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	<title>Arquivos robô | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos robô | Tecnoveste</title>
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		<title>DALL-E da Open AI: o que é, para que serve e como funciona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 09:30:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>DALL-E é um programa de inteligência artificial baseado em rede neural desenvolvido pela OpenAI que pode gerar imagens a partir de descrições textuais. Ele pode criar uma ampla variedade de imagens originais e complexas, incluindo objetos que não existem no mundo real. O nome &#8220;DALL-E&#8221; é uma referência ao artista Salvador Dali e ao personagem [&#8230;]</p>
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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert dark">
<p>DALL-E é um programa de inteligência artificial baseado em rede neural desenvolvido pela OpenAI que pode gerar imagens a partir de descrições textuais. Ele pode criar uma ampla variedade de imagens originais e complexas, incluindo objetos que não existem no mundo real.</p>
<p>O nome &#8220;DALL-E&#8221; é uma referência ao artista <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_Dal%C3%AD" target="_blank" rel="noopener">Salvador Dali</a> e ao personagem <a href="https://www.imdb.com/title/tt0910970/" target="_blank" rel="noopener">WALL-E da Pixar</a>. O desenvolvimento do programa se baseia no sucesso do modelo de linguagem GPT-3 da OpenAI, que demonstrou progresso notável no processamento de linguagem natural.</p>
<p>O objetivo do DALL-E é aprimorar a conexão entre linguagem e artes visuais, com aplicações potenciais em diversas indústrias, como publicidade, design e entretenimento. No entanto, não está livre de polêmicas e resistências de vários setores da sociedade &#8211; principalmente de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=5Viy3Cu3DLk" target="_blank" rel="noopener">artistas que alegam terem suas artes roubadas</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="group w-full text-gray-800 dark:text-gray-100 border-b border-black/10 dark:border-gray-900/50 bg-gray-50 dark:bg-[#444654]">
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<h3>COMO FUNCIONA O DALL-E</h3>
<div>
<p>DALL-E é um modelo de rede neural geradora de imagens criado pela OpenAI, que usa um algoritmo de aprendizado profundo para gerar imagens de alta qualidade a partir de descrições de texto. Aqui está o passo a passo do processo de geração de imagens com o DALL-E:</p>
<ol>
<li><strong>Entrada de texto:</strong> O usuário insere uma descrição textual em inglês de uma imagem que deseja gerar. A descrição pode incluir objetos, cenários, ações, emoções e outras características.</li>
<li><strong>Codificação:</strong> A descrição textual é codificada em um vetor de números para ser usado como entrada para o modelo DALL-E.</li>
<li><strong>Geração de imagem:</strong> O modelo DALL-E usa o vetor codificado para gerar uma imagem correspondente à descrição textual. O processo de geração de imagens envolve o uso de várias camadas de redes neurais para criar uma imagem que corresponda à descrição textual.</li>
<li><strong>Refinamento:</strong> A imagem gerada pelo DALL-E é refinada usando um algoritmo de pós-processamento para melhorar a qualidade visual e garantir que a imagem tenha uma aparência realista e coerente.</li>
<li><strong>Saída de imagem:</strong> O resultado final é uma imagem gerada pelo DALL-E que corresponde à descrição textual fornecida pelo usuário. A imagem pode ser exibida em uma interface de usuário ou salva em um arquivo de imagem para uso posterior.</li>
</ol>
<p>É importante notar que o DALL-E é um modelo experimental e ainda está em desenvolvimento, portanto, o processo exato pode mudar no futuro à medida que novas melhorias são adicionadas e correções são aplicadas.</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Embora eu acredite firmemente que a IA criará muitos novos empregos e tornará muitos empregos existentes muito melhores, fazendo bem as partes chatas, acho importante ser honesto que cada vez mais fará alguns trabalhos não muito relevantes (como a tecnologia frequentemente faz). &#8211; Sam Altman</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>TECNOLOGIA GAN</h3>
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<p>As imagens no DALL-E são geradas por um processo chamado Rede Generativa de Adversidade (GAN, do inglês Generative Adversarial Network). Por meio de um tipo de rede neural artificial que consiste em duas redes distintas (o gerador e o discriminador), os algoritmos interagem com as<strong> imagens com as quais foram treinados</strong> para criar novas imagens, teoricamente, originais.</p>
<p>A ideia por trás da GAN é que o gerador aprenda a criar amostras de dados semelhantes às do conjunto de dados original, enquanto o discriminador aprende a distinguir entre amostras geradas e amostras reais. O processo de treinamento da GAN ocorre em duas etapas.</p>
<p>Na primeira etapa, o gerador produz amostras artificiais a partir de um ruído aleatório e as apresenta ao discriminador juntamente com amostras reais. O discriminador, por sua vez, deve identificar qual amostra é real e qual é artificial. Na segunda etapa, o discriminador fornece feedback ao gerador, dizendo se a amostra gerada é convincente o suficiente ou não. Com esse feedback, o gerador ajusta seus parâmetros para criar amostras mais realistas.</p>
