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		<title>Futuro pra quem?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 17:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estou escrevendo este texto de um dos lugares mais privilegiados que pode existir atualmente: a minha casa. Privilegiado por que sou um homem branco, com acesso ilimitado à internet e a todo tipo de informação que eu precisar, comida na geladeira, televisão, roupas, produtos de limpeza, álcool em gel e água potável. Assim, estamos, eu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estou escrevendo este texto de um dos lugares mais privilegiados que pode existir atualmente: a minha casa.</p>
<p>Privilegiado por que sou um homem branco, com acesso ilimitado à internet e a todo tipo de informação que eu precisar, comida na geladeira, televisão, roupas, produtos de limpeza, álcool em gel e água potável. Assim, estamos, eu e meu cachorro Graciliano, seguros da maior crise de saúde pública do século. Mas seguros dentro de uma fração delimitada.</p>
<p><strong>O mundo lá fora não tem essa realidade.</strong></p>
<p><strong><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18971" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?resize=300%2C168&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="168" /></a></strong></p>
<p>Perdi as contas de quantos dias estou em casa. Não dá mais pra contar o tempo a partir do nosso cotidiano: todo dia parece domingo. Às vezes, um domingo com trabalho, outras um simples e melancólico domingo. Todo mundo em casa, a rua meio vazia, dormindo a tarde e vendo alguma porcaria à noite antes de dormir. Difícil pensar em segundas-feiras sem todo o itinerário que envolvia o trabalho tal como ele era, uma reunião, começar ou não uma dieta, ir ou não para a academia. Até mesmo as ressacas do final de semana estão em quarentena. Vez ou outra, uma leve dor de cabeça de tanto tomar vinho pra tentar dormir.</p>
<p>Todo dia parece domingo.</p>
<p>E, de novo, falo de um lugar privilegiado. E eu preciso reforçar isso a todo instante. Neste texto e para mim mesmo. Esse conceito muda tudo. Muda a forma de encarar esses tempos. Entender o nosso lugar de privilégio, penso, é o que vai permitir que a gente enxergue e aja de outra forma, abrindo espaços e diálogos. E repito isso com amigos, colegas, parentes e até pessoas desconhecidas que encontro no único dia da semana em que eu saio na rua para ir ao mercado &gt; farmácia &gt; sacolão. E raras vezes, ao pet shop.</p>
<p>São saídas tristes. Ando na rua e tenho vontade de chorar. Falo sozinho atrás da máscara e a cada passo, noto que estou fora de forma, mesmo apesar de ter tentado, no começo, seguir uma rotina de exercícios diários. Mas que logo troquei por garrafas de vinho, cerveja, série ruim e cigarro.</p>
<p>Me sinto como o James Stewart em Janela Indiscreta: olho pra fora e já conheço os(as) vizinhas (os); que horas desligam as luzes, quem fuma na janela, os mais politizados que batem panelas em protestos e os que fecham as cortinas quando começam as paneladas. E pra deixar tudo ainda mais hitchcockiano, semanas atrás houve um assassinato no prédio da frente. Tudo foi acompanhado com uma certa comoção, mas logo todo mundo entrou e esqueceu.</p>
<p>Perder a vida hoje em dia parece só um número.</p>
<p>No começo, fiz uma planejamento detalhado de atividades para a quarentena: ler os livros que estavam empilhados na mesa de cabeceira e na mesa da sala, estudar mais história para achar brechas e respostas para possíveis saídas disso tudo, fazer os tantos cursos que empresas disponibilizaram numa tentativa de solidariedade e compartilhamento de conhecimento (pra quem, né?), aprender a fazer receitas da Rita Lobo, assistir e rever todos os filmes do Almodovár, do Kubrick, do Win Wenders e tentar escrever meu próximo livro. Como resultado, tive o início de síndrome do pânico.</p>
<p>Hoje, como o poema do Álvaro de Campos, o que sinto é cansaço.</p>
<p>Que vai além de não fazer nada. Mas de muita coisa que fui acompanhando nesses meses que já parece quase um ano. A crescente <em>livização do conhecimento</em>, o problema das escolas e sua ineficiência com o ambiente digital para continuar suas aulas, as muitas empresas que da noite para o dia se “digitalizaram” e, claro, aos novos profetas do futuro pós apocalíptico.</p>
