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	<title>Arquivos texto | Tecnoveste</title>
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		<title>Futuro pra quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vitorlrichner]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 17:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estou escrevendo este texto de um dos lugares mais privilegiados que pode existir atualmente: a minha casa. Privilegiado por que sou um homem branco, com acesso ilimitado à internet e a todo tipo de informação que eu precisar, comida na geladeira, televisão, roupas, produtos de limpeza, álcool em gel e água potável. Assim, estamos, eu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estou escrevendo este texto de um dos lugares mais privilegiados que pode existir atualmente: a minha casa.</p>
<p>Privilegiado por que sou um homem branco, com acesso ilimitado à internet e a todo tipo de informação que eu precisar, comida na geladeira, televisão, roupas, produtos de limpeza, álcool em gel e água potável. Assim, estamos, eu e meu cachorro Graciliano, seguros da maior crise de saúde pública do século. Mas seguros dentro de uma fração delimitada.</p>
<p><strong>O mundo lá fora não tem essa realidade.</strong></p>
<p><strong><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18971" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download.jpg?resize=300%2C168&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="168" /></a></strong></p>
<p>Perdi as contas de quantos dias estou em casa. Não dá mais pra contar o tempo a partir do nosso cotidiano: todo dia parece domingo. Às vezes, um domingo com trabalho, outras um simples e melancólico domingo. Todo mundo em casa, a rua meio vazia, dormindo a tarde e vendo alguma porcaria à noite antes de dormir. Difícil pensar em segundas-feiras sem todo o itinerário que envolvia o trabalho tal como ele era, uma reunião, começar ou não uma dieta, ir ou não para a academia. Até mesmo as ressacas do final de semana estão em quarentena. Vez ou outra, uma leve dor de cabeça de tanto tomar vinho pra tentar dormir.</p>
<p>Todo dia parece domingo.</p>
<p>E, de novo, falo de um lugar privilegiado. E eu preciso reforçar isso a todo instante. Neste texto e para mim mesmo. Esse conceito muda tudo. Muda a forma de encarar esses tempos. Entender o nosso lugar de privilégio, penso, é o que vai permitir que a gente enxergue e aja de outra forma, abrindo espaços e diálogos. E repito isso com amigos, colegas, parentes e até pessoas desconhecidas que encontro no único dia da semana em que eu saio na rua para ir ao mercado &gt; farmácia &gt; sacolão. E raras vezes, ao pet shop.</p>
<p>São saídas tristes. Ando na rua e tenho vontade de chorar. Falo sozinho atrás da máscara e a cada passo, noto que estou fora de forma, mesmo apesar de ter tentado, no começo, seguir uma rotina de exercícios diários. Mas que logo troquei por garrafas de vinho, cerveja, série ruim e cigarro.</p>
<p>Me sinto como o James Stewart em Janela Indiscreta: olho pra fora e já conheço os(as) vizinhas (os); que horas desligam as luzes, quem fuma na janela, os mais politizados que batem panelas em protestos e os que fecham as cortinas quando começam as paneladas. E pra deixar tudo ainda mais hitchcockiano, semanas atrás houve um assassinato no prédio da frente. Tudo foi acompanhado com uma certa comoção, mas logo todo mundo entrou e esqueceu.</p>
<p>Perder a vida hoje em dia parece só um número.</p>
<p>No começo, fiz uma planejamento detalhado de atividades para a quarentena: ler os livros que estavam empilhados na mesa de cabeceira e na mesa da sala, estudar mais história para achar brechas e respostas para possíveis saídas disso tudo, fazer os tantos cursos que empresas disponibilizaram numa tentativa de solidariedade e compartilhamento de conhecimento (pra quem, né?), aprender a fazer receitas da Rita Lobo, assistir e rever todos os filmes do Almodovár, do Kubrick, do Win Wenders e tentar escrever meu próximo livro. Como resultado, tive o início de síndrome do pânico.</p>
<p>Hoje, como o poema do Álvaro de Campos, o que sinto é cansaço.</p>
<p>Que vai além de não fazer nada. Mas de muita coisa que fui acompanhando nesses meses que já parece quase um ano. A crescente <em>livização do conhecimento</em>, o problema das escolas e sua ineficiência com o ambiente digital para continuar suas aulas, as muitas empresas que da noite para o dia se “digitalizaram” e, claro, aos novos profetas do futuro pós apocalíptico.</p>
<p>Quase como aquele meme “onde vivem, o que comem” etc., vi surgir uma quantidade inexplicável de auto proclamados futuristas, além dos que aqui já existiam. Parece, enfim, que todos têm uma resposta para o que estamos vivendo. Para eles, a crise é uma oportunidade para abrirmos as portas para esse tão esperado e glorioso futuro. A crise está acelerando mudanças que já estavam por vir. Mas, eu me pergunto:</p>
