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	<title>Arquivos Steven Spielberg | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos Steven Spielberg | Tecnoveste</title>
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		<title>Premiação do Oscar: quem no cinema teve várias indicações, mas não levou nenhuma estatueta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Santorini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 19:00:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar, premiação anual mais aguardada do cinema, definitivamente, não preza pela meritocracia! Não tenho o intento de adentrar, nesse momento, nos elementos justificadores dos inúmeros menoscabos já praticados na história desse pomposo evento, mas tão somente relembrar alguns injustiçados. Deve ser nada fácil escolher o vencedor entre tantas obras de extrema qualidade, mas em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar, premiação anual mais aguardada do cinema, definitivamente, não preza pela meritocracia! Não tenho o intento de adentrar, nesse momento, nos elementos justificadores dos inúmeros menoscabos já praticados na história desse pomposo evento, mas tão somente relembrar alguns injustiçados.</p>
<p>Deve ser nada fácil escolher o vencedor entre tantas obras de extrema qualidade, mas em alguns casos o menosprezo por alguns filmes aperta o coração e dói na alma de qualquer cinéfilo.</p>
<p>Trarei alguns exemplos marcantes das últimas 5 décadas.</p>
<p>Começarei com o talentoso realizador Martin Scorsese, o cineasta que já sinalizou na imprensa que conhece bem “o que é cinema”.</p>
<p>O drama “Taxi Driver” (1976) do Scorsese foi indicado nas categorias Melhor Filme, Melhor Ator (Robert De Niro), Melhor Atriz Coadjuvante (Jodie Foster) e Melhor Trilha Sonora (Bernard Hermann – o responsável pela aterrorizante música de “Psicose” [1960] do Hitchcock). Saiu, infelizmente, de mãos abanando! Considerada uma das maiores injustiças da premiação, perdeu a cobiçada categoria Melhor Filme para “Rocky” (1976), dirigido pelo John G. Avildsen e escrito pelo protagonista Sylvester Stallone.</p>
<p>Scorsese parece que não tem sorte. A obra de ação “Gangues de Nova York” (2002) teve 10 (dez) indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator (Daniel Day-Lewis), Melhor Roteiro Original e Melhor Diretor. Mais uma vez, nada! O campeão da noite foi o musical “Chicago” (2002).</p>
<p>Com a comédia “O Lobo de Wall Street” (2013) foram 5 (cinco) nomeações: Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator (Leonardo Di Caprio), Melhor Ator Coadjuvante (Jonah Hill) e Melhor Diretor. Sem êxito algum, de novo! O drama racial “12 Anos de Escravidão” (2013) venceu a cerimônia.</p>
<p>Mais recentemente, na última premiação realizada em 2020, “O Irlandês” (2019), apesar de suas 9 (nove) indicações, foi desbancado pelo sul-coreano “Parasita” (2019).</p>
<p>Mas o cinema, como sabemos, não se resume ao Scorsese, nem tão pouco aos conceitos dele. Não é mesmo, Mr. Scorsese? Vejamos outros preteridos.</p>
<p>Voltando no tempo e viajando diretamente para a década de oitenta, encontraremos uma injustiça colossal com o talentosíssimo realizador Steven Spielberg. “A Cor Púrpura” (1985), baseado no livro homônimo da Alice Walker vencedor do Pulitzer, foi indicado a 11 (onze) estatuetas! O filme é extraordinário, um dos melhores já dirigidos pelo Spielberg! Drama intenso, questões profundas, abordagem racial impactante e visceral! O elenco impressiona, sobretudo a magnífica Whoopi Goldberg! Ela, por óbvio, concorreu ao Oscar na categoria Melhor Atriz. Não ganhou. Ninguém dessa fantástica obra ganhou! O vencedor da noite, com 7 (sete) prêmios, foi o insosso e enfadonho drama romântico “Entre Dois Amores” (1985), dirigido pelo Sidney Pollack e protagonizado pela Meryl Streep e pelo Robert Redford. Injusto, muito injusto!</p>
<p>Na década de noventa, um dos melhores, mais emocionantes e mais envolventes filmes da história da sétima arte, irretocável em todos os aspectos, com nota 9.3 no site IMDb (Internet Movie Database), concorreu a 7 (sete) Oscars em 1995 e nada levou! Foi o “Um Sonho de Liberdade” (1994), dirigido pelo Frank Darabont e baseado numa obra literária do Stephen King. Cinco anos depois, a mesma dupla (Darabont e King), com “À Espera de Um Milagre” (1999) foi nomeada a 4 estatuetas e, de igual sorte, ficou a ver navios! Lastimável!</p>
