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	<title>Arquivos visão | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos visão | Tecnoveste</title>
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		<title>Mark Zuckerberg discute o Futuro da Tecnologia e Revela Insights de Empreendedorismo em Entrevista no Youtube</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Augusta Bonnet]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 10:32:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta entrevista exclusiva concedida ao canal do Youtube Morning Brew Daily, Mark Zuckerberg, compartilhou com os entrevistadores Neal e Toby seus insights sobre o futuro da tecnologia, abordando uma variedade de tópicos que vão desde o lançamento do Apple Vision Pro até a ética da inteligência artificial. Mark Zuckerberg, o CEO do Meta, tem sido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta entrevista exclusiva concedida ao canal do Youtube <a href="https://www.youtube.com/@MorningBrewDailyShow">Morning Brew Daily</a>, <a href="https://www.isntagram.com/mark" class="broken_link">Mark Zuckerberg</a>, compartilhou com os entrevistadores Neal e Toby seus insights sobre o futuro da tecnologia, abordando uma variedade de tópicos que vão desde o lançamento do Apple Vision Pro até a ética da inteligência artificial.</p>
<p>Mark Zuckerberg, o CEO do Meta, tem sido uma figura icônica no mundo da tecnologia há mais de duas décadas. Sua jornada de liderança evoluiu desde os primeiros dias de <strong>&#8220;apenas um monte de crianças correndo por aí, construindo coisas que achávamos legais&#8221;</strong>, até a gestão de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Comparável a outros visionários como Evan Spiegel, do Snapchat, e Elon Musk, da Tesla, Zuckerberg destaca-se por sua abordagem única.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Mark Empresário e Gestor</h3>
<p>Ao longo dos anos, Zuckerberg passou por uma transformação significativa em sua abordagem de gestão. Inicialmente, ele admitiu que &#8220;não sabia nada sobre construir uma empresa&#8221;, pois seu objetivo inicial não era iniciar um negócio, mas sim criar algo que achava fascinante. No entanto, à medida que o Facebook cresceu, ele foi forçado a aprender e crescer com a empresa, contando com mentores como <a href="https://www.linkedin.com/in/sheryl-sandberg-5126652">Sheryl Sandberg</a> para orientá-lo no caminho da liderança eficaz.</p>
<p>Atualmente, Zuckerberg lidera uma equipe de veteranos e amigos de longa data, como <a href="https://www.instagram.com/chriscoxofficial/" class="broken_link">Chris Cox</a> e <a href="https://about.meta.com/media-gallery/executives/andrew-boz-bosworth/">Andrew Bosworth</a>, que estiveram com ele desde os primeiros dias na empresa. Essa dinâmica de equipe, cultivada ao longo de décadas de experiência compartilhada e desafios superados juntos, é o cerne da abordagem da sua liderança.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu não acredito muito em delegar. Acho que a maneira como um fundador deve trabalhar é basicamente tomar o máximo de decisões possível.&#8221;</p></blockquote>
<p>Além disso, ele discutiu sua visão sobre os modelos de negócios abertos e fechados, destacando a abordagem do Meta em ser mais aberto e orientado para parcerias em contraste com a abordagem da Apple de integração de produtos. Ele expressou confiança na capacidade do Meta de competir e inovar nesse espaço. Essa abordagem hands-on pode parecer incomum para alguns, mas para Zuckerberg, é fundamental para manter-se envolvido e direcionar o rumo da empresa que ele construiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Tecnologias Vestíveis (realidade aumentada)</h3>
<p>Na entrevista, Zuckerberg explicou sua decisão de fazer um vídeo comparando o Apple Vision Pro com o Quest 3 do Meta. Ele destacou a importância de desafiar a noção de que um produto mais caro automaticamente oferece uma qualidade superior, enfatizando o valor e a qualidade do produto do Meta em comparação com o Vision Pro da Apple.</p>
<p>Quando questionado sobre se o Meta se beneficia do &#8220;efeito halo&#8221; da Apple ao entrar no mercado de headsets, ele reconheceu a importância da concorrência saudável e afirmou que a entrada da Apple nesse espaço impulsiona a conversa sobre headsets de realidade virtual, potencialmente beneficiando o Meta no processo.</p>
