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	<title>Arquivos Trilha sonora | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos Trilha sonora | Tecnoveste</title>
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		<title>Premiação do Oscar: quem no cinema teve várias indicações, mas não levou nenhuma estatueta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Santorini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 19:00:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar, premiação anual mais aguardada do cinema, definitivamente, não preza pela meritocracia! Não tenho o intento de adentrar, nesse momento, nos elementos justificadores dos inúmeros menoscabos já praticados na história desse pomposo evento, mas tão somente relembrar alguns injustiçados. Deve ser nada fácil escolher o vencedor entre tantas obras de extrema qualidade, mas em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar, premiação anual mais aguardada do cinema, definitivamente, não preza pela meritocracia! Não tenho o intento de adentrar, nesse momento, nos elementos justificadores dos inúmeros menoscabos já praticados na história desse pomposo evento, mas tão somente relembrar alguns injustiçados.</p>
<p>Deve ser nada fácil escolher o vencedor entre tantas obras de extrema qualidade, mas em alguns casos o menosprezo por alguns filmes aperta o coração e dói na alma de qualquer cinéfilo.</p>
<p>Trarei alguns exemplos marcantes das últimas 5 décadas.</p>
<p>Começarei com o talentoso realizador Martin Scorsese, o cineasta que já sinalizou na imprensa que conhece bem “o que é cinema”.</p>
<p>O drama “Taxi Driver” (1976) do Scorsese foi indicado nas categorias Melhor Filme, Melhor Ator (Robert De Niro), Melhor Atriz Coadjuvante (Jodie Foster) e Melhor Trilha Sonora (Bernard Hermann – o responsável pela aterrorizante música de “Psicose” [1960] do Hitchcock). Saiu, infelizmente, de mãos abanando! Considerada uma das maiores injustiças da premiação, perdeu a cobiçada categoria Melhor Filme para “Rocky” (1976), dirigido pelo John G. Avildsen e escrito pelo protagonista Sylvester Stallone.</p>
<p>Scorsese parece que não tem sorte. A obra de ação “Gangues de Nova York” (2002) teve 10 (dez) indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator (Daniel Day-Lewis), Melhor Roteiro Original e Melhor Diretor. Mais uma vez, nada! O campeão da noite foi o musical “Chicago” (2002).</p>
<p>Com a comédia “O Lobo de Wall Street” (2013) foram 5 (cinco) nomeações: Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator (Leonardo Di Caprio), Melhor Ator Coadjuvante (Jonah Hill) e Melhor Diretor. Sem êxito algum, de novo! O drama racial “12 Anos de Escravidão” (2013) venceu a cerimônia.</p>
<p>Mais recentemente, na última premiação realizada em 2020, “O Irlandês” (2019), apesar de suas 9 (nove) indicações, foi desbancado pelo sul-coreano “Parasita” (2019).</p>
<p>Mas o cinema, como sabemos, não se resume ao Scorsese, nem tão pouco aos conceitos dele. Não é mesmo, Mr. Scorsese? Vejamos outros preteridos.</p>
<p>Voltando no tempo e viajando diretamente para a década de oitenta, encontraremos uma injustiça colossal com o talentosíssimo realizador Steven Spielberg. “A Cor Púrpura” (1985), baseado no livro homônimo da Alice Walker vencedor do Pulitzer, foi indicado a 11 (onze) estatuetas! O filme é extraordinário, um dos melhores já dirigidos pelo Spielberg! Drama intenso, questões profundas, abordagem racial impactante e visceral! O elenco impressiona, sobretudo a magnífica Whoopi Goldberg! Ela, por óbvio, concorreu ao Oscar na categoria Melhor Atriz. Não ganhou. Ninguém dessa fantástica obra ganhou! O vencedor da noite, com 7 (sete) prêmios, foi o insosso e enfadonho drama romântico “Entre Dois Amores” (1985), dirigido pelo Sidney Pollack e protagonizado pela Meryl Streep e pelo Robert Redford. Injusto, muito injusto!</p>
<p>Na década de noventa, um dos melhores, mais emocionantes e mais envolventes filmes da história da sétima arte, irretocável em todos os aspectos, com nota 9.3 no site IMDb (Internet Movie Database), concorreu a 7 (sete) Oscars em 1995 e nada levou! Foi o “Um Sonho de Liberdade” (1994), dirigido pelo Frank Darabont e baseado numa obra literária do Stephen King. Cinco anos depois, a mesma dupla (Darabont e King), com “À Espera de Um Milagre” (1999) foi nomeada a 4 estatuetas e, de igual sorte, ficou a ver navios! Lastimável!</p>
<p>É isso! Muito glamour, holofotes, vestidos de grife, ternos elegantes e quase nada de meritocracia. É o Oscar da política, da bajulação e outras coisinhas que merecem destaque num possível texto futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pátio &#8211; Dir. Glauber Rocha [Sessão Crítica]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2021 19:00:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;A arte não é só talento, mas sobretudo coragem.&#8221; &#8211; Glauber Rocha &#8211; &#160; Filme feito em 1959 com direção de Glauber Rocha, a obra iniciou sua carreira promissora. &#160; Sobre o filme O curta tem 12 minutos e nesse tempo demonstra grande desenvoltura técnica. Há momentos que lembra antes que de passageiro, uma abordagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">&#8220;A arte não é só talento, mas sobretudo coragem.&#8221;</p>
