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	<title>Arquivos animais | Tecnoveste</title>
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	<description>Notícias de tecnologia, ciência, empreendedorismo e cultura digital</description>
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	<title>Arquivos animais | Tecnoveste</title>
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		<title>O bumbum multicolorido do Mandril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 20:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escutei falar pela primeira vez do mandril em uma música do grupo Blitz, lá nos anos 80: &#8220;Só que um dia Eva sorriu Para um macaco mandril Adão montou numa zebra E se mandou pro Brasil&#8221; &#160; O mandril é uma espécie de macaco que vive na África Central, em países como Camarões e Congo. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escutei falar pela primeira vez do mandril em uma música do grupo Blitz, lá nos anos 80:</p>
<p>&#8220;Só que um dia Eva sorriu<br />
Para um macaco mandril<br />
Adão montou numa zebra<br />
E se mandou pro Brasil&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mandril é uma espécie de macaco que vive na África Central, em países como Camarões e Congo. São macacos de porte médio, atingindo 1 metro e podendo viver até 25 anos na natureza e 40 anos no cativeiro. Vivem em bandos nas florestas tropicais e são conhecidos por uma particularidade: um bumbum multicolorido!</p>
<p>As cores são determinantes para a organização hierárquica dos bandos de mandris. E detalhe: essas cores só ocorrem nos machos. O desenvolvimento das cores parece estar ligado à testosterona. Além disso, a questão das cores define a estratificação de quem manda sexualmente no grupo. Quanto mais colorido, maior é a paternidade do mandril. O chamado macho alfa tem até 70% de paternidade no bando e é o mais colorido de todos. Pode parecer pouco, mas há grupos formados por mais de 1.000 indivíduos. Aliás, depois dos seres humanos, são os primatas com maior grupo da mesma espécie já visualizado. Os jovens têm bumbuns incolores, assim como as fêmeas.</p>
<p>Mas para quê serve um bumbum cheio de cores?</p>
<p>A presença de cores extravagantes, em um floresta quase sempre verde, de fato chama muita a atenção. Quando isso acontece na natureza, muitos animais se garantem porque são tóxicos; neste caso, as cores seriam uma advertência para os inimigos. Mas não é o caso dos mandris. Cores poderiam ao contrário significar chamar a atenção gratuitamente de predadores, mas é por isso que elas não são predominantemente frontais, ficando outrossim nas nádegas desses macacos. Poderia ser para chamar a atenção das fêmeas, mas na verdade a tese é de que chama a atenção de todo o grupo! Sim! O traseiro colorido guia todos os movimentos do bando, como um totem organizando a peregrinação. Dessa forma, o grande macho vai na frente do grupo, atraindo os olhares obedientes, sinalizando todos com suas cores carnavalescas, o bloco seguindo, sem perder o compasso, desfilando pela selva com seu abre-alas exclamativo.</p>
<p>Foi aí a inspiração da Blitz: até Eva rendeu sua atenção !</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O sapo ouve?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MARCELLO LASNEAUX]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 22:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para ouvir pressupõe-se a presença das orelhas, ou dos ouvidos, como queiram. Ao olhar para um sapo, macho ou fêmea, percebe-se logo que elas (as orelhas!) estão aparentemente ausentes. Mas não se precipite! Você sabia que você que está lendo este texto aqui tem seis orelhas (pode chamar de ouvidos, mas o termo anatomicamente melhor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para ouvir pressupõe-se a presença das orelhas, ou dos ouvidos, como queiram. Ao olhar para um sapo, macho ou fêmea, percebe-se logo que elas (as orelhas!) estão aparentemente ausentes. Mas não se precipite!</p>
<p>Você sabia que você que está lendo este texto aqui tem seis orelhas (pode chamar de ouvidos, mas o termo anatomicamente melhor é orelha mesmo)? Três de cada lado! Pois é. De cada lado, temos três orelhas: a externa (aquela que chamamos popularmente de orelha), a média e a interna. A orelha externa é formada pelo pavilhão auditivo (aquela parte que seu cão levanta e abaixa entre atenção e submissão) e o canal auditivo (o canal do cotonete). Esta parte das orelhas é a única que o sapo não tem.</p>
<p>O tímpano do sapo está praticamente externo, voltado para o meio ambiente, às vezes protegido por pele. Sua função é a de amplificar o som e transmiti-lo para a orelha interna com a ajuda de um ossículo chamado de columeia (nós temos ossinhos nessa região &#8211; o martelo, a bigorna e o estribo, este último, o menor osso humano!).</p>
<p>Sim, o sapo ouve!</p>
<p>Minha gente! Mas é claro que ouve! Se não, por que cantaria? O coaxar do sapo, especialmente na estação chuvosa, é antes de tudo um cantarolar sedutor de um macho pela fêmea de sua espécie. É assim que a lagoa se torna uma primavera nada silenciosa, acalorada de várias serenatas intraespecíficas, cercada de diversos &#8220;tons e miltons geniais&#8221;, regados de volúpia e muita seleção natural!</p>
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		<title>Médico veterinário, cientista e incentivador da divulgação científica &#8211; Atualmente o Dielson da Silva Vieira colabora com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Gomes de Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 11:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho do Pesquisador e Dr. Dielson da Silva Vieira. Veja como foi nosso bate-papo: Primeira pergunta: Quem é você? Resposta de Dielson – “Meu nome é Dielson Vieira, sou , Cientista, e apaixonado por uma ciência aplicada e colaborativa. Me interesso pelas áreas de tecnologias ômicas, doenças infecciosas e produção [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil-2/">Médico veterinário, cientista e incentivador da divulgação científica &#8211; Atualmente o Dielson da Silva Vieira colabora com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-23303 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781.jpg?resize=225%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="225" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=769%2C1024&amp;ssl=1 769w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=768%2C1022&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?resize=1154%2C1536&amp;ssl=1 1154w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2021/03/IMG_3781-rotated.jpg?w=1160&amp;ssl=1 1160w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a></p>
<p>Esse mês, vamos conhecer o trabalho do Pesquisador e Dr. Dielson da Silva Vieira.</p>
<p>Veja como foi nosso bate-papo:</p>
