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	<title>Arquivos RACISMO | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos RACISMO | Tecnoveste</title>
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		<title>The Raiam Show: vale a pena assistir? &#8211; Egocentrismo ou conteúdo? &#8211; Kanye West ou Monark (Bruno Aiub)?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 11:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infuenciadores, Famosos e Reality Shows]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mundo do empreendedorismo, é comum encontrarmos figuras controversas que despertam tanto admiração quanto polêmica. Um desses personagens é Raiam Santos, protagonista do &#8220;The Raiam Show&#8221;. O The Raiam Show é um programa de empreendedorismo apresentado por Raiam Santos, conhecido por suas opiniões fortes e abordagens inovadoras. Raiam investiu em equipamentos e tempo para criar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo do empreendedorismo, é comum encontrarmos figuras controversas que despertam tanto admiração quanto polêmica. Um desses personagens é Raiam Santos, protagonista do <a href="https://www.youtube.com/@nomadedigitalraiam/featured" target="_blank" rel="noopener">&#8220;The Raiam Show&#8221;</a>.</p>
<p>O The Raiam Show é um programa de empreendedorismo apresentado por Raiam Santos, conhecido por suas opiniões fortes e abordagens inovadoras. Raiam investiu em equipamentos e tempo para criar esse programa, inspirado por um programa americano que foi vendido por milhões de dólares. Ele percebeu que vender uma empresa por esse valor era impressionante, mas vender uma empresa por centenas de milhões de dólares seria ainda mais grandioso.</p>
<p>Raiam Santos não apenas vendeu uma empresa, mas também construiu sua marca pessoal de sucesso. Antes de se tornar uma figura midiática, ele tinha uma posição relativamente &#8220;fraca&#8221; no futebol americano e ganhava um salário baixo em comparação aos quarterbacks. Após encerrar sua carreira no esporte, Raiam se reinventou, explorando áreas como stand-up de comédia e WWE. Eventualmente, ele criou seu próprio programa, reunindo seus colegas para discutir diversos temas.</p>
<p>Apesar das controvérsias que cercam Raiam Santos, é inegável que ele é uma figura empreendedora interessante e inspiradora. Sua capacidade de se reinventar e encontrar oportunidades em diferentes áreas é admirável. Além disso, ele demonstra habilidades de comunicação e persuasão ao convencer seu público sobre suas ideias e abordagens.</p>
<p>Ao assistir o The Raiam Show, é possível absorver conhecimento sobre diversos mercados, como marketing, conteúdo e finanças. Raiam busca trazer temas atuais e discutir as tendências do mundo empreendedor. Seu estilo autêntico e interativo, principalmente por meio de transmissões ao vivo, o coloca na vanguarda das tendências de marketing, como o &#8220;live selling&#8221;, que mostra que as pessoas estão mais propensas a comprar quando influenciadores interagem diretamente com elas ao vivo.</p>
<p>Apesar de sua natureza controversa, Raiam Santos e seu programa, The Raiam Show, merecem atenção e reconhecimento no cenário empreendedor. Sua trajetória de sucesso e sua habilidade de se adaptar e explorar diferentes oportunidades são aspectos inspiradores para aqueles que desejam seguir um caminho empreendedor. Independentemente das opiniões divergentes, é inegável que Raiam Santos impactou a comunidade empreendedora com seu programa e suas ideias.</p>
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		<title>SARS-CoV-2: Impactos do COVID-19 na população negra e indígena brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gérson Silva Santos Neto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 10:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
		<category><![CDATA[epidemia]]></category>
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		<category><![CDATA[política pública]]></category>
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		<category><![CDATA[POPULAÇÕES TRADICIONAIS]]></category>
