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	<title>Arquivos OMS | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos OMS | Tecnoveste</title>
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		<title>Covid, fome e corrupção: brasileiro vive série de pandemias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mari Tegon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 10:00:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, é um “Messias às avessas”. Propaga o marketing do terror e, ao governar em favor da morte, faz necropolítica. De resto, produz instabilidade econômica, calamidade pública e até insegurança alimentar. Estima-se que 59% dos lares brasileiros, equivalente a 125,6 milhões de pessoas, estejam em situação de insegurança alimentar, sem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="graf graf--p"><em>O presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, é um “Messias às avessas”. Propaga o marketing do terror e, ao governar em favor da morte, faz necropolítica. De resto, produz instabilidade econômica, calamidade pública e até insegurança alimentar.</em></p>
<div id="attachment_23868" style="width: 685px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/credito-Evaristo-Sa-AFP.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23868" class="wp-image-23868 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/credito-Evaristo-Sa-AFP.jpg?resize=675%2C449&#038;ssl=1" alt="" width="675" height="449" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/credito-Evaristo-Sa-AFP.jpg?w=675&amp;ssl=1 675w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/credito-Evaristo-Sa-AFP.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/credito-Evaristo-Sa-AFP.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/credito-Evaristo-Sa-AFP.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/credito-Evaristo-Sa-AFP.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /></a><p id="caption-attachment-23868" class="wp-caption-text">(crédito: Evaristo Sá/AFP)</p></div>
<p id="a085" class="gp gq fx gr b gs ri fz gt gu rj gc gv gw rk gx gy gz rl ha hb hc rm hd he hg da dv" data-selectable-paragraph="">Estima-se que <strong>59% dos lares brasileiros, equivalente a 125,6<span id="rmm"> </span>milhões de pessoas, estejam em situação de insegurança alimentar</strong>, sem ter plena certeza de que conseguirá manter alimentação diária. É o que revela levantamento de dados da pesquisa<em class="hh"> “Efeitos da pandemia na alimentação e na situação da segurança alimentar no Brasil”, coordenada pelo do Grupo de Pesquisa Alimento para Justiça: Poder, Política e Desigualdades Alimentares na Bioeconomia, com sede na Universidade Livre de Berlim</em>.</p>
<p class="graf graf--p graf--startsWithDoubleQuote">Fosse Bolsonaro um bom líder, estaria preocupado em manter a nação brasileira intacta e segura com os direitos humanos garantidos. Os golpes de ânimos sofridos diariamente se equiparam a ‘sobreviver’, não a ‘viver’ de fato.<br />
O stress físico e mental se instalou e virou rotina do ‘novo normal’ que o coronavírus nos permite viver no que se refere à sociedade.</p>
<h2 class="graf graf--p"><strong>Bolsonaro pratica vilipêndio contra a memória de seus mortos.</strong></h2>
<p class="graf graf--p">Além dos profissionais de saúde, que não conseguem vencer a demanda de infectados e internados com a Covid-19, o país sofre com o serviço funerário em colapso. Em São Paulo, por exemplo, já são realizados funerais noturnos. E sepulturas verticais são feitas para multiplicar jazigos.</p>
<p class="graf graf--p">Enquanto o país inteiro enfrenta a doença com dor, o presidente e seus apoiadores já estão em campanha para 2022 &#8211; com bandeiras inspiradas na necropolítica. A última dessas bandeiras tenta nos convencer que a liberdade do brasileiro está sendo coibida, quando, na verdade, governadores e o Supremo Tribunal Federal (STF) restringem missas e cultos com o objetivo único de salvar vidas.</p>
<p class="graf graf--p">Quando a pandemia estourou, em 2020, a OMS desaconselhava a prática de qualquer festa ou evento que provoque aglomerações. Ano passado, na celebração de Páscoa, em um ato simbólico (e prático) contra as aglomerações, o Papa Francisco realizou a missa sozinho, sem fiéis, na Basílica de São Pedro. Em 2021 não há Papa ou cientista que faça essa gente pregar a favor da vida.</p>