<h3>Primeira pergunta: Quem é você?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “Meu nome é Dielson Vieira, sou , Cientista, e apaixonado por uma ciência aplicada e colaborativa. Me interesso pelas áreas de tecnologias ômicas, doenças infecciosas e produção animal. Atualmente colaboro com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos, na busca de contribuir com uma ciência de qualidade e informações que ajudem a melhorar nossas vidas e a dos animais”.</p>
<h3>Segunda pergunta: Como começou a paixão pelo que você estuda?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “Desde que descobri a ciência e suas aplicações, um novo mundo se abriu pra mim. Antes de começar meu curso de graduação nunca havia imaginado a inúmeras facetas do saber. Antes do fim do meu mestrado descobri sobre a proteômica, e sobre o tipo de respostas aos estudos genômicos já existentes eu poderia ter caso seguisse esse rumo. Não contente com a proteômica, decidi seguir estudos com metabolômica, e assim, outras tecnologias foram sendo adicionadas a minha lista de complexidades a serem aprendidas. Com a ajuda de especialistas na área e cursos ofertados por Universidades de renome fui cada vez mais me especializando, e me sentindo mais confiante no delineamento, gerenciamento e execução de estudos na área.</p>
<h3>Terceira pergunta: Como você vê a ciência fora do Brasil?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “A ciência fora do Brasil é de grande qualidade, porém muito desafiadora também. Tive a oportunidade de realizar um Estágio de Doutorado na <a href="https://www.unl.edu/">University of Nebraska-Lincoln</a> (UNL), na <a href="https://biotech.unl.edu/proteomics-and-metabolomics">Core Facilities de Proteômica e Metabolômica do Departamento de Bioquímica</a>. Assim como pude aprender sobre extração e validação de exossomos do leite no laboratório do <a href="https://cehs.unl.edu/nhs/faculty/janos-zempleni/" class="broken_link">Dr. Janos Zempleni</a> do Departamento de Nutrição também da UNL. Estando exposto a esses ambientes percebi um grande mar de possibilidades e oportunidade. Assim como percebi uma maior valorização pela ciência e uma grande integração entre Universidade e empresas. Todos esses fatores junto com uma grande quantidade de investimentos fazem com que os cientistas tenham mais liberdade financeira para realizar suas pesquisas e produzir conhecimento/informação”.</p>
<h3>Quarta pergunta: Na sua visão, qual o papel dos cientistas na sociedade?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “O Cientista faz parte de uma importante base para a nossa sociedade, a base da construção da informação por meio da apresentação coerente dos fatos. Se pararmos para pensar, a existência de aplicativos como o Instagram, ou aplicativos que ajudam pessoas cardíacas a avaliarem sua pressão arterial, partiram de processos científicos. Assim como, foram necessárias pessoas que estavam dispostas a alcançar um objetivo, seja ele entretenimento, ou informação e saúde. Sendo assim, o Cientista tem um papel na construção de uma sociedade mais apta a entender as questões que lhe rodeiam, como a que estamos vivendo com o COVID-19, porém não somente disso, um papel de informar, de agregar, de educar e ajudar nosso mundo a ser melhor.</p>
<h3>Quinta pergunta: Você considera a divulgação científica um ponto chave da pesquisa?</h3>
<p><strong>Resposta de Dielson –</strong> “Sim. Com as pessoas utilizando cada vez mais aplicativos e redes sociais, notícias falsas e informações erradas são propagadas. Os cientistas que atuam divulgando e informando ajudam a contornar essas situações. A divulgação científica e pessoas empenhadas nesse trabalho merecem e precisam de todo reconhecimento possível. É uma parte importante em ser cientista e deve ser valorizada.</p>
<p>Gostou do nosso bate-papo!</p>
<p>Quer conhecer mais sobre o trabalho do Pesquisador e Dr. Dielson da Silva Vieira: <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/697800/dielson-da-silva-vieira/">Biblioteca FAPESP</a> e <a href="http://lattes.cnpq.br/8485007440599548">Lattes</a></p>
<p>Se você faz pesquisa no Brasil e quer participar dessa coluna, escreva para: entrevistas@tecnoveste.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/bate-papo-com-quem-faz-pesquisa-no-brasil-2/">Médico veterinário, cientista e incentivador da divulgação científica &#8211; Atualmente o Dielson da Silva Vieira colabora com pesquisas no Brasil, Peru e Estados Unidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
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		<title>Carol Capel, de youtuber a empresária, conquistando o mundo uma cidade por vez [#Entrevinsta]</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/carol-capel-de-youtuber-a-empresaria-conquistando-o-mundo-uma-cidade-por-vez-entrevinsta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Mayan Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 10:22:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com cerca de dois milhões de inscritos no seu canal do YouTube e 500 mil seguidores no Instagram, a empresária e youtuber, Carol Capel é um dos grandes sucessos das redes sociais. Em 2015, foi transferida pela empresa em que trabalhava para assumir o departamento financeiro e morar nos Estados Unidos, na cidade de Sanford, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tecnoveste.com.br/carol-capel-de-youtuber-a-empresaria-conquistando-o-mundo-uma-cidade-por-vez-entrevinsta/">Carol Capel, de youtuber a empresária, conquistando o mundo uma cidade por vez [#Entrevinsta]</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tecnoveste.com.br">Tecnoveste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-speechify-sentence="">Com cerca de dois milhões de inscritos no seu canal do YouTube e 500 mil seguidores no Instagram, a empresária e youtuber, <a href="https://www.instagram.com/carolcapeloficial/" class="broken_link">Carol Capel</a> é um dos grandes sucessos das redes sociais. Em 2015, foi transferida pela empresa em que trabalhava para assumir o departamento financeiro e morar nos Estados Unidos, na cidade de Sanford, na Flórida. Ao aceitar o convite, mal sabia Carol que, seu hobby nas horas vagas, seu canal recém-criado no YouTube, mudaria por completo a sua vida.</p>
<p data-speechify-sentence="">Com conteúdos diversos, desde dicas de viagens a casos misteriosos e sobrenaturais,  seus vídeos geram milhares de visualizações. “Sempre fui interessada nesses assuntos, estão juntei algo que já gostava, que era o sobrenatural, e comecei a mostrar os fenômenos que vivenciei”, revela a brasileira que morou por três anos, nos Estados Unidos, e atualmente fixou residência na Polônia, Europa.</p>
<p data-speechify-sentence="">Mesmo longe do Brasil há mais de cinco anos, Carol Capel também abraça no país a causa dos animais, outra paixão da sua vida. Confira a entrevista que fizemos com ela.</p>
