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	<title>Arquivos Unesp | Tecnoveste</title>
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		<title>Cassia Cestari Toia &#8211; Dentista brasileira na prática como qualificação acadêmica e prática profissional podem transformar um país, uma boca por vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suzanne Flagge]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 10:53:55 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/cassia.cestari/" class="broken_link">Cassia Cestari Toia</a> é cirurgiã-Dentista pelo Instituto de Ciência e Tecnologia,  especialista em Odontologia pela UNICAMP, mestre e doutora pela UNESP, mestre no exterior  pela IUPUI,  de Indiana, nos Estados Unidos e  doutora pela University of Iowa. Ela atua como professora Anhanguera Educacional, ministra aulas em cursos de aperfeiçoamento e especialização na área de Endodontia e Imagiologia e faz atendimentos clínicos em consultório particular. Confira sua história de vida:</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Sou Cassia Cestari Toia, 29 anos, natural de São Paulo, passei a infância e adolescência em Caraguatatuba, Litoral Norte de São Paulo e moro em São José dos Campos há quase 12 anos. Cirurgiã dentista, especialista em Endodontia, Mestre e Doutora na mesma área, defendi meu doutorado há menos de dois meses. Que loucura!</p>
<p>Uma semana após, ingressei numa universidade em São José dos Campos, onde atuo como professora em disciplinas laboratoriais e clínicas. Além disso, ministro aulas em cursos de aperfeiçoamento e especialização na área de Endodontia e Imagiologia e também realizo atendimentos clínicos. Sou comunicativa, organizada e entusiasta, talvez isso possa lhes fornecer muita informação a meu respeito nas linhas a seguir.</p>
<p>Parece engraçado, mas apesar de ter um pai dentista, demorei a me interessar pela área. Já quis Medicina, Arquitetura, e até mesmo Estudos Literários. Mas aos 17 anos, na época do vestibular decidi prestar Odontologia na Unesp de São José dos Campos. Mais engraçado ainda, é que entrei na faculdade já me imaginando na academia.</p>
<p>Desde que ingressei comecei a fazer monitorias e iniciação científica, onde fui contemplada com minha primeira bolsa Fapesp num estudo de anatomia. Até então, não conhecia a Endodontia e fiz monitoria em várias áreas, mas de fato, quando a conheci logo soube que seria minha ocupação principal. Mas por quê?</p>
<p>Isso, porque sempre fui muito “organizada”. E todos os pequenos instrumentais, as limas coloridas, além da organização e cautela que aquela área me requeria, me entusiasmavam cada vez mais. Uma das áreas mais difíceis da Odontologia, a Endodontia era sempre um desafio&#8230; Algo nada monótono e eu adorava desafios.</p>
<p>Hoje confesso que sou mais pacata. Além disso, a complexidade e relação “causa-efeito” e resposta do organismo dos pacientes frente ao tratamento eram fascinantes. No último ano, minha orientadora, ao observar minha dedicação, me convidou a acompanhar suas alunas de doutorado durante sua pesquisa clínica, e dali em diante tive certeza que iria encarar a Endodontia como minha vida e iria também cursar Mestrado na área. Da minha formatura até meu ingresso ao Mestrado tive um ano como aluna especial, uma vez que as provas eram a cada dois anos. Mas enquanto isso comecei algumas disciplinas, assim como a especialização.</p>
<p>No mestrado e doutorado, pude ter a oportunidade de realizar estudos clínicos, já que também era, e ainda sou, apaixonada pela prática clínica, e sempre pensei que deveria ser uma boa clínica, para me tornar uma boa professora, procurando também conciliar a pesquisa e todas as aplicações clínicas que as linhas de pesquisa das quais pude trabalhar influenciariam positivamente nos procedimentos realizados no consultório de inúmeros dentistas mundo à fora. E isso não mudou, e é até hoje o que mais me fascina: “como podemos aplicar a ciência ao nosso dia-a-dia, nos mínimos detalhes”.</p>
<p>A oportunidade de realizar ensaios clínicos sobre temas atuais, conciliando análises laboratoriais com enfoque microbiológico, assim como inflamatório, e a avaliação tomográfica dos casos estudados, de certa forma hoje me fazem uma profissional de referência.<b> </b>Mas além disso, a bagagem que ganhamos quando entramos na área acadêmica, não serve somente para “alimentar o currículo” ou “nosso ego”, mas principalmente, para sermos referência para nossos colegas, alunos e pacientes, que como no meu caso, nos confiam sua saúde.</p>
