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	<title>Arquivos Oscar | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos Oscar | Tecnoveste</title>
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		<title>Os 7 de Chicago &#8211; Dir. Aaron Sorkin [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 09:15:57 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">No <em>Oscar</em>, já é tradição a indicação de filmes que abordam temas sociais e políticos. Dentre as diversas categorias da premiação, muitos títulos se encontram aptos a participar, podendo garantir as tão desejadas estatuetas. &#8220;<em>Os 7 de Chicago</em>&#8220;, produção original <a href="https://www.netflix.com/br/login?nextpage=https%3A%2F%2Fwww.netflix.com%2Fbrowse"><em>Netflix</em></a>, foi indicado em quase todos os módulos e infelizmente não levou prêmios, mas independente disso, se mostrou um filme consciente e vamos falar sobre isso aqui!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Um pouco da história</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Sete pessoas são levadas a julgamento em 1969, por um conflito  envolvendo policiais e manifestantes, ocorrido em 1968. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os Sete indivíduos são julgados por serem acusados de conspiração, ao constar nos altos do julgamento, que iniciaram o confronto contra os policiais durante seu protesto contra a <em>Guerra do Vietnã</em>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o julgamento vão surgindo informações e pessoas chave, que contribuem ou atrapalham para a evolução do resultado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">O contexto dentro do filme</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A <em>Guerra do Vietnã</em> foi um evento importante que alterou a história no século 20. Tendo a duração de 20 anos (1955-1975), o evento trouxe muitas questões sociais e políticas, principalmente no território estadunidense.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;<em>Os 7 de Chicago</em>&#8221; consegue mostrar bem os motivos que levaram ao início das manifestações contra a Guerra, e o primeiro deles era a obrigatoriedade do alistamento e envio compulsório militar, de jovens que retornavam mortos ao país de origem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Movimentos de contracultura como o <em>Hippie</em>, <em>Panteras Negras</em>, junto a estudantes de faculdades renomadas, se encontraram na manifestação para achar um senso comum, acabar com a Guerra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante as manifestações, um conflito é desencadeado, e o protesto pacífico se torna num mar de sangue, contabilizando mortes e sequelas futuras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Vale a pena assistir?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Contando a narrativa quase toda dentro do tribunal, o filme traz flash backs e conversas entre os advogados e seus clientes. O elenco é de muito talento, composto por <a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-71932/"><em>Sacha Baron Cohen</em></a>, <a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-190484/"><em>Eddie Redmayne</em></a> e <a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-24351/"><em>Joseph Gordon-Levitt</em></a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-40552/"><em>Aaron Sorkin</em></a>, que entrou de <a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-diretor-de-cinema/"><em>Diretor</em></a> e <a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-roteirista-de-cinema/"><em>Roteirista</em></a>, conseguiu montar uma dinâmica interessante para contar a história. É visível o lado ao qual ele defende, pelas ferramentas que utiliza. Sua Direção torna os personagens caricatos e que se encaixam na sua proposta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É um filme que vale as indicações recebidas, tecnicamente é bem servido. Trata de temas relevantes como racismo, Alistamento Militar, violência policial e Polarização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para quem gosta de estudar fatos históricos, esse é um ótimo título, pois não tem uma linguagem fácil e direta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Então vale a pena assistir! </span></p>
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		<title>Morangos Silvestres, Minha Vida de Cachorro e o Cinema Sueco [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Santorini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 23:00:47 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“Nossa relação com as pessoas consiste em discutir com elas e criticá-las. Foi isso que me afastou, por vontade própria, de toda minha vida social. Isso tornou minha velhice solitária. (&#8230;) Talvez deva acrescer que sou um velho meticuloso, o que às vezes tornou a vida penosa tanto para mim quanto para os que convivem comigo. Meu nome é Eberhard Isak Borg e tenho 78 anos”.</p></blockquote>
