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	<title>Arquivos Longa-metragem | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos Longa-metragem | Tecnoveste</title>
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		<title>À espreita do mal &#8211; Dir. Adam Randall [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jun 2021 19:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A junção entre uma família em ruínas, uma dupla policial e um criminoso em série, forma a receita que dá origem a &#8220;À espreita do mal”, produção da Netflix. &#160; Breve introdução na história Em uma pequena cidade, o desaparecimento de crianças se torna recorrente. Enquanto isso, uma família passa dificuldades de relacionamento, por algo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A junção entre uma família em ruínas, uma dupla policial e um criminoso em série, forma a receita que dá origem a &#8220;À</span><i><span style="font-weight: 400"> espreita do mal</span></i><span style="font-weight: 400">”, produção da </span><a href="https://www.netflix.com/browse"><i><span style="font-weight: 400">Netflix</span></i></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Breve introdução na história</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Em uma pequena cidade, o desaparecimento de crianças se torna recorrente. Enquanto isso, uma família passa dificuldades de relacionamento, por algo ocorrido num passado não muito distante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Greg Harper (</span><a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-19805/"><i><span style="font-weight: 400">Jon Tenney</span></i></a><span style="font-weight: 400">), policial experiente que se depara com problemas familiares e é convocado para o caso que assola a cidade, onde crianças estão sumindo em grande escala, configurando assim, crime serial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao mesmo tempo, coisas estranhas acontecem na casa de Harper e sua família, composta por Jackie (</span><a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-2193/"><i><span style="font-weight: 400">Helen Hunt</span></i></a><span style="font-weight: 400">) e Connor (</span><a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-736728/"><i><span style="font-weight: 400">Judah Lewis</span></i></a><span style="font-weight: 400">), eles têm que descobrir o motivo, correndo riscos psicológicos e físicos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Suspense ou Terror?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">À espreita do mal tem um grande problema de </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-roteirista-de-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Roteiro</span></i></a><span style="font-weight: 400"> logo no início, quando não deixa claro seu objetivo de gênero. A ideia de abordar crimes em série é interessante, porque entra na dinâmica de filmes policiais, mas a produção fica trabalhando demasiadamente em técnicas típicas dos terrores clichês (</span><i><span style="font-weight: 400">Jumpscares</span></i><span style="font-weight: 400"> e trilha não diegética sem nada acontecendo), deixando o espectador confuso sobre a proposta, pelo menos até o início do segundo ato.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Ritmo</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O filme apresenta grandes irregularidades quanto ao enredo e o que é construído visualmente. Enquanto acompanhamos a trajetória da família principal no primeiro ato, eventos estranhos assolam sua casa, até aí tudo bem, isso é uma prática comum e funcional nos suspenses, mas quando acontecem de forma exagerada e no mesmo formato em cenas seguidas, sem a intenção de evoluir a narrativa, se torna desagradável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Depois da repetição excessiva no primeiro ato, temos os segundo e terceiro atos que deixam claros a experiência que o espectador terá até o fim do longa, já que são dadas explicações verbais pontuais. Alguns </span><i><span style="font-weight: 400">Plot Twists</span></i><span style="font-weight: 400"> são legais, mas poderiam ter mais profundidade quanto ao motivo de acontecerem, para não soar como escape gratuito.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Roteiro e Produção</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">“</span><i><span style="font-weight: 400">À espreita do mal</span></i><span style="font-weight: 400">“ tem muitos problemas relacionados ao desenvolvimento de enredo e isso acaba custando caro para filmes de Suspense. Não há grandes atores/atrizes e os personagens não cativam a ponto de torcermos pelo seu bem ou mal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O segundo ato do longa-metragem chega a trazer uma esperança de engrenagem da produção, mas na reviravolta para o terceiro ato, tudo vai por água abaixo, quando conveniências passam a servir de muletas para o </span><i><span style="font-weight: 400">Roteiro</span></i><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o filme nos deparamos com um conceito interessante, denominado </span><i><span style="font-weight: 400">Phrogging </span></i><span style="font-weight: 400">(invasão de residências). </span><i><span style="font-weight: 400">Phrogging</span></i><span style="font-weight: 400"> é uma ação feita por criminosos que “pulam” de casa em casa no modo furtivo, se valendo de suas habilidades para praticar sequestros e roubar itens, a fim de obter ganhos sobre as vítimas. Essa ação é muito comum em lugares de subúrbio e condomínios.