação em enfrentar desafios, tanto pessoais quanto profissionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O Facebook e o Futuro da Inteligência Artificial</h3>
<p>Ele também discutiu recentemente sobre o futuro da inteligência artificial (IA) e os desafios que cercam seu desenvolvimento. Abordou a proposta de Sam Altman de levantar trilhões de dólares para construir uma infraestrutura semicondutora para sistemas de IA.</p>
<p>O criador do Facebook reconheceu a escala gigantesca desse plano, mas não opinou diretamente sobre sua necessidade, destacando, no entanto, a crescente demanda por poder computacional à medida que os modelos de IA se tornam mais complexos.</p>
<p>Em relação à escalabilidade dos sistemas de IA, Zuckerberg observou a tendência de empresas construírem clusters de treinamento cada vez maiores, requerendo recursos computacionais significativos. Ele antecipou a necessidade de produzir um grande número de chips para sustentar o desenvolvimento da IA.</p>
<p>Ele também abordou considerações filosóficas sobre o impacto da IA na humanidade, alinhando-se à perspectiva de que é crucial impedir que uma organização se torne significativamente mais avançada do que outras.</p>
<p>Enfatizou a importância da abordagem de código aberto para a IA, argumentando que isso evita a concentração de poder e garante acesso e segurança mais amplos, contrastando a abordagem do Facebook, que se concentra em modelos e ferramentas de código aberto, com outras empresas que possuem modelos proprietários devido aos seus modelos de negócios.</p>
<p>Quanto ao impacto da IA no mercado de trabalho, Markinho expressou otimismo sobre seu potencial de permitir que as pessoas busquem trabalhos mais gratificantes a longo prazo. No entanto, ele reconheceu que certos empregos podem ser transformados ou automatizados, mas acredita na capacidade de adaptação e criatividade humana para criar novas oportunidades.</p>
<p>Ao abordar as demissões em algumas empresas, Zuckerberg atribuiu essas a fatores como <em>superconstrução</em> e reorganização estratégica, em vez de apenas aos avanços da IA. Ele observou que algumas demissões podem ser influenciadas pelas mudanças de foco das empresas em direção às tecnologias de IA.</p>
<p>Ele destacou o potencial de tecnologias alimentadas por IA, como os óculos Ray-Ban e interfaces neurais, para revolucionar diversos aspectos da vida cotidiana, desde acesso à informação até métodos de comunicação. Ele ressaltou a importância de considerações éticas, colaboração aberta e implementação responsável ao lidar com a IA.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu acho que isso vai fazer muito mais bem do que mal, e os maiores danos são basicamente ter o sistema não amplamente ou uniformemente distribuído ou não suficientemente fortificado&#8221;.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo da entrevista, Mark Zuckerberg ofereceu uma visão perspicaz sobre o futuro da tecnologia e o papel do Meta nesse cenário em constante evolução. Sua abordagem franca e comprometimento com a inovação deixaram claro que o Meta está posicionado para liderar a próxima onda de avanços tecnológicos.</p>
<p>Sua jornada como líder empresarial e empreendedor é marcada por aprendizado contínuo, adaptação e um compromisso inabalável com a inovação. Como ele próprio afirma, <strong>&#8220;as pessoas tentam chamar [o metaverso] de diferentes coisas, mas no final do dia, é sobre o que estamos construindo aqui&#8221;</strong>.</p>
<p>Convidamos vocês a retornarem ao Tecnoveste na semana que vem para mais reportagens como esta, que exploram os rumos da tecnologia e os líderes que estão moldando o futuro.</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/mark-zuckerberg-discute-o-futuro-da-tecnologia-e-revela-insights-de-empreendedorismo-em-entrevista-no-youtube/">Mark Zuckerberg discute o Futuro da Tecnologia e Revela Insights de Empreendedorismo em Entrevista no Youtube</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Como o contato com a natureza fez Juliana Evelyn Ribeiro da Silva se apaixonar pela biologia marinha, meio ambiente e conservação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 11:30:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da estudante Juliana Evelyn Ribeiro da Silva no Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;. Juliana Evelyn Ribeiro da Silva é estudante de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista &#8220;Júlio de Mesquita Filho&#8221;, no Campus de Bauru. É Coordenadora de Sociocultural do Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221; e integrante [&#8230;]</p>
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<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da estudante Juliana Evelyn Ribeiro da Silva no <a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link">Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;.</a></p>