<p>Deparar-me com isso, ainda antes dos créditos iniciais do magnífico “Morangos Silvestres” (1957), congelou minha alma, embargou minha voz e sufocou minha respiração! Ora, ainda tenho um longo trajeto para chegar aos 78 anos de idade e já carrego o fardo dessa angustiante e dolorosa reflexão! Referido prólogo despertou minha atenção para cada segundo subsequente dessa profunda obra. E a experiência, posso atestar, foi incrível!</p>
<p>Conheçam a jornada de um professor com 50 anos de experiência em medicina, que começou a trabalhar para sobreviver, mas acabou amando a ciência. E, junto com esse paradigmático professor, há um ser vazio, egoísta, indiferente, pesado e atormentado que anseia por uma redenção! Entre terríveis pesadelos, passeios nostálgicos por um passado sombrio e imprescindíveis contatos humanos com o presente, ele percorre caminhos importantes para a sua autodescoberta.</p>
<p>Embarque junto com Isak e reflita sobre a sua própria existência. É transcendental! Trata-se de uma pérola do cinema sueco que merece ser conhecida! Escrita e dirigida por Ingmar Bergman, o mesmo realizador dos vencedores do Oscar “Fonte da Donzela” (1960), “Através do Espelho” (1961) e “Fanny e Alexander” (1982). O talentoso realizador nórdico dirigiu, ainda, dentre uma vasta filmografia iniciada na década de quarenta, os aclamados “O Sétimo Selo” (1957) e “Gritos e Sussurros” (1972).</p>
<p>“Morangos Silvestres” venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro em 1960 e foi indicado, no mesmo ano, ao Oscar na categoria Melhor Roteiro Original. Ganhou, ainda, o Urso de Ouro no Berlinale (Festival Internacional de Cinema de Berlim) em 1958.</p>
<p>Depois de uma overdose do Bergman, permaneça ainda na Suécia e viaje para a década de oitenta para conhecer o talentosíssimo Lasse Hallström e sua formidável obra “Minha Vida de Cachorro” (1985).</p>
<p>Vencedor do Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro em 1987 e indicado ao Oscar nas categorias Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado (raridade para uma obra de língua não inglesa), essa pérola conta a comovente história do menino Ingemar, o qual é levado para morar na casa de parentes após um grave problema de saúde acometer a sua mãe. Lá ele conhece figuras peculiares e vive um drama infantil extremamente envolvente!</p>
<p>Depois do megassucesso mundial dessa obra, o realizador sueco Lasse Hallström enveredou pelos Estados Unidos e passou a dirigir filmes com elencos de estrelas hollywoodianas, casos de “Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador” (1993) com Johnny Depp e Leonardo DiCaprio; “O Poder do Amor” (1995) com Julia Roberts e Dennis Quaid; “Regras da Vida” (1999) com Tobey Maguire, Charlize Theron e Michael Caine; e “Sempre ao Seu Lado” (2009) com o Richard Gere.</p>
<p>Se você ainda não foi introduzido ao mundo do cinema sueco, comece por aqui, com os dramas “Morangos Silvestres” e “Minha Vida de Cachorro”. Não há alegorias, pompas nem firulas estadunidenses. São narrativas simples, singelas, emotivas e extremamente reflexivas, com qualidades irretocáveis! Em seguida, veja outros filmes do Bergman, sobretudo os que citei nesse texto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Premiação do Oscar: quem no cinema teve várias indicações, mas não levou nenhuma estatueta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Santorini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 19:00:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar, premiação anual mais aguardada do cinema, definitivamente, não preza pela meritocracia! Não tenho o intento de adentrar, nesse momento, nos elementos justificadores dos inúmeros menoscabos já praticados na história desse pomposo evento, mas tão somente relembrar alguns injustiçados. Deve ser nada fácil escolher o vencedor entre tantas obras de extrema qualidade, mas em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar, premiação anual mais aguardada do cinema, definitivamente, não preza pela meritocracia! Não tenho o intento de adentrar, nesse momento, nos elementos justificadores dos inúmeros menoscabos já praticados na história desse pomposo evento, mas tão somente relembrar alguns injustiçados.</p>
<p>Deve ser nada fácil escolher o vencedor entre tantas obras de extrema qualidade, mas em alguns casos o menosprezo por alguns filmes aperta o coração e dói na alma de qualquer cinéfilo.</p>