<p>Quase como aquele meme “onde vivem, o que comem” etc., vi surgir uma quantidade inexplicável de auto proclamados futuristas, além dos que aqui já existiam. Parece, enfim, que todos têm uma resposta para o que estamos vivendo. Para eles, a crise é uma oportunidade para abrirmos as portas para esse tão esperado e glorioso futuro. A crise está acelerando mudanças que já estavam por vir. Mas, eu me pergunto:</p>
<p><em>Futuro pra quem?</em></p>
<p>Há mais ou menos três anos, comecei a ir em busca de algumas respostas. Até mesmo pelo meu próprio trabalho que envolve tecnologia e uma busca cansativa por “novidade”, precisei ir atrás do que estava acontecendo e o que poderia acontecer com o mundo com a chegada da tal 4ª revolução industrial e seus impactos no trabalho, educação, na vida em geral. Fiz cursos, li livros e textos no medium, assisti incontáveis TEDs e conheci muita gente empenhada em desvendar o futuro.</p>
<p>Quando você começa, é tudo muito sedutor: <em>self driving cars</em>, inteligência artificial, robótica, biotecnologia, nanotecnologia e todas as “<em>gias</em>” que possam existir. O Blade Runner do futuro que estava aparecendo para mim, já parecia mais um Black Mirror com final feliz. Mas não foi difícil começar a perceber que eu estava em um grupo ainda mais privilegiado do que o que eu estava acostumado. Somente brancos, altamente graduados, com ótimos cargos em empresas que parecem ter saído de um livro do Isaac Asimov. Nenhuma pessoa negra, eu quase como o único homossexual e, claro, todos muito “bem de vida”. Não demorou muito para pergunta surgir:</p>
<p><strong><em>Futuro pra quem?</em></strong></p>
<p>Nenhum livro, palestra ou TED previu a chegada do covid-19 e seus desdobramentos políticos e sociais. Lembro só de ter visto, acho que em 2017, o Bill Gates falando que a próxima crise seria uma pandemia.</p>
<p>Algumas semanas atrás, vi no perfil no linkedin de um conhecido que, antes da pandemia, era facilitador de treinamentos corporativos, se definir como um futurista. Mais um sintoma de uma soma de eventos que estão acontecendo de quem está ditando as regras no meio de um jogo que parece não ter um vencedor no final. E a minha pergunta, título deste texto, faz a referência a esse tal dito futuro que está sendo construído para muito poucos? Até mesmo criaram e se servem do slogan “novo normal”.</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem?</em></strong></p>
<p>Entregadores de comidas e serviços de plataformas digitais, motoristas de Uber, caixas de supermercado, cobradores de ônibus, estudantes de periferia e a lista pode continuar interminavelmente. E o futuro dessas pessoas? Como discutir um suposto “novo normal” se pautando em “<em>boom</em>” de crescimento de vendas <em>on-line</em>? Dizer que o “novo normal” será o trabalho remoto, me parece, ser o mesmo que assumir que a desigualdade que está tão transparente agora, deve ser permanecida para sustentar tudo isso. Em um país intercontinental como o Brasil, com estruturas e um tecido social bastante complexo, a crise parece ter relevado ainda mais o quanto estamos longe do futuro Jetsons e mais próximos de um romance regionalista da década de 30. A desigualdade vem caminhar junto da falta de empatia. O novo normal será dos privilegiados trancafiados em casa, enquanto a grande maioria sequer consegue lavar as mãos? Não tem como não nos perguntarmos:</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem? Futuro de quem?</em></strong></p>
<p>E em um grupo de WhatsApp com essas mesmas pessoas que discutem tendências, lentes para enxergar o futuro ou qualquer coisa que o valha, recebo a seguinte mensagem:</p>
<p><em>“uma hora dessas, nasce um bebê com uma mutação genética que protege ele e os descendentes contra corona e ai reseta tudo”. </em></p>
<p>E você pode achar que nada disso que eu to falando têm muito sentido. Eu mesmo acho que não tem. Mas eu começo aqui a minha coluna, com um diálogo aberto para falarmos sobre tudo isso. Se vai haver um certo ou errado, não sei dizer. Mas cada semana, vou trazer uma provocação. Tecnologia, educação, futuro. Está tudo em jogo agora. E discutir, parece ser o primeiro passo para entender se, de fato, vai haver um impacto positivo disso tudo que estamos vivendo.</p>
