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	<title>Arquivos run | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos run | Tecnoveste</title>
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		<title>O que Fuja tem em comum com a série The Act?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anna Carolina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2021 00:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filme de Ameesh Chaganty com Sarah Paulson, Kiera Allen, Pat Healy e Onalee Ames. Fuja chegou à Netflix Brasil no dia 2 de abril, e se mantém no top 10 desde a sua estreia. O longa acompanha uma adolescente que passou a vida toda reclusa com a sua mãe e agora descobriu um terrível [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme de Ameesh Chaganty com Sarah Paulson, Kiera Allen, Pat Healy e Onalee Ames. <strong><em>Fuja</em></strong> chegou à Netflix Brasil no dia 2 de abril, e se mantém no top 10 desde a sua estreia.</p>
<p>O longa acompanha uma adolescente que passou a vida toda reclusa com a sua mãe e agora descobriu um terrível segredo que foi mantido longe dela por anos. Mas será que o segredo é real ou apenas é apenas fruto da imaginação de uma pessoa que passou tantos anos isolada?</p>
<p>O suspense traz à tona diversas pautas importantes como, por exemplo, a representatividade ao ter em seu elenco uma personagem cadeirante. Segundo a revista Variety, essa é a segunda vez que Hollywood tem como protagonista uma pessoa com deficiência. A primeira foi em 1948, quando Susan Peters estrelou o <em>thriller &#8220;The Sign of Ram&#8221;. </em></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/kiera-allen.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-23930 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/kiera-allen.jpg?resize=300%2C175&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="175" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/kiera-allen.jpg?resize=300%2C175&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/kiera-allen.jpg?resize=768%2C448&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/kiera-allen.jpg?w=772&amp;ssl=1 772w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Se você assistiu a produção original Hulu, The Act ou conhece o famoso caso que inspirou a série, provavelmente você fez a ponte e conseguiu enxergar algumas semelhanças em Fuja como o grave problema que atinge as mães Diane e Dee Dee, um transtorno mental pouco conhecido chamado Síndrome de Münchausen por Precaução (MSP).</p>
<h3>O que é a Síndrome de Münchausen?</h3>
<p>É uma doença relativamente rara que acontece quando um cuidador finge ou causa os sintomas físicos ou mentais de um indivíduo saudável sob seus cuidados, geralmente uma criança, para ganhar simpatia e atenção especial.</p>
<h3><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-23931 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?resize=300%2C157&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="157" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?resize=300%2C157&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?resize=1024%2C535&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?resize=768%2C401&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the-act.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></h3>
<h3>As semelhanças entre The Act e Fuja</h3>
<p>Tanto no filme quanto na série, as filhas vão ficando cada vez mais cientes dos graves problemas que sofrem. Enquanto Dee Dee parece mais desequilibrada, Diane não dá tantos sinais de sua síndrome. Neste sentido, a relação de Dee Dee e Gypsy parecia<em> </em>estranha.</p>
<p>Basta procurar fotos e vídeos das duas na internet e constatar o óbvio: algo <em>muito </em>estranho acontecia por ali. Já em <em>Fuja, </em>tanto Diane quanto Chloe parecem mentalmente saudáveis. Desta forma, Chloe é lúcida e inteligente, além de não parecer infantilizada e tão fragilizada quanto Gypsy, o que torna tudo ainda mais complexo e difícil de ser percebido.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/The-Act-e-Fuja.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-23932 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/The-Act-e-Fuja.jpg?resize=300%2C175&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="175" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/The-Act-e-Fuja.jpg?resize=300%2C175&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/The-Act-e-Fuja.jpg?resize=768%2C448&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/The-Act-e-Fuja.jpg?w=772&amp;ssl=1 772w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Além de <em>&#8220;Fuja&#8221; </em>e<em> &#8220;The Act&#8221;, </em>existem outras produções que retratam a síndrome nos cinemas e na TV. A<strong> Tecnoveste </strong>separou uma lista com alguns outros nomes:</p>
