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	<title>Arquivos MCTI | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos MCTI | Tecnoveste</title>
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		<title>Nanotecnologias contribuem evolução das próteses ortopédica de grafeno, metal, cerâmica ou polímero de alta resistência e podem substituir membros do corpo, articulações e tendões </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 10:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Próteses ortopédicas cirúrgicas com maior duração e menos rejeição têm sido desenvolvidas e disponibilizadas graças à nanotecnologia na saúde. Feitas de metal, cerâmica ou polímero de alta resistência, podem substituir uma articulação — como a do ombro, quadril, tornozelo, cotovelo, dedos da mãe e do pé —, tendões e membros do corpo. O cirurgião com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Próteses ortopédicas cirúrgicas com maior duração e menos rejeição têm sido desenvolvidas e disponibilizadas graças à nanotecnologia na saúde. Feitas de metal, cerâmica ou polímero de alta resistência, podem substituir uma articulação — como a do ombro, quadril, tornozelo, cotovelo, dedos da mãe e do pé —, tendões e membros do corpo. O cirurgião com especialidade em Ortopedia pode usar esses equipamentos de diversas maneiras, dependendo das necessidades e da situação do paciente.</p>
<p>A tecnologia utilizada em próteses aumentou exponencialmente nas últimas décadas, o que levou a um pós-operatório mais tranquilo para o paciente. A partir da nanotecnologia e de novos métodos construtivos, é possível ter uma compreensão cada vez maior da anatomia humana e de como esses dispositivos podem trabalhar com o corpo do paciente.</p>
<p>Além disso, proporcionam materiais cada vez mais leves e resistentes, aumentando a durabilidade das próteses e reduzindo visitas ao cirurgião-ortopedista.</p>
<p>De acordo com o Centro de Tecnologias Estratégicas no Nordeste (Cetene) — unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) —, a nanotecnologia pode ser definida como o estudo de manipulação da matéria em escala atômica e molecular. Isso inclui o desenvolvimento de materiais que estão relacionados a várias áreas, como medicina, ciência da computação, eletrônica, biologia, física, química e engenharia dos materiais.</p>
<p>A atuação nesses segmentos tem como princípio a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos. O objetivo é elaborar estruturas estáveis com eles, não de chegar a um controle individual</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Como funcionam as nanoestruturas de grafeno </strong></h2>
<p>A incorporação de nanoestruturas de grafeno — uma das formas cristalinas do carbono, como diamante e grafite — ajuda a melhorar a resistência de cerâmicas avançadas de zircônia ao envelhecimento hidrotérmico (degradação em baixa temperatura), facilitando seu uso como biomaterial.</p>
<p>A descoberta, publicada em estudo na revista científica Journal of the European Ceramic Society, foi feita por uma equipe de pesquisa do Conselho Superior de Pesquisa Científica (CSIC) e da Universidade de Sevilha, na Espanha.</p>
<p>Os pesquisadores apontam que a falta de estabilidade mecânica a longo prazo em meios aquosos, como os fluidos do corpo humano, é a principal limitação para o uso da cerâmica avançada de zircônia como biomaterial em próteses de joelho e quadril.</p>
<p>Em entrevista à imprensa, Ana Morales Rodríguez, pesquisadora da Faculdade de Física da Universidade de Sevilha, explica que o fato de o grafeno ser impermeável à água fez a equipe pensar que ele poderia ser usado como barreira contra a umidade na cerâmica, o que pode modificar a resistência ao envelhecimento hidrotérmico.</p>
<p>Os resultados mostraram que os materiais contendo grafeno apresentaram significativa melhora na resistência ao envelhecimento, alta tolerância a danos e integridade microestrutural bastante superior quando comparados à cerâmica de zircônia.</p>
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		<title>Impressão 3D de pele e órgãos já é possível com tecnologia brasileira </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 10:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) em parceria com a empresa 3DBS viabilizou a produção em laboratório de pele, fígado e barreira intestinal. CNPEM é uma Organização Social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e  responsável pela gestão dos Laboratórios Nacionais de Luz Síncrotron (LNLS), de Biociências [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (<a href="https://cnpem.br/" target="_blank" rel="noopener">CNPEM</a>) em parceria com a <a href="http://www.3dbiotechnologiessolutions.com/" target="_blank" rel="noopener">empresa 3DBS</a> viabilizou a produção em laboratório de pele, fígado e barreira intestinal. CNPEM é uma Organização Social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e  responsável pela gestão dos Laboratórios Nacionais de Luz Síncrotron (LNLS), de Biociências (LNBio), de Biorrenováveis (LNBR) e de Nanotecnologia (LNNano). A missão do CNPEM é integrar competências singulares em Laboratórios Nacionais para o desenvolvimento científico e tecnológico e apoio à inovação em energia, materiais e biociências.</p>
