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	<title>Arquivos Versos | Tecnoveste</title>
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	<title>Arquivos Versos | Tecnoveste</title>
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		<title>Elogio à loucura: reflexões sobre a loucura e a ficção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 09:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Livros & Leitura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No cinema para a vida No dia 03 de outubro deste ano, foi lançado o filme Joker (Coringa). De acordo com o site AdoroCinema, o filme levou nota 5,0 nas críticas, para os usuários, o filme mereceu uma nota de 4,5 e a imprensa 4,2. A média crítica do filme pode ser considerada elevada, com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>No cinema para a vida</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">No dia 03 de outubro deste ano, foi lançado o filme Joker (Coringa). De acordo com o site</span><a href="http://www.adorocinema.com/filmes/filme-258374/"> <span style="font-weight: 400">AdoroCinema</span></a><span style="font-weight: 400">, o filme levou nota 5,0 nas críticas, para os usuários, o filme mereceu uma nota de 4,5 e a imprensa 4,2. A média crítica do filme pode ser considerada elevada, com toda certeza. Mas o que iremos analisar é algo bem diferente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É possível que um personagem se transforme em um ser na vida real? A loucura tratada é ficcional ou é real?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Admito que não sei nada sobre patologias da mente &#8211; a quem se interessar, indico um artigo que trata sobre o livro </span><a href="http://www.scielo.br/pdf/trends/v33n3/a09v33n3.pdf" class="broken_link"><span style="font-weight: 400">Cinema e Loucura</span></a><span style="font-weight: 400"> ou no cinema brasileiro, que há um artigo muito bom sobre </span><a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1983-60072008000200008"><span style="font-weight: 400">Representações Imagéticas no Cinema Brasileiro</span></a><span style="font-weight: 400">. Não sou psicólogo e acredito não ter tal perícia para opinar, quem diria para escrever sobre. Tratarei sobre a teoria do personagem e suas loucuras.</span></p>
<h3><b>Louco, louco e louco</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Diversos personagens na ficção são loucos. O que se entende por loucura é, na verdade, uma marginalização do que é considerado normal, do que a sociedade regula ser, na verdade. Dependendo de como e quem analisa a obra em questão, haverá muitos detalhes, como quando citado Jean Claude-Carrière no livro Literatura e Cinema (2007, vol. 1), da coletânea</span><span style="font-weight: 400"> Mistérios da Criação Literária, de José Domingos de Brito (Org.).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Compreende-se assim que, qualquer pessoa que faça algo que não é aceito pela sociedade, é louca. De certo modo, eles têm razão. Por outro lado, entender quão complexo é esse raciocínio também é um movimento necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em o célebre livro de Lewis Carroll, </span><i><span style="font-weight: 400">Alice no país das maravilhas</span></i><span style="font-weight: 400">, encontramos diversos exemplos de personagens ficcionais que possuem traços de loucura &#8211; isso para não dizer completamente loucos -, ou que possuem em seus nomes, o adjetivo louco ou maluco, como o Chapeleiro Maluco.</span></p>
<h3><b>Ser e Estar, eis a questão&#8230;</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O processo ficcional é colaborativo e instigante. Não é possível criar um personagem do zero. O que se pode fazer é se inspirar em um &#8211; ou vários &#8211; já existentes. A completa inovação é difícil e teoricamente impossível &#8211; algo que muitas vezes não acontece na prática, já que temos diversos escritores inovando em diversos pontos de suas narrativas e ficções -, no entanto, trataremos de algo bem mais filosófico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ser ficcional, paradoxalmente, existe nas entrelinhas. Ele </span><b>é</b><span style="font-weight: 400"> apenas no papel, onde </span><b>está</b><span style="font-weight: 400"> situado. Em línguas onde os verbos </span><i><span style="font-weight: 400">ser</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">estar</span></i><span style="font-weight: 400"> significam coisas diferentes, estando separados &#8211; no inglês eles são o mesmo, </span><i><span style="font-weight: 400">verb to be</span></i><span style="font-weight: 400">, que através do contexto, sabe-se qual é qual -, pode-se entender que, o indivíduo pode </span><b>ser</b><span style="font-weight: 400"> sem </span><b>estar</b><span style="font-weight: 400">? E o contrário, </span><b>estar</b><span style="font-weight: 400"> sem </span><b>ser</b><span style="font-weight: 400">, é possível?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Bem, é confuso, eu sei. Mas imagine-se comigo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu existo independentemente de estar? Sim, certo?</span><span style="font-weight: 400"><br />
</span><span style="font-weight: 400">Eu consigo existir no meu quarto, enquanto outras pessoas existem em outro lugar, o que não significa que eu precise estar onde elas estão para existir (para ser).</span><span style="font-weight: 400"><br />
