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	<title>Arquivos matemática | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos matemática | Tecnoveste</title>
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		<title>Alimento, pesquisa e muito estudo &#8211; A química perfeita que fez Raquel Peres de Morais Urano uma referência para mulheres na ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 11:30:29 +0000</pubDate>
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<p data-speechify-sentence=""><a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-qu…squisa-no-brasil/" class="broken_link"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-22805" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=300%2C169&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Raquel-1.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p data-speechify-sentence="">Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano.</p>
<p data-speechify-sentence="">Ela é engenheira de alimentos pela Universidade Federal do Ceará (UFC), doutora em ciências e pesquisadora de pós-doutorado pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC-USP), e professora da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo. É colaboradora do canal de divulgação científica &#8220;Ciência Brasileira é de Qualidade&#8221;. É idealizadora e uma das coordenadoras do projeto de extensão &#8220;Elas na Engenharia&#8221; da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP), cujo objetivo é incentivar alunas do ensino médio a seguirem carreira nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM).</p>
<p data-speechify-sentence="">Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Primeira pergunta: O que te fez escolher a sua área de estudo?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;A primeira vez que vi um cientista foi numa matéria de telejornal. Eu, muito criança, me inspirei naquele senhor de jaleco e, embora não soubesse muito bem o que ele fazia,  me veio a vontade de também me tornar cientista. A inspiração para a área de exatas veio da admiração por duas professoras de matemática do ensino fundamental. A matemática entrou na minha vida e se tornou minha primeira paixão. No ensino médio me apaixonei por biologia. Estava eu com essas duas paixões, matemática e biologia, e o sonho em me tornar cientista. Juntei as duas paixões no curso de Engenharia de alimentos. Durante a graduação fui descobrindo e aprendendo a trilhar meu caminho na ciência&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Segunda pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;No primeiro ano de graduação mergulhei no mundo da microbiologia. Foi amor à primeira vista! Desde então comecei com estágio voluntário, iniciação científica e monitoria na área de microbiologia de alimentos. Na pós-graduação trabalhei por 12 anos no Laboratório de Química de Produtos Naturais da USP, com microbiologia marinha na pesquisa por produtos naturais que pudessem ser utilizados na produção de fármacos ou na agricultura. Recentemente decidi aprimorar meus estudos nas técnicas cromatográficas e de bioinformática para entender melhor como observar e identificar todas as substâncias produzidas por um organismo vivo. Tudo isso me deu mais certeza da carreira que eu queria seguir, do amor em fazer ciência, transmitir conhecimento e estimular mais pessoas a seguir na carreira científica&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Terceira pergunta: Qual recado você gostaria de dar para outras mulheres que gostariam de ingressar na área?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;As exatas, em especial, as engenharias são ambientes majoritariamente masculino. Precisamos mudar essa realidade fazendo com que mais mulheres migrem para essa área de estudo. Eu gostaria de dizer para vocês mulheres, que são capazes e que vocês podem estar aonde vocês quiserem. Não tenham medo de falar e de mostrar o seu ponto de vista. Faça o que você realmente gosta, faça cursos, procure bolsas de iniciação científica, faça parcerias, participe de congressos e de atividades extracurriculares, procure se envolver em atividades de cultura, ensino e extensão. É importante também fazer atividades que trabalhem sua mente, corpo e equilíbrio emocional. Isso ajuda muito durante a carreira científica. Precisamos ter representatividade para que outras mulheres tenham em quem se inspirar. O que vejo de mais importante é valorizar o trabalho de outras mulheres, ler livros de autoras, protagonistas, líderes e cientistas mulheres&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Quarta pergunta: Como você vê as mulheres cientistas no Brasil?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;Apesar de muito produtivas, as mulheres ainda são invisíveis no Brasil. As mulheres são responsáveis por cerca de 70% do total de publicações entre os anos de 2008-2012. Porém, o governo contempla apenas 24% das mulheres com subsídio do governo brasileiro concedido aos cientistas mais produtivos do país (bolsa de produtividade). A sub-representação das mulheres em posições de liderança ainda é persistente. Apenas 14% das mulheres ocupam a Academia Brasileira de Ciências. Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, as cientistas diminuíram a produtividade acadêmica em relação aos homens, pois somaram-se trabalhos domésticos e cuidados com a família&#8221;.</p>
<h3 data-speechify-sentence="">Quinta pergunta &#8211; Na sua visão, qual o papel das mulheres cientistas na sociedade?</h3>