<p>Atualmente, a sociedade mudou, uma vez que a informação é passada de forma mais dinâmica a todos. O acesso à informação também mudou. Porém, infelizmente, com isso a “informação errada” também tem sido mais facilmente disseminada. E é aí que os cientistas, professores, educadores e referências em determinadas áreas devem entrar. Devemos trazer o “público” para perto de nós, fornecendo conhecimento de forma simplificada e acessível a todos.</p>
<p>Mudanças devem ocorrer, e por mais difícil que seja, acredito que nossa geração de cientistas está se preparando, ou melhor, já está preparada para atingir aos demais de forma séria, comprometida e honesta. Fico feliz em, de certa forma, poder de alguma forma contribuir com a divulgação da ciência. Meu objetivo hoje, é tornar a busca pelo conhecimento um prazer e não uma dificuldade.</p>
<p>Claro que nem tudo são flores, e que muito ainda devemos aprender e “lapidar”. Mas se ao final do dia, o sentimento é de dever cumprido, poderemos ter certeza que estamos no caminho certo. A academia tem muito a nos ensinar, não somente a como sermos cientistas, formadores de opiniões, e responsáveis pela disseminação do conhecimento, mas também mais compassivos e como podemos nos adaptar às mudanças.</p>
<p>Sabemos que aqui no Brasil, a ciência tem muito a crescer, mas não pela qualidade de nossos alunos, professores, e principalmente, cientistas, mas pelo sistema em si. A esperança é que isso mude, pois só quem realizou uma pesquisa ou parte dela no exterior, sabe o quanto o brasileiro é capaz de se adaptar, e o quanto o mesmo é proativo, criativo e resiliente, e isso de fato é o que me faz ter orgulho de fazer parte dessa galera!.</p>
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		<title>Mulher, cientista e disseminadora do seu conhecimento &#8211; A Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira acredita que divulgação científica é essencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 11:49:12 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-23618 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=300%2C225&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira.</p>
<p>Laudicéia Alves de Oliveira é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Doenças Tropicais, com ênfase em Bioquímica de macromoléculas, pela da Faculdade de Medicina de Botucatu &#8211; FMB &#8211; UNESP. Desenvolve projeto de pesquisa em prospecção de biomoléculas de toxinas de serpentes no Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos &#8211; CEVAP &#8211; UNESP. Possui experiência em química de proteínas, análises cromatográficas, análise protêomica e espectrometria de massas. Atualmente atua como pesquisadora principal a frente de um PIPE-FAPESP, na área de desenvolvimento de kits diagnósticos rápidos na área de acidentes por animais peçonhentos.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3>Primeira Pergunta &#8211; Quem é você?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Sou biomédica e aluna do Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais. Possuo interesse em toxinologia e desenvolvo projeto de doutorado em prospecção de efeitos biológicos de peptídeo do veneno de cascavel pela Faculdade de Medicina de Botucatu em parceria com o Instituto Butantan, Fiocruz e Universidad Nacional del Nordeste – Argentina”.</p>
<h3>Segunda Pergunta &#8211; O que te fez escolher ser cientista e, especificamente, a sua área de estudo?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Sempre fui uma criança questionadora. Ao descobrir que a ciência é de onde vem todas as respostas para as perguntas da humanidade me tornei fascinada pela pesquisa e principalmente por pesquisadores que fizeram a diferença na vida das pessoas através de descobertas em doenças negligenciadas, como por exemplo Oswaldo Cruz, Vital Brazil, que me influenciaram a dedicar minha vida acadêmica a prospectar melhorias para as doenças que afetam os menos favorecidos”.</p>
<h3>Terceira Pergunta &#8211; Como você vê a ciência no Brasil?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “O Brasil possui excelentes cientistas, porém infelizmente não há investimentos suficientes para que as pesquisas sejam feitas e mais pessoas se tornem cientistas, isso é o único problema, pois cada dia mais as pessoas têm se interessado por ciência”.</p>
