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	<title>Arquivos Roberto Landell de Moura | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos Roberto Landell de Moura | Tecnoveste</title>
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		<title>Landell: Padre, brasileiro, cientista &#8211; nas (primeiras) ondas do rádio!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 20:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um telefone sem fio. Hoje, pensaríamos no celular.  Um pouco antes, pensaríamos naqueles com um dock na mesa mas com a liberdade de andar pela casa e depois devolvê-lo para a base. No fim do século XIX, no entanto, poderíamos estar falando do aparecimento do rádio? Se sim, quem foram seus pioneiros? Olha só que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um telefone sem fio. Hoje, pensaríamos no celular.  Um pouco antes, pensaríamos naqueles com um <em>dock</em> na mesa mas com a liberdade de andar pela casa e depois devolvê-lo para a base. No fim do século XIX, no entanto, poderíamos estar falando do aparecimento do rádio?</p>
<p>Se sim, quem foram seus pioneiros? Olha só que interessante! Assim como no caso do avião, paira um “interessado” mistério no ar: quem foi o seu precursor? Quem teria sido o inventor? E, em ambos os casos, temos um brasileiro como centro das discussões: Santos Dumont e o Padre Landell.</p>
<p>Padre Roberto Landell de Moura (1861-1928) foi um dos precursores do rádio, não hesitemos em dizer. Nasceu em Porto Alegre. Estudou por aqui até o equivalente ensino médio na época e mais tarde, foi para Roma. Na Itália, graduou-se em Física, Química, Teologia e Filosofia. Em 1886, tornou-se sacerdote, retornando ao Brasil. Uma paixão desenvolveu-se em todo esse tempo: a ciência. Inventor e entusiasta da eletricidade – o galvanismo! – celebrado na obra marcante de Mary Shelley (Frankstein, em 1818). Paixão essa comunicada diretamente ao Imperador D. Pedro II, outro fã do progresso científico.</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-26084" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?resize=600%2C360&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="360" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LandelldeMoura.jpeg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>O telégrafo já existia (1835). O telefone (com fios) já existia (1875). Landell produziu um aparelho com uma capacidade nunca vista: um transmissor de voz sem fios.  A transmissão ocorreu provavelmente no final do século XIX (entre 1893 e 1894), mas o detalhamento dela ainda é desconhecido. Documentada pelo <em>Jornal do Commerc</em>io, foi uma transmissão feita em 1899. A transmissão teria ocorrido a partir do Colégio Santana para uma residência, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. Em linha reta, seriam 8km. Ninguém sabe o que teria sido dito e nem por quem. Algo do qual não se tem dúvidas é de que efetivou a transmissão da palavra falada em ondas eletromagnéticas.</p>
<p>Patenteou suas descobertas no Brasil e nos Estados Unidos. Mas nada foi fácil. A condição eclesiástica e seu alinhamento com a ciência e o progresso incomodava (foi advertido oficialmente por seus superiores por três vezes). No entanto, queria mostrar que a Igreja não era inimiga da ciência e do progresso humano. Teve seu laboratório vandalizado por “devotos” que o acusavam de estar usando a seus equipamentos para “falar com os mortos”. Percebeu-se na condição de censurado e sentiu-se como Galileu, a ponto de chegar a escrever sob pseudônimo para evitar a fúria de alguns. Entre tanta resistência, em um país sem tradição científica e periférico, sem apoio logístico, financeiro e institucional, seu feito se torna ainda mais histórico.</p>
<p>Landell foi o primeiro ser humano que a transmitir voz ou ruídos sem fio por ondas eletromagnéticas, muito antes do premiado com o Nobel, o italiano Marconi.  Marconi, Tesla, Morse, Bell, Hertz, Popov, Fessenden… Todos eles estão presentes como pioneiros na associação da comunicação com a eletricidade e as ondas eletromagnéticas. São iniciadores de uma revolução da qual usufruímos em outra escala atualmente, atingindo a “Galáxia de Gutemberg”. Nesta galeria, é absolutamente necessária a presença de Padre Landell. Os veículos de telecomunicação e, particularmente, o rádio deve a este homem a merecida e permanente saudação de todos. Sobretudo em tempos tão sombrios para se fazer e falar de ciência.</p>
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		<title>A TV É Melhor Que O Cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2014 14:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Computação de Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="block-yui_3_17_2_1_1406052041972_31886" class="sqs-block image-block sqs-block-image" data-block-type="5"></div>
