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	<title>Arquivos Phd | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos Phd | Tecnoveste</title>
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		<title>Influenciadora digital Anna Murakawa aumenta a acessibilidade dos seus posts legendando seus stories para facilitar a vida de deficientes auditivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayan Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2021 14:02:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Infuenciadores, Famosos e Reality Shows]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A violinista, PhD em música e digital influencer Anna Murakawa faz parte do grupo de criadores de conteúdo que utiliza a escrita de suas falas para unificar todos os seus públicos. A Influenciadora digital começou a inserir as legendas na intenção de unir todas as nacionalidades que seguem o seu perfil. Anna deixou o Brasil aos 17 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A violinista, PhD em música e digital influencer <a href="https://www.instagram.com/annamurakawa.violin" target="_blank" rel="noopener" class="broken_link"><span class="il">Anna</span> <span class="il">Murakawa</span></a> faz parte do grupo de criadores de conteúdo que utiliza a escrita de suas falas para unificar todos os seus públicos. A Influenciadora digital começou a inserir as legendas na intenção de unir todas as nacionalidades que seguem o seu perfil. <span class="il">Anna</span> deixou o Brasil aos 17 anos para investir em sua carreira internacional, o que lhe permitiu morar em 4 continentes, falar 7 línguas e construir uma carreira como musicista, compositora, produtora, empresária e mentora. O fato de ter trabalhado com nomes Ivete Sangalo, Toquinho, Michael Bublé, One Republic, só fez ela ter mais consciência das questões de acessibilidade.</p>
<p><span class="il">Murakawa</span> é  referência no cenário da música clássica nacional e internacional, mora há cinco anos em Sydney, na Austrália, e conta com 506 mil seguidores de diferentes nacionalidades. Ela publica conteúdo em inglês e português, então as legendas facilitam tanto para quem não fala um ou outro idioma, quanto para as pessoas lerem em sua língua nativa. Seus seguidores agradecem, pelo fato de serem deficientes auditivos e, assim, poderem estar acompanhando os stories com mais facilidade. Outro benefício é para pessoas que, por algum motivo, não podem estar com o som ligado quando estão consumindo seu conteúdo.</p>
<div>
<p>A inclusão social e acessibilidade de pessoas com deficiência é um assunto que vem sendo debatido há anos. Deficientes físicos, visuais e auditivos lutando pelos seus direitos e por melhorias para que sejam vistos, ouvidos e atendidos, mas a acessibilidade no âmbito virtual não tem evoluído na mesma velocidade do mundo físico. Com o avanço da tecnologia, pouco preparo foi direcionado às pessoas que não conseguem enxergar as telas e nem ouvir os áudios dos aparelhos que fazem parte do cotidiano mundialmente. Pensando nisso, alguns influenciadores digitais começaram a se mobilizar e passaram a legendar os stories de suas contas no Instagram para mudar essa realidade e alcançar todos os seus seguidores.</p>
</div>
<div>
<p>Os resultados vêm sendo extremamente satisfatórios, agradando 90.2% dos brasileiros, 2.6% dos australianos, 2.1% dos americanos, 1.0% dos portugueses e 0.5% dos ingleses que as seguem na rede social. Para <span class="il">Anna</span>, o sucesso não agrega somente para ela, mas para todos os envolvidos, incluindo marcas que buscam fazer parcerias e criar campanhas mais inclusivas.</p>
<blockquote><p>“Eu acredito que todos nós que estamos no Instagram produzindo conteúdo queremos atingir o máximo de pessoas possível, com ferramentas para conseguir ter um diálogo, apresentar o nosso trabalho e criar relacionamentos. Então, essa mudança é boa tanto para o público, quanto para os criadores de conteúdo, bem como para as marcas e todos os que estão envolvidos”, complementa.</p></blockquote>
