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	<title>Arquivos praia | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos praia | Tecnoveste</title>
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		<title>Tubarão &#8211; de Hollywood a Pernambuco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 20:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1975, um jovem diretor de nome Steven e sobrenome Spielberg criava uma reviravolta no cinema mundial: o filme Tubarão. A história que era dúvida para muitos virou uma certeza muito real no mundo inteiro: um fenômeno de bilheteria. Aos olhos de hoje, o filme parece para muitos tosco, simplório e sustentado por um roteiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1975, um jovem diretor de nome Steven e sobrenome Spielberg criava uma reviravolta no cinema mundial: o filme <em>Tubarão</em>. A história que era dúvida para muitos virou uma certeza muito real no mundo inteiro: um fenômeno de bilheteria. Aos olhos de hoje, o filme parece para muitos tosco, simplório e sustentado por um roteiro simples, sem nenhuma centelha que justificasse tamanho sucesso. Não foi o que aconteceu. Houve uma comoção principalmente nos Estados Unidos e trata-se de um marco de sucesso.  O segredo do sucesso parece estar no fato de que <em>Tubarão</em> mexia com áreas do cérebro nunca antes movimentadas frente à telona; medo e apreensão em níveis absurdos, alimentados pela trilha sonora inesquecível.</p>
<p>Tubarões assustam no imaginário de todos até hoje. Mas parece que a fama dos tubarões oscila entre o desejo de matá-los e o descaso excessivo. A maioria das espécies de tubarões não atacam humanos e nenhuma delas identifica o ser humano como uma presa prevista. Mas isso não significa que eles sejam inofensivos; muito pelo contrário. Existem cerca de 375 espécies de tubarões no mundo sendo que 80 delas ocorrem no Brasil. Cerca de 30 espécies no mundo têm episódios de ataque a seres humanos, sendo que no Brasil são encontradas quatro das cinco mais perigosas: o galha-preta, o branco, o tigre e o cabeça-chata. É preciso respeitá-las.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25287" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1920%2C1280&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>No mês passado, um homem perdeu a vida na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes (PE). Segundo testemunhas, mesmo avisado o perigo, o homem se colocou mar a dentro e foi atacado. Ele acabou perdendo a mão e tendo um grande corte na coxa. Não resistiu aos sangramentos e teve uma parada cardíaca. Só em Pernambuco, são 26 mortes desde 1992. O agressivo tubarão-tigre (<em>Galeocerdo cuvier</em>) é apontado como o principal responsável pelos ataques a banhistas em praias da região juntamente com outra espécie tida como feroz e agressiva: o cabeça-chata (<em>Carcharhinus leucas</em>).</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25288" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1920%2C1672&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1672" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=300%2C261&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1024%2C892&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=768%2C669&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1536%2C1338&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>Todo cuidado e todo respeito são importantes quando o assunto é tubarão. São muitos deles animais perigosos e precisamos manter essa cautela para que a vida, neste caso, não imite a arte de Spielberg.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como o contato com a natureza fez Juliana Evelyn Ribeiro da Silva se apaixonar pela biologia marinha, meio ambiente e conservação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 11:30:16 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/9791b423-1e57-4a3b-bbeb-72ed75b1402f-1.png?ssl=1"><br />
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<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da estudante Juliana Evelyn Ribeiro da Silva no <a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link">Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;.</a></p>
<p>Juliana Evelyn Ribeiro da Silva é estudante de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista &#8220;Júlio de Mesquita Filho&#8221;, no Campus de Bauru. É Coordenadora de Sociocultural do Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221; e integrante da Comissão de Recepção de Calouros em 2020. Se interessa pelas áreas de Zoologia, especificamente, Biologia Marinha relacionada ao tema de meio ambiente e conservação. Seu papel na coordenadoria de sociocultural é trazer mais entretenimento para os estudantes da área e mantê-los informados sobre assuntos que estão ligados à matéria e à formação acadêmica. Pretende se formar como licencianda e atuar tanto no campo, quanto na divulgação de informações, para que nosso futuro esteja ligado conscientemente à natureza.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: </strong><strong>Quem é você ?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Sou uma mulher de 23 anos que ama fazer o que faz, estar em contato com a natureza, amigos e viajar. Venho de uma cidade do interior de São Paulo, chamada São José dos Campos, e lá aprendi muita coisa para realizar tudo o que estou conquistando hoje em dia. Além da área de biológicas, também gosto bastante da área de humanas e por isso quis fazer parte de algo que fosse me levar além das matérias da grade curricular, pois sempre procuro estar por dentro dos assuntos que me motivam a ser quem eu quero no futuro, entre outros.”</p>
<h3><strong>Segunda pergunta: O que te fez escolher ser cientista ? </strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Em conjunto com a área de humanas, eu sempre tive muita conectividade com biológicas, uma vez em uma excursão escolar para o <a href="http://www.cataventocultural.org.br/">Museu Catavento</a>, em São Paulo, eu me vi encantada por tudo que tinha lá exposto. Tomando mais gosto pelo lado da ciência, optei por escolher algo dentro dela e depois de um tempo, pesquisando, eu vi que realmente o que eu queria era estar em contato com a natureza e poder estudar mais a fundo todo o seu funcionamento. A escolha por me especificar em biologia marinha veio da paixão pela praia, mas também pela triste notícia de que esse ecossistema está sendo muito prejudicado com o avanço da humanidade, sendo assim, quero ser alguém que trabalhe para que isso mude.”</p>
<h3><strong>Terceira pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Desde pequena sempre tive muito contato com a natureza, além do incentivo de professores, durante minha formação escolar, que foi muito importante para a minha escolha. Meu apreço pela área de biologia marinha, meio ambiente e conservação, veio de documentários que assistia e amigos que, antes de mim, já estavam na área.</p>
<h3><strong>Quarta pergunta:  Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Entendo bem que escolher uma profissão para o resto da vida não seja fácil e os caminhos que te levam até a certeza são aparentemente complicados, mas acho que desde cedo é se inteirar do assunto e buscar saber mais sobre. Se ela abrange várias áreas do conhecimento, se a universidade que você pretende cursar te oferece uma estrutura pra isso, e depois seguir em busca de um resultado promissor. Além disso, sempre procurar projetos e palestras que vão te aperfeiçoar mais ainda.”</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho da Juliana Evelyn Ribeiro da Silva não deixe de conhecer o<a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link"> Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;</a></p>
<p>Se você faz ciência/pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/como-o-contato-com-a-natureza-fez-juliana-evelyn-ribeiro-da-silva-se-apaixonar-pela-biologia-marinha-meio-ambiente-e-conservacao/">Como o contato com a natureza fez Juliana Evelyn Ribeiro da Silva se apaixonar pela biologia marinha, meio ambiente e conservação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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