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<p>As programações feitas para o cinema tem horário marcado de transmissão e local exato para que aconteçam, o que faz que seja excluída qualquer pessoa que não possa se encaixar nesse formato; de maneira diversa, o conteúdo produzido para televisão &#8211; ao vivo ou por demanda &#8211; permite ao consumidor maior controle. Comparando com o livro impresso, que uma vez publicado não apresenta possibilidade de extrapolação do conteúdo transmitido, o blog é muito mais livre, é um trabalho em curso, que pode ser alterado e estendido ao sabor das emoções do seu editor ou das demandas dos leitores.</p>
<p>O gaúcho Roberto Landell de Moura (1861 &#8211; 1928) &#8211; Patrono dos Radioamadores do Brasil e tardiamente reconhecido como um dos Heróis da Pátria em 2012 pela  Lei Nº 12.614 &#8211; foi cientista, inventor e padre, além de criar e patentear o &#8220;Transmissor de Ondas&#8221;, &#8220;Telefone sem Fio&#8221; e  &#8220;Telégrafo sem Fio&#8221;. Entretanto, sua carreira de inventor &#8211; paralelamente à sua trajetória clériga &#8211; foi marcada por percalços e desavenças que infelizmente ensejaram sua morte, empobrecido e no ostracismo.</p>
<p>Seus experimentos com ondas eletromagnéticas, no final do século XIX, ensejaram a primeira transmissão de voz humana por ondas de rádio. No mesmo período, nos Estados Unidos, Thomas Edison e Alexander Graham Bell alcançaram avanços na capacidade de gravar e reproduzir sons, com gramofones e discos de vinil &#8211; que dominaram a indústria fonográfica até a penúltima década do século seguinte.</p>
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<div id="yui_3_17_2_1_1411498641004_166" class="image-block-wrapper has-aspect-ratio" data-description=""><img decoding="async" class="thumb-image loaded aligncenter" src="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/53cea933e4b0a11d418156e4/1406052702547/?format=1000w" alt="" width="420" height="318" data-src="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/53cea933e4b0a11d418156e4/1406052702547/" data-image="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/53cea933e4b0a11d418156e4/1406052702547/" data-image-dimensions="2484x1880" data-image-focal-point="0.5,0.5" data-load="false" data-image-id="53cea933e4b0a11d418156e4" data-type="image" data-image-resolution="1000w" /></div>
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<p>O <a title="Tecno Veste: Menos é Mais" href="https://www.tecnoveste.com.br/tecno-veste-menos-e-mais/">avanço da computação</a> e, consequentemente, das mídias digitais, possibilitaram aumento qualiquantitativo tanto da indústria fonográfica, quanto das artes visuais &#8211; como o cinema e televisão. A era de ouro, em termos financeiros, desses mercados ocorreu até a medida em que essas tecnologias eram complexas o suficiente para que uma cadeia de produção tivesse ganhos de escala e as empresas participantes dela tivessem reserva de mercado para o desenvolvimento de suas atividades, e caras o suficiente para que o cidadão ordinário não pudesse criar, modificar e distribuir conteúdos da maneira que lhe fosse mais favorável.</p>
<p>Com a popularização da computação pessoal, essas empresas perderam tanto valor ao não ouvir seus consumidores e à nova forma de consumir que criaram &#8211; representada pelo o surgimento de programas cópia de arquivos ponto a ponto (peer to peer) e de serviços compartilhamento de arquivos na nuvem &#8211; que perderam a oportunidade de migrarem de um serviço ilegítimo centralizado de multiplicação de arquivos não licenciados (Napster) para um serviço legítimo de distribuição de conteúdo &#8211; só ganhou força no século XXI. O que aconteceu quando conseguiram inviabilizar serviços como o Napster foi que a quantidade de indivíduos criando alternativas para manter a distribuição de conteúdo sem custo multiplicou-se em milhares de outros programas, muito mais difíceis de controlar e com a base de usuários descentralizadas &#8211; Kazaa, LimeWire, Emule etc.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="http://i1.wp.com/www.technollama.co.uk/wp-content/uploads/2014/03/popcorntime-screen.jpg" alt="" width="372" height="210" /></p>
