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	<title>Arquivos Richard Farnsworth | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos Richard Farnsworth | Tecnoveste</title>
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		<title>Diretores de Cinema que Perderam a Noção o início dos anos 2000</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Santorini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 19:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A versatilidade é uma característica de diretores talentosos. Eles conseguem passear por diversos gêneros e apresentar resultados extraordinários! Citarei dois exemplos. O talentoso realizador norte-americano Martin Scorsese, que está em plena atividade desde o final da década de sessenta, tem uma vasta filmografia repleta de gêneros díspares. Ele já comoveu com o drama sensível “Alice [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A versatilidade é uma característica de diretores talentosos. Eles conseguem passear por diversos gêneros e apresentar resultados extraordinários! Citarei dois exemplos.</p>
<p>O talentoso realizador norte-americano <strong>Martin Scorsese,</strong> que está em plena atividade desde o final da década de sessenta, tem uma vasta filmografia repleta de gêneros díspares. Ele já comoveu com o drama sensível “<em>Alice Não Mora Mais Aqui</em>” (1974) – o meu favorito do cineasta; aventurou-se no musical “<em>New York, New York</em>” (1977) com a Lisa Minnelli; retratou uma temática esportiva em “<em>Touro Indomável</em>” (1980); arrancou algumas risadas dos espectadores no drama cômico “<em>O Rei da Comédia</em>” (1983) com o Jerry Lewis; empregou humor sombrio no divertido “<em>Depois de Horas</em>” (1985); polemizou no drama épico “<em>A Última Tentação de Cristo</em>” (1988); retratou a máfia em “<em>Os Bons Companheiros</em>” (1990) e “<em>O Irlandês</em>”; transportou-nos no tempo com o drama de época ambientado no Século XIX intitulado “<em>A Época da Inocência</em>” (1993); divertiu a criançada e a família no belíssimo “<em>A Invenção de Hugo Cabret</em>” (2011); arrancou tensão e suspense com os assustadores “<em>Cabo do Medo</em>” (1991) e “<em>Ilha do Medo</em>” (2010); mostrou ação em “<em>Gangues de Nova Iorque</em>” (2002). Passeou, pois, por comédia, drama, suspense, infantil, ação e outros estilos com muita competência.</p>
<div id="attachment_23250" style="width: 777px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23250" class="wp-image-23250 " src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?resize=767%2C432&#038;ssl=1" alt="" width="767" height="432" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/richard-donner.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /><p id="caption-attachment-23250" class="wp-caption-text">Mandatory Credit: Photo by Michael Buckner/Variety/REX/Shutterstock (8860248r)<br />Richard Donner at the Academy Tribute to Filmmaker Richard Donner, Los Angeles, USA &#8211; 07 Jun 2017</p></div>
<p>Outro diretor versátil que me chama atenção é o nonagenário <strong>Richard Donner</strong>! Do terror demoníaco “A Profecia” (1976), passou para o aclamado filme de super-herói “Superman” (1978) com o saudoso Christopher Reeve. Caminhou, em seguida, pela fantasia com “O Feitiço de Áquila” (1985) e, no mesmo ano, divertiu a família em “Os Goonies”. Enveredou, logo adiante, pelo gênero policial com a franquia “Máquina Mortífera” (1987-1998). Passeou, igualmente, pela comédia em “Os Fantasmas Contra-Atacam” (1988), pelo drama com “Radio Flyer” (1992) e pela ficção-científica em “Linha do Tempo” (2003).</p>
<p>Alguns realizadores, por outro lado, são conhecidos por adotar um estilo próprio com unicidade nos trabalhos. <strong>Alfred Hitchcock</strong> é o eterno Mestre do Suspense. <strong>George A. Romero</strong> era <em>expert</em> em zumbis. <strong>Quentin Tarantino</strong> é famoso por filmes violentos, repletos de sarcasmo e banhados de sangue. <strong>John Woo</strong> é o cara da ação (tiros, chutes, bombas e explosões)! Essas são as marcas desses renomados cineastas.</p>