<p>E toda vez que toco nesse assunto, lembro da capa da New Yorker.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18970" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="220" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&amp;ssl=1 220w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?w=280&amp;ssl=1 280w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /></a></p>
<p>Eu acendi um cigarro agora. Eu sei, parece estranho fumar no meio de uma crise de saúde respiratória. Por enquanto, to fazendo o meu melhor. Tentando sobreviver. Assim, como você deve tá fazendo o seu também.</p>
<p>Um motoboy com uma bolsa do Rappi passa e estaciona em frente ao prédio. To terminando de escrever esse texto. Olho para baixo e vejo que ele deixou a comida na porta. Sem contato com o entregador. Começo a pensar em como será o trabalho no futuro. Claro, minha preocupação como um homem gay privilegiado é totalmente diferente das pessoas em situação de vulnerabilidade. Não tem como não relacionar isso sempre. O entregador foi embora. E de novo eu me pergunto:</p>
<p><strong>Futuro pra quem?</strong></p>
<p><em>Por Vitor Richner</em></p>
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		<title>Avances de la tecnología textil contra el calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bi Aparicio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 10:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Así como las altas temperaturas han ido en aumento los últimos años, la tecnología textil en la industria de la moda también ha avanzado para contrarrestar esta situación. Las temperaturas que hemos llegado a alcanzar sobrepasan las mayores temperaturas registradas en la era preindustrial. ¡Es alarmante! y a la hora de vestirse es incómodo. • [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Así como las altas temperaturas han ido en aumento los últimos años, la tecnología textil en la industria de la moda también ha avanzado para contrarrestar esta situación.</p>
<p>Las temperaturas que hemos llegado a alcanzar sobrepasan las mayores temperaturas registradas en la era preindustrial. ¡Es alarmante! y a la hora de vestirse es incómodo.</p>
<p>• Por ese motivo Sony lanzó una alternativa de aire acondicionado portátil para llevar dentro de la ropa, al que le llamaron Sony Reon Pocket.</p>
<p>En Europa este dispositivo ya está siendo distribuido y empiezan a surgir las opiniones a favor y en contra al respecto del uso de este dispositivo.</p>
<p>Es compacto y, así como baja la temperatura corporal en verano, ayuda a subirla en invierno.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_20230205_153810.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-27749" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_20230205_153810.jpg?resize=300%2C150&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="150" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_20230205_153810.jpg?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_20230205_153810.jpg?w=719&amp;ssl=1 719w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>• Por otro lado, científicos de universidades en China, han creado un tejido reversible que puede retener el calor cuando hace frio y reflejarlo cuando hace calor. Este tejido logra aumentar la temperatura corporal hasta en 8 grados y descenderla en 6 grados.</p>
<p>Esta es una alternativa que puede dar mayor comodidad ya que el enfriamiento está en la pieza misma.</p>
<p>Además, esta pieza genera pequeñas cantidades de electricidad en su funcionamiento, que están siendo evaluadas para ser aprovechadas en otras funciones.</p>
<p>• También diversas marcas de españolas han visto esta necesidad ya que existen trabajadores que deben exponerse todos los días del año al calor y el sol para cumplir sus tareas. Y en las últimas olas de calor se reportaron muchas muertes con este motivo.</p>
<p>En España ya están produciendo piezas con este metatejido Personal Thermal Management (PTM) o, en español, Gestor Personal del calor creado en China Incluso ya se han comprobado los resultados y se ha visto la aprobación de los usuarios al nuevo tejido porque solo aumentaría el 10% del precio comparado a una ropa convencional.</p>