<h4><em>The Politician </em></h4>
<p>Em The Politician, Jessica Lange interpreta Dusty Jackson, a avó de Infinity (Zoey Deutch), que é a companheira de chapa Payton Hobart durante a eleição da escola. Infinity sofre de uma doença misteriosa e tem um passado ainda mais misterioso, de acordo com a Entertainment Weekly.</p>
<p>É bastante claro que Dusty está se aproveitando da doença de sua neta, usando-a para entrar no Olive Garden de todos os lugares.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the_politician_.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-23935 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the_politician_.jpg?resize=300%2C169&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the_politician_.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the_politician_.jpg?resize=768%2C433&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/the_politician_.jpg?w=928&amp;ssl=1 928w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><em><strong>It &#8211; A Coisa</strong></em></p>
<p>Pennywise (Bill Skarsgård) pode ser o principal antagonista de It &#8211; A Coisa, mas Eddie (Jack Dylan Grazer) também é uma vítima da Síndrome de Munchausen de sua mãe. Na adaptação cinematográfica do romance de Stephen King, a mãe de Eddie diz a ele que ele tem várias doenças, forçando-o a tomar comprimidos que acabam sendo placebos.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/it-acoisa.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-23934 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/it-acoisa.jpg?resize=300%2C219&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="219" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/it-acoisa.jpg?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/it-acoisa.jpg?resize=278%2C202&amp;ssl=1 278w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/it-acoisa.jpg?w=734&amp;ssl=1 734w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p><strong><em>O Sexto Sentido</em></strong></p>
<p>Um clássico filme de terror dos anos 90, O Sexto Sentido retrata um dos primeiros exemplos da síndrome de Munchausen por procuração na cultura pop. Fica implícito que Sra. Collins (Angelica Page) tem o problema, envenenando seus filhos, principalmente a garota fantasma Kyra (Mischa Barton), para chamar a atenção.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/o-sexto-sentido.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-23933 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/o-sexto-sentido.jpg?resize=300%2C128&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="128" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/o-sexto-sentido.jpg?resize=300%2C128&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/04/o-sexto-sentido.jpg?w=512&amp;ssl=1 512w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Corra Dos Zumbis (App)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Edson]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2014 14:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativos, Programas & Aplicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Zombie, Run&#8221; é um daqueles casos interessantes em que a experiência do Glass &#8211; ver post sobre o assunto &#8211; é construída de maneira contextual, levando em conta a elementos da cultura pop e a utilização da realidade aumentada para incentivar o usuário a se manter ativo. Este é tanto um jogo de corrida quanto [&#8230;]</p>
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<p id="yui_3_17_2_1_1411498433918_603">&#8220;Zombie, Run&#8221; é um daqueles casos interessantes em que a experiência do Glass &#8211; <a href="http://www.atravesdoglass.com.br/blog/2014/6/9/escritorio-compartilhado" target="_blank">ver post sobre o assunto</a> &#8211; é construída de maneira contextual, levando em conta a elementos da cultura pop e a utilização da<a title="Realidade Virtual, Realidade Aumentada E Tecno Veste" href="http://tecnoveste.com.br/realidade-virtual-realidade-aumentada-e-tecno-veste/" target="_blank"> realidade aumentada</a> para incentivar o usuário a se manter ativo. Este é tanto um jogo de corrida quanto uma aventura auditiva, em que você é inserido em uma história e tem que reagir aos eventos que vão se sucedendo, fazendo que a sua rotina de exercícios fique mais emocionante.</p>