<p>De olho na tendência adotada pelos criadores de conteúdo, o Instagram lançou, recentemente, uma atualização para países com a língua inglesa que permite que com uma figurinha (sticker) os usuários consigam fazer com que seus stories sejam legendados automaticamente, sem precisar gastar tempo escrevendo cada palavra. A novidade ainda está em fase de teste e deve chegar, em breve, para os países de outras línguas. Como a função ainda não está disponível em português, as legendas seguem sendo feitas pela musicista, que escreve e traduz suas falas &#8211; o que toma cerca de 3 minutos por cada story gravado.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Você acha que um doutorado é um mestrado mais longo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Gama]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2020 13:28:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[doutorado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já refletiu sobre essa pergunta do título? Você acha que fazer um doutorado (em média 4 anos de duração) é igual a fazer um mestrado mais longo (2 anos)? Eu acho que não. Às vezes a gente pode achar que as dificuldades e o aprendizado de um doutorado são muitos semelhantes aos de um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Você já refletiu sobre essa pergunta do título? Você acha que fazer um doutorado (em média 4 anos de duração) é igual a fazer um mestrado mais longo (2 anos)? Eu acho que não.</p>
<p style="text-align: left">Às vezes a gente pode achar que as dificuldades e o aprendizado de um doutorado são muitos semelhantes aos de um mestrado, mas não são. Qual é mais difícil? Essa pergunta é muito pessoal e intransferível rs. Na verdade, cada um tem a sua dificuldade.</p>
<p style="text-align: left">Por exemplo, eu passei quase toda a minha pós-graduação (mestrado + doutorado) fazendo experimentos na bancada (síntese orgânica). Em relação aos experimentos, eu tive muitos menos dificuldades no doutorado. Eu não tinha mais a insegurança de mestranda de não saber como planejar/executar meus experimentos, de estar há muito tempo afastada do laboratório. Ou seja, eu entrei no doutorado com uma experiência e uma maturidade adquiridas no mestrado. E acredito que seja assim pra muita gente.</p>
<p>Por outro lado, a cobrança (talvez principalmente a auto cobrança) no doutorado tende a ser muito maior. Isso acontece tanto durante quanto depois da aquisição do título. Algumas coisas são comuns em um doutorado. Por mais que algumas dessas atividades também existam em um mestrado, elas estão com menor frequência/grau de exigência. Algumas são:</p>
<p>&#8211; Submissão/publicação obrigatória de artigos científicos;</p>
<p>&#8211; Apresentação de um número maior de seminários expondo os resultados parciais da pesquisa;</p>
<p>&#8211; Participação em atividades didáticas;</p>
<p>&#8211; Atividades administrativas (principalmente quando se trata de um laboratório de pesquisa);</p>
<p>&#8211; Orientação de alunos de iniciação científica pra orientar.</p>
<p>Mesmo depois do doutorado, também é possível observar uma postura diferente das pessoas. O título de doutor tem um peso maior e é comum que se espere mais profissionalismo, conhecimento e engajamento dos doutores, do que se espera de alguém que tenha terminado um mestrado.</p>
<p>E você? O que você acha sobre esse assunto? Deixa um comentário aqui contando a sua experiência!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://oqueacientistadisse.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-19931 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-8.png?resize=300%2C150&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="150" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-8.png?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Quero-ser-avisado-sobre-os-novos-cursos-da-Divulgare-8.png?w=400&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>https://oqueacientistadisse.wordpress.com/</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Startup Brasileira atualiza o sistema de ensino nacional uma escola por vez. Conheça a Conecturma!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2018 11:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Conecturma é metodologia de aprendizagem das matérias do ensino de crianças de 3 a 11 anos de idade que integra tecnologia a elementos didáticos tradicionais. Através da sua plataforma digital e de mecanismos de gamificação é possível aprender português, matemática e habilidades sócio-emocionais através de realidade virtual, músicas, desenhos animados e outros recursos lúdicos. Fundada por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong><a href="http://conecturma.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Conecturma</a></strong> é metodologia de aprendizagem das matérias do ensino de<strong> crianças de 3 a 11 anos</strong> de idade que integra tecnologia a elementos didáticos tradicionais. Através da sua plataforma digital e de mecanismos de gamificação é possível aprender português, matemática e habilidades sócio-emocionais através de realidade virtual, músicas, desenhos animados e outros recursos lúdicos.</p>
