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	<title>Arquivos servidor público | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos servidor público | Tecnoveste</title>
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		<title>Professor Demitido no Período de Férias Escolares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Carvalho Fontinele]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 12:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Primeira Turma do E. TRT da 10ª Região constatou que Professor, dispensado injustamente no final do ano letivo, teria direito a remuneração e aviso prévio de forma cumulativa. &#160; Pois bem, o relator do acórdão utilizou em sua fundamentação o disposto no § 3º do art. 322 da CLT. &#160; Além disso, o acórdão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do E. TRT da 10ª Região constatou que Professor, dispensado injustamente no final do ano letivo, teria direito a remuneração e aviso prévio de forma cumulativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pois bem, o relator do acórdão utilizou em sua fundamentação o disposto no § 3º do art. 322 da CLT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, o acórdão também fora fundamentado tendo por base o entendimento contido na Súmula nº 10 do TST, para assegurar o direito ao recebimento do aviso prévio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As férias são momentos que se destinam ao repouso, lazer, mas algumas empresas, como no caso contido no precedente, ora analisado, demitem empregados durante esse período, até mesmo professores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na Consolidação das Leis do Trabalho, o Legislador considerou os professores como Empregados de Categoria Especial e diante dessa realidade a Lei os protegeu contra a despedida arbitrária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Norma protetiva e compensatória impede que o Professor seja demitido no período de férias sem a devida indenização remuneratória somada ao recebimento do aviso prévio, excetuando-se os casos em que o empregado é demitido por justo motivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tal Norma visa minimizar as dificuldades de readmissão em outra instituição de ensino, devido a demissão em períodos de férias escolares.</p>
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		<title>Startup Bits Academy desenvolve Legal Design e agiliza entendimento e análise de documentos por juízes, juristas e leigos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 10:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design Thinking]]></category>
		<category><![CDATA[Direito & Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Startups e Investimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[experiência do usuário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O público que não atua na área do Direito enfrenta um desafio ao ler um documento jurídico: entender de maneira clara o que está lendo. O &#8220;Legal Design&#8221; é o conceito de apresentar visualmente as informações de um documento de maneira a facilitar a todos o entendimento do seu conteúdo, e é isso que a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O público que não atua na área do Direito enfrenta um desafio ao ler um documento jurídico: entender de maneira clara o que está lendo. O &#8220;Legal Design&#8221; é o conceito de apresentar visualmente as informações de um documento de maneira a facilitar a todos o entendimento do seu conteúdo, e é isso que a <a href="https://www.bitsacademy.com.br/" target="_blank" rel="noopener">startup brasileira Bits Academy</a> faz.</p>
<p>A competitividade do mercado atual exige agilidade e clareza, por isso, liderada pelas empresas de tecnologia, há uma revolução em andamento para que serviços, produtos e os contratos que os circundam sejam prestados de maneira cada vez mais eficiente. Nesse sentido, oferecer uma boa experiência do usuário (<em>user experience</em>) não é apenas um diferencial, mas uma necessidade.</p>
<p>A mera eliminação do juridiquês &#8211; exigido nas décadas anteriores &#8211; não é mais suficiente, é preciso oferecer um serviço jurídico à altura da celeridade com que se move o mundo dos negócios. Assim, advogados e servidores públicos têm-se permitido inovar; de um lado, produzindo documentos visualmente mais agradáveis, do outro, não criando empecilhos a inovações tão benéficas.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27584 " src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/o-que-e-legal-design-design-juridico.png?resize=632%2C233&#038;ssl=1" alt="" width="632" height="233" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/o-que-e-legal-design-design-juridico.png?resize=1024%2C378&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/o-que-e-legal-design-design-juridico.png?resize=300%2C111&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/o-que-e-legal-design-design-juridico.png?resize=768%2C283&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/o-que-e-legal-design-design-juridico.png?w=1214&amp;ssl=1 1214w" sizes="(max-width: 632px) 100vw, 632px" /></p>