<p id="yui_3_17_2_1_1411498433918_607">A renomada autora de <em>Disobedience </em>( 2006) <em>, </em><em>The Lessons </em>( 2010) <em>e The Liars&#8217; Gospel </em>( 2012)<em>, </em><a href="http://www.naomialderman.com/" target="_blank">Naomi Alderman</a> colaborou com a equipe desenvolvedora do aplicativo para criar um enredo, enriquecido por gravações em áudio, que envolva o usuário na corrida da sua vida. Nessa fuga da fúria zumbi, o usuário é responsável por se manter atento ao caminho que percorre e escolher a melhor estratégia para salvar o que restou da humanidade.</p>
<p>Naomi é conhecida por sua coragem e desprendimento ao criar suas histórias, fato que, muita vezes, a coloca no centro de polêmicas &#8211; geralmente relacionadas ao questionamento de valores sociais, religiosos e morais. Destemidamente a autora leva a aventura de suas criações para sua própria vida, especialmente quando resolve explorar mídias diferente para a propagação das suas narrativas, como foi o caso das livros que viraram parte de uma série para programa de rádio BBC Rádio 4 e do conto linear interativo online elaborado para The Book Winter House e do romance <em>Tempo Emprestado </em>para a serie de TV Doctor Who.</p>
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<p>A empresa criadora dessa Glassware é a <a href="http://www.sixtostart.com/" target="_blank">Six to Start</a>, uma desenvolvedora independente de jogos de Londres, criada em 2007, responsável por aplicativos para celular de empresas como BBC, Channel 4, Penguin Books, eBay e Muse; e pela validação de pesquisa para empresas como Disney Imagineering, CBS Interactive, Microsoft XBox, and the British Museum. A partir de 2011, que a Six to Start começou a desenvolver jogos como o The Walk &#8211; que conta com o financiamento do Ministério da Saúde do Reino Unido &#8211; e como o Zombies, Run! &#8211; eleito aplicativo número 1, em 2012, na App Store na categoria Fitness &#8211; porque percebeu as vantagem que podem ser colhidas ao se combinar o mundo real com o digital, utilizando sensores dos dispositivos para incentivar a gamificação &#8211; <strong>ver post sobre o assunto</strong> &#8211; de atividades físicas.</p>
<p>Zombies, Run! teve seu conceito inicial criado em 2011, quando Naomi foi ao <a href="http://www.upandrunningonline.org/what-is-upandrunning/" target="_self">“Up and Running” online running training</a> e ouviu a resposta de uma das participantes do evento de porque tinha tomado a decisão de participar: para conseguir correr mais rápido que os zumbis quando chegasse a hora. Naomi sorriu da resposta e ficou com aquilo guardado na cabeça.</p>
<p>Posteriormente, refletindo acerca dos motivos que a levaram a participar de corridas de rua, ela pensou que além da vaidade, há outros motivos que fazem as pessoas quererem correr melhor, como, por exemplo, estar apto a reagir rapidamente em um situação de emergência.</p>
<p>Como a escritora vivia falando com seus contatos da Six to Start sobre como poderiam criar um projeto para trabalharem juntos, um dia a história da corrida dos zumbis ressurgiu em uma dessas conversas. Apesar de não ser uma ávida corredora, Naomi sabia que o segredo do prazer em correr está em atingir a zona onde as enzimas do corpo começam a passar incentivos ao cérebro para suportar e aproveitar o desconforto inicial criado pelo impacto no chão e pelo atrito do corpo com a roupa.</p>
<p>A partir daí &#8211; <a title="O que eu aprendi com quem nada tinha a ensinar" href="http://tecnoveste.com.br/o-que-eu-aprendi-com-quem-nada-tinha-a-ensinar/" target="_blank">estabelecendo uma relação entre uma de suas paixões e sua atividade profissional</a> &#8211; criou para si um desafio: criar uma história que fosse empolgante e, ao mesmo tempo, pudesse aumentar o desempenho do corredor. Essa história deveria integrar o ritmo da playlist que as pessoas utilizam para correr, de maneira que a música colocaria o corredor na frequência mental correta para manter o ritmo e a empolgação como se estivesse participando de uma missão, em que interagiria não apenas com a história que estaria sendo contada, mas também com o mundo à sua volta e o que está prestes a alcançá-lo &#8211; a horda de zumbis.</p>
