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	<title>Arquivos MPB | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos MPB | Tecnoveste</title>
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		<title>Cantora Laura Zennet: a redescoberta da essência em meio à tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 10:13:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia perpassar pro vários aspectos da nossa vida, por isso ignorá-la seria um erro grotesco. Similar seria o equivoco se você gosta de música e deixasse de ouvir Laura Zennet: a cantora que sabe colocar a tecnologia a serviço de uma vivência humana mais completa. Zennet começou na música muito cedo. Por influência da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia perpassar pro vários aspectos da nossa vida, por isso ignorá-la seria um erro grotesco. Similar seria o equivoco se você gosta de música e deixasse de ouvir Laura Zennet: a cantora que sabe colocar a tecnologia a serviço de uma vivência humana mais completa.</p>
<p>Zennet começou na música muito cedo. Por influência da família de Belo Horizonte, ela se foi matriculada no Centro de Musicalização Infantil (CMI) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Como seu pai toca gaita e flauta transversal, e sua mãe foi professora de piano desde muito jovem, Laurinha teve bons exemplos do que fazer já dentro de casa.</p>
<p>Além de um primo pianista (José Namen) e outro guitarrista/violonista (Nelson Faria), ela decidiu-se pelo canto, porque para compor os encontros musicais familiares, ela sentia que uma voz faria mais falta do que mais um instrumento de cordas ou de teclas.  Cantando, de início, os clássicos da Bossa Nova e MPB, ela se afeiçoou com grandes nomes da música como Tom Jobim e Vinicius de Moraes.</p>
<p>Confira a entrevista que fizemos com ela sobre sua carreira e seus planos para o futuro!</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Como a frase &#8220;Inspiro a redescoberta da essência em meio à tecnologia&#8221; te diferencia das demais cantoras da indústria musical?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">Percebo que muitas pessoas estão perdidas neste mundo atual. O que é o real? O que é o virtual? Qual o nosso papel como seres humanos neste mundo cheio de informação a todo momento e em todos os lugares? Pessoas estão frustradas e acabam se perdendo.</p>
<p class="v1MsoNormal">O show Laura Zennet in Experiences vem resolver esta questão inspirando pessoas a redescoberta da essência e propósito em meio às novas tecnologias. Através de um projeto inovador e autêntico, construído ao longo de toda a minha vida, <strong>Laura Zennet in Experiences</strong> traz uma experiência de múltiplas linguagens e artes integradas, unindo música, dança, performance, audiovisual e artes visuais. Cores e projeções acompanham a história. Toco instrumentos ao vivo em cima de batidas eletrônicas, no formato <strong>One Woman Band,</strong> através de Live Performance.</p>
<p class="v1MsoNormal">Criei duas Trilogias. A primeira, mais reflexiva sobre o mundo em que vivemos, com as músicas<strong> Hello my Darkness</strong>, que fala sobre o encontro com a essência, <strong>Fight</strong> sobre a luta entre o mundo real X novas tecnologias, e <strong>Cure</strong> que fala da cura e transformação internas, seguidas da Release me que é uma música de passagem e que fala da libertação.</p>
<p class="v1MsoNormal">Acabei de lançar <strong>Recomeço</strong>, a primeira música da nova trilogia, em português, na linha nova MPB com eletrônico, trazendo visões de futuro. Este é o resumão e o propósito do projeto. É para trazer o público para dentro da história, da experiência e transformar vidas. Isto é um dos meus diferenciais. É um projeto inovador e autêntico, que fui construindo ao longo da minha vida.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Aprender as técnicas de canto por si só não é fácil, como você aprendeu também a compor e quais são as ferramentas que te auxiliam nesse processo?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">Eu sempre fui uma pessoa muito criativa, comunicativa e muito expressiva. Lembro que na época do colégio, eu já arriscava em alguns poemas. Depois, anos mais tarde, quando já morava no Rio, eu fiz parte do <strong>Coletivo Cavalo Preto, </strong>safra de cantores e compositores no Rio de Janeiro.</p>
<p class="v1MsoNormal">Lá tive muitas trocas e vivências com outros artistas incríveis, que também me inspiraram a seguir neste caminho. Também morei fora duas vezes (1 ano na Hungria, quando tinha 17 anos e depois 6 meses em Nova York, alguns anos mais tarde), ambos através de bolsas de estudos, um no colégio, pelo Rotary e o outro na faculdade de Comunicação, pela PUC Minas.</p>