<p>Fundada por <a href="https://br.linkedin.com/in/rafaelparente" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rafael Parente</strong></a>, sua empresa-mãe, Aondê Educacional, foi capaz de introduzir sua metodologia de ensino em mais de 35 escolas de 7 redes de ensino diferentes. Com a validação de mais de 4 mil alunos e mensuração de resultados efetivos, a startup foi capaz de receber investimento de<strong> R$4 milhões</strong> da A Vox Capital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-14874 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/ensino-diferencial-aonde-educacional-conecturam-startup-brasileira.jpg?resize=596%2C335&#038;ssl=1" alt="" width="596" height="335" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/ensino-diferencial-aonde-educacional-conecturam-startup-brasileira.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/ensino-diferencial-aonde-educacional-conecturam-startup-brasileira.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/ensino-diferencial-aonde-educacional-conecturam-startup-brasileira.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/ensino-diferencial-aonde-educacional-conecturam-startup-brasileira.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 596px) 100vw, 596px" /></p>
<h2>Histórico Acadêmico</h2>
<p>A experiência de Rafael para construir a Aondê veio de anos de trabalho dentro da sala de aula. Sua primeira empresa foi o CLIC (Centro de Línguas e Informática do Candanguinho) em <strong>Brasília</strong>, quando ainda tinha 21 anos de idade. Conciliou sua vida empreendedora com os estudos acadêmicos e durante os cursos de <strong>mestrado</strong> e de <strong>doutorado</strong> aproveitou para se dedicar ao embasamento teórico das suas ideias à respeito da educação.</p>
<blockquote><p>Sempre fui de &#8220;inventar moda&#8221;, como diz minha mãe e empreendi desde muito cedo, em todos os lugares. Sempre fui muito questionador, querendo saber por que as coisas são do jeito que são, criativo e cheio de vontade de fazer melhor.</p></blockquote>
<p>Com o título de PhD em educação pela na <strong>Universidade de Nova York</strong>, voltou ao Brasil e começou a planejar a criação de uma startup de educação com um grupo de amigos, mas convocado por Claudia Costin para ser subsecretário de educação do <strong>município do Rio de Janeiro</strong>. No governo, com a ajuda de alunos, professores, diretores e familiares, criou ferramentas, programas e políticas inovadoras como a Educopédia (primeira plataforma brasileira pública de aulas digitais) e o GENTE (novo modelo de escola na Rocinha).</p>
<p>Um dos projetos que mais fez sucesso no Rio de Janeiro foi o <strong>Pé de Vento</strong>, cujo objetivo era fazer com que o processo de alfabetização e letramento matemático inicial fosse muito mais interessante e motivador para os alunos. Através de conversas com as alfabetizadoras e outros colaboradores da rede de ensino da cidade surgiu, após anos de trabalho e análise, uma metodologia mais completa, utilizando todo o conhecimento agregado com a experiência nas escolas públicas.</p>
<div dir="ltr">
<div>Ao sair do governo, deu início a um <strong>Laboratório de Inovação na Educação</strong> (LABi) e, finalmente, seu projeto mais bem sucedido, a Aondê Educacional, com a missão é ajudar a transformar a educação brasileira por meio da inovação. Por entender que os sistemas educacionais atuais são retrógrados, estão em busca de liderar a quarta revolução industrial.</div>
<div>
<img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-14873 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/startup-brasileira-revoluciona-o-ensino-1024x683.jpg?resize=636%2C424&#038;ssl=1" alt="" width="636" height="424" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/startup-brasileira-revoluciona-o-ensino.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/startup-brasileira-revoluciona-o-ensino.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/startup-brasileira-revoluciona-o-ensino.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/startup-brasileira-revoluciona-o-ensino.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/startup-brasileira-revoluciona-o-ensino.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/startup-brasileira-revoluciona-o-ensino.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/startup-brasileira-revoluciona-o-ensino.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 636px) 100vw, 636px" /></div>