<p>É isso! Muito glamour, holofotes, vestidos de grife, ternos elegantes e quase nada de meritocracia. É o Oscar da política, da bajulação e outras coisinhas que merecem destaque num possível texto futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tubarão &#8211; de Hollywood a Pernambuco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 20:32:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1975, um jovem diretor de nome Steven e sobrenome Spielberg criava uma reviravolta no cinema mundial: o filme Tubarão. A história que era dúvida para muitos virou uma certeza muito real no mundo inteiro: um fenômeno de bilheteria. Aos olhos de hoje, o filme parece para muitos tosco, simplório e sustentado por um roteiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1975, um jovem diretor de nome Steven e sobrenome Spielberg criava uma reviravolta no cinema mundial: o filme <em>Tubarão</em>. A história que era dúvida para muitos virou uma certeza muito real no mundo inteiro: um fenômeno de bilheteria. Aos olhos de hoje, o filme parece para muitos tosco, simplório e sustentado por um roteiro simples, sem nenhuma centelha que justificasse tamanho sucesso. Não foi o que aconteceu. Houve uma comoção principalmente nos Estados Unidos e trata-se de um marco de sucesso.  O segredo do sucesso parece estar no fato de que <em>Tubarão</em> mexia com áreas do cérebro nunca antes movimentadas frente à telona; medo e apreensão em níveis absurdos, alimentados pela trilha sonora inesquecível.</p>
<p>Tubarões assustam no imaginário de todos até hoje. Mas parece que a fama dos tubarões oscila entre o desejo de matá-los e o descaso excessivo. A maioria das espécies de tubarões não atacam humanos e nenhuma delas identifica o ser humano como uma presa prevista. Mas isso não significa que eles sejam inofensivos; muito pelo contrário. Existem cerca de 375 espécies de tubarões no mundo sendo que 80 delas ocorrem no Brasil. Cerca de 30 espécies no mundo têm episódios de ataque a seres humanos, sendo que no Brasil são encontradas quatro das cinco mais perigosas: o galha-preta, o branco, o tigre e o cabeça-chata. É preciso respeitá-las.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25287" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1920%2C1280&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1280" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/woman-3570499_1920.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>No mês passado, um homem perdeu a vida na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes (PE). Segundo testemunhas, mesmo avisado o perigo, o homem se colocou mar a dentro e foi atacado. Ele acabou perdendo a mão e tendo um grande corte na coxa. Não resistiu aos sangramentos e teve uma parada cardíaca. Só em Pernambuco, são 26 mortes desde 1992. O agressivo tubarão-tigre (<em>Galeocerdo cuvier</em>) é apontado como o principal responsável pelos ataques a banhistas em praias da região juntamente com outra espécie tida como feroz e agressiva: o cabeça-chata (<em>Carcharhinus leucas</em>).</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-25288" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1920%2C1672&#038;ssl=1" alt="" width="1920" height="1672" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=300%2C261&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1024%2C892&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=768%2C669&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/08/surfer-3854547_1920.jpeg?resize=1536%2C1338&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>Todo cuidado e todo respeito são importantes quando o assunto é tubarão. São muitos deles animais perigosos e precisamos manter essa cautela para que a vida, neste caso, não imite a arte de Spielberg.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida &#8211; Dir. Steven Spielberg [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Feb 2021 19:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando falamos sobre o gênero de Aventura, com certeza a franquia Indiana Jones é uma referência! Trazendo no quadro de criação, nomes como George Lucas e Steven Spielberg, os filmes foram sucesso de crítica e bilheteria. Aqui vamos falar sobre o longa pioneiro da sequência, “Indiana Jones e os caçadores da Arca Perdida”. &#160; Breve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Quando falamos sobre o gênero de Aventura, com certeza a franquia </span><i><span style="font-weight: 400">Indiana Jones</span></i><span style="font-weight: 400"> é uma referência! Trazendo no quadro de criação, nomes como </span><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-4924/"><i><span style="font-weight: 400">George Lucas</span></i></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-471/"><i><span style="font-weight: 400">Steven Spielberg</span></i></a><span style="font-weight: 400">, os filmes foram sucesso de crítica e bilheteria. Aqui vamos falar sobre o longa pioneiro da sequência, </span><i><span style="font-weight: 400">“Indiana Jones e os caçadores da Arca Perdida”.