<h4 data-speechify-sentence="">1.Qual sua formação acadêmica?</h4>
<p data-speechify-sentence="">Sou formada em finanças, com MBA, em administração financeira e pós-graduada em marketing, mas meu verdadeiro amor sempre foi estudar inglês. Assistindo às séries de TV e lendo os livros que a minha mãe usava para aprender o idioma, aos 16 anos, já tinha fluência na língua. Quando fiz meu primeiro teste para um curso de verdade, fui direto para o nível avançado, e logo que peguei o diploma, comecei a dar aulas. No início, ajudava os amigos, no intervalo do trabalho, e foi aí que todos disseram que eu tinha uma didática diferente, e que poderia investir naquilo. E paralelo a isso, decidi por criar um canal no YouTube.</p>
<h4 data-speechify-sentence="">2. De onde surgiu essa paixão pelos mistérios extraterrestres? Seus vídeos geram milhares de visualizações.</h4>
<p data-speechify-sentence="">Sempre gostei do tema, mas tinha muito medo. Depois de ter vivido na Itália e em uma cidade de praticamente 50 habitantes, no topo de uma montanha, vários fenômenos, principalmente o Ovni (objeto voador não identificado), começaram a acontecer, não só na minha vida, mas também na do meu marido. Então, eu juntei algo que eu já gostava, que era o sobrenatural, com os materiais e as coisas que aconteciam comigo.</p>
<h4 data-speechify-sentence="">3. Você é fluente em inglês desde os 16 anos. De onde surgiu a ideia de criar um curso de inglês on-line no Hotmart este ano?</h4>
<p data-speechify-sentence="">Durante a pandemia vi o interesse pelo curso aumentar bastante. Por conta de problemas financeiros e perda de empregos, muitos acabam não fechando e foi nesse momento que vi uma possibilidade de ajudar a quem está na busca de um novo emprego ou de uma recolocação e decidi por dar essas aulas básicas e gratuitas de inglês no aplicativo Sparkle, que fica dentro da plataforma Hotmart.</p>
<h4 data-speechify-sentence="">4. Porque você escolheu morar na Cracóvia?</h4>
<p data-speechify-sentence="">Depois de três anos nos Estados Unidos, decidi me mudar para a Europa. Como já tinha cidadania italiana, desembarquei na Itália, aonde vivi por sete meses, e desde 2018, fixei residência em Cracóvia, na Polônia, lugar que me apaixonei após uma viagem.</p>
<h4 data-speechify-sentence="">5. Você está morando fora do Brasil há bastante tempo. Sente saudade?</h4>
<p data-speechify-sentence="">Eu sinto muita saudade de estar com a minha família e amigos e também sinto falta de poder encontrar meus seguidores. Mas nada paga a paz de espírito e a segurança que tenho morando aqui, na Polônia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h4 data-speechify-sentence="">6. Outra de suas paixões são os animais, inclusive, mesmo morando fora é protetora de animais, no Brasil.</h4>
<p data-speechify-sentence="">Fala sobre essa paixão. Sim, ajudo uma protetora independente, em São Paulo, que cuida de 70 animais abandonados e vítimas de maus-tratos, resgatados da rua. Também adotei um vira-lata, o Aladin, quando ainda morava nos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 data-speechify-sentence="">7. 2020 foi um ano bem complicado mundialmente. Como você avalia e o que espera de 2021?</h4>
<p data-speechify-sentence="">Eu vejo uma melhora na esperança da população com a chegada da vacina. Se ela é eficaz ou não, isso pouco importa realmente, mas o simples fato da existência dela, renova as esperanças de dias melhores. A vacina também é um bom indicador para a economia como um todo. Impulsionando mercados como da Europa e Estados Unidos. Agora as pessoas precisam enxergar melhor o mundo e ir além, priorizando aquilo que é realmente importante na vida e esquecendo os valores egoístas do passado.</p>
<p data-speechify-sentence="">Eu não acredito que a mudança em uma data no calendário mude de fato alguma coisa no planeta. As mudanças precisam acontecer dia após dia. Vivendo o presente e entendendo que o nosso futuro é um reflexo daquilo que fazemos hoje.</p>
<p data-speechify-sentence="">Acredito que 2021 será apenas uma continuação do que já vivemos hoje.</p>
<p data-speechify-sentence="">Espero conseguir viver cada dia de uma vez, sem ansiedade e esperando os novos capítulos dessa novela chamada VIDA.</p>
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		<title>Sabia que animais também ficam estressados?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Milene Alves-Eigenheer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2020 09:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar & Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>AHHH, O ESTRESSE! &#x1f621;&#x1f621;&#x1f621; ⁣ Quem aí já não teve aquele dia que teve vontade de jogar tudo para o alto e ir vender sua arte na praia? Eu com certeza tive. Mas será que os animais passam por isso? E como isso afeta a vida deles?⁣ ⁣ A gente sempre acha que vida de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>AHHH, O ESTRESSE! &#x1f621;&#x1f621;&#x1f621;</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/estresse-homem-trabalhando-estressado-computador.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19500" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/estresse-homem-trabalhando-estressado-computador.jpeg?resize=1348%2C901&#038;ssl=1" alt="" width="1348" height="901" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/estresse-homem-trabalhando-estressado-computador.jpeg?w=1348&amp;ssl=1 1348w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/estresse-homem-trabalhando-estressado-computador.jpeg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/estresse-homem-trabalhando-estressado-computador.jpeg?resize=1024%2C684&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/estresse-homem-trabalhando-estressado-computador.jpeg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/estresse-homem-trabalhando-estressado-computador.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/estresse-homem-trabalhando-estressado-computador.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/estresse-homem-trabalhando-estressado-computador.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><br />
⁣<br />
Quem aí já não teve aquele dia que teve vontade de jogar tudo para o alto e ir vender sua arte na praia? Eu com certeza tive. Mas será que os animais passam por isso? E como isso afeta a vida deles?⁣<br />
⁣<br />
A gente sempre acha que vida de bicho é mamata! Come quando dá fome, dorme quando dá sono&#8230; Mas a verdade é que eles podem se estressar mais do que motorista na Marginal Tietê às 17h30 da tarde sem ar-condicionado!⁣<br />
⁣<br />