<p>Algunos jefes manifestaron que sus trabajadores sugieren a las empresas que provean ropas con este tejido de determinada marca.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_20230205_153802.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-27748" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_20230205_153802.jpg?resize=300%2C134&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="134" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_20230205_153802.jpg?resize=300%2C134&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Screenshot_20230205_153802.jpg?w=705&amp;ssl=1 705w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>• En Brasil, la firma brasileña Nanox, ha comenzado a crear nanopartículas que repelen el calor y controlar el olor de la sudoración, la propagación de hongos. amarillamiento del tejido y es excelente para alergias en la piel.</p>
<p>Puede ser usado para cualquier tipo de pieza que entre en contacto con la piel. Desde ropa deportivas hasta ropas interiores.</p>
<p>Gracias por acompañarme hasta aquí. Hasta una próxima oportunidad.</p>
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		<title>Cientista, carismático e estudioso &#8211; O Pesquisador Meykson A. Silva, acredita que  – “A ciência é a base da harmonia social&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 13:54:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho do Pesquisador Meykson A. Silva. Ele fez graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco no Centro Acadêmico de Vitória. Atualmente é doutorando em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco onde analisa o perfil proteico da peçonha de escorpiões do nordeste do Brasil, e os efeitos biológicos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/quem_faz_ciencia_no_brasil-2/">Cientista, carismático e estudioso &#8211; O Pesquisador Meykson A. Silva, acredita que  – “A ciência é a base da harmonia social&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-23806 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?resize=300%2C225&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/38824975_1872687049513867_6512132914317099008_o-1.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho do Pesquisador Meykson A. Silva.</p>
<p>Ele fez graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco no Centro Acadêmico de Vitória. Atualmente é doutorando em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco onde analisa o perfil proteico da peçonha de escorpiões do nordeste do Brasil, e os efeitos biológicos e farmacológicos das toxinas destes. Tem como áreas de interesse: Comportamento Animal, Toxinologia, Proteômica, Genotoxicidade e Mutagênese.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: Se apresente e me fale sobre seu trabalho atual?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> <strong>“</strong>Me chamo Meykson Alexandre da Silva, sou licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE/CAV, fiz mestrado em Ciência Animal Tropical com ênfase em Morfofisiologia e Reprodução nos Trópicos pela Universidade Federal Rural de Pernambuco &#8211; UFRPE e atualmente sou doutorando em Ciências Biológicas com ênfase em Produção, Purificação, Caracterização e Aplicação de Biomoléculas Bioativas e Nanotecnologia pela Universidade Federal de Pernambuco. Desde o início da graduação me apaixonei pela iniciação científica e queria a todo custo fazer parte de um laboratório de pesquisa, foi aí que consegui oportunidade em dois laboratórios com linhas de pesquisas completamente diferentes, onde  iniciei minha trajetória no meio científico e contribuindo para a ciência brasileira com informações bem legais sobre a biologia dos escorpiões, envenenamento, composição da peçonha, assim como informações valiosas sobre genotoxicidade e mutagênese de produtos naturais, venenos e químicos sintéticos na saúde humana e meio ambiente. Atualmente estou empenhado a sair de minha zona de conforto e buscar por &#8220;mares mais profundos&#8221; e estou caindo de cabeça na proteômica e transcriptômica em escorpiões, um desafio extremamente importante o qual acrescentará muito em minha vida científica.”</p>