<p data-speechify-sentence=""><strong>Resposta de Raquel</strong> &#8211; &#8220;Inúmeros projetos capazes de mudar a vida de muitas pessoas para melhor foram realizados por mulheres. Nas áreas de ciências da saúde 60% dos trabalhos de pesquisa são realizados por mulheres. Enquanto que apenas 25% dos trabalhos nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) são feitos por mulheres, um número extremamente baixo se comparado a uma sociedade de maioria feminina (51,8% segundo dados do IBGE de 2019). O principal papel da mulher como cientista na sociedade é o de produzir e fazer ciência. Posteriormente, devemos ser comunicadoras, multiplicadoras e referencial para futuras novas cientistas. Para que uma mulher tenha voz, precisamos dar voz, ou seja, valorizar a pesquisa científica feminina e contribuir para que elas tenham ainda mais espaço&#8221;.</p>
<p data-speechify-sentence="">Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p data-speechify-sentence="">Quer conhecer mais sobre o trabalho da Pesquisadora e Professora Raquel Peres de Morais Urano: <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/179415/raquel-peres-de-morais-urano/">Biblioteca FAPESP</a> e <a href="http://lattes.cnpq.br/2880150932692544">Lattes</a></p>
<p data-speechify-sentence="">Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
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		<title>Sobre a Matemática e sua aprendizagem para mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaqueline Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 14:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre houve uma falácia impregnada em nossa sociedade que afirma que o aprendizado das mulheres em disciplinas das áreas de Ciências Exatas e Tecnológicas e, em destaque, está a Matemática, não pode ser comparado com o aprendizado dos homens. Digo falácia, porque poucas pesquisas sólidas foram desenvolvidas, focadas nesta área. No sentido de contrapor esta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre houve uma falácia impregnada em nossa sociedade que afirma que o aprendizado das mulheres em disciplinas das áreas de Ciências Exatas e Tecnológicas e, em destaque, está a Matemática, não pode ser comparado com o aprendizado dos homens. Digo falácia, porque poucas pesquisas sólidas foram desenvolvidas, focadas nesta área.</p>
<p>No sentido de contrapor esta falácia, diversos estudos sobre diferenças de gênero em habilidades Matemáticas tem sido desenvolvidos nesta área nos últimos tempos, conforme pode ser observado <a href="https://www.revistaeducacao.com.br/mulheres-homens-matematica/">neste artigo</a> do Fernando Lousada para a Revista e Educação, em 2018.</p>
<p>Diversos fatores biológicos foram investigados e verificou-se que o grande diferencial não está na questão do gênero, e sim na carga horária destinada ao treinamento do pensar Matemático durante os primeiros anos de vida. Neste sentido, de acordo com a Unesco, as adolescentes não buscam as Ciências Exatas na mesma proporção que os adolescentes e isto está comprovado num comportamento social de não adotar como hábito a inserção das mesmas em tais atividades desde as idades iniciais, apesar de o interesse das crianças pela área ser o mesmo, independente do sexo.</p>
<p>A sociedade adota um comportamento sexista e com estereótipos de gênero quando as crianças ainda estão em idade escolar, desmotivando as estudantes a insistirem com o treinamento do pensar Matemático. As poucas mulheres que, em vida adulta, compõem as estatísticas e escolhem as áreas de Ciências Exatas e Tecnológicas como profissão ainda enfrentam outro diferencial social que é um grande fator desmotivante: o preconceito. Ouvem em seu dia a dia comentários machistas e desmotivadores de colegas de trabalho e isso, muitas vezes reflete na forma como ela influencia e incentiva as mulheres de gerações futuras a até mesmo não optar pela área.</p>
<p>Conforme pode ser visto neste <a href="https://revistaensinosuperior.com.br/mulheres-nas-exatas/">artigo</a> de Diego Braga, da Revista Ensino Superior em 2018, este comportamento reflete ferozmente nas escolhas das mulheres em idade adulta. De fato, pois de acordo com a SBPC, apenas 15% dos estudantes matriculados em cursos de Ciências da Computação e Engenharias são mulheres. Quando se fala em produção científica a nível global, apenas 30% dos artigos produzidos na área são assinados por mulheres. Ao fazer um refinamento específico na área de Matemática, as estatísticas são ainda mais desanimadoras.</p>
<p>Um artigo publicado recentemente na revista <a href="https://www.pnas.org/content/116/31/15435" class="broken_link">PNAS</a> mostra que esta realidade tem uma justificativa simples e dá esperanças de que definitivamente pode ser alterada. Ao analisar cerca de 300 mil estudantes de 15 anos em 64 países diferentes quanto ao desempenho na leitura e na Matemática, os pesquisadores mostraram que o desempenho é muito próximo na Matemática, independente do sexo. E na leitura, o desempenho chega a ser 80% melhor para as estudantes. Então a pesquisa conclui que este pode ser considerado um forte fator para que as mesmas escolham as áreas de Ciências Humanas para se profissionalizar.</p>