Animais se estressam por vários motivos: falta de alimento, conflito com outros animais e pelo medo de virar almoço de outro bicho. Para você ter ideia, ratos selvagens expostos ao som de uma briga entre um gato e um rato chegam a ter parada cardíaca de tanto estresse!⁣ ⁣</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rato.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19501" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rato.jpeg?resize=1351%2C901&#038;ssl=1" alt="" width="1351" height="901" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rato.jpeg?w=1351&amp;ssl=1 1351w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rato.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rato.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rato.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rato.jpeg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rato.jpeg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/rato.jpeg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>O pior motivo para o estresse nos animais são as alterações que nós humanos causamos à natureza. Devido a construção de cidades e estradas os animais têm que lidar com:⁣<br />
&#8211; excesso de luz, som e cheiros – imagina ser um animal noturno e florestal morando em uma área cheia de estradas?⁣<br />
&#8211; contato maior com membros da mesma espécie – como tem menos habitat, eles se encontram mais, aumentando a competição e as brigas por território⁣<br />
&#8211; contato maior com outras espécies selvagens – gerando competição por recursos e aumento do risco de predação⁣<br />
&#8211; contato com animais domésticos – aumentando o risco de predação e de doenças (como cinomose e parvavirose)⁣<br />
⁣<br />
O estresse afeta a vida dos bichos de várias maneiras:⁣<br />
&#8211; estereotipia – o animal fica fazendo movimentos repetitivos sem motivo, tipo balançando a cabeça ou andando de um local ao outro⁣<br />
&#8211; problemas na alimentação – comer de mais ou de menos⁣<br />
&#8211; comportamentos auto-destrutivos – como arrancar os próprios pelos ou penas, se morder ou se lamber em excesso⁣<br />
&#8211; agressividade – ataque a membros do grupo e filhotes⁣<br />
&#8211; falhas no comportamento sexual e impotência⁣<br />
&#8211; mudanças de comportamento em geral – o animal fica agitado ou calmo em excesso⁣</p>
<p><iframe title="Onça um pouco estressada com publico-Zoológico SP" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/0gFhmiRUvns?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Vídeo: Onça pintada apresentando comportamento de estresse no Zoo de São Paulo (Fonte: Matheus Guimarães, You Tube)<br />
⁣<br />
Igualzinho a gente, né?⁣ Manda esse artigo para aquela pessoa estressadinha que você conhece. Se ela ficar brava contigo, você diz que foi só porque achou que ela ia gostar do assunto &#x1f602;&#x1f602;&#x1f602;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Você conhece o cachorro-vinagre?⁣</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Milene Alves-Eigenheer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 09:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa espécie de canídeo se chama oficialmente &#8220;Speothos venaticus&#8220;, mas popularmente também é conhecido como janauí, januara, jacarambé e aracambé.⁣ Eles ocorrem apenas na América do Sul e são super adaptados a ambientes aquáticos &#8211; eles até tem mebraninhas entre os dedos para facilitar a natação!⁣ Uma das características mais fundamentais dessa espécie é que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Essa espécie de canídeo se chama oficialmente &#8220;<em>Speothos venaticus</em>&#8220;, mas popularmente também é conhecido como janauí, januara, jacarambé e aracambé.⁣ Eles ocorrem apenas na América do Sul e são super adaptados a ambientes aquáticos &#8211; eles até tem mebraninhas entre os dedos para facilitar a natação!⁣</p>
<div id="attachment_19442" style="width: 222px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bush_Dog_area.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19442" class="size-full wp-image-19442" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bush_Dog_area.png?resize=212%2C319&#038;ssl=1" alt="" width="212" height="319" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bush_Dog_area.png?w=212&amp;ssl=1 212w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Bush_Dog_area.png?resize=199%2C300&amp;ssl=1 199w" sizes="(max-width: 212px) 100vw, 212px" /></a><p id="caption-attachment-19442" class="wp-caption-text">Área onde vivem os cachorros-vinagre na América do Sul (em azul).</p></div>
<p>Uma das características mais fundamentais dessa espécie é que eles vivem em grupos de até 12 indivíduos, sendo a única espécie de canídeo selvagem do Brasil que caça em grupo. E eles caçam mesmo! Tatus, pacas, cutias e até bichos maiores, como veados e catetos, viram janta.⁣<br />
⁣<br />
O cachorro-vinagre depende de grandes áreas de floresta contínua para sobreviver, então a coisa está complicada para eles. Além disso, uma das maiores ameaças a essa espécie é o contato com cachorros domésticos, que além de caça-los, também transmitem doenças que podem mata-los.⁣<br />
⁣<br />
A maioria da população não conhece essa espécie e nunca viu ela ao vivo &#8211; eu mesma nunca vi! Você já conhecia?⁣</p>
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		<title>Conectados: como a extinção de uma espécie pode afetar outras &#8211; incluindo a gente!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Milene Alves-Eigenheer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 10:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já sabe que nós humanos causamos grandes impactos à natureza. Mas você já parou ⁣para pensar nas consequências de tanto desmatamento e extinção de espécies? &#160; Uma das consequências mais drásticas é o processo chamado cascata trófica. Para entende-lo, você tem que lembrar do que a gente aprendia na escola como cadeia alimentar, onde [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já sabe que nós humanos causamos grandes impactos à natureza. Mas você já parou ⁣para pensar nas consequências de tanto desmatamento e extinção de espécies?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das consequências mais drásticas é o processo chamado cascata trófica. Para entende-lo, você tem que lembrar do que a gente aprendia na escola como cadeia alimentar, onde um animal se alimenta de outro, que se alimenta de uma plantinha. Lembrou? Mas já parou para pensar o que acontece nesse ciclo caso uma espécie seja extinta do local?</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19300" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?resize=750%2C500&#038;ssl=1" alt="" width="750" height="500" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?resize=90%2C60&amp;ssl=1 90w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?resize=180%2C120&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/06/on%C3%A7a-parda.jpg?resize=95%2C64&amp;ssl=1 95w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a></p>