<p>Trarei alguns exemplos marcantes das últimas 5 décadas.</p>
<p>Começarei com o talentoso realizador Martin Scorsese, o cineasta que já sinalizou na imprensa que conhece bem “o que é cinema”.</p>
<p>O drama “Taxi Driver” (1976) do Scorsese foi indicado nas categorias Melhor Filme, Melhor Ator (Robert De Niro), Melhor Atriz Coadjuvante (Jodie Foster) e Melhor Trilha Sonora (Bernard Hermann – o responsável pela aterrorizante música de “Psicose” [1960] do Hitchcock). Saiu, infelizmente, de mãos abanando! Considerada uma das maiores injustiças da premiação, perdeu a cobiçada categoria Melhor Filme para “Rocky” (1976), dirigido pelo John G. Avildsen e escrito pelo protagonista Sylvester Stallone.</p>
<p>Scorsese parece que não tem sorte. A obra de ação “Gangues de Nova York” (2002) teve 10 (dez) indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator (Daniel Day-Lewis), Melhor Roteiro Original e Melhor Diretor. Mais uma vez, nada! O campeão da noite foi o musical “Chicago” (2002).</p>
<p>Com a comédia “O Lobo de Wall Street” (2013) foram 5 (cinco) nomeações: Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator (Leonardo Di Caprio), Melhor Ator Coadjuvante (Jonah Hill) e Melhor Diretor. Sem êxito algum, de novo! O drama racial “12 Anos de Escravidão” (2013) venceu a cerimônia.</p>
<p>Mais recentemente, na última premiação realizada em 2020, “O Irlandês” (2019), apesar de suas 9 (nove) indicações, foi desbancado pelo sul-coreano “Parasita” (2019).</p>
<p>Mas o cinema, como sabemos, não se resume ao Scorsese, nem tão pouco aos conceitos dele. Não é mesmo, Mr. Scorsese? Vejamos outros preteridos.</p>
<p>Voltando no tempo e viajando diretamente para a década de oitenta, encontraremos uma injustiça colossal com o talentosíssimo realizador Steven Spielberg. “A Cor Púrpura” (1985), baseado no livro homônimo da Alice Walker vencedor do Pulitzer, foi indicado a 11 (onze) estatuetas! O filme é extraordinário, um dos melhores já dirigidos pelo Spielberg! Drama intenso, questões profundas, abordagem racial impactante e visceral! O elenco impressiona, sobretudo a magnífica Whoopi Goldberg! Ela, por óbvio, concorreu ao Oscar na categoria Melhor Atriz. Não ganhou. Ninguém dessa fantástica obra ganhou! O vencedor da noite, com 7 (sete) prêmios, foi o insosso e enfadonho drama romântico “Entre Dois Amores” (1985), dirigido pelo Sidney Pollack e protagonizado pela Meryl Streep e pelo Robert Redford. Injusto, muito injusto!</p>
<p>Na década de noventa, um dos melhores, mais emocionantes e mais envolventes filmes da história da sétima arte, irretocável em todos os aspectos, com nota 9.3 no site IMDb (Internet Movie Database), concorreu a 7 (sete) Oscars em 1995 e nada levou! Foi o “Um Sonho de Liberdade” (1994), dirigido pelo Frank Darabont e baseado numa obra literária do Stephen King. Cinco anos depois, a mesma dupla (Darabont e King), com “À Espera de Um Milagre” (1999) foi nomeada a 4 estatuetas e, de igual sorte, ficou a ver navios! Lastimável!</p>
<p>É isso! Muito glamour, holofotes, vestidos de grife, ternos elegantes e quase nada de meritocracia. É o Oscar da política, da bajulação e outras coisinhas que merecem destaque num possível texto futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Diretores de Cinema que Perderam a Noção o início dos anos 2000</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Santorini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 19:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A versatilidade é uma característica de diretores talentosos. Eles conseguem passear por diversos gêneros e apresentar resultados extraordinários! Citarei dois exemplos. O talentoso realizador norte-americano Martin Scorsese, que está em plena atividade desde o final da década de sessenta, tem uma vasta filmografia repleta de gêneros díspares. Ele já comoveu com o drama sensível “Alice [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A versatilidade é uma característica de diretores talentosos. Eles conseguem passear por diversos gêneros e apresentar resultados extraordinários! Citarei dois exemplos.</p>
<p>O talentoso realizador norte-americano <strong>Martin Scorsese,</strong> que está em plena atividade desde o final da década de sessenta, tem uma vasta filmografia repleta de gêneros díspares. Ele já comoveu com o drama sensível “<em>Alice Não Mora Mais Aqui</em>” (1974) – o meu favorito do cineasta; aventurou-se no musical “<em>New York, New York</em>” (1977) com a Lisa Minnelli; retratou uma temática esportiva em “<em>Touro Indomável</em>” (1980); arrancou algumas risadas dos espectadores no drama cômico “<em>O Rei da Comédia</em>” (1983) com o Jerry Lewis; empregou humor sombrio no divertido “<em>Depois de Horas</em>” (1985); polemizou no drama épico “<em>A Última Tentação de Cristo</em>” (1988); retratou a máfia em “<em>Os Bons Companheiros</em>” (1990) e “<em>O Irlandês</em>”; transportou-nos no tempo com o drama de época ambientado no Século XIX intitulado “<em>A Época da Inocência</em>” (1993); divertiu a criançada e a família no belíssimo “<em>A Invenção de Hugo Cabret</em>” (2011); arrancou tensão e suspense com os assustadores “<em>Cabo do Medo</em>” (1991) e “<em>Ilha do Medo</em>” (2010); mostrou ação em “<em>Gangues de Nova Iorque</em>” (2002). Passeou, pois, por comédia, drama, suspense, infantil, ação e outros estilos com muita competência.</p>