<p>Enquanto Matemática formada há 16 anos, docente em um Instituto de Engenharias há quase 10 anos, fico feliz em observar uma modesta evolução do número de mulheres nas salas de aula. E corroboro as conclusões das pesquisas quando informam que o desempenho dos estudantes pode ser o mesmo, independente do sexo. O que muda é a forma como o pensar Matemático está inserido na vida do estudante quando o mesmo ainda está em idade infantil e em como isso continua fazendo parte da vida do mesmo quando chega em idade adolescente e adulta. Ou seja, o maior fator desmotivante ainda é a sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Women in Tech: Ada Lovelace, a poesia na matemática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Perciballi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2019 09:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não é segredo para ninguém que, até poucos anos atrás, as mulheres não tinham direitos, carreiras ou grandes possibilidades na vida. Na ciência, menos ainda. Quando estudamos química, física e matemática, é difícil ver algum nome feminino através dos séculos de invenções que mudaram o mundo e tornaram possível o modo como vivemos hoje. Mas, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/women-in-tech-ada-lovelace-colocar-um-aposto-aqui/">Women in Tech: Ada Lovelace, a poesia na matemática</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é segredo para ninguém que, até poucos anos atrás, as mulheres não tinham direitos, carreiras ou grandes possibilidades na vida. Na ciência, menos ainda. Quando estudamos química, física e matemática, é difícil ver algum nome feminino através dos séculos de invenções que mudaram o mundo e tornaram possível o modo como vivemos hoje. Mas, embora muitos não saibam, desde sempre as mulheres participam e protagonizam descobertas por si mesmas, revolucionando suas épocas. Uma delas foi Ada Lovelace, conhecida como a primeira programadora da história.</p>
<p>Esse nome pode ser uma surpresa: grande parte da população não faz ideia de que foi uma mulher a pioneira na criação de algoritmos computacionais, e muitos nunca sequer ouviram falar sobre, na escola, na faculdade, no trabalho. Assim, é importante sempre estar compartilhando essas informações, de modo a que todos tenham acesso a uma história que, acontecendo há décadas, ainda reflete na nossa realidade.</p>
<p>Mas de fato, quem foi Ada Lovelace? Filha de<strong> Lord Byron</strong>, poeta inglês famoso (sim, talvez esse seja muito mais conhecido), e de <strong>Anne Isabelle Milbanke</strong>, matemática, Augusta Ada King nasceu em Londres, Inglaterra, em 10 de dezembro de 1815. Byron, após o nascimento da filha, não teve qualquer contato com a criança (algumas fontes dizem que abandonou a família, outras que os casos incessantes fizeram com que Anne quisesse a separação) e toda a sua educação foi então dada pela mãe, que não desejava que Ada desenvolvesse a loucura de Lord Byron e a incentivou desde cedo a se interessar por lógica e matemática – o que aconteceu, e com louvor.</p>
<p>Com professores particulares e vivendo na alta sociedade acompanhada da aristocracia inglesa, Ada teve como tutor <strong>Augustus De Morgan</strong>, primeiro professor de matemática da Universidade de Londres, e conheceu <strong>Mary Somerville</strong>, tradutora de trabalhos científicos em Cambridge, que a levou posteriormente a conhecer Charles Babbage, professor de matemática e inventor de uma máquina de cálculo, a<strong> Difference Engine (Máquina Diferencial),</strong> que operava com elementos finitos.</p>
<p>Ada manifestou interesse em ser sua aluna e trabalhar com o inventor, alcançando o desejado após um trabalho impressionante: entre 1842 e 1843, traduziu um artigo do italiano<strong> Luigi Federico Menabrea</strong> acerca de uma palestra de Babbage sobre sua máquina, adicionando notas que tornaram o documento duplamente maior e que continham suas ideias e visões sobre a capacidade das máquinas de irem muito além do que o mero cálculo e processamento de números (uma visão, de certa forma, poética) e, o mais importante, um algoritmo criado para ser processado por máquinas, conhecido hoje como o primeiro programa de computador.</p>
<p>Infelizmente, a <strong>Condessa de Lovelace</strong> (título dado a ela após o matrimônio) não viveu o bastante para ver seu trabalho reconhecido ou no que ele se transformou; Ada morreu aos 36 anos de um câncer no útero, deixando um legado inacreditável para trás e a pergunta do que ela poderia ter feito se tivesse vivido por mais tempo.</p>
<p>O seu trabalho vive até os dias atuais, mesmo após a linguagem de programação Ada e a republicação de suas notas quase um século após sua morte, e sem ele provavelmente não teríamos computadores e tecnologias como as que conhecemos hoje, o que só mostra sua importância. É tanta, que todo segunda terça-feira de outubro é comemorado o Ada Lovelace Day, dia para celebrar as mulheres da ciência e incentivar outras a seguir seus caminhos, hoje com muito mais facilidade do que dois séculos atrás.</p>
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		<title>Não quero fazer o dever de casa, mas quero as respostas. O que fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 07:31:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mano (ou Mina), se você está procurando uma maneira de burlar o dever de casa, você já está erradx. Se não quer fazer, e pq está com preguiça no lombo e não seremos coniventes com esse tipo de atitude. Assista uns vídeos do Tony Robbins, André Ortiz, Will Smith, Issao Imamura, Rick Chester&#8230; Faça uma oraçãozinha, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/nao-quero-fazer-o-dever-de-casa-mas-quero-as-respostas-da-minha-licao/">Não quero fazer o dever de casa, mas quero as respostas. O que fazer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[Mano (ou Mina), se você está procurando uma maneira de<strong> burlar o dever de casa, você já está erradx</strong>. Se não quer fazer, e pq está com preguiça no lombo e não seremos coniventes com esse tipo de atitude.