<blockquote><p><em>Legal design </em>ou <em>visual law</em> significa a implementação de recursos de visuais, de design, diagramação e gráficos para que documentos jurídicos sejam mais facilmente entendido por especialistas e leigos.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Bits Academy ganhou, em 2021, o prêmio <a href="https://www.openstartups.net/site/" target="_blank" rel="noopener">100 Open Startups</a> como EdTech (education technology), por ser considerada uma boa oportunidade de investimento e parceira de grandes corporações no quesito inovação aberta. No mesmo ano ficou entre 10 finalistas do <a href="https://www.startupawards.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Startup Awards</a> na categoria Startup Revelação e participou do programa  de televisão <a href="https://br.sonychannel.com/series/shark-tank-brasil" target="_blank" rel="noopener">Shark Tank</a> recebendo aporte da investidora <a href="https://carolpaiffer.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Carol Paiffer</a>.</p>
<p>A Bits Academy, sob a liderança de <a href="https://www.linkedin.com/in/erikfontenelenybo?originalSubdomain=br">Erik Fontenele Nybo</a>, desenvolveu o primeiro software de legal design do Brasil, permitindo a criação facilitada de documentos com recursos documentos com recursos de design. Além de ser possível transformar documentos antigos com formação predominantemente textual em peças de apresentação, é mantida formalidade necessária ao ambiente jurídico, mas amplificado o apelo visual e detalhamento estatístico.</p>
<p>Aumentando a <strong>produtividade</strong> de quem o produz, viabilizando a <strong>acessibilidade</strong> de o lê e mantendo a <strong>sustentabilidade</strong> de um fluxo de trabalho inteligente, o que a <a href="https://www.bitsacademy.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Bits Academy</a> faz está alinhado com o que há de mais atual e inteligente no mercado em termos de negócios. Todo mundo sai ganhando quando tanto o nível de interpretação e absorção do conteúdo são melhorados, quanto o tempo para produzi-los é diminuído.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-27585 " src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/legal-design-e-visual-law-leitura-documento-bits-academy.png?resize=642%2C243&#038;ssl=1" alt="" width="642" height="243" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/legal-design-e-visual-law-leitura-documento-bits-academy.png?resize=1024%2C388&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/legal-design-e-visual-law-leitura-documento-bits-academy.png?resize=300%2C114&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/legal-design-e-visual-law-leitura-documento-bits-academy.png?resize=768%2C291&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/legal-design-e-visual-law-leitura-documento-bits-academy.png?resize=1536%2C582&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2022/12/legal-design-e-visual-law-leitura-documento-bits-academy.png?w=1646&amp;ssl=1 1646w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></p>
<blockquote><p>Pesquisa feita pela Bits com 450 pessoas verificou diferença que há na atenção de leitura . Os pontos coloridos sugerem o aumento no grau de atenção e leitura do documento que contém elementos de design e experiência do usuário (UX).</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Benefícios do Legal Design</h2>
<ul>
<li>Menor número de idas e vindas na negociação de contratos</li>
<li>Diminuição de dúvidas em relação ao conteúdo de um documento</li>
<li>Menos pedidos de edições nos documentos</li>
<li>Um menor ciclo de vendas e maior taxa de conversão em documentos comerciais</li>
<li>Uma maior taxa de sucesso em ações no judiciário</li>
<li>Dentre diversos outros benefícios</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de disponibilizar a plataforma de criação de documentos, a Bits Academy ainda oferece um curso de treinamento em conceituação, aplicação e produção de Visual Law, o <a href="https://legaldesignbits.com/legal-design-pass/?utm_source=organico&amp;utm_medium=site_bits&amp;utm_campaign=menu_bits">Legal Design Pass</a>. Por menos de R$ 100 por mês, você pode aprender ou qualificar a sua equipe para dar um diferencial a mais à sua empresa diante das necessidades preementes do mercado.</p>