<p class="v1MsoNormal">Todas essas experiências abriram a minha cabeça e me tornaram o que sou hoje, e creio que tudo isso é fonte de inspiração para as minhas canções. Tanto de vivências minhas como de pessoas ao meu redor, e/ou de observações sobre o mundo. É isso que torna tão verdadeiro e profundo as mensagens das minhas canções. É sobre isso, o nosso propósito como artista é inspirar, motivar e transformar a vida de outras pessoas.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Qual é a importância para você de participar de grandes festivais com longos line-ups em comparação às suas apresentações individuais? Dos eventos que você participou, quais foram os mais interessantes e o que fez deles um sucesso?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">Participar de grandes festivais com longos line-ups é o meu maior objetivo atualmente. Apresentações individuais, que já venho fazendo, para o público menor é importante também, mas acredito que festivais maiores vou atingir mais pessoas e chegar a mais lugares. E também ter um reconhecimento maior, por todo esforço e dedicação que vim fazendo ao longo de todos estes anos (só no Rio de Janeiro, já estou há 13 anos).</p>
<p class="v1MsoNormal">Um dos eventos mais interessantes que participei foi o<strong> Festival Sounds &amp; Talks 2022</strong> no Teatro Oi Futuro RJ, evento que enaltece artistas mulheres compositoras na música. Fui uma das 6 artistas convidadas a tocar, cada semana era uma artista e a abertura era um Talk (palestra) sobre Música e Negócios.</p>
<p class="v1MsoNormal">No meu dia, a abertura foi sobre marketing de mídias digitais. Hoje em dia, é fundamental o artista saber gerir a própria carreira, o mercado mudou muito nos últimos anos, eventos assim são importantíssimos. Foi um sucesso e também dei uma entrega profunda do meu show Laura Zennet in Experiences. Tudo que faço, faço com muito carinho e dou o meu máximo.</p>
<p class="v1MsoNormal">Segue aqui os melhores momentos do show:</p>
<p><iframe title="LAURA ZENNET IN EXPERIENCES" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/qzb3BmakPcA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="v1MsoNormal">Outra grande novidade é que fui escolhida como embaixadora do <strong>WME (Women&#8217;s Music Event) Awards</strong> pela segunda vez, fui no escolhida ano passado e agora, novamente, neste ano. Já fiz as minhas indicações.</p>
<p class="v1MsoNormal">Também fui selecionada para o edital de pré-incubação de startups, o<strong> Cocreation Lab TUM</strong>, parceria <strong>TXM Methods</strong> com o SEBRAE Santa Catarina. Este mês de novembro estou indo participar do <strong>TUM Festival</strong> 2023 em Florianópolis, apresentando o pitching do meu projeto Laura Zennet in Experiences lá! </p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Na sua avaliação, como se comparam o poder das plataformas de streaming e o das rádios no momento atual?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">Na minha avaliação, o streaming avançou muito, a forma de consumo de música também, mas nunca irá tomar o lugar das rádios. Acredito que há espaço e público para cada plataforma. É igual na época em que temíamos e dizíamos que o jornal iria acabar. É tudo questão de adaptação neste mundo cheio de informações a todo momento.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Em que medida as redes socais são importantes para você ter contato com o público, publicar novo material e encontrar novos contratantes?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">As redes sociais hoje em dia são um dos veículos mais importantes para ter contato com o público, além do show. É ali que converso com eles e compartilho um pouco do meu dia a dia, das experiências, além das minhas canções. Na minha opinião, é um espaço importante, é um cartão de visita, fundamental para cativar novos contratantes e mais audiência.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Como a inteligência artificial pode acabar com a carreira de músicos ou alavancá-las?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">A inteligência artificial está vindo como uma avalanche e acredito que quem não adaptar a esta nova realidade pode &#8220;ficar para trás&#8221;. Não acredito que ela vá &#8220;acabar&#8221; com a carreira dos músicos, porque o lado humano é imprescindível, é isto que nos torna únicos.</p>