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Vale a pena assistir?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Infelizmente este não é o filme que eu indicaria quando alguém quisesse algo de Suspense para assistir. Ele tem problemáticas que nos fazem perder o interesse pela história, logo nos minutos iniciais, quando ficam martelando na dinâmica frágil da repetição de elementos que mais pra frente, percebemos não serem conexos com a linha de raciocínio daquele universo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">São poucas as situações que quebram expectativas, fator que deixa o suspense monótono e sem a sensação de perigo iminente. O último ponto de virada é decepcionante e a utilização de figurino sem sentido claro, frustra de vez a esperança alimentada no segundo ato. </span></p>
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		<title>Entendendo a Pornochanchada com o filme &#8220;O sexo nosso de cada dia&#8221;, lançado em 1981</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 May 2021 19:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[Prostituição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Pornochanchadas foram tendência no Cinema brasileiro durante um tempo, marcando forte passagem nas décadas de 1970 e 1980. Aqui falaremos sobre um dos títulos do gênero, &#8220;O sexo nosso de cada dia&#8220;, que traz todos os signos do formato. O conteúdo do filme Longa-metragem dirigido e escrito por Ody Fraga, que trabalhou bastante com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Pornochanchadas foram tendência no Cinema brasileiro durante um tempo, marcando forte passagem nas décadas de 1970 e 1980. Aqui falaremos sobre um dos títulos do gênero, &#8220;<em>O sexo nosso de cada dia</em>&#8220;, que traz todos os signos do formato.</p>
<h2>O conteúdo do filme</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Longa-metragem dirigido e escrito por <a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-588016/"><em>Ody Fraga</em></a>, que trabalhou bastante com novelas e ficou mais inserido no meio das pornochanchadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme traz o passo-a-passo da linha de pornochanchada. Temos um roteiro raso no que diz respeito a imprimir uma história engajada, a direção de arte bem fomentada com decoração e figurinos explorados ao máximo, trilha sonora acompanhando os acontecimentos, acentuada principalmente nas cenas envolvendo teor sexual e abordagem de temas polêmicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse filme é da década de 1980 e fala da mulher na posse de seu corpo e liberdade em meio a uma sociedade machista. Três amigas são as personagens centrais e cada uma vive seus dilemas, são abordadas coisas do tipo, perder virgindade, ter medo de homens, posição de poder, prostituição e fantasias sexuais.</span></p>
<h2>A Pornochanchada</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A pornochanchada em sua maioria produzida, é voltada ao público masculino e às vezes beira a um machismo excessivo. “<em>O sexo nosso de cada dia</em>” reflete isso em toda a sua extensão, o tempo inteiro as mulheres são retratadas como objeto, apesar de haver situações onde elas estão no comando de escolher quando vão transar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tem uma personagem das três, no final do filme que é extremamente violada, ela tem medo de homens, não é adepta de sexo anal e é praticamente ignorada quanto suas vontades, o roteiro não tem pudor para a situação dela e nas cenas da suruba ela tá morrendo de prazeres, como se sua consciência não estivesse mais ali. </span></p>
<h2>Vale a pena assistir?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como citei no início da crítica, “O sexo nosso de cada dia” traz a linha completa do que uma pornochanchada deve obter. Para um longa do gênero, eu achei sincero. Não vou dizer que indico para todo mundo, por motivos óbvios, é um filme que apesar de beirar à tosquice, tem que saber digerir criticamente.  </span></p>
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		<title>Os salafrários &#8211; Dir. Pedro Antônio [Sessão crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 May 2021 19:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comédia brasileira é sempre lembrada quando o assunto é cinema nacional. A Netflix embarcou na onda do besteirol brasileiro e lançou em seu catálogo, o filme “Os salafrários”, e aqui vamos falar sobre essa produção. &#160; Um pouco da história Clóvis (Marcus Majella) tem infância e adolescência problemática, sem se fixar em um lar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A comédia brasileira é sempre lembrada quando o assunto é cinema nacional. A </span><a href="https://www.netflix.com/"><i><span style="font-weight: 400">Netflix</span></i></a><span style="font-weight: 400"> embarcou na onda do besteirol brasileiro e lançou em seu catálogo, o filme “</span><i><span style="font-weight: 400">Os salafrários</span></i><span style="font-weight: 400">”, e aqui vamos falar sobre essa produção.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Um pouco da história</span></h2>