<p>Olha, pode ficar bem complicado. Por exemplo, imagine uma área onde o predador de topo é a onça parda, aquele felino grande e bonito. Como as pessoas tendem a não gostar de onças, elas começam a caça-las. Sobram tão poucas onças que elas não conseguem se encontrar e reproduzir. E assim elas desaparecem dessa área. <strong>No entanto</strong>, essas onças se alimentavam de herbívoros, os animais que comem vegetação. Sem elas, os herbívoros começam a se reproduzir rapidamente e a comer mais e mais. Por causa disso, novas árvores não conseguem crescer, pois assim que brotam, já são comidas. Isso acaba afetando a qualidade da água dos rios, já que as raízes das árvores nçao estão lá para segura-las, tornando o tratamento da água que bebemos muito mais cara. E é assim que nós, além de todo o ecossistema da floresta somos afetados pela perda da onça parda.⁣<br />
⁣</p>
<p>Nós humanos estamos sempre excluindo espécies estratégicas para os ecossistemas. Lembra dos Peixes-Bois-da-Amazônia? Já pensou o que vai acontecer se eles forem extintos? Provavelmente toda a vegetação aquática que eles comem vai crescer e impedir que entre luz na água, afetando o crescimento de outras plantas e organismos que servem de alimento para peixes, tartarugas e outros animais. Se eles não conseguirem se alimentar das mesmas espécies que o peixe-boi, eles tendem a desaparecer, ou pelo menos reduzir muito suas populações. Toda essa vegetação também pode acabar morrendo e apodrecendo na água, impossibilitando a vida de várias espécies por lá. E como tudo o que vai, volta, as pessoas começariam a ter muito problema para navegar, pois essa vegetação torna a navegação nos rios e lagos bem complicada.⁣<br />
⁣</p>
<p>Existem vários outros exemplos, incluindo um estudo conduzido no Quênia que mostrou que a exclusão de grandes herbívoros, como zebras e elefantes, leva ao aumento de ratos e consequentemente de pulgas que transmitem uma doença para humanos! Isso mostra o quanto estamos interligados a natureza e o quanto tudo o que acontece com ela pode nos afetar. Por isso, ajude a cuidar do planeta. Compre de empresas ecologicamente responsáveis, reduza seu consumo de carne e entre na luta pelo meio ambiente &#8211; afinal, essa luta também é por você e pelas futuras gerações!</p>
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		<title>Viagens do paracetamol em um chip: mini-órgãos</title>
		<link>https://www.tecnoveste.com.br/viagens-do-paracetamol-em-um-chip-mini-orgaos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Gama]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 12:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[testes em animais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>READ THIS IN ENGLISH Você já imaginou se existisse um fígado ou um intestino humano menor que a cabeça de uma formiga? Pois é&#8230; parece que já existe. Uma empresa alemã (TISSUSE) inventou (e começou a vender) placas de vidro super adaptadas pra se colocar nelas mini-órgãos. Eles chamaram esse sistema de “mini-órgãos em um [&#8230;]</p>
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<h4 id="block-ce362cd0-b5d7-4937-81de-e21535b12db9" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" role="textbox" aria-label="Escreva o título…" data-block="ce362cd0-b5d7-4937-81de-e21535b12db9" data-type="core/heading" data-title="Título"><a href="https://oqueacientistadisse.wordpress.com/paracetamol-traveling-in-a-chip-mini-organs/">READ THIS IN ENGLISH</a></h4>
<p id="block-0080870b-0e8e-4393-a639-80faf6be1a97" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="0080870b-0e8e-4393-a639-80faf6be1a97" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Você já imaginou se existisse um fígado ou um intestino humano menor que a cabeça de uma formiga? Pois é&#8230; parece que já existe. Uma empresa alemã (<a href="https://www.tissuse.com/en/products/2-organ-chip/" class="broken_link">TISSUSE</a>) inventou (e começou a vender) placas de vidro super adaptadas pra se colocar nelas mini-órgãos. Eles chamaram esse sistema de “mini-órgãos em um chip”. Nesses “chips”, dá pra criar vários órgãos diferentes e também dá pra simular o sangue circulando, porque tem como adaptar bombas (também pequenininhas) que vão bombear e sugar líquidos pelos espaços do “chip”. Pra montar um órgão, é só colocar as células que fazem parte dele (várias células juntas fazem um tecido e/ou um órgão) em 3D (várias camadas) nas placas e deixar elas se adaptarem um tempo.</p>
<figure id="block-79ff1a62-8bc3-4da6-a119-7415f19e38fa" class="wp-block-image block-editor-block-list__block wp-block" role="group" aria-label="Bloco: Imagem" data-block="79ff1a62-8bc3-4da6-a119-7415f19e38fa" data-type="core/image" data-title="Imagem">
<div class="components-resizable-box__container"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://oqueacientistadisse.files.wordpress.com/2019/06/mini-c3b3rgc3a3o-chip-cic3aancia-science-esquema-com-foto-chip-fundo.jpg?w=1024" alt="Chip ao fundo com desenho esquemático sobreposto. Mostra o esquema do chip pra manutenção de mini-órgãos." /></div><figcaption class="rich-text block-editor-rich-text__editable" role="textbox" aria-label="Escrever legenda...">Montagem utilizando foto do <a href="https://unsplash.com/@alexkixa?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText">Alexandre Debiève</a> on <a href="https://unsplash.com/?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText">Unsplash</a> (@alexkixa) e esquema do colaborador Pedro Regufe</figcaption><div class="components-drop-zone"></div>
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<p id="block-7f5f26e7-4f62-47f2-b50d-b172ab114ce5" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="7f5f26e7-4f62-47f2-b50d-b172ab114ce5" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo"> E só eles que usam isso? Nãaao! Quando um cientista inventa alguma coisa, os outros logo vão lá e tentam usar aquela informação pra inventar algo melhor (sem copiar ninguém tá?) ou pra entender como funcionam as coisas que ninguém entende ainda. Então uma galera brasileira, que trabalha no centro de Pesquisas em Energia e Materiais em Campinas (SP), resolveu usar um desses “chips”, com espaço pra produzir até dois mini-órgãos (que se comunicam entre eles, que nem no corpo humano) e estudar como um medicamento que a gente usa a beça, o paracetamol, ia se deslocar dentro desse sistema e afetar um mini-intestino e um mini-fígado (<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0009279718302175?via%3Dihub#!" class="broken_link">quem quiser pode ler o artigo original aqui</a>).</p>