<p>O CEO do Meta compartilhou sua visão sobre o futuro dos óculos inteligentes, enfatizando o potencial de tornar a computação mais imersiva e socialmente envolvente. Ele destacou o papel dos óculos como o próximo dispositivo móvel dominante e enfatizou a importância da integração social na experiência do usuário.</p>
<p>Apesar das mudanças de foco na indústria, Mark reafirmou o compromisso do Meta com o desenvolvimento do metaverso e da inteligência artificial. Ele enfatizou os investimentos significativos da empresa nessas áreas e sua determinação em alcançar seu pleno potencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Vida Pessoal e Saúde Mental</h3>
<p>Em sua vida pessoal, Mark cultiva hobbies incomuns, como artes marciais mistas, pilotagem de helicópteros e até mesmo a criação de gado. Isso pode parecer para uns como distração, mas na verdade é a maneira que ele encontrou para recarregar suas energias emocionais e cuidar da sua saúde física.</p>
<p>Além disso, o CEO da Meta também aborda questões de branding e futuro, como o metaverso, afirmando que &#8220;quando o espaço do metaverso aquece um pouco, as pessoas tentam chamá-lo de coisas diferentes porque querem adotar nossa marca&#8221;. Sua visão expansiva e sua capacidade de antecipar tendências futuras são características que o distinguem como um líder inovador.</p>
<p>O empresário compartilhou insights sobre seu estilo de gerenciamento e seus interesses pessoais, destacando sua paixão pela competição e pelo desenvolvimento de produtos inovadores. Sua dedicação à reabilitação do joelho para voltar às artes marciais reflete sua determinação em enfrentar desafios, tanto pessoais quanto profissionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O Facebook e o Futuro da Inteligência Artificial</h3>
<p>Ele também discutiu recentemente sobre o futuro da inteligência artificial (IA) e os desafios que cercam seu desenvolvimento. Abordou a proposta de Sam Altman de levantar trilhões de dólares para construir uma infraestrutura semicondutora para sistemas de IA.</p>
<p>O criador do Facebook reconheceu a escala gigantesca desse plano, mas não opinou diretamente sobre sua necessidade, destacando, no entanto, a crescente demanda por poder computacional à medida que os modelos de IA se tornam mais complexos.</p>
<p>Em relação à escalabilidade dos sistemas de IA, Zuckerberg observou a tendência de empresas construírem clusters de treinamento cada vez maiores, requerendo recursos computacionais significativos. Ele antecipou a necessidade de produzir um grande número de chips para sustentar o desenvolvimento da IA.</p>
<p>Ele também abordou considerações filosóficas sobre o impacto da IA na humanidade, alinhando-se à perspectiva de que é crucial impedir que uma organização se torne significativamente mais avançada do que outras.</p>
<p>Enfatizou a importância da abordagem de código aberto para a IA, argumentando que isso evita a concentração de poder e garante acesso e segurança mais amplos, contrastando a abordagem do Facebook, que se concentra em modelos e ferramentas de código aberto, com outras empresas que possuem modelos proprietários devido aos seus modelos de negócios.</p>
<p>Quanto ao impacto da IA no mercado de trabalho, Markinho expressou otimismo sobre seu potencial de permitir que as pessoas busquem trabalhos mais gratificantes a longo prazo. No entanto, ele reconheceu que certos empregos podem ser transformados ou automatizados, mas acredita na capacidade de adaptação e criatividade humana para criar novas oportunidades.</p>
<p>Ao abordar as demissões em algumas empresas, Zuckerberg atribuiu essas a fatores como <em>superconstrução</em> e reorganização estratégica, em vez de apenas aos avanços da IA. Ele observou que algumas demissões podem ser influenciadas pelas mudanças de foco das empresas em direção às tecnologias de IA.</p>
<p>Ele destacou o potencial de tecnologias alimentadas por IA, como os óculos Ray-Ban e interfaces neurais, para revolucionar diversos aspectos da vida cotidiana, desde acesso à informação até métodos de comunicação. Ele ressaltou a importância de considerações éticas, colaboração aberta e implementação responsável ao lidar com a IA.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu acho que isso vai fazer muito mais bem do que mal, e os maiores danos são basicamente ter o sistema não amplamente ou uniformemente distribuído ou não suficientemente fortificado&#8221;.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo da entrevista, Mark Zuckerberg ofereceu uma visão perspicaz sobre o futuro da tecnologia e o papel do Meta nesse cenário em constante evolução. Sua abordagem franca e comprometimento com a inovação deixaram claro que o Meta está posicionado para liderar a próxima onda de avanços tecnológicos.</p>
