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	<title>Arquivos IBGE | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos IBGE | Tecnoveste</title>
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		<title>Como desenvolver sites e aplicativos  que privilegiam a experiência do usuário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 17:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao visitar um site ou usar um aplicativo, o que o usuário precisa é facilidade e intuitividade na hora de utilizá-lo. Por isso, os programadores e desenvolvedores precisam, além de executar tarefas tecnicamente cristalinas, precisam cuidar de como os diferentes tipos de usuários irão executar suas tarefas. Toda marca precisa construir uma experiência autêntica para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao visitar um site ou usar um aplicativo, o que o usuário precisa é facilidade e intuitividade na hora de utilizá-lo. Por isso, os programadores e desenvolvedores precisam, além de executar tarefas tecnicamente cristalinas, precisam cuidar de como os diferentes tipos de usuários irão executar suas tarefas.</p>
<p>Toda marca precisa construir uma experiência autêntica para o seu usuário, de forma que ele entenda que aquilo é único e somente ela pode oferecer. O Relatório Varejo 2022, realizado pela Adyen, plataforma de tecnologia financeira, destaca que 70% dos 2 mil entrevistados para o estudo não oferecem uma segunda chance para marcas que disponibilizam experiências ruins, sejam elas no ambiente físico ou digital.</p>
<p>A empresa, que atua com players de diversos segmentos, em especial do setor financeiro, de seguros e varejo, tem como um dos seus principais pontos a criação de experiências digitais personalizadas para os usuários de seus clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mitos que podem afetar a experiência de usuários</strong></p>
<p>A experiência do usuário pode acontecer tanto no ambiente físico como no digital. Ela precisa estar associada aos valores da marca e às necessidades do consumidor. Nesse sentido, o profissional dessa área não pode se deixar levar por vieses e vícios do mercado ou da própria empresa, pois a experiência sempre dependerá daquilo que é mais importante para o usuário.</p>
<p>Segundo pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2021, cerca de 82% dos domicílios brasileiros possuem acesso à internet, e 98% das pessoas que possuem internet móvel ou fixa fazem o acesso a partir de um  smartphone. Os números mostram que o brasileiro participa do universo digital principalmente por meio dos dispositivos móveis.</p>
<p>Construir uma boa experiência de navegação para este usuário certamente está entre as principais preocupações dos profissionais de tecnologia. Diante deste cenário, os designers e desenvolvedores devem analisar diversas situações que englobam o processo de estruturação de uma plataforma digital.</p>
<p>Não se prender a conceitos ou vícios da área pode auxiliar na evolução do trabalho e na consolidação do produto final. Sales explica alguns dos “mitos” muitas vezes disseminados na área e que não podem nortear o trabalho de um designer de experiência, também conhecidos como UX Designers. Confira:</p>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>Todas as páginas de um site devem ser acessíveis em 3 cliques</strong></li>
</ul>
<p>Um dos maiores mitos entre os profissionais de UX Design e principalmente entre usuários é o de que toda página dentro do ecossistema de um site deve ser acessada em 3 cliques. Apesar de se ter um maior engajamento entre usuário e plataforma, nem toda página pode ou deve ser acessada em 3 cliques. Uma maior organização dos tópicos aliadas a técnicas de arquitetura da informação podem tornar a navegação do usuário mais agradável.</p>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>Seu usuário não é como você</strong></li>
</ul>
<p>Outro mito bastante difundido entre designers e desenvolvedores é basear a usabilidade da navegação na própria experiência. Por exemplo, ao criar um site para o público adolescente, o UX Designer não pode colocar-se no lugar de um jovem, mas deve criar ferramentas que agradem este determinado público e testá-la. Além disso, os processos de research e discovery executados pelos designers devem ter como ponto central o usuário, de maneira que o exercício da empatia seja uma das características do projeto.</p>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>A aplicação está lenta, mas está funcionando</strong></li>