<p id="block-893a8b68-7029-47be-9903-2c279b2c590b" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="893a8b68-7029-47be-9903-2c279b2c590b" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Eles escolheram o paracetamol porque tem um monte de informações disponíveis sobre ele, como ele passa pelo intestino até chegar no sangue (absorção) e como ele é transformado (metabolismo), no fígado, em outras substâncias. Além disso, também já se sabe que em quantidades muito grandes, ele faz mal pro fígado. Sabendo todas essas coisas, ficaria mais fácil comparar os resultados nos mini-órgãos com os órgãos de verdade. Já a escolha dos órgãos &#8211; intestino e fígado – foi porque eles são os mais importantes pra determinar quanto de uma substância (que foi introduzida pela via oral no organismo) vai chegar no sangue e como ela vai ser transformada em outras.</p>
<div class="wp-block" data-align="right">
<figure id="block-fa038571-18c5-4742-b411-54332292d56c" class="wp-block-image block-editor-block-list__block is-resized" role="group" aria-label="Bloco: Imagem" data-block="fa038571-18c5-4742-b411-54332292d56c" data-type="core/image" data-title="Imagem">
<div class="components-resizable-box__container"><img decoding="async" src="https://oqueacientistadisse.files.wordpress.com/2019/06/mini-c3b3rgc3a3o-chip-cic3aancia-science-esquema.png?w=1024" alt="Desenho esquemático do chip" /></div>
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</figure>
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<p id="block-f2ce8bd9-7ff6-4368-9905-3b5352499f73" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="f2ce8bd9-7ff6-4368-9905-3b5352499f73" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Eles deixaram o paracetamol circulando durante um tempo nesse mini sistema, foram analisando as quantidades de paracetamol que entravam e saíam de cada mini-órgão conforme o  tempo passava e, no final, ainda pegaram os mini-órgãos, cortaram e olharam no microscópio, pra ver se eles estavam tão saudáveis quanto estavam no início do estudo.</p>
<h2 id="block-a0917961-5a30-4c8b-8f9d-7c12261156d6" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Escreva o título…" data-block="a0917961-5a30-4c8b-8f9d-7c12261156d6" data-type="core/heading" data-title="Título"><strong>E o que eles descobriram?</strong></h2>
<p id="block-b93206e3-1be1-4584-a213-41420012e1f7" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="b93206e3-1be1-4584-a213-41420012e1f7" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Eles conseguiram observar que o paracetamol não prejudicou as células dos mini-órgãos. Só quando o tratamento era muito longo ou quando a quantidade de paracetamol era muito grande. Aí formou, igualzinho no fígado normal, muita quantidade de uma substância super ruim pro  fígado (a <em>N</em>-acetil-<em>p</em>-benzoquinona imina). O nosso fígado até produz outras substâncias que protegem dessa imina aí, mas quando a quantidade dela fica muito, muito alta, aí não tem jeito, as células do fígado acabam morrendo.</p>
<p id="block-d10c0df9-f069-466a-a183-2f92b323e9ef" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="d10c0df9-f069-466a-a183-2f92b323e9ef" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Também foi possível ver que o paracetamol atravessou o mini-intestino, chegou no mini-fígado pela “circulação” e aí foi transformado em várias substâncias (três). Tudo igualzinho acontece no corpo humano. Mas não teve nenhuma diferença? Teve.</p>
<p id="block-ed261c29-1509-4ada-88a6-8b5dece918d0" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="ed261c29-1509-4ada-88a6-8b5dece918d0" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo"> As principais diferenças foram duas:</p>
<ol id="block-0503411d-bf63-41bf-887a-911d42816e62" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" role="textbox" aria-label="Escrever lista..." data-block="0503411d-bf63-41bf-887a-911d42816e62" data-type="core/list" data-title="Lista">
<li style="text-align: left">Tudo foi mais lento nos mini órgãos do que geralmente é nos órgão reais;</li>
<li style="text-align: left">A quantidade de paracetamol no sistema nunca chegou a zero. No nosso corpo, se nós paramos de tomar novas doses de um medicamento, uma hora ele é totalmente eliminado. Mas no sistema de mini-órgãos que eles usaram, não existia um mini-rim pra fazer essa função de eliminar. Isso é igual ao que acontece em pessoas com insuficiência renal, ou seja, que não tem um (ou os dois) rins funcionando bem.</li>
</ol>
<figure id="block-57c7ed6f-f6f9-4b38-a340-aedc9863b01b" class="wp-block-image block-editor-block-list__block wp-block" role="group" aria-label="Bloco: Imagem" data-block="57c7ed6f-f6f9-4b38-a340-aedc9863b01b" data-type="core/image" data-title="Imagem">
<div class="components-resizable-box__container"><img decoding="async" src="https://oqueacientistadisse.files.wordpress.com/2019/06/mini-c3b3rgc3a3o-chip-cic3aancia-science-esquema-com-legendas.jpg?w=756" alt="Desenho esquemático do chip com legendas dos recipientes ppra cada órgão" /></div><figcaption class="rich-text block-editor-rich-text__editable" role="textbox" aria-label="Escrever legenda...">Desenho esquemático do chip com mini-órgãos</figcaption><div class="components-drop-zone"></div>
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</figure>
<h2 id="block-923b0a1a-1ab5-43e2-887c-e4ade4359017" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Escreva o título…" data-block="923b0a1a-1ab5-43e2-887c-e4ade4359017" data-type="core/heading" data-title="Título"><strong>E o que dá pra fazer a partir disso tudo?</strong></h2>
<p id="block-0a5361ad-7463-401f-bd09-ebef68b7c48e" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="0a5361ad-7463-401f-bd09-ebef68b7c48e" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">É claro que essas descobertas superinteressantes com mini-órgãos não servem só pra ficar estudando substâncias como o paracetamol. Porque, afinal de contas, a gente já sabe muito sobre ele, com todos os anos que ele é utilizado pra febre e dor de cabeça. Fazer essa pesquisa usando o paracetamol serviu pra avaliar como os mini-órgãos se comportam. Se eles funcionam ou não de um jeito parecido ao dos órgãos de verdade. Agora que esses pesquisadores (e outros grupos com outros estudos) viram que sim, é possível pensar em algumas utilidades legais pra esses sistemas.</p>
<p id="block-5a57245f-f2ef-4b41-942c-ebfe8e7f02c7" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="5a57245f-f2ef-4b41-942c-ebfe8e7f02c7" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Umas dessas possíveis utilidades é testar novas substâncias antes de usar elas como medicamentos em pessoas. Hoje, quando a gente precisa testar uma substância nova, a gente testa primeiro em animais. Só que fazer testes em animais é caro (tem que criar e alimentar os bichinhos um tempão), super trabalhoso e nem sempre os resultados são compatíveis com o que vai acontecer no ser humano. Afinal de contas, os animais são diferentes de nós e o funcionamento do corpo deles também. Além disso, existem várias questões éticas no uso dos animais na ciência, e essas questões estão cada dia mais em evidência. Até já tentaram usar culturas de células humanas pra isso, mas uma camada de células em uma placa não mostrava o comportamento de todo o sistema, com vários órgãos conectados.</p>