<h3>Segunda pergunta: O que te fez escolher ser cientista e, especificamente, a sua área de estudo?</h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> “Eu sempre fui muito curioso desde criança e procurava entender as coisas e como elas funcionavam, tentava consertar meus brinquedos, arrumar a televisão, resgatar as plantas &#8220;em processo de quase morte&#8221;, observar a natureza e me questionar do porquê o céu era azul e o arco-íris colorido, porque meus olhos eram negros e o das minhas irmãs mais claros, e tantas outras perguntas intrigantes, um curioso nato. Foi aí que me encontrei na obrigação de entender a natureza de uma forma mais minuciosa e o meio acadêmico me proporcionou tudo isso. Minhas áreas de estudos foram ocasionais e surgiram em um momento oportuno e foi extremamente gratificante, gostei tanto do que me foi apresentado que juntei as duas áreas (escorpiões + geno/mutagenicidade) em meu projeto de mestrado, onde vi que a peçonha do escorpião da espécie <em>Tityus stigmurus</em> é capaz de causar danos no DNA das células germinativas de camundongos envenenados.”</p>
<h3>Terceira pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> “Tive pouco contato com informações sobre os escorpiões em boa parte da minha vida, infelizmente a desinformação ainda é extremamente forte para estes organismos. Porém, quando comecei estudar estes animais, vi claramente que eles possuem enormes importâncias biotecnológicas e ecológicas. Tive a oportunidade de sofrer uma desmistificação gritante sobre eles, haja visto que o conhecimento prévio sobre estes animais é em sua maioria erróneo em boa parte dos leigos. Foi aí que tive a honra de conhecer e entender que estes animais são essenciais para a natureza e que podem nos trazer benefícios incríveis, apesar de serem passíveis de ocasionar malefícios ao se defenderem.”</p>
<h3>Quarta pergunta: Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta de </strong>Meykson<strong> –</strong> “A capacidade de nos trazer respostas e informações sobre eventos naturais importantes ou que passam despercebidos aos nossos olhos é o papel mais lindo e gratificante dos cientistas. Saber e entender que o nosso DNA tem a mesma estrutura que o DNA de uma planta e que basicamente as ordens dos nucleotídeos e sua quantidade é o que nos tornam diferentes, é gratificante. É este o principal papel dos cientistas na sociedade, trazer respostas para perguntas que aparentemente são difíceis de responder, é nos dar uma qualidade de vida melhor ao descobrirem que o extrato de uma planta é capaz de dizimar uma colônia de bactérias danosas, é nos confortar ao relatarem e exporem novas descobertas que nos trazem alívio à situações complicadas. A ciência é a base da harmonia social e quem a faz são os dançarinos que se mechem de diversas formas para manter o equilíbrio e trazerem respostas para os enigmas da vida, do conforto e da boa convivência.”</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho do Pesquisador Meykson: <a href="//buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8138782D3">Lattes</a></p>
<p>Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: entrevistas@tecnoveste.com.br</p>
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		<title>Prêmio Cientista e Empreendedor do Ano 2016 &#8211; Instituto Nanocell</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Kzam]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2016 19:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[biotecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Nanocell]]></category>
		<category><![CDATA[nanotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[premiação]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nanocell foi concebido para criar um mundo mais aberto e transparente no que concerne à ciência e à tecnologia, para criar entendimento e conexão entre o conhecimento e as pessoas. O Prêmio Cientista e Empreendedor do Ano 2016 do Instituto Nanocell surgiu para dar evidência e agraciar os cientistas e empreendedores que se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>O <a href="http://www.institutonanocell.org.br/" target="_blank">Instituto Nanocell</a> foi concebido para criar um mundo mais aberto e transparente no que concerne à ciência e à tecnologia, para criar entendimento e conexão entre o conhecimento e as pessoas. O <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/05/regulamento-premio-nanocell.pdf" rel="">Prêmio Cientista e Empreendedor do Ano 2016 do Instituto Nanocell</a> surgiu para dar evidência e agraciar os cientistas e empreendedores que se destacarem em suas áreas de atuação.</p>
<div>
<hr />