<p><em>Futuro pra quem?</em></p>
<p>Há mais ou menos três anos, comecei a ir em busca de algumas respostas. Até mesmo pelo meu próprio trabalho que envolve tecnologia e uma busca cansativa por “novidade”, precisei ir atrás do que estava acontecendo e o que poderia acontecer com o mundo com a chegada da tal 4ª revolução industrial e seus impactos no trabalho, educação, na vida em geral. Fiz cursos, li livros e textos no medium, assisti incontáveis TEDs e conheci muita gente empenhada em desvendar o futuro.</p>
<p>Quando você começa, é tudo muito sedutor: <em>self driving cars</em>, inteligência artificial, robótica, biotecnologia, nanotecnologia e todas as “<em>gias</em>” que possam existir. O Blade Runner do futuro que estava aparecendo para mim, já parecia mais um Black Mirror com final feliz. Mas não foi difícil começar a perceber que eu estava em um grupo ainda mais privilegiado do que o que eu estava acostumado. Somente brancos, altamente graduados, com ótimos cargos em empresas que parecem ter saído de um livro do Isaac Asimov. Nenhuma pessoa negra, eu quase como o único homossexual e, claro, todos muito “bem de vida”. Não demorou muito para pergunta surgir:</p>
<p><strong><em>Futuro pra quem?</em></strong></p>
<p>Nenhum livro, palestra ou TED previu a chegada do covid-19 e seus desdobramentos políticos e sociais. Lembro só de ter visto, acho que em 2017, o Bill Gates falando que a próxima crise seria uma pandemia.</p>
<p>Algumas semanas atrás, vi no perfil no linkedin de um conhecido que, antes da pandemia, era facilitador de treinamentos corporativos, se definir como um futurista. Mais um sintoma de uma soma de eventos que estão acontecendo de quem está ditando as regras no meio de um jogo que parece não ter um vencedor no final. E a minha pergunta, título deste texto, faz a referência a esse tal dito futuro que está sendo construído para muito poucos? Até mesmo criaram e se servem do slogan “novo normal”.</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem?</em></strong></p>
<p>Entregadores de comidas e serviços de plataformas digitais, motoristas de Uber, caixas de supermercado, cobradores de ônibus, estudantes de periferia e a lista pode continuar interminavelmente. E o futuro dessas pessoas? Como discutir um suposto “novo normal” se pautando em “<em>boom</em>” de crescimento de vendas <em>on-line</em>? Dizer que o “novo normal” será o trabalho remoto, me parece, ser o mesmo que assumir que a desigualdade que está tão transparente agora, deve ser permanecida para sustentar tudo isso. Em um país intercontinental como o Brasil, com estruturas e um tecido social bastante complexo, a crise parece ter relevado ainda mais o quanto estamos longe do futuro Jetsons e mais próximos de um romance regionalista da década de 30. A desigualdade vem caminhar junto da falta de empatia. O novo normal será dos privilegiados trancafiados em casa, enquanto a grande maioria sequer consegue lavar as mãos? Não tem como não nos perguntarmos:</p>
<p><strong><em>Novo normal pra quem? Futuro de quem?</em></strong></p>
<p>E em um grupo de WhatsApp com essas mesmas pessoas que discutem tendências, lentes para enxergar o futuro ou qualquer coisa que o valha, recebo a seguinte mensagem:</p>
<p><em>“uma hora dessas, nasce um bebê com uma mutação genética que protege ele e os descendentes contra corona e ai reseta tudo”. </em></p>
<p>E você pode achar que nada disso que eu to falando têm muito sentido. Eu mesmo acho que não tem. Mas eu começo aqui a minha coluna, com um diálogo aberto para falarmos sobre tudo isso. Se vai haver um certo ou errado, não sei dizer. Mas cada semana, vou trazer uma provocação. Tecnologia, educação, futuro. Está tudo em jogo agora. E discutir, parece ser o primeiro passo para entender se, de fato, vai haver um impacto positivo disso tudo que estamos vivendo.</p>
<p>E toda vez que toco nesse assunto, lembro da capa da New Yorker.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18970" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="220" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?resize=220%2C300&amp;ssl=1 220w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2017_10_23.jpg?w=280&amp;ssl=1 280w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /></a></p>
<p>Eu acendi um cigarro agora. Eu sei, parece estranho fumar no meio de uma crise de saúde respiratória. Por enquanto, to fazendo o meu melhor. Tentando sobreviver. Assim, como você deve tá fazendo o seu também.</p>
<p>Um motoboy com uma bolsa do Rappi passa e estaciona em frente ao prédio. To terminando de escrever esse texto. Olho para baixo e vejo que ele deixou a comida na porta. Sem contato com o entregador. Começo a pensar em como será o trabalho no futuro. Claro, minha preocupação como um homem gay privilegiado é totalmente diferente das pessoas em situação de vulnerabilidade. Não tem como não relacionar isso sempre. O entregador foi embora. E de novo eu me pergunto:</p>