<p>As duas instituições trabalham juntas desde 2021 na troca de conhecimentos para desenvolvimento conjuntos de aplicações tridimensionais para cultivo <em>in vitro</em> de células. Nos laboratórios do CNPEM e 3DBS foram desenvolvidos modelos de biofabricação de <strong>esfer</strong><strong>ó</strong><strong>ides de f</strong><strong>í</strong><strong>gado, barreira intestinal e pele</strong> que, após licenciamento, passam a ser usados pela startup.</p>
<p>O CNPEM reúne equipes multitemáticas altamente especializadas, infraestruturas laboratoriais globalmente competitivas e abertas à comunidade científica, linhas estratégicas de investigação, projetos inovadores em parceria com o setor produtivo e formação de investigadores e estudantes.</p>
<p>Dessa parceria saem insumos que são utilizados em diversos trabalhos de pesquisa, como avaliação de toxicidade, eficácia e a segurança de produtos desenvolvidos pelo setor.  A maior disponibilidade de tecidos desse tipo no mercado e em laboratórios tem o potencial de contribuir para acelerar as pesquisas, tornando mais objetivas algumas etapas do trabalho. O aprimoramento de metodologias busca reduzir significativamente o uso de modelos animais nos testes.</p>
<h3>Respeito à vida animal</h3>
<p>Inspirados nas estruturas da natureza, o que se pretende é a reconstrução de tecidos e órgãos biomiméticos que atuem como tecidos nativos, funcionando como modelos alternativos de pele bioimpressa para substituir cobaias animais, provendo a necessidade de testes de avaliação de segurança e eficácia de produtos tópicos como cosméticos e medicamentos.</p>
<p>O grande desafio da indústria farmacêutica e cosmética é encontrar alternativas e soluções para os testes pré-clínicos de drogas e formulações antes de serem lançados ao mercado sem a utilização de vida animal nesse processo. A utilização de modelos animais é cada vez mais contraditória, uma vez que esses ensaios lidam com questões éticas, além de custo elevado e relevância para a avaliação de risco humano.</p>
<p>Somado a isso, há uma ideia crescente de que abordagens in vitro podem eliminar esses problemas sem prejuízos à segurança humana, devido aos padrões de repetibilidade que as bioimpressoras permitem alcançar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Bioimpressão de tecidos vivos</h3>
<p>A bioimpressão 3D é uma esperança para a medicina regenerativa porque é possível que na próxima década seja possível tecidos impressos a cirurgiões que atendam a demandas específicas da saúde, como por exemplo tecidos da pele, cartilaginosos, ósseos, a enxertos vasculares e órgãos mais complexos.</p>
<p>A flexibilidade da nossa tecnologia de bioimpressão possibilita utilizar uma ampla variedade de células e de materiais, permitindo construir tecidos a partir de células alogênicas, que não são do paciente ou de células autógenas, do próprio paciente, reduzindo assim, rejeições e a necessidade de drogas imunossupressoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Centro de Pesquisa em Energia e Materiais</h3>
<p>O CNPEM é um ambiente impulsionado pela pesquisa de soluções com impacto nas áreas de Saúde, Energia e Materiais Renováveis, Agroambiental, Tecnologias Quânticas. Por meio da plataforma <a href="https://pages.cnpem.br/cnpem360/">CNPEM 360</a> é possível explorar, de forma virtual e imersiva, ambientes de todos os laboratórios instalados em Campinas (SP) e também obter informações sobre trabalhos realizados e recursos disponibilizados para a comunidade científica e empresas. A partir de 2022, com o apoio do Ministério da Educação (MEC), o CNPEM expandiu suas atividades com a abertura da Ilum Escola de Ciência. O curso superior interdisciplinar em Ciência, Tecnologia e Inovação adota propostas inovadoras com o objetivo de oferecer formação de excelência, gratuita, em período integral e com imersão no ambiente de pesquisa do Centro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O laboratório de Cultura 3D e microfluídica do CNPEM, instalado no Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), é uma das três infraestruturas centrais da RENAMA (Rede Nacional de Métodos Alternativos ao uso de animais), que tem entre seus objetivos substituir os métodos existentes por outros que sejam igualmente ou mais eficientes e refinar os métodos já consagrados para que se reduza o impacto das pesquisas no uso de animais. Outra área na qual este laboratório está se inserindo é a da medicina regenerativa e engenharia de tecidos, através da utilização dos modelos e materiais bioimpressos que poderão ter propriedades terapêuticas.</p>