<p class="v1MsoNormal">Tenho dúvidas se ela vai chegar a este nível. Máquinas são máquinas, não tem emoções certo? Em relação a criação de músicas, pode ajudar a encurtar passos, mas uma música criada por AI não tem essa &#8220;visão humana&#8221;, na minha opinião, de um músico que estudou a vida inteira em um Conservatório de Música, por exemplo.</p>
<p class="v1MsoNormal">Também acredito que a inteligência artificial pode atrapalhar em alguns sentidos sim. Em termos de direitos autorais, por exemplo, está bem complexo ainda esta questão neste início. Mas por outro lado, acredito que essas tecnologias podem facilitar pessoas em geral, para otimização do tempo.</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Como a tecnologia te ajuda a ser mais produtiva na sua vida pessoal?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">A tecnologia me ajuda principalmente na otimização de tempo, tanto no trabalho quanto na vida pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="v1MsoNormal"><strong>Que dica você dá para quem está pensando em lançar sua carreira artística mas não sabe por onde começar?</strong></h3>
<p class="v1MsoNormal">A maior dica que eu dou é tenha muita garra, força, foco e determinação. Organização, planejamento a curto médio e longo prazo, noções de estratégia e empreendedorismo, tomada de decisão são fundamentais. Para começar, eu sugiro anotar tudo em um papel, anote aonde quer chegar, em 2, 5, 10 anos. Foi isso que fiz quando tinha 14 anos (risos). Anotei tudo num papel o que queria até meus 25&#8230; chegando nos 25 anotei até os 35&#8230; e assim por diante E aí fui correndo atrás das coisas. Outra dica muito importante: ter segurança na sua própria essência para não &#8220;se deixar levar&#8221; e ser sempre autêntico e fiel a sua essência e propósito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>.</p>
<p><em>OBS: Créditos da fotografia Junior Franco</em></p>
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		<title>Contracultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Loren Kirsten]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 18:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conceito: Contracultura é o ato de questionar-se sobre a cultura do momento, em outras palavras, é o de contestar os padrões e regras, tanto políticas, religiosas, como sociais. É protestar e, até mesmo, rebelar-se, fazer o que for para haver mudanças coletivas, quase sempre promovendo a liberdade. Onde surgiu (resumidamente)? Com o fim da segunda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 data-speechify-sentence=""><span style="font-size: 18pt">Conceito: </span></h1>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-size: 12pt">Contracultura é o ato de questionar-se sobre a cultura do momento, em outras palavras, é o de contestar os padrões e regras, tanto políticas, religiosas, como sociais. É protestar e, até mesmo, rebelar-se, fazer o que for para haver mudanças coletivas, quase sempre promovendo a liberdade.</span></p>
<h1 data-speechify-sentence=""><span style="font-size: 18pt">Onde surgiu (resumidamente)?</span></h1>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-size: 12pt">Com o fim da segunda gu<a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Central_Park_April_5_1968.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-20124 alignright" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Central_Park_April_5_1968.jpg?resize=322%2C214&#038;ssl=1" alt="" width="322" height="214" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Central_Park_April_5_1968.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Central_Park_April_5_1968.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Central_Park_April_5_1968.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Central_Park_April_5_1968.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Central_Park_April_5_1968.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Central_Park_April_5_1968.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Central_Park_April_5_1968.