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	<title>Arquivos loucura | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos loucura | Tecnoveste</title>
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		<title>Como é a mente de um psicopata?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 19:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[lazaro]]></category>
		<category><![CDATA[loucura]]></category>
		<category><![CDATA[psicopata]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno psiquiátrico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há mais de 300 transtornos psiquiátricos estabelecidos, segundo o manual da área. Dentre vários, estão os transtornos da personalidade que são divididos em três categorias: A, B e C. Os transtornos do grupo B incluem, dentre outros, o transtorno da personalidade antissocial onde está o enquadramento do psicopata. Segundo os manuais de psicopatologia, alguns traços [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de 300 transtornos psiquiátricos estabelecidos, segundo o manual da área. Dentre vários, estão os transtornos da personalidade que são divididos em três categorias: A, B e C. Os transtornos do grupo B incluem, dentre outros, o transtorno da personalidade antissocial onde está o enquadramento do psicopata.</p>
<p>Segundo os manuais de psicopatologia, alguns traços são determinantes para esse diagnóstico, pelo menos três dos seguintes: fracasso em ajustar-se às normas sociais, tendência à falsidade, impulsividade em planos para o futuro, irritabilidade/agressividade, descaso com a segurança de si e dos outros. Os psicopatas tem ausência de temor, insensibilidade à punição e busca por emoção. A resposta por algumas dessa situações pode estar em uma estrutura interna do cérebro: a amígdala.</p>
<h2>A amígdala cerebral</h2>
<p>Há muitos que confundem as amígdalas, porque há duas estruturas potencialmente com esse nome. Um par delas fica na garganta e estão ligadas com a defesa imunológica da região. O outro par fica na base do cérebro e está ligada, entre outras funções, à regulação do medo.</p>
<p>Em macacos <em>Rhesus</em>, quando a amígdala cerebral era lesionada, seus comportamentos mudavam radicalmente. Eles apresentavam:</p>
<p>a) passividade de animais à que eram selvagens;</p>
<p>b) perversão do apetite;</p>
<p>c) cegueira psíquica manifestada pela incapacidade de reconhecer objetos ou mesmo animais que antes causavam medo, tais como cobras e escorpiões;</p>
<p>d) tendência oral manifestada pelo ato de levar à boca todos os objetos que encontra (inclusive escorpiões);</p>
<p>e) tendência hipersexual que leva os animais a tentarem continuamente o ato.</p>
<p>Em muitos psicopatas, há uma redução do volume da amígdala cerebral. Essa descoberta pode sugerir a falta de empatia que vivenciam, a redução do medo e a impulsividade sexual. Entretanto, um marcador biológico único aparentemente não dá conta de explicar diversos casos em que a psicopatia está presente e sem revelação morfofisiológica evidente. Fatores genéticos podem estar presentes para produzir um psicopata mas fatores ambientais sempre têm sua importância, inclusive durante a gestação da dele e até antes dela. Sabemos como a busca da predição de psicopatas na sociedade pode salvar muitas vidas. Mas o mistério parece estar guardado de muitas formas e a chave atirada no fundo do oceano.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Elogio à loucura: reflexões sobre a loucura e a ficção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 09:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Livros & Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Publieditorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No cinema para a vida No dia 03 de outubro deste ano, foi lançado o filme Joker (Coringa). De acordo com o site AdoroCinema, o filme levou nota 5,0 nas críticas, para os usuários, o filme mereceu uma nota de 4,5 e a imprensa 4,2. A média crítica do filme pode ser considerada elevada, com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>No cinema para a vida</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">No dia 03 de outubro deste ano, foi lançado o filme Joker (Coringa). De acordo com o site</span><a href="http://www.adorocinema.com/filmes/filme-258374/"> <span style="font-weight: 400">AdoroCinema</span></a><span style="font-weight: 400">, o filme levou nota 5,0 nas críticas, para os usuários, o filme mereceu uma nota de 4,5 e a imprensa 4,2. A média crítica do filme pode ser considerada elevada, com toda certeza. Mas o que iremos analisar é algo bem diferente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É possível que um personagem se transforme em um ser na vida real? A loucura tratada é ficcional ou é real?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Admito que não sei nada sobre patologias da mente &#8211; a quem se interessar, indico um artigo que trata sobre o livro </span><a href="http://www.scielo.br/pdf/trends/v33n3/a09v33n3.pdf"><span style="font-weight: 400">Cinema e Loucura</span></a><span style="font-weight: 400"> ou no cinema brasileiro, que há um artigo muito bom sobre </span><a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1983-60072008000200008"><span style="font-weight: 400">Representações Imagéticas no Cinema Brasileiro</span></a><span style="font-weight: 400">. Não sou psicólogo e acredito não ter tal perícia para opinar, quem diria para escrever sobre. Tratarei sobre a teoria do personagem e suas loucuras.</span></p>