<p>Somente na quarta década posterior ao desmantelamento da indústria fonográfica e cinematográfica que alternativas mais passíveis de controle foram produzidas, no âmbito da música os grandes expoentes são iTunes, Pandora, Rdio, Google Play Music, Spotify; e no do vídeo por demanda são Netflix, Hulu, Youtube, Crackle e tardiamente seguidos pelas operadoras de TV por assinatura. Alternativas intermediárias, como o envio de mídias (DVD e Bluray) ao endereço físico dos consumidores &#8211; como Blockbuster, Netmovies, Pipoca Online &#8211; não conseguiram permanecer no mercado por causa dos custos logísticos gerados pela operação do serviço.</p>
<p>A grande vantagem da música e do conteúdo de vídeo existente atualmente é, primeiramente, o avanço da capacidade de armazenamento e processamento de conteúdo digital e, em segundo lugar, a propagação da internet em sua variedade de aspectos &#8211; crescimento do número de usuários, aumento da banda e da velocidade de conexão, ampliação da rede para áreas que não são tradicionais produtores de tecnologia. Essa vantagem é possibilitada pelos avanços feito nos estudos do espectro eletromagnético, da radiofrequência, da computação e dos telefones celulares.</p>
<p>O <strong>espectro eletromagnético</strong> pode ser dividido em ondas de rádio, microondas, luz visível, radiação infravermelha, radiação ultravioleta, raio X e raios gama, contudo a percepção humana é capaz de captar apenas dois dos níveis de frequência desse espectro &#8211; som e luz. O cálculo da oscilação nas fases dos campos elétrico e magnéticos, que são propagados individualmente por ondas transversais e perpendicularmente simétricas, permite a medição da radiação eletromagnética<strong>, </strong>que, uma vez controlada, pode servir para transmitir informações através desse canal e, consequentemente, interpretada para a percepção auditiva ou visual do ser humano.</p>
<p>A <strong>propagação radiofônica </strong>permitiu o avanço da telegrafia comercial &#8211; transmissão apenas de dados de um ponto a outro através das &#8220;ondas hertzianas&#8221; -, em que mecanismos recebiam, interpretavam e transmitiam ondas, que representavam mensagens de texto bem específicas. A primeira televisão foi criada no final de 1930 e suas cores apareceram apenas duas décadas depois, contudo, em ambos os casos, a transmissão era feita dentro do espectro eletromagnético, contudo em frequências diferentes.</p>
<p>O aumento do entendimento sobre o eletromagnetismo permitiu grandes <strong>avanços na computação</strong>, que interpreta esses impulsos em estados lógicos ou níveis aritméticos, representados por dígitos, ou seja, dois níveis de tensão: 1 ou 0, sim e não, falso e verdadeiro. Sinais digitais são, portanto, representações de determinados instantes de frequências de valores &#8211; ignoram-se os ruídos (ocorrências intermediárias), o que permite os sinais digitais serem mais nítidos que os analógicos &#8211; , que após de serem interpretados e decodificados em seus programas e suas mídias, apresentam significado relevante no mundo real.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class=" size-medium wp-image-1517 aligncenter" src="https://i0.wp.com/tecnologiasvestiveis.com.br/wp-content/uploads/2014/09/apple-iphone-6-plus-3-300x225.jpg?resize=300%2C225" alt="apple-iphone-6-plus-3" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2014/09/apple-iphone-6-plus-3.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2014/09/apple-iphone-6-plus-3.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2014/09/apple-iphone-6-plus-3.jpg?w=770&amp;ssl=1 770w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Os <strong>aparelhos celulares </strong>comuns, funcionam como rádios, que recebem, comprimem e transmitem ondas eletromagnéticas que são decodificadas em sons para outros receptores &#8211; <a title="Na falta do 4G, Google oferece pesquisa mais leve" href="https://www.tecnoveste.com.br/google-oferece-pesquisa-mais-leve-para-dispositivos-moveis/" target="_blank" rel="noopener">ler sobre o estado do 4G no Brasil</a>. A capacidade de tirar fotos, gravar vídeos e conectar-se com a internet foi possível graças à digitalização dos sinais e ao avanço na tecnologia de transmissão de pacotes e comutação de circuitos &#8211; aproveitando-se dos avanços feitos tanto no estudo do eletromagnetismo e da computação digital.</p>
<p>A <strong>arte </strong>é o resultado de  percepção, emoções e ideias expressadas por meio de manifestação estética, não utilitária &#8211; exceto para a Escola de Frankfurt -, em uma matéria, imagem ou som, com o objetivo de provocar reações no público. O cinema, como forma de arte, permite que ao longo da narrativa que descreve, sons e imagens trabalhem para passar determinada impressão aos espectadores, que, de acordo com sua com os padrões socioculturais que afronta ou concorda, pode causar reações que vão além da expressão artística.</p>