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="(max-width: 322px) 100vw, 322px" /></a>erra mu</span><span style="font-size: 12pt">ndial, as pessoas não queriam reviver um conflito igual. Por isso, nos Estados Unidos, a Guerra do Vietnã, o seu alistamento obrigatório e as inúmeras mortes, geraram muita insatisfação. A partir disso, em 1968, o Central Park reuniu 60 mil pessoas pelo fim da guerra, motivador essencial para o início de uma onda de protestos ao redor do mundo. Além disso, no contexto da Guerra Fria, os Estados Unidos viviam os &#8220;anos de ouro&#8221;, um período de forte expansão econômica e capitalista e, os jovens, em grande parte, estavam insatisfeitos com a pressão consumista desse sistema. Como também, em abril de 1968, Martin Luther King foi assassinado. Tudo isso desencadeou inúmeros movimentos, sendo os protagonistas nos EUA, o movimento hippie, a favor da liberdade e da igualdade entre sexos, os panteras negras, que lutavam contra a política de segregação racial e o WoodstockFestival, um festival que se tornou um movimento por reunir cerca de 500 mil pessoas, com o intuito de propagar a liberdade de expressão e de promover a paz. </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-size: 12pt"><span style="font-size: 14pt">Recomendação de filme:</span> O filme, Forrest Gump retrata alguns grandes ocorridos históricos nos EUA, é fácil situar a época na qual o filme se passa, nos anos 60 e 70, sendo uma ótima aula (mesmo que rápida e básica) para saber mais sobre alguns dos importantes presidentes, seus feitos e as características históricas da época. Dentre suas referências históricas estão as mais importantes: o grupo Ku Klux Klan, movimento hippie, os panteras negras, segregação racial no Alabama e a guerra no Vietnã.</span></p>
<h1 data-speechify-sentence=""><span style="font-size: 18pt">E no Brasil?</span></h1>
<p data-speechify-sentence=""><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-20129 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Ditadura-Flickr-1.jpg?resize=411%2C247&#038;ssl=1" alt="Repressão militar na Praça da Sé. Foto: Evandro Teixeira." width="411" height="247" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Ditadura-Flickr-1.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Ditadura-Flickr-1.jpg?resize=1024%2C614&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Ditadura-Flickr-1.jpg?resize=768%2C461&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Ditadura-Flickr-1.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 411px) 100vw, 411px" />                              Repressão militar na Praça da Sé. Foto: Evandro Teixeira.</p>
<p data-speechify-sentence="">Também, em contexto de Guerra Fria, o Brasil era fortemente influenciado pelo capitalismo estadunidense e pelo medo do comunismo, junto a crise do populismo e a instalação de um regime ditatorial. Entretanto, mesmo em meio a um estado social e político altamente repressor, os movimentos contracultura no Brasil ganharam força somente nos &#8220;Anos de Chumbo&#8221;, com o decreto do AI-5 (<a href="https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-foi-ai-5.htm"><strong>Ato Institucional nº 5)</strong></a>, emitido em 1968, inaugura-se o período mais sombrio da ditadura:</p>
<blockquote data-read-aloud-multi-block="true">
<p data-speechify-sentence=""> O historiador Kenneth P. Serbin opina que, por meio do AI-5, as forças de segurança do governo tiveram carta branca para ampliar a campanha de perseguição e repressão contra a esquerda revolucionária, oposição democrática e Igreja.</p>
</blockquote>
<p data-speechify-sentence="">Dentre os movimentos mais marcantes, estão, o velório de Edson Luís, menino de apenas dezesseis anos morto pelos militares, que reuniu cerca de 50 mil pessoas, como também, a passeata dos cem mil, na qual reuniu trabalhadores, políticos, artistas, professores, religiosos e estudantes decididos a questionar a repressão daqueles tempos.</p>
<p data-speechify-sentence=""><em>SOUSA, Rainer Gonçalves. &#8220;O Brasil em 1968&#8221;; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/o-brasil-1968.htm. </em></p>
<blockquote data-read-aloud-multi-block="true">
<h6 data-speechify-sentence=""><span style="font-size: 18.6667px">Contracultura na música brasileira: </span></h6>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-size: 12pt">Com o início do regime militar, “os artistas se reorganizaram para lutar contra a </span><span style="font-size: 12pt">opressão e fazer oposição, tendo na arte a arma mais pungente” <a href="https://ken.pucsp.br/aurora/article/viewFile/14201/12796">(OLIVEIRA,</a></span><span style="font-size: 12pt">2006, p.50). Na década de 1960, a canção brasileira se torna mais engajada, fazendo referência ao país onde se vivia, onde se queria viver e onde não se queria viver <a href="https://ken.pucsp.br/aurora/article/viewFile/14201/12796">(QUEIROZ, 2004, p. 23)</a>. </span></p>