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		<title>Lançamento de mais um satélite brasileiro &#8211; NanoSatC-Br2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 14:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia Espacial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na madrugada dessa segunda-feira (22/03), às 03:07 no horário de Brasília, aconteceu o lançamento de mais um satélite brasileiro, o NanoSatC-Br2.O satélite foi lançado a bordo de um foguete russo Soyuz-2.1a, a partir do Cosmódromo de Baikonur, Site 31/6, no Cazaquistão. &#160; O foguete levou o satélite CAS500-1 da Coreia do Sul e outros 36 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="auto" style="text-align: left;">Na madrugada dessa segunda-feira (22/03), às 03:07 no horário de Brasília, aconteceu o lançamento de mais um satélite brasileiro, o NanoSatC-Br2.O satélite foi lançado a bordo de um foguete russo Soyuz-2.1a, a partir do Cosmódromo de Baikonur, Site 31/6, no Cazaquistão.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto" style="text-align: left;">
<div id="attachment_23674" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210321_203606-01.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23674" class="size-medium wp-image-23674" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210321_203606-01.jpeg?resize=300%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210321_203606-01.jpeg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210321_203606-01.jpeg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210321_203606-01.jpeg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210321_203606-01.jpeg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210321_203606-01.jpeg?resize=1536%2C1536&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210321_203606-01.jpeg?w=1684&amp;ssl=1 1684w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23674" class="wp-caption-text">Foguete Soyuz-2.1a na plataforma de lançamento em Baikonur, Cazaquistão</p></div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto" style="text-align: left;">O foguete levou o satélite CAS500-1 da Coreia do Sul e outros 36 satélites, além do satélite brasileiro. O lançamento estava previsto, inicialmente, para sábado (20/03), foi adiado para domingo e depois para esta segunda-feira que aconteceu mesmo com chuva no local. A Glavkosmos, subsidiária da agência espacial russa Roscosmos, responsável pelo lançamento conjunto, confirmou que todos os satélites foram inseridos nas órbitas planejadas.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto" style="text-align: left;">
<div id="attachment_23675" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210322_065709-01.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23675" class="size-medium wp-image-23675" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210322_065709-01.jpeg?resize=300%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210322_065709-01.jpeg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210322_065709-01.jpeg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210322_065709-01.jpeg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210322_065709-01.jpeg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_20210322_065709-01.jpeg?w=1207&amp;ssl=1 1207w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23675" class="wp-caption-text">Foguete Soyuz-2.1a durante o lançamento na madrugada desta segunda-feira (22/03)</p></div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto" style="text-align: left;">O NanoSatC-Br2 é um satélite do tipo CubeSat. Este é um tipo de satélite muito utilizado por universidades e empresas pelo fato de possuir muitas características padronizadas e de ser modular. O menor tipo de CubeSat, normalmente utilizado, é o chamado 1U que é um satélite com dimensões fixas (um cubo com uma aresta de 10 cm) e peso de até 1,33 kg. Assim podem ser criados satélites com mais unidades como um CubeSat 2U, 3U e várias outras combinações de tamanhos. Grande parte dos CubeSats entram na categoria de nanossatélites ou nanosat que possuem um peso variando entre 1 kg e 10 kg.</div>