<p id="block-6aafe644-9870-4b85-8bb0-207461e3dafd" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="6aafe644-9870-4b85-8bb0-207461e3dafd" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">A mesma empresa (<a href="https://www.tissuse.com/en/products/2-organ-chip/" class="broken_link">TISSUSE</a>) que inventou esses “chips” pra dois mini-órgãos também fabrica placas pra 4 mini-órgãos tornando possível acrescentar um rim, por exemplo, no sistema. E eles estão trabalhando no desenvolvimento de um “chip” representando todo o corpo humano, com compartimentos pra fazer váaarios mini-órgãos interligados!! Ah e no site deles tem vários vídeos legais mostrando o funcionamento dos “chips” e vários trabalhos diferentes sobre esses sistemas (Inglês).</p>
<p id="block-29ebd247-8add-4501-a8d2-06ff00ac5f9d" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="29ebd247-8add-4501-a8d2-06ff00ac5f9d" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">* Esse post não é patrocinado de forma alguma por nenhuma empresa.</p>
<p id="block-556f3990-e6c5-45e0-bbda-0780f8cde77c" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="556f3990-e6c5-45e0-bbda-0780f8cde77c" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo"><strong>Agradecimentos especiais ao colaborador Pedro Regufe que fez a arte pro post (desenho esquemático dos &#8220;chips&#8221;)</strong></p>
<p id="block-7cefc469-7423-4b79-85e2-ec6448dc864c" class="block-editor-block-list__block rich-text block-editor-rich-text__editable has-text-align-justify wp-block" style="text-align: left" role="textbox" aria-label="Bloco de parágrafo" data-block="7cefc469-7423-4b79-85e2-ec6448dc864c" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">**Se você gostou desse post, assina nossa newsletter aqui pra gente te avisar sempre que tiver post novo 😉</p>
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		<title>Pandemias em um ambiente devastado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[diele-viegaslm]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 17:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos em meio à pandemia do COVID-19, e as perspectivas são alarmantes. Sem vacina, sem remédio, e com o isolamento social sendo cada vez mais deixado de lado pelo povo brasileiro, não há nem sinal de que vá haver uma estabilização da curva de contágio num futuro próximo. Isso, somado à crise política instaurada e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos em meio à pandemia do COVID-19, e as perspectivas são alarmantes. Sem vacina, sem remédio, e com o isolamento social sendo cada vez mais deixado de lado pelo povo brasileiro, não há nem sinal de que vá haver uma estabilização da curva de contágio num futuro próximo. Isso, somado à crise política instaurada e a crise economica que já começa a dar as caras, torna o futuro do Brasil bastante sombrio e incerto. E eu não trago boas notícias&#8230; Existe mais duas crises em curso: A crise ambiental e a crise climática.</p>
<p>A primeira é causada pela ganância e pela prepotência do homem em achar que é dono do mundo. A história da humanidade se pauta na lógica de que o meio ambiente existe para nosso bel prazer, e que nós podemos explorar seus recursos de maneira ilimitada &#8211; Mas não é bem assim. Com cerca de 7,6 bilhões de pessoas no mundo, o meio ambiente fica sempre de lado quando o assunto é sobrevivência humana, mas isso porque dissociamos o homem da natureza. Desmatamento, queimadas, lixo, poluição, exploração, isso tudo substitui o cuidado com o meio em que vivemos, o respeito à natureza e aos organismos que coexistem conosco no mundo.</p>
<p>A segunda crise, a climática, é consequência da primeira. Desde a revolução industrial, toneladas de gases tóxicos foram lançados na atmosfera, potencializando o chamado &#8220;efeito estufa&#8221; ao impedir que o calor proveniente dos raios solares se dissipe na atmosfera. Esse calor fica então concentrado, levando ao aumento da temperatura média do planeta. Isso tem consequências drásticas para a vida na Terra, pois com o aumento da temperatura, há também um desequilíbrio no regime de chuvas, degelo das calotas polares, aumento no nivel do mar, entre outros. Tais mudanças &#8211; as chamadas mudanças climáticas, já podem ser observadas ao redor do mundo, e as previsões para um futuro próximo são bastante preocupantes.</p>
<p>Mas o que isso tem a ver com a pandemia? Tudo. Cerca de 75% das doenças que surgiram nos últimos 50 anos tiveram origem animal. Seja através do comércio ilegal, da caça/alimentação ou da destruição de habitat, está cada vez mais comum ver animais silvestres coexistindo com seres humanos fora de seu ambiente natural. Essa interação forçada tem potencial de representar um grande risco ao ser humano, uma vez que muitas vezes o animal silvestre pode ser o hospedeiro de doenças desconhecidas que podem vir a tomar proporções globais, como no caso da COVID-19.</p>
<p>Num cenário de mudanças climáticas, isso é ainda mais problemático: além do desmatamento e destruição do habitat, estamos mudando o sistema climático da Terra. Áreas congeladas há milhares ou milhões de anos estão derretendo, e assim novos vírus estão sendo descongelados. Não se sabe o poder de ação desses vírus, mas a ameaça existe e é iminente! Para além de novos virus, temos ainda o aumento da propagação de doenças já existentes. Sabemos por exemplo que o <em>Aedes aegypti</em>, mosquito vetor da Dengue, Chikungunya e zica, se reproduz fácil em ambientes quentes e úmidos. Logo, com o aumento da temperatura causado pelas mudanças climáticas, é possível que este vetor (e muitos outros) consiga se espalhar cada vez mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pandemia da COVID-19 é, acima de tudo, um alerta. Precisamos repensar a forma como nos relacionamos com o meio ambiente, os nossos padrões de consumo, as nossas ações diárias. Precisamos repensar nossas prioridades, nossas relações interpessoais, nossas escolhas políticas.</p>
<p><strong>E precisamos, mais do que nunca, entender que não há sobrevivência humana sem preservação da natureza. Porque nós somos parte da natureza, e portanto nós dependemos dela para nos manter vivos. </strong></p>
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		<title>Quer ajudar na conservação de um animal ameaçado do Brasil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Milene Alves-Eigenheer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 10:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você conhece o peixe-boi? Esse carinha vive na água, mas mesmo assim é um mamífero, ou seja, produz leite para alimentar seus filhotes! Eles ocorrem na África e nas Américas e existem três espécies diferentes: o marinho, o africano e a nossa estrela de hoje, o Peixe-Boi-da-Amazônia! Entre as espécies de peixe-boi, esse é o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você conhece o peixe-boi? Esse carinha vive na água, mas mesmo assim é um mamífero, ou seja, produz leite para alimentar seus filhotes! Eles ocorrem na África e nas Américas e existem três espécies diferentes: o marinho, o africano e a nossa estrela de hoje, o Peixe-Boi-da-Amazônia! Entre as espécies de peixe-boi, esse é o menorzinho &#8211; esse pequitico pesa só por volta de 450kg e mede até 3 metros. Eles também só ocorrem nos lagos e rios da Amazônia, ou seja, se eles morrerem, a espécie é extinta!</p>