</ul>
<p>A lentidão das plataformas pode influenciar diretamente a experiência do usuário, sendo uma vantagem competitiva em muitos segmentos que utilizam os sites como principal canal de contato com o público, por exemplo. A demora no carregamento de uma página na internet pode causar estresse e desinteresse do usuário, portanto, apesar de estar funcionando, a aplicação deve ser fluida e com tempo de resposta ajustado.</p>
<ul>
<li aria-level="1"><strong>O cliente define todos os direcionamentos </strong></li>
</ul>
<p>Ao construir um site, designers e desenvolvedores devem ouvir seus clientes com atenção para a formatação do projeto. O profissional de UX Design, nesse sentido, é crucial na condução desse processo, uma vez que ele é quem vai mapear os gostos e o comportamento do consumidor com a marca. Layout, cores e ferramentas são alguns dos tópicos levantados em reuniões entre designers, desenvolvedores e clientes. O consenso deve prevalecer entre as partes, mas a palavra do profissional contratado para isso deve ser sempre considerada como prioridade por parte do cliente que o contrata.</p>
<p><strong>Desmistificação da experiência do usuário </strong></p>
<p>Os designers de experiência do usuário têm potencial de serem grandes agentes de mudança, não apenas dentro das empresas, mas em toda a sociedade. Manter-se atualizado às mudanças culturais e comportamentais é fundamental para a construção de projetos que façam a diferença no dia a dia das pessoas.</p>
<p>Além da constante atualização, a empatia pelos usuários deve nortear o trabalho do designer durante toda construção do projeto que realiza, para que os percalços e dificuldades possam ser superados sem maiores transtornos.</p>
<p>Recentemente, a Zappts, lançou gratuitamente o ebook &#8220;Tendências de Design de Experiência que sua empresa precisa ficar de olho&#8221;, desenvolvido por Roque e disponível para os profissionais e entusiastas da área através do link: <a href="https://conteudos.zappts.com/ebook-tendencias-de-design-de-experiencia" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://conteudos.zappts.com/ebook-tendencias-de-design-de-experiencia&amp;source=gmail&amp;ust=1653585916987000&amp;usg=AOvVaw2ZnPKHNZ2Cptt-Kff99sic">https://conteudos.zappts.com/<wbr />ebook-tendencias-de-design-de-<wbr />experiencia</a>.</p>
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		<title>Alimento, pesquisa e muito estudo &#8211; A química perfeita que fez Raquel Peres de Morais Urano uma referência para mulheres na ciência</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 11:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p data-speechify-sentence=""><a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-qu…squisa-no-brasil/" class="broken_link"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-22805" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=300%2C169&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p data-speechify-sentence="">Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano.</p>
<p data-speechify-sentence="">Ela é engenheira de alimentos pela Universidade Federal do Ceará (UFC), doutora em ciências e pesquisadora de pós-doutorado pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC-USP), e professora da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo. É colaboradora do canal de divulgação científica &#8220;Ciência Brasileira é de Qualidade&#8221;. É idealizadora e uma das coordenadoras do projeto de extensão &#8220;Elas na Engenharia&#8221; da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP), cujo objetivo é incentivar alunas do ensino médio a seguirem carreira nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).</p>
<p data-speechify-sentence="">Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Primeira pergunta: O que te fez escolher a sua área de estudo?