<h2>A estado atual da Educação</h2>
<div>
<div>Dados do<strong> Fórum Econômico Mundial</strong> apontam que 65% dos alunos que hoje frequentam as escolas exercerão funções que ainda não existem, por isso, a missão das escolas e universidades é cada vez mais complexa, mas elas continuam paradas no tempo. Como consequência, elas se tornaram desinteressantes e irrelevantes para os alunos e precisam de um choque de contemporaneidade.</div>
</div>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div dir="ltr">
<div>
<div>
<blockquote>
<div>Caso uma mudança não aconteça, continuaremos tendo escolas e universidades desinteressantes e que não conseguem motivar, gerar atenção, concentração ou aprendizagem.</div>
</blockquote>
<div>
<div class="gmail_default"></div>
</div>
</div>
<div>De acordo com Rafael, os nossos celulares se tornaram &#8220;puxadinhos&#8221; de nossos cérebros e com temas como inteligência artificial, robótica e nanotecnologia batendo à nossa porta o tempo todo, é preciso saber transforar todos os setores da economia, principalmente a educação, em uma velocidade cada vez mais acelerada. Ele afirma que <strong>55% das crianças de 8 e 9 anos não conseguem ler nem interpretar um texto</strong>, além de não conseguirem resolver contas matemáticas simples.</div>
<div></div>
</div>
<div></div>
<div><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-14877  aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Retratte-Fotografia-40web.jpg?resize=642%2C429&#038;ssl=1" alt="" width="642" height="429" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Retratte-Fotografia-40web.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Retratte-Fotografia-40web.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Retratte-Fotografia-40web.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Retratte-Fotografia-40web.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Retratte-Fotografia-40web.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Retratte-Fotografia-40web.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Retratte-Fotografia-40web.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></div>
<div>
<h2 class="gmail_default">A Startup e Investimento de Capital de Risco</h2>
<div class="gmail_default"> A negociação com a <strong>Vox Capital</strong> para o aporte de 4 milhões de reais durou um ano e meio. Dentre as inúmeras pessas e fundos de investimento aos quais a startup foi apresentada, dois demonstraram interesse.</div>
<div></div>
<blockquote>
<div class="gmail_default">Para nós, foi importante ter esse processo de namoro, de conhecer as pessoas da Vox, sua metodologia, saber que participariam da vida da empresa e nos ajudariam a enfrentar nossos maiores desafios ao invés de apenas fazer o investimento e sumir. Do lado deles, eles também foram nos conhecendo e fazendo suas reivindicações.</div>
</blockquote>
</div>
</div>
<p>Junto com os investidores, passou por oficinas e reuniões que ajudaram amadurecer o negócio e a sua posição como CEO. Após passar por um período de coaching, Rafael foi levado a escolher entre continuar trabalhando na Aondê em detrimento do LABi, por conta da quantidade de compromissos que se avolumavam, mesmo com a ajuda que recede de 40 colaborares, sendo 8 em tempo parcial e apenas 3 pessoas em tempo integral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-14872 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Rafael-Parente-Aonde-Educacional-Conecturma-ensino-startup-brasil.jpg?resize=200%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Rafael-Parente-Aonde-Educacional-Conecturma-ensino-startup-brasil.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Rafael-Parente-Aonde-Educacional-Conecturma-ensino-startup-brasil.jpg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Rafael-Parente-Aonde-Educacional-Conecturma-ensino-startup-brasil.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Rafael-Parente-Aonde-Educacional-Conecturma-ensino-startup-brasil.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Rafael-Parente-Aonde-Educacional-Conecturma-ensino-startup-brasil.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<h2>Projeto Pedagógico e de Ensino</h2>
<p>Para ir mais afundo no negócio da <a href="http://conecturma.com.br/">Conecturma</a> e da Aonde, preparamos uma entrevista exclusiva com o fundador e CEO da startup que está revolucionando o ensino no Brasil através da tecnologia. Confira suas respostas abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="m_4036026615430495761m_-6716299796433162925m_-6167676790550797264m_-3640987359036141307HOEnZb"></div>