<p>Sua jornada como líder empresarial e empreendedor é marcada por aprendizado contínuo, adaptação e um compromisso inabalável com a inovação. Como ele próprio afirma, <strong>&#8220;as pessoas tentam chamar [o metaverso] de diferentes coisas, mas no final do dia, é sobre o que estamos construindo aqui&#8221;</strong>.</p>
<p>Convidamos vocês a retornarem ao Tecnoveste na semana que vem para mais reportagens como esta, que exploram os rumos da tecnologia e os líderes que estão moldando o futuro.</p>
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		<title>Elogio à loucura: reflexões sobre a loucura e a ficção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rosemberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 09:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No cinema para a vida No dia 03 de outubro deste ano, foi lançado o filme Joker (Coringa). De acordo com o site AdoroCinema, o filme levou nota 5,0 nas críticas, para os usuários, o filme mereceu uma nota de 4,5 e a imprensa 4,2. A média crítica do filme pode ser considerada elevada, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>No cinema para a vida</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">No dia 03 de outubro deste ano, foi lançado o filme Joker (Coringa). De acordo com o site</span><a href="http://www.adorocinema.com/filmes/filme-258374/"> <span style="font-weight: 400">AdoroCinema</span></a><span style="font-weight: 400">, o filme levou nota 5,0 nas críticas, para os usuários, o filme mereceu uma nota de 4,5 e a imprensa 4,2. A média crítica do filme pode ser considerada elevada, com toda certeza. Mas o que iremos analisar é algo bem diferente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">É possível que um personagem se transforme em um ser na vida real? A loucura tratada é ficcional ou é real?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Admito que não sei nada sobre patologias da mente &#8211; a quem se interessar, indico um artigo que trata sobre o livro </span><a href="http://www.scielo.br/pdf/trends/v33n3/a09v33n3.pdf"><span style="font-weight: 400">Cinema e Loucura</span></a><span style="font-weight: 400"> ou no cinema brasileiro, que há um artigo muito bom sobre </span><a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1983-60072008000200008"><span style="font-weight: 400">Representações Imagéticas no Cinema Brasileiro</span></a><span style="font-weight: 400">. Não sou psicólogo e acredito não ter tal perícia para opinar, quem diria para escrever sobre. Tratarei sobre a teoria do personagem e suas loucuras.</span></p>
<h3><b>Louco, louco e louco</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Diversos personagens na ficção são loucos. O que se entende por loucura é, na verdade, uma marginalização do que é considerado normal, do que a sociedade regula ser, na verdade. Dependendo de como e quem analisa a obra em questão, haverá muitos detalhes, como quando citado Jean Claude-Carrière no livro Literatura e Cinema (2007, vol. 1), da coletânea</span><span style="font-weight: 400"> Mistérios da Criação Literária, de José Domingos de Brito (Org.).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Compreende-se assim que, qualquer pessoa que faça algo que não é aceito pela sociedade, é louca. De certo modo, eles têm razão. Por outro lado, entender quão complexo é esse raciocínio também é um movimento necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em o célebre livro de Lewis Carroll, </span><i><span style="font-weight: 400">Alice no país das maravilhas</span></i><span style="font-weight: 400">, encontramos diversos exemplos de personagens ficcionais que possuem traços de loucura &#8211; isso para não dizer completamente loucos -, ou que possuem em seus nomes, o adjetivo louco ou maluco, como o Chapeleiro Maluco.</span></p>
