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	<title>Arquivos Nada se cria | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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		<title>Clichê no cinema: Ajuda ou atrapalha?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2020 19:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.” &#8211; Antoine Lavoisier &#8211; &#160; Um roteirista no cinema, para construir seu roteiro, acaba recorrendo a métodos que constroem seu padrão de escrita, um deles é o &#8220;clichê&#8221;, que vamos entender agora se ajuda ou atrapalha! &#160; A fórmula clichê Original do Francês, sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”</span></em></p>
<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">&#8211; Antoine Lavoisier &#8211;</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Um roteirista no cinema, para construir seu roteiro, acaba recorrendo a métodos que constroem seu padrão de escrita, um deles é o <em>&#8220;clichê&#8221;</em>, que vamos entender agora se ajuda ou atrapalha!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">A fórmula clichê</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Original do Francês, sendo escrito como </span><i><span style="font-weight: 400">cliché</span></i><span style="font-weight: 400">, tem no seu significado primário, a utilização de uma matriz feita de metal, destinada à fabricação de imagens e textos. Estes, vindo de conjuntos em repetição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As artes tem inúmeros conteúdos já produzidos, e querendo ou não, muitos são inspirados em antecedentes. É como dizia o renomado cientista, Lavoisier: <em>&#8220;Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma&#8221;</em>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O cinema incorporou esta frase com maestria, à medida que grandes nomes desenvolveram fórmulas sobre expressões avulsas, que até então, não tinham sido imaginadas em conexão. Um forte exemplo, é o advento das obras de <em>Charlie Chaplin</em>, reunindo elementos do teatro de variedades, mais especificamente as pantomimas (gestos corporais) à situações de enquadramento em câmera. A reunião feita por ele, juntamente à cineastas do início do século 20, serviu de espelho para estabelecer convenções na indústria do gênero nomeado, comédia pastelão. Esse modelo é replicado até os dias atuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os clichês estão sempre relacionados com gêneros de comédia, ação, aventura, romance, drama, terror e suspense, cada tipo em seu segmento. Eles servem para criar o que chamamos de <em>&#8220;identidade por reconhecimento&#8221;</em>. Ela implica em fazer com que o espectador saiba o tipo de obra a qual está acompanhando. Essa identidade entra inicialmente no roteiro, quando para criar uma situação, o escritor busca algo cravado em memória para estabelecer uma relação mais íntima com quem assiste. Um grande exemplo é quando um casal briga em um filme de romance, passam um período distantes e no último ato, eles se reconciliam em local público, perante a imensa quantidade de pessoas que ficam de plateia os observando. Aposto que com esse exemplo, você deve ter lembrado de inúmeras obras que fazem exatamente isso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os clichês sempre geraram polêmica e divergências de opiniões para quem produz e recebe o conteúdo. A verdade é que a fórmula se torna um facilitador e se desvencilhar dela, é sinônimo de entrar em campo novo, assumindo riscos. Há realizadores que utilizam da fórmula por anos e dão super certo, como é o caso do </span><a href="https://fromdirectorstevenspielberg.com/"><span style="font-weight: 400"><em>Steven Spielberg</em></span></a><span style="font-weight: 400">, e há os que fogem da curva e também são bem sucedidos, como o </span><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-193/"><span style="font-weight: 400"><em>Luis Buñuel</em></span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Jogando com o clichê</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O cinema contemporâneo passou por diversas adaptações e os públicos se diversificaram bastante. Com salto amplo no modo de fazer cinema, os roteiros foram entrando em harmonia com o fluxo recente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, a gama de filmes que ironizam e questionam os clichês é enorme. A comédia tomou a liberdade de brincar com os roteiros clássicos. Títulos como <em>&#8220;Todo mundo em Pânico&#8221;</em> ganharam espaço e trouxeram de forma leve, todas as características e exageros de filmes de terror. Em seguida, o mercado viu o potencial nos filmes de suspense e terror que entraram na possibilidade de abordar temas atuais, sem fixar na ideia de construção estabelecida no século passado, fortalecendo gêneros com pegada de terror psicológico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Interpretar e brincar com os clichês, se tornou um hábito na indústria cinematográfica. Passando por altos e baixos, o processo cinematográfico fixou marcas registradas, sendo uma delas o clichê. O ponto é que eles já estão inclusos em tópicos para fomentar roteiros. São recursos e podem ser inseridos no repertório de quem cria conteúdo. Se ajudam ou atrapalham, o que vai definir isso, é o que vem antes dos créditos finais.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400">   </span></p>
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