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;A primeira vez que vi um cientista foi numa matéria de telejornal. Eu, muito criança, me inspirei naquele senhor de jaleco e, embora não soubesse muito bem o que ele fazia,  me veio a vontade de também me tornar cientista. A inspiração para a área de exatas veio da admiração por duas professoras de matemática do ensino fundamental. A matemática entrou na minha vida e se tornou minha primeira paixão. No ensino médio me apaixonei por biologia. Estava eu com essas duas paixões, matemática e biologia, e o sonho em me tornar cientista. Juntei as duas paixões no curso de Engenharia de alimentos. Durante a graduação fui descobrindo e aprendendo a trilhar meu caminho na ciência&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Segunda pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;No primeiro ano de graduação mergulhei no mundo da microbiologia. Foi amor à primeira vista! Desde então comecei com estágio voluntário, iniciação científica e monitoria na área de microbiologia de alimentos. Na pós-graduação trabalhei por 12 anos no Laboratório de Química de Produtos Naturais da USP, com microbiologia marinha na pesquisa por produtos naturais que pudessem ser utilizados na produção de fármacos ou na agricultura. Recentemente decidi aprimorar meus estudos nas técnicas cromatográficas e de bioinformática para entender melhor como observar e identificar todas as substâncias produzidas por um organismo vivo. Tudo isso me deu mais certeza da carreira que eu queria seguir, do amor em fazer ciência, transmitir conhecimento e estimular mais pessoas a seguir na carreira científica&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Terceira pergunta: Qual recado você gostaria de dar para outras mulheres que gostariam de ingressar na área?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;As exatas, em especial, as engenharias são ambientes majoritariamente masculino. Precisamos mudar essa realidade fazendo com que mais mulheres migrem para essa área de estudo. Eu gostaria de dizer para vocês mulheres, que são capazes e que vocês podem estar aonde vocês quiserem. Não tenham medo de falar e de mostrar o seu ponto de vista. Faça o que você realmente gosta, faça cursos, procure bolsas de iniciação científica, faça parcerias, participe de congressos e de atividades extracurriculares, procure se envolver em atividades de cultura, ensino e extensão. É importante também fazer atividades que trabalhem sua mente, corpo e equilíbrio emocional. Isso ajuda muito durante a carreira científica. Precisamos ter representatividade para que outras mulheres tenham em quem se inspirar. O que vejo de mais importante é valorizar o trabalho de outras mulheres, ler livros de autoras, protagonistas, líderes e cientistas mulheres&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Quarta pergunta: Como você vê as mulheres cientistas no Brasil?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;Apesar de muito produtivas, as mulheres ainda são invisíveis no Brasil. As mulheres são responsáveis por cerca de 70% do total de publicações entre os anos de 2008-2012. Porém, o governo contempla apenas 24% das mulheres com subsídio do governo brasileiro concedido aos cientistas mais produtivos do país (bolsa de produtividade). A sub-representação das mulheres em posições de liderança ainda é persistente. Apenas 14% das mulheres ocupam a Academia Brasileira de Ciências. Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, as cientistas diminuíram a produtividade acadêmica em relação aos homens, pois somaram-se trabalhos domésticos e cuidados com a família&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Quinta pergunta &#8211; Na sua visão, qual o papel das mulheres cientistas na sociedade?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;Inúmeros projetos capazes de mudar a vida de muitas pessoas para melhor foram realizados por mulheres. Nas áreas de ciências da saúde 60% dos trabalhos de pesquisa são realizados por mulheres. Enquanto que apenas 25% dos trabalhos nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) são feitos por mulheres, um número extremamente baixo se comparado a uma sociedade de maioria feminina (51,8% segundo dados do IBGE de 2019). O principal papel da mulher como cientista na sociedade é o de produzir e fazer ciência. Posteriormente, devemos ser comunicadoras, multiplicadoras e referencial para futuras novas cientistas. Para que uma mulher tenha voz, precisamos dar voz, ou seja, valorizar a pesquisa científica feminina e contribuir para que elas tenham ainda mais espaço&#8221;.</p>
<p data-speechify-sentence="">Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p data-speechify-sentence="">Quer conhecer mais sobre o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano: <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/179415/raquel-peres-de-morais-urano/">Biblioteca FAPESP</a> e <a href="http://lattes.cnpq.br/2880150932692544">Lattes</a></p>