<p class="graf graf--p">No dia 6 de abril de 2021, o próprio ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta &#8211; em conversa com <a href="https://twitter.com/demori" target="_blank" rel="noopener">Leandro Demori</a> e <a href="https://noticias.uol.com.br/colunas/reinaldo-azevedo/" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link">Reinaldo Azevedo,</a> no &#8216;<em>Ziriguidum</em>&#8216; (Clubhouse) &#8211; em comparação esdrúxula da economia do governo Lula ao governo Bolsonaro, sacramentou o pesadelo de que esse governo pensa que a <strong>morte de CPFs é mais &#8216;tolerável&#8217; que a morte de CNPJs</strong>.</p>
<p class="graf graf--p">No último final de semana, o Brasil ultrapassou os 350 mil mortos por Covid-19. A pandemia não tem uma linha de horizonte definida para a humanidade voltar ao &#8216;normal&#8217;. Vacinas não chegam com a velocidade que deveriam. O presidente Bolsonaro não governa o país e não deixa ninguém tomar decisões que prezem pelo bem-estar e vida em sociedade.</p>
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		<title>Qual é a importância da vacinação em larga escala no Brasil para conter o coronavírus (SARS-CoV-19)</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/qual-e-a-importancia-da-vacinacao-em-larga-escala-no-brasil-para-conter-o-coronavirus-covid-19-sars-cov-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[anafravinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2021 10:00:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o dia 11 de março 2020, data em que a OMS (Organização Mundial de Saúde) considerou as contaminações pelo novo coronavírus (SARS-CoV-19) como pandemia, a procura da vacina é vista como protagonista para o fim do cenário pandêmico. Engana-se quem considera a vacina como um acontecimento recente e com pouca relevância. O Instituto Butantan [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">Desde o dia 11 de março 2020, data em que a OMS (Organização Mundial de Saúde) considerou as contaminações pelo novo coronavírus (SARS-CoV-19) como pandemia, a procura da vacina é vista como protagonista para o fim do cenário pandêmico.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">Engana-se quem considera a vacina como um acontecimento recente e com pouca relevância. O Instituto Butantan desde 1901 produz vacinas e soros para a saúde pública, e então distribuídos de maneira gratuita para todas as localidades do Brasil, fazendo parte do Programa Nacional de Imunização (PNI).</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">A vacinação é muito importante, principalmente quando falamos em prevenção e erradicação de doenças. Prevenção pois é a forma mais segura de se ter imunidade adquirida sem desenvolver sintomas de determinada doença, ou seja, você entra em contato com o agente causador sem que este lhe cause as terríveis consequências. Assim, futuramente ao ter contato com esta doença, o organismo reconhece o invasor e consegue combatê-lo. Falamos em erradicação quando a prevalência de uma doença chega a zero. A Poliomielite, por exemplo, recebeu o certificado de erradicação no Brasil em 1994, graças às fortes campanhas de vacinação.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">A vacina contra a Covid-19 encaixa-se, principalmente, no cenário de prevenção. O Sistema Público de Saúde encontra-se sobrecarregado, não há tratamento ou outras formas de prevenção que se mostre eficaz contra o novo coronavírus. Vacinar a população torna-se a principal maneira em desafogar os hospitais, além, claro, do isolamento social, máscaras e higienização das mãos. </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">No Brasil, o processo de imunização da Covid-19 começou logo após a aprovação pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) do uso emergencial das vacinas CoronaVac (parceria Sinovac e Instituto Butantan) e AstraZeneca (parceria da Universidade de Oxford, AstraZeneca e Fundação Oswaldo Cruz). </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">A CoronaVac, já está sendo produzida pelo Instituto Butantan, utiliza de uma tecnologia mais tradicional e comum entre as vacinas. O vírus encontra-se inativo em sua fórmula. Nesse caso, em laboratório, o novo coronavírus é exposto a pressões químicas e de altas temperaturas, o que o impede de se reproduzir e causar infecções. Quando o organismo entra em contato com o vírus inativo, gera uma resposta imune, que futuramente, caso exposto ao vírus ativo, a pessoa não adoeça.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">A tecnologia utilizada na vacina AstraZeneca/Oxford é chamada de vetor viral não replicante. O adenovírus respiratório, que infecta chimpanzés, é geneticamente modificado para inserir o gene da proteína &#8220;Spike&#8221; (proteína S) do novo coronavírus. As modificações impossibilitam esse vírus de se replicar em células humanas, mas gera resposta imune contra a Covid-19 e não também não adoece.