</span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Breve resumo da história</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O professor de Arqueologia, </span><i><span style="font-weight: 400">Henry Jones Junior</span></i><span style="font-weight: 400"> (</span><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-472/biografia/"><i><span style="font-weight: 400">Harrison Ford</span></i></a><span style="font-weight: 400">), nos momentos em que não está lecionando, tem como hobbie, procurar e guardar relíquias espalhadas pelo mundo. Tendo seu auterego, o nome </span><i><span style="font-weight: 400">Indiana Jones</span></i><span style="font-weight: 400">, conhecido por realizar grandes buscas, é convidado a não deixar que um artefato religioso e com poderes místicos, caia nas mãos dos nazistas, que almejam dominar o mundo com as propriedades do objeto denominado,  “</span><i><span style="font-weight: 400">Arca Perdida</span></i><span style="font-weight: 400">”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Criando Indiana Jones</span></h2>
<p><i><span style="font-weight: 400">George Lucas</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">Steven Spielberg</span></i><span style="font-weight: 400"> tem amizade que vem de longa data e devido a isso, sempre conversaram sobre parcerias para futuros filmes. Acontece que os dois são amantes incontestáveis da mesclagem entre os gêneros de Ação e Aventura e Ficção Científica. George tinha acabado de fazer </span><i><span style="font-weight: 400">Star Wars (1977)</span></i><span style="font-weight: 400"> e queria tirar outra ideia do papel, que envolvia um herói com características semelhantes às de </span><i><span style="font-weight: 400">James Bond</span></i><span style="font-weight: 400">. O nome inicial do personagem seria </span><i><span style="font-weight: 400">Indiana Smith</span></i><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Lucas</span></i><span style="font-weight: 400"> levou sua proposta a </span><i><span style="font-weight: 400">Steven</span></i><span style="font-weight: 400">, que ficou muito animado em dirigir o projeto, com algumas ressalvas. Eles acordaram que o nome do protagonista, em vez de ser </span><i><span style="font-weight: 400">Indiana Smith</span></i><span style="font-weight: 400">, deveria ser Indiana Jones para gerar mais impacto, e assim perdurou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O nome </span><i><span style="font-weight: 400">Indiana</span></i><span style="font-weight: 400"> foi uma homenagem feita ao cachorro de </span><i><span style="font-weight: 400">George</span></i><span style="font-weight: 400">. Outras marcas registradas são o chapéu, a jaqueta de couro, a pistola e o chicote, que fazem parte da identificação visual do personagem, por onde ele passa.  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">A estrutura do longa-metragem</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O filme é considerado um clássico da década de 80, carregando um conjunto de convenções estabelecidas entre as produções de Ação e Aventura. Isso inclui personagens caricatos e enredo com previsibilidade exacerbada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Trazendo roteiro clássico, nós acompanhamos </span><i><span style="font-weight: 400">Indiana Jones</span></i><span style="font-weight: 400">, que no meio de desafios e provações, está totalmente engajado na </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-e-a-jornada-do-heroi/"><i><span style="font-weight: 400">Jornada do Herói</span></i></a><span style="font-weight: 400">. Suas motivações são basicamente as mesmas do James Bond, que entra na aventura para sentir a adrenalina causada pela pulsão de quase morte. Não podemos deixar de falar sobre seu relacionamento amoroso com </span><i><span style="font-weight: 400">Marion (</span></i><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-473/"><i><span style="font-weight: 400">Karen Allen</span></i></a><i><span style="font-weight: 400">)</span></i><span style="font-weight: 400">, que é explorado pelos inimigos, na forma de fraqueza, com a finalidade de causar a rendição de </span><i><span style="font-weight: 400">Jones</span></i><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os efeitos visuais, atualmente se encontram datados, mas as tecnologias disponíveis à época foram bem utilizadas, inclusive tendo boa interação entre os atores e efeitos de computação. Lembrando que </span><i><span style="font-weight: 400">George</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">Spielberg</span></i><span style="font-weight: 400"> têm a característica de valorizar e serem cuidadosos com os efeitos especiais de seus filmes, por tanto, esta parte não ficou a desejar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com certeza, a </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-e-a-direcao-de-arte-no-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Direção de Arte</span></i></a><span style="font-weight: 400"> é o ponto destaque, pelo fato de construir cenários maravilhosos e reforçar as situações apresentadas, através das vestimentas e objetos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Vale a pena assistir?