		<category><![CDATA[raça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 30 de janeiro de 2020 a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a nova epidemia de pneumonia causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2) foi classificada como uma emergência de saúde pública de interesse internacional, denominada doença COVID-19 (do inglês Coronavirus Disease 2019, sendo 2019 o ano em que a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 30 de janeiro de 2020 a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a nova epidemia de pneumonia causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2) foi classificada como uma emergência de saúde pública de interesse internacional, denominada doença COVID-19 (do inglês Coronavirus Disease 2019, sendo 2019 o ano em que a mesma foi identificada). Hoje, dia 10 de abril de 2020, os dados oficiais da OMS estimam que ao menos 1.587.209 pessoas estejam infectadas com o SARS-CoV-2 e 94.850 faleceram decorrentes da sua contaminação [<a href="https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/events-as-they-happen">1</a>]. No Brasil os últimos números declarados pelo Ministério da Saúde são de 17.857 pessoas infectadas e 941 mortas [<a href="https://covid.saude.gov.br/">2</a>], mas há uma lacuna de conhecimentos que precisa ser tratada com uma atenção que até o momento não foi pauta de preocupação da maior parte da mídia: a situação das populações negra, indígena ou outras denominações de etnia – quilombolas, ciganos, &#8230; <span id="more-18415"></span><br />
Esse fato destaca fraturas sociais e políticas nas comunidades, com respostas racializadas e discriminatórias ao medo, afetando desproporcionalmente grupos marginalizados. Isso inclui atos individuais de micro agressão ou violência, e formas coletivas [<a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)30358-5/fulltext" class="broken_link">3</a>]. Além de analisarmos a sua capacidade de afetar qualquer pessoa, as respostas políticas a COVID-19 precisam estar atentas a como essa pandemia afetará desproporcionalmente pessoas que estão representadas em grupos socioeconômicos mais baixos, que, normalmente, têm acesso limitado a serviços de saúde ou trabalham em empregos precários. Isto é especialmente verdade em ambientes com poucos recursos e que carecem de formas de proteção social onde o auto-isolamento muitas vezes não é possível, levando a um maior risco de propagação viral.</p>
<p>As comunidades mais carentes já experimentam um acesso precário aos cuidados de saúde, taxas significativamente mais altas de doenças transmissíveis e não transmissíveis, falta de acesso a serviços essenciais, saneamento e outras medidas preventivas importantes, como água potável, sabão, desinfetante, etc. Da mesma forma, a maioria das instalações médicas locais, se e quando existem, geralmente estão mal equipadas e com pouco pessoal. Mesmo quando essas pessoas conseguem acessar os serviços de saúde, eles podem enfrentar estigma e discriminação. Um fator chave é aqui é garantir que esses serviços e instalações sejam fornecidos de forma apropriada à situação específica desses grupos. E há uma iniciativa da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial que, além de divulgar em suas redes sociais informações sobre prevenção, publicou vídeos e materiais específicos com recomendações para a população indígena, povos ciganos e quilombolas [<a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2020-2/marco/ministerio-divulga-acoes-de-prevencao-ao-coronavirus-para-povos-e-comunidades-tradicionais">4</a>].</p>
<p>A história indica que esses grupos podem ser particularmente afetados pela pandemia do COVID-19. Durante a pandemia de influenza H1N1 de 2009, por exemplo, sua taxa de mortalidade foi 4,5 vezes maior do que na população geral do Brasil [<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19883543">5</a>]. E por isso, para rastrear fontes de infecção e proteger essas pessoas vulneráveis, precisamos que os dados do COVID-19 sejam desagregados por etnia. Essa estratégia é fundamental para o traçado de estratégias públicas uma vez que como disseram as pesquisadoras Amália Nascimento do SacramentoIe Enilda Rosendo do Nascimento:</p>
<blockquote><p><span style="font-size: 10pt;">&#8220;As análises de questões atinentes à saúde da população brasileira têm sido enriquecidas nos últimos anos pelo crescente aporte de informações sobre a identificação racial ou da cor permitindo, inclusive, que diferentes perfis epidemiológicos sejam estabelecidos.&#8221; (SACRAMENTO; NASCIMENTO, 2011)</span> [<a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0080-62342011000500016" class="broken_link">6</a>]</p></blockquote>
<p>Nesse momento é possível identificar diversas sociedades civis solicitando que o governo informe a raça e o gênero das pessoas infectadas e das pessoas mortas em decorrência do SARS-CoV-2, mas ainda não há informações oficiais sobre isso e um dos motivos é que a invisibilidade de grupos minoritários segue sendo norma para a preocupação epidemiológica e isso é decorrente do racismo institucional.</p>
<p><strong>Como a raça e o racismo afetam a saúde?</strong></p>