<h3><b>Louco, louco e louco</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Diversos personagens na ficção são loucos. O que se entende por loucura é, na verdade, uma marginalização do que é considerado normal, do que a sociedade regula ser, na verdade. Dependendo de como e quem analisa a obra em questão, haverá muitos detalhes, como quando citado Jean Claude-Carrière no livro Literatura e Cinema (2007, vol. 1), da coletânea</span><span style="font-weight: 400"> Mistérios da Criação Literária, de José Domingos de Brito (Org.).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Compreende-se assim que, qualquer pessoa que faça algo que não é aceito pela sociedade, é louca. De certo modo, eles têm razão. Por outro lado, entender quão complexo é esse raciocínio também é um movimento necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em o célebre livro de Lewis Carroll, </span><i><span style="font-weight: 400">Alice no país das maravilhas</span></i><span style="font-weight: 400">, encontramos diversos exemplos de personagens ficcionais que possuem traços de loucura &#8211; isso para não dizer completamente loucos -, ou que possuem em seus nomes, o adjetivo louco ou maluco, como o Chapeleiro Maluco.</span></p>
<h3><b>Ser e Estar, eis a questão&#8230;</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O processo ficcional é colaborativo e instigante. Não é possível criar um personagem do zero. O que se pode fazer é se inspirar em um &#8211; ou vários &#8211; já existentes. A completa inovação é difícil e teoricamente impossível &#8211; algo que muitas vezes não acontece na prática, já que temos diversos escritores inovando em diversos pontos de suas narrativas e ficções -, no entanto, trataremos de algo bem mais filosófico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ser ficcional, paradoxalmente, existe nas entrelinhas. Ele </span><b>é</b><span style="font-weight: 400"> apenas no papel, onde </span><b>está</b><span style="font-weight: 400"> situado. Em línguas onde os verbos </span><i><span style="font-weight: 400">ser</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">estar</span></i><span style="font-weight: 400"> significam coisas diferentes, estando separados &#8211; no inglês eles são o mesmo, </span><i><span style="font-weight: 400">verb to be</span></i><span style="font-weight: 400">, que através do contexto, sabe-se qual é qual -, pode-se entender que, o indivíduo pode </span><b>ser</b><span style="font-weight: 400"> sem </span><b>estar</b><span style="font-weight: 400">? E o contrário, </span><b>estar</b><span style="font-weight: 400"> sem </span><b>ser</b><span style="font-weight: 400">, é possível?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Bem, é confuso, eu sei. Mas imagine-se comigo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu existo independentemente de estar? Sim, certo?</span><span style="font-weight: 400"><br />
</span><span style="font-weight: 400">Eu consigo existir no meu quarto, enquanto outras pessoas existem em outro lugar, o que não significa que eu precise estar onde elas estão para existir (para ser).</span><span style="font-weight: 400"><br />
</span><span style="font-weight: 400">Logo, o verbo </span><b>ser</b><span style="font-weight: 400"> está atrelado ao verbo </span><b>existir</b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já é possível estar se não existe? Por exemplo, é possível uma galinha de 20 olhos, 7 cabeças e 1 ouvido estar na sua sala? Bem, até seria possível, se ela existisse. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um verbo independe do outro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já que entendemos isso, passamos ao cinema e aos livros.</span></p>
<h3><b>Cinema, livros e ficção</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Nos livros, novamente, nos baseamos em algo que já existe, ou seja, vemos ou pensamos e depois escrevemos. No cinema, mais ainda, nos baseamos em outros filmes, livros, músicas e etc… Ou seja, nos baseamos nas produções já existentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ser ou indivíduo louco é tão importante na história que uma das cartas mais significativas do tarot é “o louco”, uma das 78 cartas e o vigésimo segundo Arcano Maior &#8211; nome dado ao conjunto principal das 22 cartas que compõem o grupo do tarot, diferenciando-se das menores -, isso significa que se para a prática esotérica e mística essa figura é importante, imagine para a ficção, em si. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já que a ficção se apropria de inúmeras figuras místicas e de práticas de nosso imaginário. Isso passa a significar uma verdade, logo, o imagético se transforma em real em nossas mentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa é a grande importância do imaginário para os livros, cinema e para a ficção, já que sem o imaginário, não teríamos esse conteúdo tão amplo para decorrer &#8211; tendo mais interesse, sugiro o artigo <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Elogio-à-loucura_-reflexões-sobre-os-personagens-do-livro-“Alice-no-país-das-maravilhas”-de-Lewis-Carroll.pdf">Elogio à loucura</a>.</span></p>
<h3><b>Que loucuras lerei?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Eis aqui algumas poucas reflexões sobre a loucura na ficção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, ao ler um bom livro sobre a loucura ou algo ficcional, saiba dessas boas novas.</span></p>
<hr />
<p style="text-align: left">Por <a href="https://www.flow.page/rosemberg">Pedro Rosemberg</a></p>
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