<p><strong>Futuro pra quem?</strong></p>
<p><em>Por Vitor Richner</em></p>
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		<title>Caráter Pictográfico: as percepções de um artista escritor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Braz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 13:00:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Queria desenhar como um escritor, o oposto de Clarice, como um escritor. Uma palavra escrita no papel nasce pronta, deixem as figuras de linguagem de lado por enquanto, ela é o que ela diz. Tal e qual uma nota, o Dó é um Dó não importa o instrumento tampouco a mão do maestro ou do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-speechify-sentence="">Queria desenhar como um escritor, o oposto de Clarice, como um escritor. Uma palavra escrita no papel nasce pronta, deixem as figuras de linguagem de lado por enquanto, ela é o que ela diz. Tal e qual uma nota, o Dó é um Dó não importa o instrumento tampouco a mão do maestro ou do músico, mas, e um conjunto de palavras?&#8230; Bem, nas mãos de um exímio escritor um conjunto de palavras diz mais do que ele parece ser, as notas se comportam da mesma forma intrigante. Queria desenhar como um escritor&#8230;</p>
<p data-speechify-sentence="">Um conjunto de linhas dispostas no papel formam um desenho que pode dizer mais que as famosas mil palavras, mas nunca consegui fazer com que uma única linha dissesse o que ela deveria ser. E isto são horas e horas na frente da prancheta tentando ilustrar um sentido para as linhas. Teima, sofre e sua para chegar num resultado que satisfaça seu diligente.</p>
<p data-speechify-sentence="">O poder de síntese ainda não me compete, digamos assim: em matéria de desenho sou prolixo, me atenho demais aos detalhes e o trabalho demora a chegar no objetivo, a síntese é uma capacidade que vem com o tempo, ou como já disse Clarice: (&#8230;) “só se consegue a simplicidade através de muito trabalho”. Tentar resolver uma ideia complexa em uma única página, é por isso que o Caráter Pictográfico (CP) nasceu.</p>
<p data-speechify-sentence="">Uma forma singular que o Tecnopod, podcast do portal Tecnoveste, encontrou para exemplificar a ideia geral ou o ponto de vista do convidado sobre o tema discutido no episódio. Pensamentos complexos resumidos em um pôster para cada tema, já disse que queria desenhar como um escritor?</p>
<p data-speechify-sentence="">Lidar com o pensamento alheio é uma grande responsabilidade, não deveria sê-lo de ninguém além de seu dono por que há risco de corromper a essência do pensamento. O seu tradutor, no caso o desenhista, não sendo a mesma pessoa não tem, por tanto, as mesmas ferramentas para compreender o raciocínio, assim como não tem espaço físico para verbetes anunciando eventual erro de interpretação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p data-speechify-sentence="">À vista disso, caso a arte publicada não corresponda ao que foi apresentado no episódio ela perde seu valor objetivo e passa a ser um mero enfeite. Ideias não podem ser meros enfeites, uma ideia é, senão, a alma do intelecto tomando forma e que, por tanto, gera consequências.</p>
<p data-speechify-sentence="">Antes que eu me perca nas palavras, como um escritor o faz, concluo sobre as ideias desenhadas, as abstrações que tomam forma sob uma hierarquia inteligível. Se um texto pode se valer da lógica para expor o ilógico, assim como uma sinfonia, talvez um desenho possa se comportar como um texto e eu como Clarice.</p>
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		<title>Contos de um jovem escritor &#8211; Mãos Calejadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos V.Z Kaymond]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Sep 2019 19:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prometi à mim mesmo que não iria fazer isto novamente. Senti em minha pele os arrepios que aquela misteriosa floresta causava. As árvores eram separadas umas das outras, de maneira que parecesse que foram plantadas umas longes das outras intencionalmente. A nevoa estava densa, tão densa que não conseguia enxergar metros à minha frente, mas não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Prometi à mim mesmo que não iria fazer isto novamente. Senti em minha pele os arrepios que aquela misteriosa floresta causava. As árvores<span class="text_exposed_show"> eram separadas umas das outras, de maneira que parecesse que foram plantadas umas longes das outras intencionalmente.<br />
A nevoa estava densa, tão densa que não conseguia enxergar metros à minha frente, mas não queria saber de nada, apenas queria cumprir minha missão.<br />