<p class="materiaText03" data-speechify-sentence="">Como expõe Waldenyr Caldas, a música popular brasileira ficou por conta do retorno da bossa nova, que falava apenas de temas suaves como o amor, a rosa, a flor, o barquinho, o mar, a praia, o sol e outros substantivos sem compromisso com a resistência política daquele momento. Nem poderia ser diferente. Não havia nenhuma chance de contestar o ‘establishment’. Apenas alguns poucos talentos como Milton Nascimento, o Som Imaginário e Elis Regina, entre outros, ainda conseguiam realizar alguns trabalhos isolados.</p>
<h4 data-speechify-sentence=""><span style="font-size: 14pt">O Tropicalismo</span>:</h4>
</blockquote>
<p data-speechify-sentence="">Caracterizado por ser um movimento libertário e revolucionário, buscava aproximar a música brasileira dos aspectos da cultura popular, do samba, do pop, do rock e da psicodelia.</p>
<blockquote>
<h4><a href="http://www.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/9o-encontro-2013/artigos/gt-historia-da-midia-sonora/tropicalia-a-contracultura-na-musica-popular-brasileira" class="broken_link"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-20131 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Tropicalia.jpg?resize=344%2C267&#038;ssl=1" alt="" width="344" height="267" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Tropicalia.jpg?resize=300%2C233&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Tropicalia.jpg?resize=768%2C597&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Tropicalia.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Tropicalia.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /></a></h4>
</blockquote>
<p data-speechify-sentence=""><a href="http://www.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/9o-encontro-2013/artigos/gt-historia-da-midia-sonora/tropicalia-a-contracultura-na-musica-popular-brasileira" class="broken_link">Além disso, </a><a href="http://www.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/9o-encontro-2013/artigos/gt-historia-da-midia-sonora/tropicalia-a-contracultura-na-musica-popular-brasileira" class="broken_link">a bossa nova, o rock dos Beatles e de </a><a href="http://www.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/9o-encontro-2013/artigos/gt-historia-da-midia-sonora/tropicalia-a-contracultura-na-musica-popular-brasileira" class="broken_link">Roberto Carlos, foram influências fortes para a Tropicália.</a> Nomes como, Os mutantes, Novos baianos, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Raul Seixas, Nara leão, João Gilberto, Gal Costa, entre outros, fizeram parte do grupo Tropicália. O movimento tropicalista tentava incorporar-se à sociedade por meio de elementos de identificação da cultura de massa. Sendo que ao tentar criar um movimento de massa, fugindo dos padrões, foram alvos de muita crítica e revolta. Entretanto, com o passar tempo, a tropicália acabou voltou-se contra seus ideais, apropriando-se da indústria cultural, que inicialmente tinha o objetivo de alcançar os brasileiros, para somente gerar consumo e lucro. No fim, mesmo com forte influência, publicidade e tendo conquistado um numeroso público, a repressão ditatorial fez com que o grupo acabasse, principalmente, pelo exílio de Caetano e Gilberto Gil.</p>
<ul data-read-aloud-multi-block="true">
<li style="list-style-type: none" data-speechify-sentence="">
<h4><span style="font-size: 14pt">O Clube da esquina</span>:</h4>
</li>
</ul>
<p data-speechify-sentence="">Em meio a opressão militar nas ruas, “Clube da Esquina” surge com a ideia de espaço na qual há possibilidade do encontro, do afeto e da utopia. Seus protagonistas centrais eram Milton Nascimento, irmãos Márcio Borges e Lô Borges.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-20132 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/download.jpg?resize=379%2C277&#038;ssl=1" alt="" width="379" height="277" /></p>
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<p data-speechify-sentence="">A partir disso surgem ideais de <em>brasilidade, modernidade </em>e <em>mineiridade </em>contrários ao ufanista “ame-o ou deixe-o” expresso na típica propaganda política. Por outro lado, <a href="https://ken.pucsp.br/aurora/article/viewFile/14201/12796">as composições do Clube</a> criavam uma ponte, a partir de uma linguagem poética, com aspectos sócio-políticos, apontando a opressão presente nos anos de 1960. Em suas produções, a relação com o contexto cultural, social e político aparece nas letras em alguns momentos de forma esperançosa, criando uma contraposição à repressão vigente e, em outros, uma relação com os valores da contracultura. Por meio da mistura de traços rítmicos de estilos como jazz e música africana, considera-se que o clube resistiu ao âmbito repressivo, de forma inovadora e poética, mas não alienada.</p>