<p data-speechify-sentence="">Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil/">Alimento, pesquisa e muito estudo &#8211; A química perfeita que fez Raquel Peres de Morais Urano uma referência para mulheres na ciência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Nasa Space Challenge, o Hackathon da Nasa, levará empreendedor de Brasília ao &#8220;Espaço&#8221;</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/nasa-space-challenge-o-hackathon-da-nasa-levara-empreendedor-de-brasilia-ao-espaco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 10:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Hackathon da Nasa, também conhecido como Nasa Space Challenge, será realizado simultaneamente de 18 a 20 de outubro de 2019 em mais de 200 países.  O pré-lançamento do NASA SPACE aconteceu em 16 de julho e contou com cerca de 150  pessoas assistiram palestras incríveis da Agência Espacial Brasileira e da incubadora espacial da UNB, Zenith Aeroespace.  A edição de Brasília será [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Hackathon da Nasa, </b>também <span style="font-weight: 400;">conhecido como</span><b> Nasa Space Challenge, </b><span style="font-weight: 400;">será realizado simultaneamente de <strong>18 a 20 de outubro de 2019</strong> em mais de 200 países.  O pré-lançamento do NASA SPACE aconteceu em 16 de julho e contou com cerca de 150  pessoas assistiram palestras incríveis da <a href="http://www.aeb.gov.br/">Agência Espacial Brasileira</a> e da incubadora espacial da UNB, <a href="https://www.zenitaerospace.com/">Zenith Aeroespace</a>.  </span><span style="font-weight: 400;">A edição de Brasília será realizada no <strong>campus da  <a href="https://www.udf.edu.br/" class="broken_link">UDF</a>, na 903 sul, com 4 vezes mais </strong>participantes que a edição passada.</span></p>
<blockquote><p>Hackathons são maratonas onde hackers e programadores se reúnem para participar de competições. O Hackathon da Nasa, também conhecido como Nasa Space Challenge, funciona como uma pré-aceleração de startups.</p></blockquote>
<p>Um dos objetivos desse evento é resolver problemas da terra e do espaço, mais do que desenvolver programar ou aplicativos, o Hackathon da Nasa tem a pretensão de transformar pessoas comuns em empreendedores. Segundo <a href="https://www.linkedin.com/in/ce-elpidio"><span style="font-weight: 400;">Carine Elpídio</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">responsável pela incubadora e pela maratona da Nasa, a </span>tecnologia aeroespacial faz parte da vida das pessoas comuns e por isso elas devem se envolver com essas atividades.</p>
<p>Sim. Negócios inovadores, de impacto social e de base tecnológica estão no campo de visão da NASA. No Nasa Space, são apresentados problemas de alta complexidade para que a inteligência coletiva forme equipes e ajude a desenvolver startups e novos negócios relevantes. Os participantes geralmente são artistas, designers, desenvolvedores, engenheiros, arquitetos, profissionais de marketing e cientistas, que possuem o desejo de criar soluções locais para problemas globais.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2017, Felipe Matos em seu </span><a href="https://link.estadao.com.br/blogs/felipe-matos/qual-a-regiao-campea-em-densidade-de-startups-no-brasil-voce-vai-se-surpreender/"><span style="font-weight: 400;">blog</span></a><span style="font-weight: 400;"> no  Estadão, cruzando pesquisa da <a href="https://abstartups.com.br/">ABStartups</a> e <a href="https://www.accenture.com/br-pt">Accenture</a> com o senso do IBGE, chegou a conclusão que o Distrito Federal é o segundo estado do Brasil &#8211; atrás somente de São Paulo &#8211; em densidade de startups por habitante. É o chamado ecossistema do <a href="https://www.tecnoveste.com.br/startup-plateau-o-ecossistema-do-empreendedorismo-do-planalto-central/"><strong>Startup Plateau</strong></a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi por isso que Carine trouxe o evento a Brasília e incluiu a cidade no roteiro global do Nasa Space Challenge. Ela garante que para próxima edição haverá visita de </span>ex astronauta da Agência Espacial Americana, palestras de grandes de empresas como Facebook e Microsoft, além de <strong>empreendedor espacial que promete lançar primeira missão à Lua em 2020!</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Serão mais de 20 palestras abertas à comunidade com temas sobre novas tecnologias e empreendedorismo, demonstrando que </span><span style="font-weight: 400;">investir no mundo aeroespacial não é nenhuma extravagância, mas investimento na construção e descoberta de novos negócios e soluções para a sociedade, melhorando o fomento a inovação e economia de toda a cidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, a construção de satélites mais inteligentes pode auxiliar a tomada de decisão no agronegócio, mobilidade, educação e até mineração, bem como melhorar elementos essenciais do cotidiano dos cidadãos comuns com aplicativos de mobilidade urbana, saúde e tecnologias de ponta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h3><b>Hackathon da NASA</b></h3>