<p>Juliana Evelyn Ribeiro da Silva é estudante de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista &#8220;Júlio de Mesquita Filho&#8221;, no Campus de Bauru. É Coordenadora de Sociocultural do Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221; e integrante da Comissão de Recepção de Calouros em 2020. Se interessa pelas áreas de Zoologia, especificamente, Biologia Marinha relacionada ao tema de meio ambiente e conservação. Seu papel na coordenadoria de sociocultural é trazer mais entretenimento para os estudantes da área e mantê-los informados sobre assuntos que estão ligados à matéria e à formação acadêmica. Pretende se formar como licencianda e atuar tanto no campo, quanto na divulgação de informações, para que nosso futuro esteja ligado conscientemente à natureza.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: </strong><strong>Quem é você ?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Sou uma mulher de 23 anos que ama fazer o que faz, estar em contato com a natureza, amigos e viajar. Venho de uma cidade do interior de São Paulo, chamada São José dos Campos, e lá aprendi muita coisa para realizar tudo o que estou conquistando hoje em dia. Além da área de biológicas, também gosto bastante da área de humanas e por isso quis fazer parte de algo que fosse me levar além das matérias da grade curricular, pois sempre procuro estar por dentro dos assuntos que me motivam a ser quem eu quero no futuro, entre outros.”</p>
<h3><strong>Segunda pergunta: O que te fez escolher ser cientista ? </strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Em conjunto com a área de humanas, eu sempre tive muita conectividade com biológicas, uma vez em uma excursão escolar para o <a href="http://www.cataventocultural.org.br/">Museu Catavento</a>, em São Paulo, eu me vi encantada por tudo que tinha lá exposto. Tomando mais gosto pelo lado da ciência, optei por escolher algo dentro dela e depois de um tempo, pesquisando, eu vi que realmente o que eu queria era estar em contato com a natureza e poder estudar mais a fundo todo o seu funcionamento. A escolha por me especificar em biologia marinha veio da paixão pela praia, mas também pela triste notícia de que esse ecossistema está sendo muito prejudicado com o avanço da humanidade, sendo assim, quero ser alguém que trabalhe para que isso mude.”</p>
<h3><strong>Terceira pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Desde pequena sempre tive muito contato com a natureza, além do incentivo de professores, durante minha formação escolar, que foi muito importante para a minha escolha. Meu apreço pela área de biologia marinha, meio ambiente e conservação, veio de documentários que assistia e amigos que, antes de mim, já estavam na área.</p>
<h3><strong>Quarta pergunta:  Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Entendo bem que escolher uma profissão para o resto da vida não seja fácil e os caminhos que te levam até a certeza são aparentemente complicados, mas acho que desde cedo é se inteirar do assunto e buscar saber mais sobre. Se ela abrange várias áreas do conhecimento, se a universidade que você pretende cursar te oferece uma estrutura pra isso, e depois seguir em busca de um resultado promissor. Além disso, sempre procurar projetos e palestras que vão te aperfeiçoar mais ainda.”</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho da Juliana Evelyn Ribeiro da Silva não deixe de conhecer o<a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link"> Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;</a></p>
<p>Se você faz ciência/pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
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		<title>Não é de graça o avanço.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 23:31:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O futuro falando com o passado, nos preocuparmos com as grandes perguntas nos atrasa?</p>
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		<title>Dia da sobrecarga da Terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Milene Alves-Eigenheer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 09:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na última sexta, dia 22/08, foi o dia da Sobrecarga da Terra de 2020. Foi nesse dia, que nós humanos, oficialmente gastamos todos os recursos que o planeta poderia oferecer pra esse ano. &#160; Para entender melhor, Imagine que na geladeira tenha 30 latas de cerveja, e eu só possa ir no mercado uma vez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última sexta, dia 22/08, foi o dia da Sobrecarga da Terra de 2020. Foi nesse dia, que nós humanos, oficialmente gastamos todos os recursos que o planeta poderia oferecer pra esse ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para entender melhor, Imagine que na geladeira tenha 30 latas de cerveja, e eu só possa ir no mercado uma vez por mês. Se eu tomar uma lata ou menos por dia, tá tudo bem, não vai faltar e sempre vai ter uma cervejinha gelada. Mas e se eu me empolgar e começar a tomar 2 por dia? Nesse momento eu começaria a roubar de mim mesma no futuro. No primeiro dia do mês eu posso olhar a geladeira cheia de cerveja e ter a impressão de que tem bastante, não dá nada tomar mais uma. Mas quando chegar no dia 15 acaba tudo e eu não teria mais nada!