<p style="text-align: right">&#8211; Glauber Rocha &#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Filme feito em 1959 com direção de Glauber Rocha, a obra iniciou sua carreira promissora.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Sobre o filme</h2>
<p><span style="font-weight: 400">O curta tem 12 minutos e nesse tempo demonstra grande desenvoltura técnica. Há momentos que lembra antes que de passageiro, uma abordagem de Mário Peixoto em “Limite”. Apresenta produção leve quanto à gastos e explora a montagem intensa através de planos detalhe e closes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Pátio” tem uma ideia complexa que deixa o espectador pensando como aquilo pode se encaixar em sua interpretação, essa é uma característica muito forte nos experimentais, citei “Limite” no início como possível inspiração, porque  apesar deste ainda ter um mínimo de enredo, mexe com o interior, brinca com as emoções, talvez eu seja arrogante de compará-los, mas a minha experiência juntou as semelhanças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O interessante é que Glauber, durante sua carreira, vai deixar esse tipo de filme à margem de seu repertório, claro, abusando de alguns elementos, mas com foco em algo mais politizado. “Pátio” não é o tipo de filme que a massa digere com facilidade, ele incomoda bastante, transmite mensagens simultâneas, o casal que perambula entre o chão xadrez, os sapatos estáticos, a vegetação que rodeia o cenário, as expressões nos rostos, isso tudo no campo visual. Esse conjunto acoplado a uma trilha sonora angustiante, cria um incômodo mental, atiça suposições e automaticamente você se pega ligando a obra com sua realidade ou estudo sobre psique.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Vale a pena assistir?</h2>
<p><span style="font-weight: 400">Antes desse curta, eu havia assistido alguns filmes de Glauber, todos representando seu rigor com a estética, os personagens principais vivendo a melancolia existencial, prova de que ele não abandonou os pilares do cinema experimental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Toda a produção reflete seu lema “Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, proposta bem executada do início ao fim, a realidade está aí, só segui-la que logo se encontra o que tem de ser mostrado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Achei um tanto quanto perspicaz, “Pátio” é de execução simples, porém, com abordagem complexa. A trilha sonora sensacional, seleção de enquadramentos pontuais e roteiro bem articulado. Então, sim! Vale a pena assistir!</span></p>
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		<title>A Trilha Sonora de Ludwig Göransson para a série The Mandalorian (O Mandaloriano) da Disney +</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 23:00:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Star Wars sempre foi conhecido pela sua trilha sonora marcante feita por John Williams, trilha essa que já está no imaginário de cada pessoa, como por exemplo o tema da Marcha Imperial e o tema da Força e esse fato se repete agora com a trilha sonora de Mandalorian e é sobre ela que falaremos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Star Wars sempre foi conhecido pela sua trilha sonora marcante feita por John Williams, trilha essa que já está no imaginário de cada pessoa, como por exemplo o tema da Marcha Imperial e o tema da Força e esse fato se repete agora com a trilha sonora de Mandalorian e é sobre ela que falaremos hoje:</p>
<p>A trilha de Mandalorian foi composta por Ludwig Goransson (Pantera Negra, Creed) e parece que na trilha dessa série ele tem uma certa liberdade para compor, utilizando elementos etnicos e de musica eletrônica como por exemplo no ultimo episodio da Segunda Temporada em que ouvimos o tema dos Dark Troopers carregado de elementos de Dub Step, já o tema de Luke Skywalker trás uma certa nostalgia, drama e esperança fazendo referencias leves aos temas clássicos.</p>
<p>Goransson também aproveitou alguns temas utilizados anteriormente como o tema de Ahsoka Tano usado na animação Guerras Clônicas e Star Wars Rebels.</p>
<p>O tema motivo do Mandaloriano Din Djarin é repleto de elementos etnicos como uma flauta baixo e que continua com um naipe de orquestras e alguns elementos do rock n roll como guitarras distorcidas trazendo assim uma variedade espetacular de texturas musicais o que nos faz ficar ansiosos para quais elementos musicais serão adicionados na terceira temporada da serie.</p>