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Os clássicos sempre valem a pena assistir, principalmente se você quer entender sobre a evolução histórica da </span><i><span style="font-weight: 400">Sétima Arte</span></i><span style="font-weight: 400">. Claro que tem ressalvas, principalmente quanto ao conteúdo apresentado no roteiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esse é um filme que claramente parou na época em que foi feito, e não falo apenas dos efeitos especiais. As histórias onde mulheres dependem dos homens para não serem vulneráveis, ficaram no passado. É interessante assistir o </span><i><span style="font-weight: 400">Indiana</span></i><span style="font-weight: 400"> exalando virilidade, mas chega momentos que o exagero é demais. Há situações que a </span><i><span style="font-weight: 400">Marion</span></i><span style="font-weight: 400"> claramente pode dar conta, mas o filme tira esse poder dela, e mesmo que isso faça parte dos </span><i><span style="font-weight: 400">Roteiros Clássicos</span></i><span style="font-weight: 400">, acaba atrapalhando a experiência de que assiste atualmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O longa é lembrado por cenas e trilha sonora marcantes, então continua tendo força quanto às memórias sensoriais criadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por fim, vale a pena assistir, mesmo que abordando algumas questões, tenha parado na década de 80.     </span></p>
<p style="text-align: right">
<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400"> </span></em></p>
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		<title>Como treinar o seu dragão &#8211; Dir. Chris Sanders e Dean DeBlois [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2021 19:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  “Eu acho que fui o primeiro Viking a não querer matar um dragão.”  &#8211; Soluço &#8211; &#160;   As animações cinematográficas estão entre os nichos mais lucrativos da Sétima Arte, levando milhões de pessoas a acompanharem seus universos. Aqui abordaremos sobre um dos vários trabalhos produzidos pelo estúdio DreamWorks Animation, o longa “Como treinar o seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right"><i><span style="font-weight: 400">  “Eu acho que fui o primeiro Viking a não querer matar um dragão.” </span></i></p>
<p style="text-align: right"><i><span style="font-weight: 400">&#8211; Soluço &#8211;</span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">  As animações cinematográficas estão entre os nichos mais lucrativos da Sétima Arte, levando milhões de pessoas a acompanharem seus universos. Aqui abordaremos sobre um dos vários trabalhos produzidos pelo estúdio </span><a href="https://www.dreamworks.com/"><i><span style="font-weight: 400">DreamWorks Animation</span></i></a><span style="font-weight: 400">, o longa </span><i><span style="font-weight: 400">“Como treinar o seu dragão”</span></i><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Um pouco da história</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">  Em uma ilha isolada de tudo e com tradições Vikings, </span><i><span style="font-weight: 400">Soluço</span></i><span style="font-weight: 400">, um garoto no meio da batalha entre humanos e dragões, quer provar, ao contrário do que outros imaginam, ser capaz de ir na linha de frente para o combate.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  No intuito de ajudar seu povo, ele prepara uma catapulta e lança uma corda que acerta o dragão que ele queria, o mesmo abre queda, sumindo de vista, e logo em seguida o garoto se depara com outro dragão que parte para atacá-lo. O líder dos Vikings enfrenta o animal e salva Soluço, que na sequência esbarra em uma tora que estraga boa parte da ilha. Ele tenta mencionar o Dragão abatido anteriormente, mas ninguém dá bola.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Muito frustrado, Soluço vai procurar o dragão e sua busca se torna em um turbilhão de emoções, colocando os valores Vikings à prova e entendendo o seu lugar no mundo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">A animação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">  Portando o selo de qualidade DreamWorks, “Como treinar o seu dragão” explora muito bem o impacto visual, utilizando como base do excelente trabalho, o modelo de animação 3D.