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">Ambas as vacinas possuem sua eficácia comprovada cientificamente. O Instituto Butantan divulga que a CoronaVac possui 50,38% de eficácia geral para todos os tipos de casos de Covid-19 (sintomas mais leves à mais graves). Ou seja, reduz pela metade sua chance de ficar doente. Também foi divulgado que 78% dos que adoecem não necessitam de atendimento médico. A AstraZeneca teve sua eficácia divulgada em 70% para casos graves. Estes valores de eficácia publicados são incomparáveis entre si pois seguem metodologias diferentes, ou seja, critérios diferentes foram usados para definir o que é a Covid-19, os sintomas que o voluntário deveria apresentar e, a exposição ao vírus entre os voluntários dentro de cada pesquisa também não foi a mesma. </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400;">A CoronaVac e a AstraZeneca, no momento, irão dividir o protagonismo para desafogar os hospitais do Brasil. Não existe necessidade de escolher entre uma ou outra, ambas as vacinas geram imunidade adquirida contra a Covid-19. Como o cenário pandêmico oscila a todo momento, voltaremos a qualquer instante com mais informações.</span></p>
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		<title>O que é a Pandemia do Coronavírus (COVID-19) e quais são as notícias confiáveis mais atualizadas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 11:41:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 30 de janeiro de 2020, A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. Em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi caracterizada pela OMS como uma pandemia e de lá pra cá foram confirmados no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 30 de janeiro de 2020, A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. Em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi caracterizada pela OMS como uma pandemia e de lá pra cá foram confirmados no mundo 24.316.245 casos de COVID-19 e 828.575 mortes até 28 de agosto de 2020.</p>
<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) tem apoiado diariamente as ações do Ministério da Saúde do Brasil na resposta à COVID-19 desde janeiro de 2020. Em fevereiro, a OPAS organizou, junto com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Ministério da Saúde do Brasil, um treinamento para nove países sobre diagnóstico laboratorial do novo coronavírus.</p>
<ul>
<li>Confira o gráfico interativo da pandemia do COVID-19 no Brasil: <a href="https://susanalitico.saude.gov.br/extensions/covid-19_html/covid-19_html.html">https://susanalitico.saude.gov.br/</a></li>
</ul>
<p>Durante a atividade, os participantes fizeram um exercício prático de detecção molecular do vírus causador da COVID-19, além de revisarem e discutirem sobre as principais evidências e protocolos disponíveis. Foram doados ao Brasil primers e controles positivos, que são materiais essenciais para diagnóstico do coronavírus, e – junto com as autoridades de saúde brasileiras – disponibilizou reagentes para outros países da região das Américas.</p>
<p>Ajudam muito na contensão da pandemia, medidas de proteção com lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool em gel e cobrir a boca com o antebraço quando tossir ou espirrar. Não há necessidade de procurar atendimento médico se você tiver sintomas menores, como tosse leve ou febre leve, podendo ficar em casa, fazer autoisolamento e monitorar os sintomas, procurando atendimento médico imediato somente se tiver dificuldade de respirar ou dor/pressão no peito.</p>
<ul>
<li>Confira o site do Ministério da Saúde para as informações mais atualizadas: <a href="https://covid.saude.gov.br/">https://covid.saude.gov.br/</a></li>
</ul>
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		<title>SARS-CoV-2: Impactos do COVID-19 na população negra e indígena brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gérson Silva Santos Neto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 10:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 30 de janeiro de 2020 a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a nova epidemia de pneumonia causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2) foi classificada como uma emergência de saúde pública de interesse internacional, denominada doença COVID-19 (do inglês Coronavirus Disease 2019, sendo 2019 o ano em que a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 30 de janeiro de 2020 a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a nova epidemia de pneumonia causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2) foi classificada como uma emergência de saúde pública de interesse internacional, denominada