<div id="attachment_23250" style="width: 777px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23250" class="wp-image-23250 " src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?resize=767%2C432&#038;ssl=1" alt="" width="767" height="432" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /><p id="caption-attachment-23250" class="wp-caption-text">Mandatory Credit: Photo by Michael Buckner/Variety/REX/Shutterstock (8860248r)<br />Richard Donner at the Academy Tribute to Filmmaker Richard Donner, Los Angeles, USA &#8211; 07 Jun 2017</p></div>
<p>Outro diretor versátil que me chama atenção é o nonagenário <strong>Richard Donner</strong>! Do terror demoníaco “A Profecia” (1976), passou para o aclamado filme de super-herói “Superman” (1978) com o saudoso Christopher Reeve. Caminhou, em seguida, pela fantasia com “O Feitiço de Áquila” (1985) e, no mesmo ano, divertiu a família em “Os Goonies”. Enveredou, logo adiante, pelo gênero policial com a franquia “Máquina Mortífera” (1987-1998). Passeou, igualmente, pela comédia em “Os Fantasmas Contra-Atacam” (1988), pelo drama com “Radio Flyer” (1992) e pela ficção-científica em “Linha do Tempo” (2003).</p>
<p>Alguns realizadores, por outro lado, são conhecidos por adotar um estilo próprio com unicidade nos trabalhos. <strong>Alfred Hitchcock</strong> é o eterno Mestre do Suspense. <strong>George A. Romero</strong> era <em>expert</em> em zumbis. <strong>Quentin Tarantino</strong> é famoso por filmes violentos, repletos de sarcasmo e banhados de sangue. <strong>John Woo</strong> é o cara da ação (tiros, chutes, bombas e explosões)! Essas são as marcas desses renomados cineastas.</p>
<p>Há, contudo, outros diretores que, apesar da adoção de um estilo uno e bem característico, já saíram da linha. Aquela linha, diga-se, construída e solidificada por eles mesmos como a marca registrada de suas carreiras. Citarei, assim como fiz no início com os versáteis, dois exemplos.</p>
<div id="attachment_23251" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23251" class="wp-image-23251 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=900%2C600&#038;ssl=1" alt="" width="900" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-23251" class="wp-caption-text">David Lynch em 2015</p></div>
<p><strong>David Lynch</strong> dirige uns filmes bem esquisitos – na melhor e mais elogiosa acepção do vocábulo. São criativos, imaginativos, misteriosos, surreais e darão, certamente, um nó na sua mente. Você, provavelmente, ficará tonto e angustiado em alguns (ou em vários) momentos da maioria das obras desse talentoso realizador de cabelos brancos assanhados! É o caso de “<em>Eraserhead</em>” (1977), “<em>Veludo Azul</em>” (1986), “<em>Coração Selvagem</em>” (1990), “<em>A Estrada Perdida</em>” (1997), “<em>Cidade dos Sonhos</em>” (2001) e “<em>Império dos Sonhos</em>” (2006). Todos excelentes e dentro do padrão ora relatado.</p>
<p>Na contramão de tudo o que já tinha feito até então, todavia, está o drama da Disney (sim, da Disney) “<em>Uma História Real</em>” (1999). Lynch, aqui, aparta-se da insanidade e dá lugar à lucidez em uma das mais belas poesias cinematográficas que já vi na vida! Trata-se de uma bela e verídica história sobre penitência, arrependimento, reconciliação e humanidade divinamente protagonizada pelo ator Richard Farnsworth no papel que lhe rendeu uma indicação ao disputadíssimo Oscar de 2000. Daria para imaginar que o mesmo realizador das obras citadas no parágrafo anterior poderia desenvolver algo assim?</p>