<p>Veja as empresas brasileiras que já reconheceram a importância do legal design na condução dos seus negócios: Kraft Heinz, Arcelor Mittal, Amil, BNDES, Grupo Equatorial Energia, Globo, 02 Alliance, 2w Energia, Banco Sofisa, Carrefour, Chesf, Energisa, Cyrela, MRV, Max Milhas, Saint-Gobain, Sugoi, SetCesp, Santander, TecBan, Veirano.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Direito a Desconexão do Teletrabalhador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Carvalho Fontinele]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 12:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito & Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Constituição Federal em seu Art. 7º, Incisos XIII e XXXII[1] limita a jornada dos trabalhadores em 08 diárias e 44 semanais, assim como proíbe qualquer tipo de discriminação de trabalho. Já a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), com a sua reforma, ocorrida em 2017, acrescentou ao art. 62, o Inciso III[2] que afasta o direito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Constituição Federal em seu Art. 7º, Incisos XIII e XXXII<a href="https://camilafontinele.adv.br/o-direito-a-desconexao-do-teletrabalhador/#_ftn1">[1]</a> limita a jornada dos trabalhadores em 08 diárias e 44 semanais, assim como proíbe qualquer tipo de discriminação de trabalho.</p>
<p>Já a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), com a sua reforma, ocorrida em 2017, acrescentou ao art. 62, o Inciso III<a href="https://camilafontinele.adv.br/o-direito-a-desconexao-do-teletrabalhador/#_ftn2">[2]</a> que afasta o direito do trabalhador que foi submetido ao regime de teletrabalho receber horas extras.</p>
<p>Pois bem, é preciso ter muita cautela quanto a essa forma de contratação.</p>
<p>Nessa modalidade de trabalho, o empregado leva a empresa para dentro da sua casa e geralmente acaba trabalhando muito mais do que trabalharia na empresa física.</p>
<p>A norma contida na CLT não prevê limitação da jornada de trabalho, intervalos, ao contrário, exclui o trabalhador da proteção ao limite de jornada constitucionalmente assegurado.</p>
<p>A consequência dessa liberalidade é o uso excessivo de meios informatizados para realização dos trabalhos e a constante cobrança pelo cumprimento do serviço de forma virtual.</p>
<p>O trabalhador não pode dispor do seu tempo para fazer o que bem entende, apesar de estar fora da empresa, em regra, na sua própria residência.</p>
<p>Hoje em dia, os computadores, celulares via (mensagens de texto, chamadas de vídeos, chamadas de voz, ligações e e-mails) controlam muito mais o Empregado do que na época que não existia esse tipo de tecnologia, o trabalhador ia cumprir sua prestação de serviços na empresa, durante certo horário, e voltava para a casa para o seu descanso.</p>
<p>Agora não, como a Empresa está no ambiente domiciliar do Empregado, ele está o tempo todo conectado, vinculado, interligado ao Empregador e ao mesmo tempo isolado da sociedade, sem ter convívio com seus amigos e muitas vezes sem pausas durante, por longos períodos, desenvolvendo suas atribuições.</p>
<p>Os Empregados deixam de praticar um esporte, de conviver com amigos e familiares, pois têm metas exorbitantes a cumprir, estão o tempo todo ligados nos aplicativos de mensagens. Não há um equilíbrio.</p>
<p>Por estar dentro de casa e ter a comodidade de não pegar um transporte por exemplo, o trabalhador acaba se submetendo há mais de 12/13 horas de trabalho extenuantes, implicando no inevitável adoecimento do Empregado, por ansiedade, doenças psicológicas diversas, além de danos a saúde física.</p>
<p>Daí surge a necessidade de o trabalhador ter o seu momento de desconexão, quando ele não precisa ficar alerta quanto ao recebimento de mensagens da chefia com cobranças ou fiscalização do que ele está fazendo.</p>
<p><strong>O Direito a desconexão</strong>, como ensina Almiro Eduardo de Almeida e Valdete Souto Severo: “consubstancia -se no direito de trabalhar e de, também, desconectar-se do trabalho ao encerrar sua jornada, fruindo verdadeiramente suas horas de lazer<a href="https://camilafontinele.adv.br/o-direito-a-desconexao-do-teletrabalhador/#_ftn3">[3]</a>.</p>
<p>No ano de 2020, foi proposto um projeto de lei nº 4.044/2020<a href="https://camilafontinele.adv.br/o-direito-a-desconexao-do-teletrabalhador/#_ftn4">[4]</a>, com a intenção de coibir o Empregador de solicitar a atenção do teletrabalhador, por telefone ou por qualquer ferramenta de comunicação eletrônica, fora do horário de expediente.</p>
<p>Acordos ou convenções coletivas poderão admitir exceções em casos fortuitos ou de força maior; nessas situações, porém, o tempo de trabalho do empregado contará como horas extraordinárias.</p>