doença COVID-19 (do inglês Coronavirus Disease 2019, sendo 2019 o ano em que a mesma foi identificada). Hoje, dia 10 de abril de 2020, os dados oficiais da OMS estimam que ao menos 1.587.209 pessoas estejam infectadas com o SARS-CoV-2 e 94.850 faleceram decorrentes da sua contaminação [<a href="https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/events-as-they-happen">1</a>]. No Brasil os últimos números declarados pelo Ministério da Saúde são de 17.857 pessoas infectadas e 941 mortas [<a href="https://covid.saude.gov.br/">2</a>], mas há uma lacuna de conhecimentos que precisa ser tratada com uma atenção que até o momento não foi pauta de preocupação da maior parte da mídia: a situação das populações negra, indígena ou outras denominações de etnia – quilombolas, ciganos, &#8230; <span id="more-18415"></span><br />
Esse fato destaca fraturas sociais e políticas nas comunidades, com respostas racializadas e discriminatórias ao medo, afetando desproporcionalmente grupos marginalizados. Isso inclui atos individuais de micro agressão ou violência, e formas coletivas [<a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)30358-5/fulltext" class="broken_link">3</a>]. Além de analisarmos a sua capacidade de afetar qualquer pessoa, as respostas políticas a COVID-19 precisam estar atentas a como essa pandemia afetará desproporcionalmente pessoas que estão representadas em grupos socioeconômicos mais baixos, que, normalmente, têm acesso limitado a serviços de saúde ou trabalham em empregos precários. Isto é especialmente verdade em ambientes com poucos recursos e que carecem de formas de proteção social onde o auto-isolamento muitas vezes não é possível, levando a um maior risco de propagação viral.</p>
<p>As comunidades mais carentes já experimentam um acesso precário aos cuidados de saúde, taxas significativamente mais altas de doenças transmissíveis e não transmissíveis, falta de acesso a serviços essenciais, saneamento e outras medidas preventivas importantes, como água potável, sabão, desinfetante, etc. Da mesma forma, a maioria das instalações médicas locais, se e quando existem, geralmente estão mal equipadas e com pouco pessoal. Mesmo quando essas pessoas conseguem acessar os serviços de saúde, eles podem enfrentar estigma e discriminação. Um fator chave é aqui é garantir que esses serviços e instalações sejam fornecidos de forma apropriada à situação específica desses grupos. E há uma iniciativa da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial que, além de divulgar em suas redes sociais informações sobre prevenção, publicou vídeos e materiais específicos com recomendações para a população indígena, povos ciganos e quilombolas [<a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2020-2/marco/ministerio-divulga-acoes-de-prevencao-ao-coronavirus-para-povos-e-comunidades-tradicionais">4</a>].</p>
<p>A história indica que esses grupos podem ser particularmente afetados pela pandemia do COVID-19. Durante a pandemia de influenza H1N1 de 2009, por exemplo, sua taxa de mortalidade foi 4,5 vezes maior do que na população geral do Brasil [<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19883543">5</a>]. E por isso, para rastrear fontes de infecção e proteger essas pessoas vulneráveis, precisamos que os dados do COVID-19 sejam desagregados por etnia. Essa estratégia é fundamental para o traçado de estratégias públicas uma vez que como disseram as pesquisadoras Amália Nascimento do SacramentoIe Enilda Rosendo do Nascimento:</p>
<blockquote><p><span style="font-size: 10pt;">&#8220;As análises de questões atinentes à saúde da população brasileira têm sido enriquecidas nos últimos anos pelo crescente aporte de informações sobre a identificação racial ou da cor permitindo, inclusive, que diferentes perfis epidemiológicos sejam estabelecidos.&#8221; (SACRAMENTO; NASCIMENTO, 2011)</span> [<a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0080-62342011000500016" class="broken_link">6</a>]</p></blockquote>
<p>Nesse momento é possível identificar diversas sociedades civis solicitando que o governo informe a raça e o gênero das pessoas infectadas e das pessoas mortas em decorrência do SARS-CoV-2, mas ainda não há informações oficiais sobre isso e um dos motivos é que a invisibilidade de grupos minoritários segue sendo norma para a preocupação epidemiológica e isso é decorrente do racismo institucional.</p>
<p><strong>Como a raça e o racismo afetam a saúde?</strong></p>