<div><b>Qual é a importância da interdisciplinaridade para o desenvolvimento dos cursos?</b></div>
<p>Compreender as necessidades e realidades de outras áreas é fundamental e não acho que seja apenas para empresas pequenas. O isolamento em áreas de conhecimento e de trabalho muito compartimentalizadas acaba fazendo com que cada profissional não se comprometa com o produto final e não enxergue que todos são fundamentais para que o resultado do nosso trabalho seja o melhor possível. É uma tendência do ser humano achar que é mais importante e que trabalha mais do que o outro e briguinhas egoicas são frequentes na maioria das equipes. Quando todos passam a fazer parte de uma rotina de trocas e de necessidade de compreender a rotina do outro, conseguimos mudar um pouco isso.</p>
<p><b>Qual foi o ponto de partida do ponto de vista pedagógico para criação do conteúdo da Conecturma?</b></p>
<p>Do ponto de vista pedagógico, o ponto de partida foi a certeza de que não estamos utilizando as melhores estratégias, nem em nossas melhores escolas. Os resultados do PISA mostram que os alunos brasileiros que se encontram entre os 25% mais ricos da população não conseguem chegar à nota média dos alunos de outros países da OCDE. Em outras palavras, os alunos de nossas melhores escolas não aprendem nem o que um aluno médio dos outros países aprendem. Somos um fracasso educacional e não acreditamos que a formação dos professores conta a história toda. É claro que é um componente fundamental, mas as ferramentas, metodologias e rotinas também são super importantes. Então, resolvemos fazer uma pesquisa bastante grande para compreender quais seriam essas ferramentas, metodologias e rotinas utilizadas em outros países. Como esperado, vimos que boa parte do que utilizamos em nossas escolas é obsoleto. Não faz sentido continuar falando na frente e escrevendo no quadro, por exemplo.</p>
<div dir="ltr">
<div><b> </b></div>
<div><b>A conecturma foi concebida para resolver quais problemas?</b></div>
<div>Criamos a <a href="http://conecturma.com.br/">Conecturma</a> a partir da experiência no Rio de Janeiro e dessa pesquisa internacional, casando estratégias tradicionais (uso de fantoches, livros didáticos, jogos e músicas) com estratégias inovadoras (storytelling, plataformas digitais com animações, jogos digitais e videoclipes, relatórios individualizados e gamificação). O objetivo da metodologia é ajudar a criar a melhor experiência possível de aprendizagem para crianças de 3 a 11 anos, aumentando os resultados acadêmicos em pelo menos 30%. Ela vem como uma resposta para o deficit de aprendizagem e para a falta de metodologias e ferramentas modernas nas escolas.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><b>O que a Conecturma oferece aos seus alunos e como educadores podem utilizar a plataforma para aumentar o interesse na sala da aula?</b></div>
<div>
<div class="gmail_default">Com todos os materiais (livros, plataformas, jogos, músicas, fantoches, etc) tentamos fazer com que os alunos fiquem mais atentos, concentrados e se divirtam enquanto aprendem. Vemos que as crianças se envolvem emocionalmente com as histórias e personagens e que os professores se sentem mais instrumentalizados para fazer um bom trabalho, especialmente com aqueles alunos que apresentam mais dificuldades. Qualquer professor já pode utilizar o material disponível em nosso canal do Youtube e se cadastrar em nosso site para receber materiais. Mas a rede (pública ou privada) precisa comprar a metodologia para que todo o material seja implementado.</div>
<div class="gmail_default"></div>
</div>
<div><b> </b></div>
<div><b>Quais são os planos para os próximos 5 anos? Expansão para espanhol? Novas matérias de estudo? Aplicativo para iPad?</b></div>
<div>Queremos salvar o mundo 🙂 E faremos isso expandindo o número de alunos e professores que utilizam nossa metodologia, melhorando, com a ajuda deles, tudo o que temos e criando novos produtos, que provavelmente serão relacionados a outras matérias para a mesma idade.</div>
<div><b> </b></div>
<div><b>Deixe uma mensagem para os empreendedores no setor de edTech que buscar atualizar o sistema de ensino atual.</b></div>