<p><i><span style="font-weight: 400">Clóvis (</span></i><a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-654337/"><i><span style="font-weight: 400">Marcus Majella</span></i></a><i><span style="font-weight: 400">)</span></i><span style="font-weight: 400"> tem infância e adolescência problemática, sem se fixar em um lar familiar. O tempo passa, e quando vira adulto, encontra sua vocação em aplicar golpes (Vendas de artes falsas, furto de dinheiro em conta, não pagamento de despesas, etc.) nas pessoas para se sustentar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após um dos golpes dar errado, ele acaba se deparando, no meio de sua fuga, com a irmã </span><i><span style="font-weight: 400">Lohane (</span></i><a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-640654/"><i><span style="font-weight: 400">Samantha Schmütz</span></i></a><i><span style="font-weight: 400">)</span></i><span style="font-weight: 400">. Os dois portam muitas diferenças e tem que se virar para escapar das enrascadas em que se encontram.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">A estrutura do filme</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Seguindo a </span><i><span style="font-weight: 400">Narrativa Clássica</span></i><span style="font-weight: 400">, acompanhamos os protagonistas </span><i><span style="font-weight: 400">Clóvis</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">Lohane</span></i><span style="font-weight: 400"> em um conjunto de cenas cômicas. O </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-roteirista-de-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Roteiro</span></i></a><span style="font-weight: 400"> foca no humor brasileiro, principalmente em se tratando de rir da própria situação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O </span><i><span style="font-weight: 400">Rio de Janeiro</span></i><span style="font-weight: 400"> é palco da história, como ocorre na maioria das produções nacionais de destaque. A trilha sonora é interessante, trazendo nomes que vão de </span><i><span style="font-weight: 400">Raul Seixas</span></i><span style="font-weight: 400"> até </span><i><span style="font-weight: 400">Anitta</span></i><span style="font-weight: 400">, sendo assim, um complemento ao ritmo da narrativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-e-a-direcao-de-arte-no-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Direção de Arte</span></i></a><span style="font-weight: 400"> é bem ativa, dando aos cenários e figurinos, a vivacidade que estamos acostumados a assistir, focando num visual bem litorâneo do </span><i><span style="font-weight: 400">Brasil</span></i><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Vale a pena assistir?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">“</span><i><span style="font-weight: 400">Os salafrários</span></i><span style="font-weight: 400">” consegue tirar alguns risos, peca muitas vezes no ritmo da história e tem problemas de emoção no </span><i><span style="font-weight: 400">Voice Off</span></i><span style="font-weight: 400"> (o bom é que ele aparece mais no início e depois deixa as cenas funcionarem por si). Apesar de ser um besteirol, falta um pouco de ousadia na ora de elaborar as cenas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O longa-metragem aborda temáticas relevantes como a corrupção envolvendo políticos e pessoas que aplicam golpes em outras. Infelizmente estamos familiarizados com essas questões, mas o filme traz de forma leve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Valer a pena ver… até vale, porém, com algumas ressalvas. Tem momentos para você se divertir, então, se estiver em um dia bem ocioso, e quiser rir um pouco das irregularidades feitas por pessoas de má fé no território nacional, essa é a indicação!  </span></p>
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		<title>[Sessão Crítica] Luzes da cidade (1931) &#8211; Dir. Charlie Chaplin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2020 19:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  Luzes da cidade é um longa-metragem da imensa série de filmes idealizados e feitos por Charlie Chaplin. Este filme tem uma história extremamente rica e impacto cinematográfico, então vamos falar sobre ele. O enredo   Carlitos, envolvido em perseguição por encrenca, acaba correndo pela cidade e em uma das ruas tem contato com uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Luzes da cidade é um longa-metragem da imensa série de filmes idealizados e feitos por </span><a href="https://www.ebiografia.com/charles_chaplin/"><i><span style="font-weight: 400">Charlie Chaplin</span></i></a><span style="font-weight: 400">. Este filme tem uma história extremamente rica e impacto cinematográfico, então vamos falar sobre ele.</span></p>
<h2></h2>