<p>Era um desafio ambicioso, que deveria ter consciência de que nenhum usuário/leitor/corredor se manteria atento à ela se durasse por muito tempo, e que exigiria dinamicidade e adaptabilidade à experiência de cada indivíduo &#8211; <a title="Tecno Veste: Menos é Mais" href="http://tecnoveste.com.br/tecno-veste-menos-eh-mais/" target="_blank">ver post sobre os porquês das tecnologias vestíveis</a>. Além disso, seria necessário manter algum nível de interação para que a pessoa passando por aquela experiência se mantivesse motivada para atingir a próxima etapa, sem que os zumbis conseguissem a alcançar, independente da quantidade de tempo que cada indivíduo tivesse separado para aquela atividade física.</p>
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<div id="yui_3_17_2_1_1411498433918_192" class="image-block-wrapper   has-aspect-ratio" data-description=""><img loading="lazy" decoding="async" class="thumb-image loaded aligncenter" src="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/54007a6be4b063142f643f3d/1409317485046/?format=1000w" alt="" width="462" height="237" data-src="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/54007a6be4b063142f643f3d/1409317485046/" data-image="http://static.squarespace.com/static/5357ac9ce4b0342a4d259074/t/54007a6be4b063142f643f3d/1409317485046/" data-image-dimensions="936x480" data-image-focal-point="0.5,0.5" data-load="false" data-image-id="54007a6be4b063142f643f3d" data-type="image" data-image-resolution="1000w" /></div>
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<p id="yui_3_17_2_1_1409314818462_196008">Assim, chegou-se ao modelo em que a história é contada em pequenos capítulos, permitindo que usuários com diferentes níveis de experiência em corrida e quantidades diversas de tempo para atividade física pudessem participar dessa experiência. Estabeleceu-se que o tempo padrão seria de 20 minutos e que as interações, informações audiovisuais, ocorreriam a cada 1 ou 2 minutos &#8211; coincidentemente é o mesmo esquema de tempo que as séries de TV americanas utilizam para manter os telespectadores atentos.</p>
<p id="yui_3_17_2_1_1409314818462_178493">Dessa maneira, uma corrida de 60 minutos, passaria por 4 arcos da história, mesclados com cerca de 30 interações &#8211; incentivos, sons de zumbi, falar do narrador &#8211; para incentivar a integração do &#8220;eu lírico&#8221; com a personalidade do usuário, entretanto, se houver alguma parada nessa jornada, o corredor estaria sempre apto a voltar para a história sem perder o sentido do seu enredo. Há uma notável variação das histórias, dependendo de como o usuário utiliza a <a title="Glossário" href="http://tecnoveste.com.br/glossario/" target="_blank">Glassware</a>, interage aos sons dos zumbis, responde às mensagens enviadas pelo rádio, reage aos acontecimentos no caminho e como estabelece ao ritmo da sua corrida.</p>
<p id="yui_3_17_2_1_1409314818462_187963">História sendo contada, sem a necessidade de o leitor/ouvinte estar fisicamente parado em um único local; interação em tempo real entre o usuário e o jogo; análise dos dados de utilização do aplicativo e rastreamento da atividade física do usuário; literatura contemporânea difundida em larga escala independente das restrições do tradicionalista do mercado literário. Isso é tecnologia de ponta sendo utilizado no máximo do seu potencial.</p>
<p id="yui_3_17_2_1_1409314818462_133888">&#8220;Zombies, Run!&#8221; é um bom exemplo de como a audácia dos desenvolvedores de aliar-se a contadores de história de nível internacional para criar experiências de jogo inspiradas em videogames e jogos de tabuleiro pode enriquecer como as pessoas percebem e utilizam as <a title="Tecno Veste: Menos é Mais" href="http://tecnoveste.com.br/tecno-veste-menos-eh-mais/" target="_blank">tecnologias vestíveis</a>.</p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>Integrar-se à realidade presente do usuário e incentivá-lo a ser mais produtivo &#8211; neste caso, utilizando o recursos narrativos e audiovisuais &#8211; deve ser o objetivo da Glassware, independente do seu propósito final.</strong></span></p>
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