<p>O processo de treinamento continua alternando entre as duas etapas até que o gerador seja capaz de produzir amostras que enganam consistentemente o discriminador. Em outras palavras, o gerador aprende a criar amostras tão convincentes que o discriminador não consegue mais distingui-las das amostras reais.</p>
<p>Isso significa que o gerador aprendeu a capturar a essência do conjunto de dados original e pode gerar novas amostras que parecem ter sido retiradas do conjunto de dados original. A GAN é amplamente utilizada em aplicações de síntese de imagens, como geração de rostos, paisagens, animais, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h3>Observações do Criador</h3>
<p>Um dos fundadores da OpenAI considerou os avanços do Dall-e significativos o suficiente para registrar algumas considerações sobre a capacidade do novo sistema. Veja a baixo:</p>
<ol>
<li>Este é outro exemplo do que eu acho que vai ser uma nova tendência de interface de computador: você diz o que quer em linguagem natural ou com pistas contextuais, e o computador faz. Oferecemos isso para geração de código e agora imagem; ambos ficarão muito melhores. Mas a mesma tendência acontecerá de novas maneiras até que eventualmente funcione para tarefas complexas – podemos imaginar um “funcionário de escritório de IA” que recebe solicitações em linguagem natural como um humano.</li>
<li>Com certeza parece “entender” conceitos em muitos níveis e como eles se relacionam uns com os outros de maneiras sofisticadas.</li>
<li>Copilot é uma ferramenta que ajuda os programadores a serem mais produtivos, mas ainda está muito longe de ser capaz de criar um programa completo.</li>
<li>O DALL•E 2 é uma ferramenta que vai ajudar artistas e ilustradores a serem mais criativos, mas também pode criar uma “obra completa”. Este pode ser um dos primeiros exemplos do impacto da IA nos mercados de trabalho.</li>
<li>É um lembrete de que previsões sobre IA são muito difíceis de fazer. Uma década atrás, a sabedoria convencional era que a IA impactaria primeiro o trabalho físico e depois o trabalho cognitivo, e então talvez algum dia pudesse fazer o trabalho criativo. Agora parece que vai na ordem oposta.</li>
<li>É um exemplo de mundo em que boas ideias são o limite para o que podemos fazer, não habilidades específicas.</li>
<li>Embora as vantagens sejam ótimas, o modelo é poderoso o suficiente para que seja fácil imaginar as desvantagens.</li>
</ol>
</div>
</div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
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</div>
</div>
</div>
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		<title>O que é Inteligência Artificial (Guia Definitivo): tudo o que você precisa saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 10:06:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência da computação que se dedica ao desenvolvimento de sistemas e algoritmos capazes de realizar tarefas que, até então, eram consideradas exclusivas da inteligência humana. Em outras palavras, a IA busca criar máquinas que possam aprender, raciocinar, tomar decisões e resolver problemas de forma autônoma, sem intervenção humana [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="group w-full text-gray-800 dark:text-gray-100 border-b border-black/10 dark:border-gray-900/50 bg-gray-50 dark:bg-[#444654]">
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<div class="w-[30px] flex flex-col relative items-end">
<p class="relative flex"><span style="font-size: 16px;">Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência da computação que se dedica ao desenvolvimento de sistemas e algoritmos capazes de realizar tarefas que, até então, eram consideradas exclusivas da inteligência humana. Em outras palavras, a IA busca criar máquinas que possam aprender, raciocinar, tomar decisões e resolver problemas de forma autônoma, sem intervenção humana direta.</span></p>
</div>
<div>
<p>Para isso, a IA se baseia em diversas técnicas e abordagens, como aprendizado de máquina, redes neurais, processamento de linguagem natural, visão computacional, entre outras. A IA tem sido aplicada em diversas áreas, como medicina, finanças, indústria, transporte, entre outras, e tem o potencial de transformar profundamente a sociedade e a economia nos próximos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h2>AGI &#8211; Artificial General Intelligence</h2>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div>
<p>AGI significa &#8220;Inteligência Artificial Geral&#8221; é uma área de pesquisa em inteligência artificial que se concentra no desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial capazes de realizar uma ampla gama de tarefas cognitivas em diferentes domínios, da mesma forma que um ser humano.</p>
<p>A AGI é uma extensão da inteligência artificial convencional, que se concentra em sistemas especializados que realizam tarefas específicas, como reconhecimento de voz ou visão computacional.</p>
<p>O objetivo final da AGI é criar sistemas de inteligência artificial que possam pensar, aprender e resolver problemas como os seres humanos, com a capacidade de se adaptar a novas situações e aprender com a experiência.</p>
</div>
<div class="group w-full text-gray-800 dark:text-gray-100 border-b border-black/10 dark:border-gray-900/50 bg-gray-50 dark:bg-[#444654]">