<h2 data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">O enredo</span></h2>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Carlitos, envolvido em perseguição por encrenca, acaba correndo pela cidade e em uma das ruas tem contato com uma florista e sua pequena banca de flores. Ela quer vender uma flor e nosso protagonista começa a interagir com a moça, ao passo que ele descobre a cegueira da mesma. Durante a conversa, um ricaço para seu carro de luxo em frente à banca e bate a porta do veículo, fazendo a moça achar que Carlitos foi embora. Percebendo o achismo da florista, ele vai embora de fato, sem corrigi-la e muito encantado por ela.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  O personagem principal vai refletir sobre a mulher, na beira de um rio, mas seu pensamento logo muda de foco, quando um homem bêbado está planejando suicídio por afogamento. Carlitos sem pensar muito, convence o rapaz a não concretizar tal ato, pois a vida tem bastante coisa pela frente. O homem acredita no protagonista e passa a considerá-lo como grande amigo, revelando sua posição social, se mostrando bem rico. </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Os dois vão comemorar a vida na casa do milionário e em seguida numa danceteria chique. No dia seguinte o protagonista, saindo da casa do rico, vê a florista passando na calçada. Ele pega dinheiro com seu novo amigo e compra todas as flores dela, em seguida, a leva para casa.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">   Um tempo passa, o rico fica sóbrio e não se lembra da amizade com Carlitos. O nosso protagonista fica sabendo que sua amada está doente e sem trabalhar e isto se torna um grande problema, pois o aluguel dela está atrasado. Carlitos vai em busca de conseguir dinheiro e entra nas suas aventuras absurdas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">A estrutura</span></h2>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Participando da categoria de filmes mudos, Luzes da cidade explora bem a trilha sonora, com momentos cômicos onde personagens fazem discursos e suas palavras saem em formas de grunhidos. Há uma cena sensacional, onde tem a gag com um apito, que traz seu som para substituir o barulho de tosses e soluços.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Os enquadramentos de câmera respeitam a convenção estabelecida pela época, priorizando planos gerais em boa parte do filme, com exceção de pouquíssimos planos fechados e detalhes. Tal padrão, reforça uma atuação voltada para a pantomima (poucas palavras e muito gestual corporal), que em planos gerais se torna importante para o entendimento do público acerca da situação vigente.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  A </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-e-a-direcao-de-arte-no-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Direção de Arte</span></i></a><span style="font-weight: 400"> busca ambientar a história em uma cidade grande fictícia de 1931, então mergulha em elementos como conjuntos de prédios, casas de milionários, moradias mais pobres, trânsito intenso de carros, etc.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">Vale a pena assistir?</span></h2>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  </span><span style="font-weight: 400">Eu diria que se você é um/a cinéfilo/a apaixonado/a, esse é um dos títulos que deve entrar na sua lista, pois além de ter sido feito por nada mais, nada menos que Charlie Chaplin, apresenta qualidade técnica inigualável.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  É um filme que traz temas pertinentes, como deficiência visual, alcoolismo e amizades superficiais. O jeito como são abordados no longa, mostra como seu criador (Chaplin) era sensível em suas realizações.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  O filme todo é genial, mas a cereja do bolo está na última cena, que com certeza entra para o hall das mais emocionantes e bem montadas da história do cinema.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Então, sim! Vale muito a pena assistir!</span></p>
<p style="text-align: right" data-speechify-sentence=""><em><span style="font-weight: 400">Por</span></em></p>
<p style="text-align: right" data-speechify-sentence=""><em><span style="font-weight: 400">Juliano Ferreira</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400">  </span></p>
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		<title>[Sessão Crítica] O Cangaceiro (1953) &#8211; Dir. Lima Barreto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2020 19:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Buscando melhor definição para esse longa, cheguei a conclusão de que é uma experiência hollywoodiana no Brasil. A produção   Vera Cruz tinha objetivos específicos e foi eficaz em atingir quase todos. “O Cangaceiro” é baseado na história de Lampião e seu bando, mas foca no romance de seu braço direito com a professora sequestrada em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Buscando melhor definição para esse longa, cheguei a conclusão de que é uma experiência hollywoodiana no Brasil.</span></p>
<h2>A produção</h2>
<p><span style="font-weight: 400">  Vera Cruz tinha objetivos específicos e foi eficaz em atingir quase todos. “O Cangaceiro” é baseado na história de Lampião e seu bando, mas foca no romance de seu braço direito com a professora sequestrada em troca de conseguirem vantagem. O filme segue a narrativa clássica com três atos e pontos de virada bem demarcados, os personagens aparecem bem trabalhados e são fundamentais no desenrolar da história. O quarteto amoroso é uma forma de conseguir entreter o público alvo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Gostei muito da técnica, a fotografia sofisticada com planos gerais interessantes situam bem onde a história se passa, apesar das gravações terem sido feitas no interior de São Paulo, consigo ter a impressão que tudo se passa no Nordeste. As atuações convencem, porém, os traços europeus nos rostos bem esculpidos tiram a simplicidade de quem compõe o Cangaço, isso acaba prejudicando a veracidade da mensagem a ser transmitida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Quando falo que a Vera Cruz atingiu quase todos os objetivos, é que por um grande detalhe essa produção não alavancou outras do mesmo estilo. A produtora pensava alto, queria competir com os polos mundiais do cinema, dentre eles a famosa Hollywood que estava vivendo sua “Era de Ouro”,  onde estaria o problema? Bem, Hollywood estava crescendo dentro de uma potência mundial, Estados Unidos, onde o estilo de vida é totalmente diferente e a educação do público cinematográfico se adaptou às obras que lhes são passadas.</span></p>