<p>O projeto, de acordo com o Senador, se baseia no princípio ao direito à desconexão do trabalho, defendido pelo jurista Jorge Luiz Souto Maior sob o argumento de que o avanço tecnológico “escraviza” o trabalhador ao obrigá-lo a estar acessível remotamente em todo momento<a href="https://camilafontinele.adv.br/o-direito-a-desconexao-do-teletrabalhador/#_ftn5">[5]</a>.</p>
<p>Dessa forma, ao contratar um trabalhador para executar suas funções no regime de teletrabalho, o Empregador deverá se atentar para não impor uma jornada exaustiva que prejudique a vida pessoal e social do obreiro, que ele não utilize meios de controle de prestação de serviços fora da jornada combinada ou durante as férias e que diariamente o Empregado tenha direito de desconectar-se do trabalho na Empresa e ter qualidade de vida.</p>
<hr class="wp-block-separator" />
<p><a href="https://camilafontinele.adv.br/o-direito-a-desconexao-do-teletrabalhador/#_ftnref1">[1]</a> XIII – duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho;</p>
<p>XXXII – proibição de distinção entre trabalho manual, técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos;</p>
<p><a href="https://camilafontinele.adv.br/o-direito-a-desconexao-do-teletrabalhador/#_ftnref2">[2]</a> Art. 62 – Não são abrangidos pelo regime previsto neste capítulo:   III – os empregados em regime de teletrabalho.</p>
<p><a href="https://camilafontinele.adv.br/o-direito-a-desconexao-do-teletrabalhador/#_ftnref3">[3]</a> ALMEIDA, Almiro Eduardo; SEVERO, Valdete Souto. Direito a desconexão nas relações sociais de trabalho. 2.ed. São Paulo: LTr, 2016, p.14.</p>
<p><a href="https://camilafontinele.adv.br/o-direito-a-desconexao-do-teletrabalhador/#_ftnref4">[4]</a> Identificação: PL 4044/2020 – Autor: Senador Fabiano Contarato (REDE/ES) – Data: 03/08/2020 – Descrição/Ementa Altera o § 2º do art. 244 e acrescenta o § 7º ao art. 59 e os arts. 65-A, 72-A e 133-A ao Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para dispor sobre o direito à desconexão do trabalho. – Local: Plenário do Senado Federal</p>
<p><a href="https://camilafontinele.adv.br/o-direito-a-desconexao-do-teletrabalhador/#_ftnref5">[5]</a> https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/08/14/projeto-regulamenta-direito-a-desconexao-do-trabalho-em-periodos-de-folga#:~:text=O%20projeto%2C%20segundo%20Contarato%2C%20se,acess%C3%ADvel%20remotamente%20em%20todo%20momento.</p>
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		<title>Reconhecimento de Vínculo Empregatício para Corretor de Imóveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Carvalho Fontinele]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 12:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito & Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Superior do Trabalho[i] tem julgado diversos casos em que Corretores de Imóveis vindicam a declaração do reconhecimento do vínculo empregatício com Imobiliárias. Apesar da profissão possuir uma aparente autonomia, muitos corretores estão diretamente subordinados as Imobiliárias, tendo metas e horários a cumprir, vendem imóveis com exclusividade para a imobiliária que os contratou, são [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior do Trabalho<a href="#_edn1" name="_ednref1">[i]</a> tem julgado diversos casos em que Corretores de Imóveis vindicam a declaração do reconhecimento do vínculo empregatício com Imobiliárias.</p>
<p>Apesar da profissão possuir uma aparente autonomia, muitos corretores estão diretamente subordinados as Imobiliárias, tendo metas e horários a cumprir, vendem imóveis com exclusividade para a imobiliária que os contratou, são insubstituíveis no desempenho do trabalho e recebem remuneração pelos serviços, habitualmente prestados, na forma de comissões.</p>
<p>Assim, analisando casos concretos, em que as partes são corretores de imóveis e imobiliárias e aplicando o Princípio da Primazia da Realidade, percebe-se que muitas das contratações está presente: (1) trabalho realizado por pessoa física, (2) onerosidade, (3) subordinação, (4) não eventualidade (5) pessoalidade, requisitos contidos no art. 2º e art. 3º da CLT, configuradores da Relação de Emprego.</p>
<p>Portanto, os contratos entabulados pelas imobiliárias com os corretores, que contenham os elementos fáticos jurídicos acima delimitados, ferem o art. 9º da CLT, gerando o direito ao recebimento de todas as verbas rescisórias e demais direitos decorrentes da relação empregatícia.</p>
<p><a href="#_ednref1" name="_edn1">[i]</a></p>