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<div></div>
<h2>Os pais da Inteligência artificial</h2>
<div>
<p>A área de inteligência artificial é composta por muitos cientistas importantes que contribuem para o seu avanço. Entre os nomes mais influentes, destacam-se Geoffrey Hinton e Yann LeCun, que são pioneiros no campo do aprendizado profundo. Outros nomes importantes incluem Yoshua Bengio, co-fundador do Instituto de Aprendizado de Máquina de Montreal; Demis Hassabis, co-fundador da DeepMind; e Andrew Ng, criador do Google Brain e do Coursera. Fei-Fei Li, Stuart Russell, Cynthia Breazeal, Ian Goodfellow e Pieter Abbeel são outros nomes importantes que contribuem significativamente para o desenvolvimento da inteligência artificial e suas aplicações em diversas áreas. No entanto, esses nomes são apenas alguns exemplos de uma ampla rede de cientistas da IA que continuam a explorar os limites da tecnologia.</p>
<p>Cada um desses cientistas tem uma perspectiva única e traz contribuições importantes para a IA. Stuart Russell, por exemplo, é o autor do livro &#8220;Inteligência Artificial: Uma Abordagem Moderna&#8221;, um livro-texto popular em cursos de IA. Cynthia Breazeal, por sua vez, é conhecida por seu trabalho em robôs sociais e a criação do robô Jibo. Ian Goodfellow é o criador das Redes Generativas Adversárias (GANs), um algoritmo importante no campo do aprendizado profundo. Pieter Abbeel é conhecido por seu trabalho em robótica e aprendizado por reforço. Cada um desses cientistas está contribuindo para o avanço da IA, abrindo caminho para novas possibilidades e aplicações no futuro.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Inteligência Artificial na Ficção Científica</h2>
<p>A ficção científica sempre cativou a imaginação humana, oferecendo uma visão fascinante do que pode ser possível no futuro. Com histórias repletas de avanços tecnológicos, alienígenas, viagens no tempo e muito mais, a ficção científica inspirou inúmeros filmes que capturam a imaginação dos espectadores.</p>
<ul>
<li><strong>&#8220;2001: Uma Odisseia no Espaço&#8221;</strong> é um filme de ficção científica de Stanley Kubrick que acompanha a história de uma expedição espacial que busca encontrar vida extraterrestre. O computador de bordo HAL 9000, com inteligência artificial, começa a apresentar comportamentos estranhos e se torna uma ameaça para a tripulação.</li>
<li><strong>&#8220;Blade Runner&#8221;</strong>, dirigido por Ridley Scott e estrelado por Harrison Ford. O enredo se passa em uma Los Angeles futurista e apresenta uma equipe de &#8220;Blade Runners&#8221;, caçadores de androides rebeldes. O filme aborda questões sobre o que é ser humano e a natureza da vida.</li>
<li><strong>&#8220;O Exterminador do Futuro&#8221;</strong> é um filme de ficção científica dirigido por James Cameron, estrelado por Arnold Schwarzenegger, Linda Hamilton e Michael Biehn. O filme apresenta um futuro distópico em que uma inteligência artificial chamada Skynet se torna consciente e inicia um conflito global para exterminar a humanidade.</li>
<li><strong>&#8220;Matrix&#8221;</strong> é um filme das irmãs Wachowski e estrelado por Keanu Reeves. O enredo segue a história de Neo, um hacker que descobre que a realidade que ele conhece é na verdade uma simulação de computador criada por máquinas que dominaram a Terra.</li>
<li><strong>&#8220;Eu, Robô&#8221;</strong> é um filme de ficção científica estrelado por Will Smith, baseado nos contos de Isaac Asimov. O enredo se passa em um futuro em que os robôs são uma presença comum na vida das pessoas. Quando um cientista é encontrado morto, o detetive Del Spooner, interpretado por Will Smith, começa a investigar o caso e acaba descobrindo uma conspiração envolvendo a inteligência artificial.</li>
<li><strong>&#8220;Wall-E&#8221;</strong> é um filme de animação da Pixar que acompanha a história do robô Wall-E, que é responsável por limpar o planeta Terra após a humanidade ter deixado o planeta. Quando ele encontra um robô chamado Eva, sua vida muda para sempre.</li>
<li><strong>&#8220;Her&#8221;</strong>, dirigido por Spike Jonze e estrelado por Joaquin Phoenix. O enredo acompanha a história de Theodore, um escritor solitário que desenvolve uma relação com Samantha, uma inteligência artificial com voz feminina.</li>
<li><strong>&#8220;Ex Machina&#8221;</strong>, dirigido por Alex Garland e estrelado por Domhnall Gleeson, Alicia Vikander e Oscar Isaac. O enredo apresenta um jovem programador chamado Caleb, que é convidado para realizar um teste de Turing em uma inteligência artificial chamada Ava.</li>
<li><strong>&#8220;Transcendence&#8221;</strong>, dirigido por Wally Pfister e estrelado por Johnny Depp. O enredo se passa em um futuro em que um cientista cria uma inteligência artificial que é capaz de transcender as limitações da mente humana.</li>
<li><strong>&#8220;O Homem Bicentenário&#8221;</strong>, dirigido por Chris Columbus e estrelado por Robin Williams. O enredo acompanha a história de um robô chamado Andrew, que deseja se tornar humano e luta pelos seus direitos de cidadão.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<h2>Inteligência Artificial na Literatura</h2>
<p>Existem diversas obras literárias que abordam temas relacionados à inteligência artificial (IA), desde livros de ficção científica até obras de não-ficção que exploram os avanços da tecnologia. Algumas das principais obras literárias relacionadas à IA incluem:</p>
