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	<title>Arquivos UFRPE | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos UFRPE | Tecnoveste</title>
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		<title>SENAI e parceiros almejam geração de R$ 73 bilhões com investimentos em indústrias 4.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusto Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 11:41:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A FITec &#8211; Fundação para Inovações Tecnológicas &#8211; em parceria com o Instituto SENAI de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TICs) e com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), com o apoio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), desenvolverá um projeto de Manutenção 4.0 para indústrias. Na primeira etapa, 60 indústrias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A FITec &#8211; Fundação para Inovações Tecnológicas &#8211; em parceria com o Instituto SENAI de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TICs) e com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), com o apoio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), desenvolverá um projeto de Manutenção 4.0 para indústrias. Na primeira etapa, 60 indústrias de micro, pequeno e médio porte serão beneficiadas com a solução que visa evitar paradas inesperadas nas linhas de produção. A adoção de conceitos da Indústria 4.0 na matriz produtiva brasileira poderia gerar uma economia de R$ 73 bilhões ao ano.</p>
<p>A solução visa evitar paradas inesperadas nas linhas de produção e aprimorar o processo de manutenção de máquinas e equipamentos dentro das indústrias. Para isso, serão utilizadas tecnologias como <strong>computação em nuvem</strong>, <strong>inteligência artificial</strong> e <strong>internet das coisas (IoT)</strong> para monitorar a saúde de máquinas e equipamentos rotativos. O objetivo é identificar possíveis anomalias de funcionamento em tempo real e acionar as equipes de manutenção, evitando prejuízos por paradas não programadas e reduzindo os custos empregados em manutenções corretivas e preventivas. Na primeira fase do projeto 60 empresas serão envolvidas com um investimento de R$ 450 mil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Participantes</h3>
<p>Com foco na transformação digital de indústrias brasileiras, a FITec &#8211; Fundação para Inovações Tecnológicas &#8211; passa a integrar a Rede Pernambucana de Inovação Tecnológica, capitaneada pelo Instituto SENAI de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TICs), com a participação da <a href="https://www.ufrpe.br/">Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)</a>.  A rede foi aprovada no 2º edital do Programa Digital.BR da <a href="https://www.abdi.com.br/" class="broken_link">Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)</a> para desenvolver um projeto piloto de manutenção 4.0 com indústrias de micro, pequeno e médio porte. O projeto poderá ser selecionado pela ABDI para participar da fase de escala, quando será ampliado para 120 empresas.</p>
<p>À <a href="https://www.secti.pe.gov.br/portfolio/projetos-e-iniciativas/repepe/" class="broken_link">FITec</a>, com a sua ampla experiência em desenvolvimento de hardware e software, caberá o desenvolvimento dos sensores IoT, responsáveis pelo monitoramento em tempo real do ruído, temperatura e vibração das máquinas e equipamentos rotativos, que servirão como base para identificação de possíveis anomalias e acionamento imediato das equipes de manutenção.  Ao fim desta primeira etapa, o projeto poderá ser selecionado pela ABDI para participar da fase de escala, quando será ampliado para 120 indústrias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Economia de custos</strong></p>
<p>Em 2017, a ABDI já estimava que a adoção de conceitos da Indústria 4.0 na matriz produtiva brasileira poderia gerar uma economia de R$ 73 bilhões ao ano, com a introdução de Inteligência Artificial, Robótica, Ciência de Dados e Internet das Coisas e a adoção de sensores que permitem a rastreabilidade e o monitoramento remoto de todos os processos e prometem ajudar na manutenção de equipamentos. A redução dos custos com reparos poderia chegar a R$ 35 bilhões ao ano e os ganhos de eficiência produtiva corresponderiam a uma economia de R$ 31 bilhões. Os R$ 7 bilhões restantes seriam resultantes da diminuição no gasto com energia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a FITec – Fundação para Inovações Tecnológicas</strong></p>