<h3>Quarta Pergunta &#8211; Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “Acredito que o papel do cientista vai além de fazer pesquisa. O cientista também tem a missão de formar pessoas, popularizar a ciência e disseminar conhecimento, principalmente em tempos de fake news.</p>
<p><strong>Quinta Pergunta &#8211; Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?  </strong></p>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “É importante estudar muito sobre os temas de interesse para entender o caminho a ser trilhado, visto que Doenças Tropicais abrange uma gama gigantesca de linhas de pesquisa. Estágios são importantes, assim como participar de reuniões científicas e congressos”.</p>
<h3>Sexta Pergunta &#8211; Existem muitas pesquisadoras que já sofreram preconceito na academia por serem mulheres. Isso já aconteceu com você?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia –</strong> “Esse tipo de situação nunca aconteceu comigo diretamente, mas sabemos que apesar de haver um grande número de pesquisadoras o número de mulheres liderando altos cargos na academia ou sendo premiadas ainda são inferiores ao de pesquisadores. Ainda há um longo caminho para galgarmos, mas acredito que o futuro será igualitário, já que somos cientistas excelentes”.</p>
<h3>Sétima Pergunta &#8211; Você considera a divulgação científica um ponto chave da pesquisa ?</h3>
<p><strong>Resposta da Laudicéia &#8211;</strong> “A divulgação científica é essencial. Transformar o conhecimento em algo dinâmico e acessível é a forma mais genuína de devolver a população todo o investimento que foi feito em nossa formação, além de ser uma maneira de deixar a ciência menos elitizada”.</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p data-speechify-sentence="">Quer conhecer mais sobre o trabalho da Pesquisadora Laudicéia Alves de Oliveira: <a href="http://lattes.cnpq.br/6840943870049958">http://lattes.cnpq.br/6840943870049958</a></p>
<p data-speechify-sentence="">Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
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		<title>Como o contato com a natureza fez Juliana Evelyn Ribeiro da Silva se apaixonar pela biologia marinha, meio ambiente e conservação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 11:30:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da estudante Juliana Evelyn Ribeiro da Silva no Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;. Juliana Evelyn Ribeiro da Silva é estudante de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista &#8220;Júlio de Mesquita Filho&#8221;, no Campus de Bauru. É Coordenadora de Sociocultural do Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221; e integrante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/9791b423-1e57-4a3b-bbeb-72ed75b1402f-1.png?ssl=1"><br />
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<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho da estudante Juliana Evelyn Ribeiro da Silva no <a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link">Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;.</a></p>
<p>Juliana Evelyn Ribeiro da Silva é estudante de Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista &#8220;Júlio de Mesquita Filho&#8221;, no Campus de Bauru. É Coordenadora de Sociocultural do Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221; e integrante da Comissão de Recepção de Calouros em 2020. Se interessa pelas áreas de Zoologia, especificamente, Biologia Marinha relacionada ao tema de meio ambiente e conservação. Seu papel na coordenadoria de sociocultural é trazer mais entretenimento para os estudantes da área e mantê-los informados sobre assuntos que estão ligados à matéria e à formação acadêmica. Pretende se formar como licencianda e atuar tanto no campo, quanto na divulgação de informações, para que nosso futuro esteja ligado conscientemente à natureza.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3><strong>Primeira pergunta: </strong><strong>Quem é você ?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Sou uma mulher de 23 anos que ama fazer o que faz, estar em contato com a natureza, amigos e viajar. Venho de uma cidade do interior de São Paulo, chamada São José dos Campos, e lá aprendi muita coisa para realizar tudo o que estou conquistando hoje em dia. Além da área de biológicas, também gosto bastante da área de humanas e por isso quis fazer parte de algo que fosse me levar além das matérias da grade curricular, pois sempre procuro estar por dentro dos assuntos que me motivam a ser quem eu quero no futuro, entre outros.”</p>