<p>Diversos estudos mostram que o impacto da raça na saúde decorre em grande parte das diferenças no acesso a recursos e oportunidades que podem prejudicar ou melhorar a saúde. Além disso, os pesquisadores descobriram que a discriminação racial e étnica pode afetar negativamente a saúde ao longo da vida e das gerações. Nos Estados Unidos da América (EUA) a COVID-19 pode afetar qualquer pessoa, mas pessoas negras estão morrendo em números desproporcionais, especialmente em certas grandes cidades [<a href="https://www.theguardian.com/world/2020/apr/08/its-a-racial-justice-issue-black-americans-are-dying-in-greater-numbers-from-covid-19">7</a>]. E uma das razões para isso é que os negros não confiam que seus profissionais de saúde ajam em seus melhores interesses [<a href="https://thehill.com/blogs/pundits-blog/healthcare/347780-black-americans-dont-have-trust-in-our-healthcare-system" class="broken_link">8</a>].</p>
<p>A comunidade médica deve se preocupar com esse sentimento coletivo de desconfiança dos negros à medicina, pois é um fator importante nas disparidades de saúde bem documentadas entre brancos e outros grupos etnícos. Pesquisas mostraram que pessoas de outras etnias no Brasil têm muito menos probabilidade de relatar confiança em seus médicos e hospitais porque ao serem atendidos tendem a relatar que os mesmos não foram bem acolhidos em suas queixas; portanto, é menos provável que busquem tratamento ou que aceitem os planos de tratamento recomendados [<a href="https://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/06/por-que-o-negro-tem-menos-acesso-saude-do-que-o-branco-no-brasil.html">9</a>].</p>
<p><strong>Por fim&#8230; Gostaria de deixar uma reflexão</strong></p>
<p>Quando essas análises são somadas o que podemos esperar que aconteçam em nossas favelas e comunidades indigenas? Uma continuação da invisibilização dessas realidades perpetuará o etnicídio apontado a tanto tempo por integrantes desses grupos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>1 &#8211; ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Rolling updates on coronavirus disease (COVID-19). Disponível em:&lt; https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/events-as-they-happen &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
2 &#8211; MINISTÉRIO DA SAÚDE DO BRASIL. Disponível em:&lt; https://covid.saude.gov.br/ &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
3 &#8211; CHUNG, Roger Yat-Nork; LI, Minnie Ming. Anti-Chinese sentiment during the 2019-nCoV outbreak. The Lancet, v. 395, n. 10225, p. 686-687, 2020.<br />
4 &#8211; MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL. Ações de prevenção ao coronavirus para povos e comunidades tradicionais. Disponível em:&lt; https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2020-2/marco/ministerio-divulga-acoes-de-prevencao-ao-coronavirus-para-povos-e-comunidades-tradicionais &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
5 &#8211; LA RUCHE, Guy et al. The 2009 pandemic H1N1 influenza and indigenous populations of the Americas and the Pacific. Eurosurveillance, v. 14, n. 42, p. 19366, 2009.<br />
6 &#8211; SACRAMENTO, Amália Nascimento do; NASCIMENTO, Enilda Rosendo do. Racismo e saúde: representações sociais de mulheres e profissionais sobre o quesito cor/raça. Revista da Escola de Enfermagem da USP, v. 45, n. 5, p. 1142-1149, 2011.<br />
7 &#8211; EVELYN, K. &#8216;It&#8217;s a racial justice issue&#8217;: Black Americans are dying in greater numbers from Covid-19<br />
Disponível em:&lt; https://www.theguardian.com/world/2020/apr/08/its-a-racial-justice-issue-black-americans-are-dying-in-greater-numbers-from-covid-19 &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
8 &#8211; WILLIAMS, J. C. Black Americans don’t trust our healthcare system — here&#8217;s why<br />
Disponível em:&lt; https://thehill.com/blogs/pundits-blog/healthcare/347780-black-americans-dont-have-trust-in-our-healthcare-system &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
9 &#8211; CAPELO, R. Por que o negro tem menos acesso à saúde do que o branco no Brasil?<br />
Apesar de algumas ações do governo, dados mostram que o sistema público de saúde continua a discriminar a população negra. Disponível em:&lt; https://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/06/por-que-o-negro-tem-menos-acesso-saude-do-que-o-branco-no-brasil.html &gt; Acesso em: 09/04/2020<br />
10 &#8211; Morena Mariah @morenamariah Disponível em: &lt;https://twitter.com/morenamariah/status/1248019663352549376 &gt; Acesso em: 09/04/2020</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/sars-cov-2-impactos-do-covid-19-na-populacao-negra-e-indigena-brasileira/">SARS-CoV-2: Impactos do COVID-19 na população negra e indígena brasileira</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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