<p>As <strong>artes cinematográficas</strong>, pelo dinheiro investido por minuto de produto finalizado, tendem impactar mais que a televisão, contudo o desdobramento de suas atividades (merchandising, fóruns de discussão, incitação de mudanças sociais) são mais bem desenvolvidos quando se dá tempo ao seus consumidor para digerir e racionalizar o que lhe é apresentado. Nos últimos anos, a <strong>televisão</strong> tem feito um trabalho mais profundo nesse sentido, ao passo que apresenta a seus espectadores um trabalho em curso, que pode ser alterado de acordo com as reações que se pretendem imprimir ao público, e porque pode desdobrar os assuntos discutidos em aprofundações mais filosóficas.</p>
<p>A título de exemplo, podem ser comparados peças de vídeo para o cinema, alguns inspirados em livros, que pretendiam uma grande discussão filosófica ao seu público consumidor, mas que acabaram presos pelo próprio formato em que são apresentados &#8211; limitados pelo tempo e financiamento gasto para produzir uma sequência, pelos acordo de distribuição global, pelo época do ano de lançamento: 2001, uma odisseia no espaço; 1984; Matrix; Donnie Darko; Ensaio sobre a cegueira; Deus o diabo na Terra do Sol; Laranja Mecânica; Adivinhe Quem Vem para o Jantar; Fonte da Vida; Bicho de Sete Cabeças. De maneira diversa, series de TV puderam acompanhar a reação do público e interagir com ele, mesmo que indiretamente &#8211; como foi o caso de Breaking Bad, Game of Thrones, House of Cards, Homeland, Os Sopranos.</p>
<p><a title="Aero" href="http://www.businessinsider.com/aereo-lawsuit-2014-4" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.businessinsider.com/image/535525c4eab8ea7076ad5089-1200-900/chet-kanojia-aereo-ceo-2.jpg?resize=413%2C309" alt="" width="413" height="309" /></a></p>
<p>O desafio para se atingir a legitimidade na utilização de material protegido por direitos autorais e a viabilidade financeira de um modelo de negócios baseado na distribuição desse conteúdo, não depende mais dos meios técnicos, científicos ou informacionais, mas a formação de novas mentalidades, abertas às discussão com os usuários para a definição de suas prioridades respeitem a legalidade em detrimento da praticidade que lhe é oferecida pelos meios não tradicionais. Uma maneira de mitigar a lacuna existente entre o mercado estabelecido e a nova forma de consumir criada pela &#8220;geração millenial&#8221; é aumentar a comunicação entre esses âmbitos de interesse &#8211; seja por meio da interatividade em tempo real, seja por meio da abertura de novos foros de discussão.</p>
<p>Embora o Brasil ainda não seja um expoente de produção digital, <a title="Plataforma Google Glass E Inclusão Digital 3.0" href="https://www.tecnoveste.com.br/plataforma-google-glass-e-inclusao-digital-3-0/" target="_blank" rel="noopener">é uma potência em termos de adoção e utilização das tecnologias mais recentes</a>, sobretudo as que apresentam algum nível de relacionamento social. É por meio da educação e do sentimento de pertencimento &#8211; sentir-se ouvido pelos definidores de políticas públicas (governos e legisladores) e pelos definidores de mercado (gravadoras musicais e indústria cinematográfica) &#8211; que transformaremos &#8220;gafanhotos digitais&#8221; em cidadãos conscientes das suas responsabilidades e dos seus direitos em um mundo conectado, onde a diferença entre o real e o virtual é cada vez mais tênue.</p>
<p>Como expressão cultural, cada forma de arte tem o seu valor e compará-las de acordo com critérios meramente científicos não faz sentido, já que são externalizações de percepções subjetivas da realidade e materialização de sentimentos. Tampouco faz sentido uma análise maniqueísta em que se estabeleça um meio em detrimento do outro, sobretudo em uma época em que se vê a multiplicação de telas, dispositivos e maneiras de se consumir conteúdo.</p>
<p>A televisão está para o cinema assim como o blog está para o livro, porque, por causa do seu formato e da sua maneira de utilização, permite maior liberdade de escolha e adaptação às vontades do usuário. Embora materiais mais bem elaborados sejam transmitidos pelos primeiros, são nos segundos que há oportunidade para os assuntos serem esmiuçados e que real possibilidade de interatividade em tempo real.</p>
<p>Ver video a baixo. <em>Atualizado em 31/01/2015.</em></p>
<p><iframe title="Hyperrealism, Mumblecore, &amp; &quot;Togetherness&quot; - VICE Meets the Duplass Brothers" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/QK45Mwi055w?start=197&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/a-tv-e-melhor-que-o-cinema/">A TV É Melhor Que O Cinema</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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