<p><span style="font-size: 8pt">&#8220;I &#8211; AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA. LEI N° 13.015/2014. HORAS EXTRAS. INTERVALO INTRAJORNADA. ART. 896, §1°-A, I, DA CLT. TRANSCRIÇÃO QUASE INTEGRAL DOS FUNDAMENTOS DO ACÓRDÃO RECORRIDO. Verifica-se que, no recurso de revista, a parte recorrente não indicou o trecho da decisão regional que consubstancia o prequestionamento da controvérsia objeto do apelo, nos termos do art. 896, § 1º-A, I, da CLT (incluído pela Lei n.º 13.015/2014). A transcrição quase integral dos fundamentos do acórdão recorrido quanto ao tema em epígrafe objeto do recurso sem a indicação expressa, destacada da tese prequestionada acerca dos fundamentos que levaram o Tribunal Regional a manter a concessão das horas extras e do intervalo intrajornada não atende à exigência do dispositivo celetista introduzido pela Lei 13.015/2014. Agravo de instrumento a que se nega provimento. REMUNERAÇÃO. O Tribunal Regional manteve o salário já fixado, pois o documento de ID 428be77 desserviu para comprovação da remuneração da autora, mesmo sem a impugnação formal, já que produzido de forma unilateral pela ré. Nesse contexto, verifica-se que estão incólumes os artigos 818 da CLT e 437 do CPC, porque o documento do reclamado foi reputado insuficiente para comprovar a remuneração da autora, nos termos do art. 131 do CPC. Agravo de instrumento a que se nega provimento. II &#8211; RECURSO DE REVISTA. LEI N° 13.015/2014. RECONHECIMENTO DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO. REEXAME DE FATOS E PROVAS. O Tribunal Regional manteve o vínculo empregatício, pois a prova oral emprestada revelou que autora trabalhou como corretora de imóveis não autônoma mediante prestação pessoal de serviços, com a venda apenas dos imóveis da empresa, com remuneração por comissão, com subordinação. Foi explicitado no v. acórdão que o empregado consultava o gerente para vender e dar descontos, tinha metas, prêmios, cobrança diária para cumprir expediente e presença em reuniões semanais, e não eventualidade, pois o vínculo durou 5 anos. A adoção de entendimento diverso implica reexame de fatos e provas (Súmula 126 do TST). Nesse contexto, estão incólumes os artigos 2°, 3°, 3° e 6°, §§ 2°, 3° e 4°, da Lei n° 6.530/78, porque a autora preencheu os requisitos da relação de emprego. Ademais, estão incólumes os artigos 818 da CLT e 373 do CPC, pois o ônus da prova foi atribuído de forma acertada ao reclamado, já que admitiu a prestação de serviços, logo incumbia a ele provar que o trabalho se deu de forma autônoma. Recurso de revista não conhecido&#8221; (<strong>ARR-179-07.2015.5.17.0002, 2ª Turma, Relatora Ministra Maria Helena Mallmann, DEJT 20/11/2020).</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 8pt"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="font-size: 8pt">&#8220;AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA. RECURSO DE REVISTA INTERPOSTO NA VIGÊNCIA DA LEI Nº 13.015/2014 E REGIDO PELO CPC/2015 E PELA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº40/2016 DO TST. VÍNCULO DE EMPREGO. CORRETOR DE IMÓVEIS. ÔNUS DA PROVA. De início, registra-se que, conforme esclareceu o Regional, admitida pela ré a prestação de serviços, a ela incumbiu o ônus de provar o exercício de atividade autônoma pelo autor, por ser tratar de fato impeditivo do direito postulado, encargo do qual não se desvencilhou. O Regional assentou que a prova testemunhal e os documentos acostados aos autos lastreiam as alegações do reclamante de que prestou serviços em prol da ré, na função de corretor de imóveis, devendo prevalecer a relação de emprego, tal como reconhecido na sentença, visto que o trabalho executado pelo obreiro está inserido na atividade-fim da empresa , e a reclamada, por sua vez, não apresentou provas que enfraquecesse as alegações do autor de que o trabalho ocorreu de forma pessoal e subordinada, nos termos dos artigos 2º e 3º da CLT. Tendo em vista que a reclamada, ao confirmar a prestação de serviços por parte do reclamante, alegando que teria trabalhado na condição de autônomo, suscitou fato modificativo do direito autoral, atraindo para si o ônus de provar que a prestação de serviços se deu sob forma diversa da empregatícia. Assim, tendo o Regional aplicado corretamente as regras de distribuição do ônus da prova, em razão de ser incontroversa a prestação de serviços do autor e a empresa ré não ter se desincumbido do seu ônus de provar que a relação existente entre as partes era distinta daquela alegada na exordial, pois não demonstrou a atuação autônoma, independente e sem exclusividade do obreiro, resultaram incólumes os artigos 818 da CLT e 373 do novo CPC. Agravo de instrumento desprovido.