</div>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><em><strong><span style="font-size: 14pt;">&#8220;As pessoas devem ser proprietárias de suas informações. &#8220;</span></strong></em></span></p>
</blockquote>
<hr />
<div> O Instituto promove a franqueza e transparência, fornecendo às pessoas mais poder para compartilhar e se conectar. Os princípios que regem a ação do instituto norteiam as decisões tomadas e o incentivo da tecnologia no Brasil, quais sejam: liberdade e fluxo livre de informação e opinião, transparência, produção de conhecimento científico para uso da população, igualdade de fundamentos, valor social, plataformas e padrões abertos, entre outros.</div>
</div>
<div>
<hr />
</div>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><em><strong><span style="font-size: 14pt;">&#8220;O serviço do Instituto Nanocell deve ultrapassar barreiras geográficas e nacionais e ser disponibilizado a todas as pessoas do mundo.&#8221;</span></strong></em></span></p>
</blockquote>
<hr />
<div>
<div style="text-align: justify;">A premiação  de 2016 está dividida em 3 etapas. Na primeira, de fevereiro a março, serão selecionados seis indivíduos entre cientistas, professores, alunos e empreendedores a partir dos que se inscreverem no site. Na segunda, de maio a junho, será aberta votação pela internet que fará com que os selecionados na etapa anterior acumularem pontos para a média final das notas da comissão avaliadora. Na terceira, de <strong>05 de junho a 25 de julho, será feita a votação por uma </strong>comissão composta por membros de Comitês de Assessoramento, fundações, associações científicas e educacionais que elegerá os candidatos que serão premiados.</div>
<hr />
</div>
<blockquote>
<div><span style="color: #0000ff;"><em><strong><span style="font-size: 14pt;">&#8220;Uma das grandes satisfações do ser humano é ser reconhecido naquilo que ele faz de melhor.&#8221;</span></strong></em></span></div>
</blockquote>
<div>
<hr />
</div>
<div>As áreas escolhidas para a Prêmio Cientista e Empreendedor do Ano 2016 são:</div>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Biologia geral</li>
<li>Biotecnologia aplicada à saúde</li>
<li>Pesquisas com células-tronco humanas</li>
<li>Nanotecnologia</li>
<li>Câncer: da prevenção à cura</li>
<li>Neurociências, novas perspectivas para uma vida melhor</li>
<li>Prêmio Empreendedor do Ano para empresas de biotecnologia ou voltadas para a área de saúde</li>
</ul>
<div>
<p style="text-align: justify;" align="JUSTIFY">O diferencial do Prêmio Instituto Nanocell é não somente considerar o mérito científico, mas também a carreira dos participantes. Este ano foram selecionados 36 professores, 36 alunos e 6 empresas, que ou são referência nacional em suas áreas de atuação ou foram identificados pelo Instituto como potenciais transformadores sociais. Veja a lista dos aprovados e <a href="http://www.institutonanocell.org.br/premio/" target="_blank">vote no seu preferido</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da premiação o Nanocell mantém um site em que promover assuntos de interesse da comunidade científica brasileira. <a href="http://www.institutonanocell.org.br" target="_blank">Visite</a>!</p>
<div id="attachment_9802" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.institutonanocell.org.br/" target="_blank" rel="attachment wp-att-9802"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9802" class="wp-image-9802 size-large" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/05/nanocell-news-tecnoveste.png?resize=1024%2C216&#038;ssl=1" alt="nanocell news" width="1024" height="216" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/05/nanocell-news-tecnoveste.png?resize=1024%2C216&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/05/nanocell-news-tecnoveste.png?resize=300%2C63&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/05/nanocell-news-tecnoveste.png?resize=768%2C162&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/05/nanocell-news-tecnoveste.png?w=1354&amp;ssl=1 1354w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><p id="caption-attachment-9802" class="wp-caption-text">nanocell news</p></div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/premio-cientista-e-empreendedor-do-ano-2016-instituto-nanocell/">Prêmio Cientista e Empreendedor do Ano 2016 &#8211; Instituto Nanocell</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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