<div>Pense 10 vezes antes de entrar nessa. A jornada no Brasil, em educação, é bem mais complicada do que eu achava que seria, mesmo conhecendo muito a área e outros empreendedores. Se decidir realmente entrar nessa, seja muito mais do que resiliente. Seja obsessivo e incansável. Busque uma aceleração e pessoas incríveis não só para compor a sua equipe, mas para o seu networking. Nunca caia na tentação de achar que sabe tudo. Ao contrário, seja aberto o mais possível que conseguir. Mesmo sendo muito difícil. Ouça, de verdade, o que as pessoas te dizem.</div>
</div>
<div class="m_4036026615430495761m_-6716299796433162925m_-6167676790550797264m_-3640987359036141307HOEnZb">
<div class="m_4036026615430495761m_-6716299796433162925m_-6167676790550797264m_-3640987359036141307h5"></div>
</div>
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		<title>Realidade Virtual no Festival de Cinema do SXSW</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2017 09:07:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Realidade Virtual (RV) é um destaque do universo da tecnologia nos últimos meses e também um dos pináculos do South by South West. O festival de filmes do SXSW contará com uma seção dedicação à RV, que mostrará os mais novos e mais inovadores trabalhos de cinema feito para dispositivos de realidade virtual. Como já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Realidade Virtual (RV) é um destaque do universo da tecnologia nos últimos meses e também um dos pináculos do <strong>South by South West</strong>. O festival de filmes do SXSW contará com uma seção dedicação à RV, que mostrará os mais novos e mais inovadores trabalhos de cinema feito para dispositivos de realidade virtual.</p>
<p>Como já falamos aqui no Tecnoveste, a <a href="https://www.tecnoveste.com.br/realidade-virtual-realidade-aumentada-e-tecno-veste/">realidade virtual e a realidade aumentada</a> são tecnologias que mudarão como as pessoas realizam seus trabalhos e outras tarefas cotidianas no futuro. Perceber essa nova maneira de se relacionar com o mundo através da arte pode criar novas possibilidades para redefinir não somente o futuro dessas tecnologias, mas também como as pessoas efetivamente se relacionam com o mundo real.</p>
<p>Confira os principais projetos que participarão deste primeiro ano de realidade virtual no <strong>SXSW Film</strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Mars 2030 (EUA)<br />
Em parceria com a <strong>NASA</strong> eo Laboratório de Sistemas Espaciais do <strong>MIT</strong>, o <strong>FusionVR</strong> dá-lhe as boas-vindas a Marte 2030. Esta experiência imersiva permite-lhe desempenhar o papel de um dos primeiros cientistas encarregados de estabelecer uma presença humana no Planeta Vermelho.</li>
</ul>
<ul>
<li>After Solitary (EUA)<br />
Diretores: Cassandra Herrman, Lauren Mucciolo<br />
&#8220;After Solitary&#8221; é uma colaboração entre o <strong>Emblematic Group</strong> e a PBS, permite aos espectadores experimentar interativamente a história de <strong>Kenny Moore</strong>, de 38 anos, recém-libertado que passou anos passando anos em confinamento solitário.</li>
</ul>
<ul>
<li>Amor de Abuela (Austrália, Guatemala, USA)<br />
Diretora: Jessie Hughes<br />
A vida da família guatemalteca se transforma quando a avó ganha acesso à eletricidade e à luz.</li>
</ul>
<ul>
<li>Dear Pigeon Man (Países Baixos)<br />
Diretor: Daniël Ernst<br />
Caro Pigeon Man é uma experiência de realidade virtual pintada à mão. É a quinta peça do Shoebox Dioramas, uma série de histórias virtuais. Todas as histórias da série se sobrepõem, como a série cresce assim será o mundo dos Dioramas Shoebox.</li>
</ul>
<ul>
<li>DeathTolls Experience (Irã)<br />
Diretor: Ali Eslami<br />
Uma viagem virtual da crise dos refugiados na Europa para o banho de sangue na Síria, colocando a seca &#8220;realidade de dados&#8221; da notícia em uma perspectiva emocional.</li>
</ul>
<ul>
<li>BattleScar (Espanha, EUA)<br />
Diretores: Nico Casavecchia, Martin Allais<br />
BattleScar é um curta-metragem linear com componentes interativos que segue um ano na vida de Lupe, um porto-riquenho americano, vivendo na cena do punk rock de 1978 em Nova York.</li>
</ul>
<ul>
<li>Cycling Pathways to Mars (EUA)<br />
Diretores: Lex Halaby, Daniel Schechter, Guil Rambelli<br />
Buzz Aldrin&#8217;s Ciclismo Caminhos para Mars é uma experiência VR volumétrica que leva você a uma viagem da lua a Marte com holograma Aldrin como seu guia, e traçar uma sua visão de ciclistas, landers e rovers, à vida.</li>
</ul>
<ul>
<li>Decay Theory (Reino Unido)<br />
Diretor: Nick Pittom<br />
Decay Theory é uma experiência de Narração de Ficção Científica, que acompanha as aventuras intergalácticas de SuRei, uma jovem e FeiMa, o horror bio-mecânico que a protege.</li>