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		<title>Cantora Brasiliense Maíra Guedes faz sucesso em lives no Instagram e lança novo EP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 10:38:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Brasília é uma cidade musical influenciada pela profusão de culturas que interagem pelas sua quadras, bares e restaurantes. A capital do país é capaz de dar vazão à criatividade de artistas das mais diversas vertentes, resultando em um caldeirão cultural multifacetado, como é o caso de Maíra Guedes. Após muitos anos de aulas de canto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Brasília é uma cidade musical influenciada pela profusão de culturas que interagem pelas sua quadras, bares e restaurantes. A capital do país é capaz de dar vazão à criatividade de artistas das mais diversas vertentes, resultando em um caldeirão cultural multifacetado, como é o caso de <a href="https://www.instagram.com/mairaguedes/" class="broken_link">Maíra Guedes</a>.</div>
<div></div>
<div>Após muitos anos de aulas de canto e participações em show de amigos, Maíra iniciou sua carreira de maneira profissional em 2018 e, em Dezembro de 2019, lançou seu primeiro EP “Pra Florescer”, cinco composições de autoria da artista. Suas músicas têm influências do pop, nova MPB e soul. As letras falam de superação, renovação e esperança após momentos e processos difíceis.</div>
<div></div>
<div>No dia 29 de março, a artista apresentou-se no <a href="https://www.tecnoveste.com.br/snaptalks-2-0-juntos-mas-cada-um-na-sua-casa/">SnapTalks 2.o</a> com o show Pra Florescer e hoje apresentamos uma <strong><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/entrevinsta/" class="broken_link">#entrevinsta</a></strong> especial com essa artista, que conhecemos em 2017, na <a href="https://youtu.be/m6M_nCGJaQo?t=85">Snapshop no Pier 21</a>. Maíra acredita que todos nós passamos por momentos difíceis e processos que nos moldam e nos fazem enxergar a vida e nós mesmos de uma forma diferente, por isso &#8211; segundo ela &#8211; este momento de quarentena deve ser encarado sob a mesma perspetiva.</div>
<div>
<div class="mbm _3cQHZDJnrl">
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<div>Nesse momento difícil, precisamos manter a esperança e nos alegrarmos juntos.  Esse show é pra isso. É a minha forma de trazer alegria , paz e calma para qualquer um que estiver assistindo. Espero que eu possa tocar seu coração e melhorar um pouquinho a sua quarentena 🙂</div>
</blockquote>
</div>
</div>
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<p><strong>1. Quando e porque você decidiu escolher a área artística como o seu espaço de atuação internacional?</strong></p>
<p>Desde pequena, eu sempre admirei muito alguns artistas e ficava sonhando em viver as mesmas coisas que eles. Aos 11 anos eu comecei a fazer aulas de canto, percepção e teoria musical e a partir daí eu percebi que era algo que eu gostava muito e que também era uma maneira pela qual eu poderia me expressar, contar o que eu estava vivendo .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Como as experiências da sua infância e adolescência moldaram o seu gosto musical?</strong></p>
<p>Depois eu comecei a compor e esse sentimento se intensificou. Portanto, acho que eu escolhi a área artística pois eu acredito que dentro dela eu encontro ferramentas que me permitem mostrar quem eu sou e também trazer algo de bom para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. O que você fez para se qualificar como cantora. Não é só sair cantando é?</strong></p>
<p>No meu caso não foi. Eu sempre busquei um apoio técnico. Acredito que é importante estudar e evoluir sempre.</p>
<p>Comecei a fazer aula de canto aos 11 anos de idade com a professora Chris Dantas, que na época era da BSB Musical e depois dela eu passei por diversos outros professores. Faço aula até hoje.</p>
<p>Também descobri como o acompanhamento de uma fonoaudióloga pode contribuir para a saúde da voz. Pois, muitas vezes cultivamos hábitos que podem prejudicar nossa voz e também adquirimos “vícios” quando cantamos que também podem ser prejudiciais.</p>
<p>Outra coisa que fiz foi estudar bastante as cantoras que me inspiram. Observar a técnica que elas utilizam, o estilo que elas seguem e etc.</p>
<p><strong>4. Entre você pensar uma música na sua cabeça e ouvi-la na rádio tem um grande processo. Quais foram os principais passos nessa caminhada?</strong></p>
<p>Por ser o meu primeiro trabalho autoral, eu fui descobrindo esses passos pouco a pouco.</p>