<div id="attachment_23252" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23252" class="wp-image-23252 size-full" title="Diretor Wes Craven" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-Wes-Craven.jpg?resize=720%2C405&#038;ssl=1" alt="" width="720" height="405" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-Wes-Craven.jpg?w=720&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-Wes-Craven.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-23252" class="wp-caption-text">Diretor Wes Craven em 2013</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O segundo diretor que quebrou seus próprios paradigmas foi o saudoso <strong>Wes Craven</strong> (1939-2015), o pai do Freddy Krueger. A indelével carreira dele foi solidificada pelo terror: “<em>Aniversário Macabro</em>” (1972), “<em>Quadrilha de Sádicos</em>” (1977), “<em>Bênção Mortal</em>” (1981), “<em>O Monstro do Pântano</em>” (1982), “<em>A Hora do Pesadelo</em>” (1984), “<em>A Maldição de Samantha</em>” (1986), “<em>A Maldição dos Mortos-Vivos</em>” (1988), “<em>Shocker – 100.000 Volts de Terror</em>” (1989), “<em>As Criaturas Atrás das Paredes</em>” (1991) e a franquia “<em>Pânico</em>” (1996-2000).</p>
<p>Em sentido diametralmente oposto, entrementes, foi o comovente “<em>Música do Coração</em>” (1999), protagonizado pela rainha das indicações ao Oscar, Meryl Streep – e aqui, como de costume, ela também foi nomeada! Craven, nessa ocasião, aposentou os assassinos, os monstros, os gritos e todo o restante de seu lado macabro, dando, pois, lugar à bela e motivadora história real de uma professora que desenvolve um projeto voltado ao ensino de música para crianças carentes em Nova Iorque. O sangue deu lugar ao violino!</p>
<p><strong>Lynch</strong> e <strong>Craven</strong> desviaram de seus caminhos tradicionais, respectivamente, em “<em>Uma História Real</em>” e “<em>Música do Coração</em>”, ambos coincidentemente baseados em casos verídicos e lançados em 1999. Foram desvios exitosos! Conheçam um pouco mais desses fantásticos diretores e vejam como acertaram em obras totalmente alheias às suas naturezas cinematográficas. E que sirva de inspiração para você, caro leitor! Já pensou em se reinventar?!</p>
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		<title>Nós &#8211; O filme que se preocupa com os detalhes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos V.Z Kaymond]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Apr 2021 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jordan Peele]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No longa, uma família decide passar as férias em uma linda casa de praia, a mãe Adelaide Wilson interpretada por Lupita Amondi Nyong’o uma renomada atriz, têm memórias conturbadas de seu passado naquela misteriosa praia. Tudo começa a ficar perturbador quando uma família se espreita ao lado de fora de sua casa, ao adentrarem seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No longa, uma família decide passar as férias em uma linda casa de praia, a mãe Adelaide Wilson interpretada por Lupita Amondi Nyong’o uma renomada atriz, têm memórias conturbadas de seu passado naquela misteriosa praia. Tudo começa a ficar perturbador quando uma família se espreita ao lado de fora de sua casa, ao adentrarem seu lar de maneira aterrorizante, a família percebe que são na verdade cópias de si mesmos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um filme que desafia todos os padrões dos filmes de suspense, conseguindo prender a atenção do espectador desde o início até o fim, de maneira que, cada diálogo, cenário e objetos deixam um detalhe amostra à respeito não só do enredo mas também de acontecimentos que se tornam presságios uns dos outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O diretor e roteirista <a href="https://www.google.com/search?q=jordan+peele&amp;source=lnms&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjJ4Or2j_fjAhWCJbkGHaePC1QQ_AUIDCgA&amp;biw=1366&amp;bih=625&amp;dpr=1"><strong>Jordan Peele</strong></a>, que venceu o oscar de melhor roteiro original ano passado pelo filme </span><i><span style="font-weight: 400;">“Corra!”</span></i><span style="font-weight: 400;">, baseou-se na mitologia de “doppelgängers” para a construção do filme, que nada mais é do que a ideia de cópias do próprio corpo, isto é: aspectos físicos, porém de maneira mais sombria. De acordo com ele, os vilões do filme são representações de nós mesmos, onde nós somos nossos próprios inimigos, desta maneira, explicaria que cada cópia é o lado mais realista de cada personagem mesmo parecendo tão sombrio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme conta com uma escolha de elenco excelente, onde cada ator conseguiu interpretar de maneira única cada personagem, e uma ótima trilha sonora selecionada pelo compositor: Michael Abels, especialista em músicas afro-americanas e que também trabalhou na trilha sonora do filme “</span><i><span style="font-weight: 400;">Corra!”, </span></i><span style="font-weight: 400;">propõe um ar mais impactante ao filme, mantendo o suspense em níveis mais elevados e proporcionando arrepios aos espectadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Nós&#8221;, é um filme para aqueles que gostam não só de enredo, mas também de envolvimento com os detalhes, narrativa, trilha sonora e atores, um filme no qual requer atenção para se notar todos os detalhes deixados ao decorrer do longa.</span></p>