<p>Há, contudo, outros diretores que, apesar da adoção de um estilo uno e bem característico, já saíram da linha. Aquela linha, diga-se, construída e solidificada por eles mesmos como a marca registrada de suas carreiras. Citarei, assim como fiz no início com os versáteis, dois exemplos.</p>
<div id="attachment_23251" style="width: 910px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23251" class="wp-image-23251 size-full" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=900%2C600&#038;ssl=1" alt="" width="900" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-david-lynch.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-23251" class="wp-caption-text">David Lynch em 2015</p></div>
<p><strong>David Lynch</strong> dirige uns filmes bem esquisitos – na melhor e mais elogiosa acepção do vocábulo. São criativos, imaginativos, misteriosos, surreais e darão, certamente, um nó na sua mente. Você, provavelmente, ficará tonto e angustiado em alguns (ou em vários) momentos da maioria das obras desse talentoso realizador de cabelos brancos assanhados! É o caso de “<em>Eraserhead</em>” (1977), “<em>Veludo Azul</em>” (1986), “<em>Coração Selvagem</em>” (1990), “<em>A Estrada Perdida</em>” (1997), “<em>Cidade dos Sonhos</em>” (2001) e “<em>Império dos Sonhos</em>” (2006). Todos excelentes e dentro do padrão ora relatado.</p>
<p>Na contramão de tudo o que já tinha feito até então, todavia, está o drama da Disney (sim, da Disney) “<em>Uma História Real</em>” (1999). Lynch, aqui, aparta-se da insanidade e dá lugar à lucidez em uma das mais belas poesias cinematográficas que já vi na vida! Trata-se de uma bela e verídica história sobre penitência, arrependimento, reconciliação e humanidade divinamente protagonizada pelo ator Richard Farnsworth no papel que lhe rendeu uma indicação ao disputadíssimo Oscar de 2000. Daria para imaginar que o mesmo realizador das obras citadas no parágrafo anterior poderia desenvolver algo assim?</p>
<div id="attachment_23252" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-23252" class="wp-image-23252 size-full" title="Diretor Wes Craven" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-Wes-Craven.jpg?resize=720%2C405&#038;ssl=1" alt="" width="720" height="405" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-Wes-Craven.jpg?w=720&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/02/diretor-Wes-Craven.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-23252" class="wp-caption-text">Diretor Wes Craven em 2013</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O segundo diretor que quebrou seus próprios paradigmas foi o saudoso <strong>Wes Craven</strong> (1939-2015), o pai do Freddy Krueger. A indelével carreira dele foi solidificada pelo terror: “<em>Aniversário Macabro</em>” (1972), “<em>Quadrilha de Sádicos</em>” (1977), “<em>Bênção Mortal</em>” (1981), “<em>O Monstro do Pântano</em>” (1982), “<em>A Hora do Pesadelo</em>” (1984), “<em>A Maldição de Samantha</em>” (1986), “<em>A Maldição dos Mortos-Vivos</em>” (1988), “<em>Shocker – 100.000 Volts de Terror</em>” (1989), “<em>As Criaturas Atrás das Paredes</em>” (1991) e a franquia “<em>Pânico</em>” (1996-2000).</p>
<p>Em sentido diametralmente oposto, entrementes, foi o comovente “<em>Música do Coração</em>” (1999), protagonizado pela rainha das indicações ao Oscar, Meryl Streep – e aqui, como de costume, ela também foi nomeada! Craven, nessa ocasião, aposentou os assassinos, os monstros, os gritos e todo o restante de seu lado macabro, dando, pois, lugar à bela e motivadora história real de uma professora que desenvolve um projeto voltado ao ensino de música para crianças carentes em Nova Iorque. O sangue deu lugar ao violino!</p>
<p><strong>Lynch</strong> e <strong>Craven</strong> desviaram de seus caminhos tradicionais, respectivamente, em “<em>Uma História Real</em>” e “<em>Música do Coração</em>”, ambos coincidentemente baseados em casos verídicos e lançados em 1999. Foram desvios exitosos! Conheçam um pouco mais desses fantásticos diretores e vejam como acertaram em obras totalmente alheias às suas naturezas cinematográficas. E que sirva de inspiração para você, caro leitor! Já pensou em se reinventar?!</p>
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