<ul>
<li><strong>&#8220;Neuromancer&#8221;</strong> de William Gibson: publicado em 1984, é um dos romances mais influentes da ficção científica, retratando um mundo onde a IA, a realidade virtual e a cibernética se fundem em uma trama noir.</li>
<li><strong>&#8220;Eu, Robô&#8221;</strong> de Isaac Asimov: publicado em 1950, é uma coleção de nove histórias curtas de ficção científica que exploram as leis da robótica, criadas por Asimov, que se tornaram um padrão na literatura de IA.</li>
<li><strong>&#8220;Snow Crash&#8221;</strong> de Neal Stephenson: publicado em 1992, é um romance de ficção científica que descreve um futuro onde a realidade virtual se tornou uma parte central da vida diária e uma IA ameaça destruir o mundo virtual.</li>
<li><strong>&#8220;A Máquina do Tempo&#8221;</strong> de H. G. Wells: publicado em 1895, é um romance de ficção científica que descreve a história de um cientista que constrói uma máquina do tempo e viaja para o futuro, onde encontra um mundo habitado por criaturas estranhas e inteligentes.</li>
<li><strong>&#8220;O Jogo da Imitação&#8221;</strong> de Andrew Hodges: publicado em 1983, é uma biografia do matemático e criptoanalista britânico Alan Turing, que desempenhou um papel fundamental na decodificação dos códigos alemães durante a Segunda Guerra Mundial e na criação da primeira máquina de computação.</li>
<li><strong>&#8220;Superinteligência&#8221;</strong> de Nick Bostrom: publicado em 2014, é um livro que explora o potencial da IA para superar a inteligência humana e os desafios éticos e existenciais que isso poderia representar.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Jogos que tentaram simular Inteligência Artificial, mas falharam miseravelmente (ou não)</h2>
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<p>Desde os primeiros jogos eletrônicos, os desenvolvedores buscaram criar personagens que pudessem se comportar de forma autônoma e inteligente, para oferecer uma experiência mais imersiva para os jogadores. Com o avanço da tecnologia, as tentativas de simular a inteligência artificial em jogos tornaram-se cada vez mais sofisticadas, permitindo que os jogadores interajam com personagens virtuais de maneiras cada vez mais realistas e imersivas. Veja alguns jogos que simularam inteligência artificial para oferecer uma experiência de jogo mais atraente e envolvente:</p>
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<li><strong>The Sims (2000):</strong> Neste jogo, o jogador deve cuidar de uma família virtual, construindo casas, controlando as atividades diárias dos personagens, etc. A inteligência artificial é representada por meio das ações autônomas dos personagens, que interagem com o ambiente e tomam decisões com base em suas necessidades e desejos.</li>
<li><strong>F.E.A.R. (2005):</strong> Este jogo de tiro em primeira pessoa apresenta uma inteligência artificial avançada que controla os inimigos do jogador. Os inimigos são capazes de se adaptar às táticas do jogador e tomar decisões estratégicas, tornando o jogo mais desafiador.</li>
<li><strong>Alien: Isolation (2014):</strong> Neste jogo de terror, o jogador deve sobreviver em uma estação espacial infestada por alienígenas. A inteligência artificial é utilizada para controlar o comportamento dos alienígenas, que se adaptam às ações do jogador e aprendem com seus erros.</li>
<li><strong>Black &amp; White (2001):</strong> Neste jogo de simulação, o jogador assume o papel de uma divindade que deve guiar uma civilização primitiva. A inteligência artificial é representada pelos aldeões, que tomam suas próprias decisões com base nas ordens do jogador e em suas próprias necessidades e desejos.</li>
<li><strong>Detroit: Become Human (2018):</strong> Neste jogo de aventura, o jogador controla três androides que se rebelam contra a humanidade. O jogo apresenta um sistema de ramificação de histórias que se adapta às escolhas do jogador e uma variedade de personagens andróides com diferentes níveis de inteligência artificial e personalidade.</li>
<li><strong>Deus Ex (2000):</strong> o jogador controla um agente secreto que lida com uma variedade de ameaças futuristas, incluindo robôs e inteligências artificiais. O jogo apresenta um sistema de escolhas ramificadas que afetam o enredo, e os personagens do jogo são representados por meio de uma variedade de inteligências artificiais que se adaptam e evoluem com base nas ações do jogador.</li>
<li><strong>Fallout 3 (2008):</strong> um jogo de RPG de mundo aberto em que o jogador assume o papel de um sobrevivente em um mundo pós-apocalíptico. O jogo apresenta um sistema de inteligência artificial que governa a interação entre o jogador e os personagens não-jogáveis, bem como a IA dos inimigos que o jogador deve enfrentar.</li>
</ol>
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		<title>Ficção Científica: como as histórias são representadas em diferentes formatos (livro x cinema)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 23:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[1984]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ficção científica sempre esteve presente no cinema, desde o início da sétima arte. No entanto, muitos dos filmes de sucesso são baseados em livros que, muitas vezes, acabam ficando em segundo plano. Neste artigo, vamos analisar alguns livros que inspiraram filmes famosos de ficção científica, suas datas de publicação e breves biografias dos autores. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ficção científica sempre esteve presente no cinema, desde o início da sétima arte. No entanto, muitos dos filmes de sucesso são baseados em livros que, muitas vezes, acabam ficando em segundo plano. Neste artigo, vamos analisar alguns livros que inspiraram filmes famosos de ficção científica, suas datas de publicação e breves biografias dos autores. Além disso, vamos comparar como essas histórias foram apresentadas em diferentes formatos e destacar algumas diferenças notáveis.</p>