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		<title>Sessão Crítica: Bela Vingança (Promising Young Woman) de Esmerald Fennel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pablo Regis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 13:28:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[Globo de Ouro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinopse: Um caso de abuso fez com que uma promissora estudante de medicina, deixasse a faculdade, após isso ela passa a se vingar de todos os homens, nos quais praticam o ato que a fez sofrer. Quem espera um suspense mais convencional na linha de &#8220;Doce Vingança&#8221;, talvez possa se decepcionar por causa desse título [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sinopse: Um caso de abuso fez com que uma promissora estudante de medicina, deixasse a faculdade, após isso ela passa a se vingar de todos os homens, nos quais praticam o ato que a fez sofrer.</p>
<p>Quem espera um suspense mais convencional na linha de &#8220;Doce Vingança&#8221;, talvez possa se decepcionar por causa desse título brasileiro, mas se você quiser ver algo diferente e que te faça refletir esse é o filme certo.</p>
<p>De início o filme parece ir por caminhos óbvio, fazendo o público achar que está a frente de toda história, porém quando você menos espera a diretora e roteirista Esmerald Fennel puxa o seu tapete, mais de uma vez, é um jogo psicológico que aposta no lúdico e no humor ácido, no qual nos blinda com um ritmo efervescente.</p>
<p>Em geral são contadas três histórias aqui que são intercaladas, a primeira é um história de vingança mais básica, a outra é mais planejada com um forte teor dramático, com uma mudança de ponto de vista surpreendente e no meio de tudo isso tem um enredo de comédia romântica. Essas quebras de tom são bagunçadas e possuem falhas? Sim, mas as histórias são tão boas que é difícil não gostar.</p>
<p>Carey Mulligan merece todas as indicações que vem recebendo, sendo uma das minhas favoritas para o Óscar, o filme é um palco para ela dar seu show, uma anti-heroína que me fez torcer por ela do começo ao fim, é uma personagem que carrega consigo as cicatrizes do seu passado e mesmo com uma frieza evidente contra seus inimigos, ela consegue demonstrar compaixão e humanidade. Também gostei das atuações de Bo Burnham, Alison Brie e Alfred Molina.</p>
<p>No ato final a nota do filme cai bastante, é um desfecho surpreendente, porém na grande catarse, um pouco de escapismo cairia bem, porém isso não acontece, com isso mesmo tentando oferecer uma certa recompensa na cena final, não é suficiente, deixando uma sensação de frustração.</p>
<p>Bela Vingança cumprindo tudo que promete, mesmo assim faz um relevante crítica a cultura do estupro e contém uma protagonista arrasadora.</p>
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		<title>&#8220;Pieces of a Woman&#8221; de Kornél Mundruczó [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pablo Regis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2021 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[#boadosedecinema]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Burstyn]]></category>
		<category><![CDATA[História de Um Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Kornél Mundruczó]]></category>
		<category><![CDATA[Manchester à Beira Mar]]></category>
		<category><![CDATA[O Quarto de Jack]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
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		<category><![CDATA[Se Algo Acontecer Te Amo]]></category>
		<category><![CDATA[Sessão Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[shia labeouf]]></category>
		<category><![CDATA[vanessa kirby]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinopse: As consequências de uma tragédia ocorrida por um parto em casa aterroriza a vida dos pais. Faça um apanhado de todo drama de Manchester à Beira Mar, História de Um Casamento e Se Algo Acontecer Te Amo, e temos esse filme, sim, um soco no estômago, mas ótimo. O primeiro ato, que envolve a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-speechify-sentence=""><strong>Sinopse: As consequências de uma tragédia ocorrida por um parto em casa aterroriza a vida dos pais.</strong></p>
<p data-speechify-sentence="">Faça um apanhado de todo drama de Manchester à Beira Mar, História de Um Casamento e Se Algo Acontecer Te Amo, e temos esse filme, sim, um soco no estômago, mas ótimo.</p>
