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	<title>Arquivos md | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos md | Tecnoveste</title>
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		<title>Descompressão, o próximo passo da música</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2015 10:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você também pode levar o Tecno Veste para qualquer lugar. Como? Baixando o nosso podcast. Já vimos neste post a diferença entre máquinas mecânicas, elétricas e eletrônicas, e como um computador transforma informação analógica em digital e o que significam bits e bytes. Tudo isso é importante para sabermos como funciona o mundo digital em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/industria-fonografica-compressao-descompressao-da-musica/">Descompressão, o próximo passo da música</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você também pode levar o Tecno Veste para qualquer lugar. Como? Baixando o <a title="Podcast" href="https://www.tecnoveste.com.br/podcast/">nosso podcast</a>. Já vimos <a title="A TV É Melhor Que O Cinema" href="https://www.tecnoveste.com.br/a-tv-e-melhor-que-o-cinema/">neste post</a> a diferença entre máquinas mecânicas, elétricas e eletrônicas, e como um computador transforma informação analógica em digital e o que significam bits e bytes. Tudo isso é importante para sabermos como funciona o mundo digital em que vivemos e para podermos assumir o papel de protagonistas nele.</p>
<p>É inegável que uma das grandes revoluções que a internet nos proporcionou nos últimos anos foi na forma como consumimos música. Até a invenção dos gravadores de som, a única opção para ter acesso a musica era ouvi-la ao vivo. Posteriormente, o Walkman (1979) e iPod (2001) criaram uma cultura de portabilidade que depois foi transculturalizada para os telefones.</p>
<p>Nesse meio tempo, a internet se popularizou e se globalizou. Houve um momento em que o Netscape era o navegador mais popular e que AOL era a <em>frontpage</em> da internet. Atualmente o que sobrou daquela época foram as gigantes e as que souberam se renovar, todo o resto deu espaço para a cada vez maior quantidade de startups de tecnologia &#8211; ver post acerca da <strong>Startapização do Empreendedorismo</strong>.</p>
<p>Nesse mesmo período, artistas como Mariah Carey, Whitney Houston, Céline Dion, Roxette, Aerosmith, Phil Collins, Vanilla Ice, Jon Bon Jovi viveram seus tempos áureos, e o Metallica, que era símbolo de juventude e transgressão, virou uma banda de tiozinhos mau humorados. Graças ao crescimento da população com acesso a internet e ao surgimento de novas formas de compartilhar arquivos online, serviços como o Napster &#8211; ler sobre o assunto <a title="Tecno Veste: Menos é Mais" href="https://www.tecnoveste.com.br/tecno-veste-menos-eh-mais/">aqui</a>, <a title="A TV É Melhor Que O Cinema" href="https://www.tecnoveste.com.br/a-tv-e-melhor-que-o-cinema/">ali</a> e <a title="Popcorn Time, o Pochoclín Colorado: o Napster do streaming de vídeo" href="https://www.tecnoveste.com.br/popcorn-time-pochoclin-streaming-de-video-gratis/">lá</a> e <a href="http://tecnoveste.com.br/avid-pro-tools-producao-musical" class="broken_link">acolá</a> &#8211; mudaram a indústria fonográfica para sempre.</p>
<p>O Rock e as gravadoras, que por muito tempo foram, respectivamente, expoentes da transgressão das regras sociais e tinham para si resguardado a posição de <em>harversters </em>do suprasumo da música, perderam relevância. A simultânea ascensão do hiphop ao <em>mainstream &#8211; </em>com demandas mais legítimas que a rebeldia sem causa de playboys constantemente insatisfeitos com o novo presente que haviam ganhado de seus pais &#8211; e o nascimento de uma nova cultura da internet &#8211; criada por uma geração que já nasceu com acesso a computadores pessoais, criou uma nova mentalidade.</p>
<p><iframe title="Julgamento Recurso do Napster à Corte Federal - Napster Federal Court Appeal (2001)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/i7cCrF9amas?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Foram lançadas as primeiras sementes do kopiminismo &#8211; ver post sobre o assunto &#8211; e uma grande variedade de jovens estavam criando a partir de seus quartos ideias, produtos e serviços com capacidade de mudar o mundo. Em grande medida, esse processo foi possível também graças às evoluções no processo de <a href="http://musictechstudent.co.uk/music-technology/history-and-development-of-compression/" target="_blank" class="broken_link">compressão da música</a>. Novamente o epicentro dessa revolução era o Vale do Silício e seus <a title="O que eu aprendi com quem nada tinha a ensinar" href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-eu-aprendi-com-quem-nada-tinha-a-ensinar/">protagonistas eram pessoas comuns</a> que não se conformavam com o status quo e não se contentariam em reclamar em discussões de bar ou bradar ao som de uma guitarra, um baixo e uma batera.</p>
<p>A partir de então, ter acesso à sua música preferida não somente não dependia mais da limitação espaço-temporal, mas também a fricção do processo &#8211; meio (disco, k7, cd) e forma de aquisição &#8211; tinha sido consideravelmente eliminada &#8211; e na década seguinte a popularização de serviços de produção musical como o Autotunes e <a href="http://tecnoveste.com.br/avid-pro-tools-producao-musical" class="broken_link">Avid</a> também deixariam suas marcas em uma geração. Ao invés de se reinventar através do acompanhamento das demandas das novas gerações de consumidores, a indústria fonográfica preferiu tentar manter controle total do processo, ao ponto que quando quiser adaptar-se às mudanças a distribuição de música estava tão descentralizada que em 10 anos o setor perdeu cerca de 60% da sua renda.</p>