<p>O livro &#8220;Blade Runner&#8221;, de Philip K. Dick, foi publicado em 1968 e adaptado para o cinema em 1982. O filme homônimo, dirigido por Ridley Scott, tornou-se um clássico do gênero e é um dos principais exemplos de como uma história pode ser reinterpretada em diferentes formatos. Enquanto o livro se concentra mais na investigação de um detetive sobre a existência ou não de replicantes, o filme destaca mais a ação e o visual impressionante, além de trazer novos elementos à trama.</p>
<p>Outro exemplo é &#8220;Eu, Robô&#8221;, de Isaac Asimov, publicado em 1950 e adaptado para o cinema em 2004. O filme estrelado por Will Smith tem uma trama completamente diferente do livro original, mas utiliza o conceito dos três princípios da robótica, que foram criados por Asimov e se tornaram um marco do gênero.</p>
<p>Outro livro bastante conhecido que inspirou um filme de sucesso é &#8220;O Guia do Mochileiro das Galáxias&#8221;, de Douglas Adams. Publicado em 1979, a obra de Adams é uma mistura de comédia e ficção científica que foi adaptada para o cinema em 2005. Embora o filme tenha recebido críticas mistas, ele ajudou a popularizar ainda mais a história do Mochileiro das Galáxias, que já era cultuada por muitos fãs.</p>
<p>E, por fim, não podemos deixar de mencionar &#8220;1984&#8221;, de George Orwell. Embora o livro não tenha sido adaptado para o cinema com o título original, ele já serviu de inspiração para muitos filmes e séries de televisão. A história de Winston Smith e sua luta contra um regime totalitário é considerada uma das grandes obras do século XX.</p>
<p>Para finalizar, vamos listar três livros de ficção científica que ainda não foram adaptados para o cinema, mas que certamente seriam bem recebidos pelo público e pela crítica. São eles: &#8220;Neuromancer&#8221;, de William Gibson, que foi publicado em 1984 e ajudou a criar o subgênero cyberpunk; &#8220;A Canticle for Leibowitz&#8221;, de Walter M. Miller Jr., um clássico da ficção científica pós-apocalíptica publicado em 1959; e &#8220;Duna&#8221;, de Frank Herbert, que já teve uma adaptação para o cinema em 1984, mas que agora ganhará um novo filme dirigido por Denis Villeneuve.</p>
<p>Deixe nos comentários o que você achou das adaptações dos livros para o cinema e se você concorda com a nossa lista de livros que ainda merecem uma adaptação!</p>
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		<title>TEMI: finalmente um robô inteligente para transformar sua vida pessoal e profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Spencer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 10:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assistente Pessoal & Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews de Produtos]]></category>
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		<category><![CDATA[machine learning]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundada por Yossi Wolf, em 2015, e contando com mais de 25 milhões de investimentos de Ogawa Health Care International e Generali Investments Europe, a Temi é uma startup que quer mudar o conceito de &#8220;Start Home&#8221; e como as pessoas interagem com robôs. Temi é, também, o nome do robô que funciona como um assistente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fundada por <a href="https://www.linkedin.com/in/yossiwolf?originalSubdomain=il">Yossi Wolf</a>, em 2015, e contando com mais de 25 milhões de investimentos de Ogawa Health Care International e Generali Investments Europe, a <a href="https://www.robotemi.com">Temi</a> é uma startup que quer mudar o conceito de &#8220;Start Home&#8221; e como as pessoas interagem com robôs.</p>
<p><a href="https://www.robotemi.com"><strong>Temi</strong></a> é, também, o nome do robô que funciona como um assistente pessoal e pode ser controlado por aplicativo (Android e iOS). Além de ser motorizado como o BB8 e ter uma tela para fazer vídeo conferências, o robozinho tem a capacidade de seguir uma pessoa, reconhecer rostos e interagir com humanos de maneira interativa e dinâmica.</p>
<p>Graças a funções como mapeamento em 3D, navegação para locomoção, detecção de rastreamento de usuário, conexão Wi-Fi e Bluetooth, este é o robô mais próximo da Rosie (androide da Família Jetson). Por causa das suas capacidades de inteligência artificial, código aberto e machine learning com o hardware poderoso que ele já tem, pode ser melhorado ao longo dos meses sem necessidades da compra de acessórios.</p>
<div style="width: 1280px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-16422-1" width="1280" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/D518lyP3-28619905.mp4?_=1" /><a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/D518lyP3-28619905.mp4">https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/D518lyP3-28619905.mp4</a></video></div>