Assista uns vídeos do Tony Robbins, André Ortiz, Will Smith, Issao Imamura, Rick Chester&#8230; Faça uma oraçãozinha, ligue pros seus amigxs e vai fazer a lição, porque isso é importante para o seu futuro.

Agora, se você já tentou de tudo e não consegue resolver os exercícios, temos um esqueminha pra te ensinar&#8230; Mas lembre-se: com grandes poderes vêm grandes responsabilidades! Então, não é pra usar a parada a torto e a direto.

Vamos ao que interessa&#8230;.

Fundado por Michal Borkowski, <a href="https://brainly.com.br/" class="broken_link">Brainly</a> é um site com informações sobre exercícios e lições de casa de vários níveis, ensino médio, ensino fundamental e nível universitário. Lá você pode encontrar as respostas que precisa!

São mais de 100 milhões de usuários ativos mensais, 30 milhões de perguntas-respostas, 8 mil perguntas novas por hora, mais de 1 mil moderadores certificados e 74 membros da equipe Brainly dando suporte.

<a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/respostas-para-trabalho-da-faculdade-trabalho-ensino-medio-fundamental.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16364 size-large" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/respostas-para-trabalho-da-faculdade-trabalho-ensino-medio-fundamental.png?resize=1024%2C88&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="88" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/respostas-para-trabalho-da-faculdade-trabalho-ensino-medio-fundamental.png?resize=1024%2C88&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/respostas-para-trabalho-da-faculdade-trabalho-ensino-medio-fundamental.png?resize=300%2C26&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/respostas-para-trabalho-da-faculdade-trabalho-ensino-medio-fundamental.png?resize=768%2C66&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/respostas-para-trabalho-da-faculdade-trabalho-ensino-medio-fundamental.png?w=1346&amp;ssl=1 1346w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a>
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</ol>
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Nossa dica: Tente fazer sozinho. Se não conseguir vá ao Brainly, mas não seja uma sangue-suga paralítica. Aprenda e compartilhe com seus amigxs!

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		<title>Google, Googol e Google Plex &#8211; E039A2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Kzam]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 21:37:09 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/podcast/minicast-google-googol-e-google-plex-e039a2015/">Google, Googol e Google Plex &#8211; E039A2015</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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