</span><span style="font-weight: 400">Logo, o verbo </span><b>ser</b><span style="font-weight: 400"> está atrelado ao verbo </span><b>existir</b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já é possível estar se não existe? Por exemplo, é possível uma galinha de 20 olhos, 7 cabeças e 1 ouvido estar na sua sala? Bem, até seria possível, se ela existisse. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um verbo independe do outro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já que entendemos isso, passamos ao cinema e aos livros.</span></p>
<h3><b>Cinema, livros e ficção</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Nos livros, novamente, nos baseamos em algo que já existe, ou seja, vemos ou pensamos e depois escrevemos. No cinema, mais ainda, nos baseamos em outros filmes, livros, músicas e etc… Ou seja, nos baseamos nas produções já existentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ser ou indivíduo louco é tão importante na história que uma das cartas mais significativas do tarot é “o louco”, uma das 78 cartas e o vigésimo segundo Arcano Maior &#8211; nome dado ao conjunto principal das 22 cartas que compõem o grupo do tarot, diferenciando-se das menores -, isso significa que se para a prática esotérica e mística essa figura é importante, imagine para a ficção, em si. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já que a ficção se apropria de inúmeras figuras místicas e de práticas de nosso imaginário. Isso passa a significar uma verdade, logo, o imagético se transforma em real em nossas mentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa é a grande importância do imaginário para os livros, cinema e para a ficção, já que sem o imaginário, não teríamos esse conteúdo tão amplo para decorrer &#8211; tendo mais interesse, sugiro o artigo <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Elogio-à-loucura_-reflexões-sobre-os-personagens-do-livro-“Alice-no-país-das-maravilhas”-de-Lewis-Carroll.pdf">Elogio à loucura</a>.</span></p>
<h3><b>Que loucuras lerei?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Eis aqui algumas poucas reflexões sobre a loucura na ficção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, ao ler um bom livro sobre a loucura ou algo ficcional, saiba dessas boas novas.</span></p>
<hr />
<p style="text-align: left">Por <a href="https://www.flow.page/rosemberg">Pedro Rosemberg</a></p>
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		<title>Contos de um jovem escritor &#8211; Mãos Calejadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos V.Z Kaymond]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Sep 2019 19:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prometi à mim mesmo que não iria fazer isto novamente. Senti em minha pele os arrepios que aquela misteriosa floresta causava. As árvores eram separadas umas das outras, de maneira que parecesse que foram plantadas umas longes das outras intencionalmente. A nevoa estava densa, tão densa que não conseguia enxergar metros à minha frente, mas não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Prometi à mim mesmo que não iria fazer isto novamente. Senti em minha pele os arrepios que aquela misteriosa floresta causava. As árvores<span class="text_exposed_show"> eram separadas umas das outras, de maneira que parecesse que foram plantadas umas longes das outras intencionalmente.<br />
A nevoa estava densa, tão densa que não conseguia enxergar metros à minha frente, mas não queria saber de nada, apenas queria cumprir minha missão.<br />
Dedos calejados, rosto enrugado, pele pálida, demonstravam o quanto tenho feito isso ao decorrer dos anos, ninguém se dispõe de fazer este trabalho, todos têm medo de fazê-lo.<br />
Em todos esses anos, nunca me encontrei com eles, apenas fazia o que me mandavam, eram exigentes mas não queria saber, só queria meu pagamento. Um pagamento no qual aqueles que não fazem este trabalho não têm esse privilégio.<br />
Que privilégio? Você me pergunta, eu te responde; sobreviver, como assim? aqueles que não realizam este trabalho, são levados por eles, suas famílias, conhecidos e até mesmo suas próprias casas inteiras, são levadas por eles.<br />
Me pergunto, o porquê de nenhum deles querer fazer este trabalho, eu o faço sozinho, será que eles têm medo da floresta? ou será da neblina? Só sei que mesmo com medo, eu o fazia.<br />
Os corpos eram pesados, carregá-los de um lado da floresta para o outro me causava muitos calos. Os seres do outro lado não mantinham mais o contado com aqueles que estão deste lado, apenas eu faço esse contato entre os dois lados. Muitos me chamam de diferentes nomes, cada lado me chama de um nome. Meus braços estavam cansados de fazer este serviço, antes eu o fazia através de um barco, mas os seres daquele lado acabaram com o lago que aqui havia, agora o faço à pé.<br />
Prometi à mim mesmo que não faria este serviço novamente, mas quem iria carregar estas pobres almas ao além?</span></em></p></blockquote>
<div class="text_exposed_show">
<blockquote><p><em><strong>&#8211; MVZ Kaymond</strong> </em></p></blockquote>
<p>Este é mais um conto de MVZ Kaymond, produtor de conteúdos da tecnoveste e um jovem e iniciante escritor. Para saber mais sobre textos, contos e projetos seus, visite sua página do facebook (<a href="https://www.facebook.com/contosdimensionais">clique aqui</a>).</p>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
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