<p data-speechify-sentence="">O primeiro ato, que envolve a cena do parto, é um dos mais impactantes que eu já vi em anos. Kornél Mundruczó faz o melhor trabalho de direção de 2020, tudo é conduzido de uma forma que te coloca lá com aquelas pessoas e o fato dela ser feita sem cortes, aumenta mais ainda o nível de tensão do momento, é possível ver o pai correndo de um lado para o outro, a mãe desesperada e a parteira tentando administrar a situação, tudo com uma veracidade incrível, cenas desse tipo possuem um alto grau de dificuldade, mas dá certo pelo nível de comprometimento de todos os profissionais envolvidos.</p>
<p data-speechify-sentence="">O segundo ato lembra &#8220;O Quarto de Jack&#8221;, no sentido de trabalhar o pós trauma e diferente do que muita gente disse, não acho que a obra deixa o nível cair, a lentidão desse segmento é justificado, pois o filme precisava desse respiro, depois de uma cena tão desconfortante, o problema maior está no raso desenvolvimento de alguns temas, as subtramas são jogadas, questões como: infidelidade, traumas de guerra e doação de corpo para estudos anatômicos, não possuem conclusão clara, porém esse segmento nos comove pelo nível de realismo das cenas, os diálogos são duros e verdadeiros, a trilha sonora é inquietante e o designer de produção contextualiza o &#8220;despedaçamento&#8221; da personagem principal, como diz o título, que em sua tradução aproximada significa &#8220;Pedaços de Uma Mulher&#8221;.</p>
<p data-speechify-sentence="">O terceiro entra no território de drama de tribunal que é bem construído e são responsáveis por cenas emocionantes e o último take, tenta alimentar o sentimento de recompensa do telespectador, mas é difícil, pois depois de duas horas de surra emocional, o filme não te traz alívio, no máximo um sentimento agridoce.</p>
<p data-speechify-sentence="">Será difícil alguém tirar o Óscar de Vanessa Kirby, ela brilha fazendo uma personagem que tenta ser forte, mas que mostra em olhares e pequenos gestos, todo o seu desamparo, ela não precisa gritar nem se descabelar para transparecer seus sentimentos e quando ela finalmente põe tudo que sente para fora é impossível não se emocionar. Já o personagem de Shia Labeouf extravasa mais suas emoções, o ator faz um homem instável e temperamental, que também tem um forte declínio após o trauma. Ellen Burstyn, mesmo em um papel pequeno, tem bastante relevância para história, há aspectos de vilã na sua persona, porém é difícil sentir raiva, pois a atriz consegue passar que no fundo sua personagem é só uma pessoa frágil e carentes, além disso ela reproduz um monólogo que provavelmente lhe vai render uma indicação ao Óscar de Melhor Atriz Coadjuvante.</p>
<p data-speechify-sentence="">Pieces of a Woman, não é para todo mundo, mas é um fortíssimo drama sobre perda e luto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Prêmio Netflix: participação do público na escolha dos melhores filmes nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2016 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Netflix está promovendo uma votação para que o público brasileiro diga quais são os filmes nacionais que ela colocará à disposição da sua rede em mais de 190 países. O Prêmio Netflix 2016 vai dar maior visibilidade aos filmes brasileiros por meio da votação do público nas redes sociais. Com a hashtag #PremioNetflix, as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Netflix está promovendo uma votação para que o público brasileiro diga quais são os filmes nacionais que ela colocará à disposição da sua rede em mais de 190 países. O <strong>Prêmio Netflix 2016</strong> vai dar maior visibilidade aos filmes brasileiros por meio da votação do público nas redes sociais.</p>
<p><a href="https://www.premionetflixbr.com"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12126 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/filmes-concorrendo-do-premio-netflix-2016-tecnoveste.gif?resize=780%2C280&#038;ssl=1" alt="filmes concorrendo do premio netflix 2016 tecnoveste" width="780" height="280" /></a></p>
<p>Com a hashtag #<strong>PremioNetflix</strong>, as pessoas pode votar pelo Facebook e pelo Twitter para ajudar na escolha dos melhores títulos da atualidade. Os votos válidos serão contabilizados até dia<strong> 03 de outubro</strong> e o resultado será anunciado no site da rede de streaming.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A parte mais interessante é que a curadoria da competição é feita pela <a href="http://www.riomarket.com.br/" target="_blank">Rio Market</a> e tem jurados que entendem do que o público da internet gosta, como Lully Lucky, Hugo Gloss, Fabrício Boliberia, Fernando Andrade, Alice Braga, César Charlone, Adriana Dutra. Clique nas imagens deste post para participar da votação.</p>