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Os </span><i><span style="font-weight: 400">Motions</span></i><span style="font-weight: 400"> são bem introduzidos, tornando os personagens e suas emoções extremamente críveis. Vale ressaltar que é um filme de 2010, então pode ser que haja um desconforto ou outro, quando se trata dos avanços tecnológicos estabelecidos até o dado momento na sua leitura deste texto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  A </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-e-a-direcao-de-arte-no-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Direção de Arte</span></i></a><span style="font-weight: 400"> tem um cuidado enorme na hora de construir a ambientação, que apesar de ser desenho, nos faz acreditar que realmente estamos em terras Vikings. As matas, o oceano, os dragões e a ilha são transformados de tal forma que encanta os olhares espectadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  A </span><i><span style="font-weight: 400">DreamWorks</span></i><span style="font-weight: 400"> sempre carrega as marcas registradas de um de seus fundadores, o </span><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-471/"><i><span style="font-weight: 400">Steven Spielberg</span></i></a><span style="font-weight: 400">. São elas, a qualidade visual e sonora. Tudo impacta de forma encantadora, buscando uma fantasia controlada, trabalhando numa forma concreta de entendermos que aquela história faz parte de um complexo imaginário, e mesmo assim somos capazes de criar conexões em vários níveis sensoriais com ela.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Valores do filme</span></h2>
<p><i><span style="font-weight: 400">  “Como treinar o seu dragão”</span></i><span style="font-weight: 400"> é um filme classificado na categoria infantil, com faixa etária recomendada de 10 anos. Apesar dessa classificação, ele toca em temas que são relevantes em diversas fases da vida e a muitos tipos de pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Durante a história nos deparamos com discussões acerca de amadurecimento, de como lidar com o capacitismo e preconceitos de diversas linhas. O ponto central, com certeza, está na busca pela eliminação da intolerância, que está presente em vários momentos da vida em sociedade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Vale a pena assistir?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">  É um filme que carrega grande qualidade visual e sonora, trazendo divertimento e reflexões importantes. Algumas vezes apresenta alguns furos de </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-faz-um-roteirista-de-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Roteiro</span></i></a><span style="font-weight: 400">, principalmente em se tratando de informações mitológicas estabelecidas entre humanos e o dragão principal, que na virada do segundo para o terceiro ato são ignoradas, mas nada que atrapalhe sua interação com a trama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">  Vale muito a pena assistir, principalmente com seus familiares!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">Por </span></em></p>
<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">Juliano Ferreira</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400">  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400"> </span></p>
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		<title>Clichê no cinema: Ajuda ou atrapalha?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2020 19:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes, Cinema & Séries]]></category>
		<category><![CDATA[TV, Lives, Youtube e Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Antoine Lavoisier]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema contemporâneo]]></category>
		<category><![CDATA[Clichê no cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Buñuel]]></category>
		<category><![CDATA[Nada se cria]]></category>
		<category><![CDATA[Roteirista]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiro clássico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.” &#8211; Antoine Lavoisier &#8211; &#160; Um roteirista no cinema, para construir seu roteiro, acaba recorrendo a métodos que constroem seu padrão de escrita, um deles é o &#8220;clichê&#8221;, que vamos entender agora se ajuda ou atrapalha! &#160; A fórmula clichê Original do Francês, sendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”</span></em></p>