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<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18186" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?resize=300%2C235&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="235" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?resize=300%2C235&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?resize=768%2C601&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?resize=1024%2C801&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?resize=45%2C35&amp;ssl=1 45w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/88369639_859484604477375_6880551081504407552_n.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
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<p>Esses carinhas são super importantes para a manutenção do ecossistema amazônicos! Como eles comem MUITAS plantas aquáticas, eles contribuem para dar aquela limpada na água, permitindo que a luz do sol entre nos lagos e rios, favorecendo o crescimento de novas plantas. Por comer tanto, eles acabam defecando muito, e o excremento deles é rico em nitrogênio, o que é ótimo para o crescimento de algas e outras plantas que vão servir de alimento para muitos animais que vivem por ali. É tudo um delicado equilíbrio.</p>
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<p>A espécie se reproduz super lentamente, com uma gravidez de 12 meses, onde só nasce um bebê que fica dependente da mãe por 2 anos &#8211; e só depois disso elas vão engravidar novamente. Por causa disso e de todas as ameaças &#8211; como a caça, a destruição da natureza e a captura acidental em redes de pesca &#8211; a espécie é considerada ameaçada. Vários pesquisadores têm trabalhado para salvar a espécie, principalmente resgatando filhotes perdidos de suas mamães (que foram caçadas) e treinando eles para serem soltos quando ficarem adultos. Quando eles estão adultos e prontos para sobreviver sozinhos eles são reintroduzidos em áreas protegidas, onde podem viver bem e felizes!</p>
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<p>O processo de reintrodução é bastante longo. Inicialmente os bebês tem que ganhar peso e ficar saudáveis, até se tornarem adultos. Quando eles tem por volta de 5 anos, são transferidos para lagos de piscicultura, onde vão ficar por um ano e ter seus primeiros contatos com outras espécies, com a água escura e o clima. Depois dessa fase eles são transferidos para tanques de transporte que vão levar eles de barco até a Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Piagaçu-Purus, no Amazonas &#8211; a viagem leva 24 horas! Nessa área eles poderão viver livres e protegidos pelas comunidades locais.</p>
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<p><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-18178 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=300%2C218&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="218" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=300%2C218&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=768%2C558&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=1024%2C745&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=278%2C202&amp;ssl=1 278w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=373%2C270&amp;ssl=1 373w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?resize=567%2C410&amp;ssl=1 567w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.34-1.jpeg?w=1151&amp;ssl=1 1151w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
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<p>Uma coisa muito legal é que nessa reserva eles são monitorados pela própria comunidade local. Essas pessoas são ex-caçadores, mas após educação ambiental e treinamento, se tornaram os maiores protetores dos bichinhos. Todos os peixes-bois reintroduzidos são equipados com um cinto preso a cauda, onde existe um equipamento que envia ondas de rádio &#8211; mas é silencioso e leve, e não atrapalha em nada a vida deles. Essas ondas são recebidas por antenas especiais que ficam com os assistentes de campo da comunidade, e assim eles conseguem saber onde o animal está em diferentes momentos do dia. É uma ferramenta preciosa para saber se eles estão bem e adaptados à nova vida.</p>
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<p style="text-align: center"><a href="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-18181 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?resize=228%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="228" height="300" srcset="https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?resize=228%2C300&amp;ssl=1 228w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?resize=768%2C1012&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?resize=777%2C1024&amp;ssl=1 777w, https://i0.wp.com/www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-02-at-10.18.33.jpeg?w=971&amp;ssl=1 971w" sizes="(max-width: 228px) 100vw, 228px" /></a></p>
<p style="text-align: left">Quem coordena esse projeto é a Associação Amigos do Peixe Boi (AMPA), uma ONG parceira do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). <strong>Mas para continuar esse trabalho lindo, eles precisam de ajuda financeira</strong>. Por isso eles estão organizando uma vaquinha onde todo mundo pode colaborar para eles reintroduzirem mais peixes-bois na natureza. Dá uma conferida nesse vídeo onde eles contam mais sobre o assunto:</p>
<div style="width: 852px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-18174-1" width="852" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/video-1583262919.mp4?_=1" /><a href="https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/video-1583262919.mp4">https://www.tecnoveste.com.br/wp-content/uploads/2020/03/video-1583262919.mp4</a></video></div>
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<p>Qualquer valor já ajuda muito! O link para ajudar é <a href="https://www.kickante.com.br/campanhas/devolvendo-peixes-bois-da-amazonia-natureza" class="broken_link">https://www.kickante.com.br/campanhas/devolvendo-peixes-bois-da-amazonia-natureza</a>. Vamos juntos lutar pela conservação desse animal incrível!</p>
<p>Confira mais informações no <a href="http://www.ampa.org.br/">site</a> ou no <a href="https://www.instagram.com/ampa_peixeboi/" class="broken_link">Instagram</a> da AMPA!</p>
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