<p>Criada na década de 90 (1997), a FITec é um Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) credenciado pelos diversos órgãos brasileiros, habilitado a celebrar convênios com empresas beneficiárias das Leis de Incentivo à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológicos. A FITec já desenvolveu mais de 600 projetos de P&amp;D, incluindo a concepção de mais de 200 equipamentos eletrônicos, e suas soluções foram instaladas em mais de 25 países, com casos de sucesso de desenvolvimento de projetos nos setores de Indústria 4.0, Logística, Telecom, Energia, Agroindústria, Mineração, Educação, Saúde.</p>
<p>Nos últimos anos, tem desenvolvido diversos projetos envolvendo computação em nuvem, internet das coisas (IoT) e Inteligência artificial, em parceira com importantes institutos e empresas, com o objetivo de impulsionar a Indústria 4.0 no Brasil. Seu quadro conta com cerca de 400 colaboradores, sendo composto por doutores, pós-doutores, mestres, pós-graduados, graduados e técnicos, com vasta experiência de mercado e grande qualificação nas áreas de Transformação Digital, Inteligência Artificial, Ciência de Dados, IoT, Gestão, Design Industrial e Engenharia de Produção, distribuídos entre Recife, Campinas, São José dos Campos e Belo Horizonte.</p>
<div></div>
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		<title>Os desafios do Direito Digital em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2019 09:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito & Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[ABCCRIM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As redes sociais e a internet mudaram como as pessoas se relacionam nos últimos anos. Para o bem ou para o mal, essa mudança causa efeitos diretos e tangencias não somente nas relações pessoais, mas também nas de trabalho, nas de consumo e nos direitos fundamentais &#8211; individuais e coletivo. O Congresso dos EUA e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As redes sociais e a internet mudaram como as pessoas se relacionam nos últimos anos. Para o bem ou para o mal, essa mudança causa efeitos diretos e tangencias não somente nas relações pessoais, mas também nas de trabalho, nas de consumo e nos direitos fundamentais &#8211; individuais e coletivo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Congresso dos EUA e a União Europeia têm discutido como manter a internet livre de censura ao mesmo tempo que garante a proteção à privacidade e à individualidade de cada cidadão. Nesse sentido, deve ser preocupação de todos nós os rumos que a tecnologia toma e como é criada, modificada e mantida a legislação que a regula.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ana Paula Canto de Lima</strong> é advogada, especialista em Direto da Internet, mestranda pela UFRPE, escritora, palestrante, professora e colunista da Revista Paradigma Jurídico. Ao longo da sua carreira, publicou diversos artigos jurídicos e co-fundou fundador da Academia Brasileira de Ciências Criminais (ABCCRIM), onde é a atual presidente da Comissão de Crimes Cibernéticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na OAB de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, ela preside também a <strong>Comissão de Direito da Tecnologia e da Informação</strong>, além de atuar na <strong>Comissão de Prerrogativas e da Comissão de Defesa do Consumidor</strong>. Sua vasta experiência, lhe permite falar com propriedade sobre o<strong> Direito Digital</strong> e orientar ações que favoreçam a proteção dos nossos dados on-line a nossa privacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Dra. Ana Paula escolheu sua área de atuação aconteceu ainda na Faculdade. Quando estava escrevendo sua monografia sobre <strong>Direitos Autorais na Era Digital</strong>, ela teve sua Página do Facebook de poesias <br>com mais de 350 mil seguidores do <strong>hackeada</strong>. De uma hora para outra, ela se viu sem o seu primeiro cantinho na internet,  onde postava suas poesias e lia os comentários dos seus seguidores. A suspeita é que o &#8220;hacker&#8221; invadiu seu e-mail e, a partir, dele conseguiu alterar a senha do seu Facebook alterando. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse obstáculo, ela passou a se interessar ainda mais pela área e passou a observar com outros olhos, os riscos aos quais todos estão expostos na Internet. Meses após o sinistro, em 2015, Ana iniciou um projeto para levar as escolas públicas<strong> </strong>informações sobre <strong>internet segura</strong>, para que os <strong>jovens </strong>não se prejudiquem no seu futuro por seus atos na internet de hoje. O projeto, que desenvolve até hoje, tem o objetivo de incluir a <strong>educação digital nas escolas públicas</strong> e foi a partir daí que viu que poderia fazer diferença na vida das pessoas com suas palestras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ela já