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		<title>[Sessão Crítica] Luzes da cidade (1931) &#8211; Dir. Charlie Chaplin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2020 19:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>  Luzes da cidade é um longa-metragem da imensa série de filmes idealizados e feitos por Charlie Chaplin. Este filme tem uma história extremamente rica e impacto cinematográfico, então vamos falar sobre ele. O enredo   Carlitos, envolvido em perseguição por encrenca, acaba correndo pela cidade e em uma das ruas tem contato com uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/sessao-critica-luzes-da-cidade-direcao-charlie-chaplin/">[Sessão Crítica] Luzes da cidade (1931) &#8211; Dir. Charlie Chaplin</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Luzes da cidade é um longa-metragem da imensa série de filmes idealizados e feitos por </span><a href="https://www.ebiografia.com/charles_chaplin/"><i><span style="font-weight: 400">Charlie Chaplin</span></i></a><span style="font-weight: 400">. Este filme tem uma história extremamente rica e impacto cinematográfico, então vamos falar sobre ele.</span></p>
<h2></h2>
<h2 data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">O enredo</span></h2>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Carlitos, envolvido em perseguição por encrenca, acaba correndo pela cidade e em uma das ruas tem contato com uma florista e sua pequena banca de flores. Ela quer vender uma flor e nosso protagonista começa a interagir com a moça, ao passo que ele descobre a cegueira da mesma. Durante a conversa, um ricaço para seu carro de luxo em frente à banca e bate a porta do veículo, fazendo a moça achar que Carlitos foi embora. Percebendo o achismo da florista, ele vai embora de fato, sem corrigi-la e muito encantado por ela.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  O personagem principal vai refletir sobre a mulher, na beira de um rio, mas seu pensamento logo muda de foco, quando um homem bêbado está planejando suicídio por afogamento. Carlitos sem pensar muito, convence o rapaz a não concretizar tal ato, pois a vida tem bastante coisa pela frente. O homem acredita no protagonista e passa a considerá-lo como grande amigo, revelando sua posição social, se mostrando bem rico. </span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Os dois vão comemorar a vida na casa do milionário e em seguida numa danceteria chique. No dia seguinte o protagonista, saindo da casa do rico, vê a florista passando na calçada. Ele pega dinheiro com seu novo amigo e compra todas as flores dela, em seguida, a leva para casa.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">   Um tempo passa, o rico fica sóbrio e não se lembra da amizade com Carlitos. O nosso protagonista fica sabendo que sua amada está doente e sem trabalhar e isto se torna um grande problema, pois o aluguel dela está atrasado. Carlitos vai em busca de conseguir dinheiro e entra nas suas aventuras absurdas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">A estrutura</span></h2>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Participando da categoria de filmes mudos, Luzes da cidade explora bem a trilha sonora, com momentos cômicos onde personagens fazem discursos e suas palavras saem em formas de grunhidos. Há uma cena sensacional, onde tem a gag com um apito, que traz seu som para substituir o barulho de tosses e soluços.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Os enquadramentos de câmera respeitam a convenção estabelecida pela época, priorizando planos gerais em boa parte do filme, com exceção de pouquíssimos planos fechados e detalhes. Tal padrão, reforça uma atuação voltada para a pantomima (poucas palavras e muito gestual corporal), que em planos gerais se torna importante para o entendimento do público acerca da situação vigente.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  A </span><a href="https://www.tecnoveste.com.br/o-que-e-a-direcao-de-arte-no-cinema/"><i><span style="font-weight: 400">Direção de Arte</span></i></a><span style="font-weight: 400"> busca ambientar a história em uma cidade grande fictícia de 1931, então mergulha em elementos como conjuntos de prédios, casas de milionários, moradias mais pobres, trânsito intenso de carros, etc.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">Vale a pena assistir?</span></h2>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  </span><span style="font-weight: 400">Eu diria que se você é um/a cinéfilo/a apaixonado/a, esse é um dos títulos que deve entrar na sua lista, pois além de ter sido feito por nada mais, nada menos que Charlie Chaplin, apresenta qualidade técnica inigualável.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  É um filme que traz temas pertinentes, como deficiência visual, alcoolismo e amizades superficiais. O jeito como são abordados no longa, mostra como seu criador (Chaplin) era sensível em suas realizações.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  O filme todo é genial, mas a cereja do bolo está na última cena, que com certeza entra para o hall das mais emocionantes e bem montadas da história do cinema.</span></p>
<p data-speechify-sentence=""><span style="font-weight: 400">  Então, sim! Vale muito a pena assistir!</span></p>
<p style="text-align: right" data-speechify-sentence=""><em><span style="font-weight: 400">Por</span></em></p>
<p style="text-align: right" data-speechify-sentence=""><em><span style="font-weight: 400">Juliano Ferreira</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400">  </span></p>
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