&#8221; <strong>(AIRR-1001299-90.2016.5.02.0086, 2ª Turma, Relator Ministro Jose Roberto Freire Pimenta, DEJT 08/06/2018)</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt">&#8220;(&#8230;) 2. VÍNCULO DE EMPREGO. CORRETOR DE IMÓVEIS. CARACTERIZAÇÃO. O Tribunal de origem concluiu restarem preenchidos todos os requisitos para a configuração de liame empregatício, notadamente a subordinação, a pessoalidade e a habitualidade do trabalho realizado. Esse quadro fático, insuscetível de reexame em sede extraordinária, à luz da Súmula nº 126 do TST, não permite divisar violação dos arts. 2º e 3º da CLT e 3º, 4º e 6º da Lei nº 6.530/78. Ademais, não se vislumbra ofensa aos arts. 818 da CLT e 333 do CPC, pois o Regional dirimiu a controvérsia com amparo nos elementos probatórios existentes nos autos, circunstância que torna irrelevante a questão da distribuição do ônus da prova. Arestos inservíveis. (&#8230;) <strong>( AIRR &#8211; 1207-20.2014.5.17.0010 , Relatora Ministra: Dora Maria da Costa, Data de Julgamento: 16/03/2016, 8ª Turma, Data de Publicação: DEJT 22/03/2016)</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que são “cargos de confiança” e por que eles existem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebeca Baltazar Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Politica Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os “cargos de confiança” ou “cargos comissionados” na administração pública são ocupados por funcionários nomeados pelos chefes do poder executivo. Eles podem ser exonerados a qualquer tempo. Diferente dos funcionários concursados, os cargos comissionados não passam por concurso público e não possuem a tão famosa estabilidade. Sabe quando um prefeito novo assume o cargo e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os “cargos de confiança” ou “cargos comissionados” na administração pública são ocupados por funcionários nomeados pelos chefes do poder executivo. Eles podem ser exonerados a qualquer tempo. Diferente dos funcionários concursados, os cargos comissionados não passam por concurso público e não possuem a tão famosa estabilidade.</p>
<p>Sabe quando um prefeito novo assume o cargo e chegam notícias de que ele “fez à limpa” na prefeitura? Geralmente no início de uma nova gestão isso ocorre com quem ocupa esse tipo de cargo.</p>
<p>Os cargos de confiança são vinculados a funções de direção, chefia e assessoramento e, por isso, possuem esse nome. São funções que precisam de pessoas que sejam de suma confiança do executivo, pois não tratarão de assuntos meramente operacionais. Obviamente esperamos que sejam ocupados por pessoas que possuam formação e competência para ocupá-los e que não seja meramente um cabide de empregos e trocas de favores.</p>
<p>Vale destacar um ponto bastante importante! Nomear parentes para esse tipo de cargo não é ilegal, porém quem estiver vinculado a essa atribuição precisa ficar atento à <a href="http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudencia/menuSumario.asp?sumula=1227" class="broken_link">súmula 13 do Supremo Tribunal Federal</a> trata de nepotismo e veta “a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal.”.</p>
<p>Por exemplo: um prefeito pode nomear seu irmão como Secretário de Saúde do Município. Porém, sua cunhada – esposa de seu irmão – não pode ser nomeada para qualquer outro cargo em comissão no quadro de pessoal da cidade.</p>
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		<title>Como funciona o Cargo de Confiança no serviço público brasileiro</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/podcast/como-funciona-o-cargo-de-confianca-no-servico-publico-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2018 09:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cargo de Confiança]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[serviço público]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cargo de Confiança e Gestão: entenda os deveres e as obrigações relacionadas a esse tipo de trabalho &#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="mrMYXn7Hij"><p><a href="https://www.tecnoveste.com.br/cargo-de-confianca-e-gestao-entenda-os-deveres-e-as-obrigacoes-relacionadas-esse-tipo-de-trabalho/">Cargo de Confiança e Gestão: entenda os deveres e as obrigações relacionadas a esse tipo de trabalho</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Cargo de Confiança e Gestão: entenda os deveres e as obrigações relacionadas a esse tipo de trabalho&#8221; &#8212; Tecnoveste" src="https://www.tecnoveste.com.br/cargo-de-confianca-e-gestao-entenda-os-deveres-e-as-obrigacoes-relacionadas-esse-tipo-de-trabalho/embed/#?secret=TzTqp2LhyC#?secret=mrMYXn7Hij" data-secret="mrMYXn7Hij" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/podcast/como-funciona-o-cargo-de-confianca-no-servico-publico-brasileiro/">Como funciona o Cargo de Confiança no serviço público brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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