<p>Diversos estudos mostram que o impacto da raça na saúde decorre em grande parte das diferenças no acesso a recursos e oportunidades que podem prejudicar ou melhorar a saúde. Além disso, os pesquisadores descobriram que a discriminação racial e étnica pode afetar negativamente a saúde ao longo da vida e das gerações. Nos Estados Unidos da América (EUA) a COVID-19 pode afetar qualquer pessoa, mas pessoas negras estão morrendo em números desproporcionais, especialmente em certas grandes cidades [<a href="https://www.theguardian.com/world/2020/apr/08/its-a-racial-justice-issue-black-americans-are-dying-in-greater-numbers-from-covid-19">7</a>]. E uma das razões para isso é que os negros não confiam que seus profissionais de saúde ajam em seus melhores interesses [<a href="https://thehill.com/blogs/pundits-blog/healthcare/347780-black-americans-dont-have-trust-in-our-healthcare-system" class="broken_link">8</a>].</p>
<p>A comunidade médica deve se preocupar com esse sentimento coletivo de desconfiança dos negros à medicina, pois é um fator importante nas disparidades de saúde bem documentadas entre brancos e outros grupos etnícos. Pesquisas mostraram que pessoas de outras etnias no Brasil têm muito menos probabilidade de relatar confiança em seus médicos e hospitais porque ao serem atendidos tendem a relatar que os mesmos não foram bem acolhidos em suas queixas; portanto, é menos provável que busquem tratamento ou que aceitem os planos de tratamento recomendados [<a href="https://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/06/por-que-o-negro-tem-menos-acesso-saude-do-que-o-branco-no-brasil.html">9</a>].</p>
<p><strong>Por fim&#8230; Gostaria de deixar uma reflexão</strong></p>
<p>Quando essas análises são somadas o que podemos esperar que aconteçam em nossas favelas e comunidades indigenas? Uma continuação da invisibilização dessas realidades perpetuará o etnicídio apontado a tanto tempo por integrantes desses grupos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>1 &#8211; ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Rolling updates on coronavirus disease (COVID-19). Disponível em:&lt; https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/events-as-they-happen &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
2 &#8211; MINISTÉRIO DA SAÚDE DO BRASIL. Disponível em:&lt; https://covid.saude.gov.br/ &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
3 &#8211; CHUNG, Roger Yat-Nork; LI, Minnie Ming. Anti-Chinese sentiment during the 2019-nCoV outbreak. The Lancet, v. 395, n. 10225, p. 686-687, 2020.<br />
4 &#8211; MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL. Ações de prevenção ao coronavirus para povos e comunidades tradicionais. Disponível em:&lt; https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2020-2/marco/ministerio-divulga-acoes-de-prevencao-ao-coronavirus-para-povos-e-comunidades-tradicionais &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
5 &#8211; LA RUCHE, Guy et al. The 2009 pandemic H1N1 influenza and indigenous populations of the Americas and the Pacific. Eurosurveillance, v. 14, n. 42, p. 19366, 2009.<br />
6 &#8211; SACRAMENTO, Amália Nascimento do; NASCIMENTO, Enilda Rosendo do. Racismo e saúde: representações sociais de mulheres e profissionais sobre o quesito cor/raça. Revista da Escola de Enfermagem da USP, v. 45, n. 5, p. 1142-1149, 2011.<br />
7 &#8211; EVELYN, K. &#8216;It&#8217;s a racial justice issue&#8217;: Black Americans are dying in greater numbers from Covid-19<br />
Disponível em:&lt; https://www.theguardian.com/world/2020/apr/08/its-a-racial-justice-issue-black-americans-are-dying-in-greater-numbers-from-covid-19 &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
8 &#8211; WILLIAMS, J. C. Black Americans don’t trust our healthcare system — here&#8217;s why<br />
Disponível em:&lt; https://thehill.com/blogs/pundits-blog/healthcare/347780-black-americans-dont-have-trust-in-our-healthcare-system &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
9 &#8211; CAPELO, R. Por que o negro tem menos acesso à saúde do que o branco no Brasil?<br />
Apesar de algumas ações do governo, dados mostram que o sistema público de saúde continua a discriminar a população negra. Disponível em:&lt; https://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/06/por-que-o-negro-tem-menos-acesso-saude-do-que-o-branco-no-brasil.html &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
10 &#8211; Morena Mariah @morenamariah Disponível em: &lt;https://twitter.com/morenamariah/status/1248019663352549376 &gt; Acesso em: 09/04/2020</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/sars-cov-2-impactos-do-covid-19-na-populacao-negra-e-indigena-brasileira/">SARS-CoV-2: Impactos do COVID-19 na população negra e indígena brasileira</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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