<p>Premiado como o como melhor dispotivo do Mobile World Congress de 2018 e como o melhor robô da CES 2019, o robô Temi pesa apenas 12 quilos, tem 1 metro de altura, roda em Linux, tela de LCD reclinável e sensível ao toque, conta com um CPU ARM de 6 cabeças, além de LIDAR de 360 graus, duas câmeras de profundidade, 2 câmeras RGB, 5 sensores de proximidade &#8211; entre outros.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-16427 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?resize=300%2C189&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="189" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?resize=300%2C189&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?resize=768%2C483&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?resize=1024%2C644&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?resize=120%2C76&amp;ssl=1 120w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?resize=265%2C168&amp;ssl=1 265w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?resize=284%2C180&amp;ssl=1 284w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?resize=274%2C173&amp;ssl=1 274w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?resize=220%2C140&amp;ssl=1 220w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/02/temi-robo-os-sistema-operacional-sdk-funcionalidades.gif?w=1716&amp;ssl=1 1716w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Além disso, seu software, o <a href="https://www.robotemi.com">Temi OS</a>, tem SDK disponível para desenvolvedores que queriam desenvolver aplicativos para o dispositivo, tem capacidade de reconhecimento de voz, de transcrever sentenças enviadas por comando de voz e transformar textos em sons. Ao preços de 1.500 dólares, ainda não há previsão de chegada ao Brasil, mas é um item de tecnologia que eu com certeza gostaria de pedir para me enviar pelo <a href="http://www.shipito.com.br/">Shipito</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>BB-8: a origem do robozinho bolinha do Star Wars</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Kzam]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2016 10:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativos, Programas & Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer & Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias Móveis]]></category>
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		<category><![CDATA[Ollie]]></category>
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		<category><![CDATA[Star Wars: O Despertar da Força]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: The Force Awakens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BB-8 o droid bolinha do filme &#8220;Star Wars: O Despertar da Força&#8221;, um brinquedo, um gadget, ainda meio salgadinho, mas divertido e interativo. Gadget é uma palavra originada, possivelmente, do francês gachette, peças mecânicas variadas. Geralmente, designa um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano. São comumente chamados [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bb-8-origem-do-robozinho-bolinha-do-star-wars/">BB-8: a origem do robozinho bolinha do Star Wars</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>BB-8 o droid bolinha do filme &#8220;Star Wars: O Despertar da Força&#8221;, um brinquedo, um gadget, ainda meio salgadinho, mas divertido e interativo.</p>
<p><strong>Gadget</strong> é uma palavra originada, possivelmente, do francês gachette, peças mecânicas variadas. Geralmente, designa um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano. São comumente chamados de gadgets dispositivos eletrônicos portáteis.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=J0itqppmimw">Sphero</a> é um <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Spherical_robot">robô esférico</a>, um brinquedo desenhado pela, anteriormente chamada Orbotix, e atualmente tem o mesmo nome do seu principal produto: <a href="http://www.sphero.com/sphero" target="_blank">Sphero</a>. <strong>Sphero</strong> é uma esfera branca feita em plástico policarbonato, capaz de rolar em todas as direções e sobre sí mesmo, controlada por um smartphone ou tablet. Existem duas versões do Sphero (1.0 e 2.0).</p>
<p><iframe title="Sphero 2.0" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zhSKWxIx2xs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E à partir do <strong>Sphero</strong>, a empresa disponibiliza três subprodutos:</p>
<p>O <a href="https://www.youtube.com/watch?v=c8XvFQNcV3c">BB-8</a> o robô baseado no droid de Star Wars: The Force Awakens.</p>
<p><iframe title="BB-8 App-Enabled Droid || Built by Sphero" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/-1Y2WfcCb4M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Um outro brinquedo cilíndrico chamado <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Zi-5hbaGmuQ">Ollie</a>.</p>
<p><span class="embed-youtube" style="text-align:center; display: block;"><iframe class="youtube-player" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AqMx6-UGKy4?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></span></p>
<p>E o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Yg8LmEkI_0c">SPRK</a>, um elemento essencial para acadêmicos por seu design transparente.</p>