<h3><b>Ser e Estar, eis a questão&#8230;</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O processo ficcional é colaborativo e instigante. Não é possível criar um personagem do zero. O que se pode fazer é se inspirar em um &#8211; ou vários &#8211; já existentes. A completa inovação é difícil e teoricamente impossível &#8211; algo que muitas vezes não acontece na prática, já que temos diversos escritores inovando em diversos pontos de suas narrativas e ficções -, no entanto, trataremos de algo bem mais filosófico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ser ficcional, paradoxalmente, existe nas entrelinhas. Ele </span><b>é</b><span style="font-weight: 400"> apenas no papel, onde </span><b>está</b><span style="font-weight: 400"> situado. Em línguas onde os verbos </span><i><span style="font-weight: 400">ser</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">estar</span></i><span style="font-weight: 400"> significam coisas diferentes, estando separados &#8211; no inglês eles são o mesmo, </span><i><span style="font-weight: 400">verb to be</span></i><span style="font-weight: 400">, que através do contexto, sabe-se qual é qual -, pode-se entender que, o indivíduo pode </span><b>ser</b><span style="font-weight: 400"> sem </span><b>estar</b><span style="font-weight: 400">? E o contrário, </span><b>estar</b><span style="font-weight: 400"> sem </span><b>ser</b><span style="font-weight: 400">, é possível?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Bem, é confuso, eu sei. Mas imagine-se comigo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eu existo independentemente de estar? Sim, certo?</span><span style="font-weight: 400"><br />
</span><span style="font-weight: 400">Eu consigo existir no meu quarto, enquanto outras pessoas existem em outro lugar, o que não significa que eu precise estar onde elas estão para existir (para ser).</span><span style="font-weight: 400"><br />
</span><span style="font-weight: 400">Logo, o verbo </span><b>ser</b><span style="font-weight: 400"> está atrelado ao verbo </span><b>existir</b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já é possível estar se não existe? Por exemplo, é possível uma galinha de 20 olhos, 7 cabeças e 1 ouvido estar na sua sala? Bem, até seria possível, se ela existisse. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um verbo independe do outro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já que entendemos isso, passamos ao cinema e aos livros.</span></p>
<h3><b>Cinema, livros e ficção</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Nos livros, novamente, nos baseamos em algo que já existe, ou seja, vemos ou pensamos e depois escrevemos. No cinema, mais ainda, nos baseamos em outros filmes, livros, músicas e etc… Ou seja, nos baseamos nas produções já existentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ser ou indivíduo louco é tão importante na história que uma das cartas mais significativas do tarot é “o louco”, uma das 78 cartas e o vigésimo segundo Arcano Maior &#8211; nome dado ao conjunto principal das 22 cartas que compõem o grupo do tarot, diferenciando-se das menores -, isso significa que se para a prática esotérica e mística essa figura é importante, imagine para a ficção, em si. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já que a ficção se apropria de inúmeras figuras místicas e de práticas de nosso imaginário. Isso passa a significar uma verdade, logo, o imagético se transforma em real em nossas mentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa é a grande importância do imaginário para os livros, cinema e para a ficção, já que sem o imaginário, não teríamos esse conteúdo tão amplo para decorrer &#8211; tendo mais interesse, sugiro o artigo <a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Elogio-à-loucura_-reflexões-sobre-os-personagens-do-livro-“Alice-no-país-das-maravilhas”-de-Lewis-Carroll.pdf">Elogio à loucura</a>.</span></p>
<h3><b>Que loucuras lerei?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Eis aqui algumas poucas reflexões sobre a loucura na ficção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, ao ler um bom livro sobre a loucura ou algo ficcional, saiba dessas boas novas.</span></p>
<hr />
<p style="text-align: left">Por <a href="https://www.flow.page/rosemberg">Pedro Rosemberg</a></p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/elogio-a-loucura-reflexoes-sobre-a-loucura-e-a-ficcao/">Elogio à loucura: reflexões sobre a loucura e a ficção</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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