</ul>
<ul>
<li>Dreams of &#8220;O&#8221; (Canadá)<br />
Diretores: Félix Lajeunesse, Paul Raphaël<br />
Mergulhe no mundo hipnótico dos Sonhos de &#8221; O &#8221;. Submerge-se em um universo de realidade virtual composto de acrobacias aéreas, mergulhos ousados, e os personagens anfíbios surreal da obra-prima aquática de tirar o fôlego &#8220;O&#8221; pelo Cirque du Soleil.</li>
</ul>
<ul>
<li>Fistful of Stars (EUA)<br />
Diretor: Eliza McNitt<br />
Fistful of Stars é a primeira exploração virtual de realidade virtual do cosmos ao lado do Telescópio Hubble que o transporta dentro da Nebulosa de Orion e revela as conexões cósmicas entre os humanos e as estrelas.</li>
</ul>
<ul>
<li>In Harmony (EUA)<br />
Diretor: Elliot Dillman<br />
Para algumas crianças de Los Aangeles a música não é apenas uma forma de arte, é a chave para superar as probabilidades. Quando as escolas secundárias de Deonte e Amy cortaram seus programas de música, The Harmony Project entra com orientação e treinamento musical.</li>
</ul>
<ul>
<li>Life of Us (EUA)<br />
Diretores: Chris Milk, Aaron Koblin<br />
Life of Us é uma viagem compartilhada VR de dentro que conta a história completa da evolução da vida na Terra. Criado por Chris Milk &amp; Aaron Koblin, com música de <strong>Pharrell Williams</strong>.</li>
</ul>
<ul>
<li>The Melody of Dust (EUA)<br />
Diretores: Viacom NEXT, Hot Sugar<br />
Uma viagem musical para o HTC Vive. Explore um mundo misterioso onde cada objeto contém uma melodia única. Da <strong>Viacom NEXT</strong> e do músico Hot Sugar, esta experiência traz-lhe dentro das fantasias de um compositor romântico.</li>
</ul>
<ul>
<li>Museum of the Impossible (EUA)<br />
Diretores: Ben Vance, Kate Parsons<br />
Museu do Impossível (MOTI) é um novo tipo de museu para a realidade virtual que curates o melhor na arte imersiva.</li>
</ul>
<ul>
<li>Next Nature Habitat VR (Países Baixos)<br />
Diretor: Koert van Mensvoort<br />
O habitat natural do urso polar é o Ártico. O habitat natural do escorpião é a sobremesa. E os humanos? Qual é o nosso habitat natural? Como uma espécie, precisamos descobrir o que significa viver em um mundo onde o nascido eo feito são.</li>
</ul>
<ul>
<li>Reinvent (EUA)<br />
Diretores: Ian Forester, Sook-Lei Liew, Phd<br />
A VR Playhouse fez parceria com a neurocientista Sook-Lei Liew e sua equipe no Laboratório de Neurorresultologia e Neuralidade Neural da USC para criar conteúdo para Reinvent, um novo método que usa VR para promover a recuperação motora de vítimas de acidentes vasculares cerebrais graves.</li>
</ul>
<ul>
<li>See Beyond Labels (EUA)<br />
Diretor: Sarah Hill<br />
Um exame acerca dos viéses das pessoas analisado por meio de histórias de seis pessoas que são muitas vezes vistos através de filtros sociais.</li>
</ul>
<ul>
<li>Show It 2 Me (EUA)<br />
Diretores: Mark Brooks, Dylan Carter<br />
Um clipe musical interativo feito utilizando o áudio reativo do Tilt Brush que conta com a participação do single &#8220;Show It 2 Me&#8221; do Night Club.</li>
</ul>
<ul>
<li>Spatium (Reino Unido)<br />
Diretores: Roland Lane, Alex Lambert<br />
INITION e Roland Lane levam você a uma viagem inspirada pelo chapéu famoso pelo lendário designer Philip Treacy. Na VR, estrutura e forma são exploradas numa escala que escapa aos limites do físico, criando uma fantasia de luz, som e sombra.</li>
</ul>
<ul>
<li>Square the Circle (Países Baixos)<br />
Diretores: Harm van de Ven, Sara Kolster<br />
Square the Circle é uma experiência interativa que explora as possibilidades de interagir com controladores Touch em escala de sala.</li>
</ul>
<ul>
<li>Use Your Imagination (EUA)<br />
Diretor: Roberto Drilea<br />
Um musical feito em realidade virtual escrito e executado por artistas jovens com autismo.</li>
</ul>
<ul>
<li>Waba (EUA)<br />
Diretor: EDWON</li>
<li>Waba é um personagem de videogame interativo, simulador de petting empático e animal de estimação wobble virtual combinado em um.</li>
</ul>
<ul>
<li>We Who Remain (Sudão, EUA)<br />
Diretores: Sam Wolson, Trevor Snapp<br />
We Who Remain é um documentário de ação ao vivo imersivo que explora a vida durante uma brutal temporada de combate nas décadas de longa guerra civil do Sudão.</li>
</ul>
<ul>
<li>Shannon Carroll(Níger, EUA)<br />
Diretor: Shannon Carroll<br />
Uma mulher no Níger junta-se a um grupo local de mulheres poupanças para financiar oportunidades anteriormente inacessíveis para as meninas, incluindo sua própria neta.</li>
</ul>
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