ter se estabelecido na área, como <strong>empreendedora </strong>que é, <br>Canto de Lima está sempre atenta ao mercado e avalia que muitos são os desafios enfrentados pelos jovens advogados (aquisição de clientes, empreendedorismo, conseguir dominar o PJE, aprender as tecnicidades da profissão, descobrir como se destacar em um mercado competitivo, decidir se vai prestar concurso). Para ela, primeiro é preciso estabelecer uma rede de relacionamentos e identificar sua área de atuação, para depois escolher uma especialização na área escolhida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Dra. Ana destaca ainda que conhecer as <strong>Prerrogativas da Advocacia</strong> é indispensável, bem como dominar o <strong>Código de Ética</strong>. O êxito que obteve em sua carreira deve-se ao fato de que além de saber cobrar pelos seus serviços e fazer parcerias, ela se mantém estudando e se associando a outras pessoas para a defesa dos direitos do cidadão brasileiro &#8211; como no caso da <strong>Academia Brasileira de Ciências Criminais </strong>&#8211; ABCCRIM. A ABCCRIM é uma instituição com fins culturais, sociais e de pesquisa, que busca a articulação de lideranças com foco no combate à corrupção, desenvolvimento sustentável e direitos humanos, promovendo de modo transdisciplinar bens jurídicos protegidos, através de suas comissões temáticas,  de forma a retirar a unilateralidade do direito penal, possibilitando o diálogo com vários ramos do conhecimento, visando aproximar profissionais, estudantes, empresas, governos, sociedade e instituições de ensino das Ciências Criminais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a doutra está ciente das principais discussões do direito digital e atuante diante dos desafios que apresentam. Dentre os temas mais quentes do momento, a<strong> Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</strong> figura entre os principais temas da atualidade juntamente com o debate acerca da regulamentação da <strong>Internet das Coisas (IoT – Internet of Things);</strong> a coleta de dados coletados por parte das redes sociais e as vulnerabilidades desse armazenamento; aspectos jurídicos do <strong>blockchain;</strong> <br>inteligência artificial; <strong>criptomoedas </strong>e os debates sobre regulamentação, sonegação, anonimato e tributação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segunda a Ana Paula, embora a <strong>LGPD </strong>ainda não esteja em vigor, ela já demonstrou que será uma importante ferramenta para a proteção dos dados sensíveis e da privacidade, pois é uma norma baseada em princípios, visando garantir proteção para os direitos dos cidadãos. Seu principal destaque é a clareza com que se refere à coleta de informações, seu armazenamento e, consequente, descarte.  O entendimento da União Europeia é o de que empresas que mantêm relacionamento com usuários da também devem se enquadrar nas exigências da GDPR (General Data Protection Regulation) regulamento <strong>EU 679/2016</strong>, que entrou em vigor em 25 de maio de 2018, sob pena de altas multas por descumprimento de suas diretrizes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afirma ainda que, o consentimento é o elemento essencial e ponto de partida para toda a atuação das instituições em relação aos dados dos usuários, o que será coletado, para que será utilizado e por quanto tempo. Seu entendimento é que esse &#8220;diálogo&#8221; com o usuário deve acontecer tanto nos casos de tratamento efetuado por órgãos públicos, quanto nos privados, de maneira que uma série de informações devem ser prestadas de forma clara ao usuário. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O consenso no meio jurídico é que o consentimento é um fator primordial na nova legislação, buscando minimizar os riscos envolvidos na coleta, tratamento e no eventual compartilhamento de dados, inclusive, no gerenciamento e descarte. Para doutora Ana, a <strong>LGPD </strong>é uma legislação de suma importância na era digital para proteção da privacidade e dos dados sensíveis dos usuários, contudo, já se percebe que trará grande mudança por parte das empresas e instituições para se adequarem à nova normatização, a legislação prevê ainda um conselho consultivo para eventuais ajustes, interpretações, estratégias e diretrizes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Que conhecer mais o trabalho de Ana Paula Canto de Lima, <a href="http://www.cantodelima.com.br">acesse o site do seu escritório</a> e  <a href="https://www.instagram.com/advogandocomana/" class="broken_link">visite seu perfil nas redes sociais</a> e acompanhe as novidades mais importantes do universo do Direito Digital. </p>
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