<p style="text-align: right"><em><span style="font-weight: 400">&#8211; Antoine Lavoisier &#8211;</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Um roteirista no cinema, para construir seu roteiro, acaba recorrendo a métodos que constroem seu padrão de escrita, um deles é o <em>&#8220;clichê&#8221;</em>, que vamos entender agora se ajuda ou atrapalha!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">A fórmula clichê</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Original do Francês, sendo escrito como </span><i><span style="font-weight: 400">cliché</span></i><span style="font-weight: 400">, tem no seu significado primário, a utilização de uma matriz feita de metal, destinada à fabricação de imagens e textos. Estes, vindo de conjuntos em repetição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As artes tem inúmeros conteúdos já produzidos, e querendo ou não, muitos são inspirados em antecedentes. É como dizia o renomado cientista, Lavoisier: <em>&#8220;Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma&#8221;</em>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O cinema incorporou esta frase com maestria, à medida que grandes nomes desenvolveram fórmulas sobre expressões avulsas, que até então, não tinham sido imaginadas em conexão. Um forte exemplo, é o advento das obras de <em>Charlie Chaplin</em>, reunindo elementos do teatro de variedades, mais especificamente as pantomimas (gestos corporais) à situações de enquadramento em câmera. A reunião feita por ele, juntamente à cineastas do início do século 20, serviu de espelho para estabelecer convenções na indústria do gênero nomeado, comédia pastelão. Esse modelo é replicado até os dias atuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os clichês estão sempre relacionados com gêneros de comédia, ação, aventura, romance, drama, terror e suspense, cada tipo em seu segmento. Eles servem para criar o que chamamos de <em>&#8220;identidade por reconhecimento&#8221;</em>. Ela implica em fazer com que o espectador saiba o tipo de obra a qual está acompanhando. Essa identidade entra inicialmente no roteiro, quando para criar uma situação, o escritor busca algo cravado em memória para estabelecer uma relação mais íntima com quem assiste. Um grande exemplo é quando um casal briga em um filme de romance, passam um período distantes e no último ato, eles se reconciliam em local público, perante a imensa quantidade de pessoas que ficam de plateia os observando. Aposto que com esse exemplo, você deve ter lembrado de inúmeras obras que fazem exatamente isso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os clichês sempre geraram polêmica e divergências de opiniões para quem produz e recebe o conteúdo. A verdade é que a fórmula se torna um facilitador e se desvencilhar dela, é sinônimo de entrar em campo novo, assumindo riscos. Há realizadores que utilizam da fórmula por anos e dão super certo, como é o caso do </span><a href="https://fromdirectorstevenspielberg.com/"><span style="font-weight: 400"><em>Steven Spielberg</em></span></a><span style="font-weight: 400">, e há os que fogem da curva e também são bem sucedidos, como o </span><a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-193/"><span style="font-weight: 400"><em>Luis Buñuel</em></span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400">Jogando com o clichê</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O cinema contemporâneo passou por diversas adaptações e os públicos se diversificaram bastante. Com salto amplo no modo de fazer cinema, os roteiros foram entrando em harmonia com o fluxo recente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, a gama de filmes que ironizam e questionam os clichês é enorme. A comédia tomou a liberdade de brincar com os roteiros clássicos. Títulos como <em>&#8220;Todo mundo em Pânico&#8221;</em> ganharam espaço e trouxeram de forma leve, todas as características e exageros de filmes de terror. Em seguida, o mercado viu o potencial nos filmes de suspense e terror que entraram na possibilidade de abordar temas atuais, sem fixar na ideia de construção estabelecida no século passado, fortalecendo gêneros com pegada de terror psicológico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Interpretar e brincar com os clichês, se tornou um hábito na indústria cinematográfica. Passando por altos e baixos, o processo cinematográfico fixou marcas registradas, sendo uma delas o clichê. O ponto é que eles já estão inclusos em tópicos para fomentar roteiros. São recursos e podem ser inseridos no repertório de quem cria conteúdo. Se ajudam ou atrapalham, o que vai definir isso, é o que vem antes dos créditos finais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">      </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">   </span></p>
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