<h2>A realidade</h2>
<p><span style="font-weight: 400">  No Brasil, ainda país de “terceiro mundo” o quadro é bem diferente, povo sofrido, pobreza escandalosa com as pessoas sem acesso ao entretenimento, a produtora seleciona um público pequeno e esquece do restante que representa a maior parcela populacional, isso é a receita para algo sofisticado com foco no exterior não dar certo nacionalmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   No mais, o filme tem pontos bacanas, como falei da fotografia e atuações, tem uma riqueza cenográfica, explorando a natureza e afins. Indico sem pestanejar para quem estiver procurando um romance com musical, aliás a trilha sonora perfeita sem exagero e aconchegante para os ouvidos, percebi um grande envolvimento de todos ali presentes, ótimo filme!  </span></p>
<p style="text-align: right"><em>Por </em></p>
<p style="text-align: right"><em>Juliano Ferreira</em></p>
<p style="text-align: right">
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		<title>[Sessão Crítica] O Bandido da Luz Vermelha (1968) &#8211; Dir. Rogério Sganzerla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2020 19:00:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[filme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bandido    Esse é um longa que tem a direção e roteiro feitos pelo Rogério Sganzerla, que na época do lançamento, tinha apenas 22 anos. Ele conseguiu viver do cinema ao longo da vida, mas seus outros títulos não tiveram tanta notoriedade quanto a do filme que irei escrever sobre.    Abusando e externando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400">O bandido</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">   Esse é um longa que tem a direção e roteiro feitos pelo Rogério Sganzerla, que na época do lançamento, tinha apenas 22 anos. Ele conseguiu viver do cinema ao longo da vida, mas seus outros títulos não tiveram tanta notoriedade quanto a do filme que irei escrever sobre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   Abusando e externando da cultura pop em tela, “O bandido da luz vermelha” é um filme de ficção baseado nos crimes cometidos pelo personagem-título. A trama em sua totalidade apresenta características que até então não percebi nos outros filmes nacionais da época, que assisti. Os enquadramentos e movimentos da câmera, apesar de não serem originais na composição, são bem colocados e dinamizam o fato em foco, recurso explorado a fundo no cinema Hollywoodiano, peguei essa referência logo de início com a perseguição de automóveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   O protagonista “rouba” a cena com a atuação intensa de Paulo Villaça, você sente o peso dramático a ser transmitido e as cenas que envolvem a quebra da quarta parede são sensacionais. Os demais componentes do elenco cumprem seu papel de forma importante. A trilha sonora é repleta de canções que provavelmente o público da época estava familiarizado, pude reconhecer algumas e isso fez com que eu me aproximasse mais da proposta da obra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   O roteiro mescla elementos quanto à narrativa, segue a clássica, mas traz o rompimento da quarta parede, há sempre uma narração, seja de jornalista, seja do protagonista, tem o arco do herói, seus conflitos pessoais e profissionais são apresentados sem dificuldade de interpretação. Gostaria de parabenizar também a montagem com cortes milimétricos e encaixes estudados com otimismo.</span></p>
<h2></h2>
<h2><span style="font-weight: 400">O legado </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">    O filme realiza críticas fortes ao contexto da época, estamos falando de algo lançado em 1968, a ditadura estava ocorrendo desde 1964, temas como sexualismo, terrorismo, comunismo, guerras, pobreza, corrupção e movimento intelectual são discutidos e ao assisti-lo, a impressão é que enquanto leio uma crônica de jornal, estou escutando uma rádio-notícia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   “O bandido da luz vermelha” pode ser chamado de clássico nacional, devido ao processo em geral, não tive dificuldade em perceber os signos apontados. É um longa que tem linguagem forte voltada para uma esfera política e social de 1968, pode ser usado até por historiadores. Não fica devendo em nada do que propõe e prendeu a minha atenção.    </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><em>Por</em></p>
<p style="text-align: right"><em>Juliano Ferreira</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/sessao-critica-o-bandido-da-luz-vermelha-dir-rogerio-sganzerla/">[Sessão Crítica] O Bandido da Luz Vermelha (1968) &#8211; Dir. Rogério Sganzerla</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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