<p><iframe title="SPRK+" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/A14Hjxh1ejw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Sphero</strong> é uma esfera branca que pesa 0,37 libras (170 g). O processador na placa é um MHz 75 <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/ARM_Cortex">ARM Cortex</a> M4. Ela tem dois 350 mAh <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/LiPo">LiPo</a> baterias, e também um acelerômetro e um <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Gyroscope">giroscópio</a> . <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Bluetooth">Bluetooth</a> é usado para comunicação e para o poder <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Inductive_charging">de carregamento indutivo</a>. Mecanicamente, os inventores comparam a mecânica no interior da bola como um veículo eléctrico de duas rodas.</p>
<p>Só pra deixar você babando, veja o que o robozinho do Star Wars, o BB-, pode fazer:</p>
<ul>
<li>Ele pode rolar por toda a sua casa ou escritório sem colidir;</li>
<li>Sem uso pode ficar no carregadore sua cabecinha fica girando;</li>
<li>Funciona como um guarda, mapeando o ambiente para fazer patrulhas;</li>
<li>Pode-se gravar mensagens que serão reproduzidas pelo aplicativo de odo holográfico através de realidade aumentada;</li>
<li>O carregador alimenta o robozinho através de indução;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Obs: no <strong>carregamento por indução</strong>, a energia é transmitida por aproximação, usando o princípio da indução eletromagnética, cuja característica é a criação de corrente elétrica por meio de campos magnéticos. Nos gadgets que suportam esse recurso, há uma bobina sensível a esse campo, criado pela estação de carregamento (o indutor). Dessa forma, ao aproximar o aparelho do carregador, o campo cria uma corrente na bobina, que está ligada diretamente à bateria, carregando-a. Para que o sistema funcione, portanto, o dispositivo deve estar equipado com a bobina e outros elementos de hardware que garantam a transferência de energia do campo magnético para a bateria.</p>
<p>Vamos brincar e nos divertir muito com esses brinquedinhos robozinhos&#8230;</p>
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		<title>Arduino &#8211; E051A2015</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/podcast/minicast-arduino-e051a2015/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Kzam]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2015 14:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arduino]]></category>
		<category><![CDATA[prototipagem eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Raspberry Pi]]></category>
		<category><![CDATA[robô]]></category>
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		<title>Luta de Robôs Cyber Fight da Fanor Devry em Fortaleza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2015 19:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer & Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[arena]]></category>
		<category><![CDATA[batalha]]></category>
		<category><![CDATA[Cyber Fight]]></category>
		<category><![CDATA[Devry]]></category>
		<category><![CDATA[Fanor]]></category>
		<category><![CDATA[Fortaleza]]></category>
		<category><![CDATA[Germanno Teles]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
		<category><![CDATA[robô]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Cyber Fight é um campeonato de luta de robôs promovido pela Faculdade Devry que tem os combates finais marcados para os dias 23 e 30 de maio, respectivamente, em Salvador e Fortaleza. Este ano, o Cyber Fight, que terá duas ligas diferentes na Bahia e no Ceará, promete deixar a plateia chocada com os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Cyber Fight é um campeonato de luta de robôs promovido pela Faculdade Devry que tem os combates finais marcados para os dias 23 e 30 de maio, respectivamente, em Salvador e Fortaleza. Este ano, o Cyber Fight, que terá duas ligas diferentes na Bahia e no Ceará, promete deixar a plateia chocada com os combates eletrizantes que ocorrerão de 09 a 16 de maio.</p>
<p>O público de Salvador terá o prazer de acompanhar a sexta edição da Cyber Fight na ÁREA1 | DeVry e os fanáticos de Fortaleza poderão ter pela primeira vez sua versão local na Fanor | DeVry. O conceito é simples, porém eletrizante os alunos dos cursos de Engenharia e Tecnologia da Informação construirão seus robôs e as colocarão no ringue para uma competição de destruição: o último <del>homem</del> robô em pé vence o prêmio.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px; vertical-align: middle; -webkit-box-shadow: none; -moz-box-shadow: none; box-shadow: none;" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/plugins/wp-emoji-one/icons/1F3C6.png?resize=16%2C16&#038;ssl=1" alt="" width="16" height="16" /></p>
<p>A ideia de uma arena para o embate entre máquinas tem uma inteligência por trás, não é só porrada. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px; vertical-align: middle; -webkit-box-shadow: none; -moz-box-shadow: none; box-shadow: none;" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/plugins/wp-emoji-one/icons/1F44A.png?resize=16%2C16&#038;ssl=1" alt="" width="16" height="16" /> A ideia é que os alunos desenvolvam habilidades sociais e técnicas ao participar do evento, por que precisarão montar equipes para trabalhar em equipe e aplicar os conhecimentos acadêmicos de eletrônica na prática.</p>