<h3><strong>Segunda pergunta: O que te fez escolher ser cientista ? </strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Em conjunto com a área de humanas, eu sempre tive muita conectividade com biológicas, uma vez em uma excursão escolar para o <a href="http://www.cataventocultural.org.br/">Museu Catavento</a>, em São Paulo, eu me vi encantada por tudo que tinha lá exposto. Tomando mais gosto pelo lado da ciência, optei por escolher algo dentro dela e depois de um tempo, pesquisando, eu vi que realmente o que eu queria era estar em contato com a natureza e poder estudar mais a fundo todo o seu funcionamento. A escolha por me especificar em biologia marinha veio da paixão pela praia, mas também pela triste notícia de que esse ecossistema está sendo muito prejudicado com o avanço da humanidade, sendo assim, quero ser alguém que trabalhe para que isso mude.”</p>
<h3><strong>Terceira pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Desde pequena sempre tive muito contato com a natureza, além do incentivo de professores, durante minha formação escolar, que foi muito importante para a minha escolha. Meu apreço pela área de biologia marinha, meio ambiente e conservação, veio de documentários que assistia e amigos que, antes de mim, já estavam na área.</p>
<h3><strong>Quarta pergunta:  Quais conselhos você pode dar para quem deseja entrar na sua área do conhecimento?</strong></h3>
<p><strong>Resposta de Juliana: </strong>“Entendo bem que escolher uma profissão para o resto da vida não seja fácil e os caminhos que te levam até a certeza são aparentemente complicados, mas acho que desde cedo é se inteirar do assunto e buscar saber mais sobre. Se ela abrange várias áreas do conhecimento, se a universidade que você pretende cursar te oferece uma estrutura pra isso, e depois seguir em busca de um resultado promissor. Além disso, sempre procurar projetos e palestras que vão te aperfeiçoar mais ainda.”</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho da Juliana Evelyn Ribeiro da Silva não deixe de conhecer o<a href="https://cabiounespbauru.wixsite.com/cabio?fbclid=IwAR3fkCwSZ_I_LnbGCn4j8roVMrOyVy7eS7jpGfRcGi9rJGt2EhiZf8ZU3X0" class="broken_link"> Centro Acadêmico &#8220;Profª Anne Lígia Dokkedal&#8221;</a></p>
<p>Se você faz ciência/pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: <strong>entrevistas@tecnoveste.com.br</strong></p>
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		<title>MOOC &#8211; Massive Open Online Courses: o que são, para que servem e como funcionam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2016 11:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A internet abriu uma nova fronteira de possibilidades para o conhecimento. Atualmente é possível encontrar quase tudo na Wikipidia e o Youtube oferece uma gama muito diversa de informações. O conhecimento da academia, antigamente entrincheirado atrás dos bancos das universidades e protegidos por mensalidades e tuitions que nem todo mundo pode pagar, hoje em dia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A internet abriu uma nova fronteira de possibilidades para o conhecimento. Atualmente é possível encontrar quase tudo na Wikipidia e o Youtube oferece uma gama muito diversa de informações.</p>
<p>O conhecimento da academia, antigamente entrincheirado atrás dos bancos das universidades e protegidos por mensalidades e tuitions que nem todo mundo pode pagar, hoje em dia, tornaram-se acessíveis por meio dos Massive Open Online Courses.</p>
<p>Massive Open Online Courses (MOOC) são cursos a título gratuito apresentados online com a capacidade de qualificar uma grande quantidade de pessoas. Eles se tornaram possíveis graças à iniciativa de grandes universidades e startups.</p>
<p>Coursera, Codecademy, Khan Academy, MeSalva, Udemy, Calcule Mais, Veduca e muitas outras iniciativas tem ajudado a pessoas a terem maior acesso ao conhecimento de alto nível.</p>
<p>Leia no <a href="http://blogs.correiobraziliense.com.br/tecnoveste/video-aulas-gratuitas-pra-concurso-qualidade-conforte-e-respeito-aos-direitos-autorais/" target="_blank" class="broken_link">blog to Tecnoveste no Correio Braziliense o post completo</a> sobre come estudar através dos MOOCs.</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/mooc-massive-open-online-courses-o-que-sao-para-que-servem-e-como-funcionam/">MOOC &#8211; Massive Open Online Courses: o que são, para que servem e como funcionam</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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