<p>Antes de tudo, eu entendi que precisava estruturar minhas composições e fui ajudada pelo meu professor de canto da época, o Fernando Vaz.<br />
O meu processo de composição é sempre muito espontâneo. Eu começo a cantarolar a melodia na minha cabeça e gravo no meu celular pra não esquecer. Depois vou aperfeiçoando e buscando palavras ou notas que se encaixem melhor dentro daquela composição.</p>
<p>Quando eu achei que estava com a estrutura das músicas prontas, eu procurei alguém que pudesse fazer a parte do arranjo e também produzi-las. Quando e…</p>
<p><strong>5. Quem foram os profissionais que te auxiliaram para a composição e produção?</strong></p>
<p>A primeira pessoa que me ajudou foi o Fernando Vaz. Como eu disse anteriormente, ele era meu professor de canto na época e além de ser coach vocal ele também ajudava os alunos com as composições deles.<br />
Eu cheguei com a melodia e a letra e ele gravou as primeiras ideias de bases de piano para as músicas. Além disso ele também criou algumas outras partes para duas faixas, para fechar a estrutura delas.</p>
<p>Através do meu amigo e artista Alexandre Moreno, eu cheguei até o Rodrigo Rocha, que é um grande guitarrista e produtor de Brasília. O Rodrigo, com o auxílio do Alexandre, fez o arranjo e a produção de todas as músicas.</p>
<p><strong>6. Quais foi a primeira música deste álbum e como ela foi concebida?</strong></p>
<p>A primeira música do álbum se chama O Prato. Eu comecei a escrever essa música quando ainda morava na Nova Zelândia. Eu fui estudar inglês por um ano por lá e muitas coisas estavam mudando na minha vida. Quando eu voltei eu estava muito perdida, pois lá eu tinha um relacionamento, estava trabalhando e quando eu voltei eu não tinha mais nenhuma dessas coisas e também não sabia o que eu queria, então senti que eu e tudo ao meu redor tinha mudado e que eu não tinha nenhum controle sobre nada. O que me gerava muita angústia e vazio. E assim eu terminei de escrevê-la aqui no Brasil, em meio a esses sentimentos.</p>
<p><strong>7. Todo álbum tem um estilo ou um tema, depois das várias horas de gravação pela qual você passou, ficou alguma canção de fora desta publicação porque tinha temática diversa? Qual é o nome dela?</strong></p>
<p>Não teve nenhuma música que chegou a ser produzida mas não entrou no EP. Eu tinha algumas outras composições que estavam prontas mas que eu não achei que parecesse tanto com a mensagem das demais.</p>
<p>Uma delas se chamava Let me in. Ainda quero produzi-la um dia 🙂</p>
<p><strong>8. Das músicas que foram lançadas é difícil escolher uma como favorita, mas você poderia dizer qual seria o cenário ideal para que as pessoas ouvissem cada uma delas (em casa, dirigindo, em um restaurante etc)?</strong></p>
<p>O Prato é uma música mais densa. Eu acredito que se encaixe em um momento mais íntimo. Portanto, eu ouviria em casa, em um dia chuvoso.</p>
<p>Esperou por nós é bastante melancólica mas eu imagino que caiba bem em um ambiente aconchegante como uma cafeteria. Se ouvir tomando um capuccino, acho que fica bem interessante hahahahh</p>
<p>Velejando só fala sobre ansiedade e uma certa solidão. Pode se encaixar em um momento de reflexão ao ar livre, talvez em um local que seja perto da água e bastante arborizado.<br />
Pensando nela, me lembrei de um dia que fiquei sentada …</p>
<p><strong>9. Quais foram suas maiores inspirações para este álbum e quais estilos musicais te influenciaram para a produção dele?</strong></p>
<p>Eu tenho muitos artistas que me inspiram e lembro que trouxe várias referências para<br />
o Rodrigo.</p>
<p>Na época eu estava escutando muito uma cantora chamada Lianne La Havas e muitas coisas da nova mpb também. Trouxe ainda algumas referências da cena mais alternativa brasileira, como Céu e Tono.</p>
<p>Acho que o estilo que mais focamos foi o pop com um pouco de blues e de música alternativa.</p>
<p><strong>10. O que as pessoas que vão te ouvir a partir desta entrevista podem esperar e como elas podem fazer para ter acesso às suas músicas?</strong></p>
<p>Meu principal foco ao cantar e fazer música, é gerar uma conexão com quem está ouvindo. É tocar. Então, quem procurar minhas músicas pode esperar letras que falam de experiências e sentimentos que todos temos, expressadas por uma voz suave e arranjos pensados pra trazer á tona essas emoções.</p>
<p>As música estão em todas as plataformas digitais e também no Youtube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLiOpMMiz_P8x3a2LtCyolvDO9LolhB4mh" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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