<p><b>Data:</b><span style="font-weight: 400;">  18 a 20 de outubro de 2019</span></p>
<p><b>Local:</b><span style="font-weight: 400;"> Campus da UDF</span><span style="font-weight: 400;">:   SEP/SUL EQ 704/904 Conjunto A Brasília- DF</span></p>
<p><b>Pré inscrições e mais informações</b><span style="font-weight: 400;">: </span><a href="http://spaceappsbrasilia.com/"><span style="font-weight: 400;">http://spaceappsbrasilia.com/</span></a></p>
<p><em><b>Entrada Gratuita. </b></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/nasa-space-challenge-o-hackathon-da-nasa-levara-empreendedor-de-brasilia-ao-espaco/">Nasa Space Challenge, o Hackathon da Nasa, levará empreendedor de Brasília ao &#8220;Espaço&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Aumenta em 131,4% a quantidade de brasileiros com celular nos últimos anos, segundo o IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2015 10:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cripto-Moeda & Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias Móveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é uma fundação pública da administração federal brasileira criada em 1934 que tem atribuições ligadas às geociências e estatísticas sociais, demográficas e econômicas &#8211; Equivalente ao Census dos Estados Unidos. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo órgão, obtém informações sobre características demográficas e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é uma fundação pública da administração federal brasileira criada em 1934 que tem atribuições ligadas às geociências e estatísticas sociais, demográficas e econômicas &#8211; Equivalente ao Census dos Estados Unidos. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo órgão, obtém informações sobre características demográficas e socioeconômicas da população, como sexo, idade, educação, trabalho e rendimento, características dos domicílios, informações sobre migração, fecundidade, nupcialidade, entre outras.</p>
<p>O IBGE divulgou em abril de 2015, o suplemento da Pnad de 2013 com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no País. Esse suplemente é composto de um conjunto extenso de dados que contribuem para a identificação dos principais aspectos relacionados ao seu acesso nos domicílios e ao uso individual pelas pessoas. Para sua realização, foram considerados indicadores-chave das TIC aprovados na Cúpula Mundial da Sociedade da Informação (World Summit on the Information Society &#8211; WSIS), realizada em Genebra, em 2005.</p>
<p>Como é de se esperar, as parcelas da população de baixa renda e escolaridade tinham menores índices de acesso ao aparelho celular, bem como os trabalhadores agrícolas &#8211; respectivamente, 50,9%, 60,2% e 48,9%. De 2005 a 2013, houve um aumento de 131,4% de brasileiros com acesso a telefone celular, atingindo cerca de  73,9 milhões de pessoas. Em 2013, 75,2% da população brasileira já tinha acesso ao aparelho &#8211; Segundo o IBGE.</p>
<p>A maior taxa de acesso ao aparelho deu-se no Centro-Oeste (83,8%), demonstrando uma mudança na tendência anterior em que a região Sudeste estava a frente. Entre os estados, o Distrito Federal tem o maior percentual do Brasil &#8211; 89,4% &#8211; e o crescimento maior ocorreu no Tocantins &#8211; de 27% para 74,6%, no período analisado.  De acordo a pesquisa, a posse de telefone móvel celular é maior entre as mulheres (75,9%), do que entre os homens (74,4%), contrariando essa regra estão apenas as regiões do Sudeste e do Sul.</p>
<p>Além das informações sobre os aparelhos móveis a pesquisa trabalhou com dados sobre Utilização da Internet, Equipamentos de acesso à Internet, Acesso à televisão, Existência de tablets e Tipo de conexão à Interne. Para ter acesso integral ao conteúdo, visite o site do IBGE:  <a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/acessoainternet2013/default_xls_2013.shtm" target="_blank" class="broken_link">www.ibge.gov.br</a></p>
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