<div dir="auto" style="text-align: left;"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto" style="text-align: left;">O NanoSatC-Br2 é um CubeSat 2U com um peso de apenas 1,72 kg e pode ser classificado como um nanosat. Ele faz parte do projeto universitário NanoSatC-Br da  Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) &#8211; RS. O projeto contou com o apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB)/Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Inclusive, o INPE foi local onde o satélite foi integrado e testado, aqui no Brasil, no Laboratório de Integração e Testes &#8211; LIT do Instituto em São José dos Campos &#8211; SP.</div>
<div dir="auto">
<div id="attachment_23667" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20210321_213943.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23667" class="wp-image-23667 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20210321_213943.jpg?resize=300%2C229&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="229" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20210321_213943.jpg?resize=300%2C229&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20210321_213943.jpg?resize=1024%2C783&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20210321_213943.jpg?resize=768%2C587&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20210321_213943.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20210321_213943.jpg?w=1411&amp;ssl=1 1411w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-23667" class="wp-caption-text">NanoSatC-Br2 durante o processo de integração e teste no LIT/INPE</p></div>
</div>
<div dir="auto" style="text-align: left;"></div>
<div dir="auto" style="text-align: left;">O NanoSatC-Br2 tem como objetivo realizar estudos sobre o campo magnético terrestre em uma órbita baixa e a precipitação de partículas energéticas ionizantes. Além disso, vai qualificar tecnologias espaciais na operação do satélite e um ganho de conhecimento extremamente importante para todos os brasileiros envolvidos no projeto.</div>
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		<title>Programa Startup Brasil do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI) oferece R$ 200 mil para startups</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 10:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Startups e Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Aceleração de Startups, também conhecido como Start-Up Brasil, tem o objetivo de apoiar as empresas nascentes de base tecnológica com aporte financeiro e networking. Como iniciativa do governo federal, o programa foi criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e é gerido pela Softex e em parceria com aceleradoras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>O Programa Nacional de Aceleração de Startups, também conhecido como <a href="https://www.startupbrasil.org.br" class="broken_link">Start-Up Brasil</a>, tem o objetivo de apoiar as empresas nascentes de base tecnológica com aporte financeiro e networking. Como iniciativa do governo federal, o programa foi criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e é gerido pela Softex e em parceria com aceleradoras brasileiras.</div>
<div>
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<div class="fusion-text">
<p>O programa funciona por edições com duração de um ano. Em cada edição são lançadas até duas chamadas públicas, uma para qualificar e habilitar aceleradoras e outra para a seleção de startups, com rodadas semestrais.</p>
<p>Na fase de habilitação são qualificadas, por meio de edital específico, as aceleradoras de empresas que serão parceiras do programa e responsáveis pelo processo de aceleração das startups. Após a habilitação das aceleradoras, até duas vezes por ano, ocorre a seleção das startups nacionais e internacionais que serão apoiadas pelo programa. Esta fase , uma a cada semestre.</p>
</div>
<div class="fusion-clearfix">Na aceleração propriamente dita, é feito, em um período de até 12 meses, o aporte financeiro de até R$ 200 mil em forma de bolsas de pesquisa e desenvolvimento para os seus profissionais, além de participar de uma série de eventos e atividades promovidas pelo programa para capacitação e aproximação de clientes e investidores e dos Hubs Internacionais.</div>
</div>
</div>
</div>
<div></div>
<div>A Softex é gestora operacional de diversos programas nacionais relacionadas à inovação, além do StartUp Brasil, Conexão StartUp Indústria; Conexão StartUp Brasil; TechD; Inova Maranhão; Brasil +TI. A aceleração de startups que promove é um processo rápido que busca o desenvolvimento de um produto/serviço direcionado ao mercado, com o suporte de mentores, investidores e profissionais de negócios e tecnologia.</div>
<div></div>
<div>Quer participar? <a href="https://www.startupbrasil.org.br/sobre_programa/" class="broken_link">Inscreva-se aqui</a>.</div>
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