<p><a href="https://www.premionetflixbr.com"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-12125 size-large" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/jurados-do-premio-netflix-2016-cinema-streaming-curta-metragem-tecnoveste.png?resize=1024%2C633&#038;ssl=1" alt="jurados do premio netflix 2016 cinema streaming curta metragem tecnoveste" width="1024" height="633" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/jurados-do-premio-netflix-2016-cinema-streaming-curta-metragem-tecnoveste.png?resize=1024%2C633&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/jurados-do-premio-netflix-2016-cinema-streaming-curta-metragem-tecnoveste.png?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/jurados-do-premio-netflix-2016-cinema-streaming-curta-metragem-tecnoveste.png?resize=768%2C475&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2016/09/jurados-do-premio-netflix-2016-cinema-streaming-curta-metragem-tecnoveste.png?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="about"></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O indicado ao Oscar David Acord e o design sonoro de Star Wars</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/o-indicado-ao-oscar-david-acord-e-o-design-sonoro-de-star-wars/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design Thinking]]></category>
		<category><![CDATA[ESPECIAL]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque dos Clones]]></category>
		<category><![CDATA[BB 8]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Burtt]]></category>
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		<category><![CDATA[David Acord]]></category>
		<category><![CDATA[Design Sonoro]]></category>
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		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>David Acord é designer sonoro &#8211; ver post sobre o assunto &#8211; indicado ao Oscar da Skywalker Sound, produtora criada em 1975 para acompanhar a produção do filme Star Wars. A produtora foi fundada com o nome de Sprocket Systems, quando George Lucas e Gary Kurtz contrataram Ben Burtt como diretor fonográfico dos primeiros filmes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>David Acord</strong> é designer sonoro &#8211; <a href="https://www.tecnoveste.com.br/perfil-projeto-sys-beat-solucoes-em-design-sonoro-para-marcas-e-empresas/">ver post sobre o assunto</a> &#8211; indicado ao Oscar da <strong>Skywalker Sound</strong>, produtora criada em 1975 para acompanhar a produção do filme <strong>Star Wars</strong>. A produtora foi fundada com o nome de <strong>Sprocket Systems</strong>, quando George Lucas e Gary Kurtz contrataram Ben Burtt como diretor fonográfico dos primeiros filmes da série.</p>
<p style="text-align: justify;">Acord começou a trabalhar na saga estelar no filme &#8220;<strong>Ataque dos Clones</strong>&#8221; e continuou no &#8220;<strong>Revenge of the Sith</strong>&#8221; &#8211; com android médico GH-7 -, mas seu trabalho se consagrou mesmo foi com o &#8220;<strong>O Despertar da Força</strong>&#8220;, por meio do qual foi indicado ao Oscar de melhor edição sonora &#8211; dentre as 5 nominações da obra este ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu papel é ambientar a trama e &#8220;colorir&#8221; com passadas, explosões e torções de metal as ondas sonoras do filme. Apesar de parecer fácil, criar uma identidade sonora e tornar as ações do filme mais passíveis de crédito é a sua função, porque ao invés de buscar em uma biblioteca digital ele não apenas criar sons inéditos como os fazem caber dentro da ação do filme.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre suas responsabilidades com a trama  encontram-se o som o sabre de luz do Kylo Ren e do BB-8. Em parceria com o mixador de áudio <strong>Christopher Scarabosio</strong>, os efeitos sonoros criados vão além da simples adição de sons interessantes, mas adicionam maior carisma aos personagens e criam ícones sonoros que ecoarão por muitos &#8220;anos luz&#8221; dentro da saga de Star Wars.</p>
<p>Confira os sons a baixo e deixe seu comentário:</p>
<p><span class="embed-youtube" style="text-align:center; display: block;"><iframe class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/dVvWngFHHMk?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></span></p>
<p><iframe title="Kylo Ren&#039;s Lightsaber Sounds Like No Other" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6HOcx_00gmo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-indicado-ao-oscar-david-acord-e-o-design-sonoro-de-star-wars/">O indicado ao Oscar David Acord e o design sonoro de Star Wars</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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