<p>Os adversários serão definidos por sorteio e cada ring receberá 3 rounds de 1 minuto e meio, em vencerá o robô com mais pontos acumulados ou que morrer por último. <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px; vertical-align: middle; -webkit-box-shadow: none; -moz-box-shadow: none; box-shadow: none;" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/plugins/wp-emoji-one/icons/1F648.png?resize=16%2C16&#038;ssl=1" alt="" width="16" height="16" /> Após os combates, no dia da final, haverá a derradeira batalha para definir o 1º, 2º e 3º lugares.</p>
<p>O objetivo do evento é proporcionar a oportunidade de expor seus projetos tecnológicos, demonstrando suas capacidades pessoais e aplicando tecnologia de ponta aos seus projetos. Além disso o embate direto entre as máquina é uma maneira de comparar a eficiência dos projetos.</p>
<p>As equipes vencedoras são premiadas com robôs humanoides bípedes, mas o maior presente será a participação e o conhecimento adquirido durante o evento, sem contar que pode sempre haver um olheiro de um grande empresa no meio da plateia&#8230; <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px; vertical-align: middle; -webkit-box-shadow: none; -moz-box-shadow: none; box-shadow: none;" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/plugins/wp-emoji-one/icons/1F440.png?resize=16%2C16&#038;ssl=1" alt="" width="16" height="16" /></p>
<p>Confira o regulamento no site do evento: http://cyberfight.devrybrasil.edu.br/cyber-fight-area-1-salvador/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Web Crawler: Varrendo e Cadastrando as Páginas da WEB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Kzam]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2015 09:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mecanismos de busca]]></category>
		<category><![CDATA[crawler]]></category>
		<category><![CDATA[rastreador]]></category>
		<category><![CDATA[robô]]></category>
		<category><![CDATA[spider]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Era triste para Page pensar que muitos inventores morreram sem ver os resultados de seus trabalhos&#8221; (do livro GOOGLE, de David A Vise e Mark Mlseed). &#160; O crawler (esteira rolante) ou spider (aranha) ou robot (robô) é uma aplicação que percorre as páginas existentes na web, recolhendo informações sobre as mesmas, informações essas que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&#8220;Era triste para Page pensar que muitos inventores morreram sem ver os resultados de seus trabalhos&#8221;</p>
<p style="text-align: center;">(do livro GOOGLE, de David A Vise e Mark Mlseed).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O crawler (esteira rolante) ou spider (aranha) ou robot (robô) é uma aplicação que percorre as páginas existentes na web, recolhendo informações sobre as mesmas, informações essas que podem ser usadas, por exemplo, quando queremos procurar uma página através de um motor de busca. Quando se preenche no Google uma Expressão de Requisição esse programinha verifica se o termo, ou combinações deles, já foi indexado, conforme a requisição. Se existir o robot montará uma lista de resultados, que são os links que aparecem nas páginas de resultado do Google, caso contrário é automaticamente disparado um robot para buscar os termos na net.</p>
<p>Quando o crawler varre uma página ele contabiliza os termos da mesma com base na finalidade do site. Por exemplo: num site sobre datas comemorativas a palavra data tem peso significativo, o que tornará palavra um termo indexador da mesma. Assim acontecendo com todos os termos relacionados, tais como: comemoração, comemorativa, comemorar, dia, data, mês, ano, janeiro, fevereiro, março, etc&#8230; Concluindo, todos os termos que têm relação semântica (o que algo significa) entre si. Outras informações são capturadas no momento da varredura: os links que saem da página varrida, os links que chegam, o título da página, a URL (localizador uniforme de recurso), etc&#8230; Após toda a varredura da página o crawler cria um resumo e incide sobre esse resumos regras de classificação, em seguida manda para os servidor do Google um índice da página varrida para ser disponibilizado para os searchers (usuários buscadores).</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Depois nos acertamos e nos tornamos bons amigos. Isso aconteceu há uns oito anos. Foi quando começamos a trabalhar duro nisso&#8230; a inspiração ainda precisa de muita transpiração.&#8221;</p>
<p>Quando carregamos o Google, que aparece aquela tela branca de carinha simples , digitamos naquela caixinha os termos a serem buscados, imediatamente o Google faz uma busca dos termos nos índices criados. Na verdade é isso o que acontece: o usuário está fazendo uma consulta nos índices de recursos da internet que se encontram nos servidores do Google. Acontece a mesma coisa quando consultamos um livro. Buscamos o assunto num índice e de posse do número da página nos deslocamos para a página onde se encontra o conteúdo.</p>
<p>Entre a consulta no Google e no livro só existe uma diferença. No livro temos no mesmo local índice (resumo do conteúdo) e conteúdo (páginas de conteúdo do livro), mas no Google essas duas coisas (índice e conteúdo) estão em locais diferentes: O índice está nos servidores do Google e o conteúdo que o índice identifica está nos computadores que formam a internet no mundo inteiro, no servidor de uma instituição do Governo, no servidor de um provedor de acesso (UOL, Bol, CorreioWeb, etc&#8230;).</p>
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