<p>O que faltou ao comando das grandes gravadoras &#8211; detentoras dos direitos de propriedades das criações musicais &#8211; e às estações de rádio &#8211; que sofreram em menor medida com o processo &#8211; foi o <a href="https://www.tecnoveste.com.br/empoderamento-do-usuario"><strong>empoderamento do usuário</strong></a>. Isso significa que na relação comercial estabelecida entre o provedor do serviço e o usuário não deve haver lados opostos na balança de interesses, mas equilíbrio entre as necessidades comerciais da empresa e os anseios pessoais e sociais dos usuários.</p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Existiam basicamente duas maneiras que a modernização da distribuição da música poderia acontecer. Por um lado, as gravadoras poderiam um acordo com as startups que proviam os serviços que os usuários utilizavam &#8211; eram duas no final da década de 1990 &#8211; e transportariam usuários já cadastrados para um serviços de distribuição de música organizado, mensurável e monetizável. A outra alternativa seria as gravadoras lutarem contra o movimento que era da internet como um todo &#8211; e não de hackers isoladamente &#8211; e tentar seguir o devido processo legal para resguardar seus direitos &#8211; por tanto, negligenciando, os anseios dos consumidores. Resultado: artistas e público ficaram contra as gravadoras, o compartilhamento não autorizado continuou, produções independentes se tornaram crescentemente populares &#8211; ver post sobre música indie -, perderam 50% do market cap, o tamanho do mercado caiu de 45 bilhões para 14 bilhões, em 10 anos, e <strong><a href="http://tecnoveste.com.br/empoderamento-do-usuario">nos próximos vinte anos</a></strong> ainda continuarão lutando para recuperar seu prestígio e a rentabilidade em um mercado muito mais dinâmico e com mais competidores.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-size: 12pt;">&#8220;Foi a primeira e a última vez na história da música em que toda a população da internet esteve agregada em um único produto. Foi um momento único na história em que se o processo de transição tivesse sido administrado corretamente, nós poderíamos ter transferido da essa base de usuários de um serviço ilegítimo para um serviço legítimo de distribuição de conteúdo &#8211; similar ao iTunes, mas sem os mesmos custos e com aspectos de redes sociais, que poderiam levar a um ainda maior volume de músicas sendo descobertas e consumidas organicamente pelas pessoas. Nós poderíamos, em verdade, ter aumentado o tamanho total do mercado da indústria fonográfica, mas ao invés disso os usuários se espalharam para uma variedade de outras redes P2P (peer to Peer) que eram descentralizadas.&#8221; &#8211; Sean Parker, co-fundador do Napster<br />
</span></p></blockquote>
<p>Estamos vivendo o processo de evolução da indústria fonográfica e cinematográfica. O primeiro desafio é encontrar as técnicas mais adequadas a distribuição &#8211; rapidez, segurança, quantidade de títulos -; agora, o que o público espera é aumento na qualidade de som e imagem. Com fones de ouvido profissionais disponíveis ao público geral e fones feitos para o consumidor final atingindo preços estrondosos, cabe aos produtores de conteúdo fazer chegar aos seus consumidores os produtos que deem o máximo de utilização aos aparelhos de ouvir música.</p>
<p>Atualmente é possível ter a mesma qualidade de cinema no conforto da sua casa &#8211; <a href="o-que-e-uma-tv-4k-e-como-escolher-a-ideal-para-voce">ver post sobre TVs 4K</a> -. Hoje em dia é possível levar com você aonde quer que vá a qualidade de uma sala de orquestra. Graças a 3 elementos ultrapassamos o <strong>Uncanny Valley</strong> da música &#8211; capacidade técnica, portabilidade e ubiquidade &#8211; e é possível que o ser humano médio tenha acesso à tecnologia de ponta a preços módicos.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2816 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2015/04/pono_opt.png?resize=400%2C209&#038;ssl=1" alt="pono_opt" width="400" height="209" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2015/04/pono_opt.png?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2015/04/pono_opt.png?resize=300%2C157&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Startups como a <a href="https://ponomusic.force.com" class="broken_link">Pono</a> cristalizam anos de experiência em engenharia de som com trabalho de desenvolvimento de um produto/serviço que supera esmagadoramente tudo o que existe no mercado consumidor em relação a qualidade de som. A infinidade de fones de ouvido que realmente entregam o que prometem &#8211; como Audio Technica ATH-M50, V-Moda Crossfade LP,  Beyerdynamic Custom Pro One, Jaybird Bluebuds X, Grado SR80i, <del>Beats by Dre</del> &#8211; permite que com menos de R$ 400 você possa ter uma joia de tecnologia acolcoando suas orelhas. Serviços como o <a href="https://tidalhifi.com/br" target="_blank" class="broken_link">Tidal</a> &#8211; rivalizando com os tradicionais Pandora, Rdio, Spotify a la Facebook x Friendster &#8211; permitem que a computação ubíqua auxilie o usuário a ter acesso às suas canções na hora e na forma que lhe for mais conveniente.</p>
<p>O mercado já existe e a dificuldade técnica não é o maior desafio. Startups corajosas estão navegando por essas áreas para descobrirem não somente modelos de negócios viáveis, mas também formas de servir a seus clientes o que eles querem. O próximo passo da indústria audiovisual será como criar serviços contextualmente relevantes e confiáveis para que o usuários tenham acesso, de maneira simples, a o que de mais avançado a tecnologia pode lhes oferecer.</p>
<p>Você também pode levar o Tecno Veste para qualquer lugar. Como? Baixando o <a title="Podcast" href="https://www.tecnoveste.com.br/podcast/">nosso podcast</a>.</p>
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