Dedos calejados, rosto enrugado, pele pálida, demonstravam o quanto tenho feito isso ao decorrer dos anos, ninguém se dispõe de fazer este trabalho, todos têm medo de fazê-lo.<br />
Em todos esses anos, nunca me encontrei com eles, apenas fazia o que me mandavam, eram exigentes mas não queria saber, só queria meu pagamento. Um pagamento no qual aqueles que não fazem este trabalho não têm esse privilégio.<br />
Que privilégio? Você me pergunta, eu te responde; sobreviver, como assim? aqueles que não realizam este trabalho, são levados por eles, suas famílias, conhecidos e até mesmo suas próprias casas inteiras, são levadas por eles.<br />
Me pergunto, o porquê de nenhum deles querer fazer este trabalho, eu o faço sozinho, será que eles têm medo da floresta? ou será da neblina? Só sei que mesmo com medo, eu o fazia.<br />
Os corpos eram pesados, carregá-los de um lado da floresta para o outro me causava muitos calos. Os seres do outro lado não mantinham mais o contado com aqueles que estão deste lado, apenas eu faço esse contato entre os dois lados. Muitos me chamam de diferentes nomes, cada lado me chama de um nome. Meus braços estavam cansados de fazer este serviço, antes eu o fazia através de um barco, mas os seres daquele lado acabaram com o lago que aqui havia, agora o faço à pé.<br />
Prometi à mim mesmo que não faria este serviço novamente, mas quem iria carregar estas pobres almas ao além?</span></em></p></blockquote>
<div class="text_exposed_show">
<blockquote><p><em><strong>&#8211; MVZ Kaymond</strong> </em></p></blockquote>
<p>Este é mais um conto de MVZ Kaymond, produtor de conteúdos da tecnoveste e um jovem e iniciante escritor. Para saber mais sobre textos, contos e projetos seus, visite sua página do facebook (<a href="https://www.facebook.com/contosdimensionais">clique aqui</a>).</p>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como formatar o texto no WhatsApp para destacar partes importantes das suas mensagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2017 10:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aplicativos, Programas & Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[formatação de texto]]></category>
		<category><![CDATA[Myspace]]></category>
		<category><![CDATA[redação]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ocaso da rede social MySpace deveu-se ao fato de que a adição de novas funções ofuscou o principal objetivo do site, manter as pessoas em contato e evidenciar os conteúdo que compartilhavam. Apesar de o WhatsApp estar constantemente novas funcionalidade, ele parece estar ciente do risco que corre e acrescenta coisas que vão realmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ocaso da rede social MySpace deveu-se ao fato de que a adição de novas funções ofuscou o principal objetivo do site, manter as pessoas em contato e evidenciar os conteúdo que compartilhavam. Apesar de o WhatsApp estar constantemente novas funcionalidade, ele parece estar ciente do risco que corre e acrescenta coisas que vão realmente melhorar a comunicação das pessoas, como, por exemplo, a formatação de texto.</p>
<p>A formatação de texto é muito longo do que se consegue fazer no Microsoft Word, por exemplo, mas o objetivo nem é esse, mas apenas funcionar como um canal rápido e privado de mensagens. A partir de agora, adicionar título negritados aos &#8220;textões&#8221; e marcar o texto ficou mais fácil. Veja como funciona:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Itálico</h3>
<p>Para adicionar a formatação <em>itálica</em>, adicione o sublinhado antes e depois do parágrafo. É preciso notar que a cada ponto final, será preciso recomeçar com um sinal de sublinhado no início e no final do parágrafo. Veja só:</p>
<p>_sublinhado deixa o texto itálico_</p>
<h3>Negrito</h3>
<p>Para adicionar a função de <strong>negrito</strong> às mensagens, basta colocar um asterisco antes de depois do seu texto, coladinho nele. Vale observar quse a mesma regra dos pontos finais é aqui aplicada também. De uma olhada:</p>
<p>*texto destacado por astericos*</p>
<h3>Riscado</h3>
<p>Colocando um til antes e outro depois da sua mensagem, você consege o efeito de <span style="text-decoration: line-through;">riscado</span>. Assim:</p>
<p>~tils para marcar o texto com um riso no meio~</p>
<h3>Monoespaço</h3>
<p>O  <code>monoespaço</code> é uma fonte diferente, que parece muito com aquelas utilizadas nos primeiros computadores. O nome é autodescritivo e para conseguir este efeito basta adicionar 3 aspas simples &#8211; não as duplas. Desta maneira:</p>
<p>&#8220;`Com quantas aspas se faz um monoespaço? Três!&#8220;`</p>
<p>Gostou, entao teste no seu smartphone copiando e colando agora mesmo!</p>
<p>&nbsp;</p>
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