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De certa forma é isso que a humanidade tem feito com a Terra &#8211; consumimos mais recursos do que ela é capaz de oferecer. O nosso consumo em excesso; ligado a florestas derrubadas, pesca exagerada, produção de carne e poluição; está sobrecarregando o planeta. Pode parecer que não, pois ainda “vemos muita cerveja na geladeira”, mas uma hora esses recursos vão faltar. E aí não dá para ir no mercado comprar mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O dia de sobrecarga da Terra é o dia em que passamos a roubar de nós mesmos. O dia em que consumimos mais recursos do planeta do que ele é capaz de regenerar naquele ano. Essa data muda sempre, pois está ligada ao quanto consumimos, e esse ano, ela ocorreu 24 dias depois da data do ano passado, pois a quarentena nos forçou a emitir menos poluentes – mas ainda assim, esgotamos os recursos do planeta em Agosto. O que consumimos a partir de agora, pode faltar um dia no futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas existem maneiras de reduzir nosso consumo e contribuir para não exigir tanto do planeta. As principais ações são relacionadas a forma como produzimos nossos alimentos, como nos movemos, quais as fontes de energia usamos, quantos filhos temos e quais áreas protegemos para manter a vida selvagem. Não é simples e não depende só de ações individuais, mas de compromissos públicos de governos e corporações. Mas é possível.</p>
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		<title>A tecnologia e o futuro da Humanidade &#8211; Até quando vai da dominância do Google/Alphabet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 01:29:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/podcast/a-tecnologia-e-o-futuro-da-humanidade-ate-quando-vai-da-dominancia-do-google-alphabet/">A tecnologia e o futuro da Humanidade &#8211; Até quando vai da dominância do Google/Alphabet</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/podcast/a-tecnologia-e-o-futuro-da-humanidade-ate-quando-vai-da-dominancia-do-google-alphabet/">A tecnologia e o futuro da Humanidade &#8211; Até quando vai da dominância do Google/Alphabet</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Hyperloop One: o que é, para que serve e como funciona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2018 23:09:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não é ficção-científica, embora possa parecer vindo de um cenário de filme futurista, Hyperloop One é mesmo realidade, ou está muito próximo disso, apontam para que em 2021 já esteja pronto a receber passageiros, pois de momento está em fase de experimentação e melhoramento. A autoria é da empresa Virgin Hyperloop One, fundada em Junho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é ficção-científica, embora possa parecer vindo de um cenário de filme futurista, <a href="https://hyperloop-one.com">Hyperloop One</a> é mesmo realidade, ou está muito próximo disso, apontam para que em 2021 já esteja pronto a receber passageiros, pois de momento está em fase de experimentação e melhoramento. A autoria é da empresa Virgin Hyperloop One, fundada em Junho de 2014 em Los Angeles, responsável pela comercialização do Hyperloop One, um veículo cuja proposta assenta em eventualmente chegar a conseguir fazer viagens à velocidade dos transportes aéreos, de milhares de km/h.</p>
<p>De momento a empresa, com escritórios em Los Angeles, Londres e Dubai, emprega mais de 300 empregados. A liderança está a cabo do CEO Rob Lloyd, o responsável pelo departamento tecnológico Josh Giegel e o responsável pelo departamento financeiro Brent Callinicos.</p>
<p>No total, até à data, o projeto recebeu fundos na ordem dos 295 milhões de dólares, sendo os maiores investisdores DP World, Sherpa Capital, 137 Ventures, Caspian VC Partners (pertencente ao Summa Group), Virgin Group, Formation 8, SNCF, GE Ventures, Zhen Fund, Fast Digital, e OurCrowd.com. Como parceiros, a equipa conta com Virgin Group, Parsons, ARUP, DP World, AECOM, Ramboll, McKinsey, KPMG, FS Links, Systra, BIG, SNCF, GE, Deutsche Bahn, PA Consulting, e ainda Lisa Kraynak (consultora de estratégia e branding).</p>
<p>A competição dos diversos modelos de cápsulas de alta velocidade é realmente elevada, e as equipas a trabalhar o conceito são vastas, mas neste momento Hyperloop One já conseguiu atingir os 378km/h. Os fascinantes resultados conseguem-se combinando a levitação magnética com uma fricção aerodinâmica incrivelmente baixa.</p>
<p>Segundo algumas fontes, a condições de pressão atmosférica de 200 mil ft acima do nível do mar, o sistema já se provou capaz de atingir velocidades de linha aérea, no decurso de longas distâncias. Os investimentos têm sido avultados e a crença neste modelo de cápsula aérea é cada vez mais forte, ultrapassando consecutivamente os modelos competidores.</p>
<p>Simplificando a ideia, viajar no Hyperloop One poderá vir a ser, caso aquilo a que a equipa se propõe venha a tornar-se realidade, como viajar à velocidade de um avião, mas com a facilidade e a vertente prática de ser mais ou menos como entrar em um trem. Além de que as previsões são de custos muito mais baratos do que passagens aéreas, e o impacto ambiental é também muito menor.</p>
<p>De acordo com a descrição da empresa, a sensação de viajar no Hyperloop One será mais ou menos a mesma do que andar num elevador ou num avião. Embora seja muito mais silencioso que o avião, e não tenha turbulência.</p>
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		<title>A Tecnologia dos